Governador planta mudas de oliveira no Palácio das Hortênsias, na Serra gaúcha

 Residência oficial de verão de Eduardo Leite recebe primeiros exemplares da cultura das mãos do presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes


O Palácio das Hortênsias, residência oficial de verão do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, em Canela, recebeu as primeiras mudas de oliveiras neste final de semana. O feito foi possível pelas mãos do presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Renato Fernandes, e, segundo o dirigente, atendeu a pedido do próprio chefe do Executivo estadual. “A ideia partiu do governador, que é um entusiasta da olivicultura e dos premiados azeites gaúchos”, contou Fernandes.

O feito antecede a 12ª Abertura da Colheita da Oliva do Rio Grande do Sul, que ocorrerá no próximo dia 16, a partir das 9h30min, na sede do Parque Olivas de Gramado. “Plantar as mudas na Serra é um resgate da cultura, que está na região desde 1750, quando os portugueses lá chegaram e construíram uma capela em homenagem a nossa senhora das oliveiras”, diz Fernandes.


Correio do Povo

Mauro Cid é convocado para depor sobre acusação de golpe de Estado

 


A Polícia Federal decidiu convocar o Mauro Cid para depor sobre a alegada tentativa de golpe de Estado. Os investigadores vão cobrar do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro mais informações e detalhes sobre a trama, sobre a qual não falou no acordo de delação premiada em setembro de 2023. A PF poderá cancelar o acordo que permitiu a saída do tenente-coronel do batalhão onde ficou preso. Alan Ghani e Roberto Motta comentam. #OsPingosNosIs

OAB pede ao STF direito de comunicação entre defesa e alvos da Operação

 


A Ordem dos Advogados do Brasil acionou o Supremo Tribunal Federal nesta sexta (09) para pedir que o direito de comunicação entre a defesa e os alvos da Operação Tempus Veritatis, que foi realizada nesta quinta (08) e teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados. O inquérito determinou a proibição do contato. José Maria Trindade, Alan Ghani e Roberto Motta comentam. #OsPingosNosIs

Brasil chega a 62 mortes e 408 mil casos prováveis de dengue

 Em relação a 2023, número de vítimas é praticamente igual enquanto casos triplicaram

Média nacional aponta 201 casos de dengue por 100 mil habitantes 

O número de casos prováveis de dengue no Brasil em 2024 chegou a 408 mil, segundo atualização de sexta-feira, 9, no Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde. Já o número de vítimas confirmadas da doença é de 62, enquanto outras 279 mortes suspeitas estão sendo investigadas. A média nacional aponta 201 casos de dengue por 100 mil habitantes. Mas, em alguns estados, esse coeficiente é bem maior.

O Distrito Federal, por exemplo, registra mais de 1.700 casos por 100 mil habitantes. Na sequência proporcional de casos, aparecem Minas Gerais, Acre, Paraná e Goiás. Em número absoluto, Minas Gerais lidera, com mais de 143 mil pessoas registradas com dengue, seguido por São Paulo, Distrito Federal e Paraná. Na outra ponta, com menos casos, aparecem dois estados do Nordeste: Piauí e Paraíba. As mulheres são as mais afetadas, com 55% dos registros, contra 45% dos homens.

O número de mortes, 62, praticamente não aumentou comparando as primeiras cinco semanas deste ano com o mesmo período do ano passado, quando a dengue matou 61 pessoas. Já o número de casos graves mais do que triplicou. Nas cinco semanas deste ano, foram quase 4.600 casos, contra 1.355 registros, no mesmo período, em 2023. (Com agência Brasil)

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Vanazzi anuncia força-tarefa e estuda decreto de emergência para combater a dengue em São Leopoldo

 Número de casos confirmados, só neste ano, que já chega a 132, índice que já supera a soma de todo o ano passado

Os bairros com maior incidência para a doença são Vicentina e São José 

Diante do crescente número de casos confirmados para a dengue em São Leopoldo, só neste ano, que já chega a 132 positivados, índice que já supera a soma de todo o ano passado (113), o prefeito Ary Vanazzi anunciou a criação de uma força-tarefa envolvendo diversas secretarias da Administração no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre Chikungunya.

