Fotos e vídeos: torcida do Juventude comemora retorno à Série A

 Time venceu de virada o Ceará por 3 a 1 neste sábado


A festa é verde e branca! O Juventude garantiu neste sábado o acesso à Série A do Brasileirão, após vencer de virada o Ceará por 3 a 1 fora de casa. A comemoração reuniu diferentes gerações de torcedores que foram até o Alfredo Jaconi, estádio do Juventude em Caxias do Sul, celebrar. 

No Ceará também teve festa de torcedores do lado de fora do estádio ao fim da partida. Parte deles tiveram, inclusive, que deixar a arquibancada cerca de 10 minutos antes do apito afinal por conta de um torcedor que quebrou um vidro do camarote durante comemoração. 

Veja vídeos e fotos da comemoração. 







Correio do Povo

Grêmio é goleado pelo Atlético-MG, sai do G-4 e se distancia na briga pelo titulo do Brasileirão

 Derrota de 3 a 0 diminui chance pelo título e complica vaga direta na Libertadores do ano que vem


Grêmio foi derrotado pelo Atlético-MG por 3 a 0 neste domingo, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Os gols foram marcados por Arana, no primeiro tempo e Zaracho e Hulk, na segunda etapa. Com a derrota, o clube gaúcho mantém os 59 pontos e perde uma posição para o próprio Atlético-MG, que agora tem um ponto a mais que o Tricolor. 

No quinto lugar, o Tricolor ainda segue com chances de título. Na próxima rodada, o time gaúcho enfrentará o Goiás, às 19h, na Arena. Já o Atlético-MG, medirá forças com o Flamengo no Maracanã na quarta-feira, a partir das 19h30min. 

Galo domina primeiro tempo 

O jogo era mais que o chamado “confronto dos seis pontos”. Além da corrida pelo título, o confronto entre Grêmio e Atlético-MG valia vaga também no G-4. O Grêmio, de Renato Portaluppi, teve desfalques importantes para a partida. Na lateral-direita, João Pedro, estava com lesão muscular. Fábio entrou no seu lugar. Na defesa, Geromel, com lesão muscular, e Bruno Alves, expulso contra o Corinthians, também estavam fora. No meio-campo, Villasanti, suspenso, e Pepê, em recuperação de lesão muscular, eram as ausências. Com isso, o técnico gremista optou pela volta do esquema com três zagueiros, tendo Bruno Uvini e Gustavo Martins ao lado de Kannemann. No lugar do volante paraguaio, Ronald foi escolhido. No ataque, Galdino foi o escolhido para ser a dupla de Luis Suárez.

O jogo começou disputado como já era esperado. O Galo tinha mais posse de bola e trocava mais passes. O Grêmio fazia uma boa marcação e não deixava o adversário com liberdade depois do meio campo. Assim, especulando os contra-atques, o Grêmio chegou pela primeira vez no ataque aos 4 minutos de jogo. Reinaldo recebeu livre dentro da área, pela esquerda, e disparou um chutaço para o gol. Everson fez grande defesa e evitou o que seria o gol do Tricolor.

Depois isso, o Galo tomou conta do jogo. Aos 13 minutos, Paulinho recebeu na entrada da área e tocou para Hulk. O atacante fintou a marcação e chutou obrigando Grando a fazer a sua primeira grande defesa da tarde. Após 3 minutos, Edenilson recebeu a bola e livre, de fora da área, disparou para o gol. Grando nem se mexeu e apenas olhou ela bater na trave. A pressão foi recompensada 8 minutos depois. Pela direita, Zaracho avançou livre sem marcação e cruzou para a área. Guilherme Arana, também livre, chutou de primeira estufando a redes de Grando, que dessa vez, nada pôde fazer. Estava aberto o placar na Arena MRV. 

O Grêmio até que tentou, depois do gol emparelhar o jogo, mas o Galo continuou com o controle da partida. Pela direita, Fábio era acionado constantemente, mas fazia cruzamentos sem perigo para dentro da área. Suárez bem marcado teve poucas oportunidades. No final do primeiro tempo o Galo quase ampliou com Hulk, aos 41 minutos, após grande jogada de Paulinho. Porém, o chute parou mais uma vez na defesa de Grando. No minuto seguinte, Saravia recebeu de Hulk dentro da área e chutou forte para o Galo, obrigando Grando a fazer uma grande defesa. 

