Câmara aprova texto-base de venda de vacinas a empresas sem aval da Anvisa

 Plenário decidiu com 317 votos a favor e 120 contra



Deputados aprovaram o texto-base de projeto para empresas comprarem vacina contra covid-19 sem o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para imunizar seus funcionários. O plenário precisa ainda analisar os destaques, que podem alterar a medida, e depois o projeto terá de ser votado pelo Senado. Foram 317 votos a favor e 120 contra.

O texto aprovado foi relatório da deputada Celina Leão (PP-DF). Ela prevê que podem ser comprados imunizantes com aval de uso concedido por qualquer autoridade sanitária estrangeira "reconhecida e certificada" pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O dispositivo libera a compra mesmo sem o consentimento da Anvisa, que faz análises próprias sobre segurança e eficácia de vacinas ainda que elas já tenham sido aprovadas em outros países.

Sob forte lobby de empresários e com apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira, a Câmara avalia mudar a lei 14.125/2021, sancionada há menos de 1 mês. O texto prevê que a iniciativa privada pode comprara vacinas, mas deve doar todo o volume ao SUS enquanto grupos prioritários são imunizados. Depois, ainda deve entregar metade das doses.

O deputado Hildo Rocha (MDB/MA) apresentou projeto para flexibilizar essas exigências. Em substitutivo a este texto, a deputada Celina Leão abre a possibilidade de doação de somente metade das doses mesmo antes de o SUS terminar de vacinar grupos prioritários. O restante dos imunizantes deve ser aplicado de forma gratuita nos trabalhadores das empresas que comprarem os produtos, segundo as prioridades estabelecidas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). Empresas que não cumprirem a regra estarão sujeitas a multa equivalente a 10 vezes o valor gasto na aquisição dos imunizantes.

Após críticas, Leão também retirou em seu relatório a concessão de isenção tributária para empresas comprarem vacinas com a finalidade de imunizar suas equipes. A previsão fazia parte do texto original.

A oposição foi contra o projeto e tentou barrar a votação. "O Brasil tem o maior sistema público de vacinação do mundo e é o único País do mundo que está permitindo a compra privada aos ricos e aos apaniguados. Esse projeto é a vergonha do Parlamento brasileiro e a destruição do SUS", afirmou o deputado Jorge Solla (PT-BA).

O líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), pediu mais tempo para avaliar o projeto. "Nós deveríamos ouvir, por exemplo, os especialistas em ciências da saúde, os sanitaristas, os especialistas da Fiocruz, os pesquisadores universitários, os epidemiologistas, ou seja, ter um debate para formarmos uma opinião, ouvindo a sociedade sobre esse projeto", disse.

A relatora defendeu que o projeto apenas retira uma trava jurídica. "Não estamos trazendo nenhuma inovação legislativa aqui neste plenário. O próprio Plenário já aprovou a venda de vacinas aos particulares. Estamos tirando uma trava jurídica, porque o projeto aprovado por esta Casa estabelecia que essas vacinas só poderiam ser adquiridas depois de os grupos prioritários serem imunizados. Ora, esta Casa, semana passada, aumentou o número de grupos prioritários. Se isso, na prática, fosse realmente para acontecer, nós não teríamos nunca o privado podendo ajudar na vacinação", disse Leão.

Para o médico, advogado sanitarista e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Daniel Dourado, passar por cima da Anvisa é inconstitucional. "O Estado brasileiro não pode delegar isso a uma autoridade estrangeira. É como se disse que a Anvisa não serve para nada, que se autorizou em outro país, é suficiente. É um drible da vaca na Anvisa, uma solução legislativa é péssima", afirmou.

Na lei vigente, a iniciativa privada não pode comprar vacinas sem o aval da Anvisa. Há previsão em legislação também recente de a agência acelerar a análise de imunizantes aprovados em uma lista de países ou autoridades com o mais elevado grau de certificação da OMS ou que seja reconhecidas por outros fóruns de agências sanitárias - o Conselho Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (ICH) e pelo Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme - Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S).

Por esta regra, a Anvisa teria sete dias para emitir um parecer sobre o pedido de importação ou uso de vacinas que têm aval nestes países. A agência, porém, pode travar a análise, caso precise de mais documentos, e até negar o pedido, se considerar que não há dados suficientes para comprovar a segurança e eficácia das vacinas.

Partidos de oposição são contra o projeto e tentam barrar a votação da medida nesta terça-feira, 6.

"Querem burlar qualquer avaliação da qualidade da vacina porque nenhuma indústria séria, com vacinas aprovadas, irá vender para empresas porque sabem que, além ser injusto quem tem dinheiro passar na frente e se vacinar antes de que não tem, não querem correr o risco porque sabem que não há nenhuma segurança com esses empresários", disse o deputado Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde.

Para minimizar críticas, a relatora incluiu no seu texto uma nova regra prevendo que as aquisições feitas pela iniciativa privada com os laboratórios que já venderam vacinas ao Ministério da Saúde só poderão ser pactuadas após o cumprimento integral e entrega dos imunizantes ao governo.

