Paola Núñez, atriz e produtora mexicana

 















Paola Núñez Rivas (nascida em 8 de abril de 1978), também conhecida como Paola Núñez , é uma atriz e produtora mexicana .


Vida pessoal


Núñez nasceu em Tecate , Baja California, México. Ela começou a atuar no teatro aos 12 anos. [1] Aos 16 anos, ela começou sua carreira em tempo integral como atriz e se formou na escola de atuação CEFAC TV Azteca. [2] Núñez também produz novelas .

Ela continua amiga de Andrés Palacios , com quem coestrelou Amor en Custodia, uma novela notável em ambas as carreiras. Ela gosta de esportes radicais . [3]


Carreira


Ela começou sua carreira aos 12 anos em peças teatrais e 16 na televisão. Ela se tornou notável na televisão mexicana com o papel de "Barbara Bazterrica" ​​na novela Amor en custodia . Em 2007, ela se juntou à causa do Greenpeace para aumentar a consciência pública sobre o aquecimento global. [4] Ela também apareceu em várias revistas nacionais, como a GQ no México . [5]

Em julho de 2010 ela apareceu na peça Cinco mujeres usando el mismo vestido no México interpretando Trisha. [6]

A atriz mexicana fez o vilão na minissérie Cien Años de Perdón , uma coprodução da FIC América Latina e Teleantioquia através da FoxTelecolombia mesma protagonizada pelos atores Ana Claudia Talancón e Manolo Cardona , escrita por Luis Langlemey (Kdabra, Cumbia Ninja). 2014 Núñez estrelou a novela americana Reina de Corazones ao lado de Eugenio Siller e Laura Flores como os principais protagonistas, enquanto Juan Soler e Catherine Siachoque atuam como antagonistas. citação necessária ]


Filmografia


Papéis no cinema

AnoTítuloFunçõesNotas
2004Srta. CarruselClaudiaFilme curto
2005Ver, oír y callar
2009Tres piezas de amor en un fin de semanaTeresa
2010DepositariosVeronica
2010Sin ellaAlejandra
2011Los inadaptadosLucrecia
2013DeseoJovencita
2013Detrás del poderMónicaTambém como produtora
2014El más buscadoSoniaTambém como escritor e produtor
2014Dariela los MartesDariela
2015El Cumple de la AbuelaAndrea
2019La Boda de la AbuelaAndrea
2020Meninos maus para a vidaRita Secada


Papéis na televisão


AnoTítuloFunçõesNotas
2001Como en el cineKaren
2002Súbete a mi motoLeticia
2004La vida es una canciónMargaritaEpisódio: "Magia"
2004–2005Las JuanasJuana MicaelaPapel principal; 130 episódios
2005Lo que callamos las mujeresIsabelEpisódio: "¿Me veo bien?
2005–2006Amor en custodiaBárbara BazterricaPapel principal; 234 episódios
2007Mientras haya vidaElisa MonteroPapel principal; 188 episódios
2009Pasión morenaMorena Madrigal RuedaPapel principal; 184 episódios
2013DestinoValeria González / Valeria Ríos de MontesinosPapel principal; 105 episódios
2014Reina de CorazonesReina OrtízPapel principal; 140 episódios
2014Palabra de ladrónJulia LagosPapel principal; 12 episódios
2015CorredorAlbaFilme para televisão
2017La HermandadNatalia AlagonPapel principal; 4 episódios
2017–2019O filhoMaría GarcíaPapel principal (temporadas 1–2); 20 episódios
2019La Reina del SurManuela Cortés SantosPapel principal ( 2ª temporada ); 33 episódios
2019O expurgoEsme CarmonaPapel principal (2ª temporada); 10 episódios
2020DeputadovaleriaEpisódio: "10-8 Firestone"
2021Magnum PIHelenEpisódio: "Double Jeopardy"


Prêmios e indicações


AnoPrêmioCategoriaTrabalho nomeadoResultado
2006Diosas de PlataRevelação FemininaVer, oír y callarNomeado
Premios BravoMelhor Nova AtrizAmor en custodiaGanhou
2012Premios de la Agrupación de Periodistas Teatrales (APT)Melhor Atriz de ComédiaUn, dos, tres por mi y todos mis amoresGanhou
201355 Premios Ariel [7]Melhor maquiagemEla mesmaNomeado
2014People en EspañolMelhor atrizReina de CorazonesNomeado
A melhor química na telaNomeado
Miami Life AwardsMelhor protagonista feminina em telenovelaGanhou
Premios Tu MundoAtriz principal favoritaNomeado



