Enchentes no RS

 



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?id=100003138041424&story_fbid=7517892321658628

Maior navio de guerra da América Latina apoiará o atendimento às chuvas no RS

 Apoio contará com embarcações, equipamentos , combustível, mantimentos, água e diversos profissionais da área de saúde



A Marinha do Brasil (MB) anunciou o envio do Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, maior navio da Força Naval, para Rio Grande (RS). A embarcação chegará na quarta-feira para aumentar a capacidade de apoio às populações atingidas pelas enchentes e fortes temporais que causam destruição no Estado.

Com organização similiar a uma Operação de Guerra, a MB mobiliza quatro navios, 20 embarcações, 12 aeronaves e centenas de militares. A situação assemelha-se à resposta dada, em fevereiro do ano passado, aos fortes temporais que assolaram o litoral norte de SP, especialmente em São Sebastião. O esforço feito pela Marinha em SP ficou conhecido como Operação “Abrigo Pelo Mar“.

O NAM “Atlãntico“ transportará duas estações móveis para tratamento de água, capazes de produzir um total de 20 mil litros de água potável por hora, a fim de suprir parte da demanda das cidades que sofrem com a escassez desde o rompimento das barragens.

Além do “Atlântico”, a Marinha mobiliza também o Navio de Apoio Oceânico “Mearim“ e o Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, equipado com três embarcações miúdas, que seguirão para o Rio Grande do Sul nesta terça-feira; e a Fragata “Defensora”, com partida prevista na quarta-feira, transportando doações e suprimentos.

Para auxiliar no resgate às vítimas ilhadas e no transporte de suprimentos pelas vias alagadas, o “Atlântico” levará oito embarcações de médio e pequeno porte, que, somadas às oito lanchas em uso no estado desde o dia 30 de abril, ampliarão o contingente de meios aquáticos disponibilizados pela MB.

O trabalho das equipes de resgate aéreo da Marinha, que salvaram mais de 150 pessoas desde o início da operação, receberá, com a chegada dos navios, reforço de mais oito aeronaves, além das quatro que permanecem de prontidão no estado. Serão doze helicópteros, no total, em um esforço contínuo de resgate aos moradores ilhados em áreas de difícil acesso.

Também estão sendo enviados 40 viaturas e 200 militares Fuzileiros Navais para atuar na desobstrução das vias de acesso, além de equipes de apoio à saúde, formadas por médicos e enfermeiros.

Correio do Povo

Lira avalia exceção para o RS por cheias, mas descarta flexibilidade fiscal para outros Estados

 Presidente da Câmara salientou que não há espaço no Orçamento



O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na noite desta segunda-feira, que não há possibilidade de o Congresso flexibilizar as metas fiscais para o resto do País na esteira do reconhecimento da calamidade pública no Rio Grande do Sul por causa das enchentes.

A declaração foi dada após os deputados aprovarem um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que retira da meta fiscal os recursos que serão usados para a recuperação dos estragos causados pelas chuvas no Estado. A proposta foi anunciada hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e analisada pelos deputados em questão de horas, com tramitação em regime de urgência, que permite a votação diretamente em plenário, sem passar antes por comissões. O texto foi para análise do Senado.

"Todas as medidas legislativas neste momento são para atendimento ao Rio Grande do Sul, sem nenhum tipo de possibilidade de afrouxarmos as nossas metas fiscais, para o resto do País, com o controle de gastos, com toda a responsabilidade fiscal", disse Lira, a jornalistas.

O presidente da Câmara, contudo, não descartou alterações nas leis e na Constituição para ajudar o Estado. "Não podemos dizer que não existirão mudanças legislativas. Projeto de lei, lei complementar, PEC, tudo isso pode acontecer", declarou.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Fenadoce, que começaria dia 29, terá data remarcada por conta das cheias no RS

 Evento tradicional de Pelotas fará sua 30ª edição

A organização da Fenadoce de Pelotas anunciou, nesta segunda-feira, o adiamento do evento, por conta da situação de calamidade do Rio Grande do Sul, com as cheias. "Neste momento, a prioridade é para que todos estejam em segurança e esse momento difícil possa ser superado", informou nota.

A região Sul não foi, até o momento, tão castigada pela sequência de chuvas que acarretou em cheias com destruição na Serra, Vales e Região Metropolitana. Ainda assim, está em situação de alerta por conta das águas do Guaíba que começam a desembocar na Lagoa dos Patos, após a enchente recorde.

A 30ª Fenadoce, desta forma, ainda não tem período definido para acontecer. Seria no próximo dia 29 de maior, mas agora será efetivada em data a ser marcada.


Correio do Povo

Retomada das aulas na rede estadual ocorre em algumas regiões nesta terça-feira

 Outras coordenadorias devem anunciar ainda hoje uma definição, enquanto na Região Metropolitana, devido à situação de diversas instituições, ainda não há previsão

Após nova reunião realizada, nesta segunda-feira, com as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), o governo do Estado definiu que, a partir de terça-feira, escolas de mais 14 CREs poderão retomar suas atividades, seguindo análise das condições particulares de cada local.

São elas: Caxias do Sul, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Passo Fundo, Santa Maria, Cruz Alta, Bagé, Santo Ângelo, Bento Gonçalves, Santa Rosa, Santana do Livramento, Vacaria, Soledade e Carazinho.

No domingo, já havia sido informado o retorno nas regiões de Uruguaiana ; Osório; Erechim; Rio Grande; Palmeira das Missões; Três Passos; São Luiz Gonzaga; São Borja e Ijuí. Conforme monitoramento das próprias CREs e seguindo as orientações da Defesa Civil do Estado, essas regiões foram menos afetadas pelas enchentes e, por isso, foram consideradas aptas para o retorno seguro das atividades educativas.

Não há previsão de retomada nas escolas estaduais de Porto Alegre, e nas Coordenadorias Regionais de São Leopoldo, Estrela, Guaíba, Cachoeira do Sul, Canoas e Gravataí.

Acolhimento

Neste primeiro momento, a prioridade nas escolas é realizar o acolhimento da comunidade escolar, de modo a criar um espaço para refletir sobre situações vivenciadas pelos estudantes e promover a empatia e a solidariedade. Pelos dados do último boletim estadual, 52 escolas estão servindo de abrigo em suas comunidades.

As equipes pedagógicas também foram orientadas a trabalhar estratégias para mapear a realidade particular de cada estudante. O objetivo é garantir o acesso ao conteúdo das aulas no caso daqueles que não possuem condições para o retorno presencial.

Conforme o panorama do levantamento estadual, atualizado às 18h desta segunda-feira, 789 escolas em 216 municípios foram afetadas de alguma forma pelas chuvas, sendo que 386 encontram-se danificadas.

A Secretaria da Educação (Seduc), por meio das CREs, e a Secretaria de Obras Públicas (SOP) seguem monitorando a situação das escolas estaduais para avaliar os danos causados nos municípios mais atingidos pelas enchentes.


Correio do Povo

Inter pede para a CBF a suspensão de jogos do clube pelos próximos 20 dias

 Clube enviou ofício por meio da Federação Gaúcha de Futebol com pedido para a CBF


Inter enviou um ofício, por meio da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), pedindo a suspensão dos jogos do clube pelos próximos 20 dias no Brasileirão, na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana.

O documento foi encaminhado nesta segunda-feira e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não se manifestou.

O CT Parque Gigante e o estádio Beira-Rio estão alagados desde o último domingo. Os treinos do Inter estão paralisados por tempo indeterminado.

Grêmio e Juventude ainda não realizaram o mesmo movimento sobre o tema.


Correio do Povo

A história se repete

 

Goleiro do Grêmio, Marchesín critica falta de sensibilidade da CBF com situação no RS

 Em publicação nas redes sociais, argentino enalteceu trabalho de voluntários e forças de resgate na luta por salvar vidas



goleiro do Grêmio, Agustin Marchesín, criticou a falta de sensibilidade da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em meio ao avanço das enchentes e a tragédia climática no Rio Grande do Sul.

"É triste ver como a vida continua ‘normalmente’ nos grandes centros do país. O futebol segue como se nada estivesse acontecendo”

Em publicação nas rede sociais, nesta segunda-feira, o argentino avaliou que "a entidade máxima do futebol no Brasil deveria entender que o momento é de foco total em salvar vidas e abrigar as famílias.

Marchesin disse que compreende que a "vida não pode parar", mas "ignorar a dor alheia nessas condições é falta de senso de humanidade e de respeito".

Grêmio não tem previsão para retomar os treinamentos enquanto o CT Luiz Carvalho e a Arena seguem debaixo d'agua.

Correio do Povo

FGF envia ofício à CBF por adiamento dos jogos da dupla Gre-Nal por 20 dias

 Pedido reforça posição do Inter, que já havia requisitado medida



A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) reforçou a posição do Inter, nesta segunda-feira, e pediu o adiamento dos jogos dos times gaúchos. A requisição à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) projetou ao menos 20 dias para que alguma competição seja retomada.

Conforme a FGF, o cenário deve considerar as condições ambientais, estruturais e humanitárias, após as cheias que assolaram o RS, gerando destruição.

O Inter enviou um ofício próprio à CBF, que ainda não havia se manifestado. O CT Parque Gigante e o estádio Beira-Rio estão alagados desde o último domingo. Os treinos do Inter estão paralisados por tempo indeterminado.


Correio do Povo

Governo federal cogita mudar lei para permitir mais saques ao FGTS em calamidades

 Simone Tebet, disse nesta segunda-feira, 6, que o governo poderá propor uma mudança na lei, por 12 meses, para liberar mais saques ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço



A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira, 6, que o governo poderá propor uma mudança na lei para liberar mais saques ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em caso de calamidade.

Ela deu a declaração a jornalistas no Palácio do Planalto depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar um projeto de decreto legislativo que reconhece calamidade no Rio Grande do Sul para acelerar a liberação de recursos federais para o Estado.

"Nada impede que a gente mude a lei dos 12 meses, que só pode sacar uma vez a cada 12 meses, isso pode ser alterado com facilidade em caso específico para calamidade pública. A gente pode mudar a lei", disse a ministra.

Há poucos meses, o Rio Grande do Sul passou por uma outra série de enchentes e parte dos habitantes atingidos sacou o FGTS na época. Como mostrou o Broadcast Político, isso faz com que a cúpula do governo veja os saques ao fundo com poder limitado de aliviar a situação da população local.

"Momentos excepcionais exigem medidas excepcionalizadas, desde que a gente cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal", disse Tebet. Ela deu as declarações ao lado do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Jorge Messias (AGU).

Estadão Conteúdo e Correio do Povo