Moro: “Lula está preso porque cometeu crimes”

Sergio Moro, em entrevista à Veja, repetiu aquilo que todos sabemos:

“Lula está preso porque cometeu crimes.”

Ele disse:

“Estou bem tranquilo com minha consciência quanto ao que fiz. O ex-deputado Eduardo Cunha também diz que é inocente. Aliás, na cadeia todo mundo diz que é inocente, mas a Petrobras foi saqueada. Sempre que há um julgamento importante, dizem que a Lava Jato vai acabar, que tudo vai acabar. As pessoas pensam tudo pela perspectiva do Lula, embora seja possível que o julgamento do STF sobre a ordem das alegações finais leve à anulação da sentença sobre o sítio de Atibaia. Lula está preso porque cometeu crimes.”

Ele negou que a Lava Jato tenha cometido excessos:

“Não houve excesso, ninguém foi preso injustamente. Opinião de militante político não conta, pois desconsidera as provas. Agora vem essa discussão de que a ordem das alegações finais seria um erro da Lava Jato. Os avanços anticorrupção não são de propriedade de juízes ou procuradores. É uma conquista da sociedade, do país. é o país que perde com eventuais retrocessos.”


O Antagonista

Palocci delata Gleisi

Antonio Palocci delatou Gleisi Hoffmann.

Diz a Crusoé:

“O ex-ministro detalha uma doação oficial de 1 milhão de reais da Camargo Corrêa à campanha da ex-ministra ao Senado em 2010. Fala ainda de um repasse de 800 mil reais da OAS e de 2 milhões de reais entregues via caixa 2 da Odebrecht.”

Leia a reportagem completa aqui.


O Antagonista

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Hackers querem uma "sociedade paralela" com pagamento em bitcoins

Grupo defende que tecnologia criptográfica "preserva a liberdade"

Grupo defende que tecnologia criptográfica

Grupo defende que tecnologia criptográfica "preserva a liberdade" | Foto: Jack Guez / AFP / CP

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Hackers reunidos em um congresso em Praga consideraram, nesta sexta-feira, que as novas criptomonedas são um instrumento para avançar em direção a uma "sociedade paralela" mais livre que a moderna. "Sair do sistema" é o slogan do congresso anual que reúne centenas de artistas, criadores de bitcoin, hackers, nômades digitais (profissionais que se movem pelo mundo graças à tecnologia), ativistas e criptoanarquistas, alguns dos quais usam máscaras para não serem identificados.

É preciso "usar a tecnologia criptográfica para recuperar a vida privada, preservar a liberdade, libertar-se dos laços", dizem os organizadores. Os governos usam passaportes há um século para marcar pessoas, roubar seus dados e aumentar seu poder, avaliam os participantes. "Especialmente no momento atual da história... É realmente importante ter uma identidade separada, viver uma existência paralela", disse Paul Rosenberg, fundador da empresa de proteção de dados Cryptohippie, à imprensa.

Ele recomenda que as pessoas se mudem para um país mais liberal (que o delas) e usem criptomoedas. "Os gregos tinham uma civilização muito descentralizada: havia mil, ou quase, cidades-estado. Eles nos deram arte, ciência, geometria, teatro ...", enumera. O geógrafo e professor universitário de Oxford Nick Middleton cita as comunidades nômades como exemplo de uma sociedade paralela, além das "sedentárias que dominam o planeta". "Os governos não gostam de pessoas que se mudam", afirma. "Na Europa temos os ciganos que gostam de se deslocar e os governos os odeiam. Eles não podem controlá-los, cobrar impostos e também é difícil educar seus filhos", acrescenta.

Rosenberg considera as criptomoedas um instrumento de libertação. "Diante de nossos olhos, um novo sistema econômico está nascendo, do nada". "A primeira transação foi de dez bitcoins para uma pizza. Agora temos uma moeda global que resistiu a ataques enormes, muito desprezo e ódio. Aguente o golpe."