Referências

  1. "Cópia arquivada" . Arquivado do original em 03/06/2016 Página visitada em 2015-10-23 .
  2. "Cópia arquivada" . Arquivado do original em 07/12/2013 Retirado 2013-12-14 .
  3. "El Universal - - Paola Nez: el cine la llama" . eluniversal.com.mx (em espanhol). 15 de junho de 2013 Retirado em 10 de agosto de 2015 .
  4. "LUCHA PAOLA NÚÑEZ POR EL MUNDO" (em espanhol). 13-12-2007 Obtido em 2020-04-01 .
  5. "paola nuñez se desnuda en la revista GQ fotos" . lasnoticiasmexico.com (em espanhol) Retirado em 10 de agosto de 2015 .
  6. "Paola Núñez sin planes para casarse" . Quien (em espanhol). 14/06/2010 Obtido em 2020-04-01 .


Links extternos


O Wikimedia Commons possui mídia relacionada a Paola Núñez .


Wikipédia


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Com disparada no IGP-M, FGV estuda novo índice para reajustes de aluguel

 por Joana Cunha

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Variações nos preços de commodities impulsionaram alta de mais de 30% em 12 meses

SÃO PAULO

Diante de uma alta acumulada de 31,1% do IGP-M em 12 meses, a FGV tem procurado parceiros para criar um novo índice como referência aos reajustes nos contratos de aluguel.

Segundo o professor Paulo Picchetti, da FGV, o IGP-M se descolou dos fundamentos do mercado imobiliário. Um motivo para isso é o grande peso de commodities negociadas em dólar, como a soja, na composição do índice.

 

A FGV diz que o trabalho está em fase preliminar.

Os sites de anúncios de imóveis não devem servir como fonte de informação aos novos cálculos, porque o valor mostrado na internet costuma refletir o passado. Quem faz a oferta coloca um valor, mas o preço final é ajustado conforme as negociações. 

Fonte: Folha Online - 02/04/2021 e SOS Consumidor


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Saiba o que fazer quando não conseguir pagar os financiamentos

 por LETÍCIA MOURA

Para o consumidor que financiou um imóvel ou um veículo e não está com condições de arcar com as parcelas, especialistas apontam que negociar o débito pode ser uma solução  

Rio - Em tempos de recessão econômica, as parcelas de financiamentos de veículos e imóveis podem representar mais uma dor de cabeça por conta do aperto no orçamento. Apesar das dificuldades financeiras, os débitos não deixam de chegar e, com eles, vêm a preocupação de entrar no vermelho. Você sabe o que fazer quando não conseguir arcar com o financiamento? Especialistas ouvidos pelo O DIA mostram as soluções para o consumidor escapar da inadimplência.

  

Gestor imobiliário e economista do Instituto VR, Ricardo Paulo pondera que o ideal é não atrasar as parcelas do seu imóvel. "Os juros por atraso são sempre muito altos. Mas, chegando a essa situação, o melhor caminho é procurar logo o seu banco e tentar uma negociação. Você pode, inclusive, pedir para diluir no financiamentos os valores em atraso. Como pode também solicitar para que essas parcelas fiquem para o final do seu financiamento".

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O economista também analisa que a portabilidade pode ser uma saída: "Você terá ainda a opção de comparar se os juros do financiamento do seu banco são maiores que outro banco e, sem condição, você poderá transferir seu financiamento para outro banco. Esse outro banco liquida todo o seu débito e faz um novo financiamento para você. Esse mesmo processo pode ser feito com o financiamento de carro", indica Paulo.

Se optar pela negociação, segundo Tiago Sayão, economista e professor do Ibmec RJ, o primeiro passo é solicitar a instituição financeira todos os dados do financiamento: taxa de juros nominal, saldo devedor, custo efetivo total (CET), número de parcelas pagas e a vencer, ou seja, todas as informações que constam no contrato. "Com a posse dessas informações, iniciar a negociação. Deixar claro que o objetivo principal é o pagamento da dívida e para tal, é necessário reavaliar as condições do financiamento para que isso se torne possível", pontua.
 

