Imagens de satélite mostram impressionante avanço da água na Grande Porto Alegre

 Enchente catastrófica atingiu o Rio Grande do Sul e afetou mais de 1 milhão de gaúchos


Rio Grande do Sul vive uma catástrofe climática sem precedentes. Desabrigados, mortos e desaparecidos.

Imagens de satélite disponibilizadas pela MetSul mostram o avanço das águas na região da Grande Porto Alegre.


O rio Guaíba atingiu o maior nível da historia e segue elevado. Atualmente, conforme o CEIC, as águas estão com 5,33cm de altura.

Correio do Povo

Lula envia projeto para flexibilizar liberação de recursos para o RS

 Proposta de decreto legislativo reconhece calamidade pública no estado



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu, na tarde desta segunda-feira (6), no Palácio do Planalto, com os chefes dos demais Poderes da República e anunciou o envio de um projeto de decreto legislativo (PDL) para que o Congresso Nacional reconheça o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul. Com isso, os limites e prazos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) poderão ser suspensos, facilitando e acelerando o repasse de recursos federais para o estado afetado por enchentes, na maior crise climática de sua história.

"Nós vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que a gente contribua com a recuperação do estado do Rio Grande do Sul, com a melhoria da vida das pessoas, e facilitar, naquilo que a gente puder facilitar, obviamente que dentro da lei, a vida do povo gaúcho. Esse é o primeiro de um grande número de atos que vamos fazer em benefício dos nossos irmãos do Rio Grande do Sul", afirmou Lula, ao lado dos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e de diversos ministros do governo federal.

A medida precisa ser aprovada tanto na Câmara quanto no Senado e, na prática, aciona o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que autoriza a União a não computar despesas extraordinárias e renúncias tributárias para fins de cumprimento de meta fiscal. Também permite ao Rio Grande do Sul e a seus municípios ampliar operações de crédito e o recebimento de transferências voluntárias. A expectativa é que o projeto de decreto legislativo seja votado e aprovado ainda essa semana em sessão do Congresso Nacional. Uma reunião dos presidentes das duas Casas com líderes partidários está ocorrendo nesta segunda para alinhar a pauta legislativa da semana, que deverá ser focada nas ações de assistência ao Rio Grande do Sul.

"Este projeto de decreto legislativo significa a possibilidade real, a partir da aprovação pelo Congresso Nacional, de ter excepcionalidades na Lei de Responsabilidade Fiscal para socorrer no aspecto orçamentário, financeiro e com incentivos e benefícios, o estado do Rio Grande do Sul", destacou a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A ministra evitou fazer um levantamento de quanto poderá ser o custo total da destruição que ainda está sendo causada pelas chuvas e enchentes, mas assegurou que os recursos poderão ser disponibilizados em tempo reduzido.

"O decreto [legislativo] praticamente tira quase todas as amarras burocráticas, porque ele dispensa não só os limites e gastos de meta fiscal, mas uma série de burocracias da legislação, de contratos, de licitação", explicou a ministra. "Não é só que não vai faltar dinheiro para Rio Grande do Sul. O dinheiro vai chegar no tempo certo, que não é agora, porque nós não recebemos ainda as demandas dos prefeitos", observou.

Uma vez aprovado, o decreto legislativo permitirá que o governo federal edite uma medida provisória com crédito extraordinário destinado ao estado e a municípios gaúchos, bem como permitirá uma negociação entre Ministério da Fazenda e o governo estadual sobre dívida do Rio Grande do Sul com a União, que poderá ser suspensa temporariamente. Incentivos e benefícios para diferentes setores produtivos afetados também estão entre as medidas que poderão ser editadas a partir da vigência do decreto, informou Tebet.

Tragédia

Até a atualização mais recente da Defesa Civil, as chuvas e enchentes já resultaram na morte de 85 pessoas no Rio Grande do Sul. Há 134 desaparecidos e 339 feridos. Mais de 1,1 milhão de pessoas foram afetadas, de acordo com autoridades, como falta de luz e desabastecimento de água. Mais de 153 mil pessoas estão desalojadas de casa e 47,6 mil em abrigos públicos. Dos 497 municípios gaúchos, 385 sofreram algum impacto dos temporais.

Agência Brasil e Correio do Povo

STF condena deficiente e tutor de família com 'ossos de vidro' a 14 anos de prisão pelo 8/1

 

Universidades seguem sem aulas

 Nas escolas da rede estadual, atividades retornam amanhã em parte do RS



Nesta segunda-feira, universidades de todo o Estado divulgaram novos informativos a respeito da suspensão das atividades acadêmicas. Nas escolas estaduais, as aulas retornam a partir de amanhã (7/5) em parte do Rio Grande do Sul.

Confira a situação das aulas nas principais universidades do RS:

  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs): sem aulas até 10/5, em todos os campi
  • Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS): sem aulas até 11/5
  • Universidade Estadual do RS (Uergs): sem aulas até 11/5 em todos os campi
  • Universidade Federal de Rio Grande (Furg): sem aulas até 10/5, em todos os campi
  • Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm): sem aulas até 10/5, nos campi de Santa Maria e Cachoeira do Sul
  • Universidade Federal do Pampa (Unipampa): sem aulas até 11/5, em todos os campi
  • Universidade Federal da Fronteira Sul (Uffs): aulas seguem em todos os campi
  • Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA): sem aulas até 8/5
  • Instituto Federal do RS: atividades presenciais suspensas até 7/5 nos campi de Canoas, Caxias do Sul, Farroupilha, Osório e Rolante; até 8/5 em Viamão e até 10/5 em Bento Gonçalves, Feliz, Porto Alegre e Veranópolis
  • Instituto Federal Farroupilha (Iffar): sem aulas até 11/5 no campus Júlio de Castilhos e até 18/5 nos campi Jaguari (incluindo o Centro de Referência de Santiago) e São Vicente do Sul
  • Universidade Federal de Pelotas (Ufpel): sem aulas até 7/5
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos): aulas seguem presenciais
  • Escola Superior de Propaganda e Marketing (Espm): sem aulas até 11/5
  • Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter): sem aulas até 10/5, em todas as modalidades e campi
  • Universidade de Caxias do Sul (UCS): aulas online até 11/5
  • Universidade de Passo Fundo (UPF): aulas online até 7/5
  • Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS (Unijuí): aulas retornam em 7/5 em todos os campi
  • Universidade Luterana do Brasil (Ulbra): sem aulas até 11/5, em todas as unidades
  • Faculdades Integradas de Taquara (Faccat): sem aulas até 7/5
  • Universidade do Vale do Taquari (Univates): sem aulas até 11/5
  • Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI): aulas online em 7/5 no campus de Santo Ângelo e até 11/5 no campus Santiago; aulas presenciais nos demais campi
  • Feevale: sem aulas até 11/5

A maior parte das instituições citadas acima estão recebendo doações para as vítimas da enchente. Informações sobre demandas de donativos nos canais do Instagram de cada universidade. Ufrgs, Uniritter, PUCRS, Ulbra, Feevale e UCS também estão acolhendo desabrigados nos seguintes endereços da Capital: rua Felizardo, 750 (Ufrgs), av. Manoel Elias, 2001 (Uniritter), av. Ipiranga, 6690 (PUCRS) e av. Farroupilha, 8001 (Ulbra). Em Novo Hamburgo, a Feevale disponibiliza abrigo no Campus I (av. Dr. Maurício Cardoso, 510) e, em Caxias do Sul, há o abrigo da UCS (rua Ernesto Graziotin, 554-636).


As universidades também estão disponibilizando materiais informativos à população. A PUCRS lançou um mini manual de primeiros socorros psicológicos, disponível no site institucional. A Univates, em Lajeado, divulgou um guia de recuperação de aparelhos eletrônicos que entraram em contato com a água. E a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) formou um grupo de enfrentamento a emergências climáticas, que, via Instagram, elabora boletins informativos com dados e orientações à população. Já a Ufrgs, por meio de um projeto de extensão, realiza rodas diárias de acolhimento em saúde mental, em Porto Alegre. Pessoas interessadas devem entrar em contato com o número (51) 98904-4790.

Correio do Povo

Grêmio: Renato é resgatado de enchente em Porto Alegre

 Treinador estava na região do bairro Anchieta, na zona Norte da capital


Devido às enchentes que atingem Porto Alegre, Renato Portaluppi precisou ser resgatado na tarde desta segunda-feira. O técnico do Grêmio, que mora em um hotel próximo ao aeroporto Salgado Filho, estava, com outras pessoas, na região do bairro Anchieta.


Renato permaneceu em Porto Alegre para poder comandar os treinos do Tricolor, que ocorreria na PUCRS, mas eles foram cancelados por causa das cheias que assola a capital gaúcha.

O clube gaúcho enfrentaria o Huachipato (CHI), pela Libertadores, nesta quarta-feira. Porém, o confronto foi adiado, sem nova data, pela Conmebol.

Correio do Povo

Argentina manifesta apoio ao RS e disponibiliza três helicópteros

 Hermanos se oferecem para auxiliar nos resgates e no apoio logístico


A Argentina manifestou apoio ao Brasil e ao Rio Grande do Sul pela tragédia das enchentes no Estado. Além disso, os hermanos disponibilizaram um comboio com diversos auxílios para os resgates e ajuda aos afetados pelas cheias no território gaúcho.

O governo argentino anunciou a chegada no Brasil de 3 helicópteros para transferência e evacuações, uma brigada composta por 20 militares e cães da Polícia Federal Argentina; especialistas em logística da Comissão dos Capacetes Brancos, órgão de assistência humanitária do Estado argentino.

Além disso, prontificaram um avião para transporte de pessoas e/ou carga Hercules C-130; equipe de saúde móvel; mergulhadores táticos da Marinha Argentina; unidades de engenharia com barcos; e duas estações de purificação de água e caixas de pastilhas de purificação de água.


Correio do Povo

Inter avalia deixar Rio Grande do Sul para conseguir voltar a treinar

 Nesta segunda-feira, clube anunciou novo cancelamento dos treinos. Há a expectativa também de um novo adiamento da partida contra o Juventude, neste momento marcada para sexta-feira



Assim como a maioria dos gaúchos, os dirigentes colorados estão perplexos com o nível de destruição causado pelas enchentes e, de forma geral, avaliam o cenário para ver que medidas serão tomadas a seguir. Uma reunião na noite de domingo do Conselho de Gestão debateu alternativas, inclusive a de tirar o grupo de jogadores do Rio Grande do Sul até que a situação retome algum nível de normalidade.

Neste momento, sair do Estado é a única alternativa viável de uma retomada dos trabalhos físicos e técnicos, além dos jogos, já que o CT Parque Gigante está completamente alagado e o Beira-Rio também. Além disso, o aeroporto Salgado Filho está fechado e não tem previsão de voltar a funcionar. Portanto, Porto Alegre não pode receber partidas de futebol.

Oficialmente, o clube divulgou na manhã desta segunda-feira que os treinos serão retomados na quinta-feira. Porém, não há um local para isso, nem ambiente. Alguns jogadores, inclusive, estão envolvidos em ações de auxílio aos flagelados. O Inter já teve três jogos adiados (Juventude, Cruzeiro e Real Tomayapo). Agora, a expectativa é que a CBF anuncie uma nova data para o jogo contra o Juventude, que seria realizado na quarta-feira passada e foi remarcado para esta sexta (10/05).

O clube ainda não consegue estimar quantos dias serão necessários para a recuperação do gramado do Beira-Rio, que foi parcialmente coberto pela água no domingo à tarde. Também ainda não tem condições de avaliar o tamanho dos estragos no CT Parque Gigante. “Não existe mais nada lá”, lamentou um dirigente.

Correio do Povo

"Trabalho de reestabelecer o funcionamento das BRs vai ultrapassar a casa de R$ 1 bi”, afirma ministro Renan Filho

 Governo Federal deve assinar medida provisória para liberação de crédito extraordinário



O ministro dos Transportes, Renan Filho, informou, nesta segunda-feira, que a reconstrução dos trechos das rodovias federais destruídos pelas fortes chuvas que assolaram o Rio Grande do Sul nos últimos dias deverá custar mais de R$ 1 bilhão.

De acordo com Renan Filho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai editar uma medida provisória concedendo um crédito orçamentário extraordinário para destinar recursos financeiros federais ao custeio das despesas resultantes da catástrofe climática.

"O trabalho do ministério de restabelecer o funcionamento das BRs e de suas respectivas construções vai, provavelmente, ultrapassar a casa de R$ 1 bi”, disse o ministro, durante reunião entre deputados federais e estaduais gaúchos com membros da equipe do governo federal, na manhã desta segunda-feira na Assembleia Legislativa.

O ministro também afirmou que esta será a primeira vez que o Ministério dos Transportes necessitará de recursos emergenciais da União arcar com despesas não previstas no orçamento da pasta. “Mesmo tendo um volume de investimentos considerável para o estado, não seríamos capazes de tocar todas as obras já em andamento e restabelecer o funcionamento das rodovias federais”, destacou Renan Filho, que garantiu que alguns trechos bloqueados de rodovias como a BR-386 e a BR-290 deverão começar a ser liberados a partir dos dias 10 ou 12, facilitando o resgate de pessoas e o abastecimento de cidades.

Correio do Povo

O RS precisa de ajuda!

 

Canoas confirma 2 mortes pela enchente e previsão é que as águas baixem em 45 dias nas áreas mais afetadas

 Jairo Jorge diz que mais de 60% das casas, empresas, indústrias e comércios da cidade foram invadidos pela água; há locais em que a água chega a 5 metros de profundidade



O prefeito de Canoas, Jairo Jorge confirmou que duas pessoas morreram em virtude da enchente. Os corpos foram encontrados na área do bairro Mathias Velho. Ele disse ainda que outros três pacientes, dos 13 que aguardavam por remoção no Hospital de Pronto Socorro (HPSC), foram a óbito ao deslocar do segundo para o terceiro andar da casa de saúde, antes mesmo de serem retirados do prédio. “Eram pacientes muito graves, que foram a óbito durante o transporte. Não morreram em virtude das cheias.” Jairo Jorge pontua que praticamente dois terços de Canoas foi atingido pela enchente. “Mais de 60% das casas, empresas, indústrias e comércios da cidade foram invadidos pela água. Só casas, são 80 mil danificadas. Há locais que a água chega a 4 a 5 metros de profundidade.”

A parte oeste foi totalmente devastada e um grande lado da parte leste. “Hoje temos 16.697 abrigados em 61 locais de acolhimento espalhados pela cidade. É um momento muito grave, em que as pessoas perderam tudo. É uma situação de extrema solidariedade, apoio e empatia.” Segundo ele, 180 mil pessoas foram atingidas pela cheia e a previsão mais positiva é que nas primeiras áreas alagadas pela inundação a situação se normalize em 45 e 60 dias. “Canoas virou um grande piscinão. Com transposição de água nos diques da Mathias Velho e Rio Branco. No fundo da Mathias, há relatos de 5 metros de água.”

Ele informou ainda que quatro centros de resgate foram montados próximo de onde ocorrem o salvamento de vidas. O prefeito garantiu que estão sendo construídas estruturas para dar melhores condições a quem chega e quem está atuando como voluntário. “Vamos instalar banheiros químicos e uma estrutura para manter o local em funcionamento 24 horas. Os centros de resgate funcionam na Mathias velho, na Fátima, na avenida Coronel Vicente e no Parque Eduardo Gomes.” Ambulâncias do Samu foram disponibilizadas para as comunidades no bairro Fátima e na Mathias Velho.

Canoas vai contar com três 3 Hospitais de Campanha. Um deles já está em funcionamento em local anexo ao Hospital Universitário, os outros dois estão sendo montados pelo Exército e pela Força Aérea Brasileira, no Hospital Nossa Senhora das Graças. “Com a enchente nós perdemos Hospital de Pronto Socorro (HPSC), a UPA Rio Branco, quatro farmácias municipais, 19 das 27 unidades de saúde na região. Vamos criar uma unidade volante com equipes médicas para atender as pessoas nos centros de acolhimento, na casa de parentes e aquelas que se recusam a sair de suas moradias.” Jairo diz ainda que a Prefeitura já estima 1 mil animais resgatados, acolhidos em 11 locais.

Ele reforçou ainda a importância de doações e de alimentação para os cerca de 17 mil. Só na Ulbra estão abrigadas 5 mil pessoas. No La Salle, são mais 1,2mil. Vamos montar ainda, na região central, um local exclusivo para o acolhimento de crianças que estão sozinhas e desacompanhadas de seus pais, com espaço lúdico e adequado.

Sobre o abastecimento de água, foi montada uma ação conjunta com a Corsan para o fornecimento de ação 38 caminhões pipas que vai abastecer os hospitais, abrigos e bairros. “Vamos instalar 23 cisternas em pontos da cidade e serão construídas ainda nesta semana 3 poços artesianos para atender a rede básica e a população. A ideia é reativar Estação de Tratamento no bairro Niterói e com isso voltar a atender 80% da cidade que está seca. Isso é prioridade absoluta.”

O coordenador regional da Defesa Civil do Estado, Adriano Zanini informou que Canoas está na fase de encerramento de resgate. “Mais de 90% das pessoas que desejavam sair de casa já estão em abrigos. Canoas, com certeza é a cidade do Estado maior quantidade de pessoas em fora de casa. Este é um evento histórico nunca visto. Maior em proporção e magnitude em questão de danos e de pessoas afetadas. Todas as demandas do Município serão atendidas.

O comandante da BM de canoas, coronel Marcio de Azevedo Gonçalves, disse que a segurança e rondas foram reforçadas tanto na parte inundada quanto na parte seca. “Mas a BM tem priorizado os resgates e salvamentos, junto com voluntários, botes e barcos. Estamos atuando na questão de patrulhamento e na contenção de cometimento de crimes por pessoas que não estão entende a situação que vivemos. Está sendo feito patrulhamento ostensivo e preventivo na área seca e junto aos abrigos.”

Correio do Povo