O que você acrescentaria a esta lista?
#GovernoLula #Brasil #Política #Corrupção #Economia #Desigualdade #Ineficiência #Escândalos #Administração
Fonte: https://www.instagram.com/p/C5KGYXENjuJ/?igsh=cGszc2VmY3oxb2Ji
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
O que você acrescentaria a esta lista?
#GovernoLula #Brasil #Política #Corrupção #Economia #Desigualdade #Ineficiência #Escândalos #Administração
Fonte: https://www.instagram.com/p/C5KGYXENjuJ/?igsh=cGszc2VmY3oxb2Ji
Quatro membros da segurança ficaram feridos, em meio a disparos próximos a antigo palácio de governo
Os grupos criminosos que controlam grande parte da capital haitiana, Porto Príncipe, lançaram nesta segunda-feira um ataque no centro da cidade, onde enfrentaram a polícia. Os disparos ocorreram na área do Campo de Marte, grande parque público próximo ao Palácio Nacional, antiga residência presidencial haitiana. Quatro policiais ficaram feridos, segundo o Miami Herald.
Desde o fim de fevereiro, grupos atacam pontos estratégicos de Porto Príncipe, como delegacias, prisões, o aeroporto e o porto, em uma disputa com o primeiro-ministro, Ariel Henry, muito questionado devido ao aumento da violência e por ter chegado ao poder sem se submeter ao voto popular. No mês passado, Henry anunciou que iria entregar o poder a um conselho presidencial de transição.
Três semanas depois, o país ainda aguarda a nomeação desse conselho de nove membros, cuja criação foi supervisionada pela Comunidade do Caribe (Caricom). Em comunicado, Henry explica que não pôde nomear o conselho presidencial porque a Constituição haitiana não prevê a sua existência, motivo pelo qual o governo pediu ao presidente interino da Caricom o envio de um rascunho de decreto para criar o conselho.
Recebido pelo atual conselho de ministros, o documento foi enviado a juristas para a sua revisão.
AFP e Correio do Povo
Moeda ensaiou uma queda, mas terminou a sessão desta segunda-feira em alta de 0,87%
O dólar à vista iniciou a semana em forte alta no mercado doméstico de câmbio, acompanhando a onda de valorização da moeda norte-americana no exterior, em meio a uma escalada das taxas dos Treasuries. Com máxima a R$ 5,0705 no início da tarde, o dólar terminou a sessão desta segunda-feira em alta de 0,87%, cotado R$ 5,0591 - maior nível de fechamento desde 13 de outubro do ano passado (R$ 5,0885).
Após encerrar o primeiro trimestre com ganhos de 3,34%, já acima da barreira técnica e psicológica de R$ 5,00, o dólar até ensaiou uma queda na abertura dos negócios com dados positivos na China e valorização do minério de ferro. Mas a moeda trocou de sinal rapidamente e, com altas sucessivas, ultrapassou a faixa de R$ 5,05 por volta das 11 horas, em sintonia com o exterior. Dados fortes da indústria dos Estados Unidos divulgados nesta segunda-feira, somados à fala cautelosa do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, na última sexta-feira, 29, lançam dúvidas sobre a magnitude de eventual ciclo de cortes de juros neste ano nos EUA.
O real amargou o pior desempenho entre seus pares latino-americanos. Na comparação com as divisas emergentes e de exportadores de commodities mais relevantes, a moeda brasileira sofreu menos apenas que a coroa norueguesa e o florim húngaro.
"Saíram números de atividade mais fortes nos EUA e a inflação por lá ainda está resiliente. Aqui, o panorama técnico é ruim já faz algum tempo, com a maioria dos fundos ainda muito 'vendidos' em dólar. O real já tem desempenho pior que o do peso mexicano faz algum tempo e hoje tem essa perda mais forte", afirma o head da Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, ressaltando que o México oferece aos investidores taxa de juros similar a do Brasil, mas tem dívida pública bem inferior em relação ao PIB.
Divulgado no fim da manhã, o PMI industrial dos Estados Unidos elaborado pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) subiu de 47,8 em fevereiro para 50,3 em março, acima da previsão de analistas (48,5). Com leitura acima de 50, o indicador passou a espelhar expansão da atividade pela primeira vez desde setembro de 2022. As atenções se voltam agora para a divulgação de dados do mercado de trabalho nos EUA nos próximos dias, com destaque para o relatório oficial de emprego (payroll) de março, na sexta-feira, 5.
O sócio e diretor de gestão da Azimut Brasil Wealth Management, Leonardo Monoli, afirma que, em razão da força da atividade nos EUA, as apostas em torno da magnitude de corte de juros pelo Fed neste ano se reduzem, o que leva a abertura da curva de juros nos EUA e ao fortalecimento do dólar.
