Balança comercial do agronegócio atinge US$ 8,17 bilhões em junho

Exportações tiveram queda de 0,7% no semestre em relação a 2017

Exportações tiveram queda de 0,7% no semestre em relação a 2017 | Foto: CP Memória

Exportações tiveram queda de 0,7% no semestre em relação a 2017 | Foto: CP Memória

O saldo da balança comercial do agronegócio em junho foi de US$ 8,17 bilhões, segundo divulgou nesta sexta-feira  a Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O resultado das exportações do setor alcançaram US$ 9,21 bilhões, recuando 0,7% em relação aos US$ 9,27 bilhões alcançados em junho do ano passado.

Além da soja, com participação de 53,5% das exportações do setor em junho, os outros quatro principais segmentos foram: produtos florestais (14,4%), carnes (8,3%), complexo sucroalcooleiro (7%) e café (3,9%). Em conjunto, as vendas externas dos cinco setores apresentaram participação de 87% do total exportado pelo agronegócio brasileiro em junho de 2018.

O continente asiático, com destaque para a China, foi o principal destino das exportações em junho, mantendo o resultado dos últimos 12 meses. O segundo principal mercado de destino das exportações do agronegócio brasileiro em junho foi a União Europeia, com incremento das vendas, principalmente, de farelo de soja (+US$ 94,70 milhões), celulose (+US$ 60,36 milhões), suco de laranja (+US$ 35,40 milhões) e café verde (+US$ 17,64 milhões).

O boletim da Balança Comercial do Agronegócio destaca cenário favorável para as vendas externas do complexo soja (grãos, farelo e óleo), com base no último levantamento da safra 2017/2018 realizado pela Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), que estima que a produção de soja alcançará 119 milhões de toneladas, em alta de 4,2% sobre a safra anterior.

A Conab também estima que a exportação total brasileira para este ano atinja 72 milhões de toneladas de soja, o que superaria em 5,6% o volume do período anterior. No primeiro semestre, o Brasil já embarcou 46,27 milhões de toneladas do grão, gerando receita de US$ 18,43 bilhões. Os aumentos frente ao mesmo período de 2017 foram de 5,2% em quantidade e de 10,6% no valor exportado, resultado da elevação do preço médio em 5,1%, que proporcionou registros de novos recordes de valor e quantidade.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Assista:


O Antagonista


Ecobarreira do Arroio Dilúvio conta agora com um "lixômetro"

Painel em LED vai exibir todos os dias a quantidade de lixo recolhido

Painel em LED vai exibir todos os dias a quantidade de lixo recolhido | Foto: Guilherme Testa

Painel em LED vai exibir todos os dias a quantidade de lixo recolhido | Foto: Guilherme Testa

A Ecobarreira do Arroio Dilúvio, na avenida Ipiranga, no bairro Praia de Belas, em Porto Alegre, conta a partir de agora com um "lixômetro". Em um painel de LED, serão exibidos todos os dias quantas toneladas de resíduos foram recolhidos e mensagens de educação ambiental. A aquisição do equipamento, inaugurado nesta sexta-feira pela empresa SafeWeb, foi realizada a partir do resultado de duas iniciativas: a campanha do Kickante, um financiamento coletivo de arrecadação de recursos, e a outra feita pela empresa Fruki com as ações "3% é tudo vinculada ao Dia Mundial da Água" e "Desejos de Verão".

O presidente do Instituto Safeweb, Luiz Carlos Zancanella Júnior, disse que em dois anos e quatro meses de operação do equipamento foram retirados 420 toneladas de diversos produtos do riacho. Ele explicou que no local foram encontrados itens como garrafas PET, papel de bala, capacetes de motocicleta, pneus, aparelhos de televisão, sofás, pedaços de madeira, plástico e isopor que deixaram de ir para o Guaíba. "A Ecobarreira está fazendo a diferença na vida das pessoas. Queremos que o cidadão tenha responsabilidade com a cidade de Porto Alegre", acrescentou.

Projeto coordenado e mantido pela empresa Safeweb, a Ecobarreira conta com o apoio do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), do DMLU, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Smams) e do professor Gino Gehling, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Além disso, a iniciativa tem a parceria da Braskem; do Centro de Educação Ambiental da Vila Pinto; da Fruki; do escritório Rossi, Mafini, Milman e Grando Advogados e da SLC Agrícola.

