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Agressor da igreja de Nice que matou brasileira é transferido para Paris
Criminoso de 21 anos ficou gravemente ferido durante a prisão, e irá receber atendimento médico
O autor do ataque com faca na basílica Notre Dame de Nice (sudeste da França), que deixou três mortos, entre eles uma brasileira, foi transferido nesta sexta-feira por avião para Paris para receber atendimento médico, disse à AFP uma fonte próxima à investigação.
O avião que transportava Brahim Aouissaoui, um tunisiano de 21 anos que ficou gravemente ferido durante sua prisão e que também deu positivo para Covid-19, pousou em Le Bourget, perto de Paris, pouco depois das 16h00 (12h00 em Brasília), segundo fontes do aeroporto. Depois, ele foi transferido para um hospital de Paris.
Sua transferência foi feita em meio a medidas de segurança máxima. O avião em que foi levado em Nice estava rodeado por várias vans da gendarmerie, segundo um jornalista da AFP. A bordo do avião, estavam dois policiais de elite, disseram fontes do aeroporto.
A França aumentou seu alerta de segurança para o nível mais alto depois que Aouissaoui matou três pessoas em Nice, incluindo uma brasileira, no terceiro ataque jihadista em pouco mais de um mês. O ataque ocorreu duas semanas após a decapitação do professor de história Samuel Paty por um refugiado checheno de 18 anos, por ter mostrado aos seus alunos caricaturas do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão.
Aouissaoui chegou ilegalmente na Europa vindo da Tunísia em setembro. Cruzou o Mediterrâneo até a Itália e depois viajou para a França por terra. O presidente francês Emmanuel Macron se comprometeu nesta semana a reforçar a segurança nas fronteiras após os últimos ataques.
AFP e Correio do Povo
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FMI iniciará negociação formal com a Argentina em 10 de novembro
Missão analisará com as autoridades a forma de implementar um novo programa que substitua o acordo stand-by assinado em 2018
Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegará a Buenos Aires no próximo 10 de novembro para iniciar negociações formais com as autoridades argentinas, em busca de um novo programa de créditos para o país sul-americano, anunciou nesta sexta-feira um porta-voz do órgão multilateral.
A missão composta por Julie Kozack e Luis Cubeddu, à qual deve se juntar o representante do FMI residente na Argentina Trevor Alleyne, analisará com as autoridades argentinas a forma de implementar um novo programa que substitua o acordo stand-by assinado em 2018 por cerca de 57 bilhões de dólares.
"O diálogo focará na agenda fiscal, monetária e estrutural das autoridades para o médio prazo, com o objetivo de ancorar a estabilidade macroeconômica e lançar as bases para um crescimento inclusivo e sustentável. Não há datas estabelecidas para finalizar as negociações", disse o porta-voz.
Esta será a segunda visita da missão, depois de uma exploratória realizada no início de outubro. Do crédito acordado em 2018, a Argentina recebeu apenas cerca de 44 bilhões de dólares, porque o presidente de centro-esquerda Alberto Fernández renunciou às parcelas pendentes ao assumir em dezembro de 2019.
"O nosso objetivo continua sendo apoiar o povo argentino para superar os complexos desafios socioeconômicos que enfrenta e estabelecer as bases para uma economia mais estável e um futuro mais próspero", disse o porta-voz do FMI nesta sexta-feira.
O FMI projeta para este ano uma queda de 11,8% da economia argentina, que enfrenta seu terceiro ano de recessão. Com uma inflação de mais de 40% anual, a Argentina viu disparar também os índices de pobreza (40,9%) e de desemprego em meio à pandemia de Covid-19. O governo prevê para 2021 um deficit fiscal de 4,5%.
AFP e Correio do Povo
Juventude vence o CRB no Rei Pelé e permanece no G4 da série B
Tarta marcou o gol da equipe da Serra em Maceió
O Juventude vence neste domingo o CRB, por 1 a 0, no estádio Rei Pelé, em Maceió. Com o resultado o alviverde de Caxias do Sul termina a 20ª rodada no G4 da Série B com 34 pontos e ocupa a quarta colocação. O quinto é o Sampaio Corrêa que tem 31 em 19 partidas.
O gol do Juventude foi marcado por Tarta aos 24 minutos do segundo tempo. Gustavo Bochecha fez um excelente passe para o meia, girar e marcar o gol. O jogador do clube de Caxias estava em posição duvidosa, quando recebeu o passe.
