Rio Grande do Sul terá chuva e chance de vendaval nesta sexta-feira | Clic Noticias



Tempo instável aumenta risco de alagamentos e transbordamentos de rios
Porto Alegre terá mais um dia de tempo instável nesta sexta | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória
Porto Alegre terá mais um dia de tempo instável nesta sexta | Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória
A sexta-feira será de chuva em todo o Rio Grande do Sul. Em alguns pontos, porém, a chance de vendaval em razão do aprofundamento da pressão atmosférica é grande. De acordo com a MetSul Meteorologia, os maiores acumulados devem se concentrar em cidades da Metade Sul.
Com isso, há risco para transbordamentos de rios e alagamentos devido ao solo encharcado. O vento deve se intensificar com chance de fortes rajadas acima de 80 km/h , sobretudo no Sul e Leste gaúcho. No litoral os ventos podem chegar aos 100 km/h.
Em Porto Alegre, a previsão é de mais chuva nesta sexta-feira. Contudo, ainda há chance para aberturas de sol. Na Capital, as marcas ficam entre 23°C e 32°C.
Mínima e Máxima
Rio Grande 18°C | 21°C
Pelotas 20°C | 23°C
Alegrete 18°C | 24°C
Capão da Canoa 22°C | 28°C
Torres 23°C | 29°C
Passo Fundo 21°C | 30°C
Erechim 22°C | 31°C
São Miguel 23°C | 34°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

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    Vazamento expõe senhas de 21 milhões e 772 milhões de e-mails | Clic Noticias



    hackers
    Foto: Philippe Huguen / AFP / CP
    Quase 773 milhões de e-mails e mais de 21 milhões de senhas foram expostas recentemente em um fórum de hackers, de acordo com informações publicadas pelo site da revista norte-americana Wired.
    A pasta com os arquivos vazados abrigava mais de 12 mil arquivos pesavam, juntos, mais de 87 gigabytes.
    O vazamento foi revelado pela primeira vez pelo pesquisador de segurança Troy Hunt, que mantém uma ferramenta para pesquisar se teve o próprio e-mail ou senha comprometidos por uma violação.
    De acordo com a publicação, o caso é considerado “muito sério” porque incluir informações confidenciais, como números de cartão de crédito e da Previdência Social.
    As listas de dados coletados pelos hackers parecem ter sido utilizadas para os chamados ataques de preenchimento de credenciais, processos que atacam principalmente internautas que reutilizam senhas em toda a web.
    Para saber se você teve seus dados vazados, basta acessar a ferramenta de Hunt e adicionar seu endereço de e-mail. Se aparecer a mensagem “Oh no — pwned”, significa que você teve os dados vazados.
    Fonte: R7

    Jornal com Tecnologia do Correio do Povo

    Sobre o consórcio–www.sbconsorcios.com.br | Clic Noticias



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    Atuamos no mercado de investimento e aquisição de bens móveis e imóveis, através de cartas de crédito da administradora HS Consórcios, uma empresa do Grupo Herval.
    Somos uma empresa que cresce a cada dia, oferecendo experiência e as melhores opções em créditos de consórcios, para aquisição de veículos ou caminhões nacionais e importados, usados ou 0Km, e também imóveis, reforma ou construção. Oferecemos todo o esforço necessário para auxiliá-lo na compra de seu consórcio, através de profissionais especializados que lhe proporcionará um atendimento personalizado com eficiência e comodidade, tendo sempre como abjetivo maior a completa satisfação de seus clientes, conquistando assim fortes laços de amizade.
    Possuímos enfim todas as facilidades aos nossos clientes, dando assim a oportunidade de realizar seu sonho. Venha conhecer o nosso escritório e confira a qualidade dos nossos serviços, porque aqui você e sempre bem vindo. Tudo o que só uma empresa de tradição pode garantir.
    O Setor de consórcios é hoje um dos que mais cresce no país, graças a sua idoneidade, segurança, praticidade, facilidade e sobre tudo solidez. Com o passar dos anos, as formas e os moldes do consórcios foram se alterando na medida em que o mercado exigia, sempre respeitando seu princípio básico, a satisfação dos consorciados. Hoje a SB Consórciosem parceria com a HS Consórcios considera todos esses fatores para melhor atender e servir com qualidade, satisfazendo plenamente seus clientes.
    Veja o site da empresa: https://sbconsorcios.com.br/

