Bitcoin, Pilotagem de Drones, Jogos no Construct – Cursos Diferenciados Alfamídia | Clic Noticias



Artigos e Novidades no Site

Confira alguns destaques de cursos Alfamídia:
Bitcoin e Criptomoedas
A primeira edição deste curso de um dia, realizada no final de 2018, foi um sucesso.
As criptomoedas são o assunto do momento. Como comprar, como vender, como investir, riscos e oportunidades. Com este curso você irá conhecer mais sobre esta alternativa de investimento.
Curso de 1 dia, edição única, aula dia 12 de março, a noite.
Drones e Pilotagem
A Alfamídia está em parceria com a Dragonfly Drones ofecerendo um curso de pilotagem de Drones.
O curso é composto por 3 aulas coletivas e uma aula prática particular de pilotagem de Drones.
Próxima turma de 12 a 15 de março, a noite.
Novo curso de Jogos com Construct
Após o sucesso dos eventos e do curso de uma semana de construção de jogos com Construct, a Alfamídia está para lançar uma nova formação de jogos, totalmente voltada para Construct.
Esta nova formação, com idade mínima de 14 anos, irá trabalhar todo o processo de construção de jogos para celulares, de sua definição a publicação em uma loja online.
Reserve antecipadamente sua vaga para aproveitar a promoção de 50% de desconto para formações Alfamídia, que se encerra dia 15 de fevereiro.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (51) 3073-2100, pelo e-mail info@alfamidia.com.br  ou peça uma proposta online.

A PRESENÇA AFIRMATIVA DO PAÍS NÃO DEVE E NÃO PODE SE COMPROMETER POR POLÍTICAS DE OCASIÃO! | Clic Noticias



(Luiz Werneck Vianna – O Estado de S.Paulo, 03) Tempos sombrios os que vivemos, as portas do inferno se abrem diante do nosso olhar descuidado para os perigos a que estamos expostos com uma guerra civil rondando nossa vizinha Venezuela. A dualidade de poder, como registram os clássicos da teoria política, dificilmente suporta situações de equilíbrio e tende a desatar conflitos em que um dos polos envolvidos procura eliminar o seu rival, ou por uma solução de guerra civil, ou induzindo a erosão completa das suas bases de sustentação, favorecendo, no melhor dos casos, a intervenção da política em favor dos setores sociais que se demonstrarem hegemônicos.
O caso venezuelano, em que um grupo opositor ao governo consagrou nas ruas um presidente da República, negando legitimidade ao que está no exercício do poder, conhece a particularidade de que o poder rejeitado de Nicolás Maduro por movimentos sociais e vários partidos políticos em grandes manifestações conta com o apoio de instituições estatais, fundamentalmente do aparato militar, até então coeso na defesa do atual governo. Das duas, uma: ou a oposição – hoje amparada por governos poderosos da região, como, entre outros, o americano, o brasileiro, o argentino, e até de países poderosos europeus, num revival dos tempos coloniais – tem sucesso em abalar de tal forma o governo Maduro que o leve à renúncia; ou, alternativamente, apela ao recurso de uma intervenção armada dos seus aliados internacionais, entre os quais o Brasil, a fim de resolver suas questões internas.
Na hipótese de o governo brasileiro optar pela via tresloucada da intervenção militar, diante de uma cerrada defesa militar da Venezuela do seu governo e seu território, vai para a lata do lixo uma tradição centenária da nossa política externa, inaugurada pelo barão do Rio Branco – não por acaso, nome de avenidas urbanas nas principais capitais do País –, de conduzir as relações internacionais em paz, por meio de soluções negociadas, empenhada historicamente, nas palavras de Rubens Ricupero em seu monumental A Diplomacia na Construção do Brasil, em ver nosso país “reconhecido como força construtiva de moderação e equilíbrio a serviço da criação de um sistema internacional mais democrático e igualitário, mais equilibrado e pacífico” (Versal, 2017, página 31).
Tradições nacionais enraizadas como as da nossa política externa não se deixam cancelar por atos de vontade, elas conformam a nossa segunda pele, embora estejam em risco sob a condução do atual chanceler, que pretende conduzi-la com o espírito de cruzada do que entende, por questões metafísicas, ser uma luta do bem contra o mal. Não se pode afastar a possibilidade de que nuestra America, este extremo Ocidente, nas palavras do cientista político francês Alain Rouquié, seja arrastada, à falta da presença de paz e de uma política de negociação nos conflitos da região que o Brasil sempre representou, seja deslocada para o Oriente político por políticas desastradas que nos conduzam à guerra.
Nesse caso infeliz, a ressurgência da guerra fria dos anos 1950, já em curso, encontraria seu novo ponto quente na América Latina, como se faz indicar na forte contraposição entre Estados Unidos, Rússia e China e seus aliados sobre a questão da Venezuela.
A entrada em cena de países europeus, como Espanha, Alemanha, Reino Unido, França e Portugal, ao apresentarem um ultimato ao governo de Maduro para que convoque novas eleições presidenciais no prazo de oito dias, sob pena de reconhecerem o governo do seu opositor Juan Guaidó, dramatiza ainda mais o conflito venezuelano, que assim escala definitivamente da dimensão regional para a mundial. Ignorado esse ultimato, uma guerra civil com participação de forças externas pode escapar de cálculos de gabinete para se tornar possível.
Uma vez que ainda estamos no terreno das especulações, digamos que Nicolás Maduro queira emular – e tenha estofo pessoal para tanto – o destino trágico de Salvador Allende, e, se for o caso, defender seu governo de armas na mão, vindo a ser eliminado fisicamente. Sua remoção do governo, distante de uma operação de precisão cirúrgica, pode precipitar uma guerra civil com evidente potencial para se expandir ao longo das suas fronteiras nacionais, entre as quais a brasileira.
Essa possibilidade terrificante, que não é de laboratório, ainda pode ser afastada com o pronto retorno da política externa brasileira ao seu leito historicamente comprovado pela experiência acumulada dos seus estadistas. Se as palavras ainda valem, o fato de a advertência de que devemos ser fiéis às nossas tradições de não intervenção na política dos países vizinhos ter vindo do vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão, e não dos próceres da nossa política externa, acende um ponto de luz a ser estimulado.
Quando vista comparativamente no cenário do subcontinente, a formação do nosso Estado e da sua política é a mais robusta confirmação do gênio político dos próceres que estabeleceram seus fundamentos. O caudilhismo, tão presente na política dos nossos vizinhos, não encontrou aqui lugar propício e, sobretudo, realizamos a obra-prima da unidade territorial, ao contrário da balcanização dos países hispano-americanos. Soubemos ainda preservar as instituições políticas comprometidas com os ideais civilizatórios declarados pela nossa primeira Constituição, sob inspiração do estadista José Bonifácio.
Com essas credenciais fomos reconhecidos como capazes de mediação nos conflitos regionais, com ênfase nas negociações políticas em favor de soluções pacíficas. A presença afirmativa do Brasil, garante de equilíbrio no subcontinente, não deve e não pode se comprometer por políticas de ocasião que transfiram sua soberania a potências externas a nós, sejam quais forem, em suas disputas geopolíticas e econômicas. Para ficar com palavras da moda, o Brasil acima de tudo.
Ex-Blog do Cesar Maia