O Juventude volta aos gramados no próximo sábado, às 19h, no Alfredo Jaconi. O adversário é o Sampaio Corrêa, adversário direto na luta por uma vaga para a principal divisão do futebol brasileiro.
📋 Ju escalado para a partida contra o CRB-AL, no Rei Pelé. É o início do returno do @BrasileiraoB__
— E.C. Juventude (@ECJuventude) November 8, 2020
Pra cima Verdão 🇳🇬
#VamoJaconero #BrasileirãoSérieB pic.twitter.com/YfkXkSi1hK
Correio do Povo
Pandemia impacta contratos das mensalidades das escolas em 2021
Além de ser a mais impactada pela pandemia, a Educação Infantil é a que oferece mais desafios no ensino a distância
As escolas privadas de todo o país começam a se preparar para o ano letivo de 2021. Diante das incertezas que permanecem por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as instituições preveem um ano de cuidados em um possível ensino presencial e ainda com oferta de ensino remoto de forma parcial ou integral, mesmo que para parte dos estudantes. Todos esses fatores têm impacto nos novos contratos e nos reajustes das mensalidades.
“É um processo muito complexo”, diz o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista Pereira. “Se tiver uma segunda onda da doença? Se não tiver vacina? A gente vai ter que fazer o que é possível. Não é possível fazer o que a gente fez em 2019, assinar um contrato com aula presencial e pronto, a gente tinha uma espécie de planejamento. Hoje ninguém tem nenhum planejamento e quem dizer que tem está mentindo. Nem os governos têm. Vivemos um momento de instabilidade”.
Neste ano, as escolas tiveram que interromper as atividades presenciais para tentar frear o avanço da doença. Até o início deste mês, de acordo com levantamento feito pela Fenep, 16 estados e o Distrito Federal autorizaram a reabertura das escolas particulares. Em outros três estados há alguma previsão de retomada. Sete estados não têm data para reabertura.
As escolas tiveram que se adaptar, oferecendo aulas de forma remota. Muitas famílias, no entanto, pediram a redução das mensalidades, uma vez que o serviço contratado não estava sendo entregue da forma acordada. A disputa chegou ao legislativo, onde tramitaram propostas para redução obrigatória dos pagamentos.
Embora não haja certeza do que está por vir em 2021, para que os impasses que ocorreram em 2020 não voltem a acontecer, é possível, de acordo com Pereira incluir essas incertezas nos contratos, para deixar claro as medidas que podem ser tomadas. “A gente terá que prever no contrato o que será feito. Os pais têm que ter consciência de que será feito o que der para fazer”.
Educação infantil
A educação infantil, etapa que compreende as creches e pré-escolas, foi a mais impactada pela pandemia, devido à dificuldade de oferecer um ensino a distância para os bebês e crianças. De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Infantil (Asbrei), Frederico Barbosa, a estimativa é que metade dos estudantes dessa etapa tenha deixado as escolas.
Para 2021, segundo Barbosa, as escolas prepararam os ambientes físicos para garantir que sejam arejados e que haja distanciamento entre os estudantes. As escolas definiram medidas de segurança, como o uso de máscaras e higienização dos ambientes, junto às secretarias de saúde e órgãos de vigilância sanitária.
A expectativa é ofertar tanto um ensino híbrido, mesclando presencial e remoto quanto aulas apenas a distância para aquelas famílias que desejarem. “Já está sendo colocado nos contratos essa questão da oferta do ensino híbrido e do ensino a distância. Vai ser a nova realidade em 2021”, diz.
Preços
Cada escola tem autonomia para definir as mensalidades. A Fenep ressalta que os custos subiram, pois foram necessários investimentos em novas tecnologias e treinamento dos professores para implementar e manter o ensino híbrido. “A escola não pode errar na sua precificação. É importante que as famílias conheçam e compreendam o quanto custa o investimento da educação particular, serviço essencial aos estudantes, à comunidade e ao país”, diz a entidade em nota.
