Gleisi Hoffmann repercute o site Brasil 247 (sim, ele mesmo), segundo o qual o caso de Fabrício Queiroz foi escondido durante a campanha eleitoral.
Na verdade, a reportagem da Folha de S. Paulo mostra que o inquérito só cresceu depois que Flávio Bolsonaro foi eleito:
“O procedimento principal, aberto pelos promotores em 30 de julho, acumulava apenas 37 páginas até a eleição do filho do presidente Jair Bolsonaro ao Senado, em outubro. De novembro até a última terça-feira foram produzidas mais de 300, além da inclusão de um pendrive e um DVD de conteúdo ainda desconhecido.”
O Antagonista
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