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Descrição do Produto:
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Uso indicado - Aplicação em material:
Marca: Bosch
*Todas as informações divulgadas são de responsabilidade do Fabricante/Fornecedor.
*Imagens meramente ilustrativas
Avião com teto transparente é a nova aposta de empresa aeroespacial
Novas cabines são conhecidas como Airspace Cabin Vision 2035+ e serão integradas às aeronaves A220, da Airbus
O projeto de um avião com teto transparente foi anunciado pela Airbus durante a Aircraft Interiors Expo — considerada a maior feira especializada em interiores de aeronaves do planeta —, que rolou entre os dias 6 e 8 de junho, na cidade de Hamburgo, Alemanha. As informações sobre o conceito também constam no site oficial da empresa europeia. O Airspace Cabin Vision 2035+, como as novas cabines são chamadas, será destinado aos aviões da família A220.
A proposta vai além da estética futurística. Ela também entra no planejamento da empresa de reduzir de 10% a 20% o impacto ambiental gerado por um avião ao longo da vida útil.
As novas cabines serão produzidas por impressão 3D, com materiais orgânicos disponíveis de forma renovável ou recorrente (recursos da biomassa), além de polímeros reciclados.
O projeto está dividido em três etapas. Até 2025, a Airbus quer dar mais transparência ao público sobre o impacto ambiental das peças que utiliza e das operações conduzidas pela empresa, além de ampliar o leque de opções que oferece com emissão de carbono reduzida.
Já os designs apresentados serão introduzidos nas aeronaves a partir de 2030. Por último, em 2035, a proposta será finalizada com a introdução dos materiais utilizados nas novas cabines em sistema pleno de economia circular — conceito que associa desenvolvimento econômico a um melhor uso de recursos naturais.
R7 e Correio do Povo
Chital, o cervo que se multiplica no Rio Grande do Sul
Animal de origem asiática, presente em regiões do Rio Grande do Sul, desperta a discussão de como eliminá-lo de forma ambientalmente correta, já que não possui predadores e pode disseminar doenças
Por Lucas Keske*
Um animal de aparência dócil, de extrema beleza e que pode remeter ao retratado no clássico filme infantil “Bambi” (Disney, 1942) tem sido objeto de estudo no Rio Grande do Sul por oferecer risco a animais silvestres e comerciais se não houver controle de sua população. O motivo é simples: o Chital, de nome científico Axis Axis, é uma espécie invasora que compete de forma desleal com os animais das regiões em que se estabelece. Oriundo das florestas de Índia, Nepal e Sri Lanka, não tem predadores naturais nas Américas. Além de exaurir os recursos, pode vir a ser reservatório de doenças para animais e seres humanos. Medidas de controle populacional foram implementadas no Estado, mas a discussão segue em aberto.
A espécie de cervo foi introduzida nos vizinhos Argentina e Uruguai, ainda nos anos 1930, devido ao interesse dos praticantes de caça esportiva, que viam no animal de grandes galhadas um "troféu”. Essa retomada histórica é feita pelo professor Márcio de Oliveira, pós-doutorando na Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em cervídeos, o qual revela que o primeiro avistamento da espécie em território brasileiro ocorreu em 2009, no Parque Estadual do Espinilho, no Rio Grande do Sul, na Tríplice Fronteira do Uruguai, Argentina e Brasil. Desde então, a espécie se expandiu ainda mais pelo território nacional e fundou populações estáveis. “Alguns animais cruzaram a fronteira, uma população se estabeleceu e começou a crescer. Então, começou a gerar indivíduos que estão se dispersando e aumentando a distribuição geográfica dentro do território brasileiro, ou seja, estão fazendo todo o processo de invasão do nosso território”, diz.
O professor explica que se tem conhecimento de duas grandes “populações estabelecidas” destes animais no Estado: no Parque do Espinilho e na Área de Proteção Ambiental do Rio Ibirapuitã. O docente revela que esses locais são os conhecidos, mas que não se descarta a possibilidade de haver mais. “A gente tem registro, hoje, dessa espécie por vários lugares do Rio Grande do Sul, incluindo praias, regiões urbanas e a região metropolitana de Porto Alegre. Nós também já temos registros deles nos estados de Santa Catarina e do Paraná”, destaca.
O Chital tem a capacidade de consumir diferentes tipos de plantas. Desta forma, há uma preocupação principalmente com a soja, já que é uma leguminosa que os cervídeos podem consumir e, dessa forma causar prejuízos econômicos, não só pelo consumo das lavouras, mas também por pisoteamento.
Chital observado em Mudumalai, na Índia. | Foto: Freepick / CP.
