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A LIBERDADE CADA DIA MAIS DISTANTE
ENÉSIMA VEZ
Mais uma vez, a maioria dos meios de comunicação tratou de -FORMAR OPINIÃO- do povo brasileiro ao noticiar, insistentemente, que Bolsonaro criou mais uma CRISE INSTITUCIONAL, desta vez porque o presidente discordou da decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que de forma monocrática resolveu suspender a nomeação de Alexandre Ramagem como novo diretor-geral da Polícia Federal.
CONTRA MAIA E CONTRA MORAES
Pois, o que mais chama atenção é que tanto NESTA -CRISE INSTITUCIONAL-, claramente patrocinada pelo estranho ministro do STF, Alexandre Moraes, quanto na ANTERIOR , patrocinada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o que mais se viu, menos a mídia, é que até aqueles que detestam Bolsonaro se posicionaram totalmente contra Maia e contra Alexandre de Moraes. Que tal?
J. R. GUZZO
A propósito da decisão MONOCRÁTICA proferida pelo ministro Moraes, o jornalista J. R. Guzzo resume bem no seu texto que está publicado na Gazeta do Povo de ontem, 30/4: - ALEXANDRE MORAES AGIU COMO UM JURISTA DE DITADURA AFRICANA-:
- "Há muita gente no Brasil que não gosta da Constituição, gostaria que ela fosse abolida e até faz passeatas e carreatas pedindo o fechamento do Congresso, a eliminação do STF e a “intervenção militar já”.
- Há, imaginem, até mesmo um “inquérito” em nosso mais alto tribunal de justiça para descobrir quem está querendo o fim do ESTADO DE DIREITO neste país.
- Mas quem trabalha neste momento contra a Constituição, as instituições e a democracia - na vida real, de forma objetiva, através de atos e não de palavras – são ministros do próprio STF.
- Deveria ser o contrário, é claro; eles mesmos, aliás, passam a vida dizendo que estão lá como “guardiões da lei”. Mas no momento são os que MAIS AGRIDEM A LEI, ameaçam a estabilidade nacional e tentam transformar o país numa republiqueta de bananas, onde o que vale são as pessoas que mandam, e não o que está escrito nas leis.
O QUE FEZ ALEXANDRE DE MORAES
Guardiães das instituições? Que piada. Como é possível alguém levar a sério, aliás, que um ministro como esse Alexandre de Moraes, hoje em seus momentos de maior fama, possa ser guardião de alguma coisa? Moraes, cujas credenciais jurídicas mais notáveis para ocupar seu cargo no STF foram o fato de ter sido chefe de Polícia em São Paulo e militante de um partido político que apoiava o governo Michel Temer, patrono de sua indicação, já preside um inquérito secreto, com policiais em seu serviço direto, para apurar “ataques contra o Supremo”.
DITADURA AFRICANA
Colocou sob censura a revista digital Crusoé e indiciou em inquérito penal o jornalista Mario Sabino. Suas ações são de jurista de ditadura africana – aquele que ao mesmo tempo investiga, julga e condena, ele próprio, os crimes dos quais se diz vítima. Agora, cometeu um ato de guerra contra o presidente da República e o Poder Executivo.
O ministro, atendendo ao pedido de um partido político, o PDT, proibiu o presidente Jair Bolsonaro de nomear o delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor geral da Polícia Federal. O PDT pediu? Está operando para derrubar o presidente? Então levou.
QUAL A NECESSIDADE?
Não é preciso mais nada, nesse STF que está aí. Não há nenhuma razão legal para a sua decisão; o nível dos argumentos apresentados é de centro acadêmico de uma faculdade de direito de segunda linha. Moraes desrespeitou a lei que garante ao presidente a prerrogativa de nomear o diretor da PF. Violou o direito legal do delegado Ramagem de ocupar um cargo público para cujo exercício tem 100% de condições; seu único crime é ser uma pessoa da confiança pessoal do presidente da República. Invadiu de forma grosseira a área do Executivo e praticou ato contra a independência entre os Três Poderes.