    Fux: se não tomasse decisão sobre pedido de Flávio Bolsonaro, provas poderiam ser anuladas | Clic Noticias

    Ministro Luiz Fux, do STF, mandou suspender a investigação das movimentações bancárias de Fabrício Queiroz, ex-motorista do deputado estadual, e senador eleito, Flávio Bolsonaro: https://tinyurl.com/y9pvo7ej#GloboNews
    G1.GLOBO.COM

    Segundo a acusação, eles receberam propina da Odebrecht em troca de contratos de obras e benefícios fiscais: https://tinyurl.com/y8bx3bfh#GloboNews
    Sobre este site
    G1.GLOBO.COM

    Mulheres dizem que foram abusadas pelo médico Augusto César Barretto Filho, em Presidente Prudente, no interior de São Paulo: https://tinyurl.com/ybs3kaaf #GloboNews
    Sobre este site
    G1.GLOBO.COM

    Luana Piovani afirma que já sofreu assédio de diretor da Globo | Clic Noticias

    Luana relembrou as duas situações em que se sentiu assediada. A primeira foi quando tinha 18 anos, em São Paulo

    Por Estadão Conteúdo
    Luana Piovani
    Luana Piovani (Luana Piovani/YouTube/Reprodução)
    A atriz Luana Piovani contou em um vídeo publicado em seu canal de YouTube nesta quarta-feira, 16, que foi assediada por diretor da Globo na época em que trabalhava na emissora.
    Luana relembrou as duas situações em que se sentiu assediada. A primeira quando tinha 18 anos, em São Paulo, e um produtor de teatro, após um jantar, teria tentado beijá-la após uma carona.
    “A segunda vez foi na Globo. Tava na sala de um diretor. Tinha outras pessoas comigo, outras atrizes. Ele olhou pra mim e falou ‘Luana’, bateu assim na perna [Luana gesticula batendo em sua perna, como se chamasse alguém para sentar em seu colo].”
    “Levei na brincadeira, porque também, ele tentou e eu fiz uma brincadeira com ele, pra ele se colocar mais no lugar dele e só. Mas não me senti mal, desrespeitada, pensei ‘ah, meu Deus, será que pode acontecer alguma coisa comigo?’.”
    Luana não revelou o nome do diretor, que não está mais na emissora: “F***. A novela foi um fracasso. O cara já morreu e eu tô aqui.”
    Assédio
    Luana também deu sua opinião sobre como enxerga o machismo e situações relacionadas à questão: “Acho um certo exagero o que tá rolando em relação a assédio. Inclusive, eu, se fosse homem, ia tá com medo de conversar com mulher.”
    “Não sou alguém que me incomodo muito com assédio, desde que não me toque. Inclusive, se a pessoa demorasse muito a entender, eu ia mesmo e assediava, nunca vi isso como problema.”
    “Acho que cada um é seu próprio julgador. Eu, por exemplo, não me sinto mal se alguém me assedia na rua. Tem muita gente que não gosta, se sente mal. É muito importante que as meninas falem, façam esse movimento, que isso tudo continue, porque elas vivem nesse ambiente machista e homem é folgado pra c***”, ressalta.
    “É óbvio que roupa não é convite pra p*** nenhuma, que o meu corpo é meu, as regras quem dita sou eu, apesar de ainda terem leis que achem que não, e não tem nada melhor do que a gente ter liberdade.”
    Despedida do Brasil
    Na tarde desta quarta-feira, 16, Luana Piovani também publicou suas últimas postagens no Instagram antes de se mudar em definitivo para Portugal. “Foi lindo, obrigado por tudo, Brasilzão!’, disse.




