Sucesso na Europa da crise, chega ao Brasil BlaBlaCar, o “Uber da carona”


Startup francesa Blablacar começa a funcionar no país

Plataforma coloca em contato pessoas que querem compartilhar viagens longas

Sede do BlaBlaCar em Paris. / JACQUES BRINON  (AP)
Nesta semana, começará a funcionar no Brasil um novo serviço de compartilhamento de viagens de carro entre cidades, uma espécie de Uber de caronas. A startup francesa BlaBlaCar, com mais de 20 milhões de usuários em 19 países, chega ao Brasil com a proposta de conectar motoristas com espaço sobrando no carro a viajantes indo para o mesmo destino a fim de pegar uma carona e dividir os custos do trajeto. Em outras palavras, de “rachar” a gasolina e os pedágios.
No site brasileiro da startup já há, inclusive, preços sugeridos de viagens bastante procuradas pelos brasileiros. Ir para o Rio de Janeiro, por exemplo, saindo de São Paulo, pode custar para umcaroneiro cerca de 60 reais. O valor é cerca de 24 reais mais barato que o de uma passagem de ônibus na classe convencional que realiza o mesmo percurso. O que revela que, em tempos de crise econômica, a ideia pode acabar funcionando bem no país por ser um opção mais em conta para o bolso do usuário. Se o sucesso da BlaBlaCar for grande como em outros lugares, há chances também do serviço gerar  uma nova polêmica no setor de transportes. É que as empresas que fazem o serviço entre cidades, como as de ônibus rodoviários, podem reagir, assim como aconteceu com o aplicativo Uber, que hoje está em pé de guerra com os taxistas.
A BlaBlaCar já enfrenta uma batalha judicial na Espanha, um dos países com maior número de usuários da plataforma de carona. Lá, o sindicato de transportes de ônibus Confebús processou a startup por competência desleal e pediu que a plataforma seja suspensa. A empresa alega, no entanto, que os serviços são diferentes e que é uma mera rede social que atua como intermediária e não como uma empresa de transporte.

Uma longa viagem

A BlaBlaCar nasceu em 2006, produto de uma ideia do ex-empregado da NASA Frédéric Mazzella de utilizar uma plataforma de internet para facilitar o contato das pessoas que queriam compartilhar viagens de longas distâncias. 
Entre 2006 e 2008, a equipe fundadora, formada por sete pessoas, investe na empresa 100 mil euros para colocá-la funcionado. 
Em 2009, a companhia fica concentrada em três sócios: Mazzella, Francis Nappez y Nicolas Brusson.
A partir de 2009, a startup começa sua expansão fora da França. A Espanha é o primeiro, em 2010, a entrar no sistema. Hoje, a BlaBlaCar está em 19 países. Com o Brasil, serão 20. 
Em 2011, supera o milhão de usuários em Espanha. Hoje tem 20 milhões de usuários e 360 empregados, a maioria deles na central de Paris. 
O sistema do BlaBlaCar é simples: quem vai viajar de carro e tem lugares livres no veículo publica na plataforma com antecedência os detalhes do trajeto como ponto de partida e chegada, data e hora. Já os passageiros procuram os condutores que vão para o mesmo destino e reservam um assento. Os dois combinam os detalhes da viagem e pronto. É o condutor quem decide se aceita o passageiro ou não, mas a BlaBlaCar sugere um valor para cada trajeto levando em consideração os gastos com pedágio e gasolina. A ideia não é que o condutor lucre, apenas que ele divida os custos do trajeto e que o passageiro tenha uma viagem barata, mesmo quando decide fazê-la em cima da hora. As viagens são de 340 km em média.
No perfil, os usuários também podem se definir como Bla, BlaBla ou BlaBlaBla, de acordo com a sua vontade de conversar durante a viagem, daí surgiu o nome da empresa. O sucesso da plataforma mundo afora, principalmente na Europa, mostra que, em tempos mais austeros, economizar pesa mais que a desconfiança de pegar uma carona com uma pessoa que os usuários só viram através de um perfil no site. Sobre os riscos envolvidos de viajar com um desconhecido, a empresa explica que todos os membros têm e-mail e telefone verificados, além de perfil com informações como foto, veículo e avaliações de outros membros.
Página do BlaBlaCar no Brasil. /REPRODUÇÃO
O modelo de negócios é parecido com o Airbnb, a plataforma que coloca em contato quem quer encontrar uma hospedagem e quem tem uma acomodação para alugar. A BlaBlaCar fica com uma fatia de cerca de 10% de cada transação mas, no caso do Brasil, a assessoria de imprensa da empresa não informou quanto será essa comissão.
Em plena expansão, a empresa tem duplicado a cada ano seus funcionários. Em setembro, a BlaBlaCar captou cerca de 176 milhões de euros, elevando seu valor de mercado para 1,6 bilhão de euros, o que faz da companhia uma das poucas startups de tecnologia europeias a superar a casa do bilhão.
Para o fundador e presidente da empresa, Frédéric Mazzella, o segredo do sucesso foi ter trabalhado bem em uma boa ideia. A dele surgiu na época do Natal. Mazella precisava ir para as casas do pais, que ficava longe de Paris, mas não encontrava passagens de trem nem de ônibus. Sem outra opção, acabou alugando um carro. No trajeto, comprovou a quantidade de pessoas que viajavam na direção do seu destino e como a  grande maioria estava sozinha. Não teve dúvidas que um sistema de caronas facilitaria a vida de muitas pessoas.
"Quando você consegue a ideia se torna um pouco paranoico. O importante é não ficar paralisado e atuar rápido, como quando o jogador de rugby agarra a bola. Precisa começar a correr", afirmou Mazzella em uma entrevista dada ao EL PAÍS  na sede em Paris em outubro. 