O ministro Moraes agiu por conta própria; ele não representa, no caso, o plenário do STF, e não se sabe qual o apoio efetivo que tem para essa sua última decisão. Mas a desmoralização atinge a todos.
Se quer derrubar Bolsonaro e ajudar os seus amigos e chefes do PSDB na briga para chegar ao governo, deveria esperar as eleições, e não utilizar a principal corte de justiça do país para fazer política. Deste jeito o que ele realmente consegue é produzir insegurança jurídica – o pior veneno que ameaça uma sociedade democrática. Moraes, e parte dos seus colegas, constroem todos os dias um Brasil em que ninguém sabe o que vai acontecer, porque ninguém sabe o que a justiça vai decidir. Conseguem, com isso, fazer com que o cidadão brasileiro não saiba mais o que está certo e o que está errado."
Pontocritico.com
Mais uma vez, a maioria dos meios de comunicação tratou de -FORMAR OPINIÃO- do povo brasileiro ao noticiar, insistentemente, que Bolsonaro criou mais uma CRISE INSTITUCIONAL, desta vez porque o presidente discordou da decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que de forma monocrática resolveu suspender a nomeação de Alexandre Ramagem como novo diretor-geral da Polícia Federal.
CONTRA MAIA E CONTRA MORAES
Pois, o que mais chama atenção é que tanto NESTA -CRISE INSTITUCIONAL-, claramente patrocinada pelo estranho ministro do STF, Alexandre Moraes, quanto na ANTERIOR , patrocinada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o que mais se viu, menos a mídia, é que até aqueles que detestam Bolsonaro se posicionaram totalmente contra Maia e contra Alexandre de Moraes. Que tal?
J. R. GUZZO
A propósito da decisão MONOCRÁTICA proferida pelo ministro Moraes, o jornalista J. R. Guzzo resume bem no seu texto que está publicado na Gazeta do Povo de ontem, 30/4: - ALEXANDRE MORAES AGIU COMO UM JURISTA DE DITADURA AFRICANA-:
- "Há muita gente no Brasil que não gosta da Constituição, gostaria que ela fosse abolida e até faz passeatas e carreatas pedindo o fechamento do Congresso, a eliminação do STF e a “intervenção militar já”.
- Há, imaginem, até mesmo um “inquérito” em nosso mais alto tribunal de justiça para descobrir quem está querendo o fim do ESTADO DE DIREITO neste país.
- Mas quem trabalha neste momento contra a Constituição, as instituições e a democracia - na vida real, de forma objetiva, através de atos e não de palavras – são ministros do próprio STF.
- Deveria ser o contrário, é claro; eles mesmos, aliás, passam a vida dizendo que estão lá como “guardiões da lei”. Mas no momento são os que MAIS AGRIDEM A LEI, ameaçam a estabilidade nacional e tentam transformar o país numa republiqueta de bananas, onde o que vale são as pessoas que mandam, e não o que está escrito nas leis.
O QUE FEZ ALEXANDRE DE MORAES
Guardiães das instituições? Que piada. Como é possível alguém levar a sério, aliás, que um ministro como esse Alexandre de Moraes, hoje em seus momentos de maior fama, possa ser guardião de alguma coisa? Moraes, cujas credenciais jurídicas mais notáveis para ocupar seu cargo no STF foram o fato de ter sido chefe de Polícia em São Paulo e militante de um partido político que apoiava o governo Michel Temer, patrono de sua indicação, já preside um inquérito secreto, com policiais em seu serviço direto, para apurar “ataques contra o Supremo”.
DITADURA AFRICANA
Colocou sob censura a revista digital Crusoé e indiciou em inquérito penal o jornalista Mario Sabino. Suas ações são de jurista de ditadura africana – aquele que ao mesmo tempo investiga, julga e condena, ele próprio, os crimes dos quais se diz vítima. Agora, cometeu um ato de guerra contra o presidente da República e o Poder Executivo.
O ministro, atendendo ao pedido de um partido político, o PDT, proibiu o presidente Jair Bolsonaro de nomear o delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor geral da Polícia Federal. O PDT pediu? Está operando para derrubar o presidente? Então levou.
QUAL A NECESSIDADE?
Não é preciso mais nada, nesse STF que está aí. Não há nenhuma razão legal para a sua decisão; o nível dos argumentos apresentados é de centro acadêmico de uma faculdade de direito de segunda linha. Moraes desrespeitou a lei que garante ao presidente a prerrogativa de nomear o diretor da PF. Violou o direito legal do delegado Ramagem de ocupar um cargo público para cujo exercício tem 100% de condições; seu único crime é ser uma pessoa da confiança pessoal do presidente da República. Invadiu de forma grosseira a área do Executivo e praticou ato contra a independência entre os Três Poderes.
O ministro Moraes agiu por conta própria; ele não representa, no caso, o plenário do STF, e não se sabe qual o apoio efetivo que tem para essa sua última decisão. Mas a desmoralização atinge a todos.
Se quer derrubar Bolsonaro e ajudar os seus amigos e chefes do PSDB na briga para chegar ao governo, deveria esperar as eleições, e não utilizar a principal corte de justiça do país para fazer política. Deste jeito o que ele realmente consegue é produzir insegurança jurídica – o pior veneno que ameaça uma sociedade democrática. Moraes, e parte dos seus colegas, constroem todos os dias um Brasil em que ninguém sabe o que vai acontecer, porque ninguém sabe o que a justiça vai decidir. Conseguem, com isso, fazer com que o cidadão brasileiro não saiba mais o que está certo e o que está errado."
Pontocritico.com
J. R. GUZZO
A propósito da decisão MONOCRÁTICA proferida pelo ministro Moraes, o jornalista J. R. Guzzo resume bem no seu texto que está publicado na Gazeta do Povo de ontem, 30/4: - ALEXANDRE MORAES AGIU COMO UM JURISTA DE DITADURA AFRICANA-:
- "Há muita gente no Brasil que não gosta da Constituição, gostaria que ela fosse abolida e até faz passeatas e carreatas pedindo o fechamento do Congresso, a eliminação do STF e a “intervenção militar já”.
- Há, imaginem, até mesmo um “inquérito” em nosso mais alto tribunal de justiça para descobrir quem está querendo o fim do ESTADO DE DIREITO neste país.
- Mas quem trabalha neste momento contra a Constituição, as instituições e a democracia - na vida real, de forma objetiva, através de atos e não de palavras – são ministros do próprio STF.
- Deveria ser o contrário, é claro; eles mesmos, aliás, passam a vida dizendo que estão lá como “guardiões da lei”. Mas no momento são os que MAIS AGRIDEM A LEI, ameaçam a estabilidade nacional e tentam transformar o país numa republiqueta de bananas, onde o que vale são as pessoas que mandam, e não o que está escrito nas leis.
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- "Há muita gente no Brasil que não gosta da Constituição, gostaria que ela fosse abolida e até faz passeatas e carreatas pedindo o fechamento do Congresso, a eliminação do STF e a “intervenção militar já”.
- Há, imaginem, até mesmo um “inquérito” em nosso mais alto tribunal de justiça para descobrir quem está querendo o fim do ESTADO DE DIREITO neste país.
- Mas quem trabalha neste momento contra a Constituição, as instituições e a democracia - na vida real, de forma objetiva, através de atos e não de palavras – são ministros do próprio STF.
