Poucos apoiadores em Curitiba, São os últimos momentos do Mito Lula - Villa JP

Publicado em 10 de mai de 2017

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Inicia o prazo para que defesas apresentem documentos em processo de tríplex

 

 

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Estou em Paris com Marco Antonio Nicoletti e outras 11 pessoas.

9 de maio às 11:03 ·

"O próximo presidente francês tem 39 anos. Mas não é essa a notícia.
Ele é casado com uma mulher de 64 anos, mas essa não é a notícia.
Sua esposa era a professora da sua turma há 24 anos... (ainda não é a notícia).
A professora da classe tinha uma filha que era a sua colega de classe... todos, incluindo os seus pais, pensaram que a filha da professora que era a sua namorada...
Não, eles estavam errados.
Se apaixonou por sua professora da classe quando tinha 15 anos...
Ela estava " casada " com 3 filhos... agora o "bem casado" é relativo neste contexto.
Aos 17 anos, prometeu casar-se com ela.
Ela tinha na época 42 anos.
Se casaram em 2007 quando este homem tinha 30, e ela quase 55 anos.
No mês que vem vai ser empossado como presidente da França, 6 meses antes do seu 40º aniversário, enquanto sua mulher encantadora que tem 3 filhos adultos e 7 NETOS (seu primogênito é dois anos mais velho que o marido dela enquanto seu segundo filho, tem a mesma idade dele).
O nome dele é Emmanuel Macron (39) e é o próximo presidente da França.

Como deve ser difícil para esta sociedade preconceituosa não poder comentar...
"Tá com a velha por interesse".
Não é, não?"

Texto de origem Pensador Anônimo

 

 

TSE marca para agosto eleição de novo governador do Amazonas

A data provável da eleição suplementar para governador do Amazonas é 6 agosto. Caso haja segundo turno, será no último domingo - 28 de agosto.O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) ainda precisa decidir o calendário eleitoral, o que deve ocorrer amanhã (12).

Mas essa data já está aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tema foi objeto de uma reunião ontem (10) entre representantes das duas Cortes. O orçamento da eleição ficou definido em R$ 18,5 milhões, considerando os dois turnos.

“O orçamento foi aprovado pelo TSE. Só pediram para mandarmos um cronograma de recebimento dos valores e qual quantitativo seria imediato. Fizemos um mapeamento das necessidades de participação das forças militares com apoio logístico e de pessoal custeado pelo TSE. Foi excelente a reunião. Vão nos dar apoio irrestrito, inclusive, com efetivo técnico para nos auxiliar no fim de semana que antecede tanto o primeiro como o segundo turno”, disse o diretor-geral do TRE-AM, Messias Andrade.

Calendário eleitoral

Na reunião, segundo ele, o TSE também aprovou o calendário eleitoral com todos os prazos a serem seguidos, desde a convenção, registro de candidaturas e encerramento do cadastro. “Os prazos, por se tratar de uma eleição suplementar, são reduzidos. O nosso momento agora é alinhar nosso planejamento e executar um pleito com qualidade”, disse Messias. Os prazos ainda não foram divulgados.

A eleição no Amazonas deve envolver mais de 8 mil pessoas entre servidores e colaboradores e serão utilizadas mais de 7 mil urnas eletrônicas.

No último dia 4, o Tribunal Superior Eleitoral cassou, por 5 votos a 2, os mandatos do governador do Amazonas, José Melo (Pros), e do vice, Henrique Oliveira, (Solidariedade) por compra de votos nas eleições de 2014. O TSE determinou o afastamento dos dois políticos do cargo e a posse imediata do presidente da Assembleia Legislativa do Estado, David Almeida (PSD), para um mandato interino até a realização de novas eleições diretas.

 

Agência Brasil

Governo reduzirá alíquota patronal da previdência rural, diz deputado

O governo editará na semana que vem uma medida provisória (MP) com novas regras para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), afirmou hoje (11) o deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). O Funrural equivale a uma contribuição previdenciária paga pelos empregadores rurais.

Leitão deu a declaração sobre a MP após participar, junto com outros parlamentares da bancada ruralista, de reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Segundo o deputado, houve um acordo com o governo para a medida.

