Livro - Mais esperto que o Diabo

 


Neste livro, inédito no Brasil, você vai descobrir, após 75 anos de segredo, por meio dessa entrevista exclusiva que Napoleon Hill fez, quebrando o código secreto da mente do Diabo:

Quem é o Diabo? Onde ele habita? Quais suas principais armas mentais? Quem são os alienados e de que forma eles ou elas se alienam? De que forma o Diabo influencia a nossa vida do dia a dia? Como a sua dominação influencia nossas atitudes? O que é o medo? Como nossos líderes religiosos e nossos professores são afetados pelo Diabo? Quais as armas que nós, seres humanos, possuímos para combater a dominação do Diabo? Qual a visão do Diabo sobre a energia sexual? Como buscar uma vida cheia de realizações, valorizando a felicidade e a liberdade?

Essas perguntas e muitas outras são respondidas pelo próprio Diabo, que se autodenomina "Sua Majestade", de acordo com Napoleon Hill. O seu propósito, escrito com suas próprias palavras, é ajudar o ser humano a descobrir o seu real potencial, desvendando as armadilhas mentais que os homens e as mulheres deste mundo criam para si mesmos, sabotando a sua própria liberdade e o seu próprio direito de viver uma vida cheia de desafios, alegria e liberdade.

Escrito em 1938, após uma das maiores crises econômicas, e precedendo a Segunda Guerra Mundial, este livro não somente é uma fonte de inspiração e coragem, mas deve ser considerado um manual para todas aquelas pessoas que desejam


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Caso Henry: MP denuncia Jairinho e Monique por homicídio e tortura

 Casal apontado como responsável pela morte do menino foi denunciado por homicídio triplamente qualificado, tortura e fraude processual



O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou nesta quinta-feira (6) o vereador Dr. Jairinho (Jairo Souza Santos Junior) e a mulher dele, Monique Medeiros, por homicídio triplamente qualificado e tortura ao menino Henry Borel, morto na noite de 8 de março no apartamento onde morava com o casal na zona oeste do Rio.

A denúncia foi feita pelo promotor Marcos Kac com base no inquérito concluído pela Polícia Civil. O casal também foi denunciado por coação e fraude processual. Monique e Jairinho estão presos. A 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da área Zona Sul e Barra da Tijuca também pediu a prisão preventiva dos dois, que estão presos temporariamente.

Denúncias contra Dr. Jairinho:

- homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e crueldade);
- tortura;
- coação de testemunha.

Denúncias contra Monique:

- homicídio
- tortura omissiva
- falsidade ideológica
- coação de testemunha

"Os intensos sofrimentos físicos e mentais a que era submetida a vítima como forma de castigo pessoal e medida de caráter preventivo consistiam em agressões físicas perpetradas pelo denunciado Jairo Souza Santos Junior", diz o documento.

Monique foi responder por o crime de homicídio por omissão, já que tinha o dever de proteção e vigilância.

“A denunciada Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida consciente e voluntariamente, enquanto mãe da vítima e garantidora legal de Henry Borel Medeiros, se omitiu de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para a consumação do crime de homicídio de seu filho, uma vez que, sendo conhecedora das agressões que o menor de idade sofria do padrasto e estando ainda presente no local e dia dos fatos, nada fez para evitá-las ou afastá-lo do nefasto convívio com o denunciado Jairo”, relata a denúncia.

Esta é a segunda vez que Jairinho é indiciado; a primeira, foi da filha da ex-namorada, também por tortura.

Na segunda-feira (3), foi pedida a prisão preventiva (sem prazo) do casal. A conclusão do caso ocorreu no dia em que o menino completaria cinco anos.

Monique Medeiros tinha a expectativa de ser ouvida novamente pela polícia, após divulgar novas cartas em que detalhava a relação com Dr. Jairinho. A mãe do menino mudou a versão apresentada na delegacia após a morte do filho, em 8 de março, desde que trocou de advogado.