Ele também aguarda parecer técnico para decretação de Estado de Emergência por conta da proliferação da doença. Além disso, serão criados um protocolo e um fluxo específico de atendimento para casos suspeitos nas unidades. Fora os positivados, outros 63 estão em investigação e aguardam resultado de exames. Os bairros com maior incidência são Vicentina e São José.

Vanazzi não descarta o decreto de um Estado de Emergência para possibilitar a contratação emergencial de novos agentes. “A Procuradoria-Geral do Município junto com o pessoal técnico da saúde está verificando essa situação que agilizaria nossas ações. Enquanto isso, um carro de som está alertando e orientando a população. Vamos intensificar o enfrentamento com uma operação envolvendo as Secretarias de Mobilidade e Serviços Urbanos, Orçamento Participativo, Saúde e de Comunicação, recolher materiais, fiscalizar, mobilizar a comunidade e chamar a população nesse esforço conjunto. A colaboração dos moradores é fundamental”, reforçou o prefeito.

Entre as medidas, está a capacitação com médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) visando um novo protocolo de atendimento que agilize diagnóstico clínico da doença, além de todo o trabalho das equipes nos locais com maior incidência. A compra de testes rápidos é uma das ações em discussão para um maior controle.

Também serão liberadas horas-extras para profissionais ligados ao combate e tratamento da doença. As unidades básicas seguem como referência de atendimento. As UBS´s Cohab Feitoria e Brás atendem até as 20 horas. Centro de Saúde Feitoria, Upa Zona Norte e Hospital Centenário ficam abertos 24 horas.

A Secretaria de Assistência Social está responsável por fazer um levantamento das famílias vinculadas ao Bolsa Família para receberem repelentes de forma gratuita. O produto é entregue atualmente em locais com casos confirmados. Mutirões para recolhimento de materiais e recipientes que acumulam água serão intensificados na cidade, pois a ação mais importante feita pelos agentes é a eliminação dos criadouros.

Diariamente pontos estratégicos como borracharias, ferros-velhos, floriculturas e cemitérios são vistoriados. Nos locais onde há casos confirmados, ou até suspeitos, a Prefeitura realiza ações de orientação e eliminação mecânica de criadouros, a chamada ação de bloqueio. Denúncias de água parada devem ser feitas para a Ouvidoria Geral pelo telefone 156.

Correio do Povo

Falta de chuva põe safra gaúcha de soja “no limite”

 Baixo volume e irregularidade de precipitações há mais de 20 dias alteram perspectiva inicial de colheita cheia e preocupam produtor


Depois de enfrentar o excesso de chuva nos meses de setembro, outubro e novembro de 2023 e adiar a semeadura das lavouras de soja, os agricultores gaúchos deparam-se com um novo desafio: a falta de chuva. Com 33% das plantações em germinação e 44% em floração, segundo último Informativo Conjuntural da Emater-RS/Ascar, a produção da oleaginosa encontra-se em um momento decisivo frente a quase 30 dias sem precipitações significativas e uniformes.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja RS), Ireneu Orth, a expectativa é que não mais a safra gaúcha do grão, neste ano, ultrapasse os 20 milhões de toneladas. “Tem lugares que faz 24 ou 25 dias que não chove, onde a soja está perdendo o vigor, está secando e não vai formar grão”, relata. Entre eles, estão municípios da região das Missões, como São Luiz Gonzaga e São Borja, e do Salto do Jacuí, como Alto Alegre. Já o contrário, relata Orth, foi visto, nas áreas de em Passo Fundo e Erechim.

"Se chover onde está seco, em vez de colher 50 ou 60 sacas por hectare, o produtor vai colher 34 sacas por hectare”, diz Ireneu Orth.

O primeiro levantamento da Emater/RS-Ascar para a safra 2023/2024 de soja no Estado aponta para 22,4 milhões de toneladas e produtividade média de 55 sacos por hectare (3.327 quilos/hectare) em 6,74 milhões de hectares semeados. Já o boletim da RTC/CCGL, divulgado em janeiro, indicava mais de 23 milhões de toneladas. Mas o primeiro vice-presidente e coordenador da comissão de Grãos da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Elmar Konrad, afirma que a safra gaúcha da oleaginosa está “no limite”.

“Precisamos de chuvas urgentes para compensar a deficiência hídrica que vivemos desde janeiro, pois ainda existe um potencial de recuperação bom. Mas, para isso, as precipitações precisam ocorrer até a segunda quinzena de fevereiro”, condiciona Konrad.

As lavouras semeadas no tarde devem ser as mais prejudicadas, mesmo que não resultem em 24 sacos/hectare de 2021/22. “Ou 36 sacas/hectare de 2022/2023, quando nossos custos foram 45% maiores e o preço da soja caiu de R$ 170/saca para R$ 125/saca”, lembra Konrad.

Perda média de 15% na região Noroeste

Na região de abrangência da C.Vale de Catuípe, ao Noroeste do Estado, a média de perda nas lavouras de soja é de 15% devido à falta de chuva. A estimativa leva em conta os 60 mil hectares da cooperativa, que também abrange plantações de Ijuí, Ajuricaba, Santo Augusto, Independência, Chiapetta, Três de Maio, Santo Ângelo e Giruá. “Temos lugares que estão há 26 dias sem chuva. Nessas áreas, a quebra já é considerada bem significativa. Há quem fale em algo próximo de 30%”, revela o gerente da unidade, Jones Antônio Dacanal.

O período seco prolongado e irregular atinge pequenos, médios e grandes agricultores da região. Com apenas 1,5 mil hectares irrigados na área de abrangência da cooperativa, a expectativa é que a chuva volte a cair nesta semana. Mesmo assim, os rendimentos devem ser variáveis. “Muitos colherão a safra cheia, mas outros vão colher a média de 45 sacos por hectare e outros 65 sacos/hectare”, estima Dacanal.

A preocupação, de acordo com o gerente, está na descapitalização do sojicultor, que, há dois anos, colhe uma média pouco maior de 20 sacas de soja por hectare devido à estiagem. “A produção de trigo (de 2023) foi bem complicada com o excesso de chuva, com a perda de qualidade dos grãos e a com a redução nos preços de comercialização”, argumenta.

Dacanal cita ainda o desafio maior dos que plantaram o milho no cedo – para cultivar a soja na sequência -, e enfrentaram condições climáticas bastante desfavoráveis na primavera do ano passado, amargando altos percentuais de quebra na safra do cereal. “Com excesso de chuva e tempo nublado na floração, houve quebra de produtividade bem significativa no milho por causa de doenças e por causa da cigarrinha”, lamenta.

Emater já indica escassez hídrica em algumas regiões

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar da última semana relata problemas com a escassez hídrica nas lavouras de soja em várias regionais. “Em regiões onde não choveu o suficiente, há sinais de estresse hídrico, que pode afetar o potencial produtivo. As plantas exibem sintomas de murchamento, expondo a face inferior das folhas em direção aos raios solares, que causa queimaduras nessas partes”, detalha o boletim. Nas áreas mais afetadas, os técnicos também observam início do processo de desprendimento das folhas mais baixas, com rápido amarelecimento.

O sinal vermelho com relação à falta de chuva foi indicado especialmente nas regiões de Ijuí, Santa Rosa, Pelotas, Frederico Westphalen e na Fronteira Oeste, onde também é grande a preocupação com a ferrugem asiática. “O período seco prolongado – 20 dias – tem provocado sintomas de estresse hídrico nas lavouras, como murchamento de folhas nas horas mais quentes do dia e abortamento de flores”, aponta a Emater/RS-Ascar sobre as plantações da região fronteiriça.