No fim de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou constitucional a cobrança do Funrural, feita pela União aos empregadores rurais. Desde então, os representantes dos ruralistas negociam com o governo uma redução da alíquota do tributo, que inclui 2,1% para o Funrural e 0,2% para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), totalizando 2,3%.

Saiba Mais

Leitão disse que ainda não foi batido o martelo sobre o percentual da redução. “Está na mesa 1,5%, 1,6%, 1,9%. Conseguiremos reduzir o que se paga hoje, mas terá tratamento diferenciado para quem pagou e quem não pagou”, afirmou, referindo-se a produtores rurais que não recolheram a contribuição nos últimos anos. Estes teriam que recolher agora um valor extra, mas, segundo o presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, o total não ultrapassaria os atuais 2,3%.

Segundo o deputado, com a oficialização do tributo, a questão da contribuição previdenciária do produtor rural estará resolvida. “Acho que essa discussão dessa MP já faz a reforma da Previdência para o setor”, declarou, mas ressaltou que a MP não impede futuros debates no âmbito da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma da Previdência no Congresso.

Reforma trabalhista rural

Leitão é autor do Projeto de Lei 6.442/2016, que prevê alterações na legislação para o trabalhador rural. A tramitação da proposta na Câmara foi suspensa após polêmicas sobre o texto, como a sugestão do desconto de valor referente a moradia e alimentação do salário do trabalhador rural.

“A lei foi muito mal interpretada. A intenção era dar segurança jurídica. Aí alguém da Contag [Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura] disse que estava trocando o salário por comida, o que não é verdade. Suspendemos a comissão. Vamos debater com os críticos e melhorar a lei”, afirmou o deputado.

 

Agência Brasil

Governo declara fim de emergência nacional pelo vírus Zika

O Ministério da Saúde declarou hoje (11) o fim da emergência nacional decretada em novembro de 2015 devido ao vírus Zika e sua associação com microcefalia e consequências neurológicas. Segundo a Pasta, o Brasil não preenche mais os requisitos exigidos para manter o estado de emergência, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ou seja, os casos não são mais incomuns ou inesperados.

“Já há conhecimento científico suficiente”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Loureiro. “A própria mobilização do ponto de vista de pesquisa, de insumos e de recursos foi suficiente. Os estudos continuam, e vamos prosseguir na rotina de combate às arboviroses”, afirmou.

A decisão ocorre 18 meses depois da decretação de emergência, segundo o ministério, em um momento de queda nos casos de Zika e microcefalia em todo o país. Até 15 de abril deste ano, foram registrados 7.911 casos de Zika, uma redução de 95,3% em relação à 2016, quando ocorreram 170.535 notificações.

Segundo o ministério, os dados de microcefalia têm apresentado redução importante no número de casos novos notificados a cada semana, desde maio de 2016. Os casos novos mensais têm se mantido em 2%, desde janeiro deste ano; no pico dos casos de microcefalia, em dezembro de 2015, foi registrado aumento de 135% nas notificações.

“Do ponto de vista prático, não tem nenhuma mudança na assistência, na vigilância ou no diagnóstico”, disse Loureiro, reforçando que a retirada da emergência não enfraquece as políticas públicas que foram implantadas no período.

Os critérios internacionais de avaliação de risco para decretar e manter o estado de emergência são: o impacto do evento sobre a saúde pública; se o evento é incomum ou inesperado; se há risco significativo de propagação internacional; e se há risco significativo de restrições ao comércio ou viagens internacionais.

Para o ministério, o conjunto de ações voltadas para a eliminação dos mosquito Aedes aegypticontribuiu para a diminuição dos casos. Além disso, há uma maior proteção pessoal da população, escassez de chuvas em determinadas regiões do país e a imunização natural que as pessoas adquirem ao ter alguma das doenças em anos anteriores.

O último boletim epidemiológico, de 1º de janeiro a 15 de abril deste ano, aponta redução de 90,3% dos casos de dengue; 95,3% de zika; e 68,1% de chikungunya em relação ao mesmo período de 2016.

Em 2017, foram confirmados 230 casos de microcefalia ligados a outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Permanecem em investigação pelo Ministério da Saúde e pelos estados, 2.837 casos suspeitos em todo o país. No total, 3.651 casos foram notificados neste ano.