AFP e Correio do Povo


MÚSICA

Mulheres dominam cenário musical em Porto Alegre nesta sexta e no fim de semana

ARTE & AGENDA

Política e meio ambiente são temas de peças em Porto Alegre

ARTE & AGENDA

Bibiana Petek faz show de lançamento de "Músicas Para Segunda-Feira Vol. 1"

ARTE & AGENDA

Espetáculo "Baile do Gato na Tuba" é atração neste domingo

POLÍTICA

Osmar Terra exonera 19 servidores subordinados a crítico de Fernanda Montenegro

ARTE & AGENDA

Martin Scorsese critica filmes da Marvel: "Não é cinema"

ARTE & AGENDA

Exposição de Michelangelo Soldatelli estreia neste sábado em Porto Alegre

Emprego dos EUA define bolsas, eleições e impeachment

O país divulga hoje dados de emprego em setembro, e a expectativa é de criação de 125.000 novas vagas

Por Redação Exame

Donald-Trump

Donald-Trump (Kevin Lamarque/Reuters)

Quando os Estados Unidos divulgarem os dados de desemprego na manhã desta sexta-feira analistas estarão de olho nos desdobramentos de curto e de médio prazo. O país divulga os dados de emprego em setembro, e a expectativa é de criação de 125.000 novas vagas, numa manutenção da taxa de desemprego na mínima histórica de 3,7%. Os dados sobre a renda média dos trabalhadores também devem ser olhados com lupa: ela avançou 2,9% em agosto.

Quaisquer resultados abaixo do previsto devem reforçar a impressão de que a economia americana está desacelerando, talvez a ponto de entrar em recessão já em 2020. O maior motivo é a escalada na guerra comercial com a China, que levou a Organização Mundial do Comércio a rever a previsão de crescimento nas trocas em 2019 de 2,5% para 0,9%.

As consequências de curto prazo dos dados de emprego dizem respeito ao potencial do dado de afetar a cotação das bolsas e do câmbio mundo afora. Uma leva de dados ruins na indústria e nos serviços americanos divulgados mais cedo esta semana levou a quedas relevantes nas bolsas globais — o Ibovespa chegou a cair 2,9% na quarta-feira — com o receio de uma recessão a caminho na maior economia do planeta.

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As consequências de médio e longo prazo se relacionam às eleições americanas de 2020. Uma economia forte é o principal trunfo do presidente Donald Trump não só para se reeleger como para barrar o processo de impeachment do qual é alvo — e do qual não parece fazer muita questão de se livrar.

Depois de ser acusado de conluio com a Ucrânia para investigar adversários políticos, Trump falou abertamente ontem de que também os chineses deveriam investigar Joe Biden, um dos democratas favoritos na disputa pela Casa Branca. “Certamente é algo em que podemos começar a pensar”, respondeu Trump, ao ser questionado sobre se pedirá a Xi Jinping que investigue o adversário democrata.

Enquanto Trump joga lenha na fogueira, seus assessores estudam uma tática para deixar o processo de impeachment mais lento. Segundo a agência Reuters, a Casa Branca planeja argumentar que a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, deve ter assegurada a maioria dos votos entre os deputados para aprovar o pedido. Uma carta com este argumento, exigindo uma votação prévia entre os deputados, pode ser enviada ainda nesta sexta-feira.

Dados ruins de emprego e uma consequente queda nas bolsas podem pressionar ainda mais Trump e sua equipe.


Exame



Palocci

delata Gleisi

Antonio Palocci delatou Gleisi Hoffmann.

Diz a Crusoé:

“O ex-ministro detalha uma doação oficial de 1 milhão de reais da Camargo Corrêa à campanha da ex-ministra ao Senado em 2010. Fala ainda de um repasse de 800 mil reais da OAS e de 2 milhões de reais entregues via caixa 2 da Odebrecht.”

Leia a reportagem completa aqui.