A Fenep não tem uma estimativa de qual seja a média dos reajustes, no país. As situações variam de escolas para escola. A escola onde o filho da administradora Deborah Lopes estuda na Tijuca, na zona Norte do Rio de Janeiro, por exemplo, optou por manter os mesmos preços praticados em 2020. "De certa forma isso ajudou bastante", diz, "Muitos pais tiveram perdas com a pandemia, perdas de emprego, redução de salário, então, de certa forma ajuda, em 2021, a manter os alunos que já estavam na escola".
Na educação infantil, Barbosa diz que a maior parte dos reajustes varia entre 3% e 4,5%. “A escola tem que enxergar se o público dela comporta um aumento de mensalidade”, diz.“O pai que decide manter o filho em casa e só ter o ensino a distância, ele acha que tem que pagar menos, quando na verdade, para a escola oferecer esses dois serviços para as famílias, o ensino híbrido e o ensino a distância, o custo para a escola é muito maior. Algumas escolas tiveram que contratar alguns professores ou aumentar a carga horária dos docentes”, acrescenta.
Direito do consumidor
Pela Lei 9870/99, as escolas podem reajustar as mensalidades com base na variação que tiveram nos custos com pessoal, aprimoramentos no processo didático-pedagógico e outras despesas. Caso solicitadas, devem apresentar uma planilha de custo que justifique o aumento proporcional.
“Toda espécie de aumento de despesa que a escola teve, ela pode colocar aí e esse reajuste tem que ser proporcional. E elas são fiscalizadas. A família que sentir que ela está praticando um reajuste não justificado, pode denunciar ao órgão de defesa do consumidor, que tem o poder de exigir que a escola apresente planilha, a contabilidade, para justificar isso”, explica o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Igor Britto.
Segundo Britto, as famílias podem também tentar negociar com as escolas uma forma de pagamento que fique mais confortável no orçamento. “É surreal ver escolas reajustando mensalidade para o ano que vem desconsiderando a crise econômica nacional. É uma total falta de solidariedade das escolas com as famílias, especialmente as famílias que se mantiveram fiéis, pagando mensalidade ao longo do ano e não usufruindo das estruturas físicas com mesmo nível de serviço que contratam para 2020”, diz.
Outro direito das famílias, de acordo com Britto, é ter garantida a segurança dos filhos. A escola precisa prestar esclarecimentos quanto ao protocolo de segurança sanitária adotado e também sobre as opções de ensino remoto. “A escola que está ignorando totalmente, que acha que a pandemia acabou ou que se planeja para o retorno das aulas em fevereiro, em janeiro, como se tudo tivesse voltado ao normal, é uma escola que está totalmente fora dos padrões do mercado”, defende.
Agência Brasil e Correio do Povo
Atlético goleia o Flamengo por 4 a 0 e assume a vice-liderança do Brasileirão
Alcolumbre quer investigação sobre apagão no Amapá e que Aneel casse concessão
Cidades seguem com desabastecimento e racionamento de recursos
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou neste domingo que vai cobrar da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) uma investigação rigorosa sobre as responsabilidades da empresa responsável pela subestação que pegou fogo e causou um apagão em 14 dos 16 municípios do Amapá. Para Alcolumbre, a concessionária Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) deve perder a concessão, e o empreendimento deve ser assumido pela Eletronorte.
"Os amapaenses exigem a apuração das autoridades e que a responsabilidade de todos os fatos que levaram ao apagão no Estado sejam rigorosamente investigados", disse. "É fundamental que se investiguem as causas que acarretaram o incêndio na subestação no Amapá. E que os responsáveis sejam exemplarmente punidos para que essa tragédia nunca mais se repita."
O incêndio na subestação ocorreu na última terça-feira, 3, e deixou o Estado às escuras. A eletricidade começou a voltar no sábado, 7, pela manhã. O Ministério de Minas e Energia (MME) informou neste domingo, 8, que 76% do fornecimento foi restabelecido, mas a população afirma que há instabilidade na entrega de energia.
O Estadão relatou as dificuldades da população em Macapá e a revolta em bairros periféricos no município de Santana. O governo afirma que a normalidade da carga será retomada em até 10 dias. Até lá, haverá racionamento.
A Justiça Federal, por sua vez, determinou multa diária de R$ 15 milhões para a concessionária caso o atendimento não seja retomado em até três dias. Em nota, a concessionária LMTE informou que "trabalha ininterruptamente e em conjunto com governos e órgãos reguladores para garantir o restabelecimento total do fornecimento de energia elétrica no Estado".