"Já tem menos de 75 pontos-base de cortes precificados para este ano. Trata-se de um ambiente que começa a apresentar um desvio bem maior do cenário central projetado pelo mercado na virada do ano, quando havia alocação de risco diante da espera de movimento mais forte de cortes pelo Fed", afirma Monoli. "Com a economia dos EUA ainda aquecida, o risco de cauda de não haver cortes neste ano começa a ganhar mais peso. Vai surgindo um ambiente mais desafiador pela frente, principalmente para países emergentes"
Correio do Povo
Locais podem ter desabastecimento temporário de água
O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) reprogramou diversos serviços no abastecimento de água, em Porto Alegre, para o mês de abril. Além da retomada e finalização dos serviços no Quadrilátero Central, estão previstas substituição de redes e de bombeamentos e melhorias que o órgão está realizando nas Estações de Tratamento de Água (ETAs) e Estações de Bombeamento de Água Bruta (Ebabs) para migrar para o sistema de energia limpa.
A normalização no abastecimento está prevista para a noite de terça ou madrugada de quarta nas áreas mais altas e pontas de rede.
A normalização no abastecimento deverá ocorrer na noite de sexta ou madrugada de sábado nas áreas mais altas e pontas de rede.
A normalização no abastecimento deverá ocorrer na noite de segunda ou madrugada de terça nas áreas mais altas e pontas de rede.
Correio do Povo
Lou Conter era um oficial de 20 anos quando ajudou a resgatar seus colegas da Marinha em 7 de dezembro de 1941
Lou Conter, o último sobrevivente do USS Arizona, o encouraçado que afundou depois do ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, faleceu aos 102 anos, informou, nesta segunda-feira, a instituição de caridade que homenageia as vítimas do bombardeio. Conter era um oficial de 20 anos quando ajudou a resgatar seus colegas da Marinha em 7 de dezembro de 1941, depois que a frota dos Estados Unidos no Pacífico foi alvo do ataque surpresa. O bombardeio, que empurrou os Estados Unidos para a Segunda Guerra Mundial, danificou ou destruiu a maior parte da frota na base naval do Havaí e matou mais de 2.000 americanos.
Mais de 1.100 pessoas a bordo do USS Arizona faleceram. Muitos dos corpos ainda estão dentro da embarcação afundada. 'Esta é uma perda comovente', disse Aileen Utterdyke, presidente e diretora-executiva da Pacific Historic Parks, a organização sem fins lucrativos que homenageia os mortos no ataque.'Lou Conter personificou o que significava pertencer à Geração Grandiosa, americanos cujo valor coletivo, conquistas e sacrifícios salvaram o nosso país da tirania', acrescentou.
'Ele teve uma carreira exemplar na Marinha e foi firme em implorar às escolas, aos pais e aos americanos comuns que sempre se lembrassem de Pearl Harbor', concluiu. A Pacific Historic Parks detalhou em sua página no Facebook que Conter faleceu nesta segunda-feira em sua residência em Grass Valley, Califórnia, acompanhado por sua família.
Conter se tornou piloto na Segunda Guerra Mundial e foi derrubado duas vezes, inclusive em frente à costa de Nova Guiné, onde ele e sua tripulação desembarcaram em águas infestadas de tubarões. Como oficial de inteligência, voou em missões de combate na Coreia e criou o primeiro programa SERE (Sobrevivência, Evasão, Resistência e Extração) da Marinha, que ensina a sobreviver e 'retornar com honra' em cenários de sobrevivência. Foi assessor militar dos presidentes Dwight D. Eisenhower, John F. Kennedy e Lyndon B. Johnson.
AFP e Correio do Povo
Nos Jogos Paralímpicos, valores são 56,25% maiores que o de Tóquio-2020, enquanto que na Olimpíada o aumento é de 40%
A cinco meses do início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris-2024, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulgou a premiação que será dada aos brasileiros medalhistas no evento. A distribuição de valores será feita de acordo com a cor da medalha e ainda prevê faixas diferentes de recompensa para modalidades individuais e coletivas.
Os medalhistas de ouro em provas individuais receberão R$ 250 mil por medalha, enquanto a prata renderá R$ 100 mil cada e o bronze, R$ 50 mil. Já as modalidades coletivas valerão um prêmio de R$ 125 mil por atleta. Já a prata, neste caso, será bonificada com R$ 50 mil e o bronze, com R$ 25 mil. Os valores representam um aumento de 56,25% nas gratificações recebidas pelos atletas que atingiram os mesmos feitos nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.
Para Paris, o CPB tem a expectativa de convocar cerca de 250 atletas. A delegação brasileira, até o momento, assegurou sua participação nas seguintes modalidades, com 150 atletas: atletismo, natação, vôlei sentado (masculino e feminino), goalball (masculino e feminino), futebol de cegos, ciclismo, hipismo, canoagem, remo, taekwondo, tiro esportivo, tiro com arco, bocha e tênis de mesa. A convocação final será feita em três partes: duas em junho e uma em julho. Na última edição, em Tóquio-2020, o Brasil fez a sua melhor campanha com 72 medalhas no total.
