TCU descobre que auxílio emergencial foi pago indevidamente a 17 mil mortos


1_dan_9905_1-16716993.jpg
Recursos gastos com mortos chegam ao montante de R$ 11 milhões, apontou auditoria
São Paulo - Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 17 mil mortos entre os beneficiários do auxílio emergencial, pago pelo governo federal. Os recursos gastos com mortos chegam ao montante de R$ 11 milhões.

De acordo com a apuração da corte, ao menos 620 mil pagamentos foram feitos indevidamente, entre todos os casos, até o mês de abril, no valor total de R$ 427,3 milhões.
Os levantamento realizado pelo TCU foram enviados aos ministros da corte, que vão julgar o relatório nesta quarta-feira. O documento foi apresentado pelo ministro Bruno Dantas.
Além do pagamento indevido aos mortos, foram identificados também, pelos auditores, o recebimento de R$ 97,7 milhões por 134,2 mil servidores (federais, estaduais e municipais), apesar de terem emprego estável e não sofrerem cortes de jornada e de salário.
Para aposentados pelo INSS, foram gastos R$ 141,6 milhões. Mais de 221 mil receberam o auxílio. Há ainda irregularidades envolvendo presos e trabalhadores com renda acima do teto.
No julgamento, o ministro Bruno Dantas deve recomendar ao tribunal que esses valores sejam devolvidos através de uma ação conjunta entre Ministério da Economia e da Cidadania.
Os números apresentados fazem parte de uma auditoria preliminar. Segundo o relatório da área técnica, os valores pagos indevidamente podem chegar a R$ 1,3 bilhão caso não sejam interrompidos imediatamente.
Diante das graves irregularidades, o ministro estuda enviar os "casos mais escandalosos" ao MPF (Ministério Público Federal) para que os beneficiários sofram processo criminal.
O TCU também apontou, além dos problemas com o pagamento, "falta de diretriz" do governo nos gastos com saúde, principalmente por falta de coordenação entre ações federais e de governadores.
Fonte: O Dia Online - 01/07/2020 e SOS Consumidor

Prazo para pedir auxílio emergencial de R$ 600 acaba nesta quinta

por Laísa Dall'Agnol
15863973125e8e8080de4bb_1586397312_3x2_rt.jpg
Canais da Caixa e do governo para consultas e contestações continuarão funcionando normalmente
O prazo para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal termina nesta quinta-feira (2).
O benefício começou a ser pago em abril para informais e mães chefes de família como forma de atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus sobre essas parcelas da população.
Segundo o Ministério da Cidadania, todas as parcelas serão pagas para os beneficiários que tiverem direito e fizerem a solicitação até hoje. Os pagamentos do auxílio totalizarão R$ 3.000.
A partir de sexta-feira (3), não serão recebidos novos pedidos, mas os canais para informações continuarão disponíveis, dizem o Ministério da Cidadania e a Caixa.
O banco informa que tanto o site auxilio.caixa.gov.br quanto o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial permanecerão ativos para acompanhamento do resultado da análise, obtenção de informações sobre o crédito das parcelas e realização de contestações e reanálise.
Inicialmente previsto para ser dividido em três parcelas (referentes aos meses de abril, maio e junho), o auxílio foi ampliado por mais dois meses. Assim, serão cinco parcelas, no total.

O governo não detalhou oficialmente como serão feitos esses pagamentos complementares, já que é possível haver um fracionamento desse valor em mais de um depósito mensal.

O decreto publicado nesta quarta (1º) apenas fala da prorrogação do auxílio emergencial “pelo período complementar de dois meses”. O pedido do benefício emergencial deve ser feito pelo site ou pelo aplicativo oficial do programa.
Fonte: Folha Online - 01/07/2020 e SOS Consumidor



 
 
 
 Petrobras anuncia sétimo reajuste consecutivo da gasolinaNas bombas, combustível volta a ter preço médio superior a R$ 4 pela primeira vez desde abril A Petrobras vai elevar novamente os preços ...
Leia mais
 
 
 
 Pouco mais de 1 milhão de declarações do IR caíram na malha finaOmissão de rendimentos e deduções são principais problemas A seis horas do fim do prazo de entrega da declaração ...
Leia mais
 
 
 
 Passageiro que contraiu sarampo em cruzeiro marítimo será indenizadoEmpresa ignorou riscos de contaminação. A 19ª Câmara de Direito Privado negou provimento a recurso de uma empresa de cruzeiros ...
Leia mais
 
 
 
 Marido de juíza, dentista, nutricionista e dono de vinícola estão na lista gaúcha do TCU por receber auxílio emergencialA nutricionista Letícia Roman Guzzo, de Tapejara (RS), aparece como beneficiária do auxílio emergencial, cujo valor, de R$ 600, equivale a cerca de seis consultas ...
Leia mais
 
 
 
 Parque é condenado a indenizar usuário que sofreu acidente em suas instalaçõesO Parque Terra Mágica Florybal foi condenado a indenizar um usuário que sofreu acidente enquanto utilizava um de seus brinquedos. A decisão ...
Leia mais
 
 
 
 Idosa será indenizada por descontos em aposentadoria de empréstimo consignado fraudulentoJustiça de SP concedeu R$ 10 mil de dano moral, além do ressarcimento dos valores descontados indevidamente. O juiz de Direito Zander Barbosa Dalcin ...
Leia mais













Renove sua casa com esses produtos, vem conferir!


Parceiro MagaluTwitter Google+ Facebook Blog
SelosParceiro Magalu
Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Parceiro Magalu é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.parceiromagalu.com
Ofertas válidas até o dia 03/07/2020 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete. Este e-mail não deve ser respondido.
Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800 310 0002.

