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Entidade projeta uma séria de medidas que podem ser tomadas para salvar empregos e empresas para retomar a economia do Estado
Em um esforço conjunto para mitigar os efeitos econômicos das enchentes que assolam o Rio Grande do Sul, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) reuniu-se com parlamentares e membros do governo estadual na Assembleia Legislativa. O encontro, que contou com mais de 200 participantes, visou traçar estratégias para preservar empregos e salvar empresas em meio à crise.
A reunião, realizada tanto presencialmente quanto remotamente, começou às 14h e se estendeu até as 17h25 no Plenarinho da Assembleia. Entre os presentes estavam líderes de entidades econômicas, presidentes de entidades filiadas, além de figuras do governo como o secretário Ernani Polo e o líder do governo Frederico Antunes.
O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, destacou a urgência de respostas para a preservação da economia e pontuou que as discussões iniciais se concentraram na necessidade de salvar vidas. “Estamos tentando organizar para que não haja ações paralelas. Precisamos focar no que é mais importante neste momento: salvar empregos e empresas. Muitas empresas estão há mais de um mês sem faturar. Precisamos de soluções urgentes e convergir para atuar em bloco”, afirmou.
No encontro, a Federasul, em parceria com mais de 230 entidades de diversos setores econômicos, sugeriu medidas emergenciais ao governo federal. Entre as propostas estão a concessão de lay off calamidade para empresas atingidas diretamente ou indiretamente pela enchente, regulamentação de ajustes de férias, bancos de horas, e antecipação de feriados.
Além disso, a entidade defendeu uma linha de financiamento com juros fixos de 3,75% ao ano, com seis meses de carência, parcelados em 36 meses, para cobrir a folha de pagamento dos meses de maio e junho. O limite seria de dois salários mínimos por funcionário, proibindo demissões sem justa causa por 60 dias após o recebimento do empréstimo.
Diversos deputados participaram da reunião e ofereceram apoio e propostas para a recuperação econômica do Estado. O deputado federal Alceu Moreira enfatizou a importância de ouvir as federações e trabalhar em conjunto para evitar uma ruptura econômica. “Precisamos trabalhar juntos para criar uma resposta unificada”, declarou.
O deputado federal Marcel Van Hattem sugeriu que o governo federal se comprometa com parte dos salários, similar ao que foi feito durante a pandemia. “Independente de ideologia, se funcionou na pandemia, vai funcionar agora. Precisamos da união do RS”, disse Van Hattem, colocando-se à disposição para agilizar medidas junto à Câmara dos Deputados.
O senador Carlos Heinze também se comprometeu a agir no Senado para acelerar a implementação das medidas propostas. Deputados como Pedro Westphalen e Dionísio Marcon reiteraram a urgência das ações e a necessidade de diagnósticos rápidos para implementação imediata. Any Ortiz criticou a demora na tomada de decisões e enfatizou que soluções já deveriam ter sido implementadas.
Ao encerrar a reunião, Rodrigo Sousa Costa expressou seu temor sobre o aumento do desemprego devido às enchentes e a necessidade de união para salvar a economia do Estado. “É necessário maximizar os pontos de convergência ao máximo e o mais rápido possível”, concluiu o presidente da Federasul.
Correio do Povo
Análise completa da estrutura da pista do aeroporto de Porto Alegre deve ser finalizada em julho
Em vistoria realizada na manhã desta segunda-feira no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, foi estendido o prazo estimado para a retomada das operações aéreas no terminal. Agora, a intenção da Fraport Brasil é que a reabertura do aeroporto ocorra apenas na segunda quinzena de dezembro. O prazo ainda pode sofrer alterações, pois a análise completa da estrutura da pista, que avaliará as condições do asfalto e da base, só ficará pronta no final de julho.
A vistoria contou com a participação do ministro de Apoio à Reconstrução, Paulo Pimenta, da CEO da Fraport Brasil, Andreea Pal, do presidente da Frente Parlamentar da Aviação, deputado estadual Frederico Antunes, e membros técnicos da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). O encontro foi considerado pelos participantes como um realinhamento de metas entre a Fraport e o Governo Federal.
A concessionária já realizou um levantamento preliminar de prejuízos com a estrutura do terminal. Até o momento, seriam necessários cerca de R$ 300 milhões para retomar as operações no aeroporto, sendo R$ 45 milhões apenas na aquisição de equipamentos, muitos deles com necessidade de importação.
Uma nova reunião será realizada nesta terça-feira entre o ministro Pimenta, Fraport e Anac, onde a empresa alemã entregará um resumo da situação do aeroporto, além de um plano de trabalho para a retomada das operações. A possibilidade de revisar o contrato de concessão do aeroporto também deve ser discutida nos próximos dias entre a Fraport e a Anac.
Conforme o deputado Frederico Antunes, a Fraport já deu início à limpeza da pista e de outras áreas do aeroporto. Ele também destacou o diálogo com a Anac para aumentar a disponibilidade de voos para o RS. “As alternativas já estão acontecendo, como é o caso do aumento das operações em Canoas, Caxias do Sul, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Uruguaiana. Mas ficamos de fazer uma reunião com a diretoria da Anac para ver se é possível aumentar o fluxo de voos para essas cidades”, afirmou o parlamentar.
Em nota, a Fraport Brasil deu mais detalhes sobre as intervenções que serão realizadas para analisar a estrutura da pista. Conforme a empresa, a limpeza iniciada nesta segunda-feira consiste em uma varredura de toda a extensão da pista de pouso e decolagem, das taxiways e dos pátios para a retirada de entulhos. Os testes avaliarão a resistência do solo, desde a compactação até a pavimentação da pista.
Este período de avaliações deve durar cerca de 45 dias. Após, será possível detalhar as necessidades de intervenção na pista, segundo a Fraport. “Desde que as águas começaram a baixar, a Fraport Brasil está em contato permanente com as seguradoras para avaliação do cenário, recebendo vistorias recorrentes e realizando o inventário de todos os itens que foram impactados”, apontou.
Além disso, CEO da empresa, Andreea Pal, reforçou que a empresa está, desde o início da crise climática, zelando pelo aeroporto e sua infraestrutura, além de manter um diálogo aberto com o Governo Federal para acelerar a retomada do terminal. “Estamos fazendo a nossa parte com diversas atividades já iniciadas. Se os impactos forem menores do que os previstos inicialmente, vamos torcer para que o aeroporto esteja disponível para o final do ano”, afirmou.
Correio do Povo
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