PT, Lula e ministros lamentam morte do filho do governador de São Paulo

O PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e alguns ministros divulgaram notas lamentando a morte do filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e prestando solidariedade à família. Thomaz Alckmin morreu em um acidente de helicóptero ocorrido na tarde de ontem (2), na Estrada da Fazendinha, no município de Carapicuíba, zona oeste da Grande São Paulo. O nome de Thomaz só foi confirmado entre as vítimas do desastre aéreo, que matou mais quatro pessoas, por volta das 22h.
“O Partido dos Trabalhadores lamenta o acidente de helicóptero ocorrido em Carapicuíba, São Paulo, na tarde desta quinta-feira, no qual morreram cinco pessoas, dentre as quais o filho do governador Geraldo Alckmin e da dona Lu Alckmin, o jovem Thomaz Alckmin. Além de nossa profunda solidariedade à família Alckmin, manifestamos, também, nossa solidariedade às famílias das demais vítimas desta terrível tragédia”, escreveu o presidente nacional do PT, Rui Falcão, em nome da legenda.
Em mensagem assinada junto com a mulher, Marisa Letícia, o ex-presidente Lula prestou sentimentos e solidariedade ao governador Geraldo Alckmin, à primeira-dama Maria Lúcia Alckmin, à esposa, aos irmãos e às filhas de Thomaz Alckmin, além de condolências aos parentes e amigos do piloto Carlos Haroldo Esquerdo Gonçalves e demais tripulantes do helicóptero.
“Diante de uma tragédia na qual não há palavras que possam confortar pais, esposas e filhos, estendemos nosso abraço e reafirmamos nossa fé que os entes queridos permanecerão para sempre conosco na paz de Deus e em nossos corações”, expressaram Lula e Marisa.
Os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo,  da Controladoria-Geral da União, Valdir Simão, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, também divulgaram notas lamentando a notícia do falecimento das cinco vítimas do acidente em Carapicuíba. Os três, em notas separadas, transmitiram seus sentimentos e solidariedade às famílias das vítimas.

Agência Brasil

Aécio Neves diz que morte de Thomaz Alckmin é "perda irreparável"

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), manifestou, por meio de nota, a solidariedade de lideranças e militantes do partido ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e à sua família, pelo falecimento de seu filho Thomaz Alckmin. Aécio também manifestou pesar pela morte das demais vítimas do acidente de helicóptero, ocorrido na tarde de ontem (2), na Estrada da Fazendinha, em Carapicuíba, zona oeste da Grande São Paulo.
Na nota, Aécio registrou que o falecimento de Thomaz é uma perda irreparável para a família e amigos. “Em nome do PSDB manifesto a solidariedade de lideranças e militantes de todo o país ao companheiro, à sua esposa e filhos neste momento de grande dor, assim como nosso pesar pelas quatro outras vítimas do acidente”, diz o texto.
O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), também divulgou nota manifestando o pesar da bancada do partido na Casa pelo falecimento de Thomaz Alckmin, do piloto e mecânicos. “Neste momento de imensa dor e tristeza, a bancada do PSDB na Câmara, consternada, se solidariza e se une em orações às famílias das vítimas. Que a fé absoluta do governador conforte a ele, dona Lu e toda família”, registrou.
Vários deputados federais do PSDB também divulgaram notas e mensagens de pesar pelo falecimento de Thomaz Alckmin e mais quatro pessoas que morreram na queda do helicóptero.

Agência Brasil

Dilma lamenta morte do filho mais novo de Geraldo Alckmin

A presidenta Dilma Rousseff divulgou nota em que manifesta pesar pela morte de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Thomaz morreu em um acidente de  helicóptero ocorrido na tarde dessa quinta-feira (2), na Estrada da Fazendinha, no município de Carapicuíba, zona oeste da Grande São Paulo.
Na nota, a presidenta presta solidariedade ao governador e à primeira-dama, Maria Lúcia Alckmin, e também aos parentes das outras vítimas. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, mais quatro pessoas morreram na queda do helicóptero.
“Com muito pesar e tristeza, apresento ao governador Geraldo Alckmin e à sua esposa, senhora Maria Lúcia Alckmin, meus sinceros e profundos pêsames pela morte de seu filho Thomaz Alckmin, que estava entre as vítimas do trágico acidente de helicóptero, ocorrido em São Paulo. Presto, neste momento de dor e consternação, minha solidariedade e sentidos pêsames aos pais, familiares e amigos das  vítimas”, diz o texto divulgado ontem à noite pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República.

