A bancada da ORCRIM contra Moro | Clic Noticias



A bancada da ORCRIM já tem uma tática para melar o pacote de Sergio Moro, diz a Crusoé.
A frente de resistência, silenciosa, envolve interesses de políticos de diferentes partidos, da situação e da oposição. Tipificar o crime de caixa dois e incluir no acervo legal brasileiro a prisão em segunda instância — agora permitida pelo STF, mas ainda pendente de uma norma que trate especificamente do assunto — são medidas que mexem com muitas das excelências. Para uma parte delas, aprovar as mudanças pode ser um tiro no pé.
Ao fim e ao cabo, os que se opõem a alguma das propostas acabam se unindo para minar o conjunto. Jogam tudo no mesmo saco. Como dificilmente haverá quem tope levantar a voz publicamente contra a criminalização do caixa dois, muito provavelmente a polêmica em torno do direito dos policiais à legítima defesa servirá como trincheira para tentar melar todo o pacote.
Leia a reportagem completa aqui.
O Antagonista
Eliane Cantanhêde
Coluna do Estadão
William Waack
Fausto Macedo
José Nêumanne
Coluna do Estadão

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Banco Central mantém juros em 6,5% a.a.: como fica quem investe em Renda Fixa? | Clic Noticias



O Banco Central decidiu novamente por manter a Taxa SELIC em 6,5% a.a. e ressaltou que os riscos para a inflação são ligados à não aprovação das reformas e de piora no cenário internacional. Com a sinalização de cautela pelo Banco, há dois possíveis cenários e seus efeitos sobre a Renda Fixa.
No cenário 1, se você acredita que há boas chances de aprovar as reformas e isso ocorrer, os títulos públicos prefixados se tornarão mais atrativos. Por outro lado, se você não acredita que as reformas passam, o cenário brasileiro tende a se deteriorar e, ocorrendo, você verá os títulos públicos pós-fixados serem mais atrativos. Leandro Ruschel comenta esses efeitos para a Liberta.
Se preferir, leia abaixo a transcrição do vídeo:
Tivemos há pouco a decisão do Comitê de Política Monetária que manteve inalteradas as taxas de juros de curto prazo em 6,5%. O mercado esperava até alguma sinalização de flexibilização dessa política monetária, mas não foi o que trouxe a decisão do texto que fala sobre a diminuição de riscos na economia global, normalização de políticas monetárias ímpares envolvidas, ou seja, o fim da alta de taxa de juros em algum desses países e o risco, de maneira mais pessimista, de desaquecimento da economia global.
No cenário interno, o COPOM fala em riscos de quebra de expectativa em relação às reformas. Ou seja, se tivermos a falha do Governo Bolsonaro em produzir tais reformas, isso poderia mudar a percepção de risco nas palavras do Banco Central, com expectativas de aumento da inflação e prêmios de riscos maiores.
É uma decisão relativamente negativa para o mercado de ações, que esperava uma sinalização de corte mais clara, então não devemos ter uma reação muito positiva do mercado em relação a isso. Na verdade, hoje, o mercado talvez já estivesse precificando essa quebra de expectativa, já que a Bolsa caiu de maneira significativa.
Fica mais clara a importância das reformas para que nós tenhamos um ambiente que permita a redução adicional da taxa de juros. O que o COPOM sinalizou é a manutenção dessas taxas — um equilíbrio na taxa de juros por mais tempo — e a surpresa positiva melhoraria no caso da queda taxa de juros, se tivermos um bom andamento das reformas. Ainda, deve-se prestar atenção no mercado internacional.
Como é que isso se traduz na movimentação de preços de títulos de dívida, especialmente dívida pública? Bom, se você tem uma expectativa de diminuição da taxa de juros, os títulos atuais,especialmente os pré fixados, irão valorizar. O contrário vai acontecer se os juros subirem, então pra quem acredita uma melhora no cenário brasileiro, a expectativa seria de compra de títulos prefixados acreditando na sua valorização. Por outro lado, se a expectativa seria de alta nas taxas de juros, a aposta seria em pós fixados. Basicamente, é isso que nós tivemos de interpretação em relação a essa decisão.
Muito obrigado e até a próxima!
Leandro Ruschel
Leandro Ruschel
Sócio-fundador do Grupo L&S, com 15 anos de experiência no mercado financeiro do Brasil, Leandro atua com trader profissional há pelo menos 5 anos no mercado de bolsas do Estados Unidos da América.
Liberta

