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Corpo de Bombeiros Militar conta com 170 novos guarda-vidas civis temporários, que atuarão nas praias gaúchas
O Estado recebeu um reforço para as guaritas do Litoral gaúcho. São 170 novos guarda-vidas civis temporários do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS), agora aptos para atuar durante o verão, que se somam ao efetivo já destacado para a Operação RS Verão Total. O CBMRS também recebeu cinco novas motos aquáticas. Os equipamentos agora estão à disposição dos guarda-vidas do CBMRS, nos litorais norte e sul.
Com a conclusão do curso de Guarda-vidas Civil Temporário, os 170 profissionais atuarão nas atividades de salvamento e prevenção de afogamentos. Os formandos se unem aos 275 guarda-vidas civis temporários que já efetuaram o curso em anos anteriores e tiveram a revalidação do vínculo com o CBMRS. Ao todo, 445 guarda-vidas civis temporários estarão à disposição da Operação RS Verão Total 2020/2021. Os novos guarda-vidas civis trabalharão tanto em águas abrigadas como no mar.
Deste efetivo de 170 profissionais, 16 trabalharão no litoral sul, 29 nas águas internas e os demais no Litoral Norte, em todos os 12 balneários. Com as cinco novas motos náuticas, já são 14 equipamentos empregados no atendimento nas guaritas. Os veículos reforçarão o efetivo nas praias de Quintão, Capão Novo, Arroio do Sal, Nova Tramandaí e Xangri-lá. Os profissionais à beira-mar terão apoio de 15 quadriciclos, ampliando a capacidade de atendimento na operação.
Correio do Povo
Animal de 1,70 centímetros e 23,7 quilos foi acolhido pela ONG Voluntários da Fauna para avaliação médica
O marceneiro Vladimir Reginaldo da Silva, que mora no bairro Santa Rita, em Guaíba, capturou um jacaré da espécie Papo Amarelo (Caiman latirostris), de 1,70 centímetros e 23,7 quilos, na última quarta-feira por volta do meio-dia. A região fica próxima de uma área caracterizada por ter muitos banhados, local que é o habitat natural do réptil.
De acordo com Silva, o animal vinha fazendo ataques a galinhas, gansos, patos, gatos e cachorros da vizinhança. Ele afirmou que o jacaré ronda a casa dele há uns cinco anos, período em que ele teve dez animais consumidos pelo predador. Há três meses, Silva passou a monitorá-lo. “Avisei as autoridades, mas como a gente apenas via de longe e o banhado é uma área de difícil acesso, não vieram pegá-lo”, explica.
Desse modo, o marceneiro montou uma armadilha. “O bicho foi para a estrada, ficou mais fácil de vê-lo e consegui imobilizá-lo pelo pescoço”, relata. Ele conduziu o animal para um gradil, acionou o Corpo de Bombeiros de Guaíba que, segundo Silva, não compareceu. O soldado do Corpo de Bombeiros de Guaíba, Alessandro Castro, disse que a corporação não recebeu esse chamado. “Atendemos todas as ocorrências e não fomos demandados para este caso”, reforça.
No dia seguinte, a Patrulha Ambiental do Comando Ambiental de Porto Alegre foi chamada para buscar o animal. A soldado Cristiane Mathilde Willuwert acompanhou o resgate. “ Fomos no mesmo dia da solicitação”, afirma. Ela explica que o animal tinha uma lesão na boca, estava assustado e não precisou ser sedado para o recolhimento. “Tapamos a cabeça dele com um pano, situação em que ele perde a visão, equilíbrio e controle e conseguimos segurá-lo, colocá-lo na viatura e levá-lo para Porto Alegre”, detalha.
O animal foi recebido pela Organização não Governamental (ONG) Voluntários da Fauna, que atua na Clínica Veterinária Toca dos Bichos, localizada em Porto Alegre, onde o animal está em observação. O veterinário Daniel Azevedo Vasconcellos conta que o animal passou por uma leve sedação para fazer exames, cujo resultados iniciais não apresentaram gravidades. “Não há fraturas, está bem hidratado e com escore corporal adequado”, descreve.
Vasconcellos relata que o animal permanecerá na clínica até sair o diagnóstico de outros exames e para ver se ele não ficou com problemas de locomoção e está totalmente reabilitado. “Os procedimentos devem durar de dois a três dias, pois quanto menos tempo ele ficar conosco, melhor”, salienta.
O passo seguinte é notificar o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) para decisão sobre o destino do animal. “Esses órgão indicam o lugar mais apropriado para ele ser reinserido ao meio ambiente e organizamos de que forma iremos efetivar a devolução à natureza”, comenta. A ONG Voluntários da Fauna vive de doações e se dedica ao resgate e reabilitação de animais silvestres e exóticos. No instagram, o endereço é @voluntariosdafauna.
