Trump ferra Irã e Cuba

 Por Jurandir Soares

Ambos os governos, em meio às pressões a que estão sendo submetidos, anunciaram sua disposição de dialogar com o governante dos Estados Unidos

Valendo-se do poderio militar e de sua estratégia autoritária, o presidente Donald Trump recebeu, nesta semana, acenos para negociações partidas de dois de seus alvos: Irã e Cuba. Ambos os governos, em meio às pressões a que estão sendo submetidos, anunciaram sua disposição de dialogar com o governante dos Estados Unidos.


O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que, atendendo a pedidos dos países vizinhos que não queriam se deparar com uma guerra na região, estava propondo a Trump um acordo sobre o programa nuclear iraniano. Já Cuba, através do Ministério das Relações Exteriores, manifestou disposição para retomar e ampliar a cooperação com os Estados Unidos em questões de segurança. A declaração foi publicada neste domingo, em resposta às recentes sinalizações do estadunidense sobre possíveis negociações que evitariam ações militares norte-americanas contra a ilha.


REALIDADE


O que transparece é que os governos dos dois países sentiram que só tinham a perder com um enfrentamento militar com os EUA. O Irã já sentiu isso em junho de 2025, quando a aviação norte-americana bombardeou suas instalações nucleares. Aliás, essas instalações foram completamente destruídas, o que, por certo, inviabiliza o Irã de levar adiante agora seu programa nuclear. Um programa que sempre foi dito por Teerã ser para fins pacíficos, atividades medicinais, mas que os EUA sempre acreditaram ser para produção da bomba atômica.


Quem interveio como mediador nesse confronto Irã-Estados Unidos foi o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que acertou uma reunião em Istambul, nesta sexta-feira, entre representantes dos países litigantes. A Casa Branca, inclusive, já designou para representá-la o seu negociador para o Oriente Médio, Steve Witkoff. Irá encontrar-se com o chanceler do país persa, Abbas Araghchi.


DIFICULDADE


Se para o Irã um acordo representa livrar-se de um ataque mediante abrir mão de seu programa nuclear, para Cuba uma negociação representa a sobrevivência do país. Desde que ruiu a União Soviética, Havana ficou dependente do petróleo da Venezuela. E este tem chegado cada vez em menor escala ao país, a ponto de acontecerem apagões quase que diários em toda a ilha. E o precioso produto que chegava em pequena escala, desde a derrubada de Nicolás Maduro, deixou de chegar. Trump não só bloqueou o envio do petróleo venezuelano como anunciou sanções a quem vender o produto para Cuba. Segundo dados da empresa belga Kpler, publicados pelo Financial Times, Cuba tem petróleo suficiente para apenas mais 15 ou 20 dias.


ESTRANGULAMENTO


Literalmente, Trump está estrangulando o regime cubano, atingindo fortemente o setor de turismo, responsável pela maior fonte de renda do país. As chegadas de turistas caíram 18% em 2025 em relação ao ano anterior. E um recuo de 67% em relação a 2018, quando a ilha bateu o recorde com 4,7 milhões de visitantes.


Acontece que, mesmo antes das atuais pressões dos estadunidenses, Cuba já estava presa a uma profunda recessão e a uma crise econômica que tem levado a cortes generalizados de energia, somando-se a isso uma grande escassez de produtos básicos.


CONTROLE


Curiosamente, quem controla o setor de turismo em Cuba é o Exército, que, sem fazer uma pesquisa de mercado, construiu vários novos hotéis nos últimos tempos. Inclusive um gigante luxuoso de 42 andares e 594 quartos, conhecido como Torre K. Porém, a média de ocupação da rede não passa dos 20%. A escassez de dinheiro torna os serviços desses hotéis precários, com a consequente queda na qualidade da comida. Decorrência dessa situação, veio o aumento da criminalidade, numa ilha que até há pouco era considerada um paraíso de tranquilidade.


Assim é que Donald Trump demonstra estar aplicando um golpe decisivo em seus dois grandes rivais do momento: Irã e Cuba, os quais irão para a mesa de negociação numa situação totalmente desfavorável.