'Dilma se compara a santa', diz Bicudo, autor de pedido de impeachment

Jurista foi um dos autores do pedido de impeachment de Dilma.
Para ele, Cunha atuou como presidente da Câmara ao aceitar pedido.

Roney DomingosDo G1 São Paulo
O jurista Hélio Bicudo, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff junto com Miguel Reale Júnior, disse em entrevista ao G1 na noite desta quarta-feira (2) em sua casa, em São Paulo, que o deputado federal Eduardo Cunha "atuou como presidente da Câmara" ao aceitar o requerimento.
Bicudo disse também que não acredita que esse pedido agrave a crise. "Acho que é maneira de tirar combustível da fogueira, porque o governo compromete a vida financeira e política do povo", afirmou Bicudo. Para ele, a presidente Dilma Rousseff "se compara a uma santa sem pecados". Dilma negou "atos ilícitos" em sua gestão e afirmou que recebeu com "indignação" a decisão do peemedebista Eduardo Cunha.
O pedido de Bicudo foi entregue a Cunha em 21 de outubro. Na ocasião, deputados da oposição apresentaram ao presidente da Câmara uma nova versão do requerimento dos dois juristas para incluir as chamadas “pedaladas fiscais” do governo em 2015, como é chamada a prática de atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária. A manobra fiscal foi reprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Na representação, os autores do pedido de afastamento também alegaram que a chefe do Executivo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao ter editado decretos liberando crédito extraordinário, em 2015, sem o aval do Congresso Nacional.
Veja a entrevista de Bicudo ao G1:
G1 - O presidente da Câmara aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma. Como o senhor recebeu a notícia?
Hélio Bicudo - Recebi como uma pessoa que faz uma requisição de um procedimento quase penal e que as instituições funcionem e se apure aquilo que se está pedindo que seja apurado, que configure crimes contra a lei de execução fiscal.
O que o senhor acha que vai acontecer a partir de agora?
Não sei, não tenho bola de cristal.
O senhor acha que o pedido de impeachment é um caminho sem volta?
Acho que é um caminho que não tem volta. Agora instalada a comissão começa o trâmite do pedido. Naturalmente esse trâmite vai ter lugar a partir de amanhã ou depois de amanhã. Vamos ver o resultado final que compete ao Senado.
O senhor chegou a ver a resposta da presidente Dilma? Ela disse que os argumentos são incosistentes.
Ela se compara a uma santa sem pecados. Acho que não é. Essa questão das pedaladas, por exemplo, ela já sofreu isso algum tempo atrás mas não se emendou, continuou fazendo.
O senhor acha que a linha de defesa que Dilma adotou pode funcionar?
Não sei se vai funcionar. Ela tem o direito de defesa e vai dizer o que quer, o que acha que pode ser em defesa dela. O problema é a comissão que for constituída na Câmara aceitar a fala da presidente.
O senhor chegou a duvidar que esse pedido fosse ser aceito?
Acho que o presidente da Câmara apenas atuou como presidente da Câmara. Ele recebeu o pedido, esse pedido tem fundamento, então ele abriu espaço para que esse pedido caminha na Câmara. Não acho que demorou muito.  Acho que o pedido está muito enxuto, muito bem elaborado, porque foi feito a seis mãos. Eu acreditava. Mas ninguém falou com o Cunha sobre isso.
Esse pedido de impeachment, nas circunstâncias que o país vive hoje, coloca mais combustível na fogueira?
Eu acho que é uma mentira até de tirar combustível da fogueira.  Porque eu acho que a administração da Dilma é uma administração que está comprometendo a vida financeira e política do país.
O jurista Hélio Bicudo, autor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (Foto: Roney Domingos/G1)O jurista Hélio Bicudo, autor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (Foto: Roney Domingos/G1)
G1



Doces e bebidas diets prejudicam os dentes tanto quanto os produtos com açúcar

Um novo estudo mostrou que os componentes ácidos dos produtos sem açúcar também prejudicam o esmalte dos dentes

Os componentes ácidos presentes em alguns alimentos e bebidas podem causar o amolecimento do esmalte do dente, o que contribui para a erosão dentária(Thinkstock/VEJA)

Refrigerantes, bebidas esportivas e doces sem açúcar podem ser tão ou até mais prejudiciais aos dentes do que produtos adoçados. É o que diz um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Melbourne, na Austrália.

No trabalho, os pesquisadores testaram o impacto na saúde dos dentes de 23 produtos entre doces, refrigerantes e bebidas esportivas açucarados e sem açúcar. Os resultados mostraram que a maioria dos produtos contribui para o amolecimento de 30% e 50% do esmalte dos dentes, incluindo aqueles sem açúcar. As informações são da rede americana CBS.

De acordo com os autores, isso acontece porque componentes, como aditivos ácidos e níveis baixos de pH (medida de acidez) amolecem o esmalte (tecido duro dos dentes), levando à erosão dentária.

"Muitas pessoas não sabem que reduzir a ingestão de açúcar não diminui o risco de cárie dentária causada pela mistura química de ácidos em alguns alimentos e bebidas", disse Eric Reynolds, um dos autores do estudo e presidente do Centro de Pesquisa Cooperativa de Saúde Oral da Universidade de Melbourne.

Uma dica para ajudar a proteger os dentes da erosão é olhar os rótulos dos produtos em busca de componentes ácidos e evitá-los. Entre eles, o ácido cítrico e fosfórico.
Fonte: Portal do Consumidor - 02/12/2015 e Endividado

Quem vai reunificar o Brasil?

