Em casa e com Valencia, Inter encara o Cruzeiro neste domingo

 Na estreia colorada em casa neste Brasileirão, equipe pode poupar jogadores que voltaram com desgaste da Bahia

Time colorado recebe o Cruzeiro, neste domingo, no Beira-Rio | Foto: RICARDO DUARTE / INTER / CP


Roger Machado tem um método. Antes de fazer uma troca no time, ele pondera, analisa o momento, vislumbra o futuro e coteja as características do candidato à titularidade com a estratégia do jogo em questão. Mas, em alguns momentos, a titularidade de um se impõe à de outro por motivos mais óbvios: gols e boas atuações. É o caso de Enner Valencia, que começou no banco nas duas últimas partidas, mas entrou no segundo tempo contra o Bahia, na noite de quinta-feira, e marcou o gol que garantiu o empate dos colorados por 1 a 1. Agora, por mais que o técnico ressalte a entrega anterior de Rafael Borré, o equatoriano vai ganhar uma vaga entre os 11 que começam a partida contra o Cruzeiro, neste domingo à noite, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

Na verdade, Roger não confirmou a volta de Valencia ao time, mas deu indícios claríssimos nesse sentido em sua entrevista na Arena Fonte Nova. “Precisamos entender o momento dos jogadores. Para retomar o protagonismo, às vezes, é preciso ser visto do banco e nos treinos. Hoje, ele (Valencia) vive um grande momento. Enner está merecendo voltar ao time titular”, disse.

Outro ponto importante é que Borré tem jogado mais minutos que Valencia. Ele começou as duas mais recentes partidas do Inter, permanecendo até meados do segundo tempo. Em ambas, saiu para dar lugar ao equatoriano. “Teremos 20 jogos nos próximos 60 dias. Então, vamos usar todo mundo, escolhendo aqueles de melhor momento técnico e físico, fazendo a gestão e dando oportunidades para os que mostram em campo e no dia a dia”, despistou Roger.

A volta de Valencia pode não ser a única novidade na escalação. A delegação colorada voltou na sexta-feira da Bahia e, à tarde, já fez um trabalho regenerativo no CT Parque Gigante. O único treino efetivamente em preparação para o jogo contra o Cruzeiro ocorre na manhã deste sábado, quando a condição física dos jogadores será avaliada pela comissão técnica.

Como o Inter já volta a campo quinta-feira para enfrentar o Atlético Nacional, no Beira-Rio, pela Libertadores, os jogadores que apresentarem um desgaste mais intenso podem começar no banco neste domingo. Fernando é um forte candidato.

CAMPEOANTO BRASILEIRO – 2ª RODADA

Inter: Anthoni; Aguirre, Vitão, Juninho e Bernabei; Fernando e Bruno Henrique; Vitinho, Alan Patrick e Wesley; Valencia. Técnico: Roger Machado.

Cruzeiro: Cássio; William, Fabrício Bruno, Gamarra (Jonathan Jesus) e Villalba; Walace (Lucas Romero) e Matheus Henrique; Wanderson, Dudu, Kaio Jorge e Gabigol. Técnico: Leonardo Jardim.

Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique, auxiliado por Nailton Junior de Sousa Oliveira, Renan Aguiar da Costa e Daiane Muniz (VAR). Local: Beira-Rio. Início: 18h30min.

Correio do Povo

Defesa Civil do RS mudará alertas por SMS

 Novo formato de mensagem de alerta deve entrar em operação entre final de abril e início de maio


Moradores atingidos pela enchente falam sobre torpedos de alerta da Defesa Civil | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Em meio a ondas de calor e possibilidade de temporais, os celulares dos gaúchos recebem avisos via mensagem de texto por parte da Defesa Civil Estadual. Tais alertas meteorológicos servem para comunicar a população sobre o risco de desastres. Entretanto, a cada previsão de instabilidade, a enxurrada de SMS faz com que algumas pessoas relatem momentos de ansiedade ou indiferença com o alerta enviado.

