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SIC TRANSIT GL0RIA MUNDI | Clic Noticias

por Maria Lucia Victor Barbosa. Artigo publicado em 11.02.2019
Se nada muda de repente, muito menos a maneira de ser de uma sociedade, fatos que vêm acontecendo em nosso país provam que, de fato, a glória do mundo passa.
Afinal, quem podia imaginar que haveria o impeachment de Dilma Rousseff? Mais espantoso ainda, a prisão de Lula da Silva? Quem se arriscaria na recente campanha eleitoral acreditar que o preposto do presidiário perderia a eleição presidencial para Jair Messias Bolsonaro, um candidato sem dinheiro, sem TV, sem coligações, ancorado por um partido minúsculo, esfaqueado por um assassino de aluguel que quase deu cabo de sua vida?
Durante a campanha analistas políticos faziam pose de intelectual, cara de inteligente e sentenciavam que não haveria a menor chance de Bolsonaro ganhar. Jornalistas se multiplicavam na mídia e confirmavam: ele não ganha. Pesquisas que bateram recordes de erros mostravam resultados nos quais Bolsonaro perderia de todos os candidatos se conseguisse chegar ao segundo turno.
Além disso, todos os candidatos combatiam o adversário do PSL. Um deles, Geraldo Alckmin (PSDB), que tinha mais recursos financeiros, mais coligações, mais tempo de TV, discursava: votem em mim porque se Bolsonaro chegar ao segundo turno com o PT este partido vai ganhar. Alckmin parecia esquecido de sua campanha anterior na qual, ajoelhado aos pés do PT que duramente o hostilizava, perdeu para o ídolo dos tucanos, Lula da Silva.
Nem os analistas nem a mídia se deram conta de que existiu nessa eleição o que chamei de Quinto Poder, ou seja, as redes sociais. Assim, a despeito dos enfatuados palpiteiros, Bolsonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos. A glória do mundo estava passando para muitos, principalmente para o ex-poderoso e atual presidiário, Lula da Silva, que arrastava consigo seu partido para a inglória derrota.
Inconformada, querendo moldar a realidade a suas ânsias de poder, uma oposição encarniçada continuou a se abater sobre o vitorioso no período de transição. Cobrava-se dele a reforma da Previdência, algo que nenhum governo anterior fez. Ridicularizava-se os desencontros da equipe, situação normal de ajuste e também existente com outros eleitos que foram respeitosamente poupados. Nem a posse escapou do inconformismo dos vencidos. Houve desdém de alguns diante do brilhantismo da primeira-dama, Michelle, que discursou no parlatório usando a linguagem de libras para o delírio da multidão que aplaudiu entusiasticamente.
Uma vez empossado, a oposição raivosa parece dizer ao presidente: “você tem o direito de ficar calado porque tudo que disser poderá ser usado contra você”. E assim tem sido. Nada que o presidente Bolsonaro diga ou faça é aceito pela mídia e os autointitulados progressistas, que melhor seriam chamados de regressistas.
Mesmo a cirurgia, complicada e dolorosa, consequência da facada, não escapou ao ódio. Como representante da esquerda um deputado do PSOL, mesmo partido do matador de aluguel, avisou que Bolsonaro estava morrendo. Sem dúvida, um agouro que ele expressava pelos companheiros, mas que felizmente não passou de mentira.
Todavia, as mudanças seguem seu curso e coisas antes inimagináveis continuam ocorrendo. Vejamos algumas bem marcantes:
O poderoso senador Renan Calheiros não conseguiu se reeleger presidente do Senado, mesmo com ajuda do presidente do STF, Dias Toffoli, que destoando da tradicional demora em julgar da entidade suprema da Justiça, em plena madrugada ordenou ao Senado que a eleição fosse por voto secreto, conforme a Constituição nem sempre seguida pelos mais altos magistrados. Não funcionou. O senador vai incomodar, mas como escreveu o jornalista Josias, “Renan agora está numa caixa de fósforo”. Comanda o Senado e, portanto, o Congresso, Davi Alcolumbre. A Câmara é presidida por Rodrigo Maia. Ponto para o presidente Bolsonaro.
Lula da Silva é condenado novamente na Lava Jato a mais 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro na ação que investigou a reforma do sítio Santa Bárbara em Atibaia. E esse é só o segundo de outros processos.
“Uma investigação da Receita Federal que aponta suspeita de ‘corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência’ do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes será alvo da Corregedoria do Fisco. O procedimento aberto no ano passado, também investiga a advogada Guiomar Feitosa, mulher do ministro”. (O Estado de S. Paulo – A10, 09/02/2019).
O ministro Gilmar Mendes tem se notabilizado em soltar bandidos que os juízes prendem. Naturalmente, ele já começou a se defender e disse que “a Receita Federal” não pode virar uma Gestapo.
Entretanto, o Supremo, antes um Poder respeitado, atualmente tem sofrido repúdio da sociedade por suas ações e omissões.
Tudo isso faz lembrar que sic transit gloria mundi, a glória do mundo passa. Afinal, impermanência é a marca de quem vive e os pêndulos da existência oscilam sempre para cima e para baixo.
*Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
Puggina.org