A resposta do Grêmio veio no último minuto de jogo em cobrança de escanteio. Reinaldo fez o cruzamento na área do Atlético, e a bola bateu em Maurício Lemos e vai na trave do próprio gol. Na sequência, Kannemann toca com o braço na bola e o árbitro pega a falta. 

Grêmio se joga no ataque e sofre goleada

Precisando correr atrás do resultado Renato Portaluppi fez duas mudanças na equipe desfazendo o esquema com três zagueiro. Entraram Ferreira e Nathan Fernandes no lugar de  Bruno Uvini e Cristaldo. Com quatro atacantes o Tricolor melhorou na frente e quase empatou o jogo no primeiro minuto de segundo tempo. Pela direita, Nathan Fernandes  na direita, passou por Maurício Lemos e bateu cruzado. A bola, após ter passado por Everson, ia em direção ao gol, mas Jemerson tirou. 

Com dois jogadores no meio o Galo dominou o setor e por por ali que nasceu o segundo gol do time. Logo aos 3 minutos, Igor Gomes fez o desarme no meio-campo e lançou para Hulk na direita de ataque. O Camisa 7 deu um passe açucarado para Zaracho em alta velocidade e não perdoou na saída de Grando. O gol desestabilizou de vez o Tricolor. Com Ferreira e Nathan Fernandes o Tricolor até tentou criar chances, mas esbarrava na marcação do Galo. Atrás, a zaga era envolvida pelo ataque do adversário. Aos 12 minutos, mais um gol. Paulinho recebeu na direita e chutou dcruzado para o gol, a bola desviou em Reinaldo e sobrou para Hulk que de primeira emendou um chutaço para o gol, sem chances para Grando. Estava liquidada a partida. 

Renato ainda tentou reagir colocando Nathan, para dar mais equilibrio ao meio campo, mas era o Galo que continuava levando mais perigo, dessa vez nos contra-ataques. Depois, aos 29 minutos, o treinador tirou mais um meio-campo, Carballo e colocou o atacante Andre. O Grêmio até teve mais oportunidades depois disso, mas não conseguiu nem ao menos descontar.

Aos 34, Suárez recebeu dentro da área, dribliou duas vezes e chutou cruzado, mas a bola foi para fora.  Aos 41, o uruguaio recebeu a bola no meio, ganhou do adversário, e de esquerda, chutou forte para o gol. Porém a bola bateu na trave, e mais uma vez impediu o gol Tricolor. O final da partida foi marcado pela troca de passaes do Galo, o canto de "Olé,olé" da torcida até o apito final de Braulio da Silva Machado.

Brasileirão 2023 - 35ª rodada

Atlético-MG 3

Everson, Saravia, Jemerson, Maurício Lemos e Guilherme Arana; Otávio (Alan Franco), Igor Gomes (Rubens), Edenilson (Pavón) e Zaracho; Paulinho (Patrick) e Hulk. Técnico: Felipão.

Grêmio 0 

Gabriel Grando; Gustavo Martins, Bruno Uvini (Nathan Fernandes)e Kannemann; Fábio, Ronald, Carballo (André), Cristaldo (Ferreira) e Reinaldo; Everton Galdino(Nathan) e Luis Suárez. Técnico: Renato Portaluppi.

Gols: Guilherme Arana, aos 24 minutos do primeiro tempo; Zaracho, aos 3, e Hulk, aos 12 do segundo.
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC-Fifa)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Thiaggo Americano Labes (SC)
VAR: Rodolpho Toski Marques (PR-Fifa)
Local: Arena MRV, em Belo Horizonte (BH)


Correio do Povo

Mega-Sena/Concurso 2660 (25/11/23)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1CHNY_pt-BRBR1021BR1022&oq=mega&aqs=chrome.2.69i57j46i131i199i433i465i512j35i39i512i650l2j0i131i433i512i650j69i60l3.4120j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Senado prioriza briga com STF e atrasa PEC que barra militares em eleições

 "As ameaças que vieram de setores das Forças Armadas contra este tribunal e contra a democracia não merecem resposta", disse Gilmar Mendes

Relator da PEC disse que "é melhor haver harmonia e parar com essa disputa de poder" 

Senado priorizou na agenda de votações deste ano a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que restringe as decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em vez da medida que busca limitar a participação de militares da ativa na política. Após o enfrentamento com a Suprema Corte na última semana, os senadores afirmam que a PEC relacionada às Forças Armadas ganhará tração. Faltam, no entanto, diversas etapas a serem cumpridas.

De autoria do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), a proposta para impedir que militares da ativa participem de eleições foi apresentada no início deste ano, após os atentados de 8 de Janeiro. Diferentemente de outros projetos, a PEC tramitou com lentidão na Casa e ainda não foi aprovada. Na última quarta-feira, 22, o texto foi pautado para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas foi adiado por um pedido de vista (mais tempo para análise).

Já a PEC que restringe os poderes dos ministros foi aprovada pela CCJ no início de outubro em votação que durou 40 segundos. Diante da diferença de tratamento dado às duas propostas, o decano do STF, Gilmar Mendes, ironizou a maneira como o Senado tem conduzido as discussões. Ele afirmou em discurso no plenário da Corte na última quinta-feira, 23, que o Congresso elegeu como prioridade impor limites aos magistrados em vez dos militares.

"As ameaças que vieram de setores das Forças Armadas contra este tribunal e contra a democracia não merecem resposta. Até agora continuam elegíveis os militares. Nenhuma solução nesse sentido. Policiais continuam a fazer carreira, se elegem, e depois voltam para a força. Nenhuma resposta em relação a temas que são urgentes para a democracia. O problema é o STF e as suas liminares. Estranha prioridade", disse Mendes.

O relator da PEC que limita a participação dos militares da ativa na política, senador Jorge Kajuru (PSB-GO), disse respeitar as críticas do ministro, mas rebateu a fala sobre a lentidão dos parlamentares para votar a medida. Kajuru afirmou à reportagem que é "melhor haver harmonia e parar com essa disputa de poder" e que o seu relatório deve ir ao plenário na próxima quarta-feira, 29. Porém, ainda não foi cumprida a etapa de análise na CCJ.

"Eu só penso que precisa haver uma paz entre os poderes. Eu não vejo nada de forma radical ser benéfico, porque um lado fica raivoso com o outro. Não é um lado. São poderes e poderes não podem guardar rancor no freezer, como dizia Leonel Brizola. Então, os poderes precisam estar juntos em harmonia", afirmou. "Eu acho que nós precisamos ter um pouco mais de patriotismo e menos ‘interessantismo’. Está havendo muito ‘interessantismo’. Cada um quer defender a sua camisa. A nossa camisa é uma só: o Brasil", prosseguiu.

De acordo com o relator, o texto final acomoda diferentes demandas relacionadas à participação de militares da ativa na política. Um dos trechos retirados do relatório foi a proposta que impedia os oficiais de assumirem cargos em ministérios e secretarias executivas. Já a demanda principal para que membros da Forças Armadas se aposentem caso decidam disputar eleições segue preservada.

"Mais aberto ao diálogo do que eu fui, impossível. Eu conversei com todos eles, com todos os lados e a maioria absoluta concordou com o meu relatório. Não estou preocupado com o que pensa A ou B. Eu fiz a minha parte e o segmento (militar) está totalmente de acordo", disse Kajuru.

Agência Estado e Correio do Povo

Ana Hickmann revela violência doméstica na infância no RS: ‘meu pai era um agressor’

 Apresentadora da Record falou pela primeira vez após denunciar Alexandre Corrêa de agressão


Na reveladora entrevista que concedeu ao programa Domingo Espetacular da Record na noite deste domingo, onde chamou o marido de “agressor”, “covarde” e “canalha”, a apresentadora Ana Hickmann também falou sobre sua infância no Rio Grande do Sul e acusou o pai de agressão doméstica contra sua mãe, Reni Saath. 

“Todo mundo sempre me questionou porque o meu pai nunca apareceu do meu lado. Porque meu pai é um agressor. Meu pai bateu muito na minha mãe”, revelou, ao detalhar: “eu carreguei algumas vezes minha mãe para o hospital. Essa marca que eu tenho na minha mão foi meu pai que me deu”. Na entrevista, concedida à apresentadora Carolina Ferraz, Ana mostrou a cicatriz que possui na mão direita. “Por isso que eu jurei que nenhum homem me tocaria para fazer isso”.


Ana Hickmann é gaúcha. Ela nasceu em Santa Cruz do Sul em 1981, onde viveu até o ano de 1996. Atualmente apresentadora do programa Hoje em Dia da Record, Ana também é modelo, empresária e chegou a ser eleita em 2001 uma das mulheres mais bonitas do mundo. 

