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Martelete Combinado SDS Plus 800W 220V Com Maleta HR2470 - Makita
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imagens meramente ilustrativas.
*Imagens meramente ilustrativas
*Todas as informações divulgadas são de responsabilidade do Fabricante/Fornecedor
Jornalista Alexandre Garcia deu uma aula na Câmara olha no que deu
Audiência pública de combate à censura no Brasil
Sindicato, Corsan e Aegea chegam a acordo no TRT após seis horas
Acerto define 18 meses de estabilidade dos servidores e 36 meses do plano de saúde
Após mais de seis horas de negociação, o Sindiágua (Sindicato dos Trabalhadores nas indústrias da purificação e distribuição de água e em serviços de esgotos dos Rio Grande do Sul), a direção da Corsan e o consórcio Aegea, que venceu o leilão para aquisição da companhia, fizeram um acordo na Câmara de Mediação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), na noite desta sexta-feira.
Com o acerto, ficou definido o período de 18 meses de estabilidade para os servidores e 36 meses do plano de saúde dos aposentados. “Nós estamos fechando um acordo coletivo que está vencido desde o dia 30 de abril, está na prorrogação. Estamos fechando um acordo coletivo com todas as cláusulas com a Corsan pública importante que se diga. Em caso de desestatização haverá uma regra de transição”, explicou o presidente do Sindiágua, Arilson Wünsch.
Vice-presidente de Operações do Grupo Aegea, Leandro Marin afirma foi realizado um acordo "histórico" para os trabalhadores do Rio Grande do Sul, especialmente para os da Corsan. "Permitiu avançarmos a passos largos para termos um desfecho do processo de privatização. O acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Corsan permite que asseguremos uma transição segura que de amparo a todos eles para que a Corsan siga operando e prestando serviço para população gaúcha. Do nosso lado estamos bastante satisfeitos por conseguirmos essa composição com o bem mais precioso dessa empresa que são seus funcionários"
Porém, o acordo efetivo ainda precisa passar pela assembleia dos servidores prevista para a próxima semana. “Após a realização das assembleias gerais das categorias, as partes informarão no procedimento eventual conclusão do acordo coletivo. Havendo necessidade de realização de nova audiência, postularão no procedimento”, consta no final do documento emitido após a reunião.
O impasse envolvendo a privatização da Corsan segue desde o ano passado, quando o governo do Estado anunciou a venda da companhia. O leilão da empresa ocorreu no final de 2022, porém, o contrato não foi assinado ainda em função das ações judiciais. Outro empecilho para a assinatura do contrato de venda é uma análise realizada no Tribunal de Contas do Estado.
Correio do Povo
STF forma maioria para que vaga deixada por Dallagnol fique com suplente do Podemos
Relator havia determinado que cargo fosse ocupado pelo partido, e não pelo PL, como decidiu o TRE-PR
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira para manter a decisão dada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli que determinou que a vaga do deputado cassado Deltan Dallagnol na Câmara dos Deputados deve ficar com o Podemos, e não com o PL. Até o momento, votaram para manter a vaga de Dallagnol com o Podemos os ministros: Toffoli (relator), Alexandre de Moraes, André Mendonça, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso. Já Edson Fachin, Luiz Fux e Rosa Weber votaram para que o posto seja ocupado pelo PL.
Na última quarta-feira, Toffoli autorizou a imediata diplomação de Luiz Carlos Hauly para a vaga de Dallagnol. O ministro derrubou uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que tinha determinado que a vaga deveria ficar com o PL.
O pastor Itamar Paim (PL-PR) tinha sido designado pelo TRE-PR para assumir a vaga do ex-procurador da Operação Lava Jato. Para o tribunal, a vaga deveria ser de Paim porque, mesmo tendo sido o segundo mais votado no estado, atrás apenas de Dallagnol, Hauly não teria alcançado o número mínimo de votos para garantir a própria eleição.
Toffoli analisou um recurso apresentado pelo Podemos contra a decisão do TRE que repassou a Paim a vaga de Dallagnol. A sigla pedia que Luiz Carlos Hauly fosse nomeado para a vaga dele. O partido argumentava que a escolha de Hauly seria válida, já que Dallagnol teve o registro indeferido após as eleições pelo TSE por inelegibilidade e não teve o diploma cassado por ilícito eleitoral (o que anularia os 344.917 votos do político).
“Constata-se, assim, sem maiores dificuldades, que, para a definição dos suplentes da representação partidária, não se faz mister a exigência de votação nominal prevista no art. 108, equivalente a 10% do quociente eleitoral. Todavia, quanto aos motivos que levaram a autoridade reclamada a desconsiderar a exceção da exigência de votação nominal ao suplemente, no sentido de não ter havido vacância no cargo”, afirmou Toffoli na decisão.
Cassação
Dallagnol foi cassado, por unanimidade, pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os ministros entenderam que Dallagnol pediu a exoneração do cargo de procurador do Ministério Público para fugir de um julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que poderia impedi-lo de concorrer às eleições de 2022.
Para o plenário, portanto, o ex-procurador da Lava Jato "frustrou a aplicação da lei". O TSE julgou um recurso apresentado pela Federação Brasil Esperança, formada pelos partidos PT, PCdoB e PV, contra a decisão da Justiça Eleitoral do Paraná que aprovou a candidatura do ex-procurador da República.
O relator, ministro Benedito Gonçalves, votou para cassar o mandato do parlamentar. Ele considerou que Dallagnol fez uma manobra para evitar a aplicação da lei. "Agem contra a lei os que frustram a sua aplicação. A prática de um ato legal assume caráter de fraude quando se verifica que a conduta visou burlar a inelegibilidade. Quem renuncia a um cargo para de forma dissimulada contornar previsão em lei incorre em fraude", afirmou o relator.
R7 e Correio do Povo
Tecnologia nas escolas: vistorias na rede municipal de Porto Alegre começam segunda-feira
Comitê gestor da educação fará ação visando verificar a destinação dos equipamentos tecnológicos e materiais didáticos para uso de alunos e professores na Capital
A Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Smed), iniciará na segunda-feira vistorias nas escolas da rede municipal visando verificar a destinação dos equipamentos tecnológicos e materiais didáticos para uso de alunos e professores.
A ação acontecerá por supostas irregularidades na pasta e mau uso dos recursos. Na Câmara, dois pedidos de CPIs vigoram. O prefeito Sebastão Melo, além das vistorias, determinou também a abertura de auditoria especial para apurar ocorrências, com prazo máximo de 60 dias, e que já foi instalada nesta sexta-feira.
O comitê gestor da Educação também buscará identificar melhorias de infraestrutura necessárias ao devido aproveitamento das aquisições. A expectativa do Executivo é que, em 10 dias, seja apresentado o primeiro balanço das medidas adotadas e o plano de ação das próximas etapas.
Os trabalhos serão coordenados pelo vice-prefeito, somando esforços com as secretarias de Educação, Transparência, Fazenda, Administração e Patrimônio, Obras, Mobilidade, Serviços Urbanos, Modernização, Procempa e Procuradoria.
Correio do Povo
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