Desde o início das investigações, em novembro de 2015, foram notificados ao Ministério da Saúde 13.490 casos, com 2.653 confirmações. Outros 5.712 casos foram descartados e 105 foram considerados prováveis. Há ainda 1.784 casos excluídos do sistema por não atenderem as definições de caso vigentes.

 

Agência Brasil

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Meirelles diz que país voltará a gerar emprego no segundo semestre

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fala sobre as propostas da reforma previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso, durante entrevista ao programa Agora Brasil, na NBR, canal de TV da

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fala sobre as propostas das reformas previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso, durante entrevista ao programa Agora Brasil, na NBR, canal de TV da Empresa Brasil de Comunicação José Cruz/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (11) que o país vai voltar a gerar emprego, a partir do segundo semestre deste ano. Meirelles participa nesta manhã do programa Agora Brasil, da Rede Nacional de Rádio em parceria com a NBR – canal de TV da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Meirelles fala sobre a economia e as propostas de reforma previdenciária e trabalhista em tramitação no Congresso Nacional.

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O ministro afirmou que nos últimos anos o governo gastou excessivamente e a dívida pública subiu “de forma descontrolada”. “É preciso esclarecer o fato de que nós herdamos a maior recessão da história do Brasil”, declarou. O ministro disse que o país ainda está “pagando o preço” dessa recessão econômica. “Os investimentos caíram e as empresas começaram a demitir e as pessoas pararam de consumir com medo de serem demitidas”, disse.

Mas, para o ministro, agora país já saiu do “fundo do poço”. “Já estamos crescendo porque o governo cortou as despesas, estamos fazendo as reformas necessárias”, acrescentou.

O ministro disse ainda que a confiança de empresários e consumidores melhorou, levando a maior produção e consumo. Com isso, Meirelles afirma que o emprego vai reagir no segundo semestre.

Sobre a Previdência, o ministro respondeu a questionamento sobre as dívidas previdenciárias de empresas. Ele disse que a maior parte da dívida é de empresas insolventes ou falidas, o que torna difícil a recuperação. Ele acrescentou que o valor que pode efetivamente ser recuperado chega a R$ 150 bilhões. “Não cobre nem um ano de déficit da Previdência”, disse.

 

Agência Brasil

 

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Benjamin entrega relatório final da ação da chapa Dilma-Temer a ministros do TSE

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamin, encaminhou aos demais ministros da Corte o complemento do relatório final do processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014. A partir de agora, começa a contar o prazo de 48 horas para que o Ministério Público Eleitoral também se manifeste sobre a ação, que foi proposta pelo PSDB em 2014.

Às 12h29 desta quinta-feira (11), o documento complementar, de 153 páginas, foi anexado eletronicamente ao processo. Benjamin é o relator da ação no TSE e, até o momento, o conteúdo está sob sigilo. O relatório final, que já continha 1.086 páginas, apresenta as diligências que foram feitas durante a fase de instrução do processo e os principais trechos dos depoimentos de testemunhas.

De acordo com a Procuradoria-Geral Eleitoral, a expectativa é que as alegações do MPE sejam entregues ainda nesta sexta-feira (12). Depois, Herman Benjamin colocará o processo à disposição do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, para que entre novamente na pauta do plenário, o que, segundo Mendes, deve ocorrer ainda neste mês.

O julgamento da ação foi interrompido no dia 4 de abril, quando os ministros da Corte aceitaram um prazo solicitado pela defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff. Nesta semana, Dilma e o presidente Michel Temer apresentaram suas alegações finais ao processo.

Processo

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidenta Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas e por unanimidade no TSE. No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas,  uma vez que a campanha teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato.

Mesmo com o impeachment de Dilma, o processo continuou e pode terminar com a convocação de eleições indiretas, presididas pelo Congresso Nacional, caso a chapa seja cassada.

Recentemente, Herman Benjamin decidiu colocar no processo os depoimentos dos delatores ligados à empreiteira Odebrecht, investigados na Operação Lava Jato, o que tem sido questionado pela defesa de Dilma. Os delatores relataram que fizeram repasses ilegais para a campanha presidencial. A defesa de Dilma nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado. Já a defesa do presidente Michel Temer sustenta que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos.