O advogado Thacísio Rio, CEO da Rios Assessoria, pontua que, para fazer uma renegociação do contrato, será necessário realizar uma sondagem no mercado e também verificar outras opções de financiamentos. Ele lembra ainda que instituições financeiras passaram a oferecer aos clientes as prorrogações das parcelas de financiamentos. "Se possível, solicite para que assim tenha um fôlego financeiro e reorganize as suas dívidas. Assim, não demore para falar com o banco credor".   

Troca

Vale a pena trocar o veículo por um mais barato? Sayão avalia que depende de como será feita a troca, além do estado do automóvel. "Quais são as condições financeiras pactuadas?", questiona. "Uma forma de realizar um bom negócio é procurar bastante pelo novo veículo tentando equiparar com o veículo atual para que não haja despesas extras (manutenção) com a troca. Lembre-se que a compra de um novo veículo envolve custos como tarifas dos cartórios e regularização junto aos órgãos competentes", aconselha o economista.  

Para o CEO da Rios Assessoria, o consumidor ainda precisa ficar atento aos "espertinhos", que, segundo ele, podem querer desvalorizar ao máximo o seu bem, para tirar um bom proveito e lucro em uma possível revenda. Desta forma, o advogado recomenda que seja feita uma ampla pesquisa. "Não realize a troca no primeiro que encontrar e paute seu orçamento e o benefício, até porque, se seu veículo é mais caro, você deverá possuir uma vantagem econômica no veículo mais barato".

O gestor imobiliário avalia como "difícil" a negociação para trocar um imóvel, mas diz que pode ser possível. "Neste caso é bom você procurar uma imobiliária ou um bom corretor de imóvel. O ideal mesmo é você vender o seu imóvel e buscar comprar outro de menor valor. Na troca você sempre sai perdendo", aponta Ricardo Paulo.  

Busca e apreensão

Com a inadimplência, consumidores temem pela busca e apreensão por conta das parcelas em atraso. A ação ocorre quando o banco consegue judicialmente a autorização para tomar um bem por falta de pagamento. Thacísio Rio explica também que os bancos podem acionar este recurso até com um dia de atraso: “Não é necessário um atraso de 30, 60 ou 90 dias. Havendo o atraso de uma única parcela, em apenas um dia, o banco já poderá ingressar com um processo de busca e apreensão”.  

Fonte: O Dia Online - 04/04/2021 e SOS Consumidor


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Freezer Industrial com 200 litros de capacidade, proporcionando um melhor aproveitamento do espaço interno, além temperatura controlável e rodízios que facilitam o deslocamento.


Fonte: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/freezer-industrial-horizontal-philco-200l-h200l/119620/



Cliente deve ser indenizado por cobrança de tarifas em conta inativa

 Se o titular não usa a conta por período superior a seis meses, deve ser presumido seu o encerramento e suspensa a cobrança de qualquer tarifa. Com esse entendimento, a 7ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina condenou o Banco do Brasil a indenizar um correntista inscrito no cadastro de inadimplentes mesmo sem usar sua conta.

O homem havia aberto a conta apenas para receber seu salário. Quando se desligou do emprego, deixou de usá-la e assumiu que a relação com a instituição financeira estava encerrada. Porém, anos mais tarde, descobriu que seu nome estava incluso no cadastro de maus pagadores do banco.

Ele acionou a Justiça, mas seus pedidos foram negados em primeira instância. O entendimento foi modificado no TJ-SC. O desembargador-relator Osmar Nunes Junior entendeu que o BB não poderia seguir cobrando a tarifa de pacote de serviços ao perceber que a conta estava sem movimentação há mais de seis meses.

O débito foi declarado inexistente. Além disso, foi fixada indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil. A decisão foi unânime. Com informações da assessoria do TJ-SC.

Clique aqui para ler o voto do relator
Clique aqui para ler o acórdão
0300312-88.2016.8.24.0068

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 04/04/2021 e SOS Consumidor


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UM DIA NA VIDA DE BOLSONARO - 05.04.21

 por Percival Puggina

 

         Acalmem suas expectativas. Não vem aqui nenhuma imersão nos bastidores da vida presidencial. Aliás, não há motivo nem possibilidade de que algo assim possa acontecer. Conheci o deputado num evento em Brasília há cerca de 20 anos e não lembro de que tenhamos trocado palavras. Depois disso, falei com o presidente apenas uma vez quando veio a Porto Alegre, em fevereiro de 2016. Houve, na Assembleia Legislativa, um evento em que fui o palestrante convidado. E foi só.


