Alicate unha cortador de aço profissional mãos pés unhas grossas encravadas lâmina curva 18mm 10cm - Cruz de Ouro

 


Informações do Produto

Alicate unha cortador de aço profissional mãos pés unhas grossas encravadas lâmina curva 18mm 10cm

O Alicate Profissional de Unhas 10 cm é um alicate de tamanho profissional para cortar as unhas das mãos e pés. Todo em aço inox com excelente acabamento e design.




Alicate Profissional possui ponta de 18 mm apresenta uma tensão ideal para o seu uso, além de lâminas em formato curvado que proporcionam um corte preciso das unhas. Possui, ainda, seu cabo liso e acetinado auxiliando na aderência das mãos, evitando o deslizamento do alicate.




Esse kit contem 1 unidades, embalados separadamente.


Cada alicate profissional vem com uma embalagem que protege sua ponta para transporte e armazenagem.


Fabricante

Monaliza

Garantia

1 mês

Material

Aço S2

Afiação

Fábrica

Ponta

18mm

Cabo

Liso

Aplicação

Mãos e pés

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/alicate-unha-cortador-de-aco-profissional-maos-pes-unhas-grossas-encravadas-lamina-curva-18mm-10cm-cruz-de-ouro/p/jh631f6h45/pf/aluh/

Fgtas/Sine começa semana com mais de 6 mil vagas de emprego

 Ofertas podem ser acessadas por meio do aplicativo Sine Fácil

Trabalhadores interessados em se candidatar às vagas podem comparecer na unidade mais próxima com documento 

As agências Fgtas/Sine do RS abrem a semana com 6.066 oportunidades de emprego. Deste total, 5.637 são permanentes, 396 temporárias, 21 para Jovem Aprendiz e 12 para estágio. Das ocupações disponibilizadas nas unidades, 151 são exclusivas para pessoas com deficiência e 4.252 aceitam pessoas com deficiência. Em razão da situação das chuvas e enchentes há agências sem atendimento em Arroio do Meio, Eldorado do Sul, São Leopoldo e Porto Alegre Centro Histórico.

A unidade de Lajeado está atendendo no Tudo Fácil (Shopping Lajeado - BR-386, Km 346 - São Cristóvão). Já a agência Santa Cruz do Sul está atendendo na Sala Comunitária da Câmara de Vereadores (Fernando Abott, 940). Trabalhadores interessados em se candidatar às vagas podem comparecer na unidade mais próxima com documento de identificação com CPF e foto ou acessar as oportunidades por meio do aplicativo Sine Fácil. A relação de endereços das unidades está disponível no site.

Das 6.066 ofertas disponíveis no Rio Grande do Sul o setor da indústria, com 38% das vagas, é o destaque. O segmento é seguido pelo comércio, que representa 28% das vagas. Os serviços têm 24%. Do total de oportunidades, 83% não exigem experiência e 35% não exigem escolaridade. Ainda em relação à escolaridade, 25% das vagas exigem Ensino Fundamental completo e 21%, Ensino Fundamental incompleto. Com relação à remuneração, 53% pagam até um salário mínimo e meio.

Em Porto Alegre e Região Metropolitana as unidades de atendimento possuem 1.412 vagas de trabalho. Especificamente na região o setor de serviços é o destaque, com 37% das oportunidades, seguido pelo comércio com 28% e indústria com 25%. Com relação à experiência na função, 76% das vagas não exigem experiência e 17% não exigem escolaridade, mas para 33% das oportunidades é exigido Ensino Fundamental completo e para 30%, Médio incompleto. Quanto à remuneração, 66% das ofertas pagam até um salário mínimo e meio. O valor do salário mínimo atualmente é de R$ 1.412.