Ernesto Caruso

Quem será o herói da reunificação do Brasil daqui a cem anos? Será possível reeditar os feitos dos heróis responsáveis por nos legarem este País, pleno de riquezas naturais, unidade política, territorial e linguística, irmanados por uma comunhão racial incomum em área tão extensa do planeta? Como chamarão esta geração de incompetentes, herdeira de todo um legado que não soube preservar e transmitir aos sucessores?
O desbravamento dos Bandeirantes, rompendo a floresta e plantando vilas, atividades produtivas, civilização, conforme modelo da época, enfrentado o desconhecido; a visão de um Marquês de Pombal, amalgamando raças, as lutas e vitórias contra as invasões estrangeiras e pela independência, a exitosa ação diplomática do Barão do Rio Branco. O grito e a liberdade dos escravos, os heróis anônimos, gaúchos do Sul aos seringueiros no Norte, que desenharam uma fronteira com luta, sangue e destemor. A gloriosa epopeia do incomparável Duque da Caxias e o sangue derramado pelos nossos pracinhas além-mar, nos campos de batalha da Itália, foram em vão? Esses antecessores fizeram a HISTÓRIA DO BRASIL. Foram os responsáveis pela edificação.
Repulsa aos que tentam destruí-la. Reagir, reunir, bradar, marchar.
A Constituição de 1988 é a porta aberta ao internacionalismo, posto em prática pelas medidas dos sucessivos governantes a partir de então, que se configuram uma ameaça à fragmentação do Brasil, medidas essas, consubstanciadas no trato das questões dos brasileiros primitivos. Os nascidos ontem e hoje são brasileiros, com identidade e direito aos bancos escolares, cargos públicos, etc; e obrigações como os demais patriotas.
Como enfatizado em todas as Constituições, inclusive na referida de 1988, que são brasileiros natos os nascidos no Brasil, não há porque chamá-los de forma discriminatória de índios, muito menos agrupá-los em uma imaginária nação indígena. Como reza a mesma Carta, “A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. Sábia a Constituição de 1946 que preconizava a “incorporação dos silvícolas à comunhão nacional”. Silvícolas e não índios. Silvícola, o que vive na selva e lá quer viver. A lembrar dos negros escravos que vieram da África, pertenciam a tribos derrotadas e que um dia, todos os viventes tiveram origem em tribos.
Infelizmente há os que por interesse ou convicção pessoal introduzem cunhas na Unidade Nacional, criando dissensões raciais, ou maculando a História dos nossos heróis, como foi com a do Duque de Caxias, chamando-o de o “herói” dos massacres, recompensado por matar rebeldes do Norte e do Sul do país. Mísero pronunciamento diante da exaltação de D. Aquino Corrêa, autor do HINO AO DUQUE DE CAXIAS, que o chama de invicto e gentil: “Que as províncias do Império estreitando, a unidade da Pátria salvou”, encerrando com vibrante apelo: “Sê o indígete sacro e inviolável que hoje inspire e proteja a Nação!”. Unidade viva a ser respeitada.
Movimentos separatistas no sul e, disseminadas pelo território, expressivas terras aquinhoadas a tais imaginárias nações, que poderão se transformar em triste realidade, formam um cenário preocupante. No Estado de Roraima representam em torno de 60% do território, em constante instabilidade nas relações com as instituições. Acirram os ânimos. Estimulam antagonismos. Forçam uma repressão em busca de apoio internacional. Na Amazônia, 22, 25%. Algumas, vizinhas, criadas com o mesmo nome de um lado e de outro da fronteira, como os ianomâmis.
Depois do avanço nas cunhas-homologações na fronteira Norte, recrudesceram os movimentos de invasão de propriedades produtivas na fronteira Oeste. E no Mato do Grosso do Sul já são 95 fazendas invadidas como citado na CPI/MS do CIMI, por sua presidente, que de forma exclamativa acrescenta ao ver o que se passava na região Norte não imaginava que pudesse se repetisse no seu Estado. Aí que prospera a ação insidiosa do crime de lesa-pátria, pois as pessoas não se dão conta de que um dia, serão a parte ofendida, invadida, dominada.
Como se pode assistir através o enlace a seguir, a oitiva do desembargador do Estado de Roraima, Alcir Gursen De Miranda, profundo conhecedor da questão indígena no Estado, esclarece como lá ocorreu e gera as raízes que se espraiam e afetam a integridade do território nacional como um todo:
O magistrado condenou o que chamou de “ditadura do Judiciário”, ao proferir decisões à margem da segurança jurídica. Comenta sobre as invasões presentes no sul da Bahia, onde atua a milícia de índios pataxós, segundo completa, há “índios” de cabelos crespos, “índia” branca e até loura.
A entender que a destinação das terras tradicionalmente ocupadas pelos brasileiros primitivos não são um Brasil como todo. Se não, todos os seus descendentes, que hoje são milhões, têm que embarcar nas caravelas com destino a outras plagas. Marte, talvez. Inclusive os nãodescendentes, no bojo, os ecologistas do chope, que gostam dos índios como se fossem passarinhos, para vê-los cantar e dançar.
Considerar um, dois ou três módulos da reforma agrária por família, seria uma solução. Habitantes de vilas, cidades, municípios. Nada de aldeia que segrega como guetos. Não esquecendo dos muitos dos seus herdeiros, miscigenados, em áreas ribeirinhas, abandonados à própria sorte.


Anatel lança campanha educativa para orientar o consumidor

Na estreia da campanha, o tema abordado foi franquia de dados

A prestadora tem de informar claramente ao consumidor todas as condições sobre o serviço

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançou nesta terça-feira (1º) a campanha "Anatel Explica". A ação reúne orientações sobre os principais direitos e deveres dos consumidores de serviços de telecomunicações.

Às terças e quintas-feiras, serão publicados novos conteúdos. Na estreia da campanha, o tema abordado foi franquia de dados. O material explica, por exemplo, que a franquia de dados representa a quantidade de dados contratada. Ela define quantos e-mails, fotos, músicas e vídeos, por exemplo, os aparelhos podem enviar e receber durante certo tempo. Define, também, quantas páginas podem ser visitadas.

Durante essa primeira semana, será publicado um tutorial por dia e os usuários aprenderão como fazer a franquia de dados render mais, o que é a velocidade de transmissão dos dados e dicas a serem observadas antes das compras de Natal.
Fonte: Portal do Consumidor - 02/12/2015 e Endividado

ESTADO ISLÂMICO SE DESLOCA TAMBÉM PARA A LÍBIA!

(Jim Michaels - USA TODAY/Estado de SP, 02) 1. Os militantes do Estado Islâmico, que se encontram sob crescente pressão da coalizão militar liderada pelos EUA no Iraque e na Síria, estão estabelecendo uma perigosa base na Líbia. O grupo terrorista aproveita do caos que se instalou no país depois que o ditador Muamar Kadafi foi deposto e morreu numa revolução, em 2011, enquanto a presença do Ocidente vem declinando na região. Os EUA planejavam colaborar na reconstrução da Líbia depois da marginalização de Kadafi, em meio à crescente violência, e do ataque terrorista de 2012 contra as instalações diplomáticas em Benghazi, no qual o embaixador Chris Stevens e três outros americanos perderam a vida.
     
2. O EI fixou-se na cidade costeira de Sirte e tenta expandir sua influência na Líbia. “O que mais preocupa é que, se a central do EI decidir investir mais recursos lá, a situação poderá se agravar”, disse Frederic Wehrey, analista do Carnegie Endowment for International Peace. “Os militantes estão pressionando, ao sul e a leste de Sirte, com o objetivo de conquistar o controle das instalações petrolíferas na área”, disse. “Neste momento, a Líbia, provavelmente, corre o risco de se tornar um santuário do EI”, afirma Patrick Johnson, analista de contraterrorismo da RAND Corp.
     
3. A expansão do EI ocorre enquanto a iniciativa dos EUA para a formação de um governo de união na Líbia declinam. Washington admitiu, no ano passado, que suspendeu o treinamento de uma força líbia de 5 mil a 8 mil homens, enquanto cresciam os confrontos entre as facções em guerra, até mesmo pelo fato de a Líbia não ter um governo dotado de base ampla, segundo afirma o Pentágono. Os EUA prosseguem os esforços diplomáticos para a criação de um governo unificado no país. “Nosso comprometimento com a Líbia sempre foi modesto”, disse Daniel Serwer, professor da Johns Hopkins School of Advanced International Studies e pesquisador no Middle East Institute. “Considerávamos a Líbia uma responsabilidade da Europa.” Por outro lado, também os países europeus pouco fizeram para conter a violência crescente. E a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) atualmente não está fornecendo nenhuma assistência militar para a Líbia.
     
4. Depois da queda de Kadafi, com a ajuda de ataques aéreos liderados pela Otan, a Líbia parecia um país promissor e muitos líbios confiavam na ajuda do Ocidente. Em 2012, o país realizou suas eleições com sucesso. O ataque a Benghazi provocou outra reviravolta e um declínio mais acentuado da presença americana. Em 2014, os EUA fecharam sua embaixada em Trípoli. Desde então, intensificou-se a anarquia no país, enquanto governos rivais se estabeleciam na capital e em Tobruk, na Líbia oriental. Os EUA e outros países aliados recorreram à diplomacia para incentivar as facções em guerra na Líbia a buscarem um acordo político. Será difícil mobilizar as forças contra o EI sem a existência de um governo unificado na Líbia. “O Estado Islâmico mostrou-se muito propenso a preencher todo e qualquer vazio”, disse Serwer.

Ex-Blog do Cesar Maia

CPF passa a ser emitido junto com a certidão de nascimento

Em ação inédita no país, foi lançado hoje (1º) em São Paulo um novo serviço ao cidadão que permitirá a emissão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) no momento em que é feito o registro da certidão de nascimento. Por meio de convênio entre a Receita Federal e a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), os cartórios vão informar os dados do recém-nascido ou da pessoa a ser registrada pelo sistema online e, imediatamente, o número do CPF será repassado e impresso na certidão sem nenhum custo.

De acordo com Marcelo Barreto, superintendente substituto da Receita Federal em São Paulo, a medida será estendida agora à tarde ao Rio de Janeiro e amanhã (2) a todo o país. Ele lembrou que, atualmente, para ter acesso ao CPF os interessados têm de procurar um dos postos da rede conveniada (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e agências dos Correios) e pagar a taxa de R$ 7,00. A partir de agora, o serviço passa a ser gratuito, “eliminando discrepâncias e facilitando a vida do cidadão”, disse Barreto.