A empresa não comentou a decisão judicial nem o fato de que o presidente Jair Bolsonaro sugeriu que a culpa pelo apagão é dela. Em live nas redes sociais, Bolsonaro disse que "não queria culpar ninguém", mas disse acreditar que a empresa falhou ao fazer a manutenção da linha.
"Todos os recursos disponíveis, sejam humanos ou financeiros, foram colocados à disposição da força-tarefa montada para solucionar o problema. A concessionária continuará 100% mobilizada até que todos os consumidores de energia do Estado do Amapá sejam totalmente atendidos e que as soluções técnicas perfeitamente desenhadas e implementadas", disse a empresa. A Linhas de Macapá Transmissora de Energia pertencia à espanhola Isolux, que entrou em recuperação judicial, e hoje se chama Gemini Energy. A Gemini Energy detém 85,04% de participação na linha, e 14,96% são da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), autarquia do governo federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).
Agência Estado e Correio do Povo
Semana de instabilidade começa com chuva irregular no RS
Pontos isolados podem ter pancadas fortes, com risco de granizo
Uma área de baixa pressão avança pelo Rio Grande do Sul nesta segunda-feira e traz chuva no decorrer do dia para grande parte do Estado. A instabilidade atinge desde cedo áreas do Oeste e se desloca para Leste ao longo desta segunda. A chuva será irregular na distribuição e com baixos volumes na maioria dos locais, mas pontos isolados devem ter pancadas fortes com algum risco de granizo.
Apesar da instabilidade, o sol aparece com nuvens em parte do dia em diversas regiões. A temperatura tem elevação menor devido ao tempo instável. O vento sopra moderado com rajadas em alguns momentos.
As mínimas rondam os 14ºC em São José dos Ausentes e os 13ºC em Bagé. As máximas, por sua vez, podem chegar a 26ºC em Alegrete e 28ºC em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 18ºC e 23ºC.
A MetSul Meteorologia alerta que a influência de uma área de baixa pressão vai deixar o tempo instável durante grande parte desta semana no Sul do Brasil com chuva no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. A instabilidade deve trazer, assim como se viu na semana passada, temporais isolados com alto potencial de granizo em horas da tarde para a noite.
MetSul e Correio do Povo
Aviões e navios das Forças Armadas começam a chegar no Amapá
Aeronaves da Força Aérea levaram seis geradores para Macapá neste domingo
Navios da Marinha e aviões da Força Aérea começaram a chegar ao Amapá trazendo geradores, combustíveis, profissionais de saúde e alimentos, em meio à crise que deixa o Estado sem energia elétrica desde a última terça-feira.
Por meio de nota, o Ministério da Defesa disse que militares do Exército ampliaram a atuação no Estado como parte da Operação Amapá, que a pasta ativou para auxiliar em ações para reduzir os impactos da falta de luz.
Segundo o Ministério da Defesa, neste domingo, dois aviões da Força Aérea transportaram seis geradores para capital do Estado, Macapá. No sábado, as aeronaves já haviam levado outros dois geradores, além de uma carreta e um trator para transportá-los.
No total, ainda de acordo com a pasta, os aviões da Força Aérea já entregaram em Macapá cerca de 29 toneladas de material. A Operação Macapá também conta com 360 militares do Exército e 12 viaturas atendendo a região.
Dois navios da Marinha, que integram o Comando do 4º Distrito Naval, também estão a caminha do Amapá — saíram de Belém no sábado e devem chegar no município amapaense de Santana na próxima segunda-feira. Outro navio saiu de Fortaleza e a previsão é que chegue em Macapá na quarta-feira.
Segundo o Ministério da Defesa, os navios transportam profissionais de saúde (dentre médicos e dentistas), mergulhadores e cerca de 150 Fuzileiros Navais, além de gêneros alimentícios, medicamentos e combustíveis.
Quando concluir os primeiros transportes, um dos navios deve voltar para Belém, para pegar outras 70 toneladas de materiais oferecidos pelo Governo do Pará para auxiliar o Estado que sofre com o apagão.
Neste sábado, a Justiça Federal determinou que a energia elétrica no Estado do Amapá seja restabelecida totalmente no prazo de três dias, portanto, até a próxima terça-feira, sob pena de multa de R$ 15 milhões. As informações foram divulgadas pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
R7 e Correio do Povo






