Comissão deve ser paga pelo comprador do imóvel se ele contratou o corretor

A obrigação de pagar a comissão de corretagem é daquele que contrata o corretor. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou recurso da Associação das Irmãs Missionárias Capuchinhas em demanda com um corretor de imóveis.
A associação recorreu ao STJ contra decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que entendeu que a comissão de corretagem é devida quando o corretor efetivamente aproxima as partes interessadas e dessa aproximação decorre a celebração do negócio, ainda que firmado diretamente entre os contraentes.
Para a associação, a obrigação de pagamento da comissão de corretagem deveria recair sobre o vendedor, já que, conforme alegou, não houve contrato entre ela e o corretor.
Obrigação
Ao analisar o caso, o relator, ministro João Otávio de Noronha, advertiu que a partir do momento em que o corretor é chamado a ingressar na relação entre comprador e devedor, passa a ser devida a sua comissão.
“O encargo, pois, do pagamento da remuneração desse trabalho depende, em muito, da situação fática contratual objeto da negociação, devendo ser considerado quem propõe ao corretor nela intervir”, acrescentou Noronha.
Segundo o ministro, no mercado, na maioria das vezes, é o vendedor quem procura um intermediador para a venda de seu imóvel. Mas há situações em que o comprador é que procura o corretor para que este encontre um imóvel específico que atenda às suas expectativas.
No caso dos autos, segundo observou o relator, ficou demonstrado que o corretor foi contratado verbalmente pela associação para procurar imóvel de seu interesse, portanto é a ela que cabe arcar com o ônus da comissão de corretagem.
Processo: REsp 1288450
Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça - 04/03/2015 e Endividado

Dilma aprova aumento da mistura de etanol na gasolina, de 25% para 27%

por JULIA BORBA

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A presidente Dilma Rousseff assinou na tarde desta quarta-feira (4) a resolução que autoriza o aumento percentual do álcool anidro na mistura da gasolina, que ficará em 27%.
A nova mistura pode começar a ser comercializada a partir do dia 16 de março, quando entra em vigor. Atualmente a mistura está em 25%.
A informação foi confirmada pelo ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) que participou do evento para assinatura do termo no Palácio do Planalto.
O aumento percentual estava previsto para entrar em vigor a partir de 16 de fevereiro. A medida aguardava assinatura da presidente.
O limite para esse aumento, permitido por Lei, é de 27,5%, mas não foi confirmada viabilidade para se fazer uso do limite máximo.
Em estudo recente, a Petrobras concluiu que a mudança na mistura de 27% não representa prejuízo para o motor e não compromete o desemprenho dos veículos. A Anfavea também conduziu, em paralelo, um estudo para confirmar que não haveria prejuízos aos veículos.
A alteração favorecere o setor sucroalcooleiro, que estima um aumento na demanda anual por etanol em 1 bilhão de litros, segundo Elizabeth Farina, presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar).
As usinas brasileiras produziram 28 bilhões de litros de etanol no ano passado.
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

O QUE SE PREVIA NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 2002 DEMOROU..., MAS ACONTECEU!


