CPI das Apostas vota 71 requerimentos de convocação de jogadores investigados e diretor da PF

 Jogadores denunciados na Operação Penalidade Máxima estão entre os chamados para depor

A Comissão Parlamentar de Inquérito de Manipulação de Resultados tem reunião nesta terça-feira, para aprovar requerimentos de convocação e convite a pessoas que os deputados creem ser pertinentes ouvir. Não haverá depoimentos, portanto, neste próximo encontro na CPI, instaurada com a promessa de refazer os passos da investigação do Ministério Público de Goiás, responsável por desencadear duas fases da Operação Penalidade Máxima.

No encontro desta terça, os deputados vão votar requerimentos de convite e convocação. Estão na pauta 71 requerimentos, mas alguns deles são repetidos, uma vez que mais de um parlamentar convocou ou convidou a mesma pessoa.

São os casos, por exemplo, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, convidado pelos deputados Fred Costa (Patriota-MG), Yury do Paredão (PL-CE) e Albuquerque (Republicanos-RR) para, justificam os parlamentares, "ajudar", "contribuir" e "prestar informações" à Comissão, e do presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Wesley Callegari Cardia.

O espectro dos convidados a falar na CPI é tão amplo que vai desde o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, até figuras políticas como a ministra do Esporte, Ana Moser, e representantes da Associação Brasileira de Defesa da Integridade do Esporte (Abradie).

Os 15 jogadores que já foram denunciados pelo MP de Goiás nas duas fases da Operação Penalidade Máxima foram convocados pelos deputados a depor na CPI, bem como os a aliciadores e financiadores também denunciados no esquema, incluindo Bruno Lopez de Moura e Thiago Chambó, que estão presos e são apontados como dois dos chefes da quadrilha. Alguns parlamentares fizeram convocações individual a parte desses atletas.

Eduardo Bauermann, zagueiro afastado pelo Santos, por exemplo, foi convocado, na condição de investigado, pelos deputados Luciano Vieira (PL-RJ) E Yury do Paredão. O jogador teve pena leve na Justiça desportiva. O STJD desqualificou a denúncia e aplicou gancho de apenas 12 partidas.

Os deputados também chamaram o presidente da Comissão dos Árbitros de Futebol de Goiás, e presidente do Sindicato dos Árbitros do mesmo Estado, ainda que não haja, até o momento, provas ou indícios da participação dos juízes no esquema fraudulento de apostas.

André Rizek, jornalista e apresentador do grupo Globo, foi convocado, na condição de testemunha, pelo deputado Márcio Marinho (Republicanos-RJ), para "falar sobre as semelhanças da Máfia do Apito de 2005 com o esquema das casas de apostas". São 13 requerimentos de convites, 44 de convocação, 12 que contempla ambos e um de requisição, este feito pelo deputado Ricardo Silva (PSD-SP), que pede ajuda da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) no "assessoramento" dos parlamentares que compõem a CPI.

A CPI tem Felipe Carreras (PSB-PE) como relator e Julio Arcoverde (PP-PI) na presidência. A primeira vice-presidência é de André Figueiredo (PDT-CE) e a segunda, de Daniel Agrobom (PL-GO). Em uma de suas falas, Carreras prometeu que a Comissão não iria "terminar em pizza". "O futebol brasileiro está doente, está em crise. São muitas as interrogações que nós temos. Essa CPI, pode escrever, anotar e quebrar, não vai terminar em pizza", vaticinou.

Na semana passada, foram ouvidos o promotor de Justiça Fernando Cesconetto, o procurador-geral Cyro Terra Peres, ambos responsáveis pela chamada Operação Penalidade Máxima, e o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, que denunciou casos de manipulação de resultados cometidos dentro de seu próprio clube, dando início à operação do MP.

