Chuvas torrenciais no Japão deixam ao menos 34 mortos

Uma dezena de pessoas estão desaparecidas devido a esses desastres que levaram as autoridades a dar a ordem de evacuação para mais de 200 mil pessoas

Mais de 2000 mil pessoas tiveram que ser evacuadas

Pelo menos 34 pessoas morreram e outras 14 estão desaparecidas no Japão devido às inundações e deslizamentos de terra provocados pelas chuvas torrenciais, informaram as autoridades neste domingo. O governo da região de Kumamoto, localizada na ilha de Kyushu – no sudoeste – confirmou 18 mortos, enquanto outros 16 estão em "parada cardiorrespiratória", um termo geralmente utilizado para anunciar a morte de uma pessoa antes que seja oficialmente confirmada pelos médicos.
Entre elas, figuram 14 pessoas de um lar de idosos inundado no sábado delo transbordamento de um rio próximo. As autoridades da região e dos municípios afetados pela catástrofe não puderam confirmar neste domingo as mortes relatadas pela imprensa.
Uma dezena de pessoas estão desaparecidas devido a esses desastres que levaram as autoridades a dar a ordem de evacuação para mais de 200 mil pessoas. Neste domingo, as chuvas haviam diminuído em Kumamoto mas muitos habitantes da região continuam isolados pelos danos provocados pelas chuvas torrenciais.
AFP e Correio do Povo

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Estátua de Cristóvão Colombo é derrubada em Baltimore, nos EUA

Desde 25 de maio, quando começaram os protestos pela morte de George Floyd, manifestantes demoliram inúmeras estátuas de personagens ligados à história colonial ou à discriminação

Monumento foi derrubado com ajuda de uma corda


Manifestantes demoliram no último sábado uma estátua de Cristóvão Colombo, considerado o descobridor do continente americano, na cidade de Baltimore, na costa leste dos Estados Unidos, em um novo episódio da onda de ataques a monumentos ou estátuas de figuras históricas ligadas à escravidão e ao colonialismo. O monumento, localizado no bairro de Litte, foi derrubada com a ajuda de cordas, de acordo com imagens divulgadas no site do jornal Baltimore Sun.
Esculpida em mármore italiano, de acordo com a publicação, ela era de propriedade da cidade e foi inaugurada em 8 de outubro de 1984 pelo ex-prefeito William Donald Schaefer e pelo ex-presidente Ronald Reagan. Há outra estátua do explorador que fica em Druid Hill Park, e um obelisco de 44 pés dedicado a Columbo no Herring Run Park, no nordeste de Baltimore – erguido em 1792 para homenagear o 300º aniversário de sua jornada da Europa, acredita-se ser o primeiro monumento no país para homenageá-lo.


A imagem é o mais recente monumento nos EUA a cair este ano durante o acerto de contas nacional sobre racismo e violência policial que também derrubou estátuas de figuras e escravos confederados. Desde 25 de maio, quando começaram os protestos pela morte do afro-americano George Floyd, asfixiado por um policial branco em Minneapolis, os manifestantes demoliram inúmeras estátuas de personagens ligados à história colonial ou à discriminação.

Estátuas entraram na mira após protestos antirracistas

Em manifestações antirracistas que acontecem em diferentes países desde o assassinato de George Floyd, nos Estados Unidos, esses marcos não têm passado ilesos pelas multidões que caminham nas ruas onde estão instalados, como a escultura do traficante de escravos Edward Colston, derrubada, arrastada e jogada em um rio por manifestantes de Bristol, na Inglaterra.
Outro exemplo foi a estátua de Cristóvão Colombo decapitada em um protesto em Boston, nos EUA; em Londres, onde o nome entalhado em um pedestal de Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido nas décadas de 1940 e 1950, ganhou o complemento ‘era racista’.
No dia 22 de junho, um grupo de manifestantes tentou derrubar a estátua de Andrew Jackson, sétimo presidente dos Estados Unidos, perto da Casa Branca.
Mais recentemente, o Museu de História Natural, em Nova York, anunciou que vai retirar a homenagem ao ex-presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, que fica na frente da entrada principal do prédio. A figura do ex-presidente está acompanhada de um homem negro e um homem indígena, o que sinaliza a discriminações estruturais no país.