R7 e Correio do Povo

Governo mantém RS em bandeira vermelha e adia anúncio do novo sistema de distanciamento

 Próximo modelo será divulgado a partir de 13 de maio e entrará em vigor no dia 15



O governo do Rio Grande do Sul anunciou a prorrogação do atual modelo transitório de Distanciamento Controlado para ampliar o diálogo sobre o novo sistema. O próximo modelo será anunciado a partir de 13 de maio e entrará em vigor no dia 15. Até lá, todo o Rio Grande do Sul seguirá em bandeira vermelha e deve observar os protocolos de risco alto do Distanciamento Controlado, sem cogestão. A medida foi tomada após reunião do Gabinete de Crise na manhã desta quinta.

Segundo o Palácio Piratini, a ideia era que a nova ferramenta de gestão da crise sanitária entrasse em vigor no dia 10 de maio. No entanto, o adiamento foi definido pelo governador Eduardo Leite, secretários e integrantes do Gabinete de Crise para que "o diálogo com a sociedade possa ser ampliado antes de consolidar o novo sistema de distanciamento".

O governo agendou uma reunião virtual com deputados e prefeitos para sexta-feira e outros dois encontros no sábado, um com especialistas em saúde e outro com setores produtivos. De acordo com o Executivo gaúcho, o objetivo é apresentar a proposta do sistema de alertas que substituirá o modelo de bandeiras e ouvir as sugestões dos diversos segmentos.

Haverá um prazo até a próxima terça-feira para que as sugestões sejam encaminhadas ao Gabinete de Crise, que apresentará o novo sistema consolidado a partir da quinta-feira, dia 13 de maio. O Palácio Piratini pretende que as novas regras passem a valer a partir da 0h de sábado, dia 15 de maio.

Como fica:

• 6 de maio – decreto prorroga atual modelo de Distanciamento Controlado até 14 de maio
• 7 e 8 de maio – debate com segmentos da sociedade
• 11 de maio – prazo final para envio de sugestões para o novo sistema
• A partir de 13 de maio – anúncio do novo sistema
• 15 de maio – entra em vigor o novo sistema

Correio do Povo



Livro - Mulheres que correm com os lobos

 


Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A analista junguiana Clarissa Pinkola Estés acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, como a história do patinho feio e do Barba-Azul, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a analista, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações psíquico-arqueológicas' nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Clássico dos estudos sobre o sagrado feminino e o feminismo, o livro é o primeiro de uma série de longsellers da Rocco a ganhar edição com novo projeto gráfico e capa dura. '


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Melo muda estratégia e Porto Alegre guardará 2° dose de vacinas contra a Covid-19

 Prefeito afirmou que cidade estava atendendo orientação federal e se desculpou por transtornos na imunização



Após transtornos e falta de imunizantes para a Covid-19 nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, comunicou uma mudança de estratégia na Capital. De acordo com o Executivo, a partir de agora, a cidade guardará a 2° dose das vacinas da Pfizer e da Coronavac para garantir a imunização completa de quem já começou o processo de proteção. 

"Fomos induzidos ao erro nessa matéria. Lá atrás, o Ministério da Saúde nos recomendou não guardar a segunda dose e aplicar todas as vacinas que chegassem e por isso aconteceu o episódio de ontem onde faltou vacina na Capital, no Estado e no Brasil. Por isso, essa alteração", afirmou Melo. 


O prefeito aproveitou para se desculpar com a população que se aglomerou em filas e não teve acesso aos imunizantes. Muitas pessoas ficaram horas na chuva nessa quarta nos postos de saúde em busca da vacinação e não conseguiram ser imunizadas, o que provocou frustração

Nesta quinta-feira, a imunização com a Coronavac segue suspensa em Porto Alegre, informa a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) - "por baixo volume de vacinas disponíveis". Mesmo assim, alguns ainda procuram os postos em busca do imunizante do Butantan

Correio do Povo


"Não há o que comemorar", declara delegado após ação com 25 mortos no Rio de Janeiro

STF derruba extensão automática do prazo das patentes

 Maioria dos ministros entendeu que a prorrogação de prazo é inconstitucional por ferir a segurança jurídica e a livre concorrência


Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira, derrubar uma norma que permite a prorrogação do prazo de patentes concedidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Ao analisar uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que contesta a Lei de Propriedade Industrial, o Supremo firmou um entendimento que deve levar à redução do prazo de patentes, afetando a indústria como um todo, especialmente o setor farmacêutico, químico e de biotecnologia.