Segundo o cronograma, haverá reuniões, audiências, missões oficiais e outras diligências até o dia 13 de junho. De 18 a 31 do mesmo mês, os deputados estarão em recesso. Depois, as atividades são retomadas até a CPI ser concluída. A previsão é de que isso aconteça em 28 de setembro.


Agência Estado e Correio do Povo

Prefeito de Campo Bom assume presidência da Famurs

 Indicação de Orsi ocorre em função a acordo entre partido com mais prefeitos no RS


O prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi (PDT), assume nesta terça-feira a presidência da Famurs. A solenidade ocorrerá durante o 41º Congresso dos Municípios do RS. Orsi assumirá no lugar de Paulinho Salerno, prefeito de Restinga Sêca, cidade que sediará o encontro dos prefeitos, que começou nesta segunda-feira. 

A indicação de Luciano Orsi obedece a um acordo entre os partidos com mais prefeitos no Estado. Estabelecido em 2005, o acerto determina o rodízio de legendas na direção da entidade entre 2021 e 2024. Como o PDT foi o terceiro com maior número de prefeitos eleitos no RS em 2020, obteve o direito de escolher o presidente da Famurs neste ano. O próximo a fazer a indicação será o PTB. O Progressistas (PP) foi o primeiro a compor o rodízio, seguido do MDB. 

Entre as bandeiras da gestão, Orsi quer desenvolver um trabalho de interiorização, em parceria com as 28 Associações de Municípios, visando promover os potenciais de cada região, considerando perfis e diferenças conceituais. Ao mesmo tempo, construir consensos em torno de pautas comuns, que envolvem as necessidades coletivas do municipalismo. Orsi destacou que além de manter e fortalecer o trabalho de interiorização, pretende realizar uma gestão com olhar para a inovação nos municípios, desenvolvimento sustentável, e trabalhar com a pauta da educação empreendedora. 


Correio do Povo

Cozinha Completa Madesa Reims 310001 com Armário e Balcão - Preto/Rustic

 



A linha de Cozinhas Reims da Madesa possui design moderno e sofisticado, baseado nas últimas tendências mundiais de decoração.


Todos os módulos são avulsos, fabricados com materiais de padrão superior, como corrediças e dobradiças metálicas. Os puxadores são embutidos, em alumínio na coloração marrom e os pés em madeira são muito elegantes e conferem firmeza e resistência ao móvel.


Para agregar ainda mais beleza e sofisticação, este modelo contempla um armário aéreo com duas portas de correr de vidro reflex, que podem refletir o espaço ou mostrar o interior do móvel, variando conforme a luz do ambiente.


Para completar, ambos os balcões acompanham tampos que podem ser removidos para a colocação de pia com espaço de 120 x 52 cm.


O acabamento combina os tons preto e amadeirado Rustic. A parte interna das gavetas e as costas são brancas. O processo é feito em Pintura Poliéster ecológica de alta resistência, que dá maior destaque à tonalidade, além de conservar a beleza do móvel por muito mais tempo.


Medidas:

- 310 cm de largura

- 52 cm de profundidade no balcão e na torre e 31 cm nos aéreos

- 210 cm de altura


Itens inclusos:

- Um (1) Aéreo de 120 cm com duas (2) portas

- Um (1) Balcão de 120 cm com duas (2) portas e tampo

- Um (1) Aéreo de 120 cm com duas (2) portas de correr de vidro reflex

- Um (1) Balcão de 120 cm com duas (2) portas, sendo uma delas basculante e uma (1) gaveta e tampo

- Uma (1) Torre quente de 70 cm com três (3) portas, sendo uma delas basculante


Código do produto: GRRM310001D8


Obs.:

- Imagens meramente ilustrativas.

- É obrigatório fixar a torre quente na parede.

- A Madesa não disponibiliza serviço de montagem.

- O produto segue com manual de instalação e todas as ferragens necessárias para sua montagem.


1-O produto é novo ou usado?