- Deveria ser o contrário, é claro; eles mesmos, aliás, passam a vida dizendo que estão lá como “guardiões da lei”. Mas no momento são os que MAIS AGRIDEM A LEI, ameaçam a estabilidade nacional e tentam transformar o país numa republiqueta de bananas, onde o que vale são as pessoas que mandam, e não o que está escrito nas leis.
Pontocritico.com
MAU CARATISMO
O Brasil está, infelizmente, mergulhado numa onda de MAU CARATISMO. Vejam aí abaixo, o depoimento de uma funcionária da CAIXA sobre o AUXÍLIO EMERGENCIAL:
"Sou funcionária da CAIXA e vou explicar o PORQUÊ da demora pra receber o auxílio e, não adianta culpar o banco, a Datamec ou o Governo:
Para vocês terem noção, a CAIXA recebeu cerca de 170 MILHÕES DE CADASTROS (a população brasileira é de 210 MILHÕES).
- Foi informado que quem trabalha de carteira assinada não teria direito ao auxílio, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Avisaram que quem recebe pensão ou aposentadoria também não teria direito, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Menores de idade também divulgaram que não teriam direito, fizeram cadastro.
- Pessoas recebendo auxílio desemprego não teriam direito, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Mulher de licença maternidade, portanto de carteira assinada, foram lá e fizeram cadastro.
- Mulheres casadas dizendo serem mães solteiras, pra ganhar 1200, fizeram cadastro.
- É muita gente sem um pingo de empatia com quem realmente precisa querendo tirar proveito da situação e ganhar um dinheirinho a mais pra torrar à toa. (VAI QUE COLA NÉ?)
- O Governo identificou cerca de 76 mil PRESIDIÁRIOS que tentaram receber o auxílio emergencial para trabalhadores informais.
- Imagina o trabalho que o Governo está tendo para analisar cadastro por cadastro e direcionar esse auxílio a quem realmente precisa e já tá passando fome.
- Portanto, se tá demorando, a culpa NÃO é do Governo ou da Caixa, a CULPA é do brasileiro que aprendeu a ser corruPTo, que acha normal tirar vantagem em cima da desgraça alheia.
- Nos resta esperar o tempo de análise."
- E boa sorte àqueles que realmente têm o direito de receber o #AuxílioEmergencial#
Luciene Ferreira
Pontocritico.com
"Sou funcionária da CAIXA e vou explicar o PORQUÊ da demora pra receber o auxílio e, não adianta culpar o banco, a Datamec ou o Governo:
Para vocês terem noção, a CAIXA recebeu cerca de 170 MILHÕES DE CADASTROS (a população brasileira é de 210 MILHÕES).
- Foi informado que quem trabalha de carteira assinada não teria direito ao auxílio, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Avisaram que quem recebe pensão ou aposentadoria também não teria direito, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Menores de idade também divulgaram que não teriam direito, fizeram cadastro.
- Pessoas recebendo auxílio desemprego não teriam direito, mas foram lá e fizeram cadastro.
- Mulher de licença maternidade, portanto de carteira assinada, foram lá e fizeram cadastro.
- Mulheres casadas dizendo serem mães solteiras, pra ganhar 1200, fizeram cadastro.
- É muita gente sem um pingo de empatia com quem realmente precisa querendo tirar proveito da situação e ganhar um dinheirinho a mais pra torrar à toa. (VAI QUE COLA NÉ?)
- O Governo identificou cerca de 76 mil PRESIDIÁRIOS que tentaram receber o auxílio emergencial para trabalhadores informais.
- Imagina o trabalho que o Governo está tendo para analisar cadastro por cadastro e direcionar esse auxílio a quem realmente precisa e já tá passando fome.
- Portanto, se tá demorando, a culpa NÃO é do Governo ou da Caixa, a CULPA é do brasileiro que aprendeu a ser corruPTo, que acha normal tirar vantagem em cima da desgraça alheia.
- Nos resta esperar o tempo de análise."