Os ministros ainda precisam definir a partir de quando deve ser implantado esse entendimento. Na próxima quarta-feira, o plenário deve esclarecer se o fim do prazo esticado atinge inclusive patentes farmacêuticas que já foram prorrogadas e estão em vigência há mais de 20 anos, como defende o relator do caso, Dias Toffoli.

Em vigor desde 1996, a Lei de Propriedade Industrial prevê que as patentes têm prazo de 15 anos a 20 anos, tempo contado a partir da data do pedido (depósito) feito ao Inpi. Depois desse período, podem ser feitas versões genéricas de medicamentos, equipamentos e outras invenções livremente.

A polêmica gira em torno de uma regra da mesma lei que determina que o prazo de vigência da patente não será inferior a dez anos, no caso de invenções, e de sete anos para modelos de utilidade (atualizações de algo já existente), prazo contado a partir de outro marco temporal: a concessão da patente pelo Inpi. Como não há prazo para o instituto conceder a patente, não há como saber quando a proteção cairá. Muitas invenções acabam protegidas para além de duas décadas, prazo padrão no resto do mundo.

"O exercício do direito de propriedade industrial não pode se transmudar em abuso do poder", observou o ministro Edson Fachin. "O consumidor não pode ser indefinidamente vinculado aos preços e disponibilidade dos produtos definidos pelo detentor do monopólio, sem perspectiva de quando terá acesso a novas possibilidades daquele produto."

Saúde

Em um longo voto, Toffoli defendeu o entendimento de que, de agora em diante, não se pode mais prorrogar o prazo das patentes para nenhum produto em nenhuma hipótese. Ou seja: o prazo de vigência das patentes deve ficar limitado ao período de 20 anos a partir do depósito feito no Inpi.

Toffoli, no entanto, avalia que a decisão do Supremo deve retroagir nos casos de produtos farmacêuticos e equipamentos de saúde, considerando as bilionárias despesas do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliadas em um momento de pandemia. Dessa forma, para ele, somente nos casos da área de saúde, o relator quer que caia a patente que já tenha sido prorrogada. Esse ponto - que pode atingir um total de 3.435 patentes - ainda precisa ser esclarecido pelo plenário.

Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), entre 2008 e 2014, a quase totalidade dos produtos farmacêuticos tiveram as patentes estendidas por um prazo superior a 20 anos. De acordo com o TCU, a exploração protegida pela patente de produtos farmacêuticos dura, em média, 23 anos.

Risco

Apenas o presidente do STF, Luiz Fux, e o ministro Luís Roberto Barroso defenderam a manutenção da norma que prevê a prorrogação das patentes. "Contratos serão rompidos, investidores serão pegos de surpresa com essa declaração de inconstitucionalidade (do trecho da lei)", frisou Fux.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), o entendimento da Corte corrige "distorção histórica" e deve permitir a ampliação do acesso a medicamentos no País. "As empresas terão segurança jurídica para planejar com antecedência o lançamento de genéricos e biossimilares a partir do vencimento das patentes", disse a presidente da PróGenéricos, Telma Salles.

Em nota, a Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI) lamentou a decisão. Para a entidade, mudança no dispositivo deve gerar insegura jurídica sobre o tema: "A ABPI sente-se na obrigação de alertar, no entanto, que a eliminação deste dispositivo - em vigor há mais de 25 anos - poderá gerar insegurança jurídica e desestimulo à inovação no País ."