Agência Brasil

Embalagens de cigarro terão mais um alerta para fumantes

As embalagens de cigarro terão mais um alerta sobre os riscos do vício para fumantes. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana resolução determinando que 30% da parte inferior frontal dos maços trarão os dizeres “Este produto causa câncer. Pare de fumar. Disque Saúde 136”.
“O 136 traz ao consumidor a informação de que ele tem um local para buscar outras informações, para buscar um auxílio em relação àqueles que querem parar de consumir esse tipo de produto”, destacou o diretor da Anvisa, Renato Porto, durante reunião colegiada no mês passado.
A medida está prevista no Decreto 8.262 de 2014, que regulamenta a Lei Antifumo (Lei 12.546 de 2011). Faltava apenas a determinação do modelo e da mensagem. O novo alerta vem se somar às normas que obrigam os fabricantes a colocar em toda a parte de trás da embalagem uma foto que ilustra os riscos do fumo e em uma das laterais uma advertência.
A Lei Antifumo entrou em vigor em dezembro do ano passado. O dispositivo proíbe, entre outros pontos, fumar em locais fechados, públicos e privados, em todo o país.
Ainda segundo a resolução da Anvisa, fica proibido o uso de qualquer dispositivo que impeça ou dificulte a visualização da advertência, inclusive no momento da abertura do maço de cigarros.
As novas embalagens com o número do Disque Saúde começam a ser vendidas no dia 1º de janeiro de 2016.

Agência Brasil

Técnicos da Aeronáutica recolhem informações sobre acidente com filho de Alckmin

Desde a noite de ontem (2), quatro técnicos do Centro de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) trabalham no local onde caiu o helicóptero em que estava o filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O acidente matou Thomaz Alckmin, Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves – que pilotava a aeronave – e três mecânicos, que também estavam abordo. A queda aconteceu no final da tarde de ontem em Carapicuíba, município da zona oeste da Grande São Paulo.
Segundo a Aeronáutica, os peritos estão na chamada ação inicial da investigação, quando são tiradas fotos do local e recolhidas peças do helicóptero. Eles também vão coletar todas as informações e os documentos que possam indicar os fatores que contribuíram para o acidente, inclusive o material produzido pelas equipes de resgate. Não há ainda previsão para o encerramento desses trabalhos.
A empresa Seripatri, proprietária da aeronave, informou que o helicóptero, da marca Eurocopter, modelo EC 155, tinha cerca de quatro anos de uso e 600 horas de voo. De acordo com a empresa, a documentação do aparelho estava em ordem. Na ocasião da queda, era feito um voo de teste, após manutenção preventiva.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não divulgou, até o momento, o andamento da apuração feita pela Polícia Civil.

Agência Brasil


Aeronáutica investiga queda de helicóptero que matou Thomaz Alckmin http://ow.ly/LbqzQ


Opinião: Banalização é mostrar os seios usando o falso idealismo
http://bit.ly/1NNsS6v


Policial é arrastado por carro durante abordagem no Rio Grande do Sul

TCE investiga 2,2 mil servidores cadastrados no Bolsa Família no RS

Cruzamento de dados indicou nomes potencialmente fora dos critérios de renda

Uma investigação do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS) identificou uma inconsistência relacionada ao programa Bolsa Família, do governo federal. De acordo com o presidente do TCE, Cezar Miola, cerca de 2,2 mil funcionários de órgãos municipais e federais estão cadastrados no programa mesmo sem preencher os requisitos para o benefício. A verificação ocorreu após o cruzamento de dados com as informações sobre os servidores.

“O exame efetivado nos cruzamentos verificou 2.260 servidores públicos recebendo o Bolsa Família. É claro que pode não ter ocorrido irregularidade. Mas é improvável, pois de acordo com os critérios de renda previstos no Bolsa Família, tudo indica que os benefícios tenham sido ou ainda estejam sendo pagos irregularmente”, avaliou Miola.

O TCE deve fazer auditorias in loco nos municípios para verificar os indícios de irregularidades. Caso sejam encontradas ações ilícitas, os dados serão encaminhados via relatório para os Ministérios Públicos Estadual e Federal. Além das inconsistências no Bolsa Família, o TCE está aferindo dados sobre servidores que possuem empresas e que mantém contrato com empresas.

As estatísticas também revelaram que cerca de 10 mil servidores que aparecem em folhas de pagamento dos órgãos públicos não estão no sistema do TCE. Miola não descartou fraude, mas disse que poder ter ocorrido uma falha de repasse de informação do órgão público ao Tribunal de Contas.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Luxemburgo critica Federação Carioca e protesta com mordaça

Técnico do Flamengo foi suspenso por dois jogos
Luxemburgo protestou contra punição | Foto: Gilvan de Souza / Divulgação Flamengo / CP
Luxemburgo protestou contra punição | Foto: Gilvan de Souza / Divulgação Flamengo / CP

Suspenso por dois jogos pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ), o técnico Vanderlei Luxemburgo resolveu agir de forma diferente neste sexta-feira. Após a atividade, o treinador sentou à mesa de coletiva, e garantiu que este seria o último pronunciamento dele por conta das punição. O treinador que havia ganho uma liminar junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), para estar à beira do campo neste domingo, contra o Fluminense, teve o direito cassado na noite desta quinta-feira.