Correio do Povo

SATANÁS DE TRÊS PATAS

 PATAS ENORMES

Mais do que sabido, percebido e sentido, é enorme o sacrifício imposto PELAS ENORMES PATAS dos INDECENTES E SAFADOS PODERES -EXECUTIVO, chefiado pelo presidente Lula, responsável pela administração pública federal, nomeação de ministros e comando das Forças Armadas; JUDICIÁRIO, cujos membros do STF atuam como AUTORIDADE MÁXIMA do tipo que TOMA DECISÕES TIRÂNICAS (sem dar a mínima para a Constituição); e LEGISLATIVO, composto por deputados federais e senadores responsáveis por criar e aprovar leis. 

COMPETIÇÃO

Pois, como se os integrantes dos TRÊS PODERES estivessem participando de uma COMPETIÇÃO onde o SATANÁS VENCEDOR é aquele que PRODUZ MAIS SACRIFÍCIOS AOS PAGADORES DE IMPOSTOS, ontem à noite, para marcar a VOLTA RETUMBANTE DO RECESSO PARLAMENTAR, o CONGRESSO NACIONAL SAIU NA FRENTE AO APROVAR PROJETOS DE LEI QUE AMPLIAM OS JÁ AMPLIADOS REAJUSTES E GRATIFICAÇÕES PARA OS SERVIDORES DA CÂMARA E DO SENADO. Mais: COM MECANISMOS QUE PODEM CHEGAR A DOBRAR AS FANTÁSTICAS REMUNERAÇÕES. Pode? 

LICENÇA SAFADA

Mais ainda: os projetos também CRIAM UMA LICENÇA COMPENSATÓRIA QUE, NA PRÁTICA, VAI PERMITIR QUE BOA PARTE DOS SERVIDORES TENHAM UMA -LICENÇA A CADA TRÊS DIAS TRABALHADOS (??),- LIMITADO A 10 FOLGAS POR MÊS. Que tal? Detalhe nojento: as votações foram simbólicas, ou seja, IMPOSSIBILITANDO SABER COMO VOTOU CADA PARLAMENTAR.

PRIMEIRA CLASSE

Como se não bastasse tamanha SAFADEZA, cujo CUSTO É EXTREMAMENTE ELEVADO, o que vai exigir MAIS IMPOSTOS PARA A SOCIEDADE, hoje pela manhã, o site Poder 360 informou que o governo Lula concluiu 2025 com 579.070 funcionários públicos na ativa. Ou seja, são 4.140 profissionais a mais na comparação com 2024, quando eram 574.930. Mais: é o 3º ano seguido que sobe o número de funcionários do governo federal. O total registrado ao final de 2025 é o maior desde 2021, quando havia 583.674 trabalhadores.... Que tal?

O PACOTE DA CASTA

A propósito, eis a sensata opinião do jornalista Felipe Vieira, a respeito dessa FANTÁSTICA E INOMINÁVEL SAFADEZA.


O PACOTE DA CASTA, OU POR QUE O TETO É SEMPRE PARA OS OUTROS -   


- O Congresso Nacional acaba de mostrar, mais uma vez, que no Brasil o Estado até pode ser lento — desde que o assunto não seja o bolso dos protegidos. Quando é para cuidar dos seus, a máquina funciona como um relógio suíço. Em apenas cinco horas, parlamentares apresentaram, votaram e aprovaram um pacote que cria penduricalhos, amplia benefícios e libera pagamentos acima do teto constitucional para servidores da Câmara e do Senado.


Cinco horas. Menos do que dura uma sessão qualquer cheia de discursos vazios. Menos do que o tempo gasto em falas solenes sobre democracia, responsabilidade fiscal ou “sensibilidade social”. Mas foi tempo suficiente para garantir reajustes escalonados até 2029, gratificações capazes de dobrar salários e licenças compensatórias transformadas em dinheiro vivo. Tudo muito bem embalado sob a etiqueta “indenizatória” — aquela palavra mágica que faz privilégio parecer legal, técnico e inevitável.


O resultado é simples de entender — e difícil de engolir: salários mensais que podem chegar a R$ 77 mil, livres, leves e soltos, acima do teto constitucional.


