Veja 7 erros que cometemos antes dos 40 anos e que estragam nossas finanças

Sophia Camargo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

Getty Images/iStockphoto

Que tal chegar aos 40 anos de idade com as finanças em dia, experiência profissional, uma vida confortável e um bom pé de meia para a aposentadoria?

Para isso, é bom evitar alguns erros, segundo os especialistas Fernando Marcondes, planejador patrimonial do Grupo GGR, Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), e Thiago Alvarez, sócio do GuiaBolso. Confira quais são:

1) Não se planejar para o futuro

Getty Images/iStockphoto/ Salapao2u

O maior erro é não se preparar para o futuro, partindo do pressuposto de que sempre terá uma saúde inabalável e nunca irá parar de trabalhar. Contar apenas com a aposentadoria do INSS não é uma boa estratégia, pois as reformas tendem a dificultar o acesso à aposentadoria e reduzir o valor do benefício.

"Quem começar a economizar para a aposentadoria aos 20 anos, quando chegar aos 40 irá se beneficiar de 20 anos de dinheiro acumulado", diz Alvarez.

Ele afirma que o ideal é chegar aos 40 anos com uma reserva financeira para emergências (ver item 7) e também com uma poupança à parte para já ir encaminhando a aposentadoria.

Desse modo, poderá incrementar a poupança para a aposentadoria quando chegar aos 40 anos. "Entre os 40 e 50 anos, é comum que os profissionais atinjam o pico da renda. Mas se tiver que começar a poupar aos 40 anos, será mais difícil acumular o suficiente para garantir o mesmo padrão de vida depois da aposentadoria, pois terá menos tempo para juntar o dinheiro", diz.

2) Querer tudo para agora

Getty Images

Pensar só no curto prazo é fatal para as finanças. "As pessoas antecipam desejos sem o devido planejamento, pensam em montar um patrimônio sem antes ter dinheiro para isso", diz Marcondes.

Ele explica: antecipar desejos sem planejar é fazer as compras de qualquer jeito e só depois pensar em como vai pagar. Quer comprar um carro, vai à concessionária e fecha o negócio, sem pensar que depois pode perder o bem por não ter como pagar as parcelas. Quer viajar, divide o passeio em dez vezes no cartão. Resultado: endividamento no cartão de crédito, que tem as piores taxas de juros do mercado.

Se quer trocar de geladeira ou de carro, por exemplo, o ideal é economizar todo mês para comprar à vista, com desconto. Se a ideia é comprar uma casa própria, é prudente ter ao menos 40% do valor do imóvel e financiar o menor valor e pelo menor tempo possível.

3) Não fazer o orçamento

iStockphoto

Aprender a fazer o orçamento é necessário para cuidar bem das finanças. Somente colocando receitas e despesas em uma planilha, é possível perceber para onde está indo o dinheiro e quais são os gastos que se pode cortar. Pequenos valores acabam resultando em grandes despesas, diminuindo ou até mesmo impossibilitando a formação de uma poupança.

4) Sempre contar com empréstimo para fechar as contas

Getty Images/iStockphoto

Outro equívoco comum é considerar o cheque especial como parte da renda mensal e financiar qualquer compra por meio de parcelas, empréstimos e financiamentos. "Contar com o dinheiro de terceiros para fechar as contas é péssimo para a vida financeira", diz Miguel Oliveira.

Para mudar esse hábito, lembre-se que quem toma emprestado paga juros, enquanto quem investe recebe juros.

"Quem financia um carro que custa R$ 40 mil pode pagar até o dobro por ter emprestado dinheiro. Se economizasse, receberia juros e ainda teria desconto no pagamento à vista", afirma.

5) Não investir na formação profissional

Carlos Cecconello/Folhapress

Não basta guardar dinheiro, é preciso ter a capacidade de produzir mais renda. Para isso, é preciso investir em si próprio: fazer cursos, aprender línguas, adquirir experiências, dizem os especialistas.

"Quem não investe na sua formação profissional acaba ficando fora do mercado de trabalho, pois tudo muda muito rápido hoje em dia", diz Alvarez.