Eventos semelhantes também ocorreram em outros países

No dia 7 de junho, os manifestantes derrubaram uma estátua de bronze de Edward Colston, um negociante de escravos do século 17, em Bristol, Inglaterra. A imagem de bronze foi jogada no porto de Bristol durante protestos contra o passado colonial e em solidariedade ao movimento dos EUA.
Em 9 de junho, uma estátua de Robert Milligan, outro comerciante de escravos, do século 18, foi removida de seu pedestal, diante do Museu de London Docklands, depois que as autoridades decidiram que não era mais aceitável para a comunidade. Ela estava no centro das atenções depois que os manifestantes derrubaram a de Colston.
Na Bélgica, a cidade de Antuérpia (norte) retirou uma estátua vandalizada do rei Leopoldo II, polêmico personagem do passado colonial do país. "A estátua foi severamente vandalizada na semana passada e será restaurada pelo Museu de Escultura ao Ar Livre de Middelheim", anunciou o porta-voz do burgomestre da Antuérpia, Johan Vermant.
Um grupo chamado "Vamos reparar a história" exige a retirada do espaço público, em Bruxelas, de todas as estátuas de Leopoldo II. Os signatários dessa petição acusam o ex-monarca de ter "exterminado" milhões de congoleses.

EUA criam 'força especial' para proteger monumentos de protestos antirracismo

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou na última quarta-feira, 1º, a criação de uma nova força especial para proteger monumentos históricos no país. A medida foi tomada depois da depredação e vandalização de estátuas ligadas ao passado escravagista.
Em um comunicado, o secretário interino de Segurança Interna, Chad Wolf, disse estar destacando "equipes de mobilização rápida" em todo país para proteger monumentos e estátuas durante o 4 de Julho, feriado nacional pelo Dia da Independência.
Agência Estado e Correio do Povo

Kanye West anuncia que concorrerá à presidência dos EUA

Jovens não se sentem seguros em voltar aos escritórios, diz pesquisa do LinkedIn




Maior medo é ter contato com outras pessoas que não estão adotando medidas de prevenção contra a Covid-19

A adoção do trabalho em home office pode ser considerada uma das maiores tendências adotadas durante a pandemia de coronavírus. E uma pesquisa realizada pelo LinkedIn mostra que este cenário está tendo aprovação dos trabalhadores, principalmente dos mais jovens.
Segundo dados trazidos pela plataforma, apenas 12% dos “millennials” (nascidos entre 1981 e 1996) estão dispostos a retornar ao ambiente de trabalho em meio à pandemia. Já para os profissionais da geração X (nascidos entre 1965 e 1980), o percentual chega a 26%, enquanto entre os Baby Boomers (entre 1946 e 1964), 28%.
Entretanto, a pesquisa também aponta que um terço dos millennials se sentem obrigados a comparecer ao escritório ou admitem voltar “por alguns dias” apesar da crise sanitária. A porcentagem é menor entre os mais velhos: corresponde a cerca de um quinto tanto entre a geração X quanto entre os Baby Boomers. 
Entre as três gerações pesquisadas, as principais preocupações sobre o retorno ao escritório são:
  • Contato com pessoas que não estão levando a sério as medidas de prevenção (57%);
  •  
  • Perigo da proximidade física com colegas e clientes (41%);
  •  
  • Risco de contágio em espaços compartilhados de alimentação ou descanso (31%).
Está fazendo home office? Então confere também nossa matéria com dicas de looks para trabalhar em casa.

Correio do Povo

Hospital, serviço público e call center lideram denúncias do MPT durante pandemia

Desde o início da pandemia do coronavírus, órgão registrou 23.366 reclamações de irregularidades quanto à saúde e segurança do trabalhador

Rouparia do Hospital de Campanha do Anhembi, zona norte da cidade de São Paulo, em área sob a administração do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde

Os setores de atendimento hospitalar, administração pública e de telemarketing são os que mais estão cometendo irregularidades quanto à saúde e segurança do trabalhador em meio à pandemia do coronavírus, segundo levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). A pedido do R7, órgão fez um levantamento das denúncias, ações civis públicas e recomendações emitidas no Brasil e em São Paulo neste período. Desde o início da pandemia, o MPT recebeu 23.366 denúncias no País, e 2.239 e no Estado paulista.
Também foram ajuizadas 184 ações civis públicas em todo o país, e 26 em São Paulo. Para Vera Lucia Carlos, vice-procuradora chefe do MPT-SP, o “impacto nefasto produzido pelo coronavírus exige ressignificação das prioridades nas instituições públicas que são vocacionadas à defesa dos direitos humanos e do ordenamento jurídico”.
O MPT elaborou um plano de ação específico para o período de pandemia e adotou ações imediatas de articulação e diálogo com autoridades governamentais, legislativas e judiciais, bem como empregadores e empregados. Entre as medidas adotadas, estão: mediações, audiências extrajudiciais, reuniões administrativas, expedição de recomendações, reversão de valores de Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TACs) e ajuizamento de ações com pedidos de concessão de tutela de urgência.
Vera Lucia ressalta que o MPT não autua as empresas, mas trabalha para que as leis, regras trabalhistas e normas regulamentares de saúde e segurança, por exemplo, sejam cumpridas. “Já existem campanhas de conscientização de trabalhadores e empregadores sobre a importância do uso da máscara, do álcool, da higienização dos locais de trabalho, entre outras ações”, pontua.

Ações preventivas devem ir além da lei

Para Vera Lúcia, nunca foi tão importante lutar pela manutenção das regras protetivas destinadas ao trabalhador. Situações de emergência na saúde, como a que estamos enfrentando, exigem soluções que estejam sempre em sintonia com a defesa do princípio da dignidade da pessoa humana, frisa a procuradora. A procuradora acredita que o momento exige o estímulo de negociações coletivas como forma civilizada e articulada de regular aspectos importantes das relações entre trabalhadores e empregadores.
“É igualmente relevante lutar pelos direitos dos trabalhadores informais. Trata-se de uma porção significativa da força de trabalho brasileira composta por pessoas que detêm direitos ligados ao campo da saúde e segurança do trabalho, entre outros.”
Guilherme Feliciano, juiz do trabalho da Sexta Câmara do TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região), acredita que as medidas de segurança por parte das empresas, em períodos de pandemia, devem ir além. “Não basta só cumprir a lei. As empresas terão de complementar as medidas de segurança com ações mais rigorosas que vão além do que a lei exige”, fala.
A advogada Adriana Calvo, professora da FGV Direito RJ e coordenadora de direito individual da OAB/SP, concorda com o juiz e afirma que é de suma importância a adoção pelas empresas de medidas preventivas e educativas e cita o precedente nesse sentido do TST (Tribunal Superior do Trabalho) no caso da epidemia do H1N1. Ela destaca a portaria nº 20 publicada no DOU (Diário Oficial da União) do dia 18 de junho que estabelece uma série de medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 em ambientes de trabalho.
O advogado Marcus Vinicius Vaz Neves, especialista em saúde e segurança do trabalho do Rolim, Viotti & Leite Campos Advogados, diz que vem sendo procurado por muitas empresas para realizar um trabalho de prevenção e orientação sobre como agir durante a pandemia. Ele orienta as empresas a serem muito transparentes com as autoridades e com os funcionários sobre as medidas preventivas que estão tomando e sobre casos confirmados de Covid-19.
“A empresa tem a obrigação de comunicar a vigilância sanitária imediatamente e afastar o funcionário. Os empregados também devem ser avisados sobre o caso, sem a necessidade de saber qual é o profissional”, avalia Neves.  Em alguns Estados, segundo ele, há a determinação de afastar suspeitos e outros profissionais que tiveram contato com eles também. Para o advogado, o momento exige ação.
“Ou a empresa toma uma atitude antes ou depois vai precisar chamar um advogado para defende-la por autuação. É preciso criar um plano de contingência e fazer além do que a lei existe”, destaca. Ele lembra de um caso que acompanhou no qual a empresa, considerada como serviço essencial durante a pandemia, precisou contratar mais funcionários e foi notificado pelo MPT para esclarecer como seria feita a seleção dos novos empregados.
R7 e Correio do Povo

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Governo do Estado recebe 37 recursos contra bandeira vermelha do Distanciamento Controlado