Luxemburgo deixou claro que o time não sairá prejudicado por conta do trabalho que vem sendo desenvolvido, porém, garantiu que não estará no Maracanã no clássico. Além disso, afirmou que não irá se calar, porém, só voltará a falar após tirarem a "mordaça" - neste momento, colocou uma fita na boca em forma de protesto.

"Em primeiro lugar, não é a primeira vez que acontece de eu ficar fora de um jogo, suspenso. Já aconteceu... e fui campeão. Não vejo isso como um problema da equipe, um prejuízo. Tenho um trabalho com o David, com os jogadores, caso eu saia do jogo, esteja suspenso, os jogadores sabem das propostas, como deve ser o comportamento", destacou.

"Quero comunicar também uma questão minha em conversa com o presidente: não vou ao jogo. Senti-me prejudicado e não tem por que estar num local que não posso assistir ao jogo. Como profissional não irei por não poder atuar. Isso está acordado com a diretoria", continuou o treinador.

"Não pode, em 2015, um orgão importante do Rio, em uma situação importante do esporte, voltar a viver um momento de ditadura. Impossivel acontecer. Começamos lá atrás com um movimento de rua e está na Constituição o direito de liberdade de ir e vir. Como cidadão, me senti violentado e agredido. Fiz muitas coisas pelas quais deveria ter sido punido, mas agora queria a melhora do futebol brasileiro. Tomaram uma derrota por 7 e estão buscando um caminho ainda", afirmou.

"E o termo porrada não é com a mão. Só o procurador entendeu assim. Vejo constantemente isso na televisão, no nosso meio, e não foi tentativa de agredir ninguém. Acho isso complicado nesse momento. Como cidadão venho repudiar e continuo criticando o que tem de ser criticado. Então, continuarei com meus movimentos para meus filhos e netos terem um país melhor. Não vou me calar. Se quiserem me tirar do carioca, me tirem, que façam isso, mas não vou me calar. Não irei me posicionar mais. Só vou falar isso depois que conseguir me livrar disso e tiver o direito à liberdade", concluiu.   

Prostitutas na Austrália postam selfies para mostrar 'outra face' da profissão

#SalaSocial: Em resposta a artigo que consideraram ofensivo, profissionais do sexo decidem se expor nas redes, alguns pela primeira vez.

Da BBC
Tilly Lawless criticou 'generalização de profissionais do sexo' (Foto: Tilly Lawless/BBC)Tilly Lawless criticou 'generalização de profissionais do sexo' (Foto: Tilly Lawless/BBC)
Jovens garotas de programa na Austrália estão perdendo a inibição e declarando abertamente sua profissão nas redes sociais, na tentativa de desmistificar noções preconcebidas sobre elas.
"Estudante universitária. Aspirante a advogada. Ativista. Filha, irmã, profissional do sexo. Não preciso ser resgatada."
Comentários assim estão sendo postados por centenas de prostitutas australianas a respeito de si mesmas, usando a hashtag #facesofprostitution (rostos da prostituição, em português).
A iniciativa começou no domingo, no Instagram, pela estudante de história e garota de programa Tilly Lawless, de 21 anos. Era uma resposta a um texto em um blog, republicado na semana passada pela popular revista feminina online Mamamia.
O blog foi escrito para marcar o 25º aniversário do filme Uma Linda Mulher (em que a prostituta interpretada por Julia Roberts e seu "príncipe encantado" se apaixonam) e argumentava que a realidade de profissionais do sexo é muito mais dura do que a apresentada no cinema.
Escolha
Tilly Lawless criticou a forma como o texto "generalizava os profissionais do sexo" e "retratava toda a prostituição como danosa". Ela trabalha como garota de programa há dois anos, mas apenas começou a se identificar publicamente como tal dois meses atrás em Sydney, onde a prostituição é legalizada.
Ela decidiu postar uma foto de si própria em sua conta no Instagram para mostrar uma outra face da prostituição - a de uma jovem que diz ter feito uma escolha informada para se tornar uma profissional do sexo - como um protesto contra o blog.
Pouco depois, Tilly foi contactada pela Associação Australiana de Profissionais do Sexo, que perguntou se ela poderia postar a hashtag também no Twitter. E daí o movimento começou: centenas de jovens (em sua maioria mulheres e australianas) prostitutas postaram imagens mostrando seus rostos ao mundo.
Para muitas delas, era a primeira vez que se assumiam publicamente, nas redes sociais, como prostitutas.
"Fiquei positivamente surpresa", disse Lawless à BBC, porque profissionais do sexo "raramente são humanizados como indivíduos; com frequência falam de nossos corpos, mas colocar nossos rostos nas redes sociais é algo tão poderoso".
Muitos dos que aderiram à iniciativa compartilharam as críticas ao blog australiano.
A prostituta Holly queixou-se que a foto usada no artigo - mostrando prostitutas vítimas de tráfico humano no Leste Europeu - não representa "a nossa experiência". "O artigo era ofensivo", agrega a prostituta e atriz Madison Missina. "(O texto) usa o argumento do tráfico sexual para silenciar nossa voz e, ao mesmo tempo, silenciar a voz também das vítimas do tráfico."
O texto sobre Uma Linda Mulher foi publicado originalmente no site de um grupo cristão baseado no Missouri (EUA), Exodus Cry, que se diz comprometido com "a abolição da escravidão sexual". A autora do artigo, Laila Mickelwait, argumenta que o filme atraiu muitas jovens à prostituição, submetendo-as a uma vida de abusos e traumas.
Mickelwait disse à BBC que, apesar da campanha online das prostitutas, mantém o que escreveu. Ela argumenta que a legalização da prostituição cria um ambiente favorável ao tráfico sexual.
"Só porque há algumas mulheres e homens postando fotos no Twitter dizendo que este é um emprego fortalecedor não significa que isso seja verdade (em toda) a indústria", diz ela. "Eles têm uma voz, mas são a voz de uma pequena minoria que tem o privilégio de ter acesso ao Twitter e poder postar esse tipo de foto."
Tilly Lawless declarou que continua irritada com esses argumentos, que, na opinião dela, "permitem que sejamos oprimidas de formas semelhantes às de mulheres traficadas, suprimem nossa independência e autonomia e tira nossos direitos".
 