Ele dá um exemplo de uma pessoa que foi demitida aos 40 anos e não aceitou receber menos e nem procurou cursos para se aprimorar. "Ficou tanto tempo nessa situação que não conseguiu voltar mais ao mercado de trabalho. Quem não estuda e se aprimora fica para trás no mercado de trabalho e perde oportunidades."

6) Não ter uma reserva financeira

Getty Images/iStockphoto

Os especialistas afirmam que não ter uma reserva de pelo menos seis meses de salário para emergências é um dos caminhos mais rápidos para arruinar as finanças. Sem esse colchão financeiro, qualquer problema, como desemprego ou doença, pode fazer a família perder as economias e até mesmo se endividar.

7) Esquecer da inflação

Getty Images/iStockphoto

Guardar dinheiro em investimentos que não remunerem o patrimônio acima da inflação é outra maneira de perder dinheiro, pois a inflação diminui o poder de compra ao longo dos anos.

Ainda é tempo

Quem chegou aos 40 anos sem ter um patrimônio ou sem uma boa formação profissional não deve se desesperar. É possível começar a partir daí, mas o sacrifício, é claro, terá de ser maior. Veja algumas dicas:

  • Em vez de poupar 10% da renda líquida (descontados os impostos), esforce-se para poupar ao menos 30% da renda
  • Enxugue os gastos desnecessários
  • Reveja o padrão de vida
  • Invista em qualificação profissional
  • Abandone as compras por impulso; passe a planejá-las
  • Procure alternativas para aumentar a renda

Veja Álbum de fotos


UOL Economia

Aparadores e Barbeadores. O presente perfeito para o seu pai

Caso não esteja visualizando, acesse esse link.

Magazine Você
Twitter Google+ Facebook Blog


Barbeador Philips OneBlade QP2521/10 - Seco e Molhado 2 Pentes
Barbeador Philips OneBlade QP2521/10 - Seco e Molhado 2 Pentes Bivolt
de R$ 229,90
por R$ 184,90
até 6x de R$ 30,82 sem juros
Comprar

Aparador de Pelos Philips QG3340/16 - 1 Velocidade

Aparador de Pelos Philips QG3340/16 - 1 Velocidade Bivolt
de R$ 219,00
por R$ 139,90até 4x de R$ 34,98 sem juros

Comprar

Cortador de Cabelo Wahl Clipper Basic Home Cut - 1 Velocidade com Acessórios

Cortador de Cabelo Wahl Clipper Basic Home Cut - 1 Velocidade com Acessórios 110 Volts
de R$ 79,90
por R$ 59,90

Comprar

Barbeador Elétrico Philips AquaTouch - Seco e Molhado

Barbeador Elétrico Philips AquaTouch - Seco e Molhado Bivolt
de R$ 499,00
por R$ 329,90até 10x de R$ 32,99 sem juros

Comprar

Cortador de Cabelo Gama Italy - CP Retrô Clipper

Cortador de Cabelo Gama Italy - CP Retrô Clipper Bivolt
de R$ 119,90
por R$ 76,90até 2x de R$ 38,45 sem juros

Comprar

Selos
Magazine Você

Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Magazine Você é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.magazinevoce.com.br

Ofertas válidas até o dia 05/08/2017 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete.

Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800-344000.

Estados Unidos proíbem viagens de americanos à Coreia do Norte

O Departamento de Estado norte-americano emitiu nessa quarta-feira (3) uma restrição de viagem a portadores de passaporte do país para a Coreia do Norte. Além de restringir as viagens à Coreia,  cidadãos americanos que estejam em território norte-coreano terão até o dia 1º de setembro para deixar o país.

A medida poderá ter exceção para jornalistas e trabalhadores humanitários americanos que estejam ou tenham que viajar para a Coreia do Norte.  Mas com a decisão, o país passará a ser o único destino do mundo para onde os americanos estarão impedidos de viajar.

Em junho, o estudante norte-americano Otto Warmbier morreu depois ter recebido, do governo norte-coreano, uma sentença de 15 anos de trabalhos forçados. Ele chegou a ser libertado, após pressão diplomática dos Estados Unidos, mas já estava em coma. Ainda não se sabe por que o estudante teria adoecido durante a prisão no país.