Agência Estado e Correio do Povo


A batalha pela quebra de patente de vacinas contra a Covid-19 e seus efeitos para além da pandemia


Jean Pyerre tem lesão muscular e desfalca o Grêmio contra o Aragua


Sem Taison, Inter começa a projetar escalação para enfrentar o Juventude

Livro - Box Trilogia O Senhor dos Anéis

 


Apesar de ter sido publicado em três volumes – A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei – desde os anos 1950, O Senhor dos Anéis não é exatamente uma trilogia, mas um único grande romance que só pode ser compreendido em seu conjunto, segundo a concepção de seu autor, J.R.R. Tolkien. Com design cuidadosamente pensado para refletir a unidade da obra e os desenhos originais feitos por Tolkien para as capas de cada volume, este box reúne os três livros da Saga do Anel e oferece aos leitores uma nova oportunidade de mergulhar no notável mundo da Terra-média.


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TRF1 revoga prisão domiciliar, última restrição de liberdade preventiva de Cunha

 Ex-presidente da Câmara cumpria detenção em casa por conta da pandemia



O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), revogou nesta quinta-feira a última prisão preventiva decretada contra o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ) . A cautelar havia sido decretada em 2017 na Operação Sepsis e era o único empecilho que impedia o ex-parlamentar de responder aos processos em liberdade.

No último dia 28, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o Tribunal da Lava Jato, revogou a prisão decretada contra Cunha na operação . O ex-presidente da Câmara cumpria o regime em casa desde o ano passado, em razão da pandemia. O desembargador sustentou que, após mais de um ano da prisão domiciliar, não vislumbrou necessidade da manutenção da prisão preventiva de Cunha no caso. “Notadamente, pelo tempo em que a medida constritiva foi determinada, em razão de não se ter notícia do descumprimento das obrigações impostas, e também, pela demora em se marcar o julgamento da apelação já interposta em favor do requerente”, disse. 

Os advogados Pedro Ivo Velloso, Ticiano Figueiredo e Délio Lins e Silva, responsáveis pela defesa de Cunha, celebraram a decisão: “Fez-se Justiça”. Cunha foi alvo da Operação Sepsis, desdobramento da Lava Jato que apurou desvios do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal. O ex-presidente da Câmara poderá responder aos processos em liberdade. A única restrição imposta foi a proibição de viagens internacionais.

Agência Estado e Correio do Povo

CPI da Covid aprova auditoria do TCU em repasses para Estados e Munícipios

 Sessão desta quinta-feira também ouviu o atual Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o terceiro a depor na Comissão



A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid aprovou, no final da sessão desta quinta-feira no Senado Federal, um pedido para que o Tribunal de Contas da União (TCU) faça uma auditoria nos repasses federais para estados e municípios - focado em capitais e grandes cidades. 

A decisão pede informações sobre gastos com a pandemia do coronavírus às secretarias estaduais e municipais de saúde.

A sessão desta quinta também marcou o terceiro depoimento da CPI. Após os ex-ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich serem ouvidos, o atual, Marcelo Queiroga, prestou sua manifestação sobre as ações do governo federal.

Entre os temas, ele afirmou que a tese de isolamento vertical já foi descartada pelos cientistas como medida de contenção da pandemia de Covid-19. Em 2020, o governo federal lançou campanha por isolamento vertical

A ideia, que chegou a ser defendida algumas vezes pelo presidente Jair Bolsonaro, consiste em manter em casa apenas pessoas idosas ou com comorbidades, públicos que tinham o maior número de vítimas durante a primeira onda da pandemia. "Isolamento vertical é algo do início da pandemia, mas isso foi abandonado", disse Queiroga à comissão. O depoente acrescentou não conhecer qualquer país que tenha adotado a tática.

Lembrado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que a tese foi algumas vezes sugerida por Bolsonaro, Queiroga preferiu não comentar. O ministro citou apenas que "essa é uma opinião do presidente". Na quarta-feira, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich também foi questionado sobre o assunto e disse que "defender isolamento vertical é um erro".

Aglomerações e imunidade de rebanho

Queiroga declarou também que as aglomerações contribuem para o aumento das infecções. Após sua fala, Randolfe Rodrigues afirmou que Bolsonaro realizou, desde o início da pandemia, pelo menos 40 eventos em que várias pessoas ficaram próximas. O ministro ficou calado.

