Encontradas vivas 4 crianças perdidas na Amazônia colombiana há 40 dias

 Irmãos eram alvos de busca na Colômbia após sobreviverem a queda de avião


Depois de 40 dias perdidas na Floresta Amazônica da Colômbia, quatro crianças indígenas foram encontrados vivas nesta sexta-feira, após um acidente aéreo sofrido em 1º de maio, informou o presidente colombiano Gustavo Petro. "Uma alegria para todo o país! Apareceram com vida as 4 crianças que estavam perdidas há 40 dias na floresta colombiana", escreveu no Twitter, onde também publicou uma foto de vários militares e indígenas que participaram da operação de busca para encontrar os irmãos de 13, 9, 4 e 1 ano.

Os menores, além de um bebê de 11 meses, viajavam juntos de sua mãe e de outros dois adultos em um avião que caiu em 1º de maio na densa floresta do sudeste do país. Diferentemente dos adultos, seus corpos não estavam na aeronave. Socorristas encontraram seus pertences, um abrigo improvisado e uma fruta mordida nos arredores.

As autoridades rastrearam os menores em uma área de aproximadamente 323 quilômetros quadrados, o equivalente a toda província de Buenos Aires. "Ainda é muito estranho, porque eles não pararam, embora tenhamos espalhado mais de 10.000 panfletos" e 100 kits de sobrevivência, acrescentou o general que lidera quase 200 homens, entre indígenas e militares, que percorrem essa zona fronteiriça entre os departamentos de Caquetá e Guaviare.


AFP e Correio do Povo

Em quatro anos, cerca de 9 mil brasileiros foram deportados dos EUA

 

Ibovespa entra em "zona de alta" e dólar acumula queda de 1,54% na semana

 Moeda norte-americana fechou a sexta-feira cotada a R$ 4,87


Ibovespa computou fortes ganhos na sessão desta sexta-feira a sexta seguida de elevação e a que marcou a entrada do índice em território de "bull market" (mercado de alta). Foi também a sétima subida semanal consecutiva da Bolsa (+3,96%), igualando-se à sequência registrada em dezembro de 2020. Perspectivas de redução em breve da Selic, aposta em pausa no aperto monetário do Federal Reserve e expectativa por estímulos na China apoiaram a nova rodada de compra de ações. Ao fim da sessão, o índice estava em 117.019,48 pontos (+1,33%), mais alta marca de fechamento desde 4 de novembro.

Logo nos primeiros minutos da sessão de hoje, o Ibovespa atingiu o "bull market", ou seja, a valorização de 20% do seu mais recente piso os 96.996,84 pontos, vistos em 23 de março - dia seguinte à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em que o Banco Central endureceu o tom em relação à desancoragem das expectativas e foi alvo de críticas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O mercado acionário brasileiro vem ganhando força nas últimas semanas, à medida que diminuíram incertezas no cenário local e externo. O pessimismo com as primeiras medidas do governo Lula 3 e a retórica do Planalto contra o Banco Central deu lugar à desinflação mais forte do que a projetada, ao andamento célere do arcabouço fiscal no Congresso e à aposta de corte já em agosto da Selic. Lá fora, a crise bancária foi arrefecida com medidas do Fed ao mesmo tempo que a aposta em pouso suave da economia dos Estados Unidos (soft landing) cresceu.

Na quarta-feira da próxima semana, o BC dos EUA decide juros e, após dados de auxílio-desemprego ontem, a chance de uma pausa nas altas é calculada na curva dos Fed Funds em 70%, segundo o CME Group. Na quinta-feira, é a vez de o Banco Central Europeu subir juros. E na madrugada de sexta-feira, o Japão deve deixar inalterada a sua política monetária ultrafrouxa.

Também para a próxima semana, cresceu o otimismo do mercado financeiro sobre o desempenho das ações no curtíssimo prazo. No <b>Termômetro Broadcast Bolsa</b>, 55,56% dos respondentes avaliam que a próxima semana será de alta para o Ibovespa, ante 44,44% na pesquisa anterior. Os que esperam estabilidade são 22,22% e os que acreditam em queda, também 22,22%. Na pesquisa anterior, a expectativa de baixa tinha 11,11% do total e a de variação neutra, 44,44%.