Palocci diz que Dilma, Cardozo e Gilles sabiam de estratégia da Odebrecht para bloquear dados da Suíça | Clic Noticias



Por Claudio Dantas
Antonio Palocci contou à Polícia Federal que conversava com Marcelo Odebrecht sobre meios de impedir o avanço da Lava Jato.
Numa dessas conversas, surgiu a ideia de “impedir que dados da Suíça sobre a Odebrecht chegassem formalmente ao Brasil”.
Palocci diz que pediu a Gilles Azevedo que levasse o assunto ao então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Posteriormente, Marcelo teria lhe pedido para marcar encontro com Dilma para tratar do tema.
Ele garante que, efetivamente, avisou Gilles de Azevedo, “o qual disse que daria um
jeito de resolver o assunto”.
Segundo Palocci, Marcelo Odebrecht ligou posteriormente para Branislav Kontik informando da “ótima” reunião que teve com a presidente.
O empreiteiro acabou preso dias depois.
O Antagonista

O que o PT quer ao atacar o pacote do Moro? Dar credibilidade? | Clic Noticias

Sem um Duda Mendonça, a comunicação do PT está mesmo engraçada: acha que criticar o pacote de medidas do Moro causa algo além de riso (e explosões de comemoração)
O Partido dos Trabalhadores (RT se fez parte da sua infância) atacou o pacote de medidas anti-crime de Sérgio Moro, ministro da Justiça, que dificultou as indescritíveis benesses aos criminosos – tanto os nóias armados matando mais de 64 mil pessoas por ano (mais de meio milhão por década), quanto os criminosos de colarinho branco dos partidos que esbulharam a nação nos últimos anos, sendo o PT reconhecido como a organização criminosa que criou o maior esquema de corrupção do Ocidente (talvez perdendo para teocracias islâmicas e a Coréia do Norte).
Há um fundamento lingüístico/retórico – e não lógico, como muitos tentam analisar – no convencimento de uma sentença. Envolve o que os retóricos antigos chamam de topos, usando uma linguagem geográfica para definir os componentes do discurso – a memória funciona melhor com localização, daí termos como “lugar-comum”.
Já que a esquerda atual adora falar em “lugar de fala”, poderia acabar aprendendo (embora seja melhor que não aprenda) que seu “lugar de fala” para criticar o projeto anti-crimes de Sérgio Moro é péssimo: é o das baratas criticando o inseticida. Qualquer crítica vinda do PT acaba virando elogio.
É como uma análise negativa sobre os “abusos da polícia” vinda do Champinha. Que, aliás, foi defendido por Maria do Rosário, do PT, que o tratou como uma “criança”, e gerou a famosa discussão entre a petista e Jair Bolsonaro, que até os inteligentíssimos do PSDB usaram para atacá-lo, sem perceber que alguém que é “mal educado” contra Maria do Rosário acaba se mostrando de caráter respeitável, admirável e exatamente o que queremos para a segurança pública.
Toda a argumentação depende de topoi, incluindo justamente o seu “lugar”. Uma argumentação contra um projeto anti-corrupção vindo do PT é o maior elogio que o projeto pode ter. É como uma nota de repúdio do PCC e do Comando Vermelho a uma ação da polícia – terrível seria um elogio.
O PT, que tanto dominou o marketing político, felizmente não aprendeu a usar a linguagem para tentar uma sobrevida. Mas nem teria como: para poder falar em corrupção, sem ser para a própria militância já fanaticamente convencida, o partido precisaria… não ser corrupto.
Senso Incomum