Na época, o país negou as acusações de tortura que, para familiares e o governo americano, teria causado o coma de Warmbier. Após a morte dele, o Departamento de Estado anunciou que planejava proibir viagens de americanos à Coreia do Norte para evitar detenções e casos como o do estudante.

Por meio de sua TV estatal,  a Coreia do Norte informou que a morte de Warmbier foi “um mistério” e rejeitou acusações de que ele teria entrado em coma por causa de tortura e agressões sofridas na prisão.


Agência Brasil

Apenas 33% dos americanos aprovam primeiro semestre de Trump na presidência

Da Agência EFE

Apenas um terço dos americanos aprova a gestão de Donald Trump após os seis primeiros meses de seu mandato na presidência dos Estados Unidos. A rejeição ao presidente chega a 61%, mostra pesquisa da Universidade de Quinnipiac (Connecticut) divulgada nessa quarta-feira. A informação é da Agência EFE.

O índice de 33% de aprovação é o mais baixo registrado por Trump nos levantamentos da universidade, superando os 34% obtidos no início de junho.

A pesquisa revela que 55% dos americanos "reprovam fortemente" Trump, enquanto 6% o "reprovam de alguma maneira", chegando à cifra global de 61%, a mais alta dos últimos seis meses.

Saiba Mais

Trump também perde entre os cidadãos brancos sem estudos universitários, que foram sua principal fonte de votos nas eleições, com rejeição de 50% e uma aprovação de 43%. Entre os republicanos, 76% o aprovam e 17% o rejeitam.

Além disso, 52% dos entrevistados desaprovam sua gestão da economia, 59% são contrários à política externa, o mesmo percentual que rejeita a política migratória, enquanto 65% não são favoráveis à administração da saúde.

Sobre a personalidade do presidente, 62% acreditam que ele é desonesto, 63% consideram que ele não tem habilidades de liderança e 59% afirmam que ele não se preocupa com o americano médio. Além disso, 69% querem que Trump pare de usar o Twitter.

A pesquisa foi feita entre 27 de julho e 1º de agosto, dias depois que Trump e os republicanos fracassaram em sua tentativa de derrubar o Obamacare (sistema de saúde criado pelo governo Obama) e substituí-lo com uma reforma que deixaria milhões de americanos sem cobertura médica.

O levantamento foi feito com 1.125 eleitores de todo o país e tem margem de erro de 3,4%


Agência Brasil


Após rejeição da Câmara, Fachin decidirá futuro da denúncia contra Temer


André Richter - Repórter da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin disse hoje (2) que vai decidir como ficará a tramitação das acusações contra o presidente Michel Temer e o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, uma vez que os deputados não autorizaram a Corte a analisar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). A votação continua na Câmara dos Deputados, mas já foi atingido o total de votos necessários para que a denúncia seja rejeitada.

Uma das possibilidades é que a tramitação da denúncia contra Temer fique suspensa até o fim do ano que vem, quando o presidente deixará o mandato e pode voltar a ser investigado na primeira instância da Justiça. No caso de Loures, que não tem foro privilegiado, a decisão deve confirmar se o ex-parlamentar continuará sendo alvo de inquérito no Supremo ou se as investigações seguirão para a primeira instância. Caberá à PGR fazer os pedidos formais ao ministro.

Saiba Mais

"Assim que a Câmara tomar uma decisão, eu vou ordenar o processo em seguida. Mas não vai demorar muito", disse o ministro ao chegar para sessão do Supremo.

A autorização prévia da Câmara para processar o presidente da República está prevista na Constituição.  A regra está no Artigo 86:  “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade”.

No mês passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou o presidente Michel Temer ao Supremo pelo crime de corrupção passiva. A acusação está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS. O áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu, também é uma das provas usadas no processo.

O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) também foi denunciado pelo procurador pelo mesmo crime. Loures foi preso no dia 3 de junho por determinação do ministro Edson Fachin. Em abril, Loures foi flagrado recebendo uma mala contendo R$ 500 mil, que teria sido enviada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.

Durante a investigação, a defesa de Temer questionou a legalidade das gravações e os benefícios concedidos ao empresário Joesley Batista pela PGR na assinatura do acordo de delação premiada.