"A cláusula colocada que não permite concorrência da iniciativa privada com o Governo Federal, enquanto o Ministério da Saúde não entregar as vacinas, é fundamental para que a gente não sobretaxe e dê ágio às vacinas que serão entregues à iniciativa privada, prejudicando o poder público, concentrando apenas os trabalhadores e aumentando a disponibilidade no SUS com as vacinas que serão entregues", disse o líder do Cidadania, Alex Manente (SP).

Agência Estado e Correio do Povo


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Gilmar Mendes quer que Ministério da Justiça esclareça uso da LSN contra opositores de Bolsonaro

 

Brazilian Supreme Court judge Gilmar Mendes attends the trial of senator and Workers' Party president Gleisi Hoffmann for corruption and money laundering, at the Supreme Court in Brasilia, on June 19, 2018. - Hoffmann is the latest in a long string of high-ranking politicians, including many from the Workers' Party, caught up in Brazil's sprawling
Decisão foi tomada por Gilmar Mendes após pedido da Defensoria Pública da União e de grupo de advogados (Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty Images)
  • Gilmar Mendes deu cinco dias para que o Ministério da Justiça esclareça o uso da Lei de Segurança Nacional

  • Instrumento jurídico criado na ditadura tem sido usado contra opositores do presidente Jair Bolsonaro

  • Felipe Neto chegou a ser intimado a depor após ser enquadrado na LSN

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que o Ministério da Justiça esclareça o uso da Lei de Segurança Nacional contra opositores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A determinação foi feita na última segunda-feira (5). A Polícia Civil do Rio de Janeiro e as Polícias Militares do Distrito Federal e de Minas Gerais também vão precisar prestar esclarecimentos.

Leia também

A decisão de Gilmar Mendes foi tomada depois de pedidos da Defensoria Pública da União, além de um grupo de advogados, que requisitavam o encerramento de inquéritos e ações penais contra pessoas que criticaram Bolsonaro pela condução da pandemia de covid-19 no país.

O objetivo da Defensoria Pública da União é, também, garantiu um salvo conduto para evitar que outras críticas ao presidente sejam enquadradas na Lei de Segurança Nacional.

Casos recentes

Felipe Neto

Felipe Neto foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional (Foto: Reprodução)
Felipe Neto foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional (Foto: Reprodução)

Recentemente, o youtuber Felipe Neto foi intimado a depor depois de chamar o presidente Jair Bolsonaro de genocida. A denúncia foi feita pelo filho 02 do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Ele chegou a receber apoio publicamente do ex-presidente Lula e do ex-candidato à presidência, Fernando Haddad, ambos do PT.

Após uma liminar da Justiça do Rio, a investigação contra Felipe Neto foi suspensa.

Jovens em Brasília

Em março, cinco jovens foram detidos por colocarem uma faixa contra o presidente da República na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A PM, que prendeu os envolvidos, afirmaram que eles estavam infringindo a Lei de Segurança Nacional. Após seis horas na Delegacia da Polícia Federal, eles foram liberados.

Visita a Uberlândia

Quando Bolsonaro foi para Uberlândia, em Minas Gerais, um morador da cidade fez postagens nas redes sociais ofensivas ao presidente. Ele também foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional e chegou a ser preso, mas foi solto.

O que diz a Lei de Segurança Nacional

A Lei de Segurança Nacional foi criada na Ditadura Militar, e entrou em vigor durante o governo de João Figueiredo. Ela define que são crimes caluniar ou difamar o presidente da República, os presidentes da Câmara, do Senado e do STF.


Yahoo! Notícias


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SENADORES COM CAMA NOVA

 O Senado Federal marcou para a quarta-feira da semana que vem, dia 14, um pregão eletrônico para comprar 10 conjuntos de cama box e colchão mais 10 colchões de casal para mobiliar os apartamentos funcionais, localizados em Brasília.


Desde março de 2020, os senadores trabalham no regime home office e, portanto, a maioria deles está longe da capital federal. Os parlamentares só precisam ir a Brasília em ocasiões específicas, como a eleição para a Presidência do Senado em fevereiro.


O custo total da operação está previsto em R$ 35.421,30, sendo que cada "colchão de espuma casal" sairá por R$ 1.274,45 (total de R$ 12.744,50 pelas 10 unidades) e cada conjunto de cama box com colchão de molas (queen size) custará R$ 2.267,68 aos cofres públicos (total de R$ 22.676,80 pelas 10 unidades).  


O edital da compra exige alguns mimos para os senadores e os móveis têm características específicas. No caso da cama box, o tamanho é o "queen size" (um pouco maior que a cama de casal), que deve possuir “mola ensacada com tela de alta resistência” para até 150kg, “tecido jacquard bordado com manta de espuma”, “manta de feltro agulhado”, “sistema estabilizador nos cantos e laterais do colchão”. Por fim, precisa ser entregue "em saco plástico".