A possibilidade de o Chital ser reservatório de doenças que possam prejudicar animais de produção, como bovinos, caprinos, equinos e ovinos, também causa apreensão, explica a bióloga especialista em Ecologia de Cervídeos Neotropicais e que conduz um mestrado pela UFPR sobre o potencial impacto do invasor na fauna nativa, Isabela Trentini. Por também ser um herbívoro e já ter sido avistado fora de regiões de preservação ambiental, o animal pode competir com os rebanhos por alimentação e, mesmo que não se aproximem, disseminar doenças. A especialista relata que, em outros lugares do mundo que foram invadidos pela espécie (Austrália, Europa ou Estados Unidos), já foi confirmada a transmissão pelo cervo de patologias como a doença da língua azul, a tuberculose bovina e até a febre aftosa.
De acordo com Márcio Oliveira, em uma hipotética situação de enfermidade no Chital, cervídeos nativos seriam os primeiros afetados, devido à proximidade biológica. Mas doenças específicas do cervo exótico poderiam afetar diversas outras espécies de ungulados (mamíferos dotados de casco), considerados “parentes” do Chital.
No dia 14 de junho de 2022, a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) publicou a Portaria Nº 109/2022, que regulamenta a caça de cervos Axis Axis dentro de áreas de preservação do Rio Grande do Sul. Contudo, de acordo com a assessoria de comunicação da pasta, o texto está sendo revisado e terá nova versão publicada. Mas em 19 de maio de 2023, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) publicou a Instrução Normativa nº 001/2023, que complementa a Portaria da Sema, e legaliza o transporte das carcaças destes animais pelo Estado. Na prática, permite que esses animais sejam alvos de caça para consumo próprio. “Todo mamífero doméstico ou selvagem pode ser vetor de algum tipo de doença. O que não pode acontecer é que esse animal chegue numa cadeia de consumo”, esclarece o chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal (DDA) da Seapi, Fernando Groff.
De qualquer forma, os especialistas não aconselham o consumo da carne do Chital justamente pelo desconhecimento dos riscos que oferece. Segundo Isabela, a espécie já foi identificada em outros países como hospedeiro intermediário de helmintos Echinococcus granulosus, parasita causador da verminose Equinococose, também conhecida como doença hidática em seres humanos. O RS já teve problemas com a doença. De acordo com o Núcleo de Informações em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde do Estado e do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, 52 pessoas morreram em consequência da doença hidática no Estado no período de 1996 a 2013. "Ainda mais por existir o registro desta doença na região, é necessária uma cautela em permitir o consumo da carne”, alerta Isabela.
Tanto Isabela quanto Oliveira têm uma visão pragmática quanto ao abate do Chital e defendem a adoção de procedimentos ambientalmente corretos para se evitar danos a outros animais ou a seres humanos. “Não queremos que haja um bang bang desenfreado, nem que sejam tratados como animais de estimação”, resume Márcio.
*Sob supervisão de
Nereida Vergara
Correio do Povo
'Estão felizes': crianças perdidas na selva por 40 dias se recuperam em Bogotá
Os irmãos foram os únicos sobreviventes de um acidente de avião ocorrido em 1º de maio
Embora debilitadas, as quatro crianças indígenas resgatadas da selva colombiana após uma surpreendente façanha de sobrevivência estão bem e "felizes" e recebem atendimento em um hospital de Bogotá - informou seu avô neste sábado (10).
"Acabei de olhar meus netos. Primeiro, eles estão vivos, estão muito acabadinhos, mas sei que estão em boas mãos", disse Fidencio Valencia, um indígena huitoto de 47 anos, a repórteres do lado de fora de um hospital militar na capital.
Os irmãos da comunidade huitoto - Lesly, 13, Soleiny, 9, Tien Noriel, 4, e Cristin, 1 - foram os únicos sobreviventes de um acidente de avião ocorrido em 1º de maio, aparentemente por uma falha mecânica. Todos os adultos morreram nesse acidente: a mãe das crianças, o piloto e uma liderança indígena.
"Eles estão felizes de ver a família (...) têm todos os sentidos completos", acrescentou o avô.
"Temos de deixá-los quietinhos", enquanto se recuperam, pediu.
A operação de resgate se estendeu até a madrugada deste sábado (10). As crianças foram levadas de helicóptero para a cidade mais próxima de San José del Guaviare e depois a Força Aérea levou-as para Bogotá, onde estão recebendo atendimento médico.
"Eles são filhos da floresta" e sabem como sobreviver na selva, elogiou Valência.
Em entrevistas à AFP, os avós dos menores disseram que a mais velha "é muito inteligente", "forte" e de natureza "guerreira", qualidades que lhe permitiram manter os demais a salvo.
'Milagre'
O presidente colombiano, Gustavo Petro, anunciou o resgate e celebrou este "dia mágico", no qual também se firmou uma trégua de seis meses com guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN)
"Estavam sozinhos. Eles conseguiram por conta própria. Um exemplo de sobrevivência total que ficará na história", acrescentou o presidente.
O militar encarregado do resgate, general Pedro Sánchez, contou que foram os indígenas que descobriram o paradeiro dos menores.
"Encontramos as crianças: milagre, milagre, milagre!" foi a mensagem que recebeu, segundo contou à imprensa.
Mais de 100 soldados e indígenas da região, com apoio de cães farejadores, seguiam a pista dos menores enquanto eles caminhavam pela floresta entre os departamentos de Guaviare e Caquetá, no sul da Colômbia, onde aconteceu o acidente aéreo.
"Foi uma busca bastante difícil. Esta é uma selva tropical, muito densa (...) Andamos com chuva, tempestades, muitas situações difíceis, mas com toda a esperança e fé espiritual de poder encontrá-los", disse à AFP Luis Acosta, um dos guardas indígenas que participaram das operações de busca.
A notícia das crianças perdidos rodou pelo mundo, com vídeos e fotografias do Exército sobre o dia a dia das operações de busca, nas quais foram encontrados abrigos improvisados com folhas e galhos, tesouras, laços de cabelo, sapatos, roupas, uma mamadeira, frutas mordidas e pegadas.
"Em uma operação inédita na história do nosso país (...) conseguiu-se algo que parecia impossível", celebrou o comandante das Forças Armadas, general Helder Giraldo, em uma mensagem veiculada nas redes sociais.
E acrescentou: "Para conseguir localizá-los, nossos soldados e indígenas percorreram aproximadamente 2.656 quilômetros", tornando "possível o impossível possível". Isso é duas vezes a distância entre Bogotá e Quito, a capital do Equador.
Nas últimas semanas, o general Pedro Sánchez insistiu em que as crianças estavam vivas e perto dos soldados, embora tenha admitido que sua jornada era "inacreditável".
Finalmente, foram encontrados a apenas cinco quilômetros do local da queda do avião.
Para Petro, "foi a sabedoria das famílias indígenas, de viver na selva, que salvaram eles".
Nessa região de difícil acesso por rio e sem estradas, os moradores costumam viajar em voos privados. Segundo a Organização Indígena da Colômbia (ONIC), os huitotos, oriundos da região, vivem em "harmonia" com as condições hostis da Amazônia e mantêm tradições como a caça, a pesca e a coleta de frutos silvestres.
"As forças militares me passavam mensagens sobre o encontro de pegadas que comprovavam que eles estavam vivos. Eu pensei que eles estavam com uma comunidade indígena. Nesta região, ainda existem as últimas tribos nômades", afirmou o presidente.
Agora "é preciso verificar o estado mental deles. Eles ficaram juntos com uma criança de colo", acrescentou Petro.
Os menores embarcaram no pequeno avião junto com a mãe em 1º de maio para fugir dos dissidentes do acordo de paz entre as Farc e o governo, que recrutam e aterrorizam os habitantes da região, explicou o militar encarregado das buscas.
Após 17 dias de desaparecimento, Petro chegou a anunciar que as crianças haviam sido encontradas com vida, mas voltou atrás um dia depois e pediu desculpas pela falsa informação.
Wilson, um cão farejador que se perdeu nas operações de busca, permanece desaparecido. O Exército anunciou que continua a busca pelo animal.
"A busca não acabou. Nosso princípio: não deixamos ninguém para trás", disse a instituição neste sábado, em sua conta no Twitter.
"Os soldados continuam a operação para encontrar Wilson", acrescentou o tuíte, acompanhado de fotos do pastor belga malinois, de seis anos.
Wilson foi fundamental nas buscas, ao encontrar a mamadeira da bebê Cristín no meio da vegetação.
jss-lv/dga/rpr/am/tt
AFP e Correio do Povo
Veja perguntas e respostas sobre o programa de descontos para carros, caminhões e ônibus
Técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços respondem a questões relacionadas à medida provisória
Carros zero-km de até R$ 120 mil passaram a ter descontos de R$ 2.000 a RS 8.000 . A medida, que começou a vigorar na última terça-feira (6), também inclui bônus de R$ 33,6 mil a R$ 99,4 mil para venda de ônibus e caminhões.
A iniciativa do governo federal foi lançada para incentivar a indústria automobilística e vai priorizar a venda para pessoas físicas nos primeiros 15 dias. O prazo pode ser prorrogado por até 60 dias, a depender da resposta do mercado. Depois disso, as empresas também poderão se beneficiar do programa.
Confira a seguir perguntas e respostas para tirar dúvidas sobre como vai funcionar a medida provisória que concede descontos para compra de carros, ônibus e caminhões novos.
1) Qual é o valor do desconto?
Para os carros, haverá sete faixas de desconto, de R$ 2.000 a R$ 8.000. Mas as montadoras já estão oferecendo descontos adicionais. Para caminhões e ônibus, os descontos vão de R$ 33,6 mil a R$ 99,4 mil.
2) O programa é só para empresas ou pessoas físicas também podem participar?
O programa é para os dois públicos, mas as pessoas físicas terão exclusividade nos primeiros 15 dias, prorrogáveis por mais 15.
3) Qual é o critério para a escolha dos veículos que terão desconto?
Para os carros, foram três critérios: menor preço (até R$ 120 mil); maior eficiência energética (carros menos poluentes); e densidade industrial (maior capacidade de gerar emprego e renda no entorno).
No caso dos caminhões, foram incluídos veículos semileves, leves, médios, semipesados e pesados, com diferentes níveis de desconto. Para os ônibus, os descontos variam de acordo com a capacidade de passageiros. Para mais informações sobre esses pontos, consulte a MP.
4) Os cálculos dos descontos serão feitos por quem? Como os critérios serão aplicados?
Os cálculos já foram feitos pelo governo, com base em informações de mercado e indicadores já usados pela indústria automotiva. No caso dos carros, o volume de desconto é proporcional à pontuação que o modelo a alcançou nos critérios ambiental, social e industrial. Quanto maior a pontuação, maior o desconto. No caso de caminhões e ônibus, os descontos maiores são para os veículos mais caros.
5) Por quanto tempo os descontos estarão disponíveis?
Pelo tempo que durarem os recursos destinados ao programa, que são: R$ 500 milhões para carros; R$ 700 milhões para caminhões; e R$ 300 milhões para ônibus.
6) A medida favorece veículos menos poluidores?
Sim. No caso dos carros, os modelos produzidos desde o fim de 2022 têm eficiência energética pelo menos 12% superior aos fabricados anteriormente. Já os ônibus e caminhões novos emitem até 98% menos material particulado do que os modelos com mais de 20 anos.
7) Os carros mais baratos poderão perder equipamentos obrigatórios, como os de segurança?
Não haverá nenhuma redução de conteúdo tecnológico ou de segurança.
8) A medida vale para modelos usados?
O programa é exclusivo para carros, ônibus e caminhões zero-km. Eventualmente, o programa poderá exercer reflexos também no mercado de usados.
9) Quantas montadoras já aderiram ao programa e deram início aos descontos na venda de veículos? Quais carros estão sendo vendidos? É possível ter esse monitoramento?
Muitas montadoras já aderiam. Mas as informações precisas sobre isso só estarão disponíveis depois de segunda-feira (12). Esse é o prazo para que as montadoras se habilitem ao programa no ministério.
10) Quais são os modelos de carros com desconto?
Para construir o programa, o ministério identificou 33 modelos de 11 marcas com preços de até R$ 120 mil. Essa lista pode sofrer alterações, a critério das montadoras. As empresas podem, por exemplo, reduzir o preço de um carro para inclui-lo no programa ou em determinada faixa de desconto. Por isso, a relação exata dos modelos só estará disponível depois de segunda-feira (12), quando vence o prazo para as montadoras se habilitarem ao programa e informarem quais carros serão vendidos com desconto.
11) Apenas os modelos “de entrada” (Renault Kwid Zen e Fiat Mobi Like) terão o desconto máximo?
Em princípio, sim. Mas a lista pode ser ampliada caso as montadoras incluam outros carros nesta faixa de preço e desde que eles atendam aos demais critérios.
12) Quando começaram a contar os 15 dias exclusivos para venda a pessoas físicas?
O prazo começa a contar na data de publicação da portaria, 6 de maio. Portanto, a exclusividade para pessoas físicas vai até 21 de maio.
13) Como será a operacionalização dos descontos para consumidores e montadoras?
O desconto será dado direto ao consumidor quando ele comprar o veículo. Para as montadoras, esse valor vai se transformar em crédito tributário, com o qual ela poderá pagar ou abater impostos futuros.
14) Para comprar caminhões e ônibus novos é obrigatório tirar veículos velhos de circulação? Como vai funcionar isso?
Sim, é obrigatório. O interessado em participar do programa deve primeiro entregar para a sucata um caminhão ou ônibus com mais de 20 anos de uso, licenciado. Com isso, ele receberá um certificado que dará direito a adquirir um veículo, na mesma categoria, com o desconto definido pelo programa.
R7 e Correio do Povo
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