O titular da Saúde também se mostrou contrário à defesa da imunidade de rebanho, que sugere a liberação dos contágios para se atingir logo um percentual alto de pessoas imunizadas. "Isso também representaria mais mortes", disse Queiroga. "O Ministério da Saúde tem como estratégia [para o combate à pandemia de covid] a vacinação em massa da população."

Segundo ele, já se percebe a redução do número de óbitos entre os idosos por causa da campanha de imunização do país.

O médico declarou ainda que sua pasta prega o uso de máscaras e o distanciamento. "E eventualmente, naqueles municípios em situação pior da doença, adotar medidas mais severas." Ele não falou, no entanto, que validaria um lockdown.

Queiroga comentou ainda que será necessário manter as chamadas medidas não farmacológicas (máscaras e distanciamento) mesmo após a imunização de boa parte da população.

Em relação à cloroquina, remédio sem eficácia comprovada contra a Covid-19, apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro afirmou que pediu análises do Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde) para determinar se o medicamento poderia compor o protocolo oficial do ministério contra a doença. 

A sessão que ouvia o titular da pasta da Saúde foi interrompida por volta de 14h20 e foi retomada 20 minutos depois. Ainda hoje está previsto o depoimento do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres.

Quebra de patentes

Queiroga também disse ser contra a quebra de patentes das vacinas, o que tiraria o direito intelectual das fabricantes sobre as vacinas e poderia facilitar a produção das doses. Nos Estados Unidos, porém, o governo Joe Biden sinalizou nessa quarta-feira, em ato histórico, que apoiaria a quebra de patentes.

A medida é alvo de debate no Supremo Tribunal Federal (STF), mas em relação a medicamentos utilizados no tratamento da Covid-19. 

Senadores falam em condução coercitiva após Pazuello receber visita de Onyx 

Agora, com os depoimentos de Mandetta, Teich e Queiroga, a CPI da Covid-19 aguarda a manifestação no Senado de Eduardo Pazuello, o único ministro da Saúde de Jair Bolsonaro que ainda não foi ouvido. Na terça-feira, o ex-chefe da pasta pediu para adiar seu depoimento na Comissão por ter tido contato com pessoas infectadas com a Covid-19. 

No entanto, nesta quinta-feira, o ministro recebeu, na manhã desta quinta-feira, uma visita do ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) no Hotel de Trânsito de Oficiais, onde supostamente estaria em isolamento depois de ter contato com dois servidores que contraíram a doença. Por isso, os senadores propuseram, na tarde desta quinta-feira, que o general da ativa do Exército, seja alvo de condução coercitiva para depor perante a CPI da Covid.

Agência Estado e Correio do Povo

Box Livros J.K. Rowling Edição Especial - Harry Potter Exclusivo

 


Os sete livros da saga do bruxo mais querido do mundo reunidos num box livros Harry Potter exclusivo e em nova edição, com ilustrações inéditas no Brasil de Arch Apolar. A vida do menino Harry Potter não tem um pingo de magia. Ele vive com os tios e o primo, que não gostam nem um pouco dele. O quarto de Harry é, na verdade, um armário sob a escada, e ele nunca comemorou um aniversário sequer em onze anos. Até que, um dia, Harry recebe uma carta misteriosa, entregue por uma coruja: um convite para estudar num lugar incrível chamado Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts. Lá ele vai encontrar não só amigos, esportes praticados em vassouras voadoras e magia para todo lado, como também seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o bruxo que assassinou seus pais. Mas, para isso, Harry precisará passar por uma série de desafios e enfrentar inúmeros perigos. Em sete livros da escritora J.K Rowling, que se tornaram o maior fenômeno editorial de todos os tempos, com mais de 450 milhões de exemplares vendidos e traduções em 78 idiomas, Harry Potter não é exposto apenas a batalhas e feitiços. Ele precisa superar traições, surpresas e, sobretudo, aprender a lidar com os próprios sentimentos. O amor, a amizade e claro, uma boa dose de magia e imaginação, são os elementos-chave para da maior saga bruxa de todos os tempos. Box Harry Potter – Série Completa: perfeito para todos que cresceram acompanhando a saga do jovem bruxo e para as novas gerações de fãs que anseiam por conhecê-la!


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