E aqui vale lembrar o básico. O teto do funcionalismo público hoje é de R$ 44 mil, valor que corresponde ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Em tese, ninguém no serviço público deveria ganhar mais do que isso. É o princípio que sustenta toda a lógica do teto: o maior salário da República serve de limite para todos os outros.


Na prática, porém, isso virou conversa fiada. O teto existe no papel, nos discursos e nas entrevistas. Na vida real, foi driblado por gratificações, auxílios, bônus, licenças “indenizatórias” e todo tipo de criatividade contábil. Resultado: há milhares de servidores ganhando acima do teto — alguns muito acima — e ninguém faz absolutamente nada.


Não é erro, nem exceção. É método. Sempre que o contribuinte é chamado a apertar o cinto, o Estado afrouxa o seu. Sempre que se fala em ajuste, eficiência ou sacrifício coletivo, o Congresso responde com benefícios corporativos — aprovados longe do debate público, cheios de termos técnicos e apresentados como se fossem uma exigência da civilização moderna.


O timing diz tudo. O Brasil discute déficit, dívida crescente, cortes, contingenciamentos e a dificuldade crônica de entregar serviços públicos decentes. A resposta do Legislativo não é cortar excessos ou dar exemplo. É o contrário: ampliar estruturas, criar vantagens e garantir aumentos automáticos. Para eles, a crise nunca chega. Para nós, ela nunca vai embora.


E não estamos falando de trocados. Só na Câmara dos Deputados, o impacto anual estimado é de R$ 500 milhões. No Senado, mais R$ 277 milhões. Quase R$ 800 milhões por ano para engordar contracheques, num país que vive repetindo que “não há espaço no Orçamento”.


A justificativa oficial é o velho disco arranhado: “valorização das carreiras” e “retenção de talentos”. Curioso como essa preocupação só aparece quando o tema é salário. Nunca surge quando se fala em produtividade, qualidade das leis ou resultados entregues à sociedade. Se eficiência fosse o critério, talvez o Congresso tivesse de devolver dinheiro — não pedir mais.


Mais revelador do que o conteúdo do pacote é o método. Não houve debate público, não houve tempo para análise e, claro, não houve constrangimento. As lideranças se acertaram, apertaram o botão da urgência e passaram o trator. Os votos contrários vieram de poucos parlamentares dos extremos — do Novo e do PSOL — que, apesar das diferenças, chamaram a coisa pelo nome: criação de supersalários em plena crise fiscal.


No restante do plenário, reinou o silêncio cúmplice. Corporativismo, afinal, não tem ideologia. Quando o assunto é benefício próprio, direita, esquerda e centro se entendem como nunca conseguem fazer para discutir saúde, educação ou segurança pública.


Enquanto isso, o brasileiro comum segue ouvindo sermões sobre paciência, sacrifícios e reformas duras. O ajuste fiscal, como sempre, começa longe de Brasília e termina dentro no bolso do povo.


Depois, quando cresce a descrença na política, os parlamentares fingem surpresa. Falam em crise de representação, em radicalização, em desinformação. Não é nada disso. É aritmética moral básica: um Congresso que legisla em causa própria não pode esperar respeito de quem paga a conta.


Agora, o projeto do Senado segue para sanção presidencial. O da Câmara ainda passa pelos senadores. Se houver veto, será surpresa. Se não houver, será apenas mais um dia normal em Brasília.


Não há, em momento algum, discussão séria sobre mérito, desempenho ou impacto social. Não se mede produtividade, não se cobra resultado, não se avalia custo-benefício. A lógica é simples e antiga: quem está dentro protege quem está dentro. A casta cuida da casta.


Enquanto o brasileiro faz malabarismo para pagar aluguel, comida e transporte, o Congresso segue fazendo o que faz melhor: cuidando de si e dos seus — com o dinheiro dos nossos impostos.


No Brasil, o teto existe. Só não é para todos.