O controle do equipamento é feito pela Safeweb, que fez a instalação e custeou o valor da estrutura, com um investimento de R$ 250 mil. O presidente do Instituto Safeweb, Luiz Carlos Zancanella Júnior, idealizador da ação, afirmou que a iniciativa veio da necessidade de contribuir com a cidade e o meio ambiente.

Limpeza do Dilúvio

A retirada do lixo Arroio Dilúvio começou em março de 2016, quando foi realizada a primeira coleta dos materiais retidos na estrutura existente na avenida Ipiranga. A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, por meio das equipes do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), é responsável pelo recolhimento dos resíduos. Os produtos são encaminhados para o aterro sanitário na cidade de Minas do Leão.


Correio do Povo




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Melhor jogador da Copa tem de ser croata, diz Rakitic

Luka Modric é principal candidato na seleção da Croácia ao prêmio

Rakitic acredita que um jogador croata merece prêmio de melhor da Copa | Foto: Jawel Samad / AFP / CP

Rakitic acredita que um jogador croata merece prêmio de melhor da Copa | Foto: Jawel Samad / AFP / CP

O meio-campista Ivan Rakitic, um dos destaques da campanha da finalista Croácia na Copa do Mundo, defende que um croata seja escolhido como o melhor jogador do torneio antes mesmo da decisão de domingo diante da França. Ele próprio é um dos concorrentes, mas o favorito, entre os jogadores de sua seleção é Luka Modric. "O jogador do torneio tem que ser um croata, com certeza. E nosso capitão mais do que merece. Estou certo de que as pessoas da Fifa estão atentas a isso. Eu acho que também haverá croatas no time ideal da Copa. Mas nenhum de nós está pensando nisso. Nós queremos ganhar no domingo. O resto será consequência", afirmou o atleta do Barcelona em entrevista coletiva nesta sexta-feira no estádio Luzhniki, em Moscou.

O jogador de 30 anos revela que acompanhou como a campanha histórica modificou o país nas últimas semanas. Ele afirma que a seleção joga por toda a população. "São cinco milhões de croatas que estarão em campo. Não são apenas 23 jogadores ou a comissão técnica. É um país inteiro", enfatizou.

Nascido na Suíça e filho de croatas, o meia escolheu defender o país e que está realizando um sonho. "Acho que não há sentimento melhor do que ser croata. Quando eu decidi jogar pela Croácia, eu tinha sonhos. Eu queria jogar uma final de um grande campeonato a cada dois anos. E chegar aqui é a realização de um sonho".

Rakitic teve participação importante na campanha croata rumo à decisão. Fez um gol diante da Argentina na vitória por 3 a 0 e converteu seus pênaltis diante da Dinamarca e da Rússia. Na final da campanha histórica, o jogador nega clima de vingança por causa da derrota para a mesma França na semifinal da Copa de 1998. A Croácia foi terceira colocada e a França acabou campeã daquela competição realizada em solo francês.

"Eu não acredito que exista um jogador na França ou na Croácia que continue jogando e que estava em 1998. Temos que deixar o passado de lado um pouco. A história é a história. Lembramos dos gols de Thuram por muitos anos, mas temos que deixar isso de lado. Eles ganharam a Copa e mereceram. E nós queremos ganhar no domingo. Nós temos o maior respeito pela França. Mas é outro jogo. E depende de nós jogar bem e levar a taça para casa", concluiu.


AFP e Correio do Povo


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Com sol, temperaturas sobem e sábado terá tarde agradável no RS

Porto Alegre terá máxima de 24°C

Porto Alegre terá sol e temperaturas agradáveis neste sábado | Foto: Alina Souza / CP Memória

Porto Alegre terá sol e temperaturas agradáveis neste sábado | Foto: Alina Souza / CP Memória

O Rio Grande do Sul terá mais um dia com predomínio do sol que deve proporcionar tempo agradável neste sábado. Segundo a MetSul Meteorologia, mesmo com a presença do sol, o céu não será totalmente claro, pois espera-se nuvens altas que sinalizam a mudança no clima que deve ocorrer nos próximos dias no Estado.

Na Metade Sul, com o ingresso das nuvens, não se afasta instabilidade isolada. Apesar do início do sábado frio, as mínimas serão mais altas que nos últimos dias. Pela tarde, a temperatura será agradável com marcas altas para o inverno.