         Estou, portanto, bem longe de Brasília. O título “Um dia na vida de Bolsonaro” reflete o fato de que eu não suportaria 24 horas nas condições enfrentadas por Bolsonaro no exercício da função confiada a ele por 57 milhões de brasileiros, entre os quais eu mesmo. Desde 1889, nenhum presidente teve tais e tantos adversários poderosos agindo contra si de modo simultâneo e com violência que vai da facada real aos punhais virtualmente cravados nas costas e aos franco-atiradores acantonados nos muitos meandros do lulopetismo.


         Mas não é apenas o presidente a vítima cotidiana desses ataques. Em todos os espaços onde, no governo, alguém com ele afinado tenta impor o seu programa, imediatamente afiam-se as facas, armam-se as barricadas e geram-se as crises que acabam por afastar o desditoso de sua posição. Qualquer observador atento pode, inclusive, antecipar a próxima vítima, cujo nome, modestamente, já conheço, mas não vou revelar porque isso pode ser entendido como sugestão. 


         Tenho percebido sempre a mesma estratégia. Criam tumulto em torno de algum fato menor e soltam a conhecida matilha de lobos selvagens. Em seguida, a situação vira crise e começa a fritura do “causador da crise”.  As vítimas ou saem ou caem. E é sempre assim, desde que a esquerda surgiu como esquerda e seus fins “justificam” seus meios. Sempre é dos outros a culpa pelo mal que fazem. Pois é exatamente isso que vem sendo adotado contra o presidente da República e seu governo há mais de dois anos. E ele aguenta firme.


         Após um dia vivendo a vida de Bolsonaro, minhas estribeiras seriam perdidas, minhas analogias seriam substituídas por palavrões com endereço certo. A infinita resiliência de Bolsonaro é meritória e suas explosões de mau humor são plenamente justificáveis.

 


***


         Em relação ao recente episódio envolvendo a “inédita crise” com os militares, convém lembrar que o presidente da República é chefe de governo e é também, por essas incongruências do nosso presidencialismo, chefe de Estado. Como tal, e não como chefe do governo, é o comandante supremo das Forças Armadas. Os fatos ocorridos na área do Ministério da Defesa devem ter servido para mostrar algo que tantas vezes tenho dito: entre os comandos há unidade nas funções militares, mas existem divergências internas em relação à pauta política.


O problema do Brasil é político e é institucional. Tem que ser resolvido diretamente pela sociedade, impondo-se aos seus representantes no Congresso Nacional. De nada vale apontar os males e vícios do STF e deixar livres os congressistas, os únicos que poderiam corrigi-los. Enquanto a nação sofre e sangra, inflaram suas emendas parlamentares para R$ 50 bilhões, um montante que o Estado simplesmente não tem.


* Publicado originalmente em Conservadores e Liberais, o site de Puggina.org, em 31/03/2021


Pontocritico.com


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Fonte: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/mascara-cirurgica-descartavel-tripla-50-unidades-chn/22959240/

GADO FARDADO

 Eis o ótimo texto -GADO FARDADO- de autoria do Capitão do Exército, Lenilton Morato, da arma de Cavalaria, aluno da Escola de Aperfeiçoamento do Oficiais do Exército (ESAO), cuja publicação lhe rendeu uma sindicância e uma punição disciplinar, enquadrado no Regulamento Disciplinar do Exército (RDE).


Na cultura e na tradição gaúcha, existem dois eventos que são muito comemorados nas estâncias (fazendas): a MARCAÇÃO E A CASTRAÇÃO DO GADO. No primeiro, o ferro em brasa com as iniciais do dono do rebanho queima o couro da rês para que todos saibam a quem ela pertence. No segundo, retiram-se os colhões dos TOUROS, que passam a ser chamados de BOIS, com o objetivo de torná-los mais mansos e de engorda mais rápida, preparando-os para o abate. Já os animais que possuem características de boa performance e genética são poupados da CASTRAÇÃO para que se tornem reprodutores, garantindo ao proprietário melhores exemplares para o abate.