“Eu sou menina de interior. Eu nasci na cidade de Santa Cruz do Sul, da qual tenho muito orgulho. Eu sou a mais velha de casa, a mais velha de quatro irmãos”, relembra, ao detalhar o sofrimento que vivia frente às agressões do pai. “Era muito difícil pra mim, quanto criança, ter todo mundo falando o quanto o meu pai era ruim, agressivo, que batia na minha mãe, o quanto ele era cruel, até o dia que eu cheguei para o meu avô e falei assim: ‘vô, não fala mais isso pra mim que machuca. Eu sei que ele é assim’”.

Ana revelou que havia prometido para a mãe nunca tocar no assunto. “Eu sei que isso a machuca demais. Eu fui questionada diversas vezes do porque meu pai não aparecer na minha vida, o que eu tinha para esconder. Mas era respeito por ela. Porque ela se sentia envergonhada”, contou

“A minha mãe só parou de aceitar esses abusos no dia em que eu, com 13 anos, fiz uma mochila para cada um dos meus irmãos, peguei eles pelas mãos e sai a pé da casa da minha mãe até a casa da minha vó”, relembrou Ana. 

Caso de agressão

O caso de violência doméstica da qual Ana Hickmann acusa o marido Alexandre Corrêa aconteceu no dia 11 de novembro, um sábado, quando ela registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal. Ele nega as acusações, afirmando também que a mulher estaria supostamente bêbada no momento do ocorrido, e seria "extremamente agressiva" com ele. Ela entrou com o pedido de divórcio litigioso previsto na Lei Maria da Penha na última quarta-feira.

Correio do Povo

Ana Hickmann fala sobre agressão e acusa Alexandre Corrêa: “covarde” e “canalha”

 Apresentadora falou pela primeira vez após denunciar Alexandre Corrêa de violência doméstica


A apresentadora Ana Hickmann falou pela primeira vez após a denúncia de agressão que fez contra o marido Alexandre Corrêa. Em longa e reveladora entrevista ao programa Domingo Espetacular da Record, ela contou detalhes do dia da agressão e acusou Alexandre, a quem chamou de “agressor”, “covarde” e “canalha”, de desviar recursos do casal e que ele a mantinha em uma relação abusiva. "Eu estou falando de um canalha que acha que tem poder e domínio sobre os outros", disparou.

O caso de violência doméstica aconteceu no dia 11 de novembro, um sábado, quando Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal contra seu marido, o empresário Alexandre Correa. Ele nega as acusações, afirmando também que a mulher estaria supostamente bêbada no momento do ocorrido, e seria "extremamente agressiva" com ele.

Questionada sobre "o que de fato aconteceu" no dia da agressão, Ana respondeu: "É difícil reviver algumas coisas, mas agora dá para falar sem chorar. Já chorei muito. Nunca pensei que fosse ter uma montanha-russa de sentimentos e emoções."



"Naquele dia 11, eu estava tendo uma conversa com meu filho na cozinha, sobre algumas mudanças que provavelmente aconteceriam na nossa vida com relação à nossa casa, coisas que ele está acostumado, a gente sempre conversou sobre tudo. Por conta dessa conversa e coisas que aconteceram antes, a briga começou, fui achincalhada pelo Alexandre. Começou com uma agressão verbal e depois acabou com o que o Brasil descobriu", disse.

Questionada se o filho presenciou a agressão, afirmou: "A hora que ele fechou a porta no meu braço, não. Mas antes disso, sim".

Muito emocionada, Ana chorou em diversos momentos da entrevista e encorajou outras mulheres vítimas de agressão a procurarem ajuda. “Ainda bem que existe o 190, porque se eu não tivesse ligado ele teria passado aquela janela e eu não sei o que teria acontecido”, revelou sobre o dia da agressão. Ela contou que entrou com o pedido de divórcio litigioso previsto na Lei Maria da Penha na última quarta-feira. Ela também fez acusações contra o pai e revelou que presenciou casos de violência doméstica na infância no Rio Grande do Sul.


"Tinha o dom de me fazer sentir uma m***"

Ana Hickmann também afirmou ter vivido um relacionamento tóxico: "Tentei me desvencilhar da relação por algumas vezes. Mas as pessoas ao seu redor tentam te convencer de que você está errada. De que ele está só te protegendo. [...] Ele tinha o dom muito grande de me fazer me sentir uma m***.” 