Covid-19: Governo do DF autoriza reabertura total de comércio e escolas em julho

Mídia de cabeçalho

Covid-19: Governo do DF autoriza reabertura total de comércio e escolas em julho
Bares e restaurantes do DF poderão funcionar a partir de 15 de julho e escolas a partir do dia 27 do mesmo mês. Estabelecimentos deverão seguir protocolos de segurança.

Prefeito de NY quer amplificar Black Lives Matter por toda cidade

Rosa Weber nega liminar a jovem acusado de furtar dois xampus de R$ 10

PODER, DESVARIO, LAGOSTA E VINHOS CAROS

A política brasileira - perdoem-me aristotélicos, tomistas e afins – jamais foi virtude, ciência e arte do bem comum. Ao contrário: caminho fácil, seguro, para alguém se dar bem a viver sem trabalhar, sem qualquer compromisso com a ética, os bons costumes, a altivez moral. No Brasil, política e crime são xifópagos.



Há exceções? Sempre as há. Mas, para que servem exceções no Brasil? Os profissionais da política têm na lábia o sortilégio, a magia malfeitora e o encanto canalha no eleitorado com nenhuma consciência crítica, educação desqualificada, miseráveis necessidades materiais. Têm, também, no Judiciário, condescendência e abrigo para a prescrição de seus crimes. 



Em 2018, 57,8 milhões de brasileiros votaram para desmontar a gangue que assaltou o dinheiro do povo, bandidos acoitados na megaquadrilha do PT, MDB, PP, PC do B e acólitos, além de infiltrados no Executivo e no Judiciário, tribunais aparelhados. O candidato contra o sistema não sugeria estadista polido com peroba acadêmica. Mas prometia não roubar nem deixar que roubassem o Erário. Furto, na caserna verde-oliva, escola do ex-capitão, é crime intolerável, sabem todos os que passaram pelo EB. O PT elegeu Jair Bolsonaro presidente da República.



Desmontar um estado corrupto não é tarefa para único homem. Então, surgiu no céu da Pátria nesse instante o fator Flávio Bolsonaro. O pai disse, mas não cumpriu: o filho pagaria pelo que fez, como assim tem de ser. Rodrigo Maia, David Alcolumbre e Dias Toffoli  saíram das tocas para roer o pai transtornado com o “rachid” ou “rachadinha”, prática introduzida na República pelo PT com disfarce estatutário. No ano seguinte, o coronavírus. Era tudo que faltava para a rataria da Praça dos Três Poderes. O Supremo Tribunal Federal escancarou de vez a índole prepotente: reviveu a censura da ditadura; instaurou inquérito inconcebível por um rábula - não há lei anterior que defina o crime?, arruma-se: o regimento do STF que, na leitura de Dias Toffoli, com seu pavoroso dessaber jurídico, transforma cada ministro em território, dependência do lote urbano da Corte; só pode  ser piada de primeiranista de Direito -; imiscuiu-se em ato privativo do Executivo na nomeação na Polícia Federal; impediu a expulsão de diplomatas de ditadura não reconhecida pelo Brasil; tornou pública, casuisticamente, reunião ministerial, esfacelou a federação ao atribuir a governadores mandos e desmandos de suseranos, que a Constituição Federal não prevê. Que tipo de desvario se apossou do STF? O diabo talvez saiba. Resultado: não apenas os mortos, as responsabilidades políticas e administrativas estão sendo jogadas nos caixões com os cadáveres. O Estado brasileiro é abominável aberração sem precedentes nas democracias civilizadas.



A mídia ressentida com o corte do faturamento empresarial e da grana para “conferencistas midiáticos” saltou para as pautas mórbidas, necrófilas, sinistras, lúgubres. Se um passarinho fizer cocô sobre o prédio do STF, é possível instaurar inquérito frankstein contra o agressor ornitológico das divindades togadas e o Jornal Nacional rotulará como “ato inconstitucional e ilegal”, eco nas notas enfadonhas do quarteto medíocre: presidentes do STF, Senado, Câmara, OAB. O constitucionalismo de bordel envergonha as legendárias arcadas do Largo de São Francisco, da USP, em Sampa, onde Toffoli estudou. Largo por largo, viva o da Trindade, em Belém: contemporâneos meus esplendem em saber da Ciência Jurídica.  Desde quando é crime expressar opinião em textos ou cartazes sobre o que o cidadão considera errado? O que é inconstitucional, exibir cartaz pedinte da extinção do STF ou a sessão do Senado, presidido pelo presidente do mesmo STF, que rasgou texto linear da Carta Magna no tristemente inolvidável julgamento político  do impeachment da criminosa Dilma Rousseff? Qual o nexo entre o  descontrole verbal do ex-ministro Abraham Weintraub e o inquérito das "fake news"? Quem se surpreenderá se, a qualquer momento, um Tomás de Torquemada togado boiar no Lago Paranoá? Politizada a peste, os cadáveres se tornaram troféus da mídia articulada para derrubar o presidente da República. À conspirata aderiram as mesmas presidências: do STF, da Câmara, do Senado Federal e da petista OAB. No fundo e na superfície, tudo se resume na grana do povo para a patifaria parlamentar, para o ativismo usurário do  funcionalismo federal bem pago, para a lagosta e os vinhos caros dos ministros do STF, criaturas regidas por leis vigentes fora do sistema solar. 



José Maria Leal Paes, Bacharel em Direito, jornalista, escritor, poeta



Pontocritico.com