    Exame

    Sindicatos querem tirar reajuste de quem não pagar contribuição | Clic Noticias

    Direitos conquistados pelas organizações não valeriam para quem fizesse oposição ao pagamento; especialista classifica ação como inconstitucional

    Por André Romani
    Reforma Trabalhista - CLT - Emprego
    A reforma trabalhista, aprovada em 2017, retirou a obrigatoriedade de contribuição  do chamado "imposto sindical". (Reinaldo Canato/VEJA.com)
    reforma trabalhista está obrigando os sindicatos a buscar alternativas de financiamento para cobrir o fim da obrigatoriedade do da contribuição sindical. Pelas novas regras, a cobrança só pode ser feita com a autorização prévia de cada trabalhador. Essa mudança reduziu em cerca de 90% as receitas das entidades com contribuição sindical, segundo levantamento de VEJA.
    Para garantir fontes de receita, algumas entidades criaram a taxa negocial e outras substituíram a contribuição sindical pela assistencial. Mesmo assim, é preciso que o trabalhador dê aval à cobrança. Alguns sindicatos ameaçam tirar dos trabalhadores que não pagarem a contribuição sindical ou assistencial os direitos conquistados nas negociações coletivas com as empresas. Ou seja, somente funcionários que recolherem a taxa teriam direito ao reajuste salarial e outros benefícios garantidos na negociação, como aumento do vale-refeição ou alimentação, por exemplo.
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    Entre as entidades que pretendem adotar essa modalidade estão o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo (SindPD) e o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. No caso do SindPD, o trabalhador que não deseja pagar a contribuição tem de assinar uma carta informando estar ciente de que renuncia aos direitos conquistados em negociações coletivas de trabalho.
    Em nota publicada em seu site, o SindPD informa que a renúncia aos direitos ficou definida em assembleia realizada no fim de 2018 e que a decisão entrou em vigor em janeiro de 2019.
    O SindPD utiliza ainda a decisão da procuradora do Trabalho Juliana Roselon de arquivar uma denúncia contra a entidade para afirmar que a a aplicação de regras diferentes para quem recolhe ou não a contribuição é legítima. “Considera-se ser questão de justiça e equidade que apenas tenha direito aos serviços assistenciais prestados pelo sindicato quem contribui para sua manutenção; do contrário, haveria completo desestímulo ao pagamento da contribuição pelos trabalhadores ou mesmo exigência de serviços do sindicato sem a suficiente contrapartida”, afirma.
    Para a procuradora, “não há espaço para intervenção repressiva do Ministério Público do Trabalho capaz de aprofundar ainda mais a iminente ruína dos sindicatos”.
    Reportagem de VEJA mostrou no ano passado que algumas entidades estão em situação de penúria após o fim da contribuição sindical. Para fazer caixa, os sindicatos estão demitindo e vendendo imóveis, caso do próprio Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Procurado, o sindicato não se manifestou sobre a não aplicação das conquistas aos trabalhadores que não pagarem a taxa.
    A diferenciação de trabalhadores pelo pagamento ou não da contribuição sindical gera divergências. João Hilário Valentim, coordenador nacional de Promoção da Liberdade Sindical da Procuradoria Regional do Trabalho, diz que “o instrumento normativo, seja a convenção coletiva ou o acordo coletivo, vale para todos os trabalhadores e as empresas são obrigadas a respeitá-los.”
    Para o advogado trabalhista Alan Balaban, esse tipo de diferenciação é inconstitucional. “Eles não podem exigir uma contribuição daquilo que a lei fala que é facultativo e que o reajuste econômico só vai ser dado a quem contribuir. A legislação não faz esse tipo de segregação. Não sou obrigado a contribuir, mas as negociações valem para toda a categoria”, explica.
    Luis Fernando Riskalla, sócio do escritório Leite, Tosto e Barros Advogados, também vê ilegalidade nessa ação do sindicato. “Ainda que um trabalhador assine esse documento, empresários devem adotar os reajustes para todos os empregados indiscriminadamente. Isso evita que sejam questionados futuramente com relação à equiparação salarial, isonomia salarial, discriminação e assim por diante”, alerta.
    Segundo ele, o empresário vai ter que tomar muito cuidado a partir de agora para não ceder essa pressão dos sindicatos.
     Modelo de carta do SindPD
    Modelo de carta do SindPD (//Reprodução)


    Veja

    Pressão das redes sociais faz MDB trabalhar pela desistência de Renan na disputa no Senado | Clic Noticias