“Eu sempre fui uma mulher muito forte. Mas, ao mesmo tempo, a única pessoa que eu dizia categoricamente que eu confiava 100% era nele. Aí acontece o que? Me aproximava... ‘Por que você não tá se cuidando? Tá gorda, vai ficar velha, ninguém quer uma Ana Hickmann velha’." 

"Ele controlava minha agenda pra qualquer coisa, não só meus trabalhos, determinava dia da academia, do médico. Me azucrinava pra parte de cirurgia plástica depois que tive meu filho, que eu tinha que fazer isso”, continuou. Em outro momento, afirmou que o marido é “preconceituoso pra caramba”. “Acabei me acostumando a ouvir muitas coisas, as pessoas que estavam ao nosso redor, também. Mas ano passado isso começou a ficar pior.”

“Muito a descobrir ainda”

Ana Hickmann também acusou o marido de “grandes mentiras” na gestão das empresas do casal. Ela confirmou as informações de que eles enfrentam dívidas dais quais, segundo ela, “falta muito a descobrir”. “Eu ainda não cheguei no fundo. E o motivo de eu não saber é porque a gente sempre dividiu isso muito bem. Eu sempre deixei muito claro que dentro da empresa ele era o administrativo e financeiro e eu imagem, celebridade, criação de produtos, desing e marketing”, detalhou. 

"Naquele sábado olhei pra ele e falei: ‘Para de mentir para o nosso filho, pra mim, não aguento mais isso. Pelo amor de Deus. Fala a verdade!’ E foi aí que tudo aconteceu”, contou Ana Hickmann. “Dias antes, achei coisas no escritório, ele não esperava que eu fosse chegar mais cedo. Tomei atitudes depois do que começou a sair coisas de escritórios de advocacia, dos bancos”, revelou.

Dona de três empresas, além de linhas de esmaltes e óculos que levam seu nome, Ana disse que sempre sentiu orgulho do patrimônio adquirido: "nós saímos do zero". "Saí da roça, construí isso tudo, nunca devi nada para ninguém, agora tô devendo pra banco. Não é vergonha alguma vender casa, apartamento, resolve... Só que comecei a achar mais coisas. Foi aí que ele não gostou, e foi aí que eu mexi onde ele não devia.” 

Ela revelou que encontrou documentos com assinaturas dela falsificadas. “Ainda não posso entrar em detalhes, porque a investigação está ocorrendo sobre sigilo. O que posso dizer é no dia em que antecedeu essa agressão dentro da minha casa, encontrei documentos, cheques, muita coisa que, algumas, quando olhei, não consegui identificar pra que serviam, se eram lícitas ou ilícitas. Assinaturas que tenho certeza que não são minhas. Valores que me deparei e falei: 'Não é possível'”.

O que diz Alexandre Correa

Mais cedo neste domingo, Alexandre Correa, que nega a agressão, deu uma entrevista à revista Quem na qual falou sobre o tema, mudando o tom das declarações sobre a mulher, alegando sofrer uma "verdadeira injustiça por parte da Ana", e que ela estaria bêbada no dia da discussão e teria sido "extremamente agressiva" e lhe "humilhado" em situações anteriores.

Ele também publicou um documento no Instagram que indicaria que uma funcionária teria negado a existência de agressões de sua parte contra Ana Hickmann.

"Ana, no almoço, já tinha feito a ingestão de quase uma garrafa de vinho tinto. Eu não bebo há cinco anos. Mas quem bebe sabe que ingerir uma garrafa de vinho tinto a um calor de 40 graus, normal você não fica. E a Ana, toda vez que faz ingestão de álcool, nos últimos tempos, se tornou extremamente agressiva comigo na frente de todo mundo", afirmou à Quem.

"Eu já fui, incontáveis vezes, humilhado por Ana Hickmann após ela fazer ingestão de álcool. E a ingestão de álcool causa isso", continuou. No dia em que o caso ganhou repercussão, Alexandre Correa chegou a negar o ocorrido. Pouco depois, fez outro pronunciamento, pedindo desculpas à sua família. "De fato, na data de ontem, tive um desentendimento com a minha esposa, situação absolutamente isolada, que não gerou maiores consequências.Gostaria de esclarecer também que jamais dei uma cabeçada nela, como inveridicamente está sendo veiculado na imprensa", disse, em 12 de novembro.

Correio do Povo

Valencia marca e Inter garante vitória sobre o Bragantino no Beira-Rio

 Equatoriano marca, colorado se defende com tudo o que pode e garante vitória por 1 a 0, mesmo com desfalques no meio-campo


Com uma atuação sem muito brilho, mas eficiente, o Inter venceu o Red Bull Bragantino no final da tarde deste domingo, no estádio Beira-Rio. O Colorado contou com o gol de Enner Valencia, de pênalti, no triunfo por 1 a 0. A vitória deu ao time gaúcho um certo alívio na briga contra o rebaixamento. 

Com o resultado, o Colorado chegou aos 46 pontos e assumiu a 11ª colocação. O time de Eduardo Coudet abriu cinco pontos do primeiro rebaixado, que é o Cruzeiro, com 41 pontos. Na próxima rodada, na quarta-feira, a equipe vermelha entrará em campo contra o Cuiabá, na Arena Pantanal. Já o Bragantino, por conta da derrota, ficou mais afastado da briga pelo título e estacionou nos 59 pontos. 

Inter sai na frente com Valencia 

Como esperado, o Inter foi a campo sem Alan Patrick e Aránguiz. Estes desfalques fizeram o técnico Eduardo Coudet optar por jogar com Bruno Henrique e Lucca. O meio-campo desfalcado fez com que o Inter investisse em lançamentos e ligações diretas para tentar atacar. O Inter conseguiu marcar seu gol em uma dessas jogadas, quando Enner Valencia disparou pela ponta esquerda e só parou com a pancada que recebeu dentro da área. O equatoriano bateu o pênalti e marcou o único gol do jogo. Além do gol de Valencia e algumas poucas oportunidades que o Inter conseguiu, o jogo foi dominado pelo Bragantino. O Inter, que soube sofrer, saiu com três pontos e afastou de vez as chances de rebaixamento.

Logo nos primeiros minutos do jogo, o Bragantino empilhou duas jogadas de ataque, aos 2 e 4 minutos. Ao longo da primeira metade do jogo, o time paulista manteve uma notável superioridade de posse de bola, com 55% a 45%. O Inter apareceu no jogo aos 8 minutos, quando Bustos fez boa jogada, passou a bola para Maurício, que arriscou de fora da área, e quase abriu o placar para o Colorado. 

O Inter voltou ao ataque aos 19 minutos, em uma escapada de Enner Valencia pela esquerda. Ao receber a bola, ele bateu forte e rasteiro, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Aos 23 minutos, foi a vez do Bragantino responder. Em um cruzamento, nem Sasha e nem Mosquera aproveitaram o lance. 

O Bragantino permanecia levando perigo ao Inter e, aos 24, Juninho Capixaba chutou a bola no peito do goleiro Rochet depois de uma grande arrancada pela ponta esquerda. A resposta do Colorado veio com um lançamento para Enner Valencia na ponta esquerda do ataque. O equatoriano partiu para cima da marcação e foi derrubado dentro da área. A arbitragem marcou pênalti, que logo em seguida foi convertido pelo próprio Valencia: 1 a 0. 

Depois de abrir o placar, o Colorado manteve sua estratégia de jogo e apostou nos lançamentos. Os ataques do time paulista não surtiram grandes chances de gol, sendo que todas foram defendidas pelo Inter. Aos 47 minutos, Enner Valencia deu um susto na torcida colorada, ao cair no gramado e colocar a mão na posterior da coxa. O jogador não volta para o segundo tempo e Luiz Adriano o substitui.

Bragantino pressiona, mas o Inter segura o resultado 

Na volta do intervalo, o jogo mudou em relação a primeira etapa. A posse de bola seguiu ligeiramente maior para o Bragantino, tanto que o Inter só chegou na área do Bragantino aos 9 minutos nessa segunda etapa. Mas o Colorado sofreu com a pressão do massa bruta, conseguindo apenas alguns ataques promissores. 

O Bragantino se lançou para o ataque, colocando Helinho e Alerrando, jogadores leves que deram trabalho para a defesa já extenuada do Colorado. O goleiro Rochet foi bastante exigido nesta etapa, fazendo mais de cinco defesas que mantiveram o placar com vantagem para o Inter. Por volta dos 20 minutos, o Bragantino adiantou ainda mais as suas linhas, e conseguiu atacar quase que sem parar e  prender o Inter no seu campo de defesa. 

Esse adiantamento do time paulista deixou espaços atrás da defesa, mas o Colorado não conseguiu explorar esses espaços em muitas oportunidades, conseguindo poucos contra-ataques, que não resultaram em gol. O Colorado soube sofrer, preocupando em se defender quase que todo o tempo. Por volta dos 30 minutos, o cansaço dos jogadores do Inter era visível, enquanto os jogadores do Bragantino trocavam passes na Intermediária. 

Os poucos contra-ataques que encaixavam para o Inter, eram parados com falta pela defesa paulista. A defesa colorada foi muito efetiva nas investidas do Bragantino, tanto trocando passes quanto nos cruzamentos.

O fim do jogo foi marcado por um Bragantino que só atacava, contra um Inter que só se defendia. Todos os jogadores colorados se postaram na frente da área, enquanto os jogadores do massa bruta trocavam passes e buscavam espaço para furar a blitz colorada. Toda a defesa Colorada fez uma partida quase que perfeita, barrando todos os ataques paulistas. 

O jogo termina com jogadores colorados exaustos de tanto se defender e correr atrás dos jogadores do Bragantino. Mas o placar marcava 1 a 0, e a tabela marca mais 3 pontos para o time do Inter. Com a vitória, o Inter alcança os 46 pontos e está matematicamente garantido na série A, no ano que vem, afastando de vez o risco de rebaixamento. Já o Red Bull Bragantino mantém seus 59 pontos e dorme na sexta posição do campeonato brasileiro de 2023. 

Brasileirão 2023 - 35ª rodada

Inter

Rochet, Bustos, Vitão, Mercado, Renê, Johnny, Bruno Henrique, Wanderson, Maurício, Lucca, Valencia.

Técnico: Eduardo Coudet

Bragantino

Cleiton, Aderlan, Léo Ortiz, Realpe, J. Capixaba, Jadsom, M. Fernandes, L. Evangelista, Helinho, Eduardo Sasha, Vitinho (Mosquera).

Técnico:Pedro Caixinha.

Gols: Enner Valencia, de Pênalti, aos 29 minutos;
Árbitro: Felipe F. de Lima (MG);
Local: estádio Beira-Rio.


Correio do Povo

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Vídeo: barragem em Viamão transborda e causa danos em lavouras

 Água inundou hectares de terra nesta sexta-feira

Uma barragem localizada em um assentamento no interior de Viamão transbordou durante as fortes chuvas que atingiram a região nesta semana. De acordo com o relato de produtores da localidade, devido ao alagamento, alguns hectares de terra não poderão ser utilizados durante a próxima safra.

O transbordo da barragem causou também a interrupção de uma estrada vicinal utilizada pelos produtores para chegar até algumas áreas do assentamento. Ninguém ficou ferido.

O incidente não causa risco para a cidade de Gravataí, de acordo com Sergio Cardoso, geólogo e presidente do Comitê Gravataí. 



Correio do Povo

Presidente da Câmara assume como prefeito interino de Canoas

 Cris Moraes assume interinamente enquanto o vice-prefeito, Nedy de Vargas Marques, está hospitalizado e fora da cidade



O presidente da Câmara de Vereadores, Cris Moraes, assumiu como prefeito interino de Canoas. A decisão foi anunciada no final da tarde desta sexta-feira, após parecer jurídico da Procuradoria-Geral do Município (PGM), com base na Lei Orgânica Municipal, tendo em vista que o vice-prefeito, Nedy de Vargas Marques, está hospitalizado e fora da cidade. 

Segundo a lei, qualquer procedimento referente à posse do prefeito é de competência exclusiva da Câmara de Vereadores, na figura de seu presidente, incluindo a deliberação sobre o mérito de eventual impedimento clínico.

Conforme o Executivo, além disso, o local de compromisso e os demais atos relativos à posse deverão ocorrer perante o Legislativo. 

Ainda segundo a LOM, no caso de impeditivo conjunto do prefeito e do vice-prefeito, assumirá o cargo o presidente da Câmara. Dessa forma, Cris Moraes permanece como prefeito interino até a recuperação do vice-prefeito.

“Recebi oficialmente a notificação da Justiça na tarde desta sexta-feira. Cabe ao presidente da Câmara dar posse ao vice-prefeito e, na impossibilidade do mesmo por estar hospitalizado em Porto Alegre e com parecer do procurador-geral do Município, cabe ao presidente do Legislativo assumir interinamente a Prefeitura. Permaneço até o pronto restabelecimento de saúde do Dr. Nedy para que possa estar em Canoas para ser empossado”, declarou Moraes.

Correio do Povo