1. Na campanha de 2002, analistas nacionais e de outros países projetavam um quadro sombrio com a vitória de Lula. Três conclusões eram consensuais: a inevitável irresponsabilidade fiscal; o afrouxamento inflacionário; e a ocupação da máquina do Estado pela máquina do PT. Em função disso, Duda Mendonça redigiu e Lula assinou e divulgou a Carta aos Brasileiros, onde assumia compromissos de responsabilidade econômico-financeira.
2. Com Palocci no ministério da Fazenda, o governo Lula foi afirmando os compromissos da Carta aos Brasileiros. Na verdade, essa não era a natureza nem a disposição do PT. As condições políticas e institucionais não permitiam outros caminhos, sob o risco de desintegração econômica e impasse político.
3. No final de 2003, a TV Globo, com uma câmera oculta (ou com gravação amadora de quem estava na reunião e repassou à TV Globo), divulgou um vídeo do discurso do poderoso ministro José Dirceu para a militância que estava exaltada com medidas que o partido havia criticado por muito tempo.
4. Dirceu foi claro: A 'correlação de forças' não permite, neste momento, avançarmos como gostaríamos. Por isso, nesta primeira etapa, adotaremos medidas conservadoras para dentro e aplicaremos nossas ideias e nosso programa para fora (leia-se política externa). A explicação de Dirceu agradou a militância. O tempo confirmou Dirceu e mostrou que eram apenas ações táticas e que a estratégia continuava a mesma.
5. Em 2004, o governo/PT começou a aplicar a “ética revolucionária”, ou seja, desvio de recursos públicos ou privados para financiar a “revolução” (ou seja, a garantia de maioria absoluta no parlamento para implementar o que desejasse), não é roubo, mas “expropriação”. A primeira grande operação de “expropriação” foi o mensalão. Em conversas informais a partir do estouro do escândalo, o argumento dos dirigentes era: o dinheiro não é para ninguém, ninguém está se apropriando de nada, é para garantir o poder num parlamento burguês de deputados e senadores corruptos. Isso é diferente do que fazemos, argumentavam. Esse dinheiro serve ao povo, concluíam.
6. Ultrapassados os obstáculos e o primeiro choque de opinião pública durante a CPI, já em 2006, ano eleitoral, a máquina governamental ocupada pelo PT e dinheiro desviado sem limites prepararam a eleição de 2006, usando todo tipo de recursos; de propaganda (Gobells ficaria envergonhado), agressões, mentiras, etc. Outra vez, no governo, em 2007, e com a máquina ocupada, o poder de Lula e do PT se tornou absoluto.
7. Apenas uma pequena minoria parlamentar não aderiu e os grandes grupos e setores econômicos passaram a defender o governo Lula, sem nenhum pudor. Com a correlação de forças (ver Zé Dirceu) totalmente favorável, foi implementando o Estado Total, conceito caro ao nazismo. A partir daí, a Carta aos Brasileiros foi rasgada. A “expropriação” passou a ocorrer na maior empresa brasileira, a Petrobras/fornecedores, nas grandes obras, nos amplos subsídios...
8. Os fundamentos macroeconômicos foram jogados no lixo, a “ética revolucionária” prevaleceu, afinal não havia oposição nem política, nem social (os sindicatos no governo), nem empresarial. A crise de 2008 foi respondida com um keynesiasnismo de consumo que só visava o PIB, a economia perdeu competitividade, a situação fiscal foi deteriorando e respondida com fraudes contábeis, o setor externo desintegrando com recordes de déficit corrente...
9. Mas num mundo globalizado, as expectativas têm caráter internacional. A crise econômica foi sendo antecipada pelo mercado e a velocidade de agravamento saiu de controle. A correlação de forças foi mudando e se expressou na eleição presidencial. Dilma volta ao primeiro capítulo e tenta, através da designação de um Pallocci ainda mais ortodoxo (Levy), reverter este quadro. Era tarde.
10. A operação Lava-Jato é assumida por um juiz independente (reveja Jean Louis Trintgnant –juiz de instrução no filme Z, de Costa Gravas). Não há mais por onde “negociar”. A “expropriação” passa a ser chamada por seu nome próprio: corrupção. Os valores dão dimensão internacional.
11. Os parceiros (políticos, empresariais, jornalísticos, sociais...) lavam as mãos.
12. As previsões de 2002 se confirmaram. O tempo desmontou as fraudes. Era um castelo de cartas –house of cards- que ruiu.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

O carro movido a hidrogênio

Publicado em 4 de mar de 2015

Carros que emitem vapor d’água e não gases poluentes são o futuro. Montadoras estão trabalhando para substituir os carros elétricos à bateria por modelos capazes de gerar sua própria eletricidade usando uma célula de combustível. O Salão do Automóvel de Genebra, um dos maiores e mais diversos eventos da indústria, abre para o público nesta quinta-feira. REENVIO
Crédito: AFP

 

Renan Calheiros derrota governo no ajuste fiscal após ser alvo na Lava Jato

por ANDRÉIA SADI, MARIANA HAUBERT, NATUZA NERY e VALDO CRUZ

Incluído na lista de políticos que os procuradores da Operação Lava Jato querem investigar, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu atacando o governo e barrando uma das principais medidas do ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
A retaliação amplia as dificuldades que a presidente tem encontrado para obter apoio no Congresso para as medidas de ajuste, que a sua equipe econômica considera essenciais para equilibrar as finanças do governo e recuperar a capacidade do país de crescer.
Nesta terça (3), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para investigar 54 pessoas suspeitas de envolvimento com o esquema de corrupção descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato.
Renan foi avisado com antecedência de que seu nome entrara na lista. Seus aliados acreditam que o governo exerceu influência sobre Janot com o objetivo de enfraquecer o PMDB, partido que comanda as duas casas do Congresso e é o principal aliado do PT.
O presidente do Senado reagiu à tarde, determinando a devolução de uma medida provisória que aumentava tributos pagos por empresas de vários setores, apresentada pelo governo ao Congresso no fim da semana passada.
Horas depois, Renan criou outro problema para o governo ao adiar para a semana que vem uma sessão conjunta do Congresso convocada para avaliar vetos da presidente e depois apreciar o Orçamento da União para 2015.
A decisão pode criar novo embaraço para a equipe econômica, que tem feito esforços para recuperar a confiança do mercado financeiro no governo e conta com uma rápida aprovação do Orçamento para alcançar o objetivo.
Além de Renan, a lista de políticos que a Procuradoria pretende investigar inclui o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se elegeu para o cargo contra a vontade de Dilma em fevereiro e desde então impôs várias derrotas a ela.
Caberá ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos no STF, analisar os pedidos e autorizar ou não os inquéritos sobre os políticos. Teori não tem prazo para decidir.
IRRITAÇÃO
A reação de Renan foi a culminação de um processo de irritação que o Palácio do Planalto menosprezou, de acordo com a avaliação de interlocutores da presidente.
O presidente do Senado já havia boicotado um jantar com Dilma na segunda-feira (2) e dado antes declarações negativas sobre o relacionamento do PMDB com os petistas e o Palácio do Planalto.
Como os processos no Supremo estão sob sigilo, ainda não está claro por que a Procuradoria quer investigar Renan. Cunha foi citado por uma testemunha como destinatário de uma remessa de dinheiro do esquema, mas não se sabe se há outros indícios.
Renan é padrinho político do presidente da Transpetro, empresa de transporte de petróleo da Petrobras, Sergio Machado, que se licenciou do cargo por pressão dos auditores externos da estatal.
Questionado sobre o pedido de investigação da Procuradoria na tarde de terça, Renan desconversou: "Não tenho nenhuma informação".
Eduardo Cunha disse ter a consciência tranquila. "Ninguém está imune a absolutamente a nenhum tipo de investigação", disse o peemedebista. "Só não posso deixar que a mentira crie corpo."
O deputado lembrou de um episódio de sua campanha para a presidência da Câmara, quando sugeriu que integrantes da cúpula da Polícia Federal poderiam ter forjado uma gravação para associá-lo à corrupção na Petrobras.
"Eu já fui vítima de alopragem há dois meses e, se essa não foi suficientemente esclarecida, que o seja, e qualquer outra alopragem que possa aparecer estarei pronto para sempre esclarecer."