No bairro Guarujá, na Zona Sul de Porto Alegre, o proprietário de uma oficina de bicicletas Inácio Soares Longuave, de 74 anos, é um destes exemplos. Ele reside e trabalha em um imóvel localizado na avenida Guaíba, que recebe o nome do leito de água vizinho. Durante a enchente de 2024, ele teve a casa atingida, perdeu móveis e eletrodomésticos, e precisou ser resgatado de barco. Apesar de ser cadastrado no sistema, conta já não levar mais sério.

Inácio Soares Longuave mora na Zona Sul da Capital e diz que não chega a se preocupar com as mensagens | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

“Recebo e já nem levo fé mais. Aparece uma nuvem lá longe e já emitem alerta de que virá tempestade. Quando vê, cai uns pingos de chuva e só. Até entendo que essa chuva maior pode ter acontecido em outras regiões, mas quando recebo a mensagem, não chego a me preocupar. Vou até a janela e olho para o céu, como nos velhos tempos. Se acho que vem temporal, daí começo a fechar a casa, prender os bichos e guardar as coisas”, afirma Inácio.

Longe dali, na área Central de Porto Alegre, a sensação não é diferente. No bairro Menino Deus, outro ponto que foi atingido pela cheia no ano passado, a moradora Ana Cláudia Palermo, de 55 anos, conta que chegou a desativar as notificações do aplicativo das mensagens de texto em função do excesso de SMS recebidas. Cadastrada desde 2016 no sistema, ela contabilizou que, em menos de 48h entre os dias 11 e 13 de fevereiro, recebeu nove avisos meteorológicos.

Ana Cláudia Palermo conta que chegou a desativar as notificações de SMS | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

“Dificilmente eles acertam. Eles passaram os últimos dias dizendo que ia chover muito e só teve uma pancada que nem foi tão forte. Já não fico mais assustada, até porque desativei as notificações. Acho que mandam essas mensagens mais para cumprir o papel deles e depois para dizer que avisaram. Mas nem sempre acertam”, diz Ana Cláudia.

A especialista em proteção de dados Luana da Rocha, que mora no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, também ressalta que o excesso de avisos. “Recebo mensagens de alertas tão contínuas que nem levo mais a sério. Recebi tantas vezes que nem choveu ou teve ventania que hoje não acredito nos informativos. O que era para ser informação, virou spam. Estou somente ignorando.”

Para mudar esta percepção, a Defesa Civil Estadual pretende aplicar a partir do final de abril e início de maio, quando a enchente de 2024 completa um ano, uma nova padronização nos alertas encaminhados via SMS para a população cadastrada no serviço. A intenção é incluir nos 146 caracteres disponíveis para a mensagem a informação de qual a “cor” do alerta, a partir da metodologia internacional estipulada pelo Common Alerting Protocol (CAP).

As cores também ganharão um foco maior nos alertas publicados pelo órgão nas redes sociais, em plataformas como Instagram, Facebook, X (antigo Twitter) e Telegram.

“A Defesa Civil está trabalhando na construção de um SMS que inclua a percepção de risco para que as pessoas consigam entender o nível de criticidade e interpretar o que aquilo significa. A nossa ideia é que a gente consiga chegar nessas cores com um texto padrão para que fique ainda mais claro o que estamos dizendo. Se é para elas adotarem uma medida urgente ou se é para terem apenas cuidado”, apontou a diretora do Departamento de Gestão de Riscos da Defesa Civil Estadual, tenente-coronel Ana Maria Hermes.

Diretora do Departamento de Gestão de Riscos da Defesa Civil Estadual, tenente-coronel Ana Maria Hermes | Foto: Mauro Schaefer

Para ela, será essencial que a população também tenha uma compreensão da situação e saiba entender o que deve ser feito, principalmente com relação ao ambiente onde vive. “Se eu recebo um alerta de status de severidade aqui em Porto Alegre e sei que o meu bairro alaga, caso não precise sair de casa, não vou sair. Já se nós fizermos um SMS de altíssima gravidade, o texto vai dizer algo nesse sentido, de evacuar, de sair do local, e não apenas ‘chuva intensa’.”