Em termos de liquidez, o Ibovespa teve giro hoje de R$ 29,1 bilhões, acima dos R$ 25 bilhões de média no ano até a quarta-feira, 7. A maior alta do índice foi da Gol (+7,28%) e a maior queda, do Iguatemi (-2,17%). Dos 86 papéis que compõem o indicador acionário, 60 subiram.

Dólar

O dólar à vista encerrou a sessão desta sexta-feira, 9, em queda de 0,97%, cotado a R$ 4,8763 - abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde 15 de maio e no menor valor de fechamento desde 7 de junho de 2022. Operadores relataram entrada de fluxo comercial e financeiro, tanto para ações domésticas quanto para a renda fixa. A moda recuou em cinco dos últimos seis pregões e, com baixa de 1,54% na semana, já acumula desvalorização de 3,88% em junho.

O real se beneficiou da onda de apetite ao risco no exterior em meio à perspectiva de interrupção da alta de juros nos EUA no encontro de política monetária Federal Reserve (Fed, o BC americano) na semana que vem e de adoção de estímulos pelo governo chinês. Divisas emergentes e de países exportadores de commodities subiram em bloco, embora dois pares do real (peso chileno e colombiano) tenham destoado. Referência do comportamento do dólar frente a seis divisas fortes, o índice DXY teve leve alta, com ganhos frente ao iene e ao euro, em um ajuste após a queda de ontem, quando voltou a ser negociado abaixo da linha dos 104,000 pontos.

Ao cenário externo favorável soma-se um pano de fundo doméstico mais positivo, que combina desaceleração da inflação, melhora das expectativas de crescimento e redução do risco de trajetória explosiva do endividamento público, com a tramitação acelerada da proposta de novo arcabouço fiscal no Congresso. Houve também diminuição de ruídos políticos, tendo em vista menor número de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à condução da política monetária e sinais de entrosamento entre o ministério da Fazenda e o Banco Central.

O economista-chefe do Banco Pine, Cristiano Oliveira, observa que, de maneira geral, as divisas de mercados emergentes se valorizaram nos últimos dois dias em razão de uma combinação de indicadores americanos e chineses. O real, que vinha sofrendo mais que seus pares, apresentou hoje, na volta aos negócios, o melhor desempenho entre as moedas emergentes mais relevantes.

"O mercado precifica que Fed manterá taxa de juros inalterada na próxima semana e que a China pode promover mais easing (afrouxamento)", afirma Oliveira, que mantém previsão de que a taxa de câmbio local oscile entre R$ 4,85 e R$ 4,95 nos próximos meses, voltando a se "estabilizar em R$ 5,00 no fim do ano".

Ontem, foi divulgado que os novos pedidos de auxílio desemprego nos EUA, na semana encerrada dia 3, cresceram 28 mil, para 261 mil, bem acima da previsão de analistas, de 240 mil. Já na China houve leitura abaixo do esperado do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) e deflação do índice de preços ao produtor (PPI), ambos referentes a maio.

O economista André Galhardo, consultor econômico da Remessa Online, observa que, apesar da surpresa com o aumento de juros pelos bancos centrais do Canadá e da Austrália nesta semana, a perspectiva ainda é de que Fed não anuncie nova elevação da taxa básica americana. "Os dados de novos pedidos de seguro desemprego vieram fortes ontem, quando foi feriado no Brasil. Isso endossa a possibilidade de o Fed fazer uma pausa no aumento de juros na semana que vem, o que ajuda moedas como o real", afirma Galhardo, para quem a tendência ainda é de queda do dólar no mercado doméstico.

Juros

Os juros futuros tiveram forte queda, em especial nos contratos intermediários, que nas mínimas da sessão chegaram a recuar mais de 20 pontos-base. Num dia de agenda e noticiário locais esvaziados, o movimento foi determinado pelo aumento do apetite ao risco no exterior, onde a percepção de que o espaço para aperto de juros em nível global está se fechando alimentou o fluxo para ativos emergentes. A liquidez, contudo, foi abaixo do padrão. De todo modo, a ponta curta já embute probabilidade marginal de que o Copom inaugure o ciclo de corte da Selic em agosto com uma dose de 50 pontos-base. No acumulado da semana, as taxas desabaram de forma generalizada.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 encerrou a 13,02%, menor nível de fechamento desde 22/3/2023 (13,00%), de 13,092% no ajuste de quarta-feira, chegando a tocar 13,00% na mínima. A do DI para janeiro de 2025 terminou a 11,07%, no menor nível desde 7/2/2022 (11,02%), de 11,25% no último ajuste. A taxa do DI para janeiro de 2027 fechou em 10,50% (de 10,64% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2029, em 10,84% (de 10,94%). Na semana, a ponta curta teve alívio em torno de 20 pontos e a intermediária, de 40 pontos. As taxas longas cederam cerca de 25 pontos.