Medalhas paralímpicas dos Jogos de Paris-2024 estarão em disputa a partir de agosto | Foto: Paris 2024 / Divulgação / CP
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) já havia definido no ano passado as premiações para os medalhistas dos Jogos Olímpicos de Paris. Os valores estão cerca de 40% mais altos se comparados ao último ano olímpico. Os atletas que levarem o ouro em provas individuais receberão R$ 350 mil por medalha, a prata renderá R$ 210 mil cada, enquanto o bronze valerá R$ 140 mil. Já nos esportes em grupo, o ouro receberá R$ 700 mil, a prata R$ 420 mil e o bronze R$ 280 mil. Nos esportes coletivos, o ouro renderá R$ 1,05 milhão, enquanto a prata R$ 630 mil e o bronze R$ 420 mil. Nas categorias em grupo e coletiva, os valores serão divididos entre os medalhistas de maneira igualitária, independentemente de serem titulares ou reservas.
Na Olimpíada, esportes coletivos são as práticas que envolvem um time, como o futebol e o vôlei, por exemplo. Já os esportes em grupos, são aqueles com até duas pessoas como a natação medley.
O Brasil subiu ao pódio 21 vezes nos Jogos de Tóquio-2020. Ao todo, foram sete de ouro, seis de prata e oito de bronze, finalizando na 12ª posição no quadro de medalhas.
Correio do Povo
Placar está em seis a zero para derrubar a interpretação que permita uma intervenção militar sobre os Poderes da República
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, Edson Fachin e André Mendonça votaram nesta segunda-feira contra qualquer interpretação que permita uma intervenção das Forças Armadas sobre os Poderes da República ou que as classifiquem como um 'poder moderador' durante crises institucionais. Com isso, a Corte formou maioria para invalidar a tese.
O placar está em seis a zero para derrubar a interpretação do 'poder moderador' das Forças Armadas. Além de Fachin e Mendonça, os ministros Flávio Dino e Luís Roberto Barroso acompanharam o relator, ministro Luiz Fux. Ainda restam os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques. O julgamento será encerrado na próxima segunda-feira.
A ação julgada do STF foi apresentada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) em 2020. O partido questionou o Supremo sobre interpretações do artigo 142 da Constituição Federal, que trata das Forças Armadas. Bolsonaristas frequentemente utilizam o trecho para defender uma intervenção militar 'dentro da legalidade'.
O julgamento começou na última sexta-feira com Fux afirmando, em seu voto que a Constituição não encoraja ruptura democrática. O ministro também afirmou que a interpretação do artigo 142 da Constituição deve ser feita considerando todo o sistema legal brasileiro, especialmente no que diz respeito à separação dos Poderes. Fux também lembrou que as Forças Armadas não são um Poder, mas sim uma instituição à disposição deles.
'Qualquer instituição que pretenda tomar o poder, seja qual for a intenção declarada, fora da democracia representativa ou mediante seu gradual desfazimento interno, age contra o texto e o espírito da Constituição', disse o ministro em seu voto, acrescentando ser urgente 'constranger interpretações perigosas que permitam a deturpação do texto constitucional e de seus pilares e ameacem o Estado Democrático de Direito'.
Em voto contra 'poder moderador', Gilmar diz que STF reafirma o que 'deveria ser óbvio'
No seu voto, Gilmar Mendes afirmou que via com 'perplexidade' a necessidade do STF em 'afastar certas pretensões que seriam consideradas esdrúxulas na vasta maioria das democracias constitucionais'. Segundo o magistrado, o Supremo está reafirmando que a 'Constituição não admite soluções de força'.
'Diante de tudo o que temos observado nesses últimos anos, todavia, faz-se necessária a intervenção do Supremo Tribunal Federal para reafirmar o que deveria ser óbvio: o silogismo de que a nossa Constituição não admite soluções de força', pontuou o ministro.
Gilmar também declarou que as manifestações bolsonaristas que pedem uma intervenção militar por meio do artigo 142 da Constiuição são um desdobramento de um processo de protagonismo político das cúpulas militares no País.
'De 2013 em diante, contudo, tem se observado um paulatino processo de reintrodução do protagonismo político das altas cúpulas militares, em nítida reedição de práticas cuja incompatibilidade com a Constituição hoje nós podemos perceber com inequívoca clareza', afirmou.
Em voto, Dino chamou ditadura de 'período abominável'
No domingo, 31, data em que o Golpe Militar de 1964 completou 60 anos, Dino votou contra o 'poder moderador' das Forças Armadas, afirmando que não existe um 'poder militar'. 'O poder é apenas civil, constituído por três ramos ungidos pela soberania popular, direta ou indiretamente. A tais poderes constitucionais, a função militar é subalterna', destacou.
Dino também usou o seu voto para criticar a ditadura militar (1964-1985), período que ele chamou de 'abominável'. 'O Estado de Direito foi destroçado pelo uso ilegítimo da força', pontuou. 'São páginas, em larga medida, superadas na nossa história. Contudo, ainda subsistem ecos desse passado que teima em não passar, o que prova que não é tão passado como aparenta ser', completou.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo