Em meio à falência, chega ao fim impressão das revistas 'Isto É' e 'Isto É Dinheiro'

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência da Editora Três, responsável pelas revistas IstoÉ e IstoÉ Dinheiro, após o descumprimento do plano de recuperação judicial aprovado em 2021.


O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretou a falência da Editora Três, responsável pelas revistas IstoÉ e IstoÉ Dinheiro, após o descumprimento do plano de recuperação judicial aprovado em 2021. A decisão foi proferida pelo juiz Paulo Furtado, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, que apontou a falta de regularização de débitos com credores, incluindo valores devidos a ex-funcionários.
De acordo com a sentença, a administradora judicial do caso relatou reiteradamente a ausência de pagamentos e notificou a empresa sobre as pendências. Mesmo assim, a Editora Três não apresentou comprovação de quitação. O grupo chegou a solicitar o encerramento da recuperação judicial, mas o pedido foi negado pelo magistrado, que entendeu que o descumprimento das obrigações previstas no plano justificava a conversão do processo em falência.
Com a decisão, o administrador judicial deverá apresentar, em até 10 dias, a relação atualizada de credores, considerando os valores pagos durante a recuperação e incluindo débitos que não estavam sujeitos ao plano original. Além disso, ficam suspensas todas as ações e execuções movidas contra a empresa.
A falência ocorre poucos dias após a Editora Três anunciar o fim das edições impressas das revistas IstoÉ e IstoÉ Dinheiro. O grupo editorial enfrentava dificuldades financeiras há anos e já havia passado por outro processo de recuperação judicial anteriormente.

Post de Conexão Política

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Em editorial, Estadão expõe “o ativismo do STF em números”

Jornal destacou que a Corte passou a julgar mais omissões inconstitucionais nos últimos anos



Em um editorial publicado nesta terça-feira (4), o jornal O Estado de São Paulo ilustrou com números o ativismo judicial praticado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos últimos anos em relação a decisões da Corte sobre as chamadas omissões inconstitucionais, nomes dados às lacunas de providência de outros poderes para concretizar preceitos constitucionais.

De acordo com o veículo, foram declaradas 78 omissões inconstitucionais de 2019 até agora, contra apenas 62 no intervalo entre os anos de 1990 e 2018. Ou seja, a média é de 13 declarações de omissão por ano desde 2019, o que totaliza mais de uma por mês, ante apenas duas ocorrências anuais em média registradas entre 1990 e 2018.

No texto, o jornal diz que “parte expressiva da sociedade” vê o ativismo da Suprema Corte “como um dos principais vetores de degradação institucional” e que é impossível não estabelecer uma ligação entre o aumento das declarações de omissão inconstitucional e a “disposição da atual composição do STF” de se envolver em questões que em outros tempos seriam deixadas aos políticos.

– Nem a própria Corte esconde seu engajamento em uma autoatribuída missão de definir os rumos da vida nacional em uma miríade de exorbitâncias. Ao contrário. Por vezes, o orgulho de um suposto papel de “empurrar a história”, como disse certa vez o ministro presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, chega às raias da soberba – critica o jornal.

O editorial ainda diz que a Corte já teve equilíbrio – ao citar o caso de três mandados de injunção julgados em 2007 que regulamentaram o direito de greve do funcionalismo público até que o Congresso decidisse sobre o tema -, mas diz que esse cuidado “parece ter ficado no passado”, com os ministros passando a “legislar no lugar dos próprios legisladores”.

– Veja-se o ímpeto do STF para reescrever o Marco Civil da Internet, à guisa de regulamentar as redes sociais. Ora, se o Congresso ainda não o fez [legislou sobre o tema], é porque entendeu não ter chegado a um consenso sobre a matéria, uma decisão política legítima contra a qual a Corte não tem nada a fazer – finaliza o texto.

Pleno News

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Declaração de Motta sobre redes sociais gera mal-estar na esquerda após sinalização de 'efeito Trump'

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), evitou assumir um compromisso pessoal favorável ao avanço da chamada ‘regulação’ das redes sociais e afirmou que a discussão se tornou mais polêmica após a volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), evitou assumir um compromisso pessoal favorável ao avanço da chamada ‘regulação’ das redes sociais e afirmou que a discussão se tornou mais polêmica após a volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A declaração, dada nesta terça-feira (4), gerou insatisfação entre setores da esquerda mais alinhados ao Palácio do Planalto, que pressionam pela aprovação de uma proposta sobre o tema.
O governo federal deve enviar ao Congresso, nas próximas semanas, um projeto que obriga plataformas a removerem conteúdos considerados ilegais com base na legislação vigente. Questionado pela imprensa sobre o avanço dessa pauta, Motta desconversou e não indicou um prazo para análise da matéria.
“Vamos aguardar, o colégio de líderes se reuniu pela primeira vez na noite de ontem [segunda, 3], teremos uma pauta tranquila nesta semana, […] deve se reunir na manhã de amanhã [quarta, 5] novamente para tratar das pautas das próximas semanas”, afirmou em entrevista à GloboNews.
O presidente da Câmara citou ainda o Projeto de Lei das Fake News, do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que foi debatido na legislatura passada, mas não prosseguiu. Segundo Motta, o texto enfrentou resistência devido a uma “narrativa de censura”.
“De que estaria se criando um projeto da mordaça, onde o direito de opinião, de se expressar da sociedade estaria sendo tolhido. Estamos vendo esse assunto ser muito debatido agora com a chegada do Trump nos Estados Unidos, [com] as plataformas mudando inclusive o comportamento”, disse.
O parlamentar classificou a regulação das redes como um tema sensível, marcado por divergências políticas. Segundo ele, o debate se dá “de um polo por um caminho e outro polo por outro”, em referência à disputa entre setores governistas favoráveis à proposta e grupos de oposição que veem risco à liberdade de expressão. Até o momento, não há previsão para que a Câmara paute a matéria.

Post de Conexão Política

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Dólar sobe após 12 quedas

 


Trump manda 'NYT' e 'NBC' saírem da área de mídia do Pentágono e abre vagas veículos alinhados à direita

 


A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a retirada de ao menos quatro veículos de imprensa do espaço destinado à mídia no Pentágono. A medida, segundo o governo, tem o objetivo de permitir a entrada de novos meios de comunicação que ainda não tiveram a oportunidade de atuar como membros residentes no Departamento de Defesa.
Os veículos afetados são New York Times, NPR, NBC News e Politico. De acordo com o porta-voz do Pentágono, John Ullyot, eles devem desocupar seus espaços até 14 de fevereiro. Em substituição, os novos meios que ocuparão as vagas incluem New York Post, Breitbart News, One America News e HuffPost, pertencente ao grupo BuzzFeed. Todos eles são considerados como mídias com editoriais mais à direita.
Ullyot afirmou que a decisão faz parte de um “novo programa anual de rotação de mídia” e alegou que os veículos retirados ainda poderão participar de coletivas e permanecerão como membros do corpo de imprensa do Pentágono, mas sem acesso aos escritórios físicos dentro do prédio.
A decisão gerou reações dos veículos afetados. Charlie Stadtlander, porta-voz do New York Times, classificou a medida como “preocupante” e afirmou que restringir o acesso da imprensa “não está no interesse público”. Isabel Lara, da NPR, declarou que a mudança “interfere na capacidade de milhões de americanos ouvirem diretamente a liderança do Pentágono” e defendeu a expansão do espaço para que todos os veículos mantenham acesso igualitário.
Já os veículos que assumirão os espaços no Pentágono se manifestaram favoravelmente à mudança. O New York Post afirmou que sua presença no local “faz todo sentido”, enquanto Charles Herring, do One America News, declarou que a emissora “continua buscando acesso semelhante ao concedido a outros veículos de notícias nacionais que operam diariamente em Washington”.

Post de Conexão Política

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Quentinha invisível: ação do governo Lula contra a fome abastece ONGs petistas que não entregam refeições prevista

 

ONGs ligadas a ex-assessores de parlamentares do PT foram contratadas no programa Cozinha Solidária pelo Governo para fornecer refeições em diversas regiões do país, mas não entregaram as marmitas

Inacreditável. ONGs ligadas a ex-assessores de parlamentares do PT foram contratadas no programa Cozinha Solidária pelo Governo para fornecer refeições em diversas regiões do país, mas não entregaram as marmitas conforme previsto em contrato. Protocolei requerimento de informações para saber todos detalhes e critérios da contratação além de pedido de investigação ao TCU.

Carlos Jordy

Fonte: https://www.instagram.com/p/DFu6Tt3R35U/?e=c2cecb03-e2bf-48d1-a159-a1c2e23ea903&g=5

Grêmio poupa titulares e perde para o Juventude no Alfredo Jaconi por 2 a 0

 Tricolor vê invencibilidade na temporada esvair antes do clássico Gre-Nal 444



Bastou o primeiro grande teste da temporada para o Grêmio ver a invencibilidade se esvair. Na noite desta quarta-feira, o Tricolor poupou titulares, piorou com a entrada de titulares e perdeu para o Juventude por 2 a 0, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela 5ª rodada do Gauchão.

Com 10 pontos, o Grêmio segue na liderança do Grupo A. Agora, tudo é Gre-Nal. No sábado, às 21h, o clássico acontece na Arena.

Jogo movimentado no Jaconi

Já pensando no Gre-Nal 444, Quinteros optou por poupar quase todos os titulares e, com isso, viu o Juventude começar melhor no Alfredo Jaconi. Com marcação alta na saída de bola tricolor, o Papo levou perigo com Petterson. O atacante aproveitou cruzamento de Ênio e finalizou para fora. Estreante da noite, Tiago Volpi quase se complicou ao tentar sair jogando com os pés, mas a jogada foi paralisada por falta de ataque de Mandaca.

Aos poucos, o Grêmio conseguiu sair mais do campo defensivo, principalmente explorando os lançamentos para Arezo. Na primeira chegada perigosa, o camisa 19 ganhou da marcação e soltou a bomba pela linha de fundo. O Juventude, por sua vez, colocou a bola na rede com Petterson, mas o impedimento foi marcado acertadamente.

A melhor chance da etapa inicial foi do Tricolor. Primeiro, Arezo parou em Gustavo. Na sobra, Monsalve, sem marcação quase na pequena área, finalizou para fora. Aproveitando a improvisação do garoto Viery, o Juventude insistia nas jogadas pelo lado direito ofensivo. Em uma das vezes, Erick Farias recebeu de Ênio e chutou por cima do gol, sem perigo algum.

Derrota sem apelo

Com a intenção de melhorar o sistema ofensivo, Quinteros voltou do intervalo com Aravena e Pavon, abrindo mão de Dodi e André Henrique. Logo na primeira chegada da etapa final, Pavon recebeu de Edenilson e chutou cruzado para fora.

O confronto em Caxias do Sul ficou bastante aberto, com os dois times apostando nas transições rápidas. Em uma delas, Edenilson finalizou da entrada da grande área e Gustavo espalmou para escanteio. Em belo passe de Batalla, Erick Farias saiu na cara de Volpi, mas finalizou cruzado para fora.

A melhora do Papo resultou em gol. Em bela jogada pela esquerda, Jadson rolou para Erick Farias, que parou em Volpi. Na sobra, Batalla fuzilou para abrir o placar no Jaconi: 1 a 0.

Os donos da casa seguiram no ataque e logo encaminharam a vitória. Em cobrança de falta de longe, Jean Carlos chutou forte, perto do goleiro ,mas Volpi aceitou: 2 a 0. Nos minutos finais, Aravena e Arezo despediçaram a chance de diminuir o placar perto da pequena área.

Gauchão 2025 - 5ª rodada

Juventude 2
Gustavo; Ewerthon (Reginaldo), Abner, Wilker Ángel (Marcos Paulo) e Felipinho; Giraldo, Jadson e Mandaca (Batalla); Ênio (Batalla), Petterson (Jean Carlos) e Erick Farias. Técnico: Fábio Matias.

Grêmio 0
Tiago Volpi; João Lucas, Rodrigo Ely (Jemerson), Gustavo Martins e Viery; Cuéllar (Villasanti), Dodi (Aravena), Edenilson e Monsalve (Cristaldo); André Henrique (Pavon) e Arezo. Técnico: Gustavo Quinteros.

Gols: Batalla e Jean Carlos (J)
Árbitro: Jonathan Pinheiro (RS)
Assistentes: Lucio Flor (RS) e Leirson Martins (RS)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Data e hora: 05/02, quarta-feira, às 22h
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)

Correio do Povo