Santos Cruz irá fechar rádios da EBC | Clic Noticias

POR ATHOS MOURA
Daniel MarencoDaniel Marenco | Agência O Globo
O ministro Alberto Santos Cruz, da Secretaria de Governo, confirmou que irá reduzir a quantidade de rádios da EBC. Falta apenas bater o martelo sobre quantas terão a sua transmissão encerrada. Internamente, a aposta é que apenas duas das sete rádios continuem no ar.
O Globo

Como vai ficar o negócio das lojas de conveniência da BR | Clic Noticias



POR LAURO JARDIM
BR DistribuidoraBR Distribuidora | Reprodução
BR Distribuidora espera resolver em setembro o processo de venda ou parceria de sua rede de lojas de conveniência nos postos.
Há vários modelos de negócios sendo estudados, mas a opção mais forte na mesa é a recompra das franquias e operação das lojas por um grande varejista, como Femsa, Lojas Americanas, Pão de Açúcar ou Carrefour.
O Globo

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO É NOMEADO COMO PERSONALIDADE DO ANO DE 2019 PELA CÂMARA DE COMÉRCIO BRASIL-ESTADOS UNIDOS | Clic Noticias



O presidente da República Jair Messias Bolsonaro foi nomeado Personalidade do Ano de 2019 pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Brazilian-American Chamber of Commerce), em anúncio feito nesta segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019..
O Presidente Bolsonaro receberá o prêmio em uma cerimônia de gala no Museu Americano de História Natural, em Nova York, com a presença de líderes empresariais, financeiros e diplomáticos internacionais, no dia 14 de maio deste ano.
Todos os anos, a premiação “Person of the Year”, que tem a FORBES como media partner desde 2013, prestigia duas personalidades proeminentes – uma brasileira e outra norte-americana – que tenham contribuído para o desenvolvimento e a aproximação das relações financeiras e diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Henrique Meirelles e Armínio Fraga, ambos ex-presidentes do Banco Central, estão entre os homenageados.
O reconhecimento ao presidente Jair Bolsonaro tem como base seu comprometimento com a construção de uma parceria forte e duradoura entre as duas nações. Do site da revista Forbes
Blog do Aluízio Nunes

Dois desafios para os social-democratas defensores do intervencionismo estatal e de um estado grande | Clic Noticias