No caso dos colchões de espuma, também 10 unidades, a densidade deve ser D-33 ou acima, é necessário ser fabricado com "tecido antialérgico em algodão ou algodão e viscose" e deve ter passado e contar com "tratamento antiácaro, antifungos e antimofo". Também só serão aceitos se chegarem embalados em sacos plásticos.


por Pedro França - Agência Senado



SENADO



 


O senador Lasier Martins, líder do bloco Podemos-PSDB-PSL, quer impedir o quanto antes o "reajuste impiedoso" de medicamentos (a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável por definir tabelas de aumentos, autorizou reajustes de 6,79%, 8,44% e 10,08% a depender da classe do remédio). Para tanto pediu, ontem, ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco que coloque com urgência na pauta da Casa o seu Projeto de Lei 939/2021.


 


O que mais chama a atenção que o senador Lasier Martins SILENCIA totalmente quanto ao REJUSTE de 170% do valor total destinado a reembolsos de gastos com saúde dos parlamentares. Que tal?


Pontocritico.com


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VERSÕES MIDIÁTICAS

 SUPER LIVE

Assisti, ontem na íntegra, a Super Live do InfoMoney, em parceria com a XP Investimentos, com a participação do ministro da Economia Paulo Guedes. Como previsto, os entrevistadores queriam saber, principalmente, o que Guedes poderia adiantar a respeito do complicado -ORÇAMENTO ANUAL DE 2021-.


INTRIGAS

Pois, a primeira coisa que ficou muito clara é que tudo que Guedes falou a respeito deste importante tema é, ainda que sem surpresa, bem diferente de tudo que a MÍDIA ABUTRE vem constantemente divulgando. Aliás, além de não ter a mínima iniciação e/ou boa vontade para lidar com assuntos de economia, a grande e revelada especialidade da MÍDIA ABUTRE é JOGAR PARA A TORCIDA o máximo possível de MENTIRAS recheadas com doses extravagantes de INTRIGAS com o nítido propósito de dificultar e/ou atritar o relacionamento entre o POVO, o EXECUTIVO e o LEGISLATIVO.


BARULHO DAS INTRIGAS

Quanto ao ORÇAMENTO 2021, Guedes foi cirúrgico na comunicação e no convencimento ao dizer que as EMENDAS e ACORDOS negociados com os parlamentares devem ser JURIDICAMENTE PERFEITAS E POLITICAMENTE SATISFATÓRIAS. Mais: tudo que chegou até agora ao conhecimento do público foi, através da MÍDIA ABUTRE, o BARULHO ENSURDECEDOR DAS INTRIGAS, que serve para esconder o principal, e o SILÊNCIO SEPULCRAL DA TENDÊNCIA DAS NEGOCIAÇÕES que estão em curso. 


JURO BAIXO DECORRE DE FISCAL FORTE

Pela enésima vez, Guedes afirmou o óbvio, qual seja de que JURO BAIXO é fruto, ou depende diretamente, de FISCAL FORTE. Ou seja, quanto mais próximo do equilíbrio fiscal, menor será a TAXA DE RISCO PAÍS que, por sua vez, é a real formadora do preço dos JUROS cobrados por quem se dispõe a conceder crédito ao Brasil. Neste mesmo raciocínio, quanto mais cresce o percentual da DÍVIDA/PIB, mais o governo precisa acenar com TAXAS DE JUROS MAIS ELEVADAS. Simples assim, até para quem está no primeiro ano do ensino básico/fundamental. 


INVESTIMENTO PRIVADO

Para equacionar este inevitável ENDIVIDAMENTO PÚBLICO que cresceu estupidamente com a PANDEMIA, Guedes disse que o caminho a seguir é o saudável INVESTIMENTO PRIVADO. Citou para reafirmar que o Brasil está no caminho certo, caso dos leilões de CONCESSÃO À INICITIVA PRIVADA de inúmeros aeroportos, que começam a acontecer nesta semana, e das PRIVATIZAÇÕES da ELETROBRÁS, dos CORREIOS, das REFINARIAS da PETROBRÁS, etc., que já estão em tramitação. 


VACINAÇÃO E REFORMAS

Para finalizar, o ministro Paulo Guedes salientou que o GOVERNO NÃO DEVE SER VISTO COMO AUTORIDADE PÚBLICA, MAS COMO SERVIDOR PÚBLICO. Mais: Guedes arrematou dizendo que o CAMINHO DA PROSPERIDADE DO BRASIL depende, e muito, de DUAS IMPORTANTES PROVIDÊNCIAS: da VACINAÇÃO e das REFORMAS. Quanto mais pessoas VACINADAS, mais rápido as atividades econômicas e sociais voltam a ser exercidas. E quanto mais e boas REFORMAS forem aprovadas, menor será o CUSTO BRASIL.  



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Valor: R$ 800,00

Mais informações:

Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.


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Paulo Freire: 100 anos do autor que levou a política para a sala de aula

 

Paulo Freire ganhou notoriedade com suas jornadas de alfabetização no sertão nordestino, no começo dos anos 60.| Foto: Arquivo / Instituto Paulo Freire
No ano de seu centenário, Paulo Freire continua vivo no debate nacional. O educador pernambucano, nascido em setembro de 1921, deixou uma marca tão profunda na educação brasileira que, até recentemente, era praticamente impossível encontrar contestações à sua obra nas faculdades de Pedagogia país afora. Mas, afinal, qual é o legado de Paulo Freire?
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