Moro: "Lula está preso porque cometeu crimes"

Sergio Moro, em entrevista à Veja, repetiu aquilo que todos sabemos... [ leia mais]

- Moro: "Não vou me filiar ao Podemos nem vou ser candidato a vice"

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Sem força para influenciar a reforma da Previdência, o PSOL recorreu ao Supremo para forçar o Congresso a discutir a criação de um imposto sobre grandes fortunas... [leia mais]


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“Toffoli criou uma delegacia própria dentro do STF”, diz Fernando Gabeira... [leia mais]

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Escolta para marido de Greenwald

"Rodrigo Maia concedeu a David Miranda o direito à escolta da Polícia Legislativa em todo território nacional"... [ leia mais]

EUA e dois aliados pedem que Facebook reveja projeto de mensagens criptografadas

Países afirmaram que medida pode dificultar trabalho da segurança

Facebook pretende criptografar as mensagens que circulam nas suas plataformas sociais

Facebook pretende criptografar as mensagens que circulam nas suas plataformas sociais | Foto: Alastair Pike / AFP / CP

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Os governos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália pediram nessa quinta-feira ao Facebook que desista do projeto de criptografar as mensagens que circulam nas suas plataformas sociais sem garantir um acesso às forças de segurança, mas a solicitação não foi atendida.

Numa carta aberta, ministros destas nações solicitaram a Mark Zuckerberg que "não realizasse seu projeto de criptografia de ponta a ponta em seus serviços de mensagens (...) sem fornecer meios de acesso legal ao conteúdo, a fim de proteger (os) cidadãos".

O Facebook "empreendeu um trabalho importante para combater os conteúdos ilegais mais sérios", destacam na carta enviada os secretários americanos da Justiça , Bill Barr, e do Interior, Kevin McAleenan, e a secretária britânica do Interior, Priti Patel, e o ministro australiano dos Assuntos Internos, Peter Dutton.

No documento, eles observam que em 2018, foram detectados nas redes sociais 16,8 milhões conteúdos com imagens ou comportamentos pedófilos. "Acreditamos que grande parte dessas análises de conteúdo não serão mais possíveis se o Facebook concluir seu projeto" e que 70% das descobertas não poderão mais ser feitas, acrescentando que a empresa "suspenda" seus planos enquanto são definidas soluções que garantam a segurança do usuário.

Os ministros também pediram a Zuckerberg que "integrasse a segurança pública à concepção de seus sistemas" e que "permita que as forças policiais tenham acesso legal ao conteúdo em um formato legível e utilizável". "Achamos que as pessoas têm o direito de manter conversas privadas na Internet", respondeu a rede social, referindo-se à lei que permite aos investigadores solicitar dados das empresas através de um juiz.

"A criptografia já está protegendo as mensagens de mais de um bilhão de pessoas por dia", acrescentou um porta-voz do
Facebook. "Nós nos opomos fortemente às tentativas do governo de levantar portas ocultas", acrescentou.

Criticado mundialmente por não proteger suficientemente os dados de seus usuários, o Facebook prometeu recentemente que vai encriptar sua plataforma Messenger, como já fez com o WhatsApp.


AFP e Correio do Povo

Greta Thunberg debocha das declarações de Putin a seu respeito

Ativista já havia usado redes sociais para ironizar Donald Trump

Ativista se apresenta no Twitter como

Ativista se apresenta no Twitter como "uma menina gentil, mas mal informada" | Foto: Eric Baradat / AFP / CP Memória

