Na volta do feriado, abertura da China a negociações com Trump anima: Minuto Touro de Ouro
Vídeo de Pablo Spyer
Fonte: https://youtube.com/shorts/p5lCF_wgc94?si=TdjWdxJdfg2mVZr7
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Na volta do feriado, abertura da China a negociações com Trump anima: Minuto Touro de Ouro
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Unidade retoma os atendimentos à população nesta quinta-feira após conclusão antecipada da higienização do sistema de climatização
A emergência do Hospital Restinga e Extremo-Sul (HRES), em Porto Alegre, retomou os atendimentos ao público às 8h desta quinta-feira (1º), após a conclusão antecipada da higienização dos dutos do sistema de climatização, por exigência da Vigilância em Saúde.
A reabertura estava inicialmente prevista para o dia 7 de maio, mas os trabalhos foram finalizados antes do prazo e, com isso, a unidade já pôde voltar a funcionar normalmente. Na primeira manhã após a reabertura, a taxa de ocupação registrada era de 11%, conforme o painel de monitoramento da Secretaria Municipal da Saúde.
Dos 18 leitos operacionais, somente dois já haviam sido ocupados. Durante a manhã, ainda havia movimentação de equipes de manutenção no local, mas a estrutura já recebia os primeiros pacientes, em ritmo ainda discreto.
Desde o último dia 22 de abril, a emergência estava com atendimento suspenso para garantir a segurança de usuários e profissionais enquanto era realizada a limpeza técnica do sistema de ar-condicionado, um processo que exigiu a desocupação completa da área.
De acordo com o secretário de Saúde de Porto Alegre, Fernando Ritter, a medida teve caráter preventivo e buscou garantir condições seguras de atendimento. “Com a higienização concluída, o serviço poderá voltar a operar normalmente”, destacou.
Durante o período de restrição, apenas casos graves encaminhados por ambulâncias reguladas pelo Samu foram atendidos. A orientação para a população da região era procurar unidades básicas ou emergências de referência, como o PA Lomba do Pinheiro e o Hospital Vila Nova, dependendo da gravidade da situação.
Correio do Povo
Quem ganha dois salários mínimos não pagará imposto
Começou a valer nesta quinta-feira (1º) a isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) para quem recebe até R$ 3.036 por mês, o equivalente a dois salários mínimos em valores atualizados.
A medida confirma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de garantir, durante seu mandato, a isenção no mínimo para quem ganha até dois salários mínimos. Uma primeira atualização da tabela do IR já havia sido sancionada em 1º de maio do ano passado.
A nova atualização deve ser sentida pelo contribuinte no ano que vem, quando for aberto o período de entrega da declaração do IRPF 2026, que leva em consideração os rendimentos recebidos neste ano.
Assim como no ano passado, contudo, as mudanças ocorrem apenas nas duas primeiras faixas de cobrança. Os demais intervalos da tabela progressiva seguem com os mesmos valores inalterados desde 2015.
De todo modo, quem tiver recebido mais de dois salários mínimos (R$ 3.036) por mês, de maio de 2025 em diante, deverá pagar imposto de renda sobre os rendimentos de acordo com faixas, conforme a tabela a seguir.
Base de cálculo (R$) - Alíquota (%)
Um projeto de lei com a reforma ampla da tabela do Imposto de Renda, com isenção para quem ganha até R$ 5 mil, foi enviado ao Congresso pelo governo em março e ainda deve ser analisado.
O projeto prevê, por exemplo, compensar a perda de arrecadação com os contribuintes de menor renda por meio da cobrança de alíquotas fixas adicionais para quem ganha acima de R$ 600 mil, progressivamente. Caso haja aprovação neste ano, as novas regras podem valer já a partir de 2026.
Neste ano, o salário mínimo foi estabelecido por decreto em R$ 1.518 a partir de 1º de janeiro. O valor representa um ganho maior do que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apurado nos 12 meses até novembro de 2024.
Presidente Lula sancionou, em dezembro, uma lei que alterou a metodologia de cálculo do salário mínimo.
Pela nova legislação, a concessão de um aumento real em 2025 levou em consideração, além da inflação medida pelo INPC, a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) medido nos dois anos anteriores, mas com uma limitação de 2,5%.
Uma das principais políticas de distribuição de renda, o salário mínimo foi criado para limitar o valor mais baixo da remuneração que alguém pode receber em troca de seu trabalho.
O salário mínimo serve também como valor base de benefícios assistenciais e previdenciários pagos pelo governo, como Bolsa Família, aposentadorias, pensões e benefícios de prestação continuada (BPC).
Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cerca de 59 milhões de pessoas no Brasil têm rendimento ligado ao salário mínimo. Aproximadamente 19 milhões de aposentados e pensionistas recebem o valor do salário mínimo.
Apesar do novo mínimo estar vigente desde o início do ano, somente em meados de abril o governo pôde publicar a Medida Provisória (MP) que atualizou o valor da isenção do Imposto de Renda, para que quem ganha até dois salários mínimos voltasse a ser beneficiado, levando em consideração os valores de 2025.
O atraso se deu pela demora do Congresso em aprovar o orçamento deste ano, que foi sancionado apenas em abril, depois de Executivo, Legislativo e Judiciário terem firmado um acordo para garantir maior transparência e rastreabilidade às emendas parlamentares feitas ao orçamento.
Agência Brasil e Correio do Povo
Casa Branca ainda não se manifestou
O conselheiro de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, Mike Waltz, deixará o cargo após um escândalo no qual um jornalista foi acidentalmente incluído em uma conversa sobre ataques aéreos no Iêmen, informou a imprensa americana. Waltz e seu vice, Alex Wong, deixarão seus cargos, informou a CBS News. De acordo com a Fox News, Trump fará uma declaração em breve sobre estas demissões. A Casa Branca ainda não fez comentários.
AFP e Correio do Povo
Investigadores miram agora os beneficiários das supostas fraudes
A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) é suspeita de desviar R$ 2 bilhões de aposentados entre janeiro de 2019 e março de 2024. Os cálculos são da Polícia Federal (PF). Os investigadores miram agora os beneficiários das supostas fraudes. A PF já identificou que uma agência de viagens, uma empresa de locação de estruturas para eventos e uma empresa de buffet receberam transferências fracionadas da confederação.
As informações foram obtidas a partir de uma análise detalhada do fluxo financeiro da Contag. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) alertou a PF sobre a saída de R$ 26.457.531,95 das contas da confederação para 15 pessoas físicas e jurídicas ligadas aos setores de turismo, alimentação e eventos, além de federações estaduais vinculadas à Contag. As transferências foram fracionadas, o que levantou suspeitas.
A confederação afirmou que coordena mais de 3,8 mil sindicatos e que "sempre atuou com ética, responsabilidade e tem se empenhado ativamente no aperfeiçoamento da gestão e na fiscalização dos projetos e convênios que administra".
As movimentações suspeitas levaram o juiz Frederico Botelho de Barros Viana, da 15.ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, a autorizar buscas na sede da Contag e nos endereços de empresas que receberam transferências da confederação. Os mandados foram cumpridos na última quarta-feira, durante a Operação Sem Desconto - deflagrada pela PF e a Controladoria-Geral da União (CGU).
A investigação identificou um esquema fraudulento de deduções indevidas em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
"Enriquecimento ilícito"
Em sua decisão, o juiz afirmou que há "indícios seguros" de que "responsáveis pela Contag, entre 2019 e 2024, realizaram (e continuam promovendo) descontos associativos indevidos de milhares de aposentados e pensionistas do INSS, ação que pode ter ocasionado enriquecimento ilícito dos envolvidos, com possível ocultação de patrimônio e de movimentações financeiras".
Outro dado levantou suspeitas da PF. Em novembro de 2023, o INSS autorizou o chamado desbloqueio em lote de descontos em pelo menos 34 mil pensões e aposentadorias em benefício da Contag. A PF afirma que a decisão, que atendeu a um pedido da própria entidade, "foi tomada com base em justificativas que se mostraram infundadas e contrárias à legislação".
Os beneficiários do INSS podem aderir a associações civis e sindicatos e autorizar descontos mensais em seus contracheques para cobrir custos de filiação. Para isso, as entidades devem estar habilitadas no INSS e precisam receber autorização "prévia, pessoal e específica" de aposentados e pensionistas interessados.
Para a PF, o desconto em lote ignorou a exigência de autorização expressa dos aposentados e, nesse sentido, "não se orientou por evidências que pudessem demonstrar a real intenção do segurado quanto ao desbloqueio do benefício para desconto".
A Contag está na lista de entidades suspeitas de envolvimento em um megaesquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS.
As suspeitas levaram o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, a pedir demissão após ter sido afastado do cargo por ordem judicial.
Segundo a investigação, os dados dos aposentados foram obtidos com servidores do INSS, mediante o pagamento de propinas. As informações teriam sido cadastradas em associações suspeitas, sem o conhecimento dos aposentados, para operar os descontos indevidos nos contracheques.
"Gestão"
Em nota, a Contag afirmou que coordena federações estaduais e sindicatos "que atuam na luta pela garantia, manutenção e ampliação de direitos de mais de 15 milhões de trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares, entre os quais estão aposentados, aposentadas e pensionistas rurais que fazem parte do quadro associativo e que autorizam o desconto da sua contribuição".
A confederação diz ainda que "tem se empenhado ativamente no aperfeiçoamento da gestão e na fiscalização dos projetos e convênios que administra, sempre em conformidade com as normas legais". "Neste momento, a entidade reitera seu respeito às instituições democráticas e o compromisso com a legalidade em todas as suas ações, e se coloca à disposição para colaborar com as investigações em curso, defendendo a total transparência do processo investigatório e apuração devida dos fatos."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
CAMUFLADOR DE LINK PARA FACEBOOK| CAMUFLAR LINK QUE NENHUMA REDE SOCIAL BLOQUEIA
Vídeo de Simone Ferraz
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=zzo8Ilncils&t=267s
Para quem busca uma forma de camuflar link para Facebook e garantir que nenhuma rede social bloqueie seu link, saiba que isso é possível com algumas estratégias eficazes. O objetivo é evitar bloqueios automáticos por parte das plataformas, especialmente quando você divulga links de afiliado, páginas de vendas, ou domínios que já estão com reputação negativa.
É uma ferramenta ou técnica usada para mascarar ou redirecionar URLs de forma que o link original não seja identificado ou bloqueado pelas redes sociais, como o Facebook, Instagram, TikTok e outros.
Utilize domínios próprios com redirecionamento 301
Configure um domínio seu para redirecionar para o link de destino.
Shorteners com redirecionamento avançado
Use encurtadores como:
Rebrandly
Bit.ly com domínio próprio
Switchy.io
Página intermediária
Crie uma landing page que tenha botão ou redirecionamento JS para o link real.
Uso de arquivos HTML no seu servidor
Coloque um index.html com o redirecionamento dentro do seu domínio.
Cloaking com Cloudflare Workers (avançado)
Técnica que redireciona de forma inteligente com base no user-agent ou origem do tráfego.
Usar encurtadores genéricos gratuitos como is.gd, tinyurl, etc. (são frequentemente bloqueados)
Repetir links de afiliado diretamente no Facebook
Divulgar links de domínios já marcados como spam
Projeto também abona as faltas em decorrência da greve dos servidores do Executivo
O Plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou na terça-feira, 30, o projeto de lei do Executivo que concede reajuste de 4,83% para os servidores da Prefeitura. Trata-se da recomposição das perdas inflacionárias do período de janeiro a dezembro de 2024.
O reajuste será parcelado da seguinte forma: 1% em setembro; 1,75% em dezembro, sobre o salário de novembro; 1% em fevereiro de 2026, sobre os vencimentos de janeiro; e 0,997% em abril de 2026, sobre o salário de março. O texto autoriza o Executivo a abrir créditos adicionais no orçamento para atender às despesas decorrentes da reposição inflacionária.
Aposentados, beneficiários de pensão por morte e os secretários municipais serão contemplados com o reajuste. A reposição não será aplicada aos salários do prefeito, da vice-prefeita e dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias.
O projeto também abona as faltas em decorrência da greve dos servidores do Executivo. De acordo com a emenda 1, aprovada pelos parlamentares, os valores que tenham sido eventualmente descontados em razão das faltas serão devolvidos aos funcionários.
Os municipários terão que compensar, até o final do ano, os dias não trabalhados. No caso da rede de ensino, a compensação deverá corresponder à ampliação dos dias letivos no calendário escolar de 2025, de forma equivalente aos dias de greve.
“Os termos deste projeto foram debatidos com o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), que aprovou a proposta apresentada pelo Executivo Municipal”, conforme a justificativa do texto. “O Executivo avaliará a possibilidade de antecipação do calendário de reposição referente ao ano de 2024 quanto às parcelas estendidas para 2026, considerando o comportamento da receita corrente líquida. Caso essa antecipação seja viável, novo projeto de lei será encaminhado”, ressalta a Prefeitura.
Correio do Povo
Prática é considerada ilegal no país por uma lei de 2006
O governo de esquerda da Espanha proibiu por decreto, nesta quinta-feira (1°), o registro de nascimentos de bebês no exterior por gestação sub-rogada (barriga de aluguel), uma prática declarada ilegal no país por uma lei de 2006.
A normativa obriga quem conseguiu um bebê de uma mãe sub-rogada a demonstrar o vínculo biológico com eles ou a adotar formalmente a criança para registrar seu nascimento no registro civil.
"Em nenhum caso será admitido pelas pessoas responsáveis pelos registros civis" a apresentação de certidões de nascimento ou ordens judiciais emitidas por países estrangeiros, afirma o decreto publicado no diário oficial desta quinta.
O Tribunal Supremo decidiu em dezembro que os interesses das crianças devem ser determinados pelos "valores assumidos pela sociedade como próprios" e não "pelos interesses dos comitentes da gestação sub-rogada".
Essa prática, seja paga ou não, é ilegal na Espanha por uma lei aprovada em 2006. Mas até agora os nascimentos por gestação sub-rogada no exterior poderiam ser registrados se uma ordem judicial que certificasse a filiação da criança fosse apresentada. Uma nova lei aprovada em fevereiro de 2024 descreve este tipo de gestação como uma forma de "violência contra as mulheres".
AFP e Correio do Povo
Deputado reforçou que demissão pode levar ao desembarque do partido da base
O líder do PDT na Câmara dos Deputados, Mário Heringer (MG) critica a condução do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na crise que envolve o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o tratamento dado ao ministro da Previdência, Carlos Lupi. Segundo ele, a demissão do chefe da pasta também poderia levar à saída da bancada da base.
"Eu defendo essa posição (a saída). Minha bancada, até onde sei, todos defendem essa posição. É claro que não depende só exclusivamente de mim, mas essa é a posição que defenderei", afirmou.
Na avaliação dele, o governo vem adotando posição duvidosa na condução da crise. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu a permanência de Lupi no governo, mas afirmou que se houver algo no futuro, será afastado. Poucas horas após essa entrevista, Lula nomeou o procurador federal Gilberto Waller Junior como novo presidente do INSS, sem consultar Lupi.
"A entrevista da Gleisi foi salomônica. Ela fala que o governo vai manter o ministro e logo embaixo o ministro desqualifica o ministro fazendo a indicação do presidente do INSS sem ter conversado com Lupi antes. Se ele acreditasse na nossa posição, chamaria o Lupi junto e indicariam juntos", disse Heringer.
Para o líder do PDT na Câmara, o governo deveria assumir parte da responsabilidade, e não jogá-la apenas a Lupi.
"Na verdade, quem indica é o ministro, mas quem aprova é a Casa Civil. Lupi indicou, mas vocês assinaram embaixo". afirmou. "Essa responsabilidade é que o governo deveria entender que tem na indicação, e ter trabalhado junto conosco junto na defesa da posição do ministro. Isso é uma posição de extremo constrangimento."
Na semana passada, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram uma operação que identificou um esquema de cobranças irregulares que soma R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, segundo a PF.
No processo, 11 entidades associativas foram alvo de medidas judiciais. Em troca dos descontos mensais, elas afirmam que prestam serviços dos mais diversos tipos, como assistência funerária, consultas médicas e "maridos de aluguel" (reparos em residências). A operação levou à queda o ex-presidente do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, indicado por Lupi.
Nesta quarta-feira, 31, a Justiça Federal decretou a quebra do sigilo das comunicações pessoais e corporativas de Stefanutto e mais seis ex-integrantes do alto escalão da autarquia sob suspeita de envolvimento com o esquema.
Na Câmara, a pressão sobre o governo e sobre Lupi crescem. Também na quarta-feira, a oposição protocolou um requerimento pedindo a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes. Cabe ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), abrir ou não a CPI.
Em audiência na Câmara nesta terça-feira, o ministro da Previdência, Carlos Lupi se defendeu e disse que não houve ações sobre as fraudes agora sob investigação em governos passados e afirmou que já está aparecendo quem são os mentores.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo
Ex-presidente segue sem previsão de alta
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta quarta-feira, 30, e segue internado em um quarto no Hospital DF Star, em Brasília. Segundo o boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 1.º, o ex-presidente segue estável clinicamente, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada.
Apesar da melhora e da saída da UTI, ainda não há previsão de alta e as visitas seguem não sendo recomendadas pelos médicos. Bolsonaro está no hospital desde o dia 13 do mês passado, quando foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas para retirar aderências no intestino e reconstruir a parede abdominal.
O procedimento foi realizado após ele passar mal, no dia 11, em uma agenda no interior do Rio Grande do Norte. No total, o ex-presidente passou 18 dias na UTI, e só voltou a se alimentar pela via oral nesta terça-feira, 29.
No mesmo dia, à tarde, ele retirou a sonda nasogástrica e postou um vídeo do instrumento sendo puxado de seu nariz pelo médico. Apesar das informações oficiais serem divulgadas apenas por boletins médicos, Bolsonaro e familiares publicizaram todo o tratamento, incluindo fotos do ex-presidente sem camisa e com os pontos à mostra.
Também durante a internação na UTI, ele recebeu visitas de correligionários e apoiadores, concedeu entrevista à televisão, participou de uma live e foi intimado por uma oficial de Justiça.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo