Desembargador manda prender motorista do Porsche

 Decisão atendeu a um pedido do Ministério Público

O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, que causou a morte de um motorista de aplicativo no mês passado. A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público.

O desembargador João Augusto Garcia justificou que a medida é necessária para garantir a ordem pública, preservar a investigação e evitar a 'reiteração delitiva'. Ele mandou expedir o mandado de prisão com urgência. A fiança que o empresário já pagou não será devolvida.

A decisão alerta para o risco de 'manipulação de provas'. O desembargador afirma que uma das testemunhas mudou a versão após ter contato com o empresário. Também destaca que ele não foi encontrado no hospital onde disse à Polícia que estaria ao deixar o local do acidente.

O histórico do empresário também pesou na decisão. O desembargador destaca que ele havia recuperado a permissão para dirigir dias antes do acidente, após a suspensão do registro por multas de excesso de velocidade.

'Em havendo indicativos de que, mesmo instado por pessoas a não dirigir, por seu estado (indicado ainda pelo frentista Reinaldo, que viu o réu sair cambaleando), fazem crer na possibilidade de reiteração em descumprimento de normas, devendo o poder judiciário estar atento quanto ao resguardo da ordem pública, prevalecendo, nesse momento, o interesse coletivo, em detrimento do individual', diz um trecho da decisão.

COM A PALAVRA, OS CRIMINALISTAS JONAS MARZAGÃO E ELISEU SOARES DE CAMARGO, ADVOGADOS DE DEFESA

A reportagem do Estadão pediu manifestação da defesa de Fernando Sastre. O espaço está aberto.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

PEC pode elevar em R$ 500 milhões verbas de emergência contra desastres, prevê relator

 Estimativa de incremento de R$ 500 milhões com a PEC não inclui as emendas do Senado

Verbas seriam priorizadas aos repasses imediatos às emergências, e não a projetos de prevenção 

O deputado federal Pedro Aihara (PRD-MG) prevê um incremento de pelo menos R$ 500 milhões nas verbas de emergência contra desastres, caso a proposta de emenda à Constituição 44/2023 seja aprovada.

Aihara foi relator da PEC 44 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e, conforme apurou o Broadcast Político, está cotado à relatoria da comissão especial convocada pelo presidente Arthur Lira (PP-AL) nesta sexta-feira, 3.

A comissão foi criada em fevereiro e, conforme determinação de Lira, deve ser instalada no dia 8 de maio, após as recentes tragédias no Rio Grande do Sul.

Segundo relatos à reportagem, o deputado Jorge Goetten (PL-RS) pleiteia a presidência da comissão, e o nome de Ricardo Salles (PL-SP) também é citado para o posto. O presidente da Câmara ainda não designou nenhum dos nomes.

A PEC é de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS) e determina que o Artigo 166 da Constituição passe a prever que 'deverá ser feita, a critério do deputado ou senador, a reserva de 5% do valor disponibilizado às suas emendas, para enfrentamento de catástrofes e emergências naturais, a ser destinado ao respectivo órgão federal competente, que deverá repassar imediatamente no momento do desastre, às respectivas unidades da federação no limite do valor reservado, devendo ser revertido aos parlamentares no quarto ano da Legislatura caso não tenham havido intercorrências que justifiquem a sua utilização'.

A estimativa de incremento de R$ 500 milhões com a PEC não inclui as emendas do Senado. Além disso, ele destaca que a proposta está restrita às emendas individuais impositivas, e que, durante a comissão especial, os membros podem debater a eventual extensão da regra para as demais emendas parlamentares. Segundo ele, essas verbas seriam priorizadas aos repasses imediatos às emergências, e não a projetos de prevenção.

'Há uma dependência das verbas do governo federal para o pronto emprego em caso de desastre', afirmou Aihara ao Broadcast Político.

Ao anunciar a instalação da comissão em sua rede social, Lira escreveu que está 'à disposição para aprovar medidas emergenciais que possam auxiliar o governo e o povo do RS a superarem esse momento difícil e doloroso'.