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

 

Wanessa Camargo paga mico ao vivo no programa do Gugu e vira piada na internet ow.ly/JVLnZ

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Entenda como mudar o estilo do texto no Gmail bit.ly/1CvkDcQ

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Pauta de julgamentos previstos para a sessão plenária desta quarta-feira (4): bit.ly/1DTKgln

 

Crise política se agrava e Dilma vai à TV defender governo abr.ai/1NfBljD

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IMAGEM | Virada do tempo em Venâncio Aires, Vale do Rio Pardo. Contribuição do Arthur Mombach.

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Governo vai excluir 5 milhões de famílias da Tarifa Social de energia

por JULIA BORBA

Para tentar conter a inflação e controlar os gastos do setor elétrico em 2015, o governo decidiu fazer um pente fino no cadastro do programa Tarifa Social e vai excluir 5 milhões de famílias até o final deste ano.
Elas representam 38% das 13,1 milhões de famílias que, em dezembro, eram beneficiadas com descontos na tarifa de luz.
Para ter direito ao benefício, é necessário estar abaixo de determinado nível de renda e de consumo.
De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), trata-se de casos que não se enquadravam nas regras do programa, seja por erro de cadastro ou por mudança no perfil econômico ou de consumo da família.
O corte representará uma redução de aproximadamente R$ 600 milhões neste ano no custo do programa, que é repassado às tarifas de todos os consumidores.
Com o enxugamento do benefício, a estimativa é que o gasto para manter o programa fique em R$ 2,16 bilhões em 2015. Em 2014, o gasto foi de R$ 2,2 bilhões, mas, com os aumentos na tarifa de energia, a estimativa é que neste ano a despesa chegasse a R$ 2,78 bilhões.

Editoria de arte/Folhapress

TARIFAÇO
A exclusão de beneficiados deve evitar mais aumentos no preço da luz. "Não houve impacto direto no orçamento do setor elétrico, pois a revisão do cadastramento deve compensar os aumentos tarifários deste ano", afirmou o diretor da Aneel Tiago Correia.
Como a Tarifa Social é, na realidade, um desconto sobre a tarifa praticada pela distribuidora, as despesas com o programa subiriam muito caso não fosse reduzida a lista de beneficiados.
Até o ano passado, a tarifa social era bancada com ajuda do Tesouro, que este ano desistiu de fazer o repasse de R$ 9 bilhões ao setor e anunciou que o custo terá de ser bancado exclusivamente pelo consumidor.
Apenas com o reajuste extraordinário e a aplicação da bandeira tarifária vermelha, o consumidor já pagará neste mês uma conta 32% mais cara, em média.
Nos próximos meses, segundo previsões da agência reguladora, esse aumento médio deve chegar a 42%, com a aprovação do reajuste ordinário das tarifas.
Para se chegar ao patamar de redução alcançado, a Aneel e as distribuidoras de energia vem fazendo, desde o ano passado, fiscalizações e novos cruzamentos dos dados das famílias inscritas.
CRITÉRIOS
Pelas regras do programa, têm direito ao benefício as famílias listadas no Cadastro Único e que, portanto, tenham renda mensal de até meio salário mínimo per capita.
Também entra na lista quem está no Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, que é um cadastro para idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. Quando menor o consumo de luz da família, maior o desconto.
Quem não for localizado pelos cadastros sociais, tiver informações desatualizadas há mais de dois anos, não atender critérios de renda ou não renovar relatórios médicos (no caso de idosos e deficientes) perderá o benefício.
Ao longo de 2014 foram identificadas 5,8 milhões de famílias que precisam atualizar o cadastro.
De acordo com a Aneel, as distribuidoras de energia já encaminharam cartas para a residência dessas pessoas informando procedimentos e prazos para a atualização.
A previsão da agência, usada para aprovar o orçamento do setor elétrico neste ano, é que 5 milhões não possam se recadastrar.
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Homens só se tornam adultos aos 54 anos