Correio do Povo
Mudança de postura do prefeito eleito dependerá de dados do Comitê municipal de Enfrentamento ao Coronavírus
O prefeito eleito Sebastião Melo (MDB) reforçou, nesta quinta-feira, a postura defendida durante a eleição municipal de que não tomará nenhuma medida para o fechamento de Porto Alegre sem uma análise científica concreta que aponte a necessidade de medidas mais rígidas para o enfrentamento da pandemia no município. "O que causa mais contaminação: manter uma cidade funcionando com protocolos rígidos?", questionou Melo em entrevista ao programa Esfera Pública, na Rádio Guaíba, na tarde de hoje.
Melo tomará posse nesta sexta-feira em Porto Alegre, com cerimônia às 15h na Câmara de Vereadores e às 18h no Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público.
Segundo Melo, uma eventual mudança de postura para endurecer as regras de funcionamento da cidade, precisaria de dados técnicos do Comitê municipal, que será integrado por especialistas e entidades da área da saúde. "Não vou tomar nenhuma decisão de fechamento sem nenhum documento balisador pra isso. Estou convencido que não é fechando que você vai ter menos infecção por coronavírus", afirmou.
No entanto, Melo destaca que os gestores precisam entender que o cenário mudou com a chegada da Covid-19. É o caso do comércio que, segundo ele, não terá o mesmo faturamento de antes da pandemia. Da mesma forma, citou a demanda de passageiros no transporte coletivo e a disposição dos estudantes nas aulas presenciais na rede pública. "O gestor tem que ter compreensão que todas as decisões que for tomar precisa levar em consideração este cenário", destacou.
Em relação ao calendário de ensino, Melo alegou que a pauta precisará de diálogo. "Não queremos impor um calendário pra rede, mas também não queremos um calendário imposto por ela", resumiu.
O transporte público de Porto Alegre será um dos principais desafios da gestão de Sebastião Melo e Ricardo Gomes a partir desta sexta-feira. De acordo com o prefeito, o segmento que foi duramente afetado pela pandemia, com a redução do número de passageiros, precisa de controle nos gastos.
"Nós temos um transporte coletivo que colapsou antes da pandemia e, que agora, transporta 50% dos passageiros e que quer que eu continue botando dinheiro público a partir de janeiro", afirmou ao lembrar que o acordo entre a atual gestão de Nelson Marchezan Jr. e a Carris termina em 31 de janeiro. "Uma Carris que recebeu muito dinheiro na pandemia pra poder transportar", acrescentou. De acordo com o prefeito eleito, uma decisão será tomada "rapidamente", com "planejamento, calma e parceria".
Correio do Povo
Locais não frequentados pelo coronga:
Fonte: https://www.facebook.com/bolsonaro.enb/photos/a.232804790245486/1734320033427280/?type=3&source=48
Na praia de Salinas, em Cidreira, o céu levemente nublado não afastou quem quis a aproveitar a água
No último dia do ano, banhistas se despediram de 2020 lavando a alma no mar. Na praia de Salinas, em Cidreira, o céu levemente nublado não afastou quem quis a aproveitar a água, limpa e numa temperatura propício. O banho só é proibido nos dois lados da Plataforma, pela força dos repuxos das ondas.
Nas proximidades, onde o estacionamento de veículos é tradicional na faixa de areia, famílias inteiras estenderam tendas para curtir a orla, ao som dos carros. Os 28 graus do clima convidaram as crianças para construir castelos na areia. "Ah, elas gostam muito. Só saem para ir no mar", conta Renata Oliveira, de Porto Alegre, que levou os quatro filhos para a praia enquanto o marido, Júlio, estava em casa preparando a ceia do Réveillon.
O movimento é bastante inferior ao de orlas como a de Capão da Canoa ou Tramandaí. Foi o que fez Everson Lemos, também morador da Capital, escolher Salinas, onde fica até o final de semana. "Praias assim beneficiam o distanciamento social, importante nessa pandemia", salientou, enquanto passeava com a esposa Graziele e a mistura de cocker e poodle Anucha.
Além de veranistas, a Plataforma de Cidreira recebe muitos pescadores com molinetes e anzóis a postos. Um recife formador natural de algas atrai tainhas e outros peixes. "Deveremos receber mais pessoas nos próximos dias", projetou Marcos Luis da Silva, da administração da plataforma.
Correio do Povo
Em 2020 atípico, presidente avaliou que clube conseguiu conservar sua essência
Quando as atividades esportivas pararam no mundo por conta das restrições para combate à pandemia de Covid-19, o cenário de incerteza era uma ameaça aos clubes em diferentes frentes, em distintos países. Especialmente para o Grêmio, o trabalho da presidência de Romildo Bolzan Jr., marcada pelo equilíbrio nas contas, estava ameaçado – um 2020 atípico, sem receitas de público e uma crise que foi além da área sanitária, poderia fazer o legado de sua gestão se esvair. Neste final do ano, o dirigente comemorou não apenas a classificação à final da Copa do Brasil após empate em 0 a 0 com o São Paulo na noite de quarta: celebrou também que o time conseguiu manter a sua filosofia, apesar das dificuldades enfrentadas.
"Fizemos toda organização pra ficar esses seis meses parados, fizemos esse diagnóstico de que a ideia era deixar o Grêmio sólido e forte, de modo que não nos comprometêssemos demais para 2021. Conseguimos ter sucesso nessa política, na forma de organização. O que foi implementado e decidido foi efetivamente realizado e deu para o Grêmio uma dimensão importante de controle e segurança financeira. E os conceitos do clube estão todos presentes: equilíbrio econômico, financeiro, da formação", avaliou.
Romildo comentou que a equipe comandada por Renato Portaluppi também consegue se manter competitiva, apesar de perdas importantes, como casos de Covid-19 e a venda Everton "Cebolinha" para o Benfica. "Quando se apresentam campeonatos que podemos chegar, estamos chegando, porque a competitividade é um dos nossos pilares. E queremos chegar ainda mais perto no Campeonato Brasileiro", disse. O Tricolor encerra o ano com 45 pontos no Brasileirão, na quinta colocação; tem dois a menos que o quarto, Inter, e 11 de desvantagem ante o líder São Paulo.
Para o dirigente, o mês de janeiro será bastante complicado, com o objetivo de subir na tabela da competição. "Será extremamente difícil. Vamos enfrentar os adversários que estão ponteando o campeonato, por isso temos que ter a visão da continuidade", comentou.
Sobre a partida de ontem, Romildo disse que se sente "contemplado e realizado". "Todos nós nos empenhamos muito para que isso acontecesse, respaldado todos os trabalhos da comissão técnica, que diga-se de passagem foi brilhante, jogadores também, num jogo extremamente tático, inteligente, estudado", disse, afirmando que este foi apenas um pequeno passo rumo a um objetivo maior.
"Meu sentimento é de chegar a uma final, o Grêmio tem chegado muito próximo a finais. Chegamos em mais uma, mas vamos combinar, não ganhamos nada. Estamos cumprindo uma etapa de classificação, vamos ver se festejamos esse título em fevereiro que será uma coisa muito mais deliciosa", concluiu.
Correio do Povo
Mesmo com grande procura na véspera da virada do ano, movimento foi menor em comparação com 2019
Comerciantes do Mercado Público de Porto Alegre, localizado no Centro de Porto Alegre, relataram que bebidas, carnes, fiambres e frutas foram os itens mais procurados na véspera de Ano Novo. Mesmo com a tradicional “corrida” causada por aqueles que deixaram para comprar na última hora os ingredientes da ceia, o movimento foi menor em comparação com 2019.
Essa queda foi sentida nas vendas deste ano, como conta o gerente da banca 38, Robson Franzen. “A procura caiu em torno de 30% a 40% em relação ao período anterior”, comparou. Essa é a mesma impressão do balconista Édipo Rocha Leindenz, que trabalha numa banca que comercializa frutas. “A procura está mais devagar”, percebeu e salientou que uva, romã, pêssego, ameixa e abacaxi tiveram mais saída. O açougueiro da banca 89, Casa de Carnes Santo Ângelo, Raul Medeiros, disse que os cortes costela e vazio bovinos e lombo, pernil e costela suínas se destacaram na preferência dos consumidores, mas foi insuficiente para manter ou superar o faturamento obtido na virada de 2019 para 2020. “A demanda diminuiu de 30% a 40%”, calcula.
A secretária Neuza Mendes deixou as compras para a véspera porque estava na praia. “Comprei componentes para preparar uma torta fria”, explicou. Já para a aposentada Zoila Maria Gonçalves Siqueira o motivo de ir buscar a paleta de cordeiro no último dia foi outro. “Falta de tempo”, esclareceu. A ausência de tempo também foi a justificativa para os irmãos Cinara Quevedo e João Quevedo que ficarem na fila para levar uma carne para a ceia da família. “Compramos uma costela bovina”, explicaram.
O Mercado Público funcionou na véspera de Ano Novo, 31, das 7h30min às 17h. O local estará fechado no dia 1º de janeiro e reabrirá no sábado, 2 de janeiro, das 7h30min até as 18h30min.
Correio do Povo
As marcas catastróficas do "Fica em casa" a "Economia a gente vê depois".
Fonte: https://www.facebook.com/ZambelliOficial/photos/a.1400595753364260/3727907340633078/?type=3&source=48
Às 23h locais, o país abandonou a união alfandegária da UE para um futuro solitário repleto de desafios
O Reino Unido cortou definitivamente nesta quinta-feira seus laços com a União Europeia (UE), encerrando 48 anos de uma relação agitada, para se tornar um "país livre", com um futuro solitário repleto de desafios.