Ana Maria reforça a intenção do órgão de criar uma comunicação mais eficiente principalmente por conta dos efeitos psicológicos que os desastres têm refletido na população. “Estamos trabalhando nesse protocolo para sermos o mais didático possível e cause menos confusão e pânico nas pessoas. Até porque, muitas delas, estão vindo de um trauma com a perda de bens e até de familiares e amigos. Por isso, chegamos nessa escala de cores e nesses níveis de criticidade. Vamos definir as palavras-chave e textos para cada um deles e vamos divulgar para a população”, explicou.

COMO FUNCIONA O ALERTA

Dentro da estrutura da Defesa Civil Estadual, os alertas passam por duas divisões principais para serem criados, além de terem um desdobramento por outra. Inicialmente, meteorologistas do Centro de Monitoramento, coordenado por Ana Luiza Dors, acompanham 24h por dia imagens de satélites e de radares meteorológicos.

Ana Luiza Dors, coordenadora do Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual | Foto: Mauro Schaefer

Após identificarem movimentações que podem indicar um evento climático que pode causar transtornos para a população em determinada área do RS, as informações sobre quais intempéries podem acontecer, como chuva forte, temporal, granizo e ventania, são repassadas para a Divisão de Monitoramento e Alerta, coordenada pelo 1º tenente do Corpo de Bombeiros Militar do RS (CBMRS), Leonardo Siqueira. Nesse departamento, o texto padronizado do SMS é preparado e encaminhado em uma plataforma federal de disparo de mensagens, chegando até a população.

Leonardo Siqueira, coordenador da Divisão de Monitoramento e Alerta | Foto: Mauro Schaefer

A estimativa é que o tempo entre a identificação do evento climático por parte dos meteorologistas e o disparo do SMS para a população fique entre 5 e 15 minutos. A duração do processo pode ser maior caso a plataforma federal de disparo das mensagens esteja com sobrecarga de demandas. Por isso, além dos alertas via SMS, a Defesa Civil Estadual também atua na publicação destes avisos em mídias digitais, através da Comunicação Social, coordenada pela tenente da Brigada Militar Sabrina Ribas.

Sabrina Ribas, coordenadora de Comunicação Social da Defesa Civil | Foto: Mauro Schaefer

A divulgação de materiais de alerta também nas redes sociais acontece pois, segundo a Defesa Civil Estadual, apenas 12% da população gaúcha está cadastrada no serviço via SMS. A tenente-coronel Ana Maria Hermes salienta ainda que todos os alertas divulgados pelo órgão foram efetivos. “Não temos enviado nenhum alerta que não se confirmou. Nós fazemos um acompanhamento do encerramento do evento. Em algum lugar esse evento se confirma. Ele pode não se confirmar em todo o polígono, mas ele acontece”, afirmou.

Para ela, é essencial a percepção do risco e a compreensão sobre o que significa o alerta por parte da população. “Não adianta termos a melhor forma de comunicação e os melhores instrumentos de monitoramento se a nossa comunidade não estiver educada para entender”, finalizou.

Preparação para eventos meteorológicos extremos

Além dos alertas publicados, o capitão da reserva do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, especialista em Gestão de Desastres pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e fundador da ONG Humus, Léo Farah, destaca a importância de prevenção, tanto pelo poder público como pela sociedade, para a preservação de vidas. Ele cita a necessidade de criação de planos e kits de sobrevivência em caso de novos eventos meteorológicos extremos.

Apesar disso, esta preparação ainda não faz parte da rotina e da cultura de muitas pessoas. Inácio, o proprietário da oficina de bicicleta no bairro Guarujá, conta que, desde que sua casa ficou submersa, não tem feito planejamento para futuros desastres. “Ainda não, até porque estou acostumado a morar na beira da praia. Se eu perceber que a enchente pode acontecer de novo, a primeira coisa que vou fazer é chamar um caminhão, colocar minhas coisas dentro e sair.”