- E boa sorte àqueles que realmente têm o direito de receber o #AuxílioEmergencial#
Luciene Ferreira
Pontocritico.com
Bolsonaro afirma que governadores não "achataram curva" e questiona óbitos
Presidente retomou críticas ao isolamento social por danos à economia, apesar de prática ser uma das poucas efetivas de controle

R7 e Correio do Povo

O presidente Jair Bolsonaro acusou, nesta quinta-feira, governadores e prefeitos de não "achatarem a curva" de contágio do coronavírus. Bolsonaro também questionou a veracidade dos números sobre as mortes doença.
"O Supremo Tribunal Federal STF decidiu que as medidas para evitar, ou melhor, para fazer com que a curva fosse achatada, caberia aos governadores e prefeitos. Não achataram a curva", disse.
"Governadores e prefeitos que tomaram medidas bastante rígidas não achataram a curva, a curva tá aí. Partindo do princípio que o número de óbitos é verdadeiro", afirmou. Bolsonaro citou a imprensa que, segundo ele, quer "colocar no seu colo a responsabilidade por mortes" pela Covid-19.
Ele questionou, em especial, os óbitos em São Paulo, Estado mais afetado pela doença. "Cada vez mais chegam informações, que o próprio Diário Oficial lá do Estado de São Paulo que na dúvida sobre a causa da morte bota coronavírus para inflar o número para fazer uso político disso", declarou.
Em mais uma crítica pública, Bolsonaro acusou o governador João Doria (PSDB) de usar a pandemia de forma política. "É o governador gravatinha de São Paulo fazendo 'politicalha' em cima de mortos, zombando de familiares que tiveram seus entes queridos que morreram por vírus ou outra causa", afirmou.
Segundo o presidente, "o governo federal fez tudo" que era possível para o combater o novo coronavírus e mencionou a liberação de liberação de verba para os Estados.
"Nós fizemos tudo que foi possível e mais alguma coisa. Agora cabe aos governadores gerir esse recurso. O que mais nós temos, por parte de alguns Estados, é desvio de recursos. É isso que está acontecendo. Por isso, precisamos da Polícia Federal isenta sem interferência para poder tratar desse assunto, para poder coibir possíveis abusos".
Bolsonaro negou, contudo, que esteja em um "embate" com os governadores, a quem vem criticando a atuação desde o início da pandemia. "Esse problema (da pandemia) é para todo mundo resolver, não é para ser politizado".
Sobre o desemprego causado pela pandemia, o chefe do Executivo citou que "milhões" de brasileiros já perderam seus trabalhos e que a volta da economia não será "rápida". "Só não está uma desgraça maior porque fizemos esse plano emergencial para pagar os R$ 600 para as pessoas". Ele destacou ainda que cerca de 30 milhões de cidadãos já receberam o benefício, mas pontuou que "muita gente se inscreveu de má-fé".
R7 e Correio do Povo
Juíza rejeita relatório e dá 48 horas para Bolsonaro entregar exames
Ana Lúcia Petri Betto decidiu que o documento enviado pela AGU não atende à determinação judicial e solicitou “os laudos de todos os exames”

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

A juíza Ana Lúcia Petri Betto decidiu nesta quinta-feira dar 48 horas para que o presidente Jair Bolsonaro entregue à Justiça “os laudos de todos os exames” realizados para verificar se foi contaminado ou não pelo novo coronavírus.
Ao invés de enviar os laudos de todos os exames, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que encaminhou à Justiça um relatório médico de 18 de março no qual atesta que Bolsonaro se encontra “assintomático” e teve resultado negativo para os testes do novo coronavírus realizados no mês passado. O relatório encaminhado à primeira instância foi divulgado pelo site de notícias UOL no mês passado.