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A sueca Greta Thunberg, um símbolo da consciência climática da juventude global, zombou no Twitter das declarações do presidente russo, Vladimir Putin, que a descreveu nesta semana como "menina gentil". Em seu perfil no Twitter, a militante ambientalista, que possui 2,7 milhões de seguidores, agora se apresenta como "uma menina gentil, mas mal informada", em referência às declarações de Putin feitas na quarta-feira.
O presidente russo comentou o discurso emotivo de Greta em 23 de setembro, na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. "Tenho certeza de que Greta é uma menina gentil, muito sincera, mas os adultos devem evitar levar adolescentes e crianças a situações extremas. Devem protegê-los de emoções extremas que podem destruí-los", declarou Putin, que afirma não compartilhar do "entusiasmo geral" produzido pelo discurso da jovem.
"Ninguém explicou a Greta que o mundo de hoje é complicado e multiforme, que está se desenvolvendo rapidamente e que há pessoas na África e em muitos países asiáticos que querem viver no mesmo nível de prosperidade que na Suécia", acrescentou Putin.
O presidente russo disse, no entanto, que são "notícias muito boas que jovens e adolescentes atraiam a atenção para os grandes problemas de hoje em dia". "Com certeza, é preciso apoiá-los", completou. Em seu perfil no Twitter, Greta Thunberg já havia ironizado as palavras de Donald Trump a seu respeito.


AFP e Correio do Povo

Partido Socialista deve permanecer no poder em Portugal

O partido do primeiro-ministro António Costa deve obter maioria dos votos na eleição de domingo, mas precisará negociar uma coalizão para governar

Por Redação EXAME

PS leader Antonio Costa attends an election campaign event

ANTÓNIO COSTA: partido do primeiro-ministro governa hoje com apoio de dois grupos de extrema-esquerda, em uma coalizão batizada de "geringonça" (Rafael Marchante/Reuters)

Em meio a uma leva de eleições cercadas de polêmicas e indefinições mundo afora, Portugal deve ter um pleito tranquilo neste domingo — ou quase. Contrariando a tendência de crescimento dos partidos populistas de direita, as pesquisas de intenção de voto do país mostram que o Partido Socialista, do primeiro-ministro António Costa, deve levar a maioria dos assentos no parlamento, mas não o suficiente para governar sozinho. O que ainda não está claro é com quem o PS tentará uma união para poder continuar no poder.

O sucesso de Costa no poder é creditado à política de “fim da austeridade”. Quando chegou ao cargo em 2015, substituiu o governo de Pedro Passos Coelho, de inclinação à direita, que pregava uma dura política de contenção de gastos e investimentos por parte do governo para tentar recuperar o país, um dos mais atingidos pela crise econômica que assolou a Europa no começo da década. Com uma coalizão inusitada com partidos de extrema-esquerda, chamada de “geringonça”, Costa virou a página.

A geringonça conseguiu trazer estabilidade econômica e política para Portugal. Durante os últimos quatro anos, o governo aumentou o salário mínimo do país para 600 euros por mês, reverteu os cortes em serviços públicos e reduziu o número de desempregados. É com base nesse histórico que o primeiro-ministro aposta em sua manutenção no cargo. Em discurso em Coimbra essa semana, Costa disse que sem o governo do Partido Socialista, Portugal não teria conseguido “virar a página na política de austeridade, retomar sua credibilidade internacional, manter a confiança dos investidores, reduzir as desigualdades e balancear as contas”.

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O caminho para um próximo governo tranquilo estaria pavimentado, não fossem escândalos recentes que prejudicaram a imagem do partido. Um dos problemas são as acusações de corrupção, lavagem de dinheiro, falsificação e fraude fiscal contra o ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates, que liderou o país entre 2005 e 2011. Outro é o caso Tancos, pelo qual o antigo ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, foi acusado no dia 26 de setembro de supostamente ter abafado um roubo de material militar que aconteceu em uma base do país dois anos atrás.

Segundo as pesquisas feitas pela Intercampus para o jornal português CM, o caso Tancos já prejudicou o desempenho do PS nas urnas. Na pesquisa publicada no 13 de setembro, os socialistas iriam eleger 114 deputados. Na de 3 de outubro, 104. Como o parlamento possui 230 lugares, é necessário ter apoio de pelo menos 116 parlamentares para poder governar. Logo, Costa precisará formar uma coalizão.