São 307 municípios na situação de risco alto de infecção de Covid-19 no Rio Grande do Sul


Os municípios que integram região de Taquara (R06) do modelo de distanciamento social elaboraram um dossiê

O governo do Rio Grande do Rio Grande do Sul recebeu 37 pedidos de reconsideração nos dados utilizados na nona rodada do Distanciamento Controlado. Municípios e associações regionais tinham até as 6h deste domingo para recorrer do resultado do mapa preliminar divulgado na sexta-feira, em que dez regiões aparecem com bandeira vermelha. As solicitações vieram de entidades e autoridades de todas as 10 regiões em bandeira vermelha.
São 307 municípios na situação de risco alto de infecção de Covid-19, dos quais 117 podem adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio. Isso porque se adequam à chamada “Regra 0-0” e não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento.
Os recursos foram apresentados por meio de formulário on-line disponibilizado pelo Estado no site do Distanciamento Controlado. O endereço recursosdistanciamentocontrolado@saam.rs.gov.br, previamente utilizado para o envio de recursos, está disponível somente para esclarecimento de dúvidas.
A partir de agora, os pedidos serão computados e passarão por análise do Gabinete de Crise na manhã desta segunda-feira (06). No mesmo dia, à tarde, o governador Eduardo Leite fará o anúncio do mapa final, com as bandeiras que passarão a valer a partir de terça-feira (07).

Cronograma da 9ª rodada

• Quinta-feira: coleta de dados dos 11 indicadores
• Sexta-feira: divulgação das bandeiras preliminares
• Domingo: prazo até as 6h para apresentação de recursos
• Segunda-feira: análise de recursos e divulgação, à tarde, das bandeiras definitivas
• De terça-feira (7/7) a segunda-feira (13/7): vigência das novas bandeiras

Rádio Guaíba e Correio do Povo


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Fecomércio-RS envia sugestões ao Governo Federal sobre flexibilização de contratos durante pandemia

Solicitação leva em conta cenário de aberturas e restrições intermitentes que vêm trazendo desafios às empresas brasileiras no período de combate à Covid-19
Tendo em vista a constante mudança nas regras de funcionamento de estabelecimentos comerciais, a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul enviou sugestões ao secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco Leal, relativas a ajustes das regras trabalhistas no período de combate à Covid-19. No entendimento da Fecomércio-RS, a atualização na legislação se faz necessária, pois as medidas tomadas até o momento para flexibilizar os contratos de trabalho e permitir a redução ao suspensão da jornada, embora tenham sido importantes durante os últimos meses, não são suficientes para acompanhar a velocidade nas liberações e restrições locais, que impõem a redução no número de funcionários por estabelecimento ou até mesmo impedem o seu funcionamento temporariamente.
No documento, o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, cita como exemplo o caso do Rio Grande do Sul, que adotou uma política de distanciamento controlado que prevê diferentes bandeiras, com regras específicas de acordo com o avanço da epidemia: “Nesse plano, o número máximo de trabalhadores que pode ser utilizado pelas empresas varia a cada semana, podendo, inclusive, chegar a zero nos cenários mais graves. Políticas desse tipo, além de causar às empresas reduções permanentes de receitas, exigem uma flexibilidade da gestão empresarial não compatível com as atuais regras trabalhistas brasileiras”, argumenta Bohn.
A entidade solicita que, além de prorrogar a vigência da possibilidade de suspensão e de redução de jornada nos contratos, contemplando a retroatividade necessária para abarcar situações em que sua utilização foi finalizada, sejam adotadas novas medidas pelo Governo Federal que permitam o fracionamento maior dos períodos de utilização desses mecanismos, bem como comunicações imediatas aos trabalhadores. O objetivo é evitar que as empresas, já pressionadas por questões como dificuldades relacionadas à previsão dos estoques e de fluxos financeiros, fechem ainda mais postos de trabalho por falta de flexibilidade na administração dos contratos de trabalho.
“Considerando o início de vigência da MPV 936/2020 e os prazos estabelecidos para utilização desses mecanismos, seu esgotamento gradual está acontecendo. Com o prolongamento da crise, a maioria desses contratos – suspensos ou reduzidos - estão ameaçados após o fim do período de garantia de estabilidade. Além de indesejável ao setor privado, o encerramento em massa desses contratos irá pressionar os gastos do Governo Federal em seguro-desemprego, o que poderia ser evitado mediante maior possibilidade de flexibilização”, complementa Bohn.
Marina Goulart
Marina Goulart
Moglia Comunicação Empresarial
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A cobrança absurda sobre Leite e Marchezan