"Quando o sol sair amanhã, em 2021, o Reino Unido será livre para fazer as coisas de forma diferente e, se for necessário, melhor do que nossos amigos da UE. Livre para fechar acordos comerciais em todo o mundo e livre para impulsionar nossa ambição", declarou o premier Boris Johnson, em uma mensagem de fim de ano mais centrada no novo coronavírus do que no Brexit.
Às 23h locais, o país abandonou definitivamente a união alfandegária da UE. Devido à pandemia, não houve celebrações. Apenas o Big Ben, situado na torre do Parlamento britânico e em restauração desde 2017, quebrou seu silêncio excepcionalmente e suas badaladas anunciaram o momento histórico.
Johnson vive uma importante vitória pessoal após assumir as rédeas do Brexit, em julho de 2019. Seu Executivo ainda evitou um choque de última hora, chegando a um acordo com o governo espanhol nesta quinta-feira para manter a fronteira com Gibraltar aberta: o pequeno enclave britânico no extremo sul da Península Ibérica será integrado à zona Schengen de livre circulação de pessoas.
Após anos de caos e confronto político, o Reino Unido deixou oficialmente a UE em 31 de janeiro, colocando em prática o que os britânicos decidiram por 52% dos votos em um polêmico referendo de junho de 2016. No entanto, durante onze meses, o país viveu o chamado "período de transição", durante o qual continuou a aplicar as regras europeias enquanto negociava a sua futura relação com os seus 27 antigos parceiros.
Impedida pela pandemia do coronavírus e pela resolução de Londres de "recuperar sua total soberania" e pela UE de "proteger o mercado único", a negociação parecia condenada em várias ocasiões. Porém, em 24 de dezembro, acabou dando frutos: a façanha de chegar ao acordo de livre comércio mais completo e abrangente possível no prazo recorde de dez meses, em vez dos vários anos que esses acordos costumam exigir.
Com ele, a UE oferece ao seu ex-parceiro acesso sem precedentes sem tarifas e sem cotas ao seu enorme mercado de 450 milhões de consumidores em troca do compromisso do Reino Unido de respeitar uma série de regras que irão evoluir ao longo do tempo sobre o meio ambiente, trabalho e direitos fiscais para evitar qualquer concorrência desleal.
Isso evitará que o caos se instale nas fronteiras britânicas às 11:00 GMT (20h, Brasília), meia-noite na Europa continental, seus portos sejam bloqueados pelo acúmulo de cargas sujeitas a procedimentos aduaneiros deixando o Reino em escassez de produtos em meio a um terceiro pelo alta dos casos de coronavírus.
No entanto, apesar do acordo, a burocracia vai aumentar e os despachantes aduaneiros de Dover, principal porto britânico no Canal da Mancha, estão preocupados com os novos procedimentos. "Será melhor, devemos nos autogovernar e ser nossos próprios patrões", disse Maureen Martin, uma inglesa aposentada, à AFP, enquanto Kirk Hughes, um funcionário de TI, reconheceu estar "um pouco ansioso" com possíveis transtornos durante as "semanas de transição".
Os desafios são consideráveis para o governo Johnson, que prometeu dar ao Reino Unido um novo lugar no mundo. No entanto, ele está prestes a perder um aliado poderoso com a saída de Donald Trump, um apoiador do Brexit que será substituído na Casa Branca pelo democrata mais pró-europeu Joe Biden.
Em nível nacional, o Executivo conservador deve se esforçar para reunificar os britânicos, divididos por um Brexit que contrariou a Escócia e a Irlanda do Norte. "Deixamos um lugar vazio à mesa na Europa" mas "não ficará vazio por muito tempo", ameaçou na quarta-feira o deputado escocês pró-independência Ian Blackford, cujo partido, o SNP, exige um novo referendo sobre autodeterminação, depois do vencido em 2014, com a esperança de poder reintegrar a UE como um Estado independente.
Desde a sua entrada na Comunidade Econômica Europeia, em 1973, a relação britânica com o bloco tem sido marcada por conflitos. Mais interessado na integração econômica do que política, Londres se recusou em 1985 a participar dos acordos de Schengen e em 1993 da moeda única europeia, além de pedir redução na contribuição do orçamento comum.
Agora, a UE perde definitivamente este importante membro, de 66 milhões de habitantes e uma economia de 2,85 trilhões de dólares, e ganha o medo de que outros nacionalismos populistas sigam o exemplo. Porém, livre dos freios britânicos, poderá continuar trabalhando em seu projeto de maior integração política.
"Foi um longo caminho. É hora de deixar o Brexit para trás. Nosso futuro se constrói na Europa", disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
AFP e Correio do Povo