OCUPAÇÕES COM MAIS VAGAS DISPONÍVEIS

Auxiliar de logística (282),

Alimentador de linha de produção (210),

Faxineiro (98)

Armazenista (73), Ajudante de motorista (61)

Motorista de caminhão - rotas regionais e internacionais (43)

Auxiliar nos serviços de alimentação (29)

Servente de obras (25),

Atendente de pedreiro (24)

Vendedor de comércio varejista (21)

Correio do Povo

Enchentes no RS colocam em xeque o futuro do setor primário

 Cheias desmantelam sistemas de produção agropecuários



Imerso em uma crise nos últimos anos por estiagens contínuas e condições de mercado desfavoráveis, o setor agropecuário do Rio Grande do Sul agora enfrenta um drama ainda maior. Produtores rurais estão descapitalizados, sem crédito, atônitos com o colapso da infraestrutura em propriedades, estradas e cidades e em dúvidas sobre a continuidade de seus sistemas de produção.

“Mais uma vez o setor primário vai pagar uma conta bastante pesada. Há também grande risco de um desânimo generalizado para muita gente, embora a vida desses produtores seja produzir e trabalhar no setor agropecuário”, comenta o doutor em Economia Argemiro Brum, professor da Unijuí.
Ninguém sabe ainda o tamanho exato do estrago no campo. A Emater/RS-Ascar divulgou na última semana um levantamento de danos que aponta para perdas em 206 mil propriedades e mais de 40 mil produtores de grãos atingidos, entre outros prejuízos. Estima-se que 3,2 milhões de hectares de solos precisarão de intervenção para voltarem a ser produtivos, tamanha a devastação causada pelo excesso de chuvas, que levou nutrientes e matéria orgânica de extensas áreas agricultáveis.

Levantamento preliminar indica R$ 3 bilhões de perdas somente nas áreas de grãos inundadas. São outras dezenas de milhões de reais em grãos que estavam armazenados em silos e armazéns atingidos, mortandade na pecuária, avarias em chiqueiros, aviários, tambos, hortas, estufas e agroindústrias. “Até onde consegui captar, de tudo o que está acontecendo e de toda a discussão que ocorre no setor primário gaúcho, a informação que mais circula é de que pelo menos todo o setor do agronegócio atingido pelas cheias precisaria de, no mínimo, R$ 20 bilhões, unicamente para reconstrução”, afirma Brum.

A contabilidade dos estragos está longe de ser concluída. “Isso sem falar nas vidas humanas que perdemos”, lembra o professor. Também ainda devem entram na conta os efeitos adversos no sistema logístico, com estradas do interior destruídas, e de infraestrutura rural. Soma-se a isso o fato que as cheias de maio colocam pressão e incerteza sobre as culturas de inverno. “O plantio de trigo está totalmente atrasado devido às intempéries e se perdeu muito porque muitos produtores já haviam adubado e preparado a terra para o plantio do trigo. Isso tudo foi embora com a chuva”, relata.

Além do aniquilamento do que estava nas propriedades, a contabilidade deverá incluir o que deixou de ser produzido nas últimas semanas. “Aqui na região Noroeste onde não tivemos grandes enchentes propriamente ditas, mas as chuvas intensas e contínuas e vendavais acabaram levando grande parte dessa infraestrutura de produção dos agricultores familiares, sobretudo”, informa. Ante a quebradeira geral, os produtores gaúchos terão desafios em série, desde a volta às atividades até retomar o mesmo patamar de produção pré-dilúvio, com qualidade e competência, aplicando tecnologias e tendo retorno financeiro.
“Em termos gerais, no Rio Grande do Sul, para além do setor primário, os prejuízos vão superar R$ 100 bilhões, não há dúvidas, pelos cálculos já feitos por muitas entidades e por aquilo que a gente conversa e observa com o setor produtivo em geral”, diz Brum. Conforme o acadêmico, outro agravante é que parte dos produtores não têm seguro suficiente para recuperar as atividades. “A maioria já não tem recursos próprios. Temos de lembrar que, nos últimos cinco a seis anos, o setor primário gaúcho enfrentou catástrofes e crises uma em cima da outra”, alerta. Nos últimos quatro anos, o Estado passou por três anos seguidos de seca, impondo severas perdas nas culturas de verão. No ano passado, o excesso de chuva gerado pelo El Niño afetou as culturas de inverno, especialmente o trigo.

Esse agricultor já vivenciava um roteiro de agruras desde os tempos da pandemia de Covid-19, com custos de insumos indo à estratosfera, enquanto os preços agrícolas foram depreciados. “A margem de ganho final diminuiu consideravelmente para praticamente a totalidade dos produtores em praticamente todas as áreas de produção. Isso a gente não recupera da noite para o dia”, atesta Brum. Se em condições normais estava difícil para o produtor dar a volta por cima, a crise climática coloca em xeque o futuro.

O abalo nas temporadas anteriores impactou o bolso do produtor rural. “Ele não consegue nem mais obter o Proagro e nem crédito para fazer as novas lavouras, devido às dificuldades de pagar os empréstimos feitos anteriormente”, detalha. Com o cenário extremamente difícil, o professor não descarta que parte dos produtores de diferentes segmentos não consiga voltar a produzir, por falta de infraestrutura e recursos para retomar o sistema de produção que tinha. “Infelizmente, poderemos ter um êxodo rural para além do que poderia considerar normal em função da situação econômica propriamente dita, do caminhar normal da economia. Ou seja, já estava muito difícil para o setor primário gaúcho nestes últimos anos, e agora a situação ficou extremamente difícil e, infelizmente, irreversível para muitos dos produtores, dependendo da situação financeira de cada um e da região em que vivem e trabalham”, analisa.

Recuperação de cadeias produtivas é complexa

Análise do professor de Economia da Unijuí, Argemiro Brum, aponta para um longo caminho até a retomada dos sistemas de produção animal e vegetal, o qual passa pela criação de mecanismos de crédito melhores que os oferecidos até hoje

Produtor de Tupandi perdeu pocilga e 450 porcos Produtor de Tupandi perdeu pocilga e 450 porcos | Foto: Prefeitura de Tupandi / Divulgação / CP

As cadeias produtivas de produção animal e vegetal estão em choque. “Não é por nada que se fala que estamos diante da maior catástrofe climática, alguns falam do Brasil, outros com certeza do Rio Grande do Sul”, destaca o professor da Unijuí, Argemiro Brum. Uma certeza em meio ao pandemônio das cheias é que os pequenos e médios produtores são os mais atingidos e que a crise econômica que flagela o setor primário tem sido uma constante, partindo da recessão de 2014 e 2016, passando pelos efeitos desastrosos da pandemia de Covid-19, pelo acúmulo de estiagem e, mais recentemente, de enchentes. “As empresas do agronegócio estão com enormes dificuldades. Retomar laticínios, frigoríficos e cooperativas que foram atingidas, com perdas que estamos enfrentando e assistindo, não é simples de ser feito”, diz o economista.

O professor estima que a retomada, se houver uma retomada adequada e não houver percalços com novos problemas e intempéries, poderá se alongar por alguns anos. “Não podemos baixar os braços, mas o quadro é bastante crítico”, ressalta. Brum lembra que a agricultura poderia ter engrossado ainda maus seus prejuízos caso as chuvas tivessem chegado ao Rio Grande do Sul com um mês de antecedência. “Daria para multiplicar por dois os prejuízos no setor primário, principalmente nas áreas dos grãos” observa, ao lembrar que, se assim tivesse sido, o extremo climático pegaria em cheio as lavouras de soja sem ter praticamente colhido quase nada, porque estava atrasada, e em cheio da produção de milho.
O professor Argemiro Brum salienta ainda que, se partir da lógica de que são necessários R$ 20 bilhões para a reconstrução, o poder público, principalmente o federal, terá de criar linhas de crédito especiais e emergenciais muito robustas para atendimento da demanda. “Não adianta só aquelas linhas de créditos tradicionais que estamos acostumados a ouvir”, adverte. “Fala-se muito, mas pratica-se pouco. Por enquanto, tem muito discurso, mas até agora não vi ações concretas suficientes dos governos, principalmente o federal, em favor do setor primário gaúcho”, critica.
Brum afirma que o Estado deve oferecer crédito subsidiado, até a fundo perdido, sob risco de o produtor não ter renda para quitar seus financiamentos, considerando que resultados na produção ainda vão demorar meses após a reconstrução. “Não vi nada que me diga que estamos no caminho adequado. Por isso, tenho uma grande preocupação à medida que muitos desses produtores, se não tiverem crédito público mais subsidiado, eles não vão ter de onde tirar. A maioria não tem mais poupança própria, pelo contrário, tinha dívidas, e vai ter de assumir novas dívidas, mesmo que venham a ser mais favoráveis. Isso vai complicar muito o setor,” analisa.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou na semana passada a criação de um fundo garantidor para avalizar operações de crédito rural aos produtores gaúchos, mas ainda sem maiores detalhes. O titular da pasta, Carlos Fávaro instalou um gabinete itinerante do Mapa no município de Santa Cruz do Sul, para fazer diagnósticos e conduzir a reconstrução do agronegócio gaúcho.

O ministro recebeu uma pauta construída por 10 entidades do setor no Rio Grande do Sul com reivindicações como a anistia das operações de crédito rural de custeio e investimento do Pronaf e Pronamp com vencimento até dezembro de 2025. Sem nenhum anúncio governamental de impacto, o segmento ainda acompanha a destinação de R$ 7,2 bilhões para subvenção e aquisição de arroz importado, sob argumento de conter especulação de preços no país. O governo federal insiste que a importação de até 1 milhão de toneladas de grãos seria necessária para a regulação de oferta e demanda do alimento, diante das perdas nas lavouras, e para evitar o aumento de preço do produto ao consumidor final.

Correio do Povo

Inter cria muitas chances, vence o Delfín por 1 a 0 e avança na Sul-Americana

 Com gol de Alario, Colorado avança e pega o Rosário Central na próxima fase



O Inter venceu o Delfín por 1 a 0 na noite deste sábado com gol de Alario. Com o resultado, a equipe gaúcha avança para os playoffs da competição e pega o Rosario Central na próxima fase. A partida foi no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul.

O Colorado teve domínio da partida durante todo o tempo e criou chance de gol no primeiro minuto de jogo, com Alan Patrick. Na primeira etapa, a equipe teve a posse de bola e criou diversas oportunidades, sem conseguir marcar.

Alario marcou o gol da partida aos 23 minutos da segunda etapa. Wesley cobrou escanteio no segundo pau , Vitão escorou de cabeça e Alario finalizou. O Delfín reagiu e chegou a criar chances de empatar, mas parou em Fabrício.

Pressão colorada desde o começo

O Inter começou o jogo pressionando. No primeiro minuto, em uma bela jogada, Alan Patrick ficou na cara do gol e finalizou, mas o goleiro Heras brilhou. Aos onze minutos, o goleiro salvou o Delfín mais uma vez, em chute de Wesley, após belo passe de Alan Patrick.

Aos onze, Wesley recebeu de Alan Patrick e tocou de primeira na saída do goleiro Heras, que fechou o gol. O goleiro salvou ainda mais uma, aos 17, em cruzamento de Alan Patrick com desvio de Fernando.

Durante todo o primeiro tempo, o Inter teve a posse de bola e quase todos seus jogadores no campo de ataque, mesmo criando diversas chances, o clube não conseguiu abrir o placar. O time insistiu em cruzamentos na área, sem sucesso.

O primeiro tempo foi marcado ainda pela reclamação e pedido de pênaltis pelas duas equipes. O Inter pediu pênalti sobre Aránguiz aos 26. Em seguida, foram os equatorianos que reclamaram de um lance. No fim do jogo, o árbitro foi ao VAR revisar um possível pênalti sobre Bruno Henrique. Ele foi atingido dentro da área, mas estava impedido.

Alario faz o gol da classificação

Na segunda etapa, o Delfín participou mais da partida, mas o domínio seguiu sendo colorado. O Inter apresentou as mesma dificuldades da primeira etapa, com muita posse de bola, criando chances, mas sem marcar. Com dificuldade de penetrar na defesa adversária, o Inter insistiu nos cruzamentos

Aos 23 minutos, Alario abriu o placar. Wesley cobrou escanteio no segundo pau, Vitão escorou de cabeça para o meio e Alario finalizou de primeira.

O Delfín passou a correr atrás do resultado, adiantando a marcação e buscando o ataque. Mas o Inter manteve o domínio da partida. Na reta final, a equipe equatoriana criou algumas chances, mas parou em Fabrício. Com o resultado, o Inter pega o Rosario Central na próxima fase.

Copa Sul-Americana – 6ª rodada – Grupo C

Internacional 1

Fabrício; Hugo Mallo (Bustos), Vitão, Robert Renan e Renê; Fernando, Charles Aránguiz (Lucca), Bruno Henrique (Wanderson) e Wesley (Thiago Maia); Alan Patrick e Lucas Alario (Igor Gomes). Técnico: Eduardo Coudet.

Delfín-EQU 0

Brian Heras; Josue Cuero, Nicolas Goitea, Ignacio Gariglio e Juan Manuel Elordi; Jean Carlos Humanante, Maikel Reyes, Marcos Mejia e Alan Miño (Tejena); Nicolas Messiniti (Herrera) e Angulo. Técnico: Juan Pablo Buch.

Gols: Alario, aos 23’/2ºT (I).

Cartões amarelos: Wanderson e Thiago Maia (I). Miño e Goitea (D).

Arbitragem: Felipe González, auxiliado por Alejandro Molina e Gabriel Ureta. Quarto Árbitro: Francisco Gilbabert. VAR: José Cabero.

Data e hora: 8 de junho, sábado, às 21h30

Local: Estádio Alfredo Jaconi, Caxias do Sul (RS)

Correio do Povo

Grêmio: Renato admite má atuação diante do Estudiantes e cita grande jogo contra Fluminense

 Treinador evitou projetar duelo com os atuais campeões, mas avaliou que são equipes que se conhecem bem

Treinador evitou projetar duelo com os atuais campeões, mas avaliou que são equipes que se conhecem bem 

técnico Renato Portaluppi, do Grêmio, admitiu que o Tricolor teve uma atuação ruim diante do Estudiantes na noite deste sábado no Couto Pereira.

O empate em 1 a 1 deixa o time em segundo lugar no Grupo C da Libertadores e leva a equipe gremista a encarar os atuais campeões Fluminense nas oitavas de final. "Não tem jogo fácil. Será mais um brasileiro que irá ficar pelo caminho. Fluminense tem uma grande equipe”, resumiu.

Sobre possíveis estratégias, Renato ponderou que os jogos irão acontecer somente nos próximos meses e “tem muito para acontecer ate lá”. “A Libertadores volta somente em agosto. Eles nos conhecem bem, mas nós conhecemos bem eles", afirmou o treinador.

Apesar da classificação na segunda colocação, Renato destacou que o importante foi avançar para a próxima fase. "Passamos, quando muita gente não acreditou que a gente ia conseguir".

Diego Costa preocupa

O centroavante Diego Costa deixou o campo por uma “fisgada no adutor da coxa”, segundo Renato. O treinador pontuou que ele irá passar por exames para se compreender a gravidade da lesão.

O camisa 19 tem sido o principal destaque ofensivo do time gremista na temporada e ajudou com mais uma assistência nesta noite.

Correio do Povo

Kit De 3 Alicates Cortador P/ Unhas Grossa Uso Profissional - Aimimi

 


Informações do Produto

Kit De 3 Alicates Cortador P/ Unhas Grossa Uso Profissional

Cortador De Unha Alicate Curvo Aço Inox Para Unhas De Pé E Mão


Alicate Cortador De Unha Curvo Profissional Para Unhas Pé Mão


Alicate cortador de unha




Contém:




3 - alicate cortador de unha




O alicate profissional de unhas 13 cm é um alicate de tamanho profissional para cortar as unhas das mãos e pés.




Produto desenvolvido com material de altíssima qualidade, ideal para quem necessita de um cortador/alicate com cortes precisos e profissionais.




Possui diversas funções, podendo ser usado para fazer cutículas, cortar unhas, cortar unhas de fibra, desencravar unhas encravadas e cortar unhas grossas e resistentes como as unhas dos pés.




Feito de aço inoxidável de alta qualidade anti ferrugem, durável e afiado.




Corte facilmente as cutículas cobertas sem dor ou incômodo.




Possui uma cabeça de corte curvada e afiada projetada para cortar até mesmo unhas grossas duras provocado por: diabetes, idade, gravidez, fungos etc..




O design exclusivo de alça permite que o cortador de unha encaixe perfeitamente nos dedos, facilitando o uso.




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Grêmio só empata com Estudiantes e vai enfrentar o Fluminense nas oitavas da Libertadores

 Tricolor saiu na frente no lotado Couto Pereira, mas cedeu empate aos argentinos na reta final

Tricolor saiu na frente no lotado Couto Pereira, mas cedeu empate aos argentinos na reta final 

Apesar da atmosfera positiva da torcida, o Grêmio só empatou com o Estudiantes em 1 a 1 na noite deste sábado no lotado Couto Pereira e ficou na segunda colocação do Grupo C da Libertadores. Desta maneira, o Tricolor terá pela frente o atual campeão Fluminense nas oitavas de final da competição com o jogo de definição acontecendo no Maracanã. Quem avançar, irá encarar San Lorenzo ou Atlético-MG.

A inspiração esteve mais presente na arquibancada. Mais de 32 mil gremistas invadiram a cidade de Curitiba para apoiar a equipe de Renato Portaluppi.

Dentro de campo, o time teve dificuldades de criação e sofreu defensivamente. Cristaldo abriu o placar na volta do intervalo com assistência de Diego Costa. Logo depois, o centroavante deixou o campo lesionado e virou problema para o Grêmio. Na reta final, quando o ritmo baixou, Mendéz empatou para os visitantes após cobrança de escanteio e selou o destino gremista na próxima fase.

Polêmica e tensão

Brigado, disputado a cada metro de campo e com muitas faltas. Assim Grêmio e Estudiantes duelaram no Couto Pereira. Apesar de já estarem eliminados, os argentinos vieram duelar pela honra e com entusiasmo. Pouco inspirado ofensivamente, o Tricolor quase saiu atrás no placar em lance individual do perigoso centroavante Correa. O atacante canetou Rodrigo Ely dentro da área e foi derrubado. O árbitro entendeu que não houve penalidade e nem foi acionado pelo VAR.

Ansioso, o time gremista errava passes no setor ofensivo para criar lances de perigo. A grande oportunidade surgiu do talento de Diego Costa. O centroavante arrumou de calcanhar para Dodi entrar livre na área. O volante finalizou em cima do goleiro Mansilla.

O Grêmio também protestou uma penalidade, mas com menos intensidade. Pavón foi lançado por Cristaldo e dividiu com o goleiro Mansilla. O árbitro mandou o duelo seguir. Diego Costa era quem estava mais ligado no ataque. Aos 44, ele fintou dois zagueiro e cruzou para a área. A defesa argentina conseguiu cortar e o placar seguiu cerrado para o intervalo.

Frustração no final

Mudanças só na postura. Logo na primeira chegada, o Grêmio marcou com Cristaldo. Diego Costa deu lindo passe para o argentino que invadiu a área e bateu na saída de Mansila. Aos 8, uma preocupação para os tricolores. O centroavante Diego Costa sentiu dores musculares, caiu no gramado e pediu substituição imediata. Os campeões argentinos seguiam perigosos nos ataques. Cetré, aos 14, quase empatou em forte chute cruzado.

O duelo foi se emparelhando no meio de campo. Aos 30, JP Galvão obrigou o goleiro Mansilla a fazer grande defesa em chute de fora da área. Renato promoveu as entradas de Carballo e Nathan Fernandes nos lugares de Cristaldo e Soteldo. O Estudiantes quase empatou as 35.

Zapyola pegou sobra na área e fuzilou o travessão de Marchesín. O empate chegou de fato aos 37. Após cobrança de escanteio, Mendéz venceu a defesa pelo alto e empurrou para o fundo das redes. A reta final foi de uma pressão ineficaz gremista e sem chances de perigo. Jogo empatado.

Libertadores - 5ª rodada do Grupo C

Grêmio 1

Marchesín; João Pedro, Rodrigo Ely, Kannemann e Reinaldo; Dodi, Pepê e Cristaldo (Carballo); Pavón (Gustavo Nunes), Soteldo (Nathan Fernandes) e Diego Costa (JP Galvão). Técnico: Renato Portaluppi.

Estudiantes 1

Mansilla; Mancuso, Fede Fernández, Romero e Benedetti (Sosa); Pérez, Manyoma e Zuqui; Cetré, Correa (Lolo) e Piatti. Técnico: Eduardo Domínguez.

Gols: Cristaldo (01min/2°T) Méndez (37min/2°T)

Cartões amarelos: Rodrigo Ely, Kannemann e JP Galvão (Grêmio) Benedetti e Cetré (Estudiantes)

Árbitro: Esteban Ostojich (URU)

Assistentes: Nicolás Tarán (URU-Fifa) e Pablo Llarena (URU-Fifa)

VAR: Christian Ferreyra (URU-Fifa)

Data e hora: 08/06, sábado, às 19h

Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)

Correio do Povo

Saiba quanto cada município gaúcho irá receber do Judiciário para reconstrução pós-enchente

 Ao todo, Tribunais de Justiça de todo o país repassaram R$ 180 milhões

Municípios deverão prestar contas a comitê de governança 

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) divulgou os valores que cada um dos 95 municípios gaúchos em situação de calamidade pública habilitados irá receber do montante de R$ 180 milhões arrecadados por tribunais de todo o país, e cuja oficialização ocorreu na sexta-feira, em ato na sede do TJRS, em Porto Alegre. Os montantes foram depositados na conta da Defesa Civil Estadual, que fará os repasses fundo a fundo, diretamente na conta das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdec), sendo o intermediário um comitê de governança formado por órgãos como a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS).

Os municípios precisarão prestar contas do que farão com o dinheiro, que poderá exclusivamente ser utilizado para ações de resposta a desastres, como restabelecimento de serviços, socorro e assistência às populações afetadas; e socorro e assistência emergenciais às despesas de custeio operacional, além de apoio financeiro às Comdecs e às entidades assistenciais sem fins lucrativos.

Quanto cada município deverá receber

Município

Valor

Alvorada

Rio Grande

São Leopoldo

Novo Hamburgo

Santa Maria

Pelotas

Canoas

Caxias do Sul

Porto Alegre

R$ 5.232.558,14

Sapucaia do Sul

Santa Cruz do Sul

Cachoeirinha

R$ 4.709.302,33

Bento Gonçalves

R$ 4.447.674,42

Guaíba

Lajeado

R$ 3.924.418,60

Esteio

Cachoeira do Sul

R$ 3.401.162,79

Campo Bom

Montenegro

Venâncio Aires

R$ 3.139.534,88

Parobé

Taquara

R$ 2.877.906,98

Eldorado do Sul

Gramado

São Lourenço do Sul

R$ 2.354.651,16

Estrela

Igrejinha

Rio Pardo

Charqueadas

R$ 2.093.023,26

Veranópolis

Três Coroas

São Sebastião do Caí

Taquari

Guaporé

São José do Norte

Vera Cruz

Triunfo

Candelária

Nova Santa Rita

R$ 1.831.395,35

São Jerônimo

Rolante

Arroio do Meio

Encantado

R$ 1.569.767,44

Feliz

Sobradinho

Restinga Seca

Agudo

R$ 1.308.139,53

Roca Sales

Jaguari

Cruzeiro do Sul

Arroio do Tigre

Bom Retiro do Sul

Bom Princípio

R$ 1.046.511,63

Coqueiro Baixo

Santa Tereza

Ponte Preta

Canudos do Vale

Barra do Rio Azul

Pouso Novo

Relvado

Vespasiano Corrêa

Doutor Ricardo

São José do Herval

Ivorá

Silveira Martins

Travesseiro

São Valentim do Sul

São Vendelino

Forquetinha

Colinas

São João do Polêsine

São Martinho da Serra

Dona Francisca

Imigrante

Vale Verde

Severiano de Almeida

Ibarama

Putinga

Cerro Branco

Pinhal Grande

Cotiporã

Marques de Souza

Passa Sete

Arambaré

Pareci Novo

Muçum

Nova Palma

Segredo

Passo do Sobrado

Paraíso do Sul

Faxinal do Soturno

Maquiné

General Câmara

Sinimbu

Fontoura Xavier

R$ 784.883,

Correio do Povo

Anac autoriza retirada de aeronaves no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre

 A operação, que se inicia neste sábado, 8 de junho, prevê a retirada de nove aeronaves das 47 que estão no Aeroporto de Porto Alegre

Uma das aeronaves que ficaram retidas por causa do alagamento do Aeroporto Salgado Filho de de Porto Alegre 

As aeronaves que ficaram represadas no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), em razão das enchentes das últimas semanas, começam a ser retiradas do complexo aeroportuário neste sábado, 8. A operação prevê a retirada de nove de um total de 47 aviões que ficaram retidos pelo alagamento do aeroporto, que tem suas operações suspensas desde o dia 3 de maio.

A operação de retirada das aeronaves, de caráter excepcional, foi autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mediante adoção de procedimentos e ações de segurança por parte dos operadores aéreos e a administração do aeroporto.

As medidas foram adotadas em coordenação com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), os operadores aéreos e a Fraport Brasil, concessionária do Salgado Filho. O translado de aeronaves em caráter excepcional não permite a liberação do aeroporto para voos comerciais com passageiros. No entanto, de acordo com as últimas previsões, o aeroporto deve ter as operações retomadas em dezembro deste ano.



Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Ministério Público realiza segunda etapa de operação contra desvio de doações em Palmares do Sul

 Donativos entregues a pré-candidato teriam sido desviados para eleitores não atingidos pelas enchentes

Neste sábado, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão na área central do município 

O 4° Núcleo Regional – Litoral – do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) realizou neste sábado, em Palmares do Sul, a segunda etapa de uma operação contra desvio de doações às vítimas da enchente na região. Desta vez, a operação, que também conta com a participação da Polícia Civil, apura o desvio de donativos recolhidos por um pré-candidato no município. Os alvos desta segunda fase são dois políticos e um familiar de um dos políticos.

De acordo com a investigação dos promotores de Justiça Mauro Rockenbach e Leonardo Rossi, os donativos não teriam passado oficialmente pela Prefeitura.

Na operação deste sábado, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão na área central de Palmares do Sul e também no Balneário de Quintão, que pertence ao município.

“Tudo indica que foi uma doação para um pré-candidato no próximo pleito. E já temos provas de que parte destes donativos foi encaminhada para famílias não flageladas, conforme planilhas apreendidas”, disse o promotor Mauro Rockenbach.

Já o promotor Leonardo Rossi ressalta que “outra prova obtida, já que parte dos donativos foi localizada na operação deflagrada no início da semana, é referente ao local e a forma como foram distribuídos os materiais. A ação deste sábado visa obter mais comprovações”.

Primeira etapa da operação

Deflagrada na última terça-feira, os alvos da “Operação Desvio 1” foram três suspeitos, sendo um deles pré-candidato às próximas eleições. Os crimes praticados por um vereador, sua companheira e um secretário municipal foram apropriação indébita, peculato e associação criminosa. Os donativos também foram encaminhados para prováveis eleitores de um dos suspeitos.

Foram cumpridos quatro mandados de busca em Palmares do Sul e em Mostardas, cidade vizinha. Além dos promotores Rockenbach e Rossi, a ação contou com a participação dos promotores de Justiça Alcindo Luz Bastos da Silva Filho e André Dal Molin, além do delegado Antônio Ractz.

Correio do Povo