Damares pode trazer a público as indenizações dos anistiados | Clic Noticias



Damares Alves
A ministra Damares Alves, da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, poderá tornar públicas as indenizações pagas para todos os anistiados pelo governo.
A lista dos beneficiários já foi divulgada pelo Ministério da Justiça, no entanto sem os valores.
Entre os pedidos de anistia recentes encontra-se o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), de dez mil reais mensais.
O pedido da ex-presidente foi protocolado em outubro de 2002. Entre as justificativas consta o abandono em 1969, do curso de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais por “perseguição” do regime militar. E que em 1977, ela foi forçada a pedir demissão da Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão ligado ao governo do Rio Grande do Sul.
A Lei nº 10.559 de 13 de novembro de 2002 trata do Regime do Anistiado Político.
Terça Livre

Brasileiros já pagaram R$ 300 bilhões em impostos este ano | Clic Noticias



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No ano passado, marca foi atingida três dias depois, segundo associação comercial.
Os brasileiros já pagaram R$ 300 bilhões em impostos desde o início de 2019. O valor foi atingido por volta das 8h desta quinta-feira (7), segundo cálculo do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
O valor corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições. Veja o especial “Quanto pagamos de impostos”.
Este montante foi alcançado três dias mais cedo na comparação com o ano passado, quando a marca de R$ 300 bilhões foi atingida no dia 10 de fevereiro.
Em nota, o presidente a ACSP e das Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, afirmou que este resultado é sinal de que a economia “começou um pouco mais aquecida em 2019”.
Segundo Burti, o problema é quando o crescimento da arrecadação vem do aumento de alíquotas ou da criação de novos impostos. A cifra de R$ 300 bilhões, disse ele, reforça que a causa do problema fiscal brasileiro está nos gastos, e não da receita.
Em 2018, o Impostômetro superou a marca de R$ 2,3 trilhões em impostos pagos pelos brasileiros no ano.
O Impostômetro
O impostômetro foi criado em 2005 e busca calcular o valor total de impostos, taxas, contribuições e multas que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios.
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando com tributos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.
Fonte: G1 – 07/02/2019 e SOS Consumidor

Inadimplência em colégios se mantém, apesar de inflação desacelerar em 2018 | Clic Noticias

por Maria Cristina Frias
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Taxa média foi de 8,16% no estado e 12% na capital no ano passado
A inadimplência nas escolas particulares em São Paulo ficou estável em 2018, após haver recuado no ano anterior, segundo o Sieeesp (sindicato dos colégios).
A taxa média no estado foi de 8,16% no ano passado, a mesma de 2017. Na capital, o índice também se manteve no patamar dos 12%.
“São números altos. O ideal é não ultrapassar os 5%. Caso contrário, a pressão financeira é grande, e os custos são repassados a quem paga em dia”, diz Benjamim da Silva, presidente da entidade.
A inflação dos serviços de ensino básico, porém, desacelerou no ano passado. No fundamental, foi 2,9 pontos inferior à de 2017. No médio, 3,2.
“Os reajustes têm coberto a inflação e o dissídio, mas tem havido melhora. Fechamos 2018 com 4% de atrasos e temos uma procura 20% maior neste ano por cursos extras”, afirma Marcos Valverde, do Albert Einstein.
A inadimplência sobe em meses que antecedem o recebimento da primeira parcela do 13º salário, segundo ele. Nessa época, chega a 7% no colégio
“O atraso por 30 dias aqui é de até 3,5%. A inadimplência é, de 0,5%. Débitos até três parcelas são negociados e, se passam disso, são resolvidos pelos advogados”, diz Mauro de Salles Aguiar, presidente do Bandeirantes.
“Nós também não rematriculamos quem não está em dia, em nenhuma hipótese.”
“Há alguns anos, não era uma preocupação, mas tivemos de criar uma estrutura para identificar as famílias que têm dificuldade [de pagamento] e iniciar a negociação o quanto antes”, diz Esther Carvalho, do Rio Branco.
Fonte: Folha Online – 07/02/2019 e SOS Consumidor


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