Ambas as perguntas nunca foram respondidas
Eis um desafio a todos aqueles que defendem o intervencionismo estatal e que acreditam que um estado grande é o verdadeiro impulsionador do desenvolvimento econômico.
Aqui vão duas perguntas simples. Ficarei muito feliz se conseguir até mesmo uma resposta medianamente sensata a qualquer uma dessas duas perguntas.
1. Você consegue citar uma nação que tenha se tornado rica enquanto praticava políticas estatizantes?
Antes que você diga Suécia, ou até mesmo França, observe que a pergunta pede uma nação que era pobre e se tornou rica durante um período em que seu governo já era grande e adotou políticas intervencionistas.
Tanto a Suécia quanto a França, bem como todos os países da Europa ocidental, se tornaram ricos no século XIX e início do século XX quando seus respectivos governos eram muito pequenos.
Especificamente sobre a Suécia, que é o exemplo favorito de dez em cada dez social-democratas e socialistas, vale ressaltar que o tamanho do governo sueco — mensurado pelo volume de seus gastos em relação ao PIB — era, até 1960, menor até mesmo que o do governo da Suíça.
Veja este quadro que mostra a evolução dos gastos do governo (todos os níveis de governo, incluindo gastos com a dívida pública) elaborado pela revista The Economist. Toda a explosão dos gastos do governo sueco (Sweden), bem como de todos os outros governos dos países ricos, aconteceu entre as décadas de 1960 e 1980, quando estes países já eram os mais ricos da Europa e do mundo. A social-democracia é uma consolidação da década de 1970.
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Nenhum dos países do quadro acima era subdesenvolvido antes de 1960 (quando tinham governos menores) e se tornou desenvolvido a partir de 1960, quando seus estados incharam.
Especificamente a Suécia, esta enriqueceu exatamente quando seu governo era pequeno. No período de tempo entre 1850 e 1950, a população sueca dobrou e a renda real dos suecos decuplicou. A mortalidade infantil caiu de 15% para 2%, e a expectativa de vida aumentou extraordinários 28 anos. Em 1950 a Suécia já era a quarta nação mais rica do mundo, não obstante a não-existência de um estado assistencialista ou de qualquer grande controle estatal sobre os setores da economia.
Como em qualquer outro país, o impressionante estoque de capital da Suécia foi construído por empreendedores operando em um sistema de livre mercado.
(Tudo isso foi relatado em detalhes neste livro bem como neste excelente tratado).
Sobre os países escandinavos em geral, seu ambiente empreendedorial é extremamente desregulamentado e os países são um dos mais abertos do mundo para o livre comércio. Você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio e as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média. A dívida pública é baixa, o que significa que o governo não estoura o orçamento. Não há salário mínimo estipulado pelo governo. Há uma robusta proteção dos direitos de propriedadeAs alíquotas de imposto de renda para pessoa jurídica são das mais baixas do mundo. Não há impostos sobre a herança.
Quanto aos outros países, a tabela acima mostra que, na média, seus respectivos governos consumiam 10,4% do PIB antes da Primeira Guerra Mundial e praticamente não havia nenhuma política desenvolvimentista ou redistributivista.
E por que os gastos destes governos são crescentes desde 1870? A resposta para esta pergunta é fácil: quanto menor é o estado, mais produtivo se torna o mercado; quanto mais produtivo é o mercado, mais rapidamente a economia cresce e mais riqueza ela gera; quanto mais riqueza ela gera, maior tributação ela é capaz de suportar. Maior tributação suportável, maior o aumento do governo.
Ou seja, quando se parte de governo pequeno, isso paradoxalmente faz com que o governo tenha maior facilidade para crescer no futuro, pois haverá muito mais riqueza para tributar e redistribuir. Infelizmente, este é um desafio que ainda não foi solucionado: como conter o crescimento do estado em uma economia livre.
No entanto, o que interessa na presente discussão é que os países da tabela já eram considerados ricos quando seus governos eram menores que os atuais de Hong Kong e Cingapura.
Falando nos quais, e para finalizar esta primeira pergunta, o que realmente estou pedindo aos intervencionistas e estatistas é que me ofereçam versões “de esquerda” de Hong Kong e Cingapura. Estes dois países eram literalmente favelas a céu aberto ao fim da Segunda Guerra Mundial, e hoje, após a adoção de várias medidas em prol da liberdade econômica, da livre concorrência e da redução do estado, têm uma das populações mais ricas do mundo. (Confira a história de Hong Kong aqui e aqui; e a de Cingapura, aqui).
Libertários, defensores do livre mercado e pessoas que em geral defendem governos pequenos podem utilizar estes dois países como um grande exemplo prático para as causas que defendem.
E os estatistas? Qual modelo eles podem usar como exemplo? Qual país era pobre e, apos adotar um governo inchado e intervencionista, se tornou rico? (Antes que você grite “Coréia do Sul!”, sugiro conferir a evolução dos gastos do governo daquele país nas décadas de 1960 a 1980, que foi quando ocorreu a explosão do crescimento. Você irá se surpreender).
Agora a outra parte do desafio.
2. Você consegue citar uma nação com um governo grande e intervencionista que esteja superando economicamente uma nação similar que tenha um governo pequeno e um livre mercado?
Antes que você se constranja em público afirmando que, digamos, a Dinamarca é mais rica que o Paraguai por causa do estatismo, recomendo que você cheque os dados. A Dinamarca possui um estado de bem-estar social bem mais amplo que o Paraguai, é fato, mas sua economia é muito mais livre e pró-mercado. Com efeito, a Dinamarca possui a 18ª economia mais livre do mundo de acordo com o ranking da Heritage Foundation (ou a 21ª de acordo com o Fraser Institute). Já o Paraguai possui a 80ª economia mais livre do mundo de acordo com a Heritage (ou a 88ª de acordo com o Fraser Institute).
Você será mais esperto se perguntar por que, por exemplo, a Bélgica, #49 é mais rica que Maurício, #21.
Mas é por isso que pedi uma comparação entre nações similares. Em outras palavras, mostrar dois países que são, ou que eram, relativamente iguais em termos de demografia, desenvolvimento econômico, recursos naturais e outros fatores, e então mostrar que o país mais estatizante apresentou um desenvolvimento econômico melhor que o outro país que adotou mercados mais livres e um governo menor.
Aliás, as jurisdições nem precisam ser tão similares assim. Apenas apresente uma nação estatista cuja população, ao longo de um significativo período de tempo, passou a ter um padrão de vida melhor que a população de uma jurisdição pró-mercado.
Eu poderia continuar, mas creio que você já entendeu o ponto.
Irei aguardar pacientemente pelas respostas, mas creio que teias de aranha irão se formar em meu computador.
___________________________________
Acréscimo do editor
Há um problema de ordem econômica com a social-democracia: ela é um arranjo que só consegue ter longa duração em países ricos, cuja população é extremamente produtiva e possui alta renda per capita. Apenas uma população que já alcançou este estágio de riqueza e produtividade consegue suportar a alta carga tributária necessária para bancar o estado de bem-estar social.
Em países pobres, de população pouco produtiva e de baixa renda per capita, tal arranjo se torna inexequível. Motivo: para gastar muito, o governo inicialmente terá de tributar. Mas como a população é pouco produtiva e de baixa renda per capita, o tamanho desta tributação terá um limite natural. Sendo a tributação insuficiente, o governo terá de se endividar, pegando emprestados centenas de bilhões para poder efetuar todos esses gastos. E ele só conseguirá pegar emprestados todos esses bilhões se pagar caro por isso.
Endividamento crescente, juros altos e economia estagnada serão as inevitáveis consequências.
Leia também:

Mises Brasil

Você consegue citar uma nação que era pobre e se tornou rica adotando um governo grande e praticando políticas estatizantes? | Clic Noticias



1. Você consegue citar uma nação que era pobre e se tornou rica adotando um governo grande e praticando políticas estatizantes?
2. Você consegue citar uma nação com um governo grande e intervencionista que esteja superando economicamente uma nação similar que tenha um governo pequeno e um livre mercado?
Suécia, Dinamarca, França (ou qualquer outro país europeu) e Coreia do Sul não se encaixam na primeira resposta.
Dinamarca e Paraguai (ou comparações equivalentes) não se encaixam na segunda resposta.
Sem nenhuma pegadinha, entenda no artigo abaixo por quê.
E encare o desafio.
11 h ·
1. Você consegue citar uma nação que era pobre e se tornou rica adotando um governo grande e praticando políticas estatizantes?
2. Você consegue citar uma nação com um governo grande e intervencionista que esteja superando economicamente uma nação similar que tenha um governo pequeno e um livre mercado?
Suécia, Dinamarca, França (ou qualquer outro país europeu) e Coreia do Sul não se encaixam na primeira resposta.
Dinamarca e Paraguai (ou comparações equivalentes) não se encaixam na segunda resposta.
Sem nenhuma pegadinha, entenda no artigo abaixo por quê.
E encare o desafio.
Sobre este site
MISES.ORG.BR
Eis um desafio a todos aqueles que defendem o intervencionismo estatal e que acreditam que um estado grande é o verdadeiro impulsionador do desenvolvimento econômico.

As 300 páginas do caso Queiroz | Clic Noticias



Gleisi Hoffmann repercute o site Brasil 247 (sim, ele mesmo), segundo o qual o caso de Fabrício Queiroz foi escondido durante a campanha eleitoral.
Na verdade, a reportagem da Folha de S. Paulo mostra que o inquérito só cresceu depois que Flávio Bolsonaro foi eleito:
“O procedimento principal, aberto pelos promotores em 30 de julho, acumulava apenas 37 páginas até a eleição do filho do presidente Jair Bolsonaro ao Senado, em outubro. De novembro até a última terça-feira foram produzidas mais de 300, além da inclusão de um pendrive e um DVD de conteúdo ainda desconhecido.”
O Antagonista

Taxas de juros caem pelo 11º mês seguido, aponta Anefac | Clic Noticias



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A taxa de juros de dezembro para pessoa física é a menor desde março de 2015; juros do cartão de crédito só perdem para os do cheque especial e estão em 270% ao ano.
As taxas de juros das operações de crédito voltaram a cair em janeiro, apresentando a 11ª redução consecutiva, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac).
Todas as seis linhas de crédito para pessoas físicas pesquisadas reduziram as taxas de juros no mês (juros do comércio, cartão de crédito, crédito direto ao consumidor-bancos e financiamento de veículos, empréstimo pessoal-bancos e empréstimo pessoal-financeiras) – veja mais detalhes abaixo.
Pessoa física
A taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 0,59%, passando a taxa de juros de 6,79% ao mês (119,97% ao ano) em dezembro para 6,75% ao mês (118,99% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor desde março de 2015 (6,71% ao mês – 118% ao ano).
Cartão de crédito
Nas operações com cartão de crédito, houve uma redução de 0,52%, passando a taxa de 11,58% ao mês (272,42% ao ano) em dezembro para 11,52% ao mês em janeiro (270,03% ao ano). A taxa é a menor desde janeiro de 2015 (11,22% ao mês – 258,26% ao ano).
Cheque especial
O cheque especial apresentou queda de 0,17%, passando a taxa de 11,76% ao mês (279,7% ao ano) em dezembro para 11,74% ao mês (278,88% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor desde maio de 2016 (11,54% ao mês – 270,82% ao ano).
Juros do comércio
Os juros do comércio tiveram redução de 0,98%, passando a taxa de 5,09% ao mês (81,44% ao ano) em dezembro para 5,04% ao mês (80,41% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor desde janeiro de 2015 (4,95% ao mês – 78,56% ao ano).
Crédito direto ao consumidor – bancos e financiamento de automóveis
Houve uma redução de 1,14%, passando a taxa de 1,75% ao mês (23,14% ao ano) em dezembro para 1,73% ao mês (22,85% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor desde janeiro de 2014 (1,69% ao mês – 22,28% ao ano).
Empréstimo pessoal – bancos
Houve uma redução de 1,06%, passando a taxa de juros de 3,78% ao mês (56,09% ao ano) em dezembro para 3,74% ao mês (55,37% ao ano) em janeiro. A taxa deste mês é a menor desde dezembro de 2014 (3,61% ao mês – 53,05% ao ano).
Empréstimo pessoal – financeiras
Houve uma redução de 0,44%, passando a taxa de juros de 6,77% ao mês (119,48% ao ano) em dezembro para 6,74% ao mês (118,74% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor da série histórica.
Pessoa jurídica
Houve uma redução de 0,84% na taxa média da pessoa jurídica, passando de 3,57% ao mês (52,34% ao ano) em dezembro para 3,54% ao mês (51,81% ao ano) em janeiro. A taxa é a menor desde novembro de 2014 (3,49% ao mês – 50,93% ao ano).
Perspectivas
As reduções podem ser atribuídas, de acordo com Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac, à melhora do cenário econômico com crescimento da economia, o que reduz o risco da inadimplência e possibilita redução das taxas de juros e spreads, mesmo com a manutenção da taxa de juros básico Selic em 6,5%.
Para os próximos meses, Ribeiro acredita que a tendência é que as taxas de juros continuem sendo reduzidas, mas ele cita que há fatores que podem mudar a direção, como incertezas econômicas que vêm pressionando a cotação do dólar, entre elas o quadro econômico em algumas economias emergentes como Argentina, Turquia e África do Sul, a elevação dos juros americanos, a guerra comercial EUA x China e a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit), além da sinalização do Banco Central de elevação da taxa básica de juros frente a todos esses cenários.
Fonte: G1 – 11/02/2019 e SOS Consumidor

Saiba ter pensão por morte após as mudanças no INSS | Clic Noticias

por Cristiane Gercina
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Medida provisória do novo governo tornou mais duras as regras para liberação do benefício
Conseguir a pensão por morte no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está mais difícil desde janeiro. O motivo é a publicação da medida provisória 871, que tornou mais duras as regras de liberação do benefício, dependendo do caso.
Na avaliação dos especialistas ouvidos pela reportagem, os menores de 16 anos e as pessoas que vivem em união estável são os mais prejudicados pela medida.
No caso de quem tem até 16 anos, considerado absolutamente incapaz por lei, se o pedido de benefício não for feito em até 180 dias após a morte o segurado, os valores retroativos a receber serão menores. Se passar desse prazo, os atrasados serão pagos desde a data da solicitação. Caso peça o benefício dentro dos 180 dias, o menor recebe os valores desde a data da morte.
“Muita gente vai perder, principalmente o menor em grau de vulnerabilidade social que não tem um tutor”, afirma Roberto de Carvalho Santos, presidente do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários).
Para Adriane Bramante, do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), a medida é inconstitucional. “O menor de 16 anos não tem condições de responder ou buscar pelos seus direitos. É absolutamente incapaz civilmente”, explica.
Outro ponto apontado por eles é a necessidade de documentos contemporâneos que comprovem a união estável de quem não é casado no cartório. “O decreto 3.048 já exigia o mínimo três provas documentais, mas a Justiça entendia que o decreto era ilegal. A MP muda isso”, diz.
VOTAÇÃO
A medida provisória 871 ainda será votada no Congresso para virar lei. Isso significa que as regras aplicadas a ela podem mudar.
Na opinião de Adriane Bramante, um dos pontos que deveriam ser alterados na discussão a ser feita por deputados e senadores é a regra que limita o prazo para o menor pedir a pensão por morte. Mas, enquanto a alteração não é feita, vale a nova norma.
O prazo de aprovação de uma MP é de 120 dias. Caso não seja aprovada, ela deixa de valer.
Fonte: Folha Online – 11/02/2019 e SOS Consumidor
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