Agência Brasil


Inquérito contra Teixeira, Marin, Del Nero chega ao STF

Investigação é resultado do relatório da CPI do Futebol, que tem o ex-jogador Romário como presidente

Brasil estreia com derrota para a China na fase final do Grand Prix

A seleção brasileira feminina de vôlei tomou uma "ducha de água fria" e perdeu por 3 sets a 0

Televisão

ESPN descarta transmitir Copa-2018; Globo negocia com Band

O amor sobreviveu

Separado desde a 2ª Guerra, casal se reencontra após 72 anos e faz planos

Música

Cantor Sidney Magal detona música sertaneja: "Há um plágio geral"

Veja como combatê-la

Desiste antes mesmo de tentar? Você pode ter síndrome da impostora

Gilmar diz que STF ficou 'a reboque das loucuras' de Rodrigo Janot

Ministro tinha dito mais cedo que 'tem que ler a Constituição e saber que prisão de parlamentares só ocorre em flagrante'; PGR não se manifestou até a publicação da matéria

Rafael Moraes Moura e Breno Pires, O Estado de S.Paulo


BRASÍLIA - Em um novo round com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) disse na tarde desta terça-feira, 1, que a Corte ficou “a reboque das loucuras do procurador”. A um mês e meio da troca no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR), Gilmar Mendes defendeu a volta de “um mínimo de decência, sobriedade e normalidade” à PGR.

“O Supremo foi muito concessivo e contribuiu para essa bagunça completa”, disse Gilmar Mendes a jornalistas, ao chegar para a sessão da Segunda Turma.

Gilmar x JanotA última semana foi marcada por novos embates entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na segunda-feira, Gilmar criticou o que chamou de "abuso" nas investigações e Janot rebateu dizendo que críticos querem "defender amigos poderosos". Durante julgamento na Corte, nesta quarta-feira, o ministro voltou a criticar o Ministério Público. Mas não é de hoje que os dois trocam farpas. Relembre alguns embates entre Gilmar e Janot. Foto: Carlos Moura/SCO-STF e Dida Sampaio/Estadão

“As delações todas, essas homologações sem discussão, o referendo de cláusula, uma bagunça completa e ficou a reboque das loucuras do procurador. Certamente o tribunal vai ter que se reposicionar (no segundo semestre), até para voltar a um quadro de normalidade e de decência”, completou Gilmar Mendes.


Procuradas pela reportagem, as assessorias da PGR e do STF não haviam se manifestado até a publicação deste texto. A assessoria do ministro Edson Fachin, que homologou a delação do grupo J&F, ainda não respondeu ao Estadão/Broadcast.

Pedido de prisão. Ao chegar para a sessão da Segunda Turma, Gilmar Mendes foi questionado pela imprensa sobre o recurso apresentado pela PGR, que pediu pela terceira vez a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), no curso da investigação aberta contra o tucano com base nas delações do Grupo J&F, que controla a JBS. Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a prisão do senador é “imprescindível e urgente”.

“Não tô falando sobre situação nenhuma, tem que ler a Constituição e saber que prisão de parlamentares só ocorre em flagrante delito”, disse Gilmar Mendes ao ser questionado sobre a situação de Aécio Neves.

Em seu pedido, Janot afirmou que “o fato de se ter prestigiado a colheita da prova por meio do uso de ferramentas investigatórias mais modernas não pode implicar em prejuízo absoluto à prisão do Senador Aécio Neves, sob alegação de que não há mais flagrante em virtude da ação controlada desenvolvida”.

Bagunça. Para Gilmar Mendes, o Brasil vive um Estado de “baguncismo”. “Tem tanta coisa para ser questionada, em todos os casos, é tanta bagunça, é um baguncismo. Brinquei: é doutrina de Curitiba, doutrina Janot, não tem nada a ver com direito, isso é uma loucura completa que se estabeleceu. É uma bagunça completa”, resumiu o ministro.

“O direito penal foi todo reescrito nesse período, isso precisa ser arrumado. O Brasil tem que parar para pensar: a gente bagunçou tudo, agora tem que  arrumar. É preciso voltar um mínimo de decência, sobriedade e normalidade à Procuradoria-Geral da República”, comentou Gilmar Mendes. Raquel Dodge sucederá a Janot e assumirá o comando da PGR no dia 18 de setembro.