Com 34 membros efetivos e número igual de suplentes, a comissão analisará o mérito do texto sob o prazo de 40 sessões. Caso seja aprovada, a PEC vai para o plenário e precisa de 308 votos favoráveis dos deputados em dois turnos de votação para seguir ao Senado.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Fotos: veja a galeria de imagens da explosão em posto de Porto Alegre

 Incêndio ocorreu na zona Norte da cidade

Explosão ocorreu no começo da tarde deste sábado 









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Grêmio: Diego Costa ajuda no resgate de pessoas em Eldorado do Sul

 Centroavante fez mutirão com motos náuticas


O centroavante Diego Costa, do Grêmio, ajudou a resgatar pessoas do bairro Itaí, em Eldorado do Sul, nesta sexta-feira à tarde. Vídeos do ato de solidariedade do jogador viralizaram nas redes sociais.

Diego Costa parou com seu carro e perguntou o que as pessoas estavam precisando. Com a resposta de que necessitavam arranjar uma forma de resgatar as vítimas das enchentes, o camisa 19 fez um mutirão com quatro motos náuticas. Ao todo, cerca de 60 pessoas foram salvas.

No início da tarde desta sexta-feira, o Tricolor informou que, por orientação das autoridades, o recebimento das doações nos pontos de coleta do clube estão suspensos.



Correio do Povo

Rochet ajuda a servir almoço para vítimas de enchentes no RS

 Goleiro colorado participou de ações em apoio às vítimas das fortes chuvas

Goleiro colorado participou de ações em apoio às vítimas das fortes chuvas 

goleiro Sergio Rochet, do Inter, participou de uma ação voluntária servindo pratos de comida às vítimas das fortes chuvas que castigam o Rio Grande do Sul. Vídeos do ato de solidariedade do goleiro da seleção uruguaia viralizaram nas redes sociais nesta sexta-feira.

O Inter está recebendo doações no Ginásio de Esportes Gigantinho, localizado no complexo do Beira-Rio, desde esta quinta, quando as chuvas se intensificaram no Estado.

Em vídeo publicado pelo clube na rede social X (antigo Twitter), o volante Thiago Maia aparece puxando um carrinho com cestas básicas, ajudando os voluntários da tragédia. O clube pede a contribuição de itens de higiene e limpeza, alimentos, colchões, roupas de cama, cobertas e ração para animais desabrigados. A elevação do Rio Guaíba, que ultrapassou a marca de 4,3 metros, alagou os centros de treinamento do Inter e do Grêmio. Ambos os clubes deram folga aos seus respectivos elencos.

Na quarta-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou todas as partidas que envolvem clubes gaúchos como mandantes ou visitantes em competições administradas pela entidade até a próxima segunda-feira. O clássico Internacional x Juventude, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil, no Beira-Rio, foi remarcado para 10 de maio. As seguintes partidas da 5ª rodada do Brasileirão, que seriam disputadas neste fim de semana, ainda não tem data definida: Cruzeiro x Internacional, Grêmio x Criciúma e Juventude x Atlético-GO.

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Menino de três anos morre de dengue após ter sido liberado em UPA

 



Uma criança de 3 anos m0reu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo, na noite da última quinta-feira (2/5), após dar entrada no local com sintomas de dengue. Três dias antes, o menino foi liberado pela equipe médica na mesma unidade de saúde. A família acusa a UPA de demora no atendimento e de falha de diagnóstico na primeira consulta. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a avó da criança relatou à polícia que levou o neto à UPA na segunda-feira (29/4), após ele se sentir mal. Na ocasião, o menino foi liberado após ser medicado. O quadro da criança se agravou e ela retornou ao local nessa quinta-feira após um novo mal-estar. Segundo a família, após uma espera de sete horas na UPA, o menino foi atendido, mas não resistiu e m0rreu. A m0rte aconteceu logo depois de ele receber medicamento na veia. Relatório médico sobre a m0rte confirmou o quadro de dengue e detalhou que a criança teve queda do estado geral, hipotensão e parada cardiorrespiratória. Em entrevista à TV Globo, os pais afirmaram que nenhum exame foi realizado na primeira visita à unidade. O diagnóstico de dengue, segundo eles, só ocorreu no segundo atendimento.

Fonte: https://www.youtube.com/post/UgkxeKGqI_5OcECRAbOoQiAceph4DJQBBhGm

RS precisará de uma espécie de “Plano Marshall” para ser reconstruído, diz Eduardo Leite

 Eduardo Leite reforçou que o momento "histórico" exige medidas "absolutamente extraordinárias"

Eduardo Leite reforçou que o momento "histórico" exige medidas "absolutamente extraordinárias" 

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. "A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução", disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.

Leite reforçou que o momento "histórico" exige medidas "absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência", declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.

O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. "Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento", afirmou.

Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo "será muito bem-vinda".

Logo em seguida, Pimenta emendou que "o presidente Lula disse que não há limites orçamentários" para a ajuda do governo federal ao Estado.

Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. "Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil", escreveu, na rede social.


O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. "Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes", afirmou, agradecendo o apoio "de cada servidor", bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Alívio e desalento: moradores das Ilhas são resgatados e levados para Orla do rio Guaíba

 Força-tarefa coordenada pela Defesa Civil contou com um grande número de voluntários

Força-tarefa coordenada pela Defesa Civil contou com um grande número de voluntários 

Joice Pinheiro acordou debaixo d'água. Moradora do arquipélago das ilhas, estava acostumada a cada grande chuva ver sua casa sendo inundada. Mas quando a água começou a avançar, ainda na segunda-feira, ela não imaginava que dias depois teria que correr, junto do marido, para o único lugar onde o rio não conseguiu chegar: o telhado. A operadora de caixa e o marido foram resgatados pela força-tarefa que está trazendo os desabrigados do arquipélago e de municípios vizinhos, como Guaíba e Eldorado do Sul, até Orla.

Coordenado pela Defesa Civil, o grupo que vem realizando os resgates é múltiplo, dos bombeiros à polícia civil. Ao longo de todo o sábado, inúmeras viagens foram feitas na busca por vítimas. O trajeto de travessia do rio Guaíba, contando de ida e volta, leva em torno de 1h30min, e a forte correnteza não facilita o trabalho. Embarcações maiores, como barcos, são utilizadas para trazer o máximo de moradores possíveis. Já os jet-skis, tanto aqueles de responsabilidade do poder público quanto o de voluntários que se disponibilizaram, auxiliam, principalmente nos lugares onde o acesso por barco é mais difícil.

Joice desembarcou na Orla, só com a roupa do corpo, ainda pela manhã, mas segue no local esperando a chegada dos irmãos. Irá se abrigar na casa de familiares, mas não deixou a Orla até ter certeza da chegada do restante da família – o irmão, morador da Ilha do Pavão, e as irmãs, que residem em Eldorado do Sul. Apesar disso, não tinha quaisquer notícias deles desde sexta-feira.

Ela não é a única que, após resgatada, segue no local esperando amigos ou familiares, o medo é de acabar ficando em abrigos separados, longe um do outro. Apesar de sempre cheia, a Orla do rio Guaíba, neste sábado, está especialmente lotada, tal qual um dia de sol. Oficiais, voluntários e resgatados se misturam aos curiosos, que parecem não se importar em observar, de perto, o desespero alheio.

Tales Faller também esperava. Não conseguiu convencer os avós a deixarem a casa antes, e veio sozinho para Porto Alegre, ainda na quinta-feira, onde felizmente tem um apartamento. Ainda pela manhã, foi para Orla na esperança de que os avós – e o cachorro Mentira – fossem resgatados. E foram. "Eu fiquei desde a madrugada esperando eles. Acontece que (os salva-vidas) não estão conseguindo chegar nos lugares", contou. Seu avô, Flávio Garcia, mora há mais de 50 anos nas ilhas e foi categórico ao comentar que nunca viu cenário igual na região onde cresceu e formou família.

"Como o pessoal da ilha já é acostumado, nunca acredita que vai encher tudo isso. A maioria dos que ficam lá, (é porque) tem medo de perder as coisas e ficam até o limite. Mas a gente nunca sabe quando vai ser o limite", afirmou Tales.

Na Orla, três tendas estão armadas nos espaços onde a água ainda não invadiu: uma de primeiros-socorros, onde os moradores que vão chegando são direcionados para terem os sinais aferidos e o auxílio médico caso necessário; as outras armações abrigam as inúmeras doações que não param de chegar. Voluntários atendem os recém socorridos, disponibilizando kits de higiene e roupas, além de comida. Em uma desordem ordenada, tentam atender às necessidades mais urgentes.

Em outra ponta, próximo ao desembarque, outro grupo de voluntários organizava a comida: reunia sanduíches, água, café, bolachas e frutas para alimentar tanto os moradores que iam chegando, quanto quem trabalhava. As equipes iam se revezando ao longo do dia para garantir que nenhuma vítima, oficial ou voluntário passe fome ou sede. Enquanto isso, um ônibus aguardava para fazer o transporte dos moradores para os abrigos espalhados pela cidade.

Entre as movimentações incessantes, os moradores que iam chegando também ajudavam como podiam. Com muita dificuldade – em função da ausência de rede – se comunicavam com os muitos que ainda permanecem esperando ajuda, empoleirados em telhados e árvores, e transmitiam a localização para os encarregados de fazer os resgates.

Chuva é sinal de desespero

É no olhar desesperançoso e assustado das crianças que o terror que o Rio Grande do Sul vem enfrentando se projeta. Isabeli Lima, de 5 anos, se agarra às pernas da mãe, Janaína Lima, em qualquer sinal de chuva. A pequena desenvolveu um pavor e, agora, não consegue mais ficar sozinha. As duas, junto da outra filha de Janaína, Maria Clara, 7, deixaram a casa onde moravam ainda sexta-feira, no último ônibus (do Exército) que conseguiu sair das ilhas. A família reencontrou Cristiano Janhann, marido de Janaína, hoje. Na Orla, ela ansiava pela chegada da mãe e das irmãs para que juntos pudessem ir para um abrigo.

  | Foto: Flávia Simões / Especial / CP

Durante os poucos segundos em que se permitiu perder um pouco da firmeza necessária para cuidar das filhas, Janaína chorou. Se desesperou ao pensar num futuro: autônoma, perdeu tudo que tinha em casa, inclusive os freezers que utilizava no seu negócio de peixe frito. Agora, se questiona de onde virá a renda para cuidar das filhas.

O mesmo olhar de desalento no rosto de Isabeli e Maria Clara pode ser visto nas outras tantas crianças que chegam na Orla. Três irmãs – que apesar da pouca idade, já viveram o suficiente para adquirir pavor de andar de barco – foram socorridas pela tia durante a tarde. A irmã mandou as filhas para que ficassem seguras, sob tutela da tia, mas permaneceu lá, ao lado do marido, esperando resgate. A tia se esforçava para acalmar e prover aconchego às três sobrinhas, e uma delas comemorou: "ganhei duas meias quentinhas".

Além das pessoas, a força-tarefa também tem resgatado dezenas de animais, tanto aqueles que vêm junto dos seus donos, quanto os demais resgatados. Uma série de voluntários trata das necessidades iniciais dos bichanos, seja comida ou uma forma de esquentá-los. E, aqueles que não tem tutor são direcionados para um espaço improvisado, onde são cuidados por demais voluntários.

Abraçado em uma caixa de transporte rosa, José Valdir Tena atravessou a pé o trecho, agora debaixo d'água, entre a rua Riachuelo e a Orla do rio Guaíba. Morador das ilhas, conseguiu sair de casa na sexta-feira, quando foi resgatado, de barco, por um amigo. Com a trégua da chuva neste sábado, fez questão de voltar para salvar o seu gato. "Quase não consegui", disse aliviado, com o animal assustado entre os seus braços.

Maria Lidiane Costa, infelizmente, não teve a mesma sorte. A técnica de enfermagem precisou segurar o choro ao contar que não conseguiu trazer seus gatos. Resgatada durante a tarde, narrou o pavor de ver as casas irem afundando. A ajuda por helicóptero até chegou antes, na sexta-feira, mas não conseguiu alcançar os moradores em função da força provocada pelas hélices, que ameaçavam desabar as casas ao redor. Apesar de, assim como os demais, ter saído só com roupa do corpo, Maria conseguiu que a filha fosse levada ainda ontem para um lugar seguro. "O importante era a vida dela", disse. Enquanto aguardava outras duas amigas que ainda estavam na Ilha da Pintada, ela cobrou mais atenção aos outros tantos moradores que seguem esperando para serem resgatados.

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Mapa mostra zonas de risco de enchente em Porto Alegre e região Metropolitana

 Serviço é atualizado pela Defesa Civil do RS

Água invadiu as ruas do Centro Histórico ainda na sexta-feira 

Uma mapa interativo divulgado pela Defesa Civil do Estado mostra as regiões com risco de enchente em Porto Alegre e região Metropolitana.


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Mapa on-line mostra rodovias bloqueadas no RS

 Sistema é alimentado pelos órgãos estaduais e federais

Através do mapa é possível ver quais rodovias estão bloqueadas no RS 

Através de um link do google é possível ver quais as rodovias gaúchas estão bloqueadas por conta das enchentes no Rio Grande do Sul. As informações são atualizadas pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar, auxiliado pelo Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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