Após o pregão de ajuste na última quarta-feira, quando as taxas curtas tiveram apenas um viés de baixa e as longas subiram, hoje a curva retomou logo cedo sua tendência considerada "natural" de queda, acompanhando os eventos externos e ignorando a abertura da curva dos Treasuries.

O estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno, viu hoje no mercado local um "catch up" à reação dos ativos ontem ao forte aumento dos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na última semana, que ajudou a fortalecer as apostas na manutenção dos juros pelo Federal Reserve na reunião de junho, que tinham sido abaladas com a decisão inesperada do Canadá de apertar sua política monetária. Além disso, ontem à noite saíram dados de inflação na China abaixo do esperado, reforçando a ideia de que a demanda mundial está menor.

"É um cenário de maior desaceleração global que reduz a preocupação com a próxima decisão do Fed. Ao olhar pelo lado do juro, o mercado está precificando o copo meio cheio", comentou. Ele ressalva que a magnitude da queda das taxas hoje pode ter sido amplificada pela liquidez reduzida. De todo modo, é um cenário que atrai fluxo para mercados emergentes, como se vê também no câmbio. O dólar fechou abaixo de R$ 4,90, aos R$ 4,8763.

Com papel determinante na queda da inflação, a ajuda do real valorizado e o recuo nos preços das commodities encorajam o mercado a não só consolidar a expectativa de que a temporada de afrouxamento da Selic começará no Copom de agosto, como agora já aparecem na curva apostas na redução de 50 pontos-base. Segundo Rostagno, os DIs precificam 26 pontos-base de queda, o que representa 4% de chance de um corte de 50 pontos, contra 96% de que a dose seja de 25 pontos. Para setembro, a expectativa de 50 pontos está praticamente consolidada pela precificação de -46 pontos. Para o fim de 2023, a curva projeta taxa de 11,81%.

Para o Copom de junho, precificação é de manutenção nos atuais 13,75%, mas se o BC estiver alinhado com o pensamento do mercado de que em agosto já é possível começar a baixar a Selic, provavelmente este mês fará um ajuste na sua comunicação para deixar a porta aberta para começar a reduzir a taxa.

Agência Estado e Correio do Povo

Cercamento do parque Chico Mendes, em Porto Alegre, está com 90% da obra concluída

 Parque localizado na Zona Norte da cidade é o único da cidade a ganhar cercamento no entorno

O cercamento de parques em Porto Alegre está avançando na única frente existente, no Chico Mendes, entre os bairros Jardim Leopoldina e Chácara da Fumaça, na zona Norte da Capital. De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus), é a única obra do tipo realizada, e está 90% concluída, com previsão de conclusão até o final do ano. O assunto das cercas, que no passado gerou polêmicas e trocas de acusações, agora está mais próximo de um consenso.

O cercamento do Parque da Redenção chegou a estar no radar do governo municipal, o que posteriormente foi descartado pela gestão Melo após inúmeras manifestações contrárias. Porém, a Prefeitura mantém abertos o projeto de concessão deste e do Calçadão do Lami, o lote 1, além do Parque Marinha do Brasil e trecho 3 da orla do Guaíba, o lote 2. A população ainda pode opinar às respectivas consultas públicas. No caso do Parque Chico Mendes, a ideia, segundo a Smamus, é substituir a atual cerca por uma mais resistente, de gradil de concreto, e ampliar a área cercada para quase 3 mil metros lineares.

Os restantes 10% não podem ser cercados por serem áreas de portões, manejo vegetal e habitação. Estão sendo investidos R$ 1,8 milhão em recursos próprios, oriundos do Fundo de Gestão do Território. O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) segue também analisando as minutas dos editais. Caso eventuais novos projetos sobre cercamento sejam apresentados, os mesmos não precisarão mais de plebiscito, após a aprovação, em 2021, de projeto do vereador Felipe Camozzato.