R.: Todos os produtos da Madesa são novos, enviados da nossa fábrica diretamente para as casas de nossos clientes.


2-O produto vem montado? Se não, vocês realizam a montagem?

R.: A Madesa não disponibiliza serviço de montagem. Todos os produtos seguem com manual de instalação e as ferragens necessárias. Alguns produtos possuem vídeo explicando o passo a passo da montagem.


3-Vocês possuem loja física? Posso retirar meu produto em mãos?

R.: Não possuímos loja física, apenas loja virtual. Confira as opções de envio ao colocar o seu CEP.


4-Qual é o valor do envio? Posso pagar separadamente?

R.: O valor do envio é calculado com base no peso e volume do produto, e no CEP de destino. Você pode calcular o valor e prazo de entrega no simulador.


5-A Madesa entrega em todo Brasil? Como é feita a entrega?

R.: Sim, entregamos no Brasil inteiro através de transportadoras parceiras.


6-O produto acompanha Nota Fiscal?

R.: Sim, todos os produtos são entregues com suas respectivas notas fiscais.


7-Os produtos possuem garantia?

R.: Sim. A Madesa oferece 3 meses de garantia para defeitos de fabricação.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/cozinha-completa-madesa-reims-310001-com-armario-e-balcao-pretorustic/kc3ge30ee5/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=mlvc_madesa_1705&utm_content=link-do-produto&campaign_email_id=3854&utm_smid=10570361-1-1

"Nosso tempo para agir está se esgotando", diz Marina Silva

 Ministra fez pronunciamento em cadeia de rádio e TV


Em pronunciamento na noite desta segunda-feira, em rede nacional, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, conclamou a população a conscientizar sobre a necessidade urgente de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável do país. Para ela, o futuro depende dessas ações.

“Hoje é dia de termos consciência de que nosso tempo para agir está se esgotando e assumirmos definitivamente o que a ciência nos diz: ou respeitamos a natureza, e fazemos dela uma aliada, ou inviabilizaremos nosso futuro”, disse a ministra no discurso, que marca o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Marina Silva afirmou que, desde a posse, o governo Lula busca soluções para conduzir o país a “um ciclo de prosperidade com economia mais sustentável e sociedade mais justa”. “Não há retorno nessa determinação, mas não será fácil”, destacou, citando combate ao desmatamento ilegal e garimpo ilegal em terras indígenas, criação de reservas e parques e realização de conferências nacionais para debater meio ambiente.

Mais cedo, a ministra e o presidente Lula lançaram um novo plano de segurança para a Amazônia, em parceria com os governos estaduais. São medidas para combater crimes como grilagem de terras públicas, atividades ilegais de garimpo, extração de madeira, mineração, além de caça e pesca em territórios indígenas, áreas de proteção ambiental e no bioma como um todo.

A ministra acrescentou que o país, como maior potência ambiental do planeta, tem condições de liderar o desafio global de combate às mudanças climáticas e de “construir um modelo de desenvolvimento que trate corretamente a natureza e reduza as desigualdades entre pessoas e sociedades”.

Agência Brasil e Correio do Povo

STJ autoriza paciente a cultivar cannabis para fins medicinais

 Pessoa sofre de ansiedade generalizada

O ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizou um paciente com ansiedade generalizada a cultivar, em casa, plantas de cannabis (maconha) para fins medicinais. A decisão foi publicada no dia 19 de maio.

A autorização foi concedida após a Justiça do Paraná rejeitar salvo conduto para evitar eventual prisão em flagrante. No processo, o paciente alegou que necessita do óleo de cannabis, flores in natura e extratos da planta para seguir o tratamento contra ansiedade, que provoca dores de estômago e distúrbios do sono.

Ao decidir a questão, o ministro citou outras liminares recentes proferidas pelo tribunal e autorizou o paciente a cultivar 354 plantas, conforme prescrição médica e laudo de engenheiro agrônomo, sem sofrer qualquer medida criminal. “Fica vedada a comercialização, doação ou transferência a terceiros da matéria-prima ou dos compostos derivados da erva”, ressalvou o ministro.