 
G1

 

Novelletto defende que Inter não seja punido por suposta injúria racial a Fabrício


Presidente da FGF definiu possível reação de torcedor como "compreensível"
Novelletto minimizou suposto caso de racismo no Beira-Rio | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
Novelletto minimizou suposto caso de racismo no Beira-Rio | Foto: Paulo Nunes / CP Memória

O possível caso de racismo de um torcedor do Inter contra Fabrício após a expulsão do jogador na partida diante do Ypiranga na quarta-feira foi minimizado pelo presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF). Em entrevista à Rádio Guaíba nesta sexta, o dirigente disse a injúria racial seria “compreensível” pela atitude do lateral de jogar a camisa do clube no chão.

“É compreensível a reação do torcedor, que estava de cabeça quente com o Fabrício pela atitude que ele teve. Todo dia morrem 15 negrões por aí e ninguém se preocupa", afirmou Novelletto.

No vídeo que circula na internet, um torcedor, que xinga Fabrício, aparentemente teria digo a palavra "macaco". Novelletto afirmou ainda não ter visto as imagens, mas defendeu que o Inter não deve ser punido mesmo que seja comprovada a injúria racial.  

Rádio Guaíba e Correio do Povo

União Europeia promete apoio ao Quênia na luta contra o terrorismo


A União Europeia (UE) prometeu hoje (3) apoio ao Quênia na luta contra o terrorismo, após o ataque nessa quinta-feira (2) dos radicais islâmicos somalis do grupo Shebab contra estudantes da Universidade de Garissa, que causou 147 mortes.
“A UE reitera o seu compromisso em apoiar o governo e o povo quenianos para vencer a ameaça terrorista”, indicou em comunicado a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, considerando “importante que cada um faça a sua parte”.
O Quênia pode contar com a “solidariedade da UE”, que vai “trabalhar para reforçar o apoio aos esforços do Quênia para lutar contra o terrorismo”, reforçou Federica Mogherini.
Segundo a chefe da diplomacia europeia, “os terroristas mostraram a sua determinação em combater a educação, em criar divisões entre as diferentes religiões, em privar o país de um futuro de crescimento econômico e cultural, de estabilidade e de dignidade para todos os seus cidadãos”.
Os shebab, que proclamaram lealdade ao Al Qaeda, atacaram na quinta-feira de madrugada o campus da Universidade de Garissa, a cerca de 150 quilômetros da fronteira com a Somália, surpreendendo centenas de estudantes.
Separando muçulmanos de não muçulmanos, deixaram partir os primeiros e mataram ou fizeram reféns os demais.

Agência Lusa e Agência Brasil

 


Michelle Raphaelli

@MRaphaelli
 
#AcertodeContas Justiça manda pagar dano moral para mulher que comeu chocolate com larvas ow.ly/LaVQV

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William Bonner

@realwbonner
 
Atrás do portão, no fundo, a tecelagem que faliu. Quando a chaminé soltava fuligem, era correr tirar roupa do varal.

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