Sol e nuvens marcam o sábado em Porto Alegre. As temperaturas previstas para a Capital ficam entre 8°C e 24°C.

Mínima e Máxima

São José dos Ausentes 0°C | 20°C

Vacaria 1°C | 21°C

Rio Grande 8°C | 22°C

Bagé 6°C | 23°C

Santiago 8°C | 24°C

Alegrete 8°C | 25°C

Santa Maria 8°C | 25°C

Uruguaiana 10°C | 26°C

Santa Rosa 6°C | 28°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo




Base de Marchezan e independentes tiraram quorum para evitar derrota, admite líder do governo

Moisés Barboza (PSDB) já reconhece que não há como votar a nova planta do IPTU antes de agosto


Vereador Moisés Barboza (PSDB). Foto: Lucas Rivas

O líder do governo na Câmara de Porto Alegre, vereador Moisés Barboza (PSDB), admitiu, na tarde de hoje, que a base aliada e parte do chamado bloco independente – segundo ele, favorável ao projeto que cria a previdência complementar -, não deram quórum, na sessão extraordinária convocada para as 14h de hoje. De acordo com o vereador, não havia votos suficientes, em plenário, para aprovar o texto encaminhado pelo Executivo. Hoje, a base do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) conta com cerca de 12 vereadores. Para aprovar o projeto, eram necessários 19 votos a favor.

“Os vereadores responsáveis com a cidade viram que o projeto de previdência complementar seria comprometido pela gana de determinados partidos políticos que querem, simplesmente, derrotar o governo”, avaliou.

Mesmo com a derrota do governo na noite passada, no projeto que previa alterações no Estatuto do Funcionalismo, o líder de governo não considera que o prefeito tenha saído fragilizado do embate.

Agora, o alvo é mirar parlamentares dissidentes para tentar obter votos suficientes para aprovar as mudanças na previdência municipal e a revisão da planta do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). “Agora vamos conversar com os independeres”, reforçou.

Para a abertura de uma sessão extraordinária, era necessária a presença de pelo menos 19 vereadores em plenário. Só 16 confirmaram presença. A maioria dos presentes era de oposição. O presidente da Câmara, vereador Valter Nagelstein (MDB), tinha a possibilidade de fazer uma segunda chamada de verificação de quorum, mas desistiu. “Se não há acordo entre os líderes, eu não posso chamar uma terceira sessão extraordinária”, frisou.

Com isso, as votações foram prorrogadas para a tarde de segunda-feira, último dia antes do recesso parlamentar, que vai de 17 a 31 de julho. Nessa manhã, a sessão também não ocorreu, pelo mesmo motivo, mas com 17 vereadores presentes.

Com isso, Barboza já reconhece que não há como concretizar o objetivo do prefeito, de ver a Câmara votar a revisão do IPTU antes de agosto. Para que valha em 2019, a nova planta deve ser aprovada até o fim de setembro.

Confira a lista dos vereadores que deram presença, na tarde de hoje:

FONTE Lucas Rivas/Rádio Guaíba



Rádio Guaíba


Falta de quórum adia votação na Câmara de Vereadores para segunda

Casa vai analisar o Regime Previdenciário e a planta do IPTU

Sessão da Câmara foi adiada para segunda | Foto: Ricardo Giusti

Sessão da Câmara foi adiada para segunda | Foto: Ricardo Giusti

Por falta de quórum, a sessão extraordinária prevista para a tarde desta sexta-feira, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, não foi realizada. Apenas 16 vereadores confirmaram presença, sendo que era preciso contar com 19 em plenário. Pela manhã, o debate também não ocorreu pelo mesmo motivo, quando foi contabilizada a presença de 17 vereadores. Dessa forma, ficará para a próxima semana, na segunda-feira, a partir das 14h, a retomada das discussões e votações dos projetos restantes do Executivo. Entre eles está o do Regime Previdenciário dos servidores municipais e a proposta de atualização da planta do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

A retomada dos trabalhos para tratar de duas propostas polêmicas se dará justamente na véspera do recesso parlamentar que inicia na terça-feira e se estende até 31 de julho. Neste período, o prefeito Nelson Marchezan Júnior pode convocar sessão extraordinária mas, se isso não ocorrer e se os projetos não forem votados na segunda-feira, as discussões serão retomadas na volta do recesso, em 1º de agosto. O presidente da Câmara, vereador Valter Nagelstein (MDB), poderia realizar uma segunda chamada para verificar se haveria quórum mínimo, mas não levou adiante a prerrogativa. “Se não há acordo entre os líderes, eu não posso chamar uma terceira sessão extraordinária”, frisou.

O líder do governo na Câmara, Moisés Barboza (PSDB) afirmou que, normalmente, sexta-feira não ocorrem sessões na Casa e esse poderia ser um motivo para a falta de quórum. "Vários vereadores não estavam presentes então não deu quórum pela manhã por um motivo simples, não tínhamos vereadores suficientes para abrir. À tarde, foi uma outra situação. Alguns vereadores se fizeram presentes e nós fizemos uma leitura muito prática, o projeto que está em pauta (da previdência) é um projeto extremamente importante, que assegura a aposentadoria das pessoas", disse.

Segundo ele, a base do governo (que conta com cerca de 12 vereadores) verificou que a oposição não votaria a favor. "Notamos que o interesse maior seria derrotar por derrotar o prefeito e o governo, mas acima de tudo o projeto, que é importante inclusive para os servidores", destacou.

A partir da leitura, de acordo com Barboza, de que o projeto "estaria ameaçado", diversos vereadores da base do governo preferiram não estar no plenário. "Vários tinham suas pautas que não foram desmarcadas, mais da metade dos vereadores são pré-candidatos e disseram que não voltariam à Câmara. Então houve a queda do quórum à tarde", enfatizou.

Segundo ele, a base do governo pretende dialogar com a bancada dos vereadores independentes a partir de agora. "É um projeto que não é obrigatório, o servidor só adere se quiser e é um projeto que tenta assegurar a aposentadoria, temos que ter responsabilidade", ressaltou. Apesar de não confirmar, Barboza não descarta a possibilidade de que o recesso inicie sem que nenhuma das duas propostas seja votada no plenário da Câmara. "Vamos trabalhar intensamente através do diálogo com todos os vereadores dessa Casa", assinalou.

Derrota para Marchezan

A sessão realizada nessa quinta-feira foi marcada pela derrota do prefeito Nelson Marchezan. O projeto de Lei complementar, encaminhado pela administração municipal, que alterava o estatuto dos servidores públicos da cidade foi rejeitado por 22 votos a 6. A votação surpreendeu o Executivo, que esperava que o PL voltasse à pauta hoje.

A rejeição ao projeto que previa mudanças no estatuto dos funcionários municipais — como regras sobre avanços, adicionais, incorporação de gratificações e regimes especiais de trabalho — surpreendeu secretários e lideranças da base aliada que acompanharam a votação no plenário da Câmara de Vereadores. Líder do governo, Moisés Barboza (PSDB) atribuiu a derrota ao período eleitoral. “Infelizmente o que a gente viu aqui é um sindicato que tem nos seus diretores representantes militantes de partidos de oposição. Eles contaminaram a pauta. E é um ano eleitoral. A gente perdeu”, explicou.

Na oposição, Fernanda Melchionna (PSol) afirmou que a aprovação do PLC reduziria em até 40% os salários dos servidores e “retiraria uma série de direitos e colocava o elemento de coerção aos servidores através dos regimes”. Para a parlamentar, foi uma vitória oposição: “Hoje foi enterrado pela ampla maioria dos parlamentares”.

Vetos derrubados

Antes da derrota com o PL referente ao estatuto dos servidores públicos, os vetos de Marchezan sobre a Lei Geral dos Táxis foram derrubados. A substituição da cor laranja dos táxis, pela branca, fazia parte de um conjunto de vetos do Executivo à Lei Geral dos Táxis. No final da tarde de ontem, entretanto, o veto foi derrubado e comemorado pelos taxistas que ocupavam as galerias.

Além disso, o Executivo havia vetado a ampliação do prazo das licenças para até 75 anos, a possibilidade de transferência do direito de exploração do serviço para terceiros ou herdeiros e a permissão para que os táxis pudessem estacionar em qualquer lugar das vias, inclusive de trafegar por corredores de ônibus. Tudo o que o Executivo queria retirar do projeto da nova Lei Geral dos Táxis (PLE 18/17) foi rejeitado pelos vereadores.

Confira os vetos que foram derrubados pela Câmara:

• Substitui a atual cor laranja (vermelho ibérico) pelo branco;

• Altera a denominação da natureza do prestador do serviço de táxi de "permissionário" para "autorizatário";

• Suprime a necessidade de licitação para o serviço de táxi;

• Suprime crimes de lesões corporais, posse e comercialização de arma de fogo e violência doméstica e contra a mulher do rol de impedimentos para atuar como taxista;

• Amplia o prazo de validade das licenças para até 75 anos;

• Possibilita a transferência do direito de exploração do serviço para terceiros ou herdeiros;

• Limita o número máximo de prefixos em operação;

• Institui "reserva de mercado", destinando licenças devolvidas ou cassadas para taxistas já atuantes no serviço;

• Permite que táxis possam estacionar em qualquer lugar das vias e logradouros públicos e que possam trafegar por corredores de ônibus;





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Liminar obriga Câmara a analisar admissibilidade do impeachment de Marchezan

Juíza atendeu pedido relacionado a prefeito ter feito repasses acima do orçamento à Carris

Juíza atendeu pedido relacionado a pedido contra o prefeito relacionado a repasses à Carris | Foto: Eduardo Beleske / PMPA / Divulgação CP

Juíza atendeu pedido relacionado a pedido contra o prefeito relacionado a repasses à Carris | Foto: Eduardo Beleske / PMPA / Divulgação CP

A Justiça concedeu ao Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), na tarde desta sexta-feira, uma liminar que obriga a Câmara de Vereadores a analisar, na próxima sessão, o pedido de impeachment aberto contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB). A decisão da desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira, do Tribunal de Justiça, leva em conta o Decreto-Lei Nº 201, de 1967, que determina que, de posse da denúncia, o presidente da Câmara, na primeira sessão, determine a leitura e consulte a Câmara sobre o recebimento. A próxima sessão ocorre na segunda-feira.

O pedido é o segundo do tipo. No ano passado, a Câmara rejeitou o primeiro. A peça chegou à Casa em 2 de julho e, dias depois, o presidente Valter Nagelstein (MDB), confirmou o envio do pedido ao plenário, mas condicionou a votação ao fim da análise de quatro projetos remetidos pelo Executivo em regime de urgência, o que, em tese, empurra a análise da admissibilidade do impeachment para o segundo semestre, após o recesso.

Nagelstein informou que vai analisar a decisão, mas não disse se pretende recorrer. “Pra mim não tem problema nenhum em botar o processo. A única coisa que eu, como presidente, estava respeitando, é o acordo que foi feito pra votar esses quatro projetos em regime de urgência. No meu entendimento, não pode, a qualquer momento, um determinado processo se sobrepor aos processos que tramitam dentro da Câmara de Vereadores. Isso é causa de instabilidade”, ponderou.

O parlamentar ainda criticou a interferência do Poder Judiciário no Legislativo: “Esses processos têm que ter um rito e é o próprio Legislativo que tem que regular esse rito, mas se é mais uma interferência do Judiciário, pra mim não há problema nenhum em cumprir. Vou ver. Vou submeter ao colégio de líderes”, ponderou.

Repasse de recursos para a Carris embasa pedido

O pedido de impeachment leva em conta um repasse de recursos para a Carris sem autorização do Legislativo. A ação é assinada por um ex-colega de partido de Marchezan e ex-candidato a deputado federal, Paulo Adir Ferreira. O ofício está amparado no descumprimento, por parte do Executivo, ao que determina o Orçamento aprovado pela Câmara. Na ocasião, o Legislativo aprovou orçamento de R$ 9,8 milhões para a Carris, mas Marchezan determinou repasse de R$ 48,7 milhões, ultrapassando em quase R$ 40 milhões o montante aprovado pelos vereadores.

Em 2017, a Câmara rejeitou o primeiro pedido de impeachment contra Marchezan, por 28 votos a sete. Apenas as bancadas do PT e do PSol se posicionaram pela continuidade do processo. A solicitação de afastamento havia sido protocolada por um grupo de taxistas sob alegação de que o município vinha abrindo mão de receitas ao não cobrar de motoristas de aplicativos como Cabify e Uber a taxa de gerenciamento operacional (TGO).

A Prefeitura informou na noite desta sexta-feira que ainda não foi comunicada oficialmente sobre o assunto.


Rádio Guaíba e Correio do Povo



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                                    CINEMA

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                                      "Downton Abbey" foi exibida entre 2010 e 2015 - Crédito: Divulgação / CP

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                                        Obra irá ser intitulada "Mônica e o Menino Maluquinho na Montanha Mágica" - Crédito: Divulgação / Turma da Mônica / Menino Maluquinho / CP

                                        LIVRO

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                                          Espetáculo "A Ospa vai à Sbornia" será realizado no Auditório Araújo Vianna - Crédito: Maí Yandara / Divulgação / CP

                                          MÚSICA

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                                            Em fevereiro, Paul Simon anunciou sua última turnê - Crédito: Ander Gillenea / AFP / CP

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                                              Além de criador, o diretor de "Vingadores" também será produtor executivo e showrunner de "The Nevers" - Crédito: Jesse Grant / Getty Imagens / CPTV

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                                                Exposição ocorre deste sábado até 9 de agosto, na Galeria Hipotética - Crédito: Rafael Corrêa / Divulgação / CP

                                                EXPOSIÇÃO

                                                Exposição "Até aqui tudo bem" entra em cartaz em Porto Alegre

                                                  Obras da artista gaúcha Lilia Manfroi estarão presentes na mostra - Crédito: Lília Manfroi / Divulgação / CP

                                                  Exposição traz múltiplas expressões da arte e do feminino a Porto Alegre

                                                  Camisa de Vênus toca em Porto Alegre nesta sexta  - Crédito: Facebook / Reprodução / CP CULTURA

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                                                  A fibra de carbono, por Lúcio Machado Borges*

                                                  Resultado de imagem para fibra de carbono

                                                  A fibra de carbono é usada em blindagem dos veículos e é utilizada também pelo exército americano.

                                                  *Editor do site RS Notícias



                                                  Vereadores derrubam vetos de Marchezan e táxis de Porto Alegre serão brancos

                                                  Supressão da necessidade de licitação para o serviço de táxi também foi mantida


                                                  JÉSSICA REBECA WEBER

                                                  Ederson Nunes / Divulgação CMPANa época em que mudança nos táxis foi votada, parte dos taxistas apoiou a cor brancaEderson Nunes / Divulgação CMPA

                                                  Pouco antes das 19h desta quinta-feira (12), em razão de um acordo, os vereadores de Porto Alegre fizeram em 20 minutos o que protelaram nas oito horas anteriores: votaram — e rejeitaram — todos os vetos à Lei Geral dos Táxis.

                                                  Foram mantidas no texto da lei regras como a mudança da atual cor laranja (vermelho ibérico) pelo branco e supressão da necessidade de licitação para o serviço de táxi. A decisão dos vereadores é a que vale, e o processo no Legislativo foi encerrado. Marchezan só conseguiria alterá-la por medida judicial.

                                                  A decisão dos vereadores levantou pela primeira vez na tarde ambos os lados das galerias, tanto dos servidores públicos, contentes com a derrota do governo, quanto dos taxistas, que até então se chateavam com os esforços da oposição em atrasar a votação desses vetos para postergar a chegada aos projetos do funcionalismo.

                                                  LEIA MAIS

                                                  Com a derrubada dos vetos, os vereadores mantiveram as seguintes propostas na lei dos taxistas:

                                                  - Substituição da atual cor laranja (vermelho ibérico) pelo branco;

                                                  - Alteração da denominação da natureza do prestador do serviço de táxi de "permissionário" para "autorizatário";

                                                  - Supressão da necessidade de licitação para o serviço de táxi;

                                                  - Supressão de crimes de lesão corporal, posse e comercialização de arma de fogo e violência doméstica e contra a mulher do rol de impedimentos para atuar como taxista;

                                                  - Ampliação do prazo de validade das licenças para até 75 anos;

                                                  - Possibilidade de transferência do direito de exploração do serviço para terceiros ou herdeiros;

                                                  - Limitação do número máximo de prefixos em operação;

                                                  - Instituição de "reserva de mercado", destinando licenças devolvidas ou cassadas para taxistas já atuantes no serviço;

                                                  - Permissão aos táxis para estacionar em qualquer lugar das vias e logradouros públicos e trafegar por corredores de ônibus.


                                                  GaúchaZH