Homens só se tornam adultos aos 54 anos

Os homens só entram na vida adulta aos 54 anos, pois é só nessa idade que se sentem resolvidos e abandonam os hábitos da adolescência. A conclusão é de um estudo realizado pelo Centro Crown Clinic, situado em Manchester.A...

ionline.pt

Petrolão garante desemprego zero para advogados

 

Publicado em 4 de mar de 2015

A procura por advogados que tenham alguma intimidade com o STF é intensa. Políticos da lista de Janot querem salvar a pele a qualquer custo. Enquanto isso, dólar namora com os R$ 3 e Dilma tenta apagar o incêndio no Senado. E, em meio a crise política e econômica, o aliado do PT Renan Calheiros estende as mãos para Aécio Neves.

 

 

 

 

Paulinho da Força consulta advogados sobre pedir o impeachment de Dilma

por ANDRÉIA SADI

Presidente do partido Solidariedade, o deputado federal Paulinho da Força (SP) disse nesta quarta-feira (4) à Folha que consulta advogados sobre apresentar na Câmara dos Deputados um pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.
Segundo ele, a presidente ′′jogou′′ a crise envolvendo a Operação Lava Jato para o Congresso e a Casa precisa devolvê-la ao Palácio do Planalto.
Nesta terça, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal para instaurar 28 inquéritos envolvendo parlamentares citados na Operação Lava Jato. Entre eles, estão Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara.
′′Nós vamos ficar um ano aqui discutindo se o deputado roubou um pouquinho aqui, um pouquinho ali e quem assaltou a Petrobras, destruiu o país, vai ficar rindo do outro lado da rua. Eles que inventaram isso, por qual motivo estão jogando para cá?′′, questionou.
O deputado afirmou que os seus advogados o aconselharam a esperar a crise ′′aumentar′′ antes de apresentar o pedido. "A gente só consegue fazer as coisas bem feitas se a crise aumentar."
Ele diz ter alugado caminhões para mobilizar militantes da Força Sindical para participar do ato do dia 15 de março em São Paulo, contra o governo.
Paulinho vai discutir o assunto nesta quarta-feira com parlamentares durante encontro do bloco de apoio ao presidente da Câmara, em sua casa.
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

Bancada evangélica manobra para tirar do PT a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Bancada evangélica manobra para tirar do PT a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. http://glo.bo/1wWmJew 

 

Sempre atuante na carreira iniciada em 1950, Inezita se tornou uma das mais fervorosas defensoras da música caipira no Brasil. Abriu caminho para violeiros, cantores, duplas e regionais e pesquisou e divulgou as mais diversas tradições da cultura popular brasileira.
Ouça nesta reportagem especial de Cirley Ribeiro, no site da rádio Cultura FM: http://goo.gl/TUnJkQ

Inezita Barroso completa 90 anos de vida como grande dama da música sertaneja - Cultura agora - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

Cultura FM

Reportagem especial destaca a trajetória da cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora e apresentadora da TV Cultura - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

 

BC eleva juro básico a 12,75% ao ano e indica novo aumento

por EDUARDO CUCOLO

O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (4) novo aumento da taxa básica de juros (Selic) e deixou aberta a possibilidade para novas altas nos próximos meses.
A taxa que serve de referência para o custo do dinheiro na economia brasileira passou de 12,25% para 12,75% ao ano, confirmando as expectativas da maior parte do mercado financeiro. A alta era a aposta de 59 dos 63 economistas ouvidos em pesquisa da Bloomberg. Os outros quatro viam aumento de 0,25 ponto percentual, a 12,5%.
A decisão foi unânime e o comunicado foi exatamente o mesmo da reunião passada. "Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual para 12,75% ao ano, sem viés", afirmou a nota.
Os juros estão agora no maior nível desde março de 2009. Naquela época, o BC iniciava um processo de redução da taxa básica para reanimar a economia diante dos efeitos da queda do banco Lehman Brothers.
Foi o quarto aumento seguido desde a reeleição de Dilma Rousseff, no fim de outubro. Antes de derrotar Aécio Neves, os juros estavam em 11% ao ano.

Editoria de arte/Folhapress

A decisão foi anunciada em um momento em que o dólar e o reajuste de tarifas pressionam a inflação e a atividade econômica caminha para a recessão -o PIB recuará 0,58%, segundo analistas.
A taxa Selic é utilizada nos empréstimos que o BC faz a instituições financeiras. Ela também serve de referência para a economia e para os juros cobrados de consumidores e empresas.
Para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), marcada para 28 e 29 de abril, as previsões são de nova alta de juros. Os analistas estão divididos, no entanto, entre a manutenção do ritmo de alta de 0,50 ponto percentual ou uma elevação menor, para 13% ao ano.
No comunicado da decisão, o BC disse apenas que tomou a decisão "avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação". São as mesmas palavras usadas no Copom de janeiro.
O BC quer trazer a inflação ao consumidor, que está acima de 7%, para a meta de 4,5% até o fim de 2016. Para isso, conta com o aumento de juros, com a desaceleração da economia e com a melhora nas contas públicas (menos gastos e mais impostos).
Para o BC, é preciso agir para evitar que os efeitos da alta do dólar e da correção de tarifas e preços controlados pelo governo se espalhem ainda mais pela economia e mantenham a inflação alta.
O diretor de gestão de recursos da Ativa Investimentos, Arnaldo Curvello, disse esperar que o BC promova um aumento de 0,25 ponto percentual em abril, encerrando o atual ciclo de alta dos juros.
Para ele, a inflação hoje não está ligada à demanda, mas à correção de tarifas e preços controlados. Por isso, aumentos maiores de juros só iriam deprimir ainda mais a economia, sem conseguir trazer a inflação para a meta em um prazo tão curto.
Segundo ele, as dificuldades enfrentadas pelo governo para aprovar as medidas de ajuste fiscal no Congresso são um fator que pode gerar ainda mais pressão sobre o câmbio e dificultar o combate à alta de preços.
PIB
A atividade econômica enfraquecida é o que limita novas altas da Selic neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 0,1%, abaixo das expectativas.
Neste ano, o país deve ter retração de 0,58% do PIB, ainda de acordo com o Focus. A indústria continua sendo um peso sobre a atividade em geral, com contração de 0,72% no ano, segundo o boletim.
A expectativa é de que a economia melhore em 2016, com crescimento de 1,50%, de acordo com o Focus.
Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

 

Ministro confirma para 16 de março aumento do percentual de etanol na gasolina

 

Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso

O percentual do etanol misturado à gasolina será aumentado de 25% para 27% a partir do próximo dia 16. A resolução deve ser assinada daqui a pouco, em reunião no Palácio do Planalto, conforme informou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

Atualmente, o percentual de etanol anidro misturado à gasolina é 25%. Em setembro do ano passado, a presidenta Dilma Rousseff sancionou projeto de lei autorizando o aumento do percentual para 27,5%. Entretanto, a viabilidade técnica tem de ser comprovada. 

Saiba Mais

 

Agência Brasil

 

 

Setor automotivo tem o pior mês de fevereiro em oito anos

por NICOLAS ANDRADE

Dados apresentados nesta segunda-feira (03) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) revisam para baixo a expectativa de crescimento da indústria automotiva em 2015.
O mês de fevereiro foi considerado o pior do setor desde 2008, que encerrou em queda de 27% em relação a janeiro.
Ao todo, foram licenciados em fevereiro 178.822 automóveis, em comparação com os 243.895 veículos novos emplacados no primeiro mês em 2015.
Além disso, em função do feriado de Carnaval, o mês fevereiro dispôs de menos dias úteis, o que reduziu a atividade comercial, segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr.
Com esses dados, a entidade espera uma queda maior nas vendas de carros zero quilômetro para todo o ano de 2015. A previsão anterior, que era de 0,5%, agora chega é de 10%.
CAMINHÕES
A indústria de caminhões e ônibus também sofreu baixas em fevereiro. A variação negativa entre os dois primeiros meses do ano é de 28%.
A venda de caminhões caiu 32,64% em relação a do mês anterior e reduziu pela metade se comparada com a de fevereiro de 2014.
Sozinha, a venda de ônibus recuou 11,71% na comparação com a do mês de janeiro. Ante fevereiro de 2014, o recuo é de 35,64%
MOTOS
A Fenabrave também aumentou a projeção de queda nas vendas de motos em todo o país para 2014. A estimativa inicial era uma redução de 0,2%, agora é de 7,5%.
Nos dois primeiros meses do ano passado, 253.163 motos foram comercializadas, enquanto o acumulado de 2015 já registra queda de 20%.
CRISE
Assumpção atribui a previsão pessimista à economia "quase em coma" do Brasil. Para ele, as medidas de ajuste fiscal, que vêm sendo anunciadas pelo governo desde o fim do ano passado, aliadas ao aumento da taxa de juros e da inflação, assim como a redução da oferta de crédito, "derrubam qualquer expectativa".
"Os bancos estão se retraindo com a projeção de desemprego", disse ele. A projeção a que o presidente da Fenabrave se refere é a apresentada pela economista Tereza Fernandez, da MB Associados, durante a coletiva da Fenabrave.
Entre os fatores macroeconômicos que ajudam a explicar o pessimismo da indústria como um todo, ela destacou a previsão de corte de 660 mil postos de trabalho, esperados para 2015.
Embora o índice de desemprego seja considerado baixo, o mercado observou um aumento significativo de pessoas que começaram o ano sem trabalho.
Em janeiro, a taxa de desemprego bateu 5,3%, o maior índice desde setembro de 2013, segundo o IBGE. Em dezembro, esta taxa era de 4,3%.
RECUPERAÇÃO
"Se não tem crescimento, não tem PIB, a roda não gira", diz o presidente da Fenabrave. Para ele, bons resultados em 2015 dependem basicamente do desempenho econômico do país.
Para tentar incentivar as vendas, a indústria automotiva aposta em novos modelos que chegarão ao mercado brasileiro este ano –entre redesenhos e novos modelos, estão previstas 15 estreias para 2015.
Há também a expectativa de um leve aumento das exportações, impulsionadas pelo câmbio. A venda de equipamentos agrícolas para os Estados Unidos também deve contribuir para este resultado, segundo o presidente da Fenabrave.
O aumento na oferta de crédito também é uma das apostas do setor. Um incentivo para a concessão de novos financiamentos é a nova regra para a recuperação de veículos de clientes inadimplentes, em vigor desde o ano passado que pode diminuir a taxa de juros, e incentivar bancos a liberarem mais financiamentos.
Assumpção reconhece que a medida pode também aumentar a oferta de crédito no mercado, mas ressalta que não se deve depender somente dela.
"A retomada do bem é importante, mas demanda tempo para que os novos financiamentos se adaptem [à nova regra]. Os resultados vão aparecer só no ano que vem, pois precisa de um histórico", afirma.
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado

 

 

 

    Insular é o novo trabalho do cantor e compositor  - Crédito: Felipe Garchet / Divulgação / CP Música

    Humberto Gessinger se apresenta hoje em Porto Alegre

      Drama de jornalista preso no Irã é relatado em filme - Crédito: Diamond Films /  Divulgação /  CP Cinema

      Drama de jornalista preso no Irã é relatado em filme

        Entre as atividades estão dança, circo, capoeira, ioga e tango - Crédito: Fabio Zambom / Divulgação / CP

        Variedades

        MEME Santo de Casa inclui aulas de crossfit em grade

          Temporada 2015 do Ecarta Musical estreia com bluegrass - Crédito: Anderson Dorneles / Divulgação / CP

          Temporada 2015 do Ecarta Musical estreia com Bluegrass

           

          Dólar atinge R$ 3 e recua, mas fecha no maior valor desde agosto de 2004

          por DANIELLE BRANT e TONI SCIARRETTA

          O dólar atingiu R$ 3 nesta quarta-feira (4), mas perdeu força e fechou na casa de R$ 2,98, pressionado pela derrota do governo no Congresso em relação ao ajuste fiscal e pelas incertezas sobre o programa de intervenções do Banco Central no mercado cambial.
          O dólar à vista, referência no mercado financeiro, fechou o dia com avanço de 2,56%, a R$ 2,978, maior patamar desde 18 de agosto de 2004, quando a moeda encerrou a R$ 2,987. Foi a maior alta diária do dólar desde 30 de janeiro deste ano. Na semana, o dólar acumula alta de 4,34%.
          O dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, fechou com alta de 1,77%, a R$ 2,98, maior valor desde 19 de agosto de 2004, quando era R$ 2,987. Na semana, a alta do dólar comercial é de 4,34%.
          A moeda foi pressionada pelas incertezas sobre a possibilidade de o governo conseguir aprovar seu ajuste fiscal e impedir um rebaixamento da nota de crédito do país pelas agências de classificação de risco.
          Na noite de terça-feira, o presidente do Congresso, Renan Calheiros, que foi citado na Operação Lava Jato, devolveu ao Palácio do Planalto a medida provisória com uma das principais medidas do ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff.
          Renan determinou a devolução de uma medida provisória que aumentava tributos pagos por empresas de vários setores, apresentada pelo governo ao Congresso no fim da semana passada.
          A retaliação amplia as dificuldades que a presidente tem encontrado para obter apoio no Congresso para as medidas de ajuste, que a sua equipe econômica considera essenciais para equilibrar as finanças do governo e recuperar a capacidade do país de crescer.
          "A questão política interfere bastante na percepção dos investidores em relação à capacidade de o país levar adiante o ajuste fiscal necessário para manter o grau de investimento", afirma Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho do Brasil.
          Para ele, a forte valorização da moeda americana em relação ao real ocorre da percepção do mercado de que o governo está com uma base frágil para levar adiante o ajuste fiscal necessário. "A perspectiva é que o cenário econômico se deteriore ainda mais ao longo do primeiro semestre, o que deve tornar mais difícil a implementação de novas medidas de austeridade fiscal necessárias para manter o grau de investimento", ressalta.
          Além das dificuldades do governo no Congresso, a moeda americana sobe com a perspectiva de redução das intervenções do Banco Central no mercado de câmbio. Desde segunda, o BC tem feito leilões com um volume menor de hedge [proteção] cambial do que o habitual, o que fez os analistas acreditarem que serão renovados apenas 80% do total de US$ 9,96 em títulos que pagam a variação cambial em reais (o swap cambial tradicional).
          "O Banco Central já sinalizou que vai fazer neste mês a rolagem parcial dos contratos de swap que vencem no início de abril. As sinalizações são de que o BC vai intervir menos no câmbio e focar na política monetária via juros como instrumento de política monetária", afirma Ignácio Rey, economista da Guide Investimentos. A decisão tende a pressionar o dólar para cima.
          "O BC tem feito intervenções no câmbio desde o final de 2013. É um período considerável para intervir no câmbio", complementa Rey.
          Nesta manhã, o BC deu continuidade às suas intervenções diárias e vendeu a oferta total de até 2.000 contratos de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro). Foram vendidos 100 contratos para 1º de dezembro de 2015 e 1.900 para 1º de fevereiro de 2016, com volume correspondente a US$ 97,7 milhões.
          O BC também vendeu a oferta total no leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril. Até agora, foram rolados cerca de 11% do lote total, que corresponde a US$ 9,964 bilhões.
          Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

           

           

          Turista já paga R$ 3,18 pelo dólar em casas de câmbio de SP

          por LIGIA TUON

          O preço do dólar em sete casas de câmbio consultadas pela Folha nesta quarta-feira (4) varia de R$ 3,12 a R$ 3,18 para quem vai comprar moeda em espécie. Os valores já consideram imposto. Os locais pesquisados não cobram taxa de serviço na venda na modalidade (em espécie).
          Isso significa que, para comprar US$ 1.000 em dinheiro, vai ser preciso desembolsar até R$ 3.180, considerando a taxa de câmbio (cotação do dólar turismo, que costuma ser mais alta que a do comercial –usado no comércio exterior– e a do à dólar vista –referência nas negociações no mercado financeiro) e o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras), de 0,38% sobre a quantia total.
          Nas lojas consultadas, só há taxa extra (de entrega) se o cliente quiser receber o dinheiro em casa –R$ 30.
          Para quem vai comprar US$ 1.000 no cartão pré-pago, o valor aumenta e pode chegar a R$ 3.340, já que o IOF nesse caso é de 6,38%. Algumas casas podem cobrar, ainda, um valor para emitir o cartão, que, em geral, fica em torno de R$ 12.
          Confira os valores praticados por algumas corretoras da capital por volta das 15h desta quarta, já considerando o IOF:

          Fonte: Folha Online - 04/03/2015 e Endividado

          PEC da Bengala é aprovada em primeiro turno pela Câmara

          A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 457/05, que aumenta de 70 anos para 75 anos a idade da aposentadoria compulsória para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos demais tribunais superiores. Foram 317 votos a favor, 131 contra e 10 abstenções. 

          A proposta volta agora à comissão especial para redação e, depois, retorna ao plenário para a votação em segundo turno, o que deverá ocorrer na próxima semana. Como o texto do Senado foi mantido, assim, quando for votado em segundo turno, a PEC será promulgada e passará a fazer parte da Constituição Federal. 

          O texto aprovado pelos deputados é o mesmo aprovado pelo Senado e encaminhado à apreciação da Câmara. Para a votação do texto dos senadores, os deputados rejeitaram - por 319 votos a favor, 18 contra e 9 abstenções - todas as emendas que visavam a alterar a proposta original do Senado. 

          Em outra votação, os deputados aprovaram - por 278 votos a favor, 59 contra e 9 abstenções - o requerimento de preferência para que fosse votado o texto do Senado, em vez do substitutivo aprovado e apresentado pela comissão especial que analisou a PEC. O substitutivo da comissão, aprovado em 2006, pretendia que a proposta pudesse ser estendida a todos os servidores sem a necessidade de uma lei complementar, como prevê o texto do Senado. 

          Alguns deputados se posicionaram contra a aprovação da PEC, mas a grande maioria foi a favor. Na avaliação do deputado Miro Teixeira (PROS-RJ), a aprovação da proposta vai preservar talentos no funcionalismo.

           

          Agência Brasil

           

          Risco de falta de energia no Sudeste e Centro-Oeste diminui

           

          Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

          O risco de déficit de energia no país, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, caiu de 7,3% em fevereiro para 6,1% neste mês. No Nordeste, o índice se manteve estável, em 1,2%. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), grupo técnico do governo que estuda o setor.

          Saiba Mais

          O CMSE também divulgou um percentual de risco de déficit considerando um cenário com despacho pleno de usinas térmicas. Neste caso, o risco de falta de energia foi mantido em 6,1% para as regiões Sudeste e Centro-Oeste e de zero para o Nordeste. Nos dois casos, o índice supera a margem de 5% de risco, considerada tolerável pelo Conselho Nacional de Política Energética.

          Segundo dados do CMSE, a chuva de fevereiro foi, respectivamente, 58%, 27%, 138% e 54% da média histórica nas regiões Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Norte. Apesar de o sistema ser considerado equilibrado estruturalmente, o comitê avalia que ações conjunturais específicas podem ser necessárias, cabendo ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a adoção de medidas adicionais àquelas normalmente praticadas, buscando preservar os estoques nos principais reservatórios das hidrelétricas. De acordo com a nota do Comitê, as análises não indicam, no momento, insuficiência de suprimento energético neste ano.

          “Entretanto, deve-se observar que o período úmido de 2015 ainda não se encontra consolidado. Com isso, a avaliação conjuntural do desempenho do sistema e de riscos de déficit associados deve ser feita de forma cuidadosa”, diz a nota do CMSE. O grupo avalia que, levando em conta a chuva de janeiro e fevereiro nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, as afluências nos próximos meses serão relevantes para a avaliação das condições de suprimento neste ano, o que reforça a necessidade de um monitoramento permanente.

          O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico foi criado em 2004 com a função de acompanhar a continuidade e a segurança do suprimento de energia no país. Participam do grupo representantes de órgãos como o Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

           

          Agência Brasil

           

           

          Polícia

          Polícia Civil fecha clínica de aborto em Porto Alegre

            Agressão foi contra exercícios militares dos Estados Unidos - Crédito: The Asia Economy Daily /  AFP / CP Coreia do Norte

            País considera ataque a embaixador "castigo justo"

              Mulher mais velha do mundo completa 117 anos no Japão - Crédito: Jiji Press / AFP / CP Japão

              Mulher mais velha do mundo completa 117 anos

              Primogênito de Misao Okawa tem 92 anos

                Partido rifa almoço com Mujica para arrecadar fundos - Crédito: Ricardo Giusti / CP Memória Uruguai

                Partido rifa almoço com Mujica para arrecadar fundos

                 

                Deputados definem presidentes de 16 das 23 comissões da Câmara

                 

                Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

                Após a definição do comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados, terça-feira (3) à tarde, a escolha dos presidentes das 23 comissões ocupou a atenção dos parlamentares na manhã de hoje (4) quando foram escolhidos aqueles que vão comandar 16 delas.
                Ainda falta definir a presidência das comissões de Cultura, Direitos Humanos e Minorias, Turismo, Esporte, Legislação Participativa, Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e a da mais nova delas, criada este ano, a de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o que deve ocorrer nesta tarde.

                A  definição de qual partido comandaria determinada comissão seguiu a regra da proporcionalidade e do tamanho dos blocos ou bancadas de cada legenda. O período de comando de cada comissão é um ano, ou seja, vai até fevereiro de 2016.

                Considerada a mais estratégica das comissões, a de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) será presidida pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), que teve o apoio de 47 dos 59 parlamentares que votaram. Cabe à CCJ decidir sobre a constitucionalidade e admissibilidade das proposições que tramitam na Casa. Ao tomar posse, Lira disse que dará prioridade à discussão da reforma tributária, do Código de Defesa do Contribuinte e à análise de projetos que possam melhorar as relações jurídicas na sociedade.

                Para comandar a Comissão Fiscalização Financeira e Controle, o eleito foi Vicente Cândido (PT-SP). Filho da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, o deputado Irajá Abreu (PSD-TO) foi escolhido presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

                A deputada Jô Moraes (PCdoB-MG) ficou com a presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. As comissões da Integração Nacional e Desenvolvimento Regional e da Amazônia e de Viação e Transportes serão presididas pelas deputadas Júlia Marinho (PSC-PA) e Clarissa Garotinho (PR-RJ), respectivamente.

                Para a Comissão de Seguridade Social e Família, foi eleito o deputado Antonio Brito (PTB-BA). A Comissão de Defesa do Consumidor elegeu Eli Correa Filho (DEM-SP) para presidi-la este ano, e a de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável elegeu Átila Lira (PSB-PI) presidente.

                Rodrigo de Castro (PSDB-MG) presidirá a Comissão de Minas e Energia e o também tucano Fábio Sousa (GO) vai comandar a Comissão de Educação, criada no ano passado após o desmembramento da Comissão de Educação e Cultura. Saraiva Felipe, do PMDB de Minas Gerais, será o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

                Os integrantes da Comissão de Desenvolvimento Urbano elegeram o deputado Júlio Lopes (PP-RJ) para liderar o colegiado. Já a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio escolheu o deputado Júlio César (PSD-PI) como presidente. Benjamin Maranhão (SD-PB) foi eleito para presidir a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, e Soraya Santos (PMDB-RJ), a de Finanças e Tributação.

                Com a instalação e a eleição das mesas diretoras, as comissões iniciam suas atividades. Cabe às comissões permanentes discutir e votar matérias em tramitação na Câmara.

                 

                Agência Brasil

                 

                 

                São Paulo terá plano para evitar colapso no abastecimento de água

                 

                Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

                O governo de São Paulo criou grupo de trabalho para elaborar um plano de contingência para o caso de colapso no abastecimento de água na Grande São Paulo. A decisão do secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, determina a formação e as atribuições do grupo executivo ligado ao Comitê de Crise Hídrica.

                Saiba Mais

                O plano deverá apresentar estratégias para reduzir o impacto da falta de água na região metropolitana de São Paulo. Detalhará “as ações de curto e médio prazos para o gerenciamento e minimização dos efeitos da estiagem, a ser implementado para o caso de agravamento da crise hídrica e a inexistência de condições de oferta de água aos usuários de recursos hídricos”, diz a resolução.

                A elaboração do plano havia sido anunciada no dia 13 de fevereiro. Na ocasião, o prefeito Fernando Haddad disse que um dos pontos a serem considerados é como garantir abastecimento de instituições que não podem prescindir do fornecimento de água, como escolas, hospitais e penitenciárias.

                Farão parte do grupo representantes da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, da Defesa Civil do Estado e da Secretaria da Segurança Pública. O prefeito indicará um nome para representar todos os municípios da região metropolitana. As organizações da sociedade civil e as universidades terão direito a um nome cada. Caberá ao secretário de Saneamento indicar o coordenador do grupo.

                 

                Agência Brasil