Em contrapartida, nas áreas que receberam volumes pluviométricos mais significativos ou intermediários, a situação é satisfatória, como nas regionais de de Caxias do Sul, Santa Maria, Erechim e Soledade: “as plantas evoluem para a fase de formação de vagens e permanecem emitindo brotações, caracterizando hábito de crescimento indeterminado. A estatura está em conformidade com a fase fenológica, o que sugere resultados alinhados às projeções”, aponta o boletim.


Correio do Povo

Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza, morre aos 97 anos

 


Morreu, na madrugada desta segunda-feira (12), Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza. Luiza tinha 97 anos e morreu de causas naturais. O velório acontece na cidade de Franca, no interior de São Paulo, e o enterro está previso para às 16h desta segunda.


Defesa de Bolsonaro diz que ele jamais compactuou com golpe

 


Homem é preso ao tentar vender violino furtado de 100 anos para o próprio dono

 Suspeito alegou que havia comprado instrumento na Cracolândia

Um homem de 40 anos foi preso em flagrante quando tentava vender um violino furtado, avaliado em R$ 20 mil, para seu próprio dono, na quinta-feira, 8, na região central de São Paulo. O instrumento, fabricado há mais de 100 anos, tinha sido levado por ladrões em outubro de 2023, quando o dono, um músico de Itapetininga, no interior de São Paulo, tinha se apresentado em um clube da zona norte da capital. Ao ser abordado por policiais civis, o suspeito alegou que havia comprado o violino na região da Cracolândia, no centro da capital.

O instrumento era um legado de família e, após denunciar o furto à Polícia Civil, o dono passou a monitorar em sites de comércio eletrônico. Ele acabou localizando o violino em um site de vendas. O morador de Itapetininga fez contato com o vendedor, se dispôs a pagar o valor pedido e marcou um encontro com o detentor do instrumento na Estação da Luz, na Alameda Cleveland, na capital.

Conforme a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a vítima acionou a equipe do 13.º Distrito Policial, onde o furto do violino era investigado. Os investigadores foram até o local e encontraram o suspeito com o objeto, que estava no mesmo estojo de quando foi furtado. O violino foi reconhecido pelo proprietário.

Questionado, o homem disse que havia comprado o instrumento sem saber do furto. Conduzido à delegacia, ele foi autuado por receptação.

Inicialmente, o delegado fixou fiança de R$ 1,4 mil que, sendo paga, possibilitaria que o suspeito respondesse em liberdade pela acusação. Mas, conforme a SSP, ao ser pesquisada a identificação fornecida pelo suspeito, foi verificado que ele fornecera o nome de outra pessoa, sem antecedentes criminais.

Ele mesmo era procurado pela Justiça, por isso permaneceu preso. Ainda segundo a SSP, o caso foi registrado como receptação, falsificação ideológica e captura de procurado no 13.º Distrito Policial.

Até a tarde deste domingo, 11, o acusado não havia constituído advogado no processo, o que impediu a reportagem de ouvir sua defesa. O espaço permanece aberto.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Inter vence o São José por 1 a 0 e assume liderança no Gauchão

 Em jogo de pouco futebol e técnicos expulsos, Colorado ganhou com gol de pênalti marcado por De Pena


O Inter venceu o São José por 1 a 0 no Passo D’Areia neste domingo, 11. De Pena marcou de pênalti na segunda etapa e garantiu os três pontos. Com o resultado, o Inter assume a liderança da competição, com 16 pontos.

Em campo, as duas equipes não apresentaram um bom futebol. O jogo foi truncado, com muita disputa física, ligação direta e bola aérea.

No primeiro tempo, o momento mais movimentado foi uma confusão, que resultou na expulsão dos dois treinadores, Eduardo Coudet e China Balbino. A discussão teria iniciado por um lance de fair play. China foi pra cima de Coudet e chegou a ser contido no gramado.

O segundo tempo foi mais disputado. O gol da vitória do Inter veio aos 20 minutos da segunda etapa, com De Pena batendo pênalti. Na reta final, o São José pressionou, mas não conseguiu chegar ao gol. O jogo ainda teve a expulsão de Luiz Adriano, que havia entrado no segundo tempo.

O Inter enfrenta o Brasil de Pelotas, na quarta-feira, 14, às 21h30, no Beira-Rio. O São José pega o Caxias, fora de casa, na quinta-feira, 15, às 20h.

Pouco futebol e dois técnicos expulsos

No primeiro tempo, as duas equipes não conseguiram apresentar um bom futebol. O gramado sintético, o time misto por parte do Inter e a arbitragem confusa não ajudaram.

O momento de maior destaque foi uma confusão envolvendo os dois técnicos. China Balbino e Eduardo Coudet acabaram expulsos, entraram no gramado e o clima esquentou. Chino queria briga e teve de ser contido.

Em campo, o Inter teve domínio da bola, mas pouca efetividade. A equipe trocava passes, mas sem conseguir criar chances. O São José mantinha marcação alta e tentava sair no contra-ataque.

Mesmo com menos volume de jogo, foi o time da casa quem criou mais lances de perigo. Aos 31 minutos, Robert Renan falha e Renê fica com a bola. Ele toca por cima na saída de Anthoni e quase marca. Aos 50, após cobrança curta de escanteio, a bola é cruzada na área e Anthoni saiu muito mal do gol, mas não ninguém chega para finalizar.

O juiz sinalizou oito minutos de acréscimo, mas deu apenas seis.

Jogo esquenta e De Pena decide

O segundo foi mais quente e movimentado. Ainda assim, as duas equipes criaram poucas chances. Novamente, o São José gerou mais momentos de perigo.O time da casa manteve marcação alta, tentando induzir o Inter ao erro no campo defensivo.

O Inter chegou ao gol em uma cobrança de pênalti. Gustavo Prado tentou um cruzamento pelo lado direito, Nonato subiu para cortar, mas a bola pegou no braço.

Pedro Henrique pegou a bola e deu para De Pena. O uruguaio bateu firme, no canto. O goleiro Fábio caiu para o lado certo, mas não alcançou. De Pena ainda arriscou um chute de fora da área, cortado por Fredson.

Na reta final, o São José pressionou, buscando jogar a bola na área, mas sem criar chances reais de gol

No fim do jogo, Luiz Adriano, que havia entrado no segundo tempo, foi expulso. Em disputa de bola com Fredson, ele teria chutado o jogador do São José.

Gauchão 2024 - 7ª Rodada

São José 0

Fábio Rampi; Samuel (Fredsom), Tiago Pedra (Roberson), Jadson e Itambé; Rafael Carrilho, Nonato e Marcos Calazans (Tcharlles); Alessandro Vinícius, Matheuzinho e Renê (Kayan). Técnico: China Balbino.

Inter 1

Anthoni; Bustos (Mercado), Vitão, Robert Renan e Thauan Lara; Rômulo, Carlos de Pena e Hyoran (Luiz Adriano); Gustavo Prado, Pedro Henrique (Bruno Henrique) e Lucca (Gabriel) Técnico: Eduardo Coudet.

Gol: Carlos de Pena, pênalti, aos 20 minutos do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Tiago Pedra e Jadson (São José). Robert Renan e Gustavo Prado (Internacional).

Cartões vermelhos: China Balbino (São José). Eduardo Coudet e Luiz Adriano (Internacional)

Árbitro: Roger Goulart.

Local: Estádio Passo d’Areia, em Porto Alegre (RS).


Correio do Povo