William Carr Beresford: O marechal anglo-irlandês que reformou o Exército Português e lutou ao lado de Wellington na Guerra Peninsular

 


Aqui está uma versão reescrita, mais clara, fluida, organizada e com tom enciclopédico atualizado do artigo sobre William Carr Beresford:William Carr Beresford, 1.º Visconde Beresford (2 de outubro de 1768 – 8 de janeiro de 1854) foi um militar e político anglo-irlandês que se destacou como general no Exército Britânico e como marechal no Exército Português. Lutou ao lado de Arthur Wellesley, 1.º Duque de Wellington, durante a Guerra Peninsular (1808-1814) e exerceu grande influência na reorganização das forças portuguesas. Posteriormente, serviu como Master-General of the Ordnance no primeiro governo de Wellington, entre 1828 e 1830.Início de carreira e Guerra PeninsularNascido como filho ilegítimo de George Beresford, 2.º Conde de Tyrone (mais tarde 1.º Marquês de Waterford), Beresford ingressou no Exército Britânico em 1785. Participou de diversas campanhas, incluindo a invasão britânica de Buenos Aires em 1806 (onde foi feito prisioneiro e depois escapou), a ocupação da Madeira em 1807-1808 — como governador e comandante-chefe por cerca de seis meses, para impedir uma possível ocupação francesa — e a batalha de La Coruña, sob o comando de Sir John Moore.Em 7 de março de 1809, por recomendação de Wellesley, o governo britânico nomeou-o marechal e comandante-chefe do Exército Português. A sua principal missão foi modernizar a organização, a disciplina e a tática das tropas portuguesas, alinhando-as com os padrões britânicos para permitir operações conjuntas eficazes contra as forças napoleónicas. Beresford desempenhou um papel fundamental na reforma do exército, que se revelou crucial para o sucesso aliado na Peninsular.Destacou-se especialmente na Batalha de La Albuera (16 de maio de 1811), onde comandou um corpo aliado e conseguiu uma vitória custosa, mas estratégica, contra as tropas francesas do marechal Soult. Foi também ferido na Batalha de Salamanca (1812). Participou em várias outras ações importantes, como a defesa das Linhas de Torres Vedras, os cercos de Badajoz e Ciudad Rodrigo, e as batalhas dos Pirenéus, Nivelle, Nive, Orthez e Toulouse.Títulos e honrariasPelos seus serviços, Beresford recebeu numerosas distinções. Em Portugal, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada e presenteado com uma espada de honra desenhada por Domingos António de Sequeira. Foi também nomeado:
  • Conde de Trancoso (1811)
  • Marquês de Campo Maior (1812)
  • Duque de Elvas (título atribuído em algumas fontes)
No Reino Unido, tornou-se 1.º Barão Beresford de Albuera e Dungarvan (1814) e, mais tarde, 1.º Visconde Beresford (1823).Atuação em Portugal após 1814 e controvérsiasApós o fim da Guerra Peninsular, Beresford permaneceu como comandante-chefe do Exército Português até 1820. Em 1817, durante um período de tensão política, foram descobertos rumores de uma conspiração (associada a círculos maçónicos) que pretendia o regresso do rei D. João VI e era contrária à presença britânica. Beresford ordenou a repressão do movimento, resultando na prisão e execução de vários envolvidos, entre os quais o general Gomes Freire de Andrade. Este episódio gerou forte controvérsia e contribuiu para o sentimento anti-britânico em Portugal.Em 1817-1818, viajou para o Brasil, onde obteve de D. João VI poderes alargados e foi nomeado Marechal-General do Exército Português — um título de prestígio anteriormente concedido a figuras como o Conde de Lippe e o próprio Duque de Wellington. No entanto, com a Revolução Liberal do Porto em 1820, foi demitido das suas funções e, ao regressar, impedido de desembarcar em Portugal continental.Regressou brevemente ao país em 1826, mas a sua pretensão de reassumir o comando do Exército não foi aceita.Carreira política posteriorDe regresso à Grã-Bretanha, Beresford dedicou-se à política. Entre 1828 e 1830, integrou o primeiro governo de Wellington como Master-General of the Ordnance (Mestre-General das Ordenanças), cargo equivalente, em Portugal, a diretor do Arsenal do Exército. Foi ainda governador de Jersey durante várias décadas e conselheiro privado (Privy Councillor).Casou-se em 1832, já com 64 anos, com a sua prima Louisa Hope (viúva de Thomas Hope), mas o casamento não teve filhos. Faleceu em 8 de janeiro de 1854, em Bedgebury, Kent, Inglaterra, sendo um dos últimos marechais sobreviventes das Guerras Napoleónicas.Beresford é recordado como um organizador militar competente, valorizado por Wellington pelas suas capacidades administrativas e de treino de tropas, embora tenha enfrentado críticas pela condução de algumas operações no campo de batalha e pela sua intervenção política em Portugal.

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Senado aprova guarda compartilhada de animais de estimação em casos de separação

 


O Congresso Nacional aprovou projeto de lei que regulamenta a guarda compartilhada de pets em caso de divórcio ou dissolução de união estável. A medida deve ser sancionada nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O texto, aprovado pelo Senado nesta terça-feira (31 de março de 2026), estabelece que, quando o casal não chegar a um acordo sobre o animal, o juiz determinará o compartilhamento da custódia e a divisão equilibrada das despesas de manutenção do pet.A regra valerá para animais que conviveram com o casal durante a maior parte da união ou casamento. A guarda compartilhada não será aplicada em situações que envolvam histórico ou risco de violência doméstica contra a pessoa ou o próprio animal.A proposta reflete as mudanças sociais das últimas décadas. Com a redução no número de filhos, muitos casais tratam os animais de estimação como verdadeiros membros da família, o que tem gerado um aumento significativo de disputas judiciais pela guarda de cães e gatos após separações.O Brasil tem hoje mais de 164 milhões de pets — em sua maioria cães —, número que supera amplamente a população de crianças com menos de 14 anos, segundo dados do Instituto Pet Brasil.O projeto (PL 941/2024) segue agora para sanção presidencial. Lula, que tem duas cadelas adotadas junto com a primeira-dama, deve transformar o texto em lei em breve.A nova regulamentação busca reduzir conflitos judiciais e priorizar o bem-estar dos animais, reconhecendo o forte vínculo afetivo que eles estabelecem com seus tutores.

“Brasil vive de Vini Jr. e Endrick”, diz jornal espanhol após vitória sobre a Croácia

 


01/04/2026 | 17:29
Estadão Conteúdo
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta quarta-feira, nos Estados Unidos, gerou grande repercussão na imprensa internacional, com destaque especial para as atuações de Vinicius Júnior e Endrick.Na Espanha, onde Vini Jr. brilha com a camisa do Real Madrid e Endrick iniciou sua carreira europeia, os dois atacantes dominaram as manchetes dos principais jornais esportivos.O jornal Marca foi direto: “Vinicius e Endrick lideram o Brasil contra uma Croácia apática”. A publicação destacou a assistência de Vini Jr. para o primeiro gol brasileiro e a atuação decisiva de Endrick no segundo tempo, quando sofreu o pênalti que resultou no 2 a 1 e deu a assistência para o gol de Gabriel Martinelli.Já o jornal As resumiu o desempenho da Seleção com a frase: “O Brasil vive de Endrick e Vini”. O periódico ressaltou que, “em outra partida sem grande brilho, uma jogada histórica de Vini e uma atuação heroica de Endrick evitaram um desastre que, por momentos, parecia inevitável”.Repercussão na América do SulNa Argentina, o jornal Olé tratou o resultado como uma espécie de “vingança” pela eliminação brasileira na Copa do Mundo de 2022, quando a Croácia venceu o Brasil nos pênaltis. “O Brasil se vingou: derrotou a Croácia”, estampou a publicação.O Olé avaliou ainda que a vitória traz mais tranquilidade ao técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de preparação para a Copa do Mundo, após a derrota para a França em Boston.

Guerra contra o Irã é “desnecessária” e baseada em “mentira”, afirma Lula

 


01/04/2026 | 19:54
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou nesta quarta-feira (1º) a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã como “desnecessária” e afirmou que a justificativa usada pelos dois países — o suposto desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã — é “mentirosa”.“Os Estados Unidos se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã, alegando que tinha arma nuclear ou que estavam tentando fazer arma nuclear. É mentira”, declarou Lula durante entrevista à TV Cidade, em Fortaleza.O presidente relembrou que, em 2010, durante visita oficial ao Irã ainda em seu segundo mandato, mediou um acordo para o enriquecimento de urânio com fins pacíficos, nos mesmos moldes permitidos pela Constituição brasileira. Segundo ele, o acordo foi rejeitado pelos Estados Unidos e pela União Europeia.“Não tem arma nuclear lá. Se tem uma divergência política entre Israel, Estados Unidos e Irã, não precisava terminar em guerra”, acrescentou.Lula também criticou a crença de que a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, encerraria o conflito. “Eles achavam que tinham acabado a guerra porque mataram o Khamenei. Não acabaram a guerra. O Irã é um país com quase 100 milhões de habitantes e uma cultura milenar”, afirmou.Preocupação com o preço do dieselLula voltou a expressar preocupação com o impacto da guerra no preço dos combustíveis no Brasil, especialmente o diesel, do qual o país importa cerca de 30% do consumo.O presidente reforçou que o governo está monitorando o mercado e fiscalizando possíveis abusos, com atuação da Polícia Federal e dos Procons estaduais. “Estamos fiscalizando e vamos ter que colocar alguém na cadeia se for necessário”, disse.Ele criticou a privatização da BR Distribuidora, argumentando que, quando a empresa era controlada pela Petrobras, o repasse da redução de preços era mais direto ao consumidor. “A Petrobras baixa o preço, mas não chega na bomba”, observou.O governo federal deve publicar ainda esta semana uma medida provisória (MP) que cria um subsídio de R$ 1,20 por litro no diesel importado. O custo total estimado é de R$ 3 bilhões em dois meses, dividido igualmente entre União e estados. Cerca de 80% dos estados já sinalizaram adesão à proposta.O conflito no Irã completou um mês nesta semana, com o fechamento do Estreito de Ormuz e forte alta no preço internacional do petróleo, que já subiu cerca de 50%.

RS terá mais um dia de calor acima da média nesta quinta-feira

 


01/04/2026 | 19:43
MetSul Meteorologia
O Rio Grande do Sul enfrenta mais um dia de temperaturas elevadas nesta quinta-feira (2). O sol predomina em todo o estado, mas nuvens isoladas devem se formar ao longo do dia, favorecendo pancadas rápidas e típicas de verão em alguns pontos, especialmente no interior.As máximas ficam ao redor ou acima dos 30°C na maior parte do território gaúcho, com calor mais intenso nas regiões Oeste e Noroeste. Os valores estão bem acima da média histórica para o mês de abril.O calor fora de época deve persistir ao longo do dia, mantendo o padrão de tempo quente que vem marcando o início do outono no estado.