Em outra decisão recente envolvendo o tema, o STJ decidiu que a União e o estado de Pernambuco devem fornecer medicamento à base de canabidiol à paciente com condição específica de saúde.


Agência Brasil e Correio do Povo

Arthur Lira exonera ex-assessor investigado em operação da PF

 Luciano Cavalcante trabalhou no gabinete do presidente da Câmara dos Deputados e estava lotado na liderança do PP

Luciano Cavalcante, ex-chefe de gabinete do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi exonerado nesta segunda-feira do cargo de secretário na liderança do PP na Câmara. Cavalcante foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última quinta-feira, que investiga um grupo suspeito de ter fraudado R$ 8,1 milhões em licitação, além de lavagem de dinheiro na compra de kits de robótica.

A exoneração dele da liderança do PP foi assinada na sexta-feira, mas só foi publicada no Boletim Administrativo da Câmara dos Deputados nesta segunda. Ele recebia salário de R$ 14,7 mil como secretário particular na liderança do PP na Casa. Além disso, também é presidente do diretório do União Brasil em Alagoas.

Durante a operação, uma mala com dinheiro supostamente destinado a Cavalcante foi encontrada na casa de um policial civil. Além disso, a PF apreendeu cerca de R$ 4,4 milhões em dinheiro vivo na casa de um dos investigados pela operação.

Operação Hefesto

De acordo com a PF, contratações feitas com recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) teriam sido ilicitamente direcionadas a uma única empresa fornecedora de equipamentos de robótica, por meio da inserção de especificações técnicas restritivas nos editais dos concursos e de cerceamento à participação plena de outros licitantes.

Além dos mandados, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis dos investigados, no valor de R$ 8,1 milhões, e a suspensão de processos licitatórios e contratos administrativos celebrados entre a empresa fornecedora investigada e os municípios alagoanos que receberam recursos do FNDE para a aquisição de equipamentos de robótica.

A investigação identificou ainda que foram realizadas, pelos sócios da empresa fornecedora e por outros investigados, movimentações financeiras para pessoas físicas e jurídicas sem capacidade econômica e sem pertinência com o ramo de atividade de fornecimento de equipamentos de robótica, o que pode indicar a ocultação e dissimulação de bens, direitos e valores provenientes das atividades ilícitas.

De acordo com a PF, algumas dessas transações eram fracionadas em valores individuais abaixo de R$ 50 mil, com o fim, aparentemente, de burlar o sistema de controle do Banco Central. Em seguida, seriam realizados saques em espécie e entregas aos destinatários.


R7 e Correio do Povo

GM vai interromper produção do Onix, apesar de programa prometido pelo governo

 Retorno na produção em Gravataí (RS) está marcado para dia 22 deste mês

As montadoras seguem parando apesar da perspectiva de medidas para reduzir os preços dos carros. Ainda que o governo tenha prometido descontos de 1,5% até quase 11% nos preços dos modelos de entrada, a General Motors (GM) avisou aos trabalhadores que vai interromper por dez dias a produção do Onix, carro de passeio popular.

O setor aguarda pelo anúncio, prometido para ainda para a tarde desta segunda-feira, do programa. Em seu lançamento, no dia 25 de maio, o governo anunciou que cortaria impostos federais de carros que custam até R$ 120 mil, porém o plano foi redesenhado no Ministério da Fazenda e pode agora envolver crédito tributário.

Segundo o sindicato dos metalúrgicos da região, a fábrica da GM em Gravataí (RS), onde o Onix é produzido, vai parar a partir da próxima segunda-feira, 12, com retorno marcado para o dia 22. O motivo é o baixo desempenho do mercado, agravado nas últimas três semanas pela espera dos descontos, que leva o consumidor a adