Câmara dos Deputados aprova piso salarial de profissionais da enfermagem

 Projeto define o valor de R$ 4.750 como salário mínimo inicial para os enfermeiros



A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, o projeto de lei que prevê a criação do piso salarial de enfermeiros, técnicos de enfermagem e parteira. A proposta deve seguir para sanção presidencial, mas ainda depende de acordo sobre fontes de financiamento.

Segundo a relatora da proposta, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) a matéria ainda não será enviada para sanção presidencial. "Conforme assumido com a enfermagem brasileira, não será na semana que vem que este projeto seguirá para sanção presidencial, mas sim tão logo garantirmos o respectivo financiamento", resumiu. 

Durante a votação entre os deputados, a redação não sofreu alterações. Apesar da aprovação no Congresso, muitos parlamentares questionaram o fato de a matéria não prever quais fontes bancarão o pagamento do piso. Dessa forma, ficou definido que o projeto seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL) apenas quando o parlamento esclarecer quais recursos vão viabilizar o piso.

O piso terá de ser corrigido anualmente com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Ainda segundo o projeto, profissionais que já ganham acima dele terão seus salários mantidos, independentemente da jornada de trabalho para a qual tenham sido contratados.

Ausência de fonte de custeio

O projeto de lei não especifica de onde sairão os recursos para bancar a iniciativa, que deve pressionar os cofres públicos. Segundo estimativa apresentada por um grupo de trabalho criado pela Câmara para analisar a proposta, o piso dos profissionais da enfermagem pode gerar um impacto financeiro de ao menos R$ 16,3 bilhões. O Ministério da Saúde diz que a medida trará despesas extras de R$ 22,5 bilhões a R$ 42 bilhões, incluindo os setores público e privado.

Relatora do texto na Câmara não incluiu as fontes de custeio do piso no projeto para evitar que a proposta voltasse ao Senado e, assim, adiasse a conclusão da análise da matéria pelo Congresso. No parecer final sobre o projeto, a parlamentar diz que “já tramitam nas duas Casas diversas propostas que ampliam receitas ou desoneram encargos”  para reforçar as transferências a estados e municípios. Contudo, segundo ela, “como [as propostas] não dizem respeito diretamente à fixação do piso salarial, serão tratadas em propostas independentes”.

Dentre as alternativas para bancar o piso, há um projeto de lei de autoria da própria deputada que sugere o uso do fundo eleitoral em anos em que não houver eleições para o pagamento dos salários aos profissionais da enfermagem. Também são cogitadas como possíveis fontes de compensação a desoneração da folha de pagamento do setor e o refinanciamento de impostos devidos para filantrópicas, mas ainda não está claro como será a compensação para os hospitais públicos.

Outra fonte de recursos em estudo é a destinação de uma parcela da arrecadação com a regulamentação dos jogos de azar, mas o texto ainda não foi aprovado pelo Senado. Além disso, há a possibilidade de destinar para o setor 3,5% da tributação com a exploração mineral, proposta que também enfrenta resistências.

Líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) disse que Bolsonaro tem total interesse em sancionar o projeto. Dessa forma, ele garantiu que o governo vai se empenhar na aprovação de propostas que apresentem alternativas para o custeio do piso.

“Neste exato momento, o projeto não atende à Lei de Responsabilidade Fiscal e não pode ser sancionado, mas fica aqui [registrada] a disposição do governo de fazer todos os esforços, como tem feito até agora, para encontrar essas fontes”, afirmou. “A enfermagem tem a sua vitória, mas nós vamos continuando buscando [as fontes]. E vocês terão 100% de apoio do governo, do Ministério da Economia, de todos os esforços possíveis, e do Congresso Nacional”, acrescentou.

R7 e Correio do Povo


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Produção industrial brasileira cresce acima do esperado em março, mas fecha o trimestre em queda

 


 

A produção industrial brasileira cresceu 0,3% em março, na comparação com fevereiro, segundo divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com março do ano passado, entretanto, houve queda de 2,1%.

Mesmo com a segunda alta mensal seguida, o setor não conseguiu eliminar as perdas de janeiro (-2%) e permanece 2,1% abaixo do patamar de antes do início da pandemia, de fevereiro de 2020.

“O resultado ainda está longe de refletir uma reversão de todos aqueles saldos negativos dos últimos meses”, afirma André Macedo, gerente da pesquisa, destacando que fatores complicadores na oferta global e na demanda doméstica continuam dificultam uma retomada da indústria.

“No acumulado do ano, frente ao mesmo indicador de 2021, a indústria recuou 4,5%. O acumulado nos últimos doze meses chegou a 1,8% em março e vem reduzindo sua intensidade de crescimento desde agosto de 2021 (7,2%)”, destacou o IBGE.

As expectativas em pesquisa da agência de notícias Reuters com economistas eram de crescimento de 0,2% na variação mensal e de perda de 3% na base anual.

Alta trimestral

Apesar da desaceleração da indústria nos últimos meses, o setor registrou crescimento de 0,3% o 1º trimestre, na comparação com os 3 últimos meses de 2021, interrompendo uma sequência de 4 quedas trimestrais seguidas. A última alta frente aos 3 meses imediatamente anteriores tinha sido registrada no 4º trimestre de 2020 (4,5%).

Já na comparação frente ao 1º trimestre do ano passado a indústria recuou 4,5%, com todas as grandes categorias no campo negativo.

Ao final de março, a indústria ainda operava 18,5% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011.

Destaques do mês

Na passagem de fevereiro para março, houve altas em três das quatro grandes categorias econômicas e em 14 dos 26 ramos pesquisados.

A atividade com mais influência positiva no mês de março foi a de veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 6,9%. O segmento marcou o segundo mês de expansão, mas ainda assim, não eliminou as perdas de janeiro e segue 13,2% abaixo do patamar pré-pandemia.

Outros destaques de alta foram observados na produção de outros produtos químicos (7,8%), bebidas (6,4%) e máquinas e equipamentos (4,9%).

Na outra ponta, as retrações com maior impacto no índice foram na produção de produtos alimentícios (-1,7%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-8,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (8,0%) e bens de consumo duráveis (2,5%) assinalaram as taxas positivas mais acentuadas em março. O segmento de bens intermediários (0,6%) também mostrou crescimento, mas abaixo do verificado no mês anterior (1,8%). Por outro lado, bens de consumo semi e não-duráveis teve queda de 3,3%, interrompendo 3 meses consecutivos de avanço na produção.

Na lanterna da indústria, estão os segmentos de bens de consumo duráveis, que inclui veículos, eletrodomésticos, móveis, com nível de atividade ainda dois dígitos abaixo do patamar pré-pandemia.

Distância do patamar pré-pandemia nas grandes categorias:

— Bens de capital: 16,1% acima do patamar pré-pandemia;
— Bens intermediários: 1,9% acima do patamar pré-pandemia;
— Bens de consumo duráveis: 23,1% abaixo do patamar pré-pandemia;
— Bens de consumo semiduráveis e não duráveis: 8,5% abaixo do patamar pré-pandemia.

Perspectivas

A indústria brasileira continua sendo impactada pela alta dos preços das matérias-primas, falta de insumos e restrições de oferta. A piora do cenário externo, devido a guerra na Ucrânia, tem atrapalhado as perspectivas para o ano, em razão das preocupações com a desaceleração da economia e maior inflação global.

“Além disso, a inflação vem diminuindo a renda disponível e os juros sobem e encarecem o crédito. Também o mercado do trabalho, que apresenta alguma melhora, ainda mostra índices como uma massa de rendimentos que não avança”, destacou Macedo.

A alta dos juros e inflação persistente têm tirado o poder de compra e de consumo das famílias. A quantidade de endividados e a proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso bateram recorde novo recorde em abril, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O mercado financeiro elevou de 7,65% para 7,89% a estimativa para a inflação neste ano, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para o PIB (Produto Interno Bruto), a projeção é de alta de 0,70%.

O Sul

Supermercado lança carrinho inteligente com caixa para pagamento acoplado

 por Joana Cunha 165160525062717f029f436_1651605250_3x2_xl.jpeg

Supermercado lança carrinho inteligente com caixa para pagamento acoplado Rede do interior de SP coloca o equipamento para rodar em Campinas

SÃO PAULO

Depois dos caixas de autoatendimento nos supermercados, começa a rodar um carrinho que finaliza as compras no próprio veículo.

A rede Enxuto, do interior de São Paulo, lança um carrinho que identifica, soma e recebe o pagamento das compras, sem precisar passar no caixa.

Segundo a rede, o equipamento tem um leitor de código de barras e uma tela touch screen para o cliente acompanhar a compra e fazer o pagamento, além de câmeras e uma balança, que monitoram os itens colocados e retirados.

O chamado Smart Cart foi desenvolvido em parceria com as empresas Nextop e a Arius Sistemas.

A operação começa com oito carrinhos em um supermercado de Campinas e deve ser expandida para unidades de Piracicaba e Limeira.

Segundo a Nextop, em breve o carrinho também deve avisar sobre promoções e oferecer produtos dentro do perfil de compra do consumidor. A tecnologia também pode ser utilizada no ecommerce, auxiliando na separação de pedidos online.

Fonte: Folha Online - 03/05/2022 e SOS Consumidor

Confira lista de presentes para o Dia das Mães da inflação em alta

 por Daniele Madureira dia-das-ma?es.jpeg

Varejistas e indústria tentam não perder público em meio à disparada dos preços SÃO PAULO

O Dia das Mães já não é mais o mesmo. De segunda data mais importante para o varejo nacional, só depois do Natal, a efeméride perdeu a vice-liderança nos últimos anos para a Black Friday, em novembro.

Isso não significa que os filhos, de maneira geral, estejam negligenciando a data, mas eles têm se mostrado menos animados a gastar muito. Aliado a esse comportamento, está a atual inflação em dois dígitos: dado mais recente do IPCA-15 mostrou uma alta acumulada de 12,03% em 12 meses, a maior desde novembro de 2003.

 

Daí o "malabarismo" de alguns varejistas e indústrias para tentar manter na comemoração deste ano o mesmo "preço de entrada" do ano passado: as opções mais baratas de presentes começam no mesmo patamar. 

São os casos das bijuterias e acessórios Morana (R$ 39,90), da perfumaria L’Occitane (R$ 39,90) e da varejista de moda C&A (jeans a R$ 89,90). Para isso, vale diminuir um pouco a margem de lucro, renegociar insumos com fornecedores e até buscar matéria-prima na China

"Tivemos um aumento dos custos com matéria-prima, logística e frete no último ano. Mas nosso negócio é oferecer moda a preços competitivos", diz o vice-presidente de vendas da C&A, Francislei Donatti. Segundo ele, a empresa foi atrás de tecelagens para uma negociação direta, a fim de trazer tecidos de fornecedores asiáticos para abastecer as confecções parceiras da marca no Brasil.

"Com isso, conseguimos adaptar nossos custos para este novo cenário e pudemos colocar jeans à venda, por exemplo, ao preço final de R$ 89,90, o mesmo do ano passado", afirma. O mesmo tipo de negociação envolveu malharias, o que permitiu este ano a oferta de blusas a partir de R$ 20.

'FILHO QUER PREÇO BAIXO, MAS TAMBÉM OLHA RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO'

Segundo Donatti, apesar a preocupação de manter preços competitivos, a varejista tem observado uma procura por produtos com melhor relação custo-benefício –e não necessariamente os mais baratos.

"São peças versáteis, que podem combinar facilmente com outros itens do guarda-roupa, e também peças de alfaiataria, que são mais clássicas e, portanto, com maior vida útil", afirma. No caso das peças de alfaiataria, o ticket médio fica acima dos R$ 200.

Outra tendência observada pela varejista é a procura por cores –algo que não é comum quando se trata da atual coleção outono-inverno, que costuma apresentar tons mais sóbrios. "Nossas peças coloridas [azul, lilás, rosa, roxo] têm saído bem. Acho que é uma reação ao período de quarentena, as pessoas querem expressar alegria."

Na rede de bijuterias e acessórios Morana, com cerca de 280 lojas no país, a regra também foi respeitar o momento de aperto do bolso do consumidor e manter o preço de entrada da campanha de Dia das Mães do ano passado: R$ 39,90. São pulseiras, brincos e colares a partir deste valor.

"Nós decidimos que era preciso entregar um bom sortimento no mesmo preço inicial do ano passado, senão o consumidor nem entra na loja", diz Danilo Assumpção, diretor executivo do grupo Ornatus, que controla as redes de acessórios Morana e Balonê.

"O item mais barato é importante para atrair o comprador, que muitas vezes, no caso do Dia das Mães, acaba levando um presente de maior valor agregado", afirma. Neste caso, o item de R$ 39,90 funciona como chamariz ou pode compor o presente mais caro com outra peça, diz.

Todas as peças da rede recebem um banho de ródio, que inibe processos alérgicos e aumenta a durabilidade. "O preço da matéria-prima também subiu e nossa alternativa foi diminuir a margem de lucro em algumas peças, ganhando em peças mais caras, de até R$ 400, e também fazer composições diferentes com pedrarias, para garantir um preço final competitivo", afirma Assumpção.

A campanha da marca é estrelada pela apresentadora Ticiane Pinheiro e sua mãe, Helô Pinheiro.

Já na perfumaria L’Occitane au Brésil, com cerca de 200 pontos de venda no país, a escolha para manter presentes a preços baixos na campanha de Dia das Mães deste ano foi a renegociação com fornecedores, segundo André Abramo, diretor de comunicação da marca. A campanha é estrelada por Déa Lúcia, mãe do ator Paulo Gustavo, morto no ano passado em decorrência da Covid-19.

"Tentamos montar composições para sermos competitivos assim como no ano passado, com kits de cremes de mão e sabonete, por exemplo, a R$ 39,90", diz o executivo. Muitas vezes, segundo ele, essas lembrancinhas são dedicadas a outras mães –sogras, professoras, amigas etc. "Mas a própria mãe costuma ganhar presentes de ticket médio maior", diz Abramo.

DESCONTO NA COMPRA DE CARNE PELO APLICATIVO E DE ELETROELETRÔNICO PELO PIX

Quem estiver disposto a oferecer um churrasco no Dia das Mães, pode aproveitar a campanha da marca Bassi, do grupo Marfrig, que está oferecendo desconto de R$ 40 a quem gastar pelo menos R$ 300 no aplicativo nesta semana.

Na rede de lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos Fast Shop, com 86 pontos de venda no país, a expectativa é de um ticket médio de R$ 2.200, uma alta de 22% sobre o ano anterior (sem descontar a inflação).

"Apostamos no Pix, que oferece ainda mais descontos, mesmo em produtos com oferta, e acaba sendo vantajoso tanto para a loja quanto para os clientes", diz Eduardo Salem, diretor geral de operações da Fast Shop. No Pix , o desconto costuma superar os 5%.

Entre os produtos com maior desconto este ano, estão os itens de informática, como webcams, mochilas e notebooks.

Para este Dia das Mães, a LG lançou uma promoção para a loja online, que concede desconto de 5% na primeira compra, opção de parcelamento em até 12 vezes sem juros e frete grátis.

No site da Panasonic, os presentes também podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros, com descontos de até 35%, como resultado da recente redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

"Esperamos um crescimento em torno de 30% versus a mesma data do ano passado", diz Caio Cavalheiro Madeira Marques, gerente geral de produtos da Panasonic do Brasil.

Segundo ele, com a diminuição do poder de compra da população, é natural a busca por opções com melhor relação custo-benefício.

"Não se trata apenas de buscar produtos mais baratos, mas de pensar em itens que vão gerar maior economia. Com a nossa linha de refrigeradores com a tecnologia Inverter, por exemplo, o consumidor pode economizar até R$ 200 na conta de luz, em comparação a modelos mais antigos", diz. No site da marca, os refrigeradores custam entre R$ 2.800 e R$ 6.200.

LISTA DE PRESENTES PARA O DIA DAS MÃES

A Folha destacou uma lista de sugestões de presentes a preços competitivos, em diferentes categorias –acessórios, roupas, sapatos, eletroportáteis, cosméticos, perfumaria, chocolates, flores. Confira:

PRESENTES DE R$ 11,90 A R$ 699

Opções em acessórios, roupas, sapatos, eletroportáteis, cosméticos, perfumaria, chocolates e flores

  1. Barra Chocoarte Cacau Show 40g: R$ 11,90 
  2. Creme de mãos + sabonete L’Occitane au Brésil: R$ 39,90 
  3. Pulseira Morana: R$ 39,90
  4. Carteira croco Santa Lolla: R$ 39,90
  5. Bouquet de rosas de chocolate Cacau Show: R$ 42,90 
  6. Bouquet de margaridas Giuliana Flores: R$ 49,90 
  7. Kit loção corporal e sabonete O Boticário: R$ 54,90 
  8. Calça jeans C&A: R$ 89,90 
  9. Perfume Luna Natura: R$ 95,90 
  10. Rasteira couro Santa Lolla: R$ 99,90
  11. Aparador de pelos faciais Panasonic: R$ 129,0 
  12. Câmera Webcam com Microfone Integrado Logitech – Fast Shop: R$ 169,00
  13. Jaqueta de couro falso C&A: R$ 279,90 
  14. Liquidificador Super Chef Oster – Camicado: R$ 299,99 
  15. Cafeteira Expresso Três Corações Automática - Fast Shop: R$ 379,00 
  16. Micro-ondas LG: R$ 699,00

Fonte: Folha Online - 03/05/2022 e SOS Consumidor

TJ-SP manda Amil prestar atendimento a filiados a associação de clientes

 Por vislumbrar risco de danos irreversíveis, o desembargador Jair de Souza, da 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedeu liminar para determinar que a Amil garanta o atendimento aos filiados à Associação Vítimas A Mil nas instituições que constavam como credenciadas em 1º de setembro de 2021.

A associação representa um grupo de usuários dos planos individuais da Amil. A entidade questionou na Justiça alterações contratuais promovidas pela empresa no ano passado, quando ela decidiu transferir os planos individuais para a Assistência Personalizada à Saúde (APS).

 

Em decisão monocrática, o desembargador Jair de Souza falou em risco de danos irreversíveis aos consumidores em caso de não concessão da liminar. "Pessoas que dependem dos serviços prestados até então pelo plano de saúde, que poderá ocasionar prejuízos a diversos consumidores e que a vida de diversos consumidores, dependente da prestação de serviços médico hospitalares, podendo resultar em morte daqueles que não receberam tratamento adequado", afirmou ele.

Assim, além de determinar que a Amil garanta o atendimento a todos os beneficiários de planos individuais filiados à Associação Vítimas A Mil, o magistrado ordenou que a operadora também se responsabilize integralmente pelos planos de saúde pessoa física do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Paraná, impedindo a transferência da gestão da carteira para qualquer terceiro.

Para Lucas Akel Filgueiras, advogado da Associação Vítimas A Mil, a liminar concedida pela Justiça de São Paulo dá a garantia de que os direitos dos usuários do plano serão preservados. "A decisão, nesse sentido, traz mais segurança jurídica e garante que os atendimentos sejam feitos como eram antes de toda essa confusão".

Na visão do presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), Ernesto Tzirulnik, faltam leis especiais de proteção aos direitos essenciais dos segurados e dos beneficiários dos planos de saúde no Brasil: "O IBDS apoiou a criação da Associação Vítimas A Mil como uma tentativa de defesa dos consumidores da vergonhosa cessão não autorizada de contratos".

Clique aqui para ler a decisão
2084216-88.2022.8.26.0000

 

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 03/05/2022 e SOS Consumidor

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Volkswagen dá férias coletivas por falta de semicondutores

 por Douglas Gavras

Medida deve afetar 2.500 trabalhadores de fábrica em São Bernardo do Campo (SP)  SÃO PAULO

Volkswagen vai dar férias coletivas de 20 dias para os trabalhadores da produção na planta de São Bernardo do Campo, no ABC, em função da falta de componentes. Os metalúrgicos ficarão fora da fábrica de 9 a 28 de maio.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a medida deve afetar cerca de 2.500 trabalhadores. Essa é a quinta vez em que a empresa é obrigada a dar férias coletivas desde o início da pandemia.

 

Para o coordenador do sindicato, José Roberto Nogueira da Silva, além dos semicondutores, outros componentes e peças começaram a faltar e afetar a produção na montadora.

"Não foi diferente do que está acontecendo em outras fábricas do país. Tem demanda de produção, porém com a escassez de peças a fábrica não consegue atender o consumidor final. Estamos na expectativa da retomada o mais breve possível", diz.

De acordo com a entidade, a Volks conta com cerca de 8.200 trabalhadores, sendo 4.500 na produção. Atualmente a fábrica produz 800 veículos por dia.

A Volkswagen confirmou a adoção das férias coletivas na planta de São Bernardo do Campo, sem dar mais detalhes.

A fábrica no ABC paulista havia voltado a operar em dois turnos em março, após ter tido as atividades reduzidas principalmente pela falta de semicondutores.

Em novembro de 2021, a planta Anchieta também foi obrigada a cortar seu ritmo de produção para um turno e colocar cerca de mil colaboradores em lay-off, como é chamada a suspensão temporária de contratos.

Ao jornal alemão "Boersen-Zeitung", um executivo da empresa disse, em abril, que o fornecimento de semicondutores deve melhorar neste ano e ao longo de 2023, mas só deve se normalizar em meados da década.

"Vemos uma falta de oferta em 2022 que provavelmente diminuirá um pouco no terceiro ou quarto trimestre. A situação deve melhorar em 2023, mas o problema estrutural ainda não estará totalmente resolvido", disse o executivo.

Desde a pandemia, diferentes fabricantes têm sido obrigados a parar sua linha de produção por conta da falta de componentes. O setor automotivo é um dos principais afetados, mas a falta de semicondutores também impactou outros segmentos, como o de eletrônicos.

O surto recente de Covid-19 na China continua afetando as cadeias de produção. Diversas linhas de fabricação de semicondutores e automóveis foram forçadas a suspender ou reduzir a produção em Xangai e nas regiões vizinhas por causa de controles do vírus e da falta de suprimentos.

Uma fabricante de veículos elétricos avisou em 14 de abril que as montadoras chinesas poderão ter que interromper a produção em maio se as paralisações persistirem na área de Xangai.

Uma pesquisa da Câmara de Comércio da União Europeia na China apontou que 30% das empresas entrevistadas disseram ter sido atingidas por interrupções no fornecimento. A Câmara Americana de Comércio na China descobriu que 57,3% das empresas pesquisadas foram afetadas pelas interrupções.

Fonte: Folha Online - 03/05/2022 e SOS Consumidor


Prefeito da cidade de Restinga Sêca é o escolhido para assumir a presidência da Famurs

 


Com 111 votos, o prefeito Paulo Salerno, de Restinga Sêca (Região Central do Estado), foi escolhido para a presidência da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), na gestão 2022-2023. José Alberto Panosso (Frederico Westphalen) e Vannei Maffissoni (Marcelino Ramos) obtiveram, respectivamente, 47 e 28 votos.

Pelo estatuto da entidade, a cada gestão um dos quatro partidos que elegem maior número de prefeitos nas 497 cidades gaúchas (atualmente PP, MDB, PDT e PTB) indica o presidente da entidade, em sistema de rodízio. Desta vez, o processo foi organizado pela Associação de Prefeitos e Vices do MDB e contou com 186 votantes.

Ao ser anunciado como o vencedor, Paulinho Salerno elogiou o trabalho de mobilização dos concorrentes defendeu a união da legenda em torno da eleição para governador. Também definiu a tarefa de presidir a Famurs como “um grande desafio, mas também um privilégio”.

A eleição que homologará o nome indicado pelo MDB está prevista para até 6 de junho, desta vez com a participação de todos os municípios integrantes, independente da sigla. Já a cerimônia posse será realizada no dia 22 do mesmo mês.

Paulo Salerno é natural de Restinga Sêca, município localizado na região conhecida como “Quarta Colônia”. Ele tem 38 anos e foi reeleito para o segundo mandato de prefeito em 2020 com 7.216 votos, o que corresponde a quase 77% do total. Antes, atuou como vice-prefeito entre 2009 e 2012 e como vereador de 2005 a 2008.

Agrônomo (UFSM) e bacharel em Direto (Fames), foi diretor da Casa Civil no primeiro semestre de 2016 e comandou o Parque Zoológico (Fundação Zoobotânica) em 2015-2016. De 2013 até o fim do ano seguinte, foi assessor na Assembleia Legislativa.

Ex-presidentes

– Emanuel Hassen de Jesus
Taquari
2020 – 2021

– Eduardo Russomano Freire
Palmeira das Missões
2019 – 2020

– Antonio Cettolin
Garibaldi
2018 – 2019

– Salmo Dias de Oliveira
Rio dos Índios
2017 – 2018

– Luciano Pinto
Arroio do Sal
2016 – 2017

– Luiz Carlos Folador
Candiota
2015 – 2016

– Seger Menegaz
Tapejara
2014 – 2015

– Valdir Andres
Santo Ângelo
2013 – 2014

– Ary Vanazzi
São Leopoldo
2012 – 2013

– Mariovane Gottfried Weis
São Borja
2011 – 2012

– Vilmar Perin Zanchin
Marau
2010 – 2011

– Marcus Vinícius Vieira de Almeida
Sentinela do Sul
2009 – 2010

– Elir Domingo Girardi
Igrejinha
2008 – 2009

– Flavio Luiz Lammel
Victor Graeff
2007 – 2008

– Glademir Aroldi
Saldanha Marinho
2006 – 2007

– Mauri Heinrich
Ibirubá
2005 – 2006

– Heitor Álvaro Petry
Vera Cruz
2004 – 2005

– Gilmar Sossella
Tapejara
2003 – 2004

– Paulo Ziulkoski
Mariana Pimentel
2002 – 2003

– Pipa Germano
Cachoeira do Sul
2001 – 2002

– Paulo Roberto Bier
Santo Antônio da Patrulha
2000 – 2001

– Júlio César Pannebecker (Interino)
Bom Jesus
2000

– Alceu Moreira da Silva
Osório
1999 – 2000

– Clóvis Assmann
Feliz
1997 – 1999

– Paulo Ziulkoski
Mariana Pimentel
1996 – 1997

– Osmar Terra
Santa Rosa
1995 – 1996

– Gil Soares Almeida
Cacequi
1993 – 1995

– Eliseu Padilha
Tramandaí
1992 – 1993

– Urbano Knorst
São Jerônimo
1991 – 1992

– Humberto José Chittó
Muçum
1989 – 1991

– Lademiro Dors
Sobradinho
1988 – 1989

– Victório Trez
Caxias do Sul
1987 – 1988

– Onildo Rafaelli Souza
Santo Antônio da Patrulha
1985 – 1987

– Carlos Willy Grün
Crissiumal
1983 – 1985

– Neri Zeilmann
Ibirubá
1982 – 1983

– José Rubens Pillar
Alegrete
1980 – 1982

– Carlos Wilson Schroeder
Santo Ângelo
1978 – 1980

– Antônio Carlos Borges
Santa Rosa
1977 – 1978

– Nagib Stella Elias
Nova Prata
1976 – 1977

O Sul

Fila de espera do Auxílio Brasil dá salto e passa de 1 milhão de famílias

 


“Zerada” no início deste ano, segundo o Ministério da Cidadania, a fila de brasileiros à espera do Auxílio Brasil voltou a crescer. Estudo da CNM (Confederação Nacional de Municípios) mostra que 1.050.295 famílias que atendem aos requisitos para receber o benefício não tiveram acesso a ele em fevereiro deste ano.

A chamada demanda reprimida teve um salto em relação a janeiro, quando o número de famílias à espera era de 434.421.

Para receber o benefício, as famílias precisam atender às condições do programa e estar inscritas no Cadastro Único. Não é preciso se inscrever para o benefício: o governo avalia dentro do CadÚnico os elegíveis. A demanda reprimida, assim, leva em conta o número de inscritos no Cadastro que se enquadram para o recebimento.

Em comparação com o segundo semestre de 2021, no entanto, houve queda acentuada na “fila”, que coincide com a inclusão de cerca de 3 milhões de famílias dentro do programa entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, logo após o governo transformar o Bolsa Família em Auxílio Brasil.

No mês de julho de 2021, havia uma demanda por acesso ao programa (então Bolsa Família) de 2,41 milhões de famílias. Já em novembro de 2021 o número saltou para mais de 3,18 milhões – aumento de 32% em 4 meses.

Por outro lado, em janeiro, o número de famílias à espera do benefício teve uma queda considerável de 86,4%, para 434,2 mil, com a inclusão das 3 milhões de famílias no programa. E, em fevereiro, ocorreu um salto de 142% no número de famílias sem acesso ao benefício, passando para mais de 1 milhão.

Por regiões

A região com maior incidência de espera por concessão do auxílio em janeiro era o Sudeste, com 183.753, seguida pelo Nordeste (124.519).

São Paulo era o estado com o maior número de famílias que tinham direito a receber mas não estavam dentro do programa: 90.793, seguido por Minas Gerais (43.689), Rio de Janeiro (40.007), Bahia (32.384) e Pernambuco (26.355). A CNM ainda não tem os dados detalhados de fevereiro por estados e municípios.

O estudo mostra que, em julho de 2021, havia mais de 25 milhões de famílias cadastradas no Cadastro Único, e aproximadamente 19,1 milhões atendiam aos requisitos para receber o benefício. Ou seja, 76% das famílias brasileiras inscritas no CadÚnico deveriam estar incluídas no programa de transferência de renda. No entanto, o número de beneficiários era de 16,7 milhões, segundo a CNM.

Já em novembro, 17,6 milhões de famílias tinham perfil para estar no programa social, mas apenas 14,5 milhões recebiam a transferência de renda. Em comparação a julho, há uma queda de 2,18 milhões de beneficiários. E a demanda reprimida era de quase 3,2 milhões de famílias – acréscimo de 773,5 mil famílias em relação ao mês de julho.

Já em janeiro, o número de famílias beneficiadas passou de 14,5 milhões para 17,5 milhões. Segundo a CNM, o ideal seria que o programa tivesse naquele mês mais de 18 milhões de famílias contempladas para zerar a fila. Com isso, a demanda reprimida chegou a perto de meio milhão de famílias.

Em fevereiro, houve a inclusão de 556 mil famílias no Auxílio Brasil, chegando a 18,05 milhões. No entanto, o ideal seria que o número fosse de 19,1 milhões, ou seja, a demanda reprimida chega a 1,05 milhão de famílias. Com isso, o número de famílias que deveriam estar no programa se igualou ao de julho de 2021.

O estudo

Para a elaboração do estudo, foram usados dados do Cecad, ferramenta que possibilita a consulta, a seleção e a extração de informações do Cadastro Único (CadÚnico) e permite conhecer as características socioeconômicas das famílias e das pessoas incluídas no cadastro.

O CadÚnico é o principal instrumento para a seleção e a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais como o antigo Bolsa Família e o atual Auxílio Brasil.

O estudo usou os dados de quantidade de famílias e indivíduos inscritos no Cadastro Único que possuem perfil para o benefício social e dos beneficiários efetivos dos dois programas. Desse cruzamento chegou-se à demanda reprimida, ou seja, famílias que deveriam estar recebendo o benefício por estarem dentro do perfil dos programas, mas não foram incluídas. As informações são do portal de notícias G1.

O Sul