Ele pode refazer o acordo que tem com o Bloco de Esquerda e a Coligação Democrática Unitária, mas se o resultado nas urnas for melhor que o esperado, alguns analistas apostam que ele vai optar por se unir ao Partido Pessoas Animais Natureza (PAN), que é menos radical, ainda que alinhado com suas visões. Qualquer que seja o cenário, o político já provou que consegue fazer uma geringonça funcionar.


Exame

Apesar de registrar queda, preço da cesta básica de Porto Alegre é o segundo mais alto do Brasil

Valor em setembro foi de R$ 458,29

Em 12 meses, variação no preço da batata teve elevação de 110,55% em Porto Alegre

Em 12 meses, variação no preço da batata teve elevação de 110,55% em Porto Alegre | Foto: Lars Blankers / Unsplash / CP

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Pelo terceiro mês seguido, a cesta básica de Porto Alegre, calculada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), registrou queda e passou de R$ 469,17 em agosto para R$ 458,29 em setembro. O recuo é de 2,32%. Mesmo assim, o valor do conjunto de alimentos essenciais da Capital foi o segundo mais alto do país, atrás apenas de São Paulo (R$ 473,85). No ano, a cesta básica de Porto Alegre está 1,38% mais barata e, em 12 meses, registra alta de 8,34%.

Na passagem de agosto para setembro, dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, sete ficaram mais baratos: o tomate (-24,51%), a batata (-8,71%), o feijão (-1,90%), a manteiga (-0,88%), o café (-0,78%), o leite (-0,69%) e a carne (-0,39%). Cinco itens registraram alta: a banana (11,04%), o óleo de soja (6,12%), o açúcar (1,75%), o pão (0,77%) e o arroz (0,72%). A farinha de trigo ficou estável (0,00%).

No mês passado, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica totalizou 88 horas e 25 minutos, e, em agosto, 90 horas e 24 minutos. Em setembro de 2018, quando o salário mínimo era de R$ 954,00, o tempo médio foi de 85 horas e 35 minutos. Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em setembro, 43,68% da remuneração para adquirir os produtos. Esse percentual foi inferior ao de agosto, quando ficou em 44,66%.

A batata, pesquisada na região Centro-Sul, teve o preço médio reduzido em 10 cidades, com taxas que oscilaram entre -24,95%, em Brasília, e -7,12%, em São Paulo. Em 12 meses, no entanto, as variações foram positivas e muito altas, principalmente em Porto Alegre (110,55%), Belo Horizonte (105,00%) e Curitiba (104,65%). Apesar da baixa qualidade de parte das batatas ofertadas, a safra de inverno abasteceu o mercado e diminuiu o preço no varejo.


Correio do Povo

Bombeiros encontram mais um corpo em Brumadinho

Ainda não foi possível identificar a vítima

Tragédia ambiental em Brumadinha ocorreu em 25 de janeiro deste ano

Tragédia ambiental em Brumadinha ocorreu em 25 de janeiro deste ano | Foto: Israel Defense Forces / Agência Brasil / CP

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O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informou ter encontrado o corpo de mais uma pessoa morta em decorrência da tragédia de Brumadinho, ocorrida em 25 de janeiro deste ano. Apesar de ter sido encontrado com todos seus membros, até o momento não foi possível identificar se vítima é homem ou mulher, em função do avançado estágio de decomposição.

Um outro corpo foi encontrado no último domingo, fazendo com que o número de mortes confirmadas chegasse a 250. Até então, o número de desaparecidos estava em 20. O corpo foi localizado por volta das 10h na frente de buscas conhecida como Remanso 4. Análises iniciais indicam que ele percorreu aproximadamente 4,5 quilômetros do ponto inicial onde estava, a 1,5 metro de profundidade.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Impasse: megaleilão do pré-sal no caminho da Previdência

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