    Nem mesmo o partido de Renan Calheiros aceita por completo a sua candidatura para a Presidência do Senado, e essa parcela do MDB, crescente e descontente, sabe que uma possível vitória de Renan seria uma uma derrota imensa para o partido, que já saiu enfraquecido nas eleições de 2018. O partido, agora sem seus caciques da velha política, como Romero Jucá, Edison Lobão e Eunício Oliveira, luta para reverter a derrota sofrida nas urnas e busca meios de entrar em consonância com a opinião popular. E o mesmo Jucá, que se declara aliado de Renan, já afirmou que está disposto a buscar por candidaturas alternativas, caso Calheiros não consiga vencer as resistências ao seu nome. E agora, a movimentação para que Renan desista atingiu níveis bastante altos. Seguem abaixo os relatos de dois senadores do MDB: “Essa movimentação existe e tem se intensificado. Havia, digamos assim, um certo entusiasmo em relação à candidatura do Renan, mas hoje há um certo medo de ele trazer desgaste para a presidência e, consequentemente, para o partido”. “O MDB, muito inteligente que é, não vai querer perder a presidência e se desgastar mais com o restante da Casa. Acho que Renan nem chegará a ser confirmado como candidato”. Se a cúpula do MDB for realmente inteligente, essa briga com a população não será comprada, e Renan deverá ser escanteado. Informação dO Antagonista.

    República de Curitiba

    PF VAI PRIORIZAR RENAN | Clic Noticias



    Resultado de imagem para Renan Calheiros
    O Antagonista apurou que o Grupo de Inquéritos do STF (GINQ) vai priorizar as investigações de Renan Calheiros, alvo de 14 procedimentos em aberto.
    O objetivo é evitar o que ocorreu no ano passado, quando vários inquéritos foram arquivados pelo Supremo por não apresentarem avanços.
    Diligências deixaram de ser cumpridas por falta de pessoal, problema que está sendo resolvido pelo novo comando da Polícia Federal.

    O Antagonista

    Renan, não! | Clic Noticias



    PERCIVAL PUGGINA

    Só um profundo respeito aos leitores, à democracia e à manifestação da vontade popular expressa no silêncio da urna – seja qual urna for – impede que este artigo inicie com impropérios. Confesso: vontade não faltou. Enfim, Renan Calheiros voltou ao Senado da República e, tão logo renovou o mandato, iniciou campanha para retomar a presidência da Casa.
    Reeleito senador, Renan é problema alagoano; eleito presidente do Senado passa a ser problema nacional. Sua eleição ao posto entraria em profunda contradição com o desejo de desinfecção, de saneamento básico, de separação de material orgânico que o povo brasileiro manifestou nas eleições de outubro, e arma poderosa a serviço dos piores interesses que conspiram contra o novo governo.
    Não sei quem foi o criador da expressão “extrema imprensa”, mas ela é perfeita para designar o coletivo dos meios de comunicação que operam como dedos das mãos e mãos dos braços da esquerda na imprensa nacional. Dado que para ela quem não é de esquerda é de extrema direita, parece adequado designá-la pelo nome de extrema imprensa. Dê, então, uma vasculhada no que tem sido dito pela extrema imprensa a propósito das pretensões do senador Renan. Veja se qualquer desses veículos apresentou algo sobre os 14 inquéritos a que responde o cidadão aspirante ao comando da Câmara Alta. Basta-lhe virar réu em qualquer deles para que, se eleito, volte a ser um presidente do Senado excluído da linha sucessória da presidência da República.
    Beira ao escandaloso o fato de que sucessivas eleições e reeleições de Renan Calheiros para exercer o mesmo posto tenham dependido do sigilo do voto de seus colegas senadores, o que aponta o caráter obscuro dessas motivações. É uma espécie de voto inconfessável. Fica chato, pega mal, votar em Renan Calheiros. Sobre tudo cai o silêncio da extrema imprensa, mais preocupada com as visões de uma criança abusada, com a promoção de um funcionário de carreira do Banco do Brasil e temas dessa magnitude institucional.
    Parece óbvio que se a extrema imprensa ainda mantivesse o controle do direito de opinião, se a sociedade só ficasse sabendo o que ela escolhe divulgar e só pudesse ouvir as opiniões por ela emitidas, o resultado eleitoral nacional de outubro último teria sido bem diferente. A renovação da cena política brasileira foi possibilitada pelos smartphones e pelas redes sociais, que democratizaram o direito de opinião e deram voz ao povo.
    A situação se repete. Se tudo ficar como está, com o noticiário comandado pela mídia extrema, interessada em criar todos os problemas imagináveis ao governo, são grandes as possibilidades de que o senador alagoano presida o Senado pelos próximos dois anos. Somente uma intensa mobilização, ao longo das próximas três semanas, através das redes sociais, poderá evitar a eleição de Renan, constrangendo seus pares a tomarem juízo e vergonha.  #RenanNão
    Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.
    Diário do Poder