O medo de Lula | Clic Noticias



O medo de Lula é ser trancado numa penitenciária.
Diz a Folha de S. Paulo:
“A possibilidade de que Lula seja transferido para o sistema prisional do Paraná depois da segunda condenação criminal assustou pessoas ligadas ao petista.”
O Antagonista
A última esperança lulista

Maduro recebeu propina da Odebrecht depois de liberar obras | Clic Noticias



A Odebrecht pagou propina a Nicolás Maduro imediatamente depois que o governo venezuelano liberou verbas para suas obras.
O inquérito contra o ditador, obtido pelo Estadão, cita alguns exemplos:
“Em 17 de setembro de 2014, o ministro de Obras, Haiman El Troudi, solicitou novos recursos ao presidente. O pedido era que 106 milhões de dólares fossem ‘reorientados’ para o projeto do metrô, conhecido como Linha Guarenas, uma obra da Odebrecht. Maduro aprovou a liberação.
No dia seguinte, 18 de setembro de 2014, um primeiro pagamento de 600 mil dólares foi realizado. O depósito foi feito pela Cresswell, empresa de fachada usada pela Odebrecht com contas na Suíça. O dinheiro foi enviado para um banco em Dubai. Os beneficiários, segundo as investigações, seriam operadores do regime chavista (…).
Em 26 de janeiro de 2015, foram solicitados a Maduro mais 616 milhões de dólares e 268 milhões de euros para que os repasses fossem feitos para a empresa brasileira. Uma vez mais, entre as obras beneficiadas, estava a Linha Guarenas. O presidente aprovou o novo aporte e disse que o dinheiro deveria vir de um ‘fundo chinês’.
Em 12 de fevereiro de 2015, a Odebrecht voltaria a fazer um pagamento no exterior ligado à Linha Guarenas. Uma transferência de 5 milhões de dólares seria realizada pela Cresswell, entre Viena e uma conta no Panamá.”
O Antagonista

Aspirador de Pó e Água Electrolux 1200W – Acqua Power AQP20 110V | Clic Noticias



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Aproveite a oportunidade de tornar sua limpeza muito mais simples e prática. Esse aparelho traz barril com capacidade para 10 litros e aspira sólidos e líquidos, perfeito para realizar uma limpeza completa. Limpe os cantos mais difíceis com um raio de ação maior: 6,2 metros de alcance (3,5 metros cabo elétrico) e bocal para cantos e frestas, projetado para aspirar locais de difícil acesso. Ainda vem com bocal para pisos, próprio para usar em carpetes, tapetes e pisos frios. Os tubos prolongadores servem para aumentar o alcance do aspirador em pisos, tetos e cortinas.

A primeira reforma ministerial de Bolsonaro | Clic Noticias

A primeira reforma ministerial do governo Jair Bolsonaro deve ocorrer ao fim dos 100 dias, após análise do cumprimento das metas de cada pasta.
O Antagonista

Lula Lá (na Papuda) | Clic Noticias



Publicado em 6 de abr de 2018
Esta é uma peça de humor. A música que originou essa paródia chama-se “Brilha uma Estrela” e é de autoria de Hilton Acioli. O autor ou sua família não têm nenhuma relação com a letra da paródia que foi feita por Filipe Trielli. Os autores da paródia se isentam de qualquer remuneração sobre os direitos autorais da mesma.
Ouça a original aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=jSOVy…
Lula lá
Passa o tempo e tanta gente a trabalhar
Como escravo pra você poder roubar
E agora o que eu quero é celebrar
Sem medo de ser feliz
Quero ver chegar
Lula lá, vai pra sua cela
Lula lá, não vai ter fiança
Lula lá, depois da lambança
A alegria de te encarcerar
Lula lá, vai pra trás das grades
Lula lá, com toda a certeza o PT
Não vai ter mais voto
A Jararaca vai ver estrela
Lula lá, leva o Aécio junto
Lula lá, valeu a espera
Lula lá, vai ser feriado
Cê vai ver o sol vai nascer quadrado

Sim, Lula vai passar seus últimos dias na cadeia | Clic Noticias

Além da sentença da juíza Gabriela Hardt, há um novo problema para a esquerda brasileira: ter de lidar com o fator óbvio de que Lula passará o fim de sua vida na cadeia

A juíza Gabriela Hardt condenou o ex-presidente Lula a mais 12 anos e 11 meses de prisão pelas robustas provas do sítio de Atibaia, que Lula recebeu como propina em troca de contratos. Lula agora terá de passar 24 anos na cadeia, e ainda há pelo menos mais 3 processos a serem julgados em breve. Todos nós já podemos presumir o resultado.
O sítio possuía pedalinhos com os nomes dos netos de Lula (!), além de até meias nas gavetas com os nomes dos membros da família. Se o triplex do Guarujá já abundava em provas, o sítio do Guarujá é um oceano de provas tão grande que é impossível não perceber quem é seu dono oculto (e por que ocultou o patrimônio).
A esquerda, que jura que “estudou História” por reproduzir meia dúzia de clichês pós-colonialistas e vitimistas de luta de classes, vai ter de lidar agora com uma nova e dura realidade: Lula, a não ser que viva muito, tem toda a chance de viver na cadeia até o fim dos seus dias, com um provável pedido de comiseração quando estiver nas últimas, para ser mandado para casa.
Isto, naturalmente, se a esquerda não voltar ao poder nesse meio tempo e der um golpe. Porque, no momento, apenas a velhice tira Lula da cadeia.
Mas mesmo que Lula não passe até os últimos de seus dias na cadeia, a narrativa da esquerda, que sempre dependeu de uma falsificação plataforma e dualista da história, fica seriamente abalada. Tudo seria diferença se Lula fosse um “nosso Mandela“, carregado para fora da cadeia pelo povo. Mas, a se ver o “acampamento” em Curitiba de petistas que não agüentaram uma chuva na fria capital paranaense, o resultado é que o PT seja lembrado como um malufismo mais duradouro, e o partido, em pouco mais de uma década, vire um PSOL em número de votos.
Tudo indica mesmo que a narrativa (e quase toda a visão histórica brasileira foi construída pela narrativa do PT) tenha um final borocochô. Estará mais para o final de vida dos traficantes, grandes chefes do crime, que ganham um direito a morrer em casa, do que para o grande líder do povo (que votou em massa em Bolsonaro logo depois de não precisar mais ter de agüentar os tucanos).
Lula, no clichê tão repetido por Trotsky, não irá acompanhar a história. Será ignorado por ela. E terá o mesmo fim da triste (para o espectador) figura de Maluf andando de bengala até o camburão da Polícia Federal. Ainda que consiga, pelas tergiversões da lei brasileira, não ter seu último suspiro em sua cela em Curitiba.
A esquerda não terá como passar maior vergonha desde seu silêncio sobre a instauração de uma ditadura do proletariado na década de 60.
A “vanguarda revolucionária” já teve orgulho de dizer que seus heróis morreram de overdose. É um pouco mais vergonhoso admitir que estão mofando na cadeia por corrupção generalizada.


Senso Incomum

Davi Acolumbre pede investigação de fraude na eleição do Senado | Clic Noticias



José Maranhão 2
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), pediu hoje (6/2) a apuração da fraude na eleição da Mesa Diretora que aconteceu no último sábado (2/2) em Brasília. O pedido foi feito ao corregedor da Casa, senador Roberto Rocha (PSDB).
Na eleição haviam 81 senadores, mas 82 votos foram encontrados na urna. Além disto duas cédulas estavam fora do envelope.
A fraude anulou a primeira votação. Alcolumbre foi eleito na segunda disputa.
A eleição da Mesa Diretora do Senado durou mais de cinco horas.
* Com informações da Agência Senado
Terça Livre

Saques em poupança superam depósitos em R$ 11,232 bilhões em janeiro | Clic Noticias



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O montante é o segundo maior da história para o mês de janeiro
Rio – Para fazer frente às despesas do início de ano, os brasileiros sacaram R$ 11,232 bilhões líquidos da caderneta de poupança em janeiro, informou o Banco Central. O montante é o segundo maior da história para o mês de janeiro, perdendo apenas para os R$ 12,032 bilhões sacados em janeiro de 2016. A série histórica do BC começou em janeiro de 1995.
Os saques líquidos registrados no mês passado refletem, em grande parte, a necessidade de recursos para pagar despesas como IPTU, IPVA, matrículas e materiais escolares. Janeiro já é, tradicionalmente, um mês em que as famílias retiram recursos da caderneta, sendo que muitas vezes a origem do dinheiro é o 13º terceiro salário pago em dezembro.
A diferença é que os R$ 11,232 bilhões líquidos retirados da caderneta em janeiro deste ano é mais que o dobro do montante registrado em janeiro de 2018 (R$ 5,201 bilhões). Foram R$ 205,905 bilhões em saques no mês passado, contra R$ 194,673 bilhões em depósitos.
Considerando os rendimentos de R$ 2,940 bilhões na poupança em janeiro, o saldo global da caderneta chegou aos R$ 788,989 bilhões. No fim de 2018, este saldo estava em R$ 797,281 bilhões
Recuperação
Em função da crise econômica, a caderneta registrou saídas líquidas em 2015 e 2016, mas iniciou um processo de recuperação no ano seguinte. Em 2018, em meio à relativa retomada do emprego e da renda, a poupança fechou o ano com captação líquida de R$ 38,260 bilhões.
Esta procura maior pela poupança no ano passado ocorreu apesar de a rentabilidade ser, atualmente, inferior ao visto em anos anteriores. Hoje a poupança é remunerada pela taxa referencial (TR), que está próxima de zero, mais 70% da Selic (a taxa básica de juros da economia). A Selic, por sua vez, está em 6,50% ao ano desde março de 2018. Na noite desta quarta-feira, o BC anunciará o novo patamar da Selic, mas a tendência é de que a taxa não mude.
Esta regra de remuneração da poupança vale sempre que a Selic estiver abaixo dos 8,50% ao ano. Quando estiver acima disso, a poupança é atualizada pela TR mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Esta remuneração, mais elevada, deixou de valer em setembro de 2017, quando a Selic passou para abaixo do nível de 8,50%.
Brasil
Apesar dos resultados positivos da caderneta nos dois últimos anos, os brasileiros ainda não têm o hábito de guardar dinheiro. Dados do Banco Mundial mostram que, em 2017, apenas 32% dos brasileiros com mais de 15 anos de idade guardaram alguma quantia de dinheiro – seja na caderneta, seja em qualquer outra aplicação financeira. A média global é de 48% e nos países de alta renda o porcentual é de 73%.
Fonte: O Dia Online – 06/02/2019 e SOS Consumidor