Jessé Sangalli
Já que os jornais estão idolatrando esses dois nos últimos meses, por causa do gasto milionário com DINHEIRO PÚBLICO EM PUBLICIDADE, eu me obrigo a dizer: eles fecharam a economia e quebraram empresas enquanto ainda era possível retardar a contaminação apenas com medidas de higiene e de proteção individual e coletiva. O plano de contenção veio 3 meses atrasado e, mesmo com tanto atraso, foi elaborado de forma medíocre.
Acharam que Rio Grande do Sul era Europa. Se esqueceram de que estávamos no verão e se esqueceram de que os brasileiros não tem "gordura" financeira sobrando que nem os europeus.
Acabaram com a renda/emprego/sanidade mental de um povo já sofrido enquanto ainda era calor e enquanto as pessoas podiam trabalhar e estudar sem tanto risco de doenças respiratórias, que já surgem anualmente em decorrência do frio (em condições normais). Agora, empurraram o pico da contaminação para o momento mais crítico do inverno (de julho até o fim de agosto).
Começaram a querer "Lockdown" precocemente, e, agora que a situação ficou realmente crítica, a população está empobrecida e sem condições de ficar ainda mais meses sem renda, já que a maioria das pessoas/empresas já está quebrada em função do fechamento precipitado, feito de maneira inconsequente e amadora.
Eu imagino o sofrimento dos heróis que são forçados a cumprir mil e uma novas normas e obrigações, investir em higienização, em termômetros a laser, e mais um monte de quinquilharias só para, da noite para o dia, sem nenhuma segurança jurídica, mandar ser fechado de novo com o dobro dos prejuízos. Dói demais em mim, imagina neles.
E, ainda assim, esses políticos são idolatrados pela RBS, pela GaúchaZH e por outros que trabalham de casa ganhando ainda mais dinheiro que antes por causa do aumento do Ibope e de pessoas em casa vendo TV. Essas mídias que criticam muito mais fortemente quem sai para correr e pegar um pouco de vitamina D do sol do que toda a classe política que não abriu mão de 1 centavo de seus salários e benefícios para ajudar os milhões que eles desempregaram e os bilhões de arrecadação que serão perdidos por suas megalomanias.
Lucram em cima da miséria alheia, miséria do pequeno trabalhador e do pequeno negócio que são estigmatizados e criminalizados por simplesmente querer poder ter a liberdade de trabalhar e por o pão na mesa. O serviço que põe o pão na mesa de casa é um serviço essencial, não importa se do alto da torre de marfim eles dizem que não é; para aquele trabalhador, não há nada mais essencial do que aquilo de onde ele tira o sustento.
Não há nada mais essencial do que liberdade para trabalhar e ter o que comer e como pagar suas contas!
Infelizmente, prefeito e governador, RS não é Europa, os leitos necessários não foram criados e o gaúcho médio não tem forças para continuar da maneira que está.



Fonte: https://www.facebook.com/groups/232087851221941/permalink/267197621044297/

Frente fria traz chuva para o Rio Grande do Sul no domingo

Instabilidade ocorre desde cedo no Oeste, Sul e Centro do Estado e alcança as demais regiões no decorrer do dia

Frente fria avança e chuva deve atingir todo o Estado no domingo

Frente fria avança neste domingo pelo Estado e traz chuva para todas as regiões, contudo as precipitações serão irregulares. Chove desde cedo em pontos do Oeste, Sul e do Centro gaúchos. No decorrer do dia, a instabilidade alcança todo o Estado.
Da tarde para noite, a chuva se concentra mais na Metade Norte. Pode chover forte, até com ocasional granizo isolado, no Noroeste e no Norte gaúchos. Como a instabilidade é desorganizada e aberturas de sol ocorrem em diferentes locais. Faz menos frio. Porto Alegre terá máxima de 18°C. 

MetSul Meteorologia e Correio do Povo