    Você deixaria seu filho brincar na casa da Rita Lisauskas? | Clic Noticias

    A colunista sobre maternidade (!) do Estadão acha perigoso crianças brincando em casas que têm armas. Mas a mesma Rita Lisauskas acha inofensivo ver crianças alisando homens nus
    Flavio Morgenstern 16/01/2019
    Rita Lisauskas tem uma coluna no Estadão sobre maternidade. Lá você poderá ver posts como “Minha filha não é princesa, meu filho não é príncipe”, estampado com a imagem de uma menininha vestida de princesa mostrando o dedo médio, indicando um matrimonial “vai tomar no meio do olho do cu”, “Sexualidade é assunto para ser conversado desde a infância, garante psicólogo” (sempre tem um “especialista” pra nos garantir que precisamos virar o Jean Wyllys cada vez mais cedo, e quem percebe o macete é teórico da conspiração) e “A ‘ideologia de gênero’ é como a ‘loira do banheiro’: só existe na ficção”, que curiosamente é refutado pelo próprio artigo dos papos de sexo pra crianças logo atrás.
    Ah, tudo isso na primeira página. Parece até patrocinada por algum consultório de psiquiatria especializado em suicídio infantil, mas certamente é o que ela pensa de verdade. O que é muito pior.
    O artigo mais recente de Rita Lisauskas é intitulado “Você deixaria seu filho brincar na casa do vizinho, sabendo que o pai dele possui uma arma?”, seguido do headline “É a pergunta que não quer calar”. Para quem viveu na periferia e tinha sempre um amiguinho filho de policial, a resposta é óbvia (talvez não do condomínio fechado, cheio de seguranças e no qual só se entra com carros blindados até a medula como é o padrão de jornalistas desarmamentistas).
    Mas provavelmente nossos filhos não precisarão ir até a casa do vizinho para conhecer armas: muito mais importante do que um cofre, qualquer especialista em segurança sabe, é educar os filhos sobre armas. Se podem entender sobre sexo, qual o problema de entender que um revólver mata? Eu sabia disso anos antes de entender o que é sexo oral ou como realizar um carrinho-de-mão-agachado. De quebra, ainda evitaremos os filhos de Rita Lisauskas na nossa casa.
    Ah, Rita Lisauskas, a super-mãe com livro sobre maternidade lacradora, a colunista do Estadão, rádio Eldorado e revista Crescer (!) defendeu, logicamente, as exposições do Queermuseu e do peladão do MAM, postando a foto e comentando ironicamente: “Meu Deus! Um homem! Um pinto! Que horror.”
    Rita Lisauskas pinto
    Por alguma razão misteriosa, Rita Lisauskas apagou o tweet posteriormente. Ué? Sexualidade não é pra discutir desde a infância? A pergunta que não quer calar, na verdade, é: você deixaria seu filho brincar na casa do vizinho, se você descobrir que o vizinho é a Rita Lisauskas? Afinal, ao invés de ter uma arma para proteger a família de bandidos, a criança pode ser exposta a um pinto alguma hora.
    Agora repita comigo: “ideologia de gênero, gramscismo, marxismo cultural etc não existem, são apenas teorias da conspiração de terraplanistas de extrema-direita”. Repita 200 vezes por dia até acreditar.

    Senso Incomum