Dentro da sistemática da esquerda, ocorre algo semelhante. Indivíduos são marcados e castrados com a ideologia do partido. A marca, entretanto, só é perceptível quando a infeliz criatura abre a boca para repetir o batido discurso revolucionário, em apoio cego a toda forma de dominação intelectual, cultural, moral e religiosa. A castração ocorre quando, ao observar potenciais opositores, a esquerda trata logo de capar as lideranças, seja através de perseguição ideológica, seja pela utilização de cargos em estatais para retirar dos opositores a vontade de lutar pelo que acreditam. Assim, tal qual nas estâncias gaúchas, o gado fica sob controle, esperando a hora do abate.


Dentro dos quartéis não é diferente. Mesmo antes da chamada redemocratização, a esquerda foi progressivamente marcando sargentos, oficiais e comandantes para que abraçassem o seu ideal de "um mundo novo é possível". Progressivamente, a geração de militares nascidos e formados após a retomada do poder pelos partidos políticos foi sendo trabalhada para acreditar que o passado seria esquecido e que a anistia seria realmente para todos. Como coelhos, os cidadãos fardados foram caindo na armadilha. Foram marcados em sua mente, em sua alma para serem apolíticos, sem opinião ideológica formada. E pouco a pouco foram esquecendo os porquês da necessidade do movimento de 31 de março de 1964 e seu posterior enrijecimento.   


Passaram a acreditar na história contada por aqueles que perderam a batalha militar, mas venceram a guerra cultural.


Aos poucos oficiais de alta patente que ousaram tentar manter viva a história daqueles conturbados anos, o partido tratou logo de castrá-los. Retirando o comando de muitos, enviando para a reserva outros tantos; a regra do jogo ficou muito clara: aqueles que se posicionarem a favor da Revolução Democrática de 1964 não poderiam ascender aos postos mais elevados da hierarquia militar. E caso já os tivessem galgados, seriam castrados, ou seja, destituídos de seus grandes comandos e retirados para a inatividade. Assim, foi sendo minada a resistência militar aos mandos e desmandos da esquerda, ao mesmo tempo que promoveu-se o acovardamento dos comandantes. A moeda de troca? Cargos, dinheiros, e uma "boquinha" numa estatal como a Petrobrás ou a Vale. A esquerda tem, enfim, o seu rebanho fardado.


O ápice, porém não desfecho, deste processo pode ser observado em duas decisões recentes: a da POUPEX em não mais patrocinar o periódico INCONFIDÊNCIA e a do Comando do Exército em retirar do calendário, as comemorações alusivas à Revolução Democrática de 31 de Março de 1964. Além de não divulgar de maneira clara esta decisão para a tropa, fica evidente o acovardamento moral de nossas Forças Armadas diante desta manifestação clara de tentar forjar ainda mais a história. De olho em seus vencimentos , para não serem ejetados da vida militar e com possibilidade de arrumar um cargozinho nas diversas empresas, agências, secretarias e ministérios do governo, os comandantes militares deixam de defender a história de seu país, deixam de lutar pela verdade dos fatos daqueles anos tão distorcidos pela historiografia oficial da academia.


Cada vez mais rapidamente, as nossas Forças Armadas vão fazendo parte do grande rebanho esquerdista. São tratados como gados, marcados e castrados, para depois serem abatidos. Não levantam a voz em defesa de seus ideais. Não mexem uma pena para tentar resistir a esta sem-vergonhice socialista. Entregam suas almas ao partido.


Quebram o sagrado juramento de lutarem em defesa da HONRA da Pátria, tão maculada por aqueles que hoje governam o país. Apenas baixam a cabeça e repetem o mantra: sim senhor (a).


Ignoram completamente que estão sendo vítimas de um processo que os levará à sua destruição. Em breve, os outrora defensores da democracia e da liberdade de 1964 serão acusados de torturadores, assassinos e genocidas pelos próprios militares. Estes simplesmente ignoram o mundo a seu redor, limitando-se à rotina de batalhas fictícias contra um inimigo imaginário, enquanto o verdadeiro os governa e comanda.


O triste e preocupante é saber que a cada geração de novos generais a ignorância acerca das forças que atuam no mundo e no Brasil é cada vez maior. Não conseguem enxergar além daquilo que foram programados, além do que permite a marca ideológica imposta pela esquerda, mesmo quando eles sequer se dão conta que a possuem, como gados.


Os que reagem são castrados. Consequentemente, não deixam novas descendências. E o rebanho segue engordando, cada vez mais pronto para o abate.


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