Já mudanças em propostas ficarão a cargo do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA), vinculado à Smamus. O cercamento foi inicialmente justificado pelo aumento generalizado de furtos de fios e cabos de energia elétrica em parques como o Moinhos de Vento, o que causa preocupações com a segurança dos frequentadores. No ano passado, o prefeito Sebastião Melo disse que apenas a reposição dos 56 refletores da iluminação cênica alusiva aos 250 anos da Capital, furtados na Redenção, custariam R$ 600 mil aos cofres públicos.


Correio do Povo

Quem explodiu a represa?

 A alegação russa contra a Ucrânia parece ter algum fundamento.

Jurandir Soares

De repente surgiu um impasse na guerra que a Rússia trava na Ucrânia. Quem foi o responsável pela explosão da represa de Nova Kakhovka, ocorrida na madrugada de terça-feira, no Sul da Ucrânia? Para o presidente ucraniano Volodimir Zelensky se trata de mais um ato terrorista praticado pelos russos. No que foi secundado por autoridades ocidentais, como o chanceler alemão Olof Scholt, o secretário geral da Otan, Jens Stoltenberg, assim como o presidente do conselho Europeu, Charles Michel. Os russos, por sua vez, acusam a Ucrânia de sabotagem e se disseram dispostos a levar a questão ao Conselho de Segurança da ONU, à Organização para a Cooperação e Segurança na Europa e a outras organizações internacionais. À primeira vista, muita determinação na sua posição. Ocorre que a maior condenação que poderia sofrer seria no CS da ONU. Só que naquele organismo a Rússia tem poder de veto e nada lhe aconteceria.

A alegação russa contra a Ucrânia parece ter algum fundamento. Dmitry Peskov, porta-voz do presidente Vladimir Putin, afirmou que o ataque se tratou de um ato de “sabotagem” por parte da Ucrânia, com o objetivo de “privar a Crimeia de água”. O nível da água “no reservatório cai e, consequentemente, o abastecimento é reduzido, drasticamente”, referia Peskov. Até poderia ser a intenção da Ucrânia de cortar o abastecimento de água para a província que a Rússia lhe tomou em 2014 e que pretende recuperar nesta guerra. No entanto, se olharmos para o lado ucraniano e vermos o número de cidades que ficaram em baixo d’água, não dá para acreditar. As imagens são chocantes. Casas e casas totalmente cobertas pela água e edifícios inacessíveis. São, pelo menos, 24 localidades e mais de 40 mil pessoas afetadas. Sem contar ainda os danos à agricultura e ao ecossistema da região. Além disto, havia o risco, até certo ponto afastado, de ser atingida a usina nuclear de Zaporíjia. A Agência Internacional de Energia Atômica informou que, por enquanto, não há risco para a usina.

Por outro lado, a Rússia inviabilizou um possível avanço da já iniciada contraofensiva ucraniana pelo rio Dniper, onde situa-se a barragem. A travessia do rio pelas forças ucranianas para avançar por sua margem oeste em direção à Crimeia ficou inviabilizada. E o ponto em que os ucranianos pretendiam atacar é considerado um dos mais vulneráveis das forças russas. Tanto que essas tiveram que se retirar da capital da região, Kherson, para se encastelarem do outro lado do rio. Tudo isto a menos de 80 quilômetros da Crimeia.

O fato é que a destruição da represa não só impede o avanço da contraofensiva ucraniana, como também ameaça o fornecimento de água potável para a região. A represa estava de posse da Rússia desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, no que foi considerado um movimento estratégico para impedir o fornecimento de energia elétrica para a Ucrânia e permitir que a água continuasse fluindo para a Crimeia. Após a tomada da Crimeia pela Rússia, em 2014, a Ucrânia havia cortado o fornecimento de água para a província. Segundo a Convenção de Genebra, utilizar infraestruturas como arma em um conflito é um crime de guerra. Zelensky já havia advertido, em outubro de 2022, que as forças russas haviam colocado cargas explosivas na barragem. 

Para o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, não restou dúvida, deu como certa a autoria russa. Na contrapartida, Vladimir Leontiev, chefe da administração russa em Kherson, disse à agência TASS que a represa já havia sofrido vários ataques à sua infraestrutura por parte dos ucranianos. Algo contestável, pois, como foi dito, desde o início da guerra a represa está em poder dos russos. No entanto, imagens de satélite conseguidas por jornalistas do The Washington Post mostram que na última semana a estrada que passava sobre a represa já havia desaparecido.

Por fim, em meio a tantas dúvidas, ficam algumas certezas. Como, por exemplo, a estancada que se dá na contraofensiva ucraniana, justo no momento em que ela estava começando. A intenção das tropas ucranianas era cruzar o rio Dniper, por água e através da represa, para atacar as forças russas do outro lado, iniciando a ofensiva em direção à Crimeia. Com isto, esta esperada contraofensiva estancou.


Correio do Povo

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China denuncia acusações dos EUA sobre base de espionagem em Cuba

 Ministro chinês afirmou que norte-americanos espalham boatos e calúnias

A China criticou nesta sexta-feira (9) os rumores dos Estados Unidos sobre um suposto acordo que permitiria a Pequim instalar uma base de espionagem chinesa em Cuba e pediu a Washington que pare de interferir nos assuntos internos da ilha.

A informação, do Wall Street Journal e do canal CNN, com base em fontes anônimas dos Estados Unidos, foi descrita por Havana como "mentirosa e infundada". A Casa Branca afirmou que "não era exata".

A diplomacia chinesa acusou os Estados Unidos, nesta sexta-feira, de espalhar informações falsas.

"Como todos sabemos, espalhar boatos e calúnias é uma tática comum dos Estados Unidos e é sua marca registrada interferir deliberadamente nos assuntos internos de outros países", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin. "Os Estados Unidos têm de refletir sobre si mesmos, parar de interferir nos assuntos internos de Cuba sob o pretexto da liberdade, da democracia e dos direitos humanos, e levantar imediatamente o embargo econômico, comercial e financeiro contra Cuba", acrescentou.

Segundo The Wall Street Journal, existe um acordo entre Cuba e China para a instalação de uma estação de escuta telefônica na ilha caribenha, a cerca de 200 quilômetros da costa da Flórida, onde estão localizadas importantes bases militares dos Estados Unidos.

Durante a Guerra Fria, os soviéticos mantiveram por décadas a base de espionagem eletrônica de Lourdes, perto de Havana, que foi fechada em 2001 pelo presidente russo, Vladimir Putin.

A publicação dessas informações ocorre em um contexto de tensão nas relações entre China e Estados Unidos em várias áreas: comércio bilateral, rivalidade no setor tecnológico e posição de Washington sobre Hong Kong e Taiwan.


AFP e Correio do Povo

Band corta helicóptero de Datena para cobrir gastos deixados por Faustão

Fumaça tóxica se dissipa no nordeste dos Estados Unidos

 Fumaça proveniente de incêndios florestais no Canadá cobriram várias cidades americanas esta semana

Moradores do nordeste dos Estados Unidos estavam respirando melhor nesta sexta-feira (9), à medida que a fumaça dos incêndios canadenses se dissipava gradualmente, após cobrir várias cidades esta semana. Em Nova York e em Washington, D.C., a qualidade do ar foi classificada como "moderada" pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês). Na capital americana, o céu voltou a ficar azul hoje de manhã, mas, como medida de precaução, as crianças das escolas públicas da cidade continuaram proibidas de passar o recreio ao ar livre.

A qualidade do ar melhorou depois que os ventos que sopravam sobre a província canadense de Québec, palco de virulentos incêndios florestais, mudaram de direção, disse à AFP Ryan Stauffer, cientista da NASA (Agência Espacial americana) especializado em poluição do ar. A concentração de partículas finas no ar foi até 20 vezes menor na manhã desta sexta em Washington, em comparação com o mesmo horário de quinta-feira, disse Stauffer.

Uma densa neblina e um acre odor pairaram sobre a região por dias, com a poluição do ar excedendo os níveis das cidades mais poluídas do mundo, localizadas no sul da Ásia e na China. Os prefeitos de Nova York, Montreal, Toronto, Washington e Filadélfia emitiram uma declaração conjunta na sexta-feira, dizendo que "este episódio alarmante serve como um claro lembrete dos impactos prejudiciais que a crise climática está causando nas cidades de todo o mundo".

"Sem reduzir drasticamente o uso de combustíveis fósseis para reduzir, pelo menos pela metade, nossas emissões até 2030, provavelmente nos condenaremos a um futuro cheio de semanas como esta", diz trecho da declaração.

Mais de 111 milhões de pessoas nos Estados Unidos ficaram sob alertas de qualidade do ar na quinta-feira, devido às chamas. A fumaça dos incêndios florestais canadenses também foi detectada a milhares de quilômetros de distância, na Noruega.


AFP e Correio do Povo

SBT vive indefinição e terá dia D contra a Globo pelos direitos de campeonato