“Considerando que o documento juntado pela parte ré (relatório médico, datado de 18.03.2020 – id 31571155), não atende, de forma integral, à determinação judicial, renove-se a intimação da União, nos termos do id 31436976, para que, em 48 (quarenta e oito) horas, dê efetivo cumprimento quanto ao decidido, fornecendo os laudos de todos os exames aos quais foi submetido o Exmo. Sr. Presidente da República para a detecção da COVID-19, sob pena de fixação de multa de R$5.000,00 por dia de omissão injustificada”, determinou a juíza.
O governo também quer que o caso tramite sob sigilo por envolver informações consideradas pessoais do presidente, o que foi negado pela juíza. “Indefiro o pedido de sigilo documental”, decidiu a juíza.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Novo decreto deve vedar atividades econômicas nas regiões dos Vales e Norte do RS
Determinação prevê algumas exceções de funcionamento para o feriado de Dia das Mães

Correio do Povo

Um novo decreto, a ser publicado nesta quinta-feira, deve restringir o funcionamento integral das atividades do comércio nas regiões dos Vales e Norte, especialmente aquelas localizadas próximas das cidades de Lajeado e Passo Fundo – que são consideradas "regiões de risco" de contágio do coronavírus. A medida abrange o total de 99 cidades gaúchas.
A determinação, segundo o governador Eduardo Leite, terá um modelo transitório. Ou seja, ficará em vigor até a publicação do novo modelo de Distanciamento Social Controlado, previsto para ocorrer na próxima semana. O decreto, entretanto, prevê uma exceção ao feriado de Dia das Mães, quando os estabelecimentos destas regiões poderão funcionar nos modos Drive-Thru e Take-away, obedecendo os protocolos de vigilância sanitária.
"As regiões de Passo Fundo e Lajeado são as que apresentam maior risco. Não é apenas um sentimento, são evidências científicas", apontou Leite. O governador, entretanto, não deixou claro se a exceção valerá apenas para o dia do feriado ou abrangerá um período maior na semana.
As demais regiões, que até então tinham restrição no funcionamento de atividades – como é o caso da região Metropolitana de Porto Alegre – voltam a ter o direito de tomar decisões de flexibilização a partir dos decretos municipais, justificando a situação epidemiológica local.
Depois de Porto Alegre, as cidades de Passo Fundo e Lajeado são as que reúnem o maior número de casos e óbitos pela Covid-19, com respectivamente 11 e 4 mortes ante 15 reportadas na Capital – de acordo com levantamento feito no fim da tarde desta quinta-feira. Em relação aos casos positivos confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) até esta quinta-feira, Passo Fundo tinha 152, sendo 17 novos casos nas últimas 24 horas; e Lajeado 84 pacientes com testes positivos ao vírus.
Distanciamento Social Controlado
O governador Eduardo Leite também detalhou, na coletiva, como irá funcionar o modelo de distanciamento social controlado, que deve entrar em vigor na próxima semana. Até lá, o Estado enfrentará uma fase de transição do atual modelo, o distanciamento social ampliado, para o controlado – que prevê medidas adotadas levando em consideração a propagação do vírus e a capacidade de atendimento em 20 regiões do Estado.
Estas áreas foram agrupadas com base nos hospitais de referência para leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Na prática, o distanciamento social controlado irá ditar as regras de convivência à população e de atuação aos setores econômicos. Com base nestes dois critérios, cada região será representada por bandeiras que servirão de indicadores de riscos: amarela (menos intensidade), laranja, vermelha e preta (maior intensidade).
No índice que mede a velocidade de avanço do coronavírus, a bandeira preta não aparece. Já a bandeira vermelha é identificada nas regiões de Passo Fundo e Lajeado. A metodologia usada no estudo aponta, entretanto, que pela escassez de casos em algumas regiões, os indicadores de velocidade de avanço são muito "voláteis". As duas regiões também aparecem com bandeira vermelha nos indicadores de "capacidade de atendimento", enquanto as demais apresentam bandeira amarela ou laranja. O estudo destacou que a macrorregião "Vales" possui a menor capacidade de leitos de UTI disponíveis em relação ao número de idosos.
Junto a secretária estadual de Planejamento, Leany Lemos, o governador apresentou a matriz de atividades dos setores econômicos. Os dados dos 12 grupos de setores, com 50 atividades, apresentados levaram em consideração os quesitos segurança (70%) e impacto econômico da atividade (30%). São eles: Agricultura, Indústria da Construção, Transporte, Serviços financeiros, imobiliários, etc, Educação privada, Indústria de transformação e extrativista, Comércio, Alojamento e alimentação, Administração pública (setor que abrange ensino público), Artes, cultura, esporte e lazer, Serviços domésticos e Outros serviços.
Critérios e protocolos
Todas as decisões do governo estadual direcionadas ao setor econômico levarão em consideração segurança e atividade econômica, que serão identificadas posteriormente pelas bandeiras distribuídas nos mapas (variando da amarela até a preta). As regiões que apresentarem abertura para a flexibilidade do comércio, seja ela liberada ou gradual, terão que cumprir critérios e protocolos estipulados pele novo formato de distanciamento social controlado.
Os quatro critérios são:
1. Operação, que irá demonstrar se a atividade pode estar funcionando e em qual grau;
2.Horários, sinalizando o funcionamento do estabelecimento;
3.Modo de Operação, podendo ser normal, com restrições ou de maneiras alternativas (teletrabalho, EAD, etc);
4. Teto de Ocupação, taxa máxima de ocupação do espaço físico considerando colaboradores e público.
2.Horários, sinalizando o funcionamento do estabelecimento;
3.Modo de Operação, podendo ser normal, com restrições ou de maneiras alternativas (teletrabalho, EAD, etc);
4. Teto de Ocupação, taxa máxima de ocupação do espaço físico considerando colaboradores e público.
Os protocolos de prevenção são:
1. Higienização e superfícies de toque, pisos, paredes e forros. Presença de álcool em gel 70% e/ou preparações similares em locais de fácil acesso. Kit completo de higiene nos banheiros. Manter limpos filtros e dutos de ar condicionado. Manter janelas abertas, exceto em locais em que não seja permitido. Treinamento de higiene aos colaboradores. Substituição de utensílios de fácil contaminação, como por exemplo bebedouros verticais.
2. Distanciamento entre pessoas, com mínimo de dois metros entre pessoas sem EPI e um metro entre pessoas com EPI. Existência de barreiras físicas entre pessoas. Revezamento de turnos e escalas alternadas.
3. Tratamento diferente para grupos de riscos. Atendimento preferencial para permanecer o mínimo de tempo no estabelecimento. Horários ou espaços exclusivos.
4. Cuidado no atendimento ao público. Senhas para evitar aglomerações. Ampliar espaços entre agendamentos. Restrição de número de acompanhantes. Atendimento individualizado.
5. Máscara obrigatória em ambientes fechados coletivos, com promixidade de pessoas, incluindo transporte público.
6. Informativo visível a público e funcionários.
7. EPIs obrigatórios aos colaboradores pelo empregador, conforme normais de saúde e setor. Máscaras, aventais e luvas cirúrgicas.
8. Afastamento dos grupos de riscos. Pessoas acima de 60 anos, doentes crônicos e grávidas e puerpérios.
9. Afastamento de positivos e suspeitos. Isolamento domiciliar de 14 dias a contar do início do sintoma.
10. Monitoramento de temperatura. Medição 100% da temperatura dos colaboradores com termômetro digital ou infravermelho.
11. Restrição específica à atividade. Incluir, se houver: ocupação somente de assentos na janela do coletivo (Portaria SES nº 270 e nº 274) e Comércio de rua (Portaria SES nº 270).
Correio do Povo
Rebecca Romijn, atriz e modelo norte-americana







Rebecca Romijn (Rebecca Alie Romijn, Berkeley, 6 de novembro de 1972) é uma atriz e modelo norte-americana de origem holandesa.[1] É mais conhecida por ter interpretado Mística nos filmes da saga X-Men e Alexis Meade no seriado Ugly Betty.
Enquanto estudava música (voz) na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, se envolveu em moda e mudou para Paris, França, por mais de dois anos. Romijn trabalhou como modelo de trajes de banho, entre outros, para a Sports Illustrated[2] e a Victoria's Secret. Ela também trabalhou de 1998 a 2000 para o programa da MTV House of Style, dedicado à moda.
Cinema[editar | editar código-fonte]
No filme X-Men de 2000, Romijn teve seu primeiro papel relevante como Mística. Voltou a fazer o papel na sequência de 2003 em X2: X-Men United e novamente para o X-Men: The Last Stand (2006). Nesses filmes, seu traje consistia de maquiagem azul e algumas próteses estrategicamente postas em seu corpo quase nu. Em X2: X-Men United mostra-se com um visual "normal" em uma cena em que está num bar, algo que também faz em X-Men: The Last Stand em que ela aparece normal "sem poderes" em algumas cenas. A atriz teve que passar por um processo de maquiagem com oito horas de duração no primeiro filme (no segundo foi reduzido para quatro).[3]
Teve seu primeiro papel de grande destaque no filme de Brian De Palma, Femme Fatale (2002). Estrelou em filmes como Rollerball, The Punisher e Godsend. Fez o papel principal em Pepper Dennis, uma série de TV no The WB. Essa série explorou o talento de Romijn para a comédia, canto, moda, drama e aventura.
Clique aqui para ler a matéria completa no site Wikipédia.
Número de curados da Covid chega a 1 milhão de pessoas
Rio Grande do Sul finaliza mês de abril com 1529 casos de Covid-19 e 58 óbitos
Em 24 horas, Estado registrou 109 novos casos do coronavírus e sete mortes

Correio do Povo

A Secretaria Estadual de Saúde atualizou para 1529 o número de casos confirmados e para 58 os óbitos em decorrência da Covid-19 no Rio Grande do Sul. Em 24 horas, a pasta constatou 109 novos casos do coronavírus e sete mortes, o maior avanço desde o começo da pandemia.
No Estado, até o momento, 855 pessoas já se recuperaram da doença, que atinge 142 municípios em todo o RS.
ATUALIZAÇÃO #COVID19 NO RS (até 30/04/20 – 19 horas)— Secretaria da Saúde (@SES_RS) April 30, 2020
➡️ 1.529 casos (em 142 municípios)
➡️ 58 óbitos
ℹ️ Mais informações em https://t.co/ZxiPeaLhKP pic.twitter.com/SEcnlxFK6Q
Os sete novos óbitos registrados foram: um homem, de 39 anos, de Santo Ângelo, uma mulher, de 88 anos, de Lajeado, um homem, de 76 anos, de Porto Alegre, uma mulher, de 93 anos, em Quaraí, uma mulher, de 52 anos, de Monte Belo do Sul, um homem, de 73 anos, de Bento Gonçalves, e um homem, de 76 anos, de Estrela.
A paciente de Monte Belo do Sul veio a óbito na terça-feira, mas a SES foi notificada somente nesta quinta. As vítimas fatais de Bento Gonçalves, Porto Alegre e Lajeado foram constatadas na quarta-feira, mas o resultado saiu neste boletim.
Ocupação em leitos de UTI está em 70%
Em seus dados, a Secretaria Estadual de Saúde disponibiliza os índices de ocupação em leitos de UTI adulto em todo o Rio Grande do Sul. Nesta quinta-feira, a taxa de ocupação está em 70,1%, com 7,2% dos pacientes com diagnóstico confirmado para Covid-19. Existem ainda, outros 75 pacientes que estão internados, com suspeita de coronavírus.
Correio do Povo
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