A medida, conforme o superintendente, é uma demanda antiga da sociedade e, por meio dela, a Receita poderá fazer um cruzamento da base de dados de forma segura, evitando eventuais tentativas de fraudes. “Todos saem ganhando com isso”, afirmou Barreto. Ele informou que, anualmente, são expedidos em São Paulo em torno de 500 mil CPFs.

De acordo com ele, o governo pretende lançar no primeiro semestre do próximo ano a mesma sistemática para o caso de adolescentes que vão tirar o primeiro documento de identificação, o Registro Geral (RG), que é emitido pelas secretarias de Segurança Pública.

A diretora da Arpen, Monete Hipolito Serra, que é registradora civil do Distrito de Jaraguá, na zona noroeste de São Paulo, informou que o novo serviço não causará qualquer impacto na rotina dos 836 cartórios do estado e que os cidadãos continuarão a receber o documento na hora da solicitação.

“Essa medida vai agilizar a emissão para quem pretende, por exemplo, abrir um plano de previdência para o filho que acabou de nascer, em casos de doação de imóvel e inscrições em programas sociais ou ainda no acesso a remédios que são distribuídos de graça na área de saúde”, acrescentou.
Fonte: Agência Brasil - 02/12/2015 e Endividado

IPSOS: SÓ 8% DOS BRASILEIROS ACHAM QUE A ECONOMIA VAI BEM!

(Maria Cristina Frias - Folha de SP, 02) 1. O Brasil ficou na pior colocação no ranking de percepção econômica feito pela empresa de pesquisa norte-americana Ipsos em 24 países. Apenas 8% dos brasileiros definiram a situação da economia nacional como muito boa ou boa. Logo acima estão Coreia do Sul e França, com 12%. Nos Estados Unidos, por exemplo, a tendência é de maior otimismo.
 
2. A sondagem também questionou os participantes sobre o futuro da economia local. Nesse caso, o Brasil foi mais otimista: 51% disseram que o próximo semestre será melhor para os negócios do que foi no período da pesquisa.  O levantamento, que é mensal, foi feito com base em 17.537 entrevistas realizadas entre os dias 23 de outubro e 6 de novembro.

Ex-Blog do Cesar Maia

FINALMENTE SE DECIDE SOBRE IMPEACHMENT!

(Editorial da Folha de SP, 03) Talvez, entretanto, Eduardo Cunha tenha razão em uma das considerações com que acompanhou sua desesperada artilharia. O impasse político em torno do impeachment tem feito mal ao país. Que se decida de uma vez, renovando a legitimidade da presidente Dilma Rousseff, ou negando-a em favor de uma solução pacífica, institucional e democrática –por traumática que possa ser. O processo que ora se abre dará ocasião a que todos examinem, com paixão, mas também com razão e prudência, os motivos concretos em torno do impeachment.

Ex-Blog do Cesar Maia

Procon Carioca disponibiliza seis modelos de cartas para consumidores encaminharem reclamações aos fornecedores

O  Procon Carioca disponibiliza a partir de hoje (02/10) seis modelos de carta  para reclamação do consumidor,  que podem ser encaminhadas diretamente às empresas, via Correios, cobrando soluções.

Cada carta trata de uma queixa específica: conserto de produto; troca de produto; cobrança indevida (bancos e financeiras); cláusula de arrependimento (sete dias, no caso de compras pela internet); não entrega de produto e acidente de consumo.

Esta é mais uma ação de educação sobre o consumo que o Procon Carioca vem promovendo para orientar e facilitar os consumidores na solução de problemas com fornecedores.

Acesse os modelos de cartas para reclamar sobre produtos ou serviços, nos links abaixo:

1. Modelo de carta de reclamação sobre produtos comprados.

2. Modelo de carta para reclamar de fornecedor que não resolveu problema relativo a produto adquirido.

3. Modelo de carta para reclamações sobre serviços contratados.

4. Modelo de carta para reclamar sobre produtos comprados fora do estabelecimento comercial (via televendas ou pela internet).

5. Modelo de carta para reclamações relativas a produtos não entregues.

6. Modelo de carta para solicitação de ressarcimento em caso de acidentes de consumo.
Fonte: Procon Carioca - 02/12/2015 e Endividado