Pontocritico.com

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PT e PDT divulgam versões distintas sobre encontro entre dirigentes

 


A política brasileira ganhou mais um episódio de divergência nesta quarta-feira (4), quando os presidentes nacionais do PT, Edinho Silva, e do PDT, Carlos Lupi, apresentaram versões diferentes sobre uma reunião entre os dois partidos.

O que disse o PDT

Em publicação nas redes sociais, Lupi afirmou ter recebido a confirmação do compromisso petista em apoiar as candidaturas de Juliana Brizola ao governo do Rio Grande do Sul, Alexandre Kalil em Minas Gerais e Requião Filho no Paraná. A postagem veio acompanhada de uma foto dos dois dirigentes sorridentes.

O que disse o PT

Pouco depois, o PT divulgou nota oficial negando a versão apresentada por Lupi. O partido reforçou que o encontro teve como pauta principal a reeleição do presidente Lula, e não a definição de palanques estaduais. Segundo o comunicado, as articulações regionais seguem em andamento, mas não foram tratadas na reunião.

Repercussão

A divergência entre as declarações gerou reação imediata nas redes sociais, ampliando o debate sobre possíveis alianças eleitorais e a relação entre os dois partidos.

📌 Resumo: Enquanto o PDT afirma que recebeu apoio do PT para candidaturas estaduais, o PT nega e diz que a reunião tratou apenas da reeleição de Lula. O contraste nas versões expôs mais uma disputa de narrativa no cenário político.

Governo lança Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio com ações integradas dos Três Poderes

 



O Governo Federal lançou nesta quarta-feira (4) o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, iniciativa inédita que reúne Executivo, Legislativo e Judiciário em torno de medidas conjuntas de prevenção, proteção e responsabilização nos casos de violência letal contra mulheres.

Objetivos principais

O pacto busca:

  • Agilizar medidas protetivas, garantindo resposta rápida entre denúncia e proteção efetiva.
  • Fortalecer redes de enfrentamento à violência em todo o país.
  • Ampliar ações educativas e campanhas permanentes.
  • Responsabilizar agressores com mais rapidez, reduzindo a impunidade.
  • Atender mulheres em maior vulnerabilidade, como negras, indígenas, quilombolas, periféricas, idosas, jovens, com deficiência e moradoras de áreas remotas.
  • Combater novas formas de violência, incluindo perseguição e ameaças digitais.
  • Garantir transparência, com relatórios periódicos e metas de acompanhamento.

Estrutura de gestão

O pacto prevê a criação do Comitê Interinstitucional de Gestão, coordenado pela Presidência da República, com representantes dos Três Poderes, além de participação permanente de ministérios públicos e defensorias públicas. O colegiado terá a função de assegurar acompanhamento contínuo, articulação federativa e transparência.

Reconhecimento da crise estrutural

O acordo reconhece que a violência contra mulheres no Brasil é uma crise estrutural, que não pode ser enfrentada por ações isoladas. A proposta é integrar esforços desde o pedido de ajuda até o desfecho dos casos, evitando falhas que hoje colocam vítimas em risco.

Plataforma de apoio

O portal TodosPorTodas.br reúne informações sobre o pacto, canais de denúncia e políticas públicas de proteção às mulheres. A plataforma também disponibiliza um guia para download com orientações sobre os diferentes tipos de violência e práticas de comunicação responsável.

Compromisso de longo prazo

O pacto estabelece monitoramento contínuo, divulgação de relatórios públicos e participação social, garantindo diálogo com especialistas e organizações da sociedade civil para avaliar resultados e propor melhorias.


📌 Resumo: O Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio marca uma ação inédita dos Três Poderes para enfrentar a violência letal contra mulheres, com medidas de proteção mais rápidas, responsabilização de agressores, atenção especial a grupos vulneráveis e combate à violência digital, aliado a mecanismos de transparência e participação social.

Governo deve recomendar veto a projeto que cria benefícios acima do teto para servidores da Câmara

 


A área técnica do governo federal deve recomendar o veto ao projeto de lei que concede gratificações consideradas “fura-teto constitucional” a servidores da Câmara. Segundo apuração da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o parecer jurídico apontará que a proposta viola o artigo 169 da Constituição, que proíbe a criação de vantagens, aumento de remuneração ou cargos sem previsão orçamentária.

De acordo com cálculos do Centro de Liderança Pública (CLP), a reestruturação das carreiras da Câmara e do Senado terá impacto de R$ 4,3 bilhões por ano.

Decisão política

Apesar da recomendação técnica, a decisão final será política. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode optar por sancionar o projeto, considerando a necessidade de apoio do Congresso para avançar em pautas prioritárias, como o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e a regulamentação do trabalho por aplicativo.

Tramitação

O texto foi aprovado pelo Senado nesta terça-feira (3), primeiro dia após o recesso parlamentar, e agora aguarda sanção presidencial. Durante a votação, a relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), afirmou que caberá à Câmara ajustar o impacto orçamentário do reajuste.

O que prevê o projeto

De autoria da Mesa Diretora da Câmara, o projeto cria uma gratificação que concede um dia de licença a cada três dias de trabalho, com possibilidade de conversão em dinheiro. Com isso, salários de altos funcionários da Casa podem chegar a R$ 77 mil, ultrapassando o teto constitucional de R$ 46.366,19, equivalente ao vencimento de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Apoio no Congresso

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defenderam a aprovação. Alcolumbre destacou que medidas semelhantes já foram aprovadas para servidores do Senado, do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Judiciário, e afirmou que o impacto será absorvido dentro do orçamento próprio de cada Poder.

📌 Resumo: A área técnica do governo deve recomendar veto ao projeto que concede gratificações acima do teto constitucional para servidores da Câmara, mas a decisão final caberá a Lula, que pode sancionar a medida por razões políticas. O texto prevê benefícios que podem elevar salários a R$ 77 mil, bem acima do limite constitucional.

EUA anunciam retirada de 700 agentes de imigração de Minneapolis

 


O czar fronteiriço Tom Homan anunciou nesta quarta-feira (4) a retirada “imediata” de 700 policiais de imigração (ICE) de Minneapolis, após semanas de tensão na cidade marcada por protestos e pela morte de dois manifestantes em confrontos com agentes federais.

Motivos da decisão

Em coletiva de imprensa, Homan afirmou que houve uma melhora na cooperação com autoridades locais, o que reduz a necessidade de manter grande contingente federal na região. Ele não esclareceu se a medida se restringe apenas a Minneapolis ou se será estendida a todo o estado de Minnesota.

Contexto

Nos últimos meses, milhares de agentes federais, muitos armados e mascarados, intensificaram operações no estado para expulsar imigrantes em situação irregular, uma das prioridades do governo Trump em seu segundo mandato.

Resultados apresentados

Segundo Homan, as operações resultaram em:

  • 139 prisões por agressão

  • 87 por crimes sexuais

  • 28 por participação em gangues

O enviado destacou que os avanços obtidos justificam a redução do efetivo: “Nunca tínhamos tido este tipo de cooperação com as autoridades locais. Fizemos progressos significativos.”

📌 Resumo: Após semanas de protestos e mortes em Minneapolis, os EUA anunciaram a retirada de 700 agentes de imigração da cidade, alegando maior colaboração com autoridades locais e avanços nas operações contra imigrantes irregulares.

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Banco Master teria usado terrenos de Ronaldinho Gaúcho como garantia para captar R$ 330 milhões

 


O Banco Master teria utilizado dois terrenos em Porto Alegre pertencentes ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho como lastro em uma operação financeira que resultou na captação de R$ 330 milhões. A informação, divulgada inicialmente pelo jornal O Globo, foi repercutida nesta quarta-feira (4) pelo portal Uol.

Investigação do MPF

A apuração do Ministério Público Federal (MPF) aponta que os imóveis foram vinculados ao Fundo City 02, do qual o Master era cotista individual. O fundo teria concedido empréstimos e repassado valores à gestora de investimentos Reag, posteriormente liquidada pelo Banco Central.

De acordo com o MPF, a operação envolveu a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), títulos relacionados a créditos imobiliários que podem ser usados em financiamentos ou aluguéis futuros, com o objetivo de antecipar recursos. A emissão em nome dos terrenos de Ronaldinho teria ocorrido em agosto de 2023, beneficiando a empresa S&J Consultoria, por meio da Base Securitizadora.

Defesa de Ronaldinho

Os advogados do ex-jogador negam qualquer irregularidade nos imóveis. Segundo a defesa, houve negociações com outras duas empresas, mas elas não avançaram devido à falta de licenças ambientais e pendências de IPTU.

Depoimento de Daniel Vorcaro

Paralelamente, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deverá prestar depoimento à CPMI do INSS após o Carnaval. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que a audiência foi reagendada para o dia 26 de fevereiro, a pedido da defesa de Vorcaro.

O senador alertou que, caso o banqueiro não compareça, poderá ser conduzido coercitivamente. Vorcaro é investigado pela Polícia Federal por supostas fraudes no Banco Master.

Contratos sob suspeita

Segundo Viana, Vorcaro terá de explicar os cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados que estavam na carteira do banco e foram suspensos pelo INSS por falta de documentação que comprovasse a efetividade e a anuência dos aposentados.

📌 Resumo: O MPF investiga o uso de terrenos de Ronaldinho Gaúcho como garantia em operação do Banco Master que captou R$ 330 milhões. Enquanto isso, o dono da instituição, Daniel Vorcaro, é chamado a depor na CPMI do INSS sobre contratos de empréstimos consignados considerados irregulares.

Inter abre o placar, mas cede empate ao Flamengo no Maracanã

 


O Internacional conquistou um ponto importante em sua primeira partida fora de casa no Campeonato Brasileiro, ao empatar em 1 a 1 com o Flamengo, no Maracanã. O Colorado saiu na frente com um golaço de Borré, mas acabou cedendo o empate após pênalti cometido por Bernabei, convertido por Arrascaeta.

O jogo

Com a mesma formação utilizada no Gre-Nal, o Inter mostrou segurança defensiva e conseguiu neutralizar as principais jogadas do Flamengo. O volante Ronaldo se destacou no meio-campo, protegendo bem a defesa. O time carioca teve poucas chances claras, e a melhor delas foi salva por Victor Gabriel após finalização de Arrascaeta.

Nos acréscimos do primeiro tempo, Ronaldo iniciou a jogada que passou por Alan Patrick e Carbonero, até chegar em Borré. O atacante colombiano deixou Léo Ortiz para trás e finalizou de esquerda para abrir o placar: 1 a 0 Inter.

Logo no início da segunda etapa, Carbonero quase ampliou em chute forte defendido por Rossi. O Flamengo cresceu com as entradas de Varella e Pedro, mas só conseguiu empatar após Bernabei cometer pênalti em Varella. Arrascaeta converteu e deixou tudo igual.

Na reta final, o jogo ficou aberto. O Flamengo pressionou, mas o Inter teve a melhor chance em cobrança de falta de Alan Patrick, que passou por cima do gol.

Escalações

Flamengo 1 Rossi; Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick, De La Cruz (Evertton Araújo), Paquetá (Carrascal) e Arrascaeta; Cebolinha (Samuel Lino) e Bruno Henrique (Pedro). Técnico: Filipe Luís.

Inter 1 Rochet; Bruno Gomes, Mercado (Félix Torres), Victor Gabriel e Bernabei; Ronaldo (Bruno Henrique) e Paulinho; Carbonero (Thiago Maia), Alan Patrick e Vitinho (Aguirre); Borré (Alerrandro). Técnico: Paulo Pezzolano.

Próximos compromissos

No sábado, o Inter enfrenta o São Luiz de Ijuí pelas quartas de final do Gauchão, no Beira-Rio, com provável presença majoritária de jovens na escalação. Pelo Brasileirão, o próximo desafio será contra o Palmeiras, também no Beira-Rio, na quinta-feira seguinte.

📌 Resumo: O Inter saiu na frente com um golaço de Borré, mas acabou cedendo o empate ao Flamengo no Maracanã. O resultado dá confiança ao time de Pezzolano, que agora volta suas atenções ao Gauchão e ao duelo contra o Palmeiras no Brasileirão.