Já no bairro Menino Deus, Ana Cláudia recorda que, quando precisou sair de casa por conta da inundação, teve tempo de preparar um kit de sobrevivência para alguns dias. “Por sorte, no final de semana eu já tinha organizado algumas coisas, como documento, roupas e material escolar da minha filha. Mas foi só naquele momento, até porque minha família mora há 40 anos aqui e nunca tinha alagado. Tenho medo sim, mas não fiquei traumatizada a ponto de, a cada chuva, preparar uma mala e sair correndo.”.

Apesar disso, Farah explica que a prevenção é essencial, tanto na criação de planos de contingência por parte do poder público, como por planejamento e kits de sobrevivência pela própria população. Segundo ele, para cada um dólar investido em prevenção, economiza-se de sete a 10 dólares em custos de resposta imediata e reconstrução. “Sabemos que as pessoas dificilmente mudarão de lugar, mas saber como agir nestas situações pode fazer com que vidas sejam salvas e que as pessoas tenham menos perdas econômicas e sociais.”

Para o capitão da reserva, a primeira ação necessária é reconhecer o tipo de risco a que determinada área e seus habitantes estão suscetíveis, como inundações e deslizamentos de terra. “A partir deste reconhecimento, há a necessidade de construir um plano de contingência para cada evento específico. Se são pessoas que moram próximo de rios, talvez o melhor é fazer monitoramento com réguas de inundação, construção de diques, desassoreamento de leitos e outras ações.”

Ele fala ainda aquilo que as pessoas podem deixar pronto para utilizar em caso de desastres. “Boas ações agem para que não tenhamos vidas expostas. Mas se isso acontecer, kits com lanternas, documentos pessoais, apitos para avisar vizinhos e pequenas cordas para salvamentos rápidos em correntezas podem ser efetivas e auxiliar em ações imediatas de resgate. Cada cidade precisa mapear seus riscos e treinar as pessoas que moram em áreas de riscos para cada tipo de evento”, completou Farah.

Para ele, a Defesa Civil em nível municipal tem papel fundamental nestas ações, principalmente a partir da criação de planos de contingência para cada situação de risco. “Hoje em dia é muito comum que seja criado um plano para tudo, que acaba não resolvendo nada. Os planos devem ser simples, de fácil entendimento e aplicáveis. Por isso, insistimos tanto na prática de simulados com agentes de resposta e, quando possível, simulados reais com a população, para que haja uma preparação de resposta a desastre”, salientou.

Entretanto, o especialista em Gestão de Desastres pondera ainda que há a necessidade de uma mudança prática na estrutura das defesas civis. “Em todo desastre que atuamos, fizemos pelo fato de que os planos não funcionaram. O que constatei é que, no Brasil, estamos muito aquém de termos uma solução efetiva, uma vez que os cargos de Defesa Civil são políticos e mudam à medida que o governo muda. Não é uma política de Estado. Enquanto não houverem servidores concursados e dedicados a essa matéria, veremos muitas tragédias inesperadas”, finalizou.

Correio do Povo

Mega-Sena/Concurso 2849 (05/04/25)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&oq=mega&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqDggBEEUYJxg7GIAEGIoFMgYIABBFGDwyDggBEEUYJxg7GIAEGIoFMhMIAhAuGIMBGMcBGLEDGNEDGIAEMgwIAxAjGCcYgAQYigUyDQgEEAAYgwEYsQMYgAQyBwgFEC4YgAQyEAgGEAAYgwEYsQMYgAQYigUyDQgHEAAYgwEYsQMYgAQyEAgIEAAYgwEYsQMYgAQYigUyCggJEC4YsQMYgAQyBwgKEAAYgAQyBggLEAAYAzINCAwQABiDARixAxiABDIQCA0QLhiDARixAxiABBiKBTIHCA4QABiABNIBCDEyMDlqMGo0qAIOsAIB8QWi1dIrLxUMMg&client=ms-android-americamovil-br-revc&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8

https://www.rsnoticias.top/2025/04/chuvas-deixam-mais-de-100-desalojados.html

 Yuan Yang e Abtisam Mohamed tiveram sua entrada impedida e foram deportados, informou a imprensa local