“Os juízes começaram a não reparar absolutamente nada, regra, nada, não chegaram a falar de lealdade ao procurador? Que lealdade ao procurador? Isso tudo é uma loucura completa”, concluiu Gilmar.

Defesa. Em nota, o advogado de Aécio Neves, Alberto Zacharias Toron, afirmou que o "agravo apresentado limita-se a repetir os argumentos já refutados pelo ministro Marco Aurélio, por representarem afronta direta à Constituição Federal".

"Nenhum fato novo foi apontado pela Procuradoria para justificar a prisão do senador Aécio Neves". "A defesa segue tranquila quanto à manutenção da decisão que revogou as medidas cautelares impostas contra o senador, pois, diferentemente do agravo do PGR, está ancorada no que diz a legislação vigente no País", disse Toron.


Estadão


Empresário de Neymar diz já ter oferta do PSG e crê em acerto rápido

Chapecoense homenageará vítimas de tragédia em uniforme

Nova camisa será usada no amistoso contra o Barcelona na próxima segunda-feira

Veja sete erros que cometemos antes dos 40 anos e que estragam as finanças

Maior equívoco é pensar que sempre terá uma saúde inabalável e nunca irá parar de trabalhar

UOL

UOL Testa: Xperia XZ Premium é celular com câmera e tela ótimas; conheça

O aparelho fez jus à linha mais cara de celulares e bate de frente com os concorrentes

Reprodução

Mão na Roda: como transportar seu pet de maneira segura

Veja dicas simples e rápidas para deixar animal de estimação protegido e evitar multas

Reprodução

Netflix anuncia remake do anime clássico Cavaleiros do Zodíaco

Batizada de Knights of the Zodiac: Saint Seiya, a nova série terá 12 episódios de 30 minutos cada

Wellington Nem será operado e não joga mais em 2017

Atacante do São Paulo rompeu os ligamentos do joelho e precisará de seis meses para voltar aos gramados

EUA lançam míssil balístico da Califórnia até atol no Pacífico

Trata-se do quarto teste do ano nos EUA, no meio de tensões crescentes com a Coreia do Norte

Moraes Moreira é internado e shows são cancelados

Apresentações aconteceriam em Recife e Fortaleza nos dias 5 e 12 de agosto e já foram remarcadas

Justiça autoriza preços diferentes para homens e mulheres em baladas

Ministério da Justiça tinha proibido a prática comercial por considerar abusiva e ilegal em São Paulo

Conselho define na terça relator de denúncia contra senadoras que ocuparam Mesa

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado deve definir na próxima terça-feira (8) o relator da denúncia contra as seis senadoras que ocuparam a Mesa do plenário durante a sessão em que foi votada a reforma trabalhista (PLC 38/2017), em julho. A convocação dos membros do conselho para a reunião foi feita ontem pelo presidente do colegiado, senador João Alberto Souza (PMDB-MA).

A denúncia contra as senadoras Ângela Portela (PDT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) é de autoria do senador José Medeiros (PSD-MT) com apoio de mais 14 senadores. Ao documento também foi juntado um pedido de reconsideração do caso, assinado por 21 senadores.

Caso o Conselho de Ética decida que a denúncia é procedente, as senadoras podem ser punidas com penas que variam de advertência e censura (verbal ou escrita), perda temporária do exercício do mandato e, em último caso, a perda do mandato, que teria que ser decida pelo plenário da Casa.

As senadoras ocuparam a Mesa do Senado em protesto para tentar impedir a votação da reforma trabalhista.


Agência Brasil

Após Câmara barrar denúncia, Temer diz que vitória não é 'pessoal'

Presidente precisava de 172 votos, mas teve 263; acusação só pode ser analisada após ele deixar o cargo

Janot pede inclusão de Temer no 'quadrilhão'

Ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco também estão na solicitação; inquérito que atinge cúpula do PMDB tem 15 investigados

Planilha aponta propina a peemedebistas

Lobista que relatou pagamentos a políticos entrega a Moro documento que cita repasses a Renan, Jader, Silas e Anibal; senadores negam


Marcelo de Moraes: Governo consegue quórum e já pensa nos projetos para aquecer economia

Presidente Temer consegue reorganizar sua base de apoio no Congresso


Após rejeição de denúncia, Temer diz que segue com ações necessárias para o país


Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente Michel Temer se pronuncia após a aprovação do relatório que desautoriza o STF a investigá-lo (Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente Michel Temer faz pronunciamento após aprovação do relatório que desautoriza o STF a investigá-lo Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse, em pronunciamento na noite de hoje (2), que, com a rejeição da denúncia contra ele na Câmara dos Deputados, seguirá com as reformas e ações que julga necessárias para modernizar e melhorar o país. “Diante dessa eloquente decisão, posso dizer que seguiremos em frente com as ações necessárias para concluir o trabalho que meu governo começou há pouco mais de um ano”, disse.

Temer citou as reformas que tem feito, como a modernização trabalhista, além da queda da inflação e dos juros, que têm ocorrido durante seu governo. “Nós faremos muito mais ao colocar, como estamos fazendo, as nossas contas em ordem, de forma definitiva e equilibrada. E faremos também todas as demais reformas estruturantes que o país necessita”.

O presidente fez seu pronunciamento logo após o final da votação que rejeitou a denúncia contra ele. O relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), favorável à rejeição da denúncia, foi aprovado por 263 deputados. Duzentos e vinte e sete deputados votaram contra o relatório. Para a denúncia seguir ao Supremo Tribunal Federal (STF), o relatório deveria ter sido rejeitado por 342 deputados.

Em sua fala de cerca de oito minutos, o presidente também disse que quer construir um país sem ódio ou rancor. “O Brasil está pronto para crescer ainda mais. Todos nós somos brasileiros, filhos da mesma nação, detentores dos mesmos direitos e deveres”, disse. “O objetivo do meu governo é fazer um Brasil cada vez melhor. Farei isso a cada instante até o fim do meu mandato. Quero construir com cada brasileiro um país melhor, sem ódio ou rancor”.

Do gabinete

Saiba Mais

O presidente passou o dia no Palácio do Planalto e assistiu em seu gabinete a sessão que decidiu pela rejeição da denúncia. Almoçou com os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ao longo do dia, também recebeu deputados, enquanto requerimentos ainda eram votados no plenário da Câmara.

Com o resultado que o mantém na Presidência da República, a meta de Temer é retomar a agenda das reformas. As articulações pela aprovação da reforma da Previdência, pelasimplificação tributária, além da agenda de viagens, voltam à pauta principal do governo. Temer tem viagem marcada para um encontro dos Brics (bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul), na China, e para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ambas em setembro.

Articulações

A vitória conquistada por Temer hoje veio após semanas de articulação política no Planalto e no Congresso. Temer recebeu dezenas de deputados, pedindo-lhes voto favorável. Os deputados Carlos Marun (PMDB-MS), Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Beto Mansur (PRB-SP) lideraram a frente de defesa a Temer. Os três visitavam o presidente com frequência, atualizando-o dos votos conquistados.

O próprio presidente fez o tradicional corpo-a-corpo, conversando com deputados em seu gabinete ou por telefone. Temer argumentou aos parlamentares que a acusação feita contra ele seria injusta e afetaria sua honra. Por meio de encontros, jantares, almoços e reuniões, o presidente foi construindo a vitória no plenário. Faltando duas semanas para a votação, ocorrida hoje, a base do governo já assegurava ter votos para inviabilizar o prosseguimento da denúncia.

Ainda na fase de apreciação da denúncia na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), partidos da base fizeram várias trocas de membros na comissão. As substituições garantiram a maioria dos votos que impediu a aprovação da admissibilidade da denúncia. Foram 14 titulares da base aliada trocados na titularidade da comissão, sendo duas trocas feitas na mesma vaga. O relatório original, de Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que era favorável à denúncia, foi reprovado na comissão e foi aprovado um texto substituto de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), levado à votação em plenário nesta quarta-feira.

A oposição criticou a liberação de verbas em emendas parlamentares durante a tramitação da denúncia contra o presidente Temer na CCJ da Câmara. Em nota, na ocasião, o ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão afirmou que “a liberação de recursos para municípios trata-se de procedimento absolutamente normal”. A pasta explicou que os recursos são emprestados aos municípios, não doados, e que são liberados de acordo com critérios como “seleção pública e avaliação de risco”.

Faltando duas semanas para a votação, ocorrida hoje, a base do governo já assegurava ter votos para inviabilizar o prosseguimento da denúncia. O número de votos chegou perto, mas não atingiu o esperado pelo governo, de 280 votos. No entanto, somando abstenções e ausências, que também interessavam ao governo, foram 285 deputados.


Agência Brasil

Acordo de leniência com a Carioca Engenharia deflagrou Operação Rio 40 Graus

A deflagração na manhã da hoje (3) da Operação Rio 40 Graus teve como ponto de partida acordo de leniência da Carioca Engenharia, que permitiu apurar “o esquema de cobrança de propinas comandado por integrantes do PMDB no Estado do Rio de Janeiro que funcionava também na Secretaria Municipal de Obras da capital”.

Conduzida pela Polícia Federal, a operação tem por objetivo desarticular um esquema criminoso envolvendo o pagamento de propina a servidores públicos nas esferas federal e municipal envolvendo as obras do BRT Transcarioca e o do Programa de Despoluição da Baía de Jacarepaguá.

A operação que envolve 76 policiais federais foi determinada pelo juiz da 7ª Vara Federal com medidas cautelares com vistas a prisão preventiva do ex-secretário de Obras Alexandre Pinto e de fiscais de obras da Secretaria, além da condução coercitiva do ex-subsecretário de Obras Vagner de Castro Pereira e do e x-presidente da Comissão de Licitação da Secretaria Municipal de Obras Miguel Silva Estima.

A pedido do Ministério Público Federal, a Polícia Federal cumpre nove mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, quatro de condução coercitiva e faz busca e apreensão em 17 endereços em pontos distintos da capital e do Grande Rio.

Saiba Mais

As obras da etapa 2 do BRT Transcarioca, trecho de ligação da Penha ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão, foram contratadas por cerca de R$ 540 milhões. Ainda segundo o Ministério Público Federal, as investigações revelaram o pagamento de propina em três frentes:  Ministério das Cidades,  secretário municipal de Obras e fiscais responsáveis pelo acompanhamento da obra.

A 7ª Vara determinou a prisão preventiva de Laudo Dalla Costa Ziani, que solicitou a Antonio Cid Campelo, representante da OAS e do Consórcio Transcarioca Rio, o pagamento de 1% do valor do contrato para repassar a agentes públicos vinculados ao Ministério das Cidades para viabilizar a liberação dos recursos para o projeto. 

“Neste braço do esquema, foi identificado o pagamento de R$ 6,49 milhões por meio de contrato fictício com o escritório de advocacia de Vanuza Sampaio, que repassava os valores a Laudo Ziani  e cuja prisão preventiva também foi decretada”, diz o Ministério Público do Rio de janeiro.

As investigações identificaram o secretário municipal de Obras Alexandre Pinto com pagamento de propina de 1%, que eram entregues em dinheiro diretamente ao ex-secretário. Os fiscais Eduardo Fagundes de Carvalho, Ricardo da Cruz Falcão e Alzamir de Freitas Araújo solicitaram 3% do valor executado, que era pago em dinheiro ao final do expediente no próprio canteiro de obras por funcionários da Carioca Engenharia sempre que a prefeitura liquidava parte do contrato.

O esquema funcionava de maneira similar nas obras de recuperação ambiental da Bacia de Jacarepaguá, com custo inicial estimado em R$ 230 milhões. A obra foi executada pelo Consórcio Rios de Jacarepaguá, composto pela Carioca Engenharia e pela Andrade Gutierrez.

Também neste caso, o acerto de pagamento de propina era de 1% para Alexandre Pinto e 3% para serem divididos entre os fiscais Carlos Frederico Peixoto Pires, Antonio Carlos Bezerra e Alexandre Luiz Aragão.

Segundo o Ministério Público Federal, ao todo, os valores de propina solicitados às empreiteiras alcançavam R$ 27 milhões nas obras da Transcarioca e pouco mais de R$ 9 milhões, quanto às obras de Recuperação Ambiental da Bacia de Jacarepaguá, valores que, no entanto, não chegaram a ser integralmente pagos.


Agência Brasil


Rosane de Oliveira: por que Temer venceu batalha na Câmara
O placar folgado não é garantia de sono tranquilo, nem de que aprovação da reforma da Previdência.

Carolina Bahia: vitória de Temer é aval à impunidade na Lava-Jato
O sucesso do presidente da República em plenário é o triunfo da política do toma lá dá cá.

Marta Sfredo: vitória na Câmara, derrota nos cofres
Revisão na meta fiscal vai embutir custo do resultado favorável na votação da denúncia.

Tulio Milman: empurrões, xingamentos e arremesso de pixulecos
Nosso Congresso tem uma capacidade inesgotável de protagonizar baixarias.

Paulo Germano: super
Empresa que criou Banco de Talentos da prefeitura é a mesma suspeita de receber R$ 422 mil em superfaturamento do Daer.

David Coimbra: é preciso ter coragem para usar um adereço?
O Potter às vezes apresenta o Timeline de boné. Deveria fazer o mesmo?

Roger Lerina: os hinos de Madeleine
Cantora Madeleine Peyroux apresenta álbum "Secular Hymns" na Capital em novembro.

Júlia Alves: gourmetizando o spa
Um dos maiores chefs da França retorna ao Kurotel para prestar consultoria na alta gastronomia.

Diogo Olivier: a lucidez de Renato Portaluppi resolveu tudo
Dessa vez foi goleada de 1 a 0 sobre o Atlético-GO.

Pedro Ernesto: como Guto deve armar o Inter para sábado
Treinador encontrou escalação equilibrada para os próximos jogos.

Leonardo Oliveira: saída de Neymar tinha que ser mais respeitosa
Jogador sai do Camp Nou por uma porta lateral, do mesmo modo como deixou a Vila Belmiro.

André Baibich: o esquema, os números e a análise de Atlético-GO x Grêmio
Time de Renato teve dificuldades, mas venceu após modificações cirúrgicas do treinador.

Pesquisadores corrigem genes defeituosos em embriões humanos pela primeira vez

Pesquisa abre espaço para grandes avanços no tratamento de doenças genéticas

Pesquisa abre espaço para grandes avanços no tratamento de doenças genéticas | Foto: OHSU / Divulgação / CP

Pesquisa abre espaço para grandes avanços no tratamento de doenças genéticas | Foto: OHSU / Divulgação / CP

Genes portadores de uma doença cardíaca hereditária foram modificados, com sucesso, em embriões humanos pela primeira vez graças a uma técnica revolucionária de edição genética, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature.

Esta pesquisa, que ainda está em fase preliminar, abre, potencialmente, o caminho para grandes avanços no tratamento das doenças genéticas. No entanto, levanta questões éticas, uma vez que esta técnica poderia, teoricamente, ser usada para produzir bebês geneticamente modificados a fim de escolher a cor do cabelo ou aumentar a sua força física.

O estudo foi realizado na Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (OHSU), nos Estados Unidos, por cientistas americanos, chineses e sul-coreanos. A técnica utilizada foi a CRISPR-Cas9, grande descoberta divulgada em 2012. A equipe de pesquisadores utilizou esta ferramenta revolucionária para corrigir, em embriões humanos, o gene portador da cardiomiopatia hipertrófica. Esta doença cardíaca hereditária pode provocar morte súbita, especialmente durante a prática de esportes.

A pesquisa com embriões humanos conta com uma regulação estrita, e não se tratava de implantar os utilizados no estudo no útero de uma mulher para dar início a uma gravidez. Por isso, os cientistas só deixaram eles se desenvolveram por alguns dias.

Este método, que requer mais pesquisas, "pode potencialmente servir para prevenir a transmissão de doenças genéticas às futuras gerações", comentou durante uma teleconferência de imprensa uma das autoras do estudo, Paula Amato. Mas esta perspectiva ainda está longe. "Antes dos ensaios clínicos, serão necessários pesquisas suplementares e um debate ético", detalhou Amato.


AFP e Correio do Povo



Conteúdos de violência e sexo inseridos em desenhos preocupam pais e profissionais - Jornal O Sul

Alerta vermelho para os pais que deixam filhos pequenos assistirem a desenhos e vídeos no YouTube: criadores mal-intencionados estão disseminando vídeos…

OSUL.COM.BR