 

Agência Brasil

 

ENTREVISTA DE CESAR MAIA A MURILO MEDEIROS!

Murilo Medeiros é acadêmico de Ciência Política pela UnB.
1. Em 2005, o PFL realizou seu Congresso de Refundação. O que levou o PFL a fazer esta refundação? Quais eram os objetivos?
R- Atualizar seu programa pós-Constituinte e pós-eleição de FHC.
2. Em qual período o PFL decidiu sair da Internacional Liberal e aderir à Internacional Democrata de Centro (IDC)? Como ocorreu essa transição? Em termos de doutrinas, quais as mudanças substanciais?
R- Acompanhamos todos os grandes partidos europeus, em especial a CDU e PP da Espanha. Ocupávamos e ocupamos uma vice-presidência da IDC. E nos mantivemos filiados a UDI – base conservadores britânicos e republicanos dos EUA, da mesma forma que a CDU e PP.
3. O Democratas completou em 2017 dez anos de “vida”, desde que trocou a sigla PFL para DEM. Qual balanço o Senhor faz dessa trajetória? A troca de nome foi positiva? Quais os pontos positivos e negativos?
R- Todos os partidos de oposição ao governo Lula, como DEM e PSDB, sofreram uma forte perda de deputados federais. Mas a coerência indicava que era um custo exigido por esta. Durante alguns anos a troca de nome foi criticada internamente, mas nos últimos 4 anos foi incorporada.
4. O partido definhou ao longo das últimas eleições. Esse declínio está ligado a quê?
R- A oposição orgânica ao governo Lula. O PSDB também perdeu uns 50% dos deputados federais.
5. Se fôssemos fazer uma viagem na história, além do nome, quais as diferenças do PFL para o DEM?
R- Principalmente a renovação de seus quadros dirigentes.
6. Qual a importância que o Democratas teve ao longo dos 14 anos como oposição?
R- A coerência que hoje é reconhecida com a presidência da Câmara de Deputados.
7. Como o Senhor analisa esse novo momento pelo qual passa o Democratas no cenário nacional? A ascensão do partido está ligada a quê?
R- Está relacionada a coerência política e a habilidade parlamentar.
8. Como o Senhor enxerga o papel do Democratas no governo Temer?
R- Como pilar de duas grandes prioridades: as reformas econômicas e a condução da reforma educacional com o mínimo de atritos.
9. Sobre a estrutura e dinâmica interna de atuação do Democratas, o Senhor mudaria algo? O que poderia ser atualizado dentro do partido?
R- Brasil é um país continental, é difícil generalizar. Mas destacaria como um dos grandes pontos positivos do DEM hoje a construção da Juventude Democrata como parte integrante da direção do partido.
10. Cite TRÊS bandeiras que o DEMOCRATAS deve defender para estar sintonizado com a sociedade e voltar a ser um partido grande, representativo, com identidade forte e um projeto de poder claro.
R- Afirmar-se na liderança das reformas econômicas, na condução da educação e definir uma alternativa consensual para a reforma político-eleitoral.
11. Uma curiosidade sobre fatos históricos: Cesar Maia, então prefeito do Rio, tornou-se um dos candidatos mais cotados para as eleições presidenciais de 2006 pelo PFL. Por que a candidatura não vingou?
R- Pela absurda intervenção do governo federal na saúde do Rio.
Quadro ideológico: Cesar Maia
Pesquisa para averiguar o perfil ideológico dos principais líderes do DEM.
Marcar Perfil ideológico do DEM - Parte I
Centro
Marcar Perfil ideológico do DEM - Parte II
Liberal-social e Conservador-liberal

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Lula diz a Moro que não há provas contra ele e nega conhecimento de propina

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em depoimento ontem (10) ao juiz Sérgio Moro que não há provas de que ele tenha cometido algum crime, negou ter conhecimento de pagamento de propina da empreiteira OAS a funcionários da Petrobras e ao PT e também de ter orientado o presidente da construtora, Léo Pinheiro, a destruir eventuais provas do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Ao ser perguntado por Moro se sabia que a OAS repassava propina por meio de uma “conta-geral” gerida pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, Lula respondeu:  “Se [eu] tivesse [conhecimento], eles seriam presos bem antes”.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento ao juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento ao juiz Sérgio MoroReprodução/ Justiça Federal no Paraná

O ex-presidente foi indagado porque procurou o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. Irritado, Lula respondeu que queria se certificar que o executivo não tinha contas no exterior para receber recursos de propina, conforme informações divulgadas na época.

“Acabei de falar [porque procurei Duque especificamente]. A sua secretária deve ter escrito aí. Eu disse que tinha muito boato de que estava sendo roubado o dinheiro, que o Duque tinha conta no exterior. E eu falei para o Vaccari: 'Se você conhece o Duque, eu queria conversar com ele [para falar]: Duque, é o seguinte: você tem conta no exterior? Não tenho. Acabou, para mim era o que interessava”, afirmou, acrescentando que Duque foi o único procurado por ter sido indicado pelo PT.

No depoimento, Lula afirmou que não existem provas, como escritura ou outros documentos em seu nome que certifiquem que o triplex no Condomínio Solaris, no Guarujá (SP) seria dele. “Se eu cometi um crime, prove que eu cometi um crime. Apresente à sociedade e o Lula será punido como qualquer cidadão é punido. Mas, pelo amor de Deus, apresentem uma prova. Chega de diz-que-diz.”

Lula é réu na ação em que é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras. O Ministério Público Federal alega que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento no Guarujá e do pagamento do armazenamento de bens de Lula, como presentes recebidos no período em que era presidente. O ex-presidente é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Destruição de provas

Em delação premiada, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, afirmou que Lula o procurou em 2014 para saber se a empreiteira tinha registros documentais do pagamento de propinas. Segundo Pinheiro, o ex-presidente pediu para que as provas fossem destruídas.

Lula nega tal pedido. “Encontrei o Léo Pinheiro mais de uma vez, e jamais disse o que ele falou”, respondeu o ex-presidente. Segundo ele, naquela época de crise econômica, empresários o procuravam para pedir orientações sobre o que fazer para contornar as dificuldades. “Inclusive o Léo”, completou.

Saiba Mais

O ex-presidente repetiu a afirmação de que tratou sobre o triplex com Léo Pinheiro apenas em duas ocasiões: em 2013, em uma reunião no Instituto Lula, e quando foi visitar o prédio, em 2014. Segundo ele, nos demais encontros o assunto não era discutido.

Ministério Público

Após as indagações de Moro, os procuradores do Ministério Público Federal fizeram seus questionamentos. O MPF apresentou uma fotografia de dois contêineres com as inscrições “sítio” e “praia”. Segundo os procuradores, esses contêineres tinha parte do acervo presidencial, que estava no Palácio da Alvorada.

“Quem pode responder o que tava dentro dessa caixa é quem foi investigar, é quem abriu as caixas. Eu nunca abri uma caixa, nunca visitei o acervo, não sei o que tem dentro. [...] O fato de estar escrito ‘praia’ é porque eu ia à praia quando era presidente. Não quer dizer nada”, respondeu Lula.

O MPF também apresentou um documento que supostamente trata do contrato entre a OAS e a Granero para que esta guardasse o acervo presidencial. De acordo com os procuradores, os objetos guardados eram bens de escritório pertencentes à OAS.

O representante do MPF perguntou o documento não menciona o acervo presidencial. “Pelo que eu já ouvi em depoimentos aqui, a origem desse espaço era para a OAS guardar as coisas dela”, respondeu o ex-presidente.

Alegações finais

Nas alegações finais, o ex-presidente criticou a imprensa, os vazamentos de informação aos veículos de informação e disse que a denúncia contra ele foi baseiada em notícias jornalísticas que levaram os procuradores a produzirem “uma apresentação de Power Point” mentirosa e com uma tese política.

“Eu conheço os vazamentos, eu sei dos vazamentos. É como se o Lula tivesse, pela imprensa, pelo Ministério Público, sendo procurado. […] Se adotou a política de primeiro a imprensa criminalizar”, disse.

Moro rebateu Lula e disse que a imprensa não vai influenciar seu julgamento. “Essa acusação é pública.  Não existem vazamentos em relação a essas ações penais. O senhor pode ter certeza de que o processo será julgado com base nas provas e na lei e serão levadas em consideração essas declarações que o senhor fez a este respeito. Este não é o foro próprio para o senhor reclamar do tratamento da imprensa. O juiz não tem relação com o que a imprensa publica.”

 

Agência Brasil

 

Economia Meirelles diz que país voltará a gerar emprego no segundo semestre

EconomiaGoverno faz leilão para exploração de petróleo em três estados

CuritibaLula diz a Moro que não há provas contra ele e nega conhecimento de propina

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Em mensagem ao STF, Moro defende prisão de Palocci

Memória

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Trump pede à Rússia para conter Assad e Irã

Presidente americano conversou diplomata e afirmou que "irão parar com assassinatos e mortes na Síria"

Presidente americano conversou diplomata e afirmou que

Presidente americano conversou diplomata e afirmou que "irão parar com assassinatos e mortes na Síria" | Foto: Ho / Russian Foreign Ministry / AFP / CP

 

O presidente americano, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira que a Rússia contenha o presidente sírio, Bashar al Assad, e seu aliado, o Irã, enquanto Washington e Moscou procuram impulsionar sua frágil relação em uma reunião na Casa Branca. Sergey Viktorovich Lavrov, diplomata e Ministro das Relações Exteriores da Rússia, é o funcionário de mais alto escalão a visitar Washington desde que Trump assumiu o poder em janeiro, recebeu um convite incomum ao Salão Oval da mansão presidencial para um encontro com o líder americano.

Mas a reunião e uma imediatamente anterior com o secretário de Estado, Rex Tillerson, se viu obscurecida pela tormenta política desatada na véspera pela decisão de Trump de demitir o chefe do FBI, James Comey, que estava a cargo da investigação sobre uma possível relação entre os assistentes de campanha de Trump e a Rússia no período das eleições.

"Tivemos uma muito, muito boa reunião", disse Trump pouco depois de se encontrar com Lavrov. "Vamos parar os assassinatos e as mortes na Síria", acrescentou. Mas também disse ao chefe da diplomacia russa que Moscou deve "frear o regime de Assad, Irã e os aliados do Irã", indicou a Casa Branca em uma nota.

Lavrov, que viajou aos Estados Unidos para buscar o apoio de Washington para um plano russo de criar zonas de segurança na Síria, disse que falaram sobre "mecanismos concretos que poderão manejar em conjunto". "Temos o mútuo entendimento de que, com atores ativos no processo diplomático na Síria, vamos entabular estes contatos juntos e com outros países-chave, especialmente aqueles da região", disse.

Críticos de Trump diziam que o convite da Casa Branca a Lavrov, cujo governo é acusado pelas agências de inteligência americanas de interferir nas eleições de novembro, foi feito em benefício do líder republicano.

"Invenção"

A demissão do chefe da Polícia Federal enfureceu a oposição democrata, que exigiu que a investigação sobre a suposta ingerência russa passe para as mãos de uma comissão legislativa ou de um procurador independente. O mesmo Lavrov, que visitou Washington pela última vez em agosto de 2013, rechaçou todas as alegações de ingerência eleitoral como uma "invenção", e preferiu se concentrar no conteúdo das reuniões. "O presidente Trump claramente confirmou seu interesse em construir relações mutuamente benéficas e pragmáticas" com a Rússia, disse a jornalistas.

Em Moscou, o presidente Vladimir Putin se reuniu nesta quarta-feira com seu Conselho de Segurança para discutir as relações com os Estados Unidos, disse o porta-voz do Kremlin à agência de notícias RIA Novosti. As relações entre estes velhos inimigos da Guerra Fria pioraram durante o governo de Barack Obama, após a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014 e seu firme apoio ao presidente sírio.

Nem Washington, que apoia a oposição síria, nem Moscou, que apoia o governo de Damasco, conseguiram encontrar uma solução ao conflito sírio, que desde março de 2011 deixou mais de 320 mil mortos e deslocou milhões de refugiados. Com Trump, os Estados Unidos se retiraram gradualmente do processo diplomático, deixando a Rússia na liderança.

Os Estados Unidos não tomaram partido no acordo conquistado por Rússia e Irã, que apoiam o governo sírio, e pela Turquia, que apoia os rebeldes, assinado na última quinta-feira em Astana para estabelecer zonas de segurança na Síria.

"Zonas de distensão"

O acordo estabelece a criação de quatro "zonas de distensão" para um cessar-fogo, proíbe os voos e autoriza a entrega de ajuda humanitária. Washington saudou o plano de maneira cautelosa, citando preocupações como o papel de patrocinador do Irã, embora tenha expressado sua confiança de que o acordo assenta as bases para uma conquista posterior.

Todos os cessar-fogos acordados desde o início do conflito sírio fracassaram na tentativa de conseguir um fim permanente dos combates, enquanto Moscou e Washington mantêm as posições encontradas sobre o destino de Assad.

A chegada de Trump à Casa Branca não conduziu a uma aproximação com a Rússia e no começo de abril os Estados Unidos lançaram um ataque contra o governo sírio em represália ao suposto uso de armas químicas. Mas nesta quarta-feira os diálogos pareciam cordiais.

Trump "enfatizou seu desejo de construir uma melhor relação entre os Estados Unidos e a Rússia", assinalou a Casa Branca. Sobre a Ucrânia, a Casa Branca disse que Trump "insistiu na responsabilidade da Rússia de implementar completamente os acordos de Minsk" para dar fim ao conflito.

Lavrov e Tillerson se verão novamente na quinta-feira em Fairbanks, no Alasca, em uma reunião do Conselho Ártico, um fórum intergovernamental para cooperação em meio ambiente, petróleo e mineração, navegação, pesca e turismo. O Conselho congrega oito países que tem a costa no Oceano Ártico: Canadá, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia, Rússia e Estados Unidos.

 

 

AFP e Correio do Povo

 

Trabalhadores dos Correios encerram greve no Brasil
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Os funcionários dos Correios encerraram a greve no Brasil, anunciou a empresa nesta terça-feira (9). "A carga em atraso deve ser normalizada ainda esta semana", ...
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18% comprometem maior parte da renda com empréstimos
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Um em cada quatro consumidores que ganham até R$ 2.000 ao mês tem mais da metade da renda comprometida com o pagamento de empréstimos.O dado faz parte ...
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Em vídeo, consumidor grava agressão sofrida em concessionária da Fiat
O vídeo publicado no Facebook já foi assistido por mais de 3,5 milhões de pessoas e recebeu mais de 74 mil compartilhamentos na rede social; veja
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Reforma da Previdência é aprovada em comissão; texto irá a plenário
Um mês depois do previsto, o governo Michel Temer conseguiu concluir nesta terça-feira (9) a votação da proposta de reforma da Previdência na comissão ...
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Recuperação Fiscal: Senado incluirá exigência de taxa previdenciária de 14%
Câmara derrubou contrapartida polêmica e que afeta os servidores, mas articulação no Senado retornará com a obrigação no projeto
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Demora injustificada na liquidação de sinistro causa dano moral, diz TJ-RS
A demora injustificada na liquidação de sinistro fere o pacto de boa-fé e lealdade que deve existir entre as companhias de seguros e os segurados, o que ...
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Veja três dicas de como comprar presentes no Dia das Mães sem prejuízos
Prazo para reclamações e garantia: advogado dá dicas de como assegurar seus direitos de consumidor e não se prejudicar na compra do Dia das Mães
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Empresas aérea e de turismo indenizarão casal por final inesperado em viagem à Itália
A 1ª Câmara Civil do TJ manteve o dever de empresas aérea e de viagens, de forma solidária, indenizarem casal de turistas que não pôde embarcar ...
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Temer libera verbas para garantir apoio à reforma da Previdência
O presidente Michel Temer planeja acelerar a liberação de verbas para pagar emendas de deputados que se comprometerem a votar a favor da reforma da Previdência.
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Concessionária é responsabilizada por inundação de esgoto em casa de consumidora
A 6ª Câmara Civil do TJ reconheceu a responsabilidade de concessionária de serviço público com atuação na área de saneamento, ...
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Bradesco deve indenizar em R$ 180,3 mil norueguês que teve dinheiro transferido para conta errada
O Banco Bradesco foi condenado a pagar indenização de R$ 180.366,77 por danos morais e materiais a um empresário norueguês com residência fixa em ...
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