Secretário britânico de Relações Exteriores classificou situação como "inaceitável" | Foto: Nicolas Tucat / AFP / CP


O secretário britânico de Relações Exteriores, David Lammy, denunciou neste sábado, 5, que Israel deteve e impediu a entrada no país de dois legisladores, o que descreveu como "inaceitável" e muito preocupante. Yuan Yang e Abtisam Mohamed, do Partido Trabalhista, que está no poder, viajaram para Israel, tiveram sua entrada impedida e foram deportados, informou a imprensa local.

"É inaceitável, contraproducente e muito preocupante que dois legisladores britânicos em uma delegação parlamentar a Israel tenham sido detidos e impedidos de entrar por autoridades israelenses", declarou Lammy em um comunicado. "O foco do governo britânico continua a ser assegurar o retorno à trégua e as negociações para conter o derramamento de sangue, liberar os reféns e acabar com o conflito em Gaza", acrescentou o ministro.

Desde que retomou em março as operações militares após uma breve trégua em sua guerra com o Hamas, Israel tem procurado tomar territórios como parte de sua estratégia para forçar os combatentes palestinos a liberar os reféns em seu poder. O Ministério da Saúde de Gaza, território governado pelo Hamas, disse que 1.249 pessoas morreram desde que Israel voltou com os intensos bombardeios, elevando o saldo total de mortos na guerra para 50.609.

Os ataques de 7 de outubro de 2023 do Hamas contra Israel, que desencadearam a guerra, provocaram 1.218 mortes, na sua maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em cifras oficiais israelenses.

AFP e Correio do Povo

Chuvas deixam mais de 100 desalojados em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro

 Defesa Civil mantém alertas de risco muito alto para deslizamentos

Risco moderado a alto de deslizamentos e inundações em todas as regiões do estado. | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/CP


As fortes chuvas que começaram na sexta-feira (4) e seguem neste sábado (5) provocaram transbordamento dos rios Japuíba e Caputeram em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.

Até o momento, as inundações deixaram 115 desalojados no município. Nas últimas 48 horas, choveu 270 milímetros (270 litros por metro quadrado) e foram registradas extravasamentos de outros rios.

Em Mambucaba, a prefeitura está usando botes para resgatar pessoas. A rodovia Rio-Santos foi parcialmente interditada. Sirenes foram acionadas em 37 bairros. Trinta pontos de apoio à população foram abertos. Não há registro de vítimas.

Segundo a Defesa Civil Estadual, está mantido alerta de risco muito alto para deslizamentos de terra e inundações em Angra dos Reis.

Também há risco muito alto para ocorrência de inundações na capital: em Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense; e em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea.

Além disso, há risco moderado a alto de deslizamentos e inundações em todas as regiões do estado.

Alerta

Segundo a Defesa Civil, a passagem de uma frente fria tem deixado o tempo instável no estado desde ontem. A previsão continua para chuvas moderadas a fortes, raios e rajadas de vento no Rio de Janeiro.

As chuvas provocaram a interdição, na manhã deste sábado, da BR-040, em Duque de Caxias, na pista sentido Petrópolis, na região serrana, por volta das 9h30.

Petrópolis acionou sirenes alertando moradores em pelo menos quatro comunidades para que deixassem suas casas e buscassem pontos de apoio. Também foram enviados avisos de SMS. Há risco de inundações em duas vias importantes da cidade.

Em Teresópolis, município vizinho, três pessoas tiveram que deixar sua casa. Foram abertos pontos de apoio e equipes da Defesa Civil estão percorrendo bairros da cidade.

Na capital, sirenes foram acionadas em três comunidades da Tijuca, na zona norte da cidade do Rio, depois das chuvas ultrapassarem 100 mm na região. Houve dois deslizamentos e um desabamento sem vítimas.

Agência Brasil e Correio do Povo

Grêmio perde para o Ceará com gol sofrido após saída de Volpi para escanteio

 Goleiro gremista foi para a área cabecear e time foi surpreendido em contra-ataque que levou ao 2 a 0

Tricolor foi derrotado pelo Ceará por 1 a 0, na Arena Castelão | Foto: CAIO ROCHA/ISHOOT / ESTADÃO CONTEÚDO / CP


Grêmio segue sem evoluir sob o comando de Gustavo Quinteros. Neste sábado à noite, na Arena Castelão, o Tricolor voltou a apresentar pouco futebol e foi derrotado pelo Ceará por 2 a 0. Pedro Raul, de pênalti, e Matheus Araújo marcaram os gols da partida.

O segundo gol do Vozão foi incomum e contou com a colaboração de Tiago Volpi, que foi para a área adversária tentar o que seria o empate no escanteio. A jogada saiu errada e no contra-ataque Araújo, com um chute de longe colocou a bola nas redes.

Com o resultado, os gaúchos estão com três pontos em duas rodadas da competição nacional. Na próxima terça-feira, pela Copa Sul-Americana, o adversário é o Atlético Grau-PR, às 19h, na Arena.

Pedro Raul marca de pênalti

Como projetado, Quinteros optou pelos retornos de Igor Serrote, Camilo e Edenilson ao time titular do Grêmio, que logo teve a primeira chance de gol. Aos 3 minutos, após recuou do zagueiro, o goleiro Bruno Ferreira escorregou e tocou com a mão na bola, dando a oportunidade do Tricolor de ter um tiro livre indireto dentro da área. Na cobrança, Arezo bateu mal na bola, que não passou da barreira.

Jogando em casa, o Ceará respondeu rápido e obrigou bela defesa de Tiago Volpi em voleio de Galeano dentro da grande área. Com mais posse de bola, o Vozão seguiu rondando a área gremista e assustou com cabeçada de Lucas Mugni. Aos 22, Galeano cruzou da direita, e a bola tocou no braço aberto de Lucas Esteves. A árbitra Edina Batista marcou pênalti. Na cobrança, Pedro Raul bateu no canto direito de Tiago Volpi, que foi na bola, mas não alcançou: 1 a 0.

Com o gol sofrido, o Grêmio acordou na partida. Arezo teve três finalizações perigosas quase que em sequência. Primeiro, o centroavante parou em boa intervenção de Bruno Ferreira. Na segunda, após cruzamento de Amuzu, o camisa 19 perdeu chance incrível de cabeça quase na pequena área. Já na última, o uruguaio finalizou, a bola desviou na zaga, e o goleiro do Vozão fez grande defesa no contrapé.

Villasanti ainda levou perigo em chute de fora da área, com a bola indo na rede pelo lado de fora. Na última chance da etapa inicial, Matheus Bahia cruzou da esquerda e Pedro Raul desviou de cabeça por cima do gol de Tiago Volpi.

Ineficiência ofensiva e derrota no Castelão

Em desvantagem no placar, Quinteros voltou para o segundo tempo com uma equipe mais ofensiva, contando com a entrada de Cristaldo no lugar de Camilo. Mesmo que tenha passado a ter mais posse de bola no campo de ataque, o Tricolor tinha muita dificuldade para criar chance de gol, explorando muito os cruzamentos, sem sucesso.

Postado defensivamente, o Ceará apostava nas jogadas em velocidade pelos lados. Em uma delas, a bola sobrou para Pedro Raul, que ajeitou no peito e soltou a bomba de fora da área no travessão de Tiago Volpi. Na resposta, após cruzamento rasteiro de Pavon, Arezo quase deixou tudo igual na Arena Castelão.O treinador boliviano voltou a fazer mudanças, com as entradas de João Pedro, Monsalve e Aravena nos lugares de Igor Serrote, Edenilson e Pavon, respectivamente.

A posse de bola tricolor seguiu a mesma, assim como a dificuldade para furar o bloqueio cearense. Nos minutos finais, André Henrique e Cristaldo levaram muito perigo. Mas foi o Ceará que liquidou o jogo no contragolpe. Aos 50, Matheus Araújo carregou a bola na intermediária, aproveitou que Tiago Volpi estava fora do gol, após ir para a área em cobrança de escanteio do Tricolor, e chutou para o gol vazio: 2 a 0. Foi a pá de cal para os gaúchos conhecerem a primeira derrota no Brasileirão.

Brasileirão 2025 – 2ª rodada

Ceará 2
Bruno Ferreira; Fabiano Souza, Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia; Dieguinho, Fernando Sobral (Lourenço) e Lucas Mugni (Matheus Araújo); Galeano (Aylon), Fernandinho (Alejandro Martínez) e Pedro Raul (Nicolas). Técnico: Léo Condé.

Grêmio 0
Tiago Volpi; Igor Serrote (João Pedro), Jemerson, Wagner Leonardo e Lucas Esteves; Camilo (Cristaldo), Villasanti e Edenilson (Monsalve); Pavon (Aravena), Amuzu (André Henrique) e Arezo. Técnico: Gustavo Quinteros.

Gols: Pedro Raul e Matheus Araújo (C)
Árbitro: Edina Alves Batista (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Fabrini Bevilaqua Costa (SP)
VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Data e hora: 05 de abril, sábado, às 18h30min
Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)

Correio do Povo

Domingo começa com frio no RS

 Tarde será agradável, com temperaturas acima dos 25ºC

Domingo começa com frio no RS | Foto: Fabiano do Amaral

O sol aparece em todo o Rio Grande do Sul neste domingo, mas acompanhado de nuvens na maioria das regiões no decorrer do dia. Há chance de chuva muito isolada em pontos próximos da costa e no final do dia em setores da Metade Oeste.

A massa de ar frio traz outro amanhecer de temperatura baixa no Estado com frio mais intenso nos Campos de Cima da Serra.

Já a tarde dos gaúchos neste domingo será de temperatura agradável com máximas ao redor e acima dos 25ºC na maioria das cidades.


Correio do Povo

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Fonte: https://youtube.com/shorts/2L_xRUyqwLA?si=U9zczE_MWhBC0N3I

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Fonte:https://youtu.be/39HOZMO6pko?si=ctHFLpZwBeFX44Rt

Colheita do arroz no RS atinge 62,35% da área semeada

 Levantamento do Irga aponta que as regiões Planície Costeira Externa e Fronteira Oeste gaúchas são as mais adiantadas

A partir deste mês (abril) deve diminuir o período diário que o produtor possui para colher o grão, fazendo que o processo de colheita avance mais lentamente | Foto: Giovani Wrasse/Irga


Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) nesta sexta-feira, dia 4, destacam que a colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 62,35 % da área semeada. O percentual representa 604.922,93 hectares já colhidos. A Planície Costeira Externa e a Fronteira Oeste são as regionais mais próximas de concluir a colheita, com 85,03% e 74,48%, respectivamente.

A Planície Costeira Interna conta com 63,27% da área já colhida, seguida pela Campanha com 56,31%, Zona Sul com 44,89% e Região Central com 44,26%.

De acordo com Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural, a partir deste mês (abril) deve diminuir o período diário que o produtor possui para colher o grão, fazendo que o processo de colheita avance mais lentamente.

Os dados sobre a colheita do arroz são coletados e divulgados semanalmente pelo Irga, por meio da plataforma Safra, que oferece informações precisas e detalhadas sobre o andamento da semeadura e da colheita. A plataforma é alimentada pelos 37 escritórios do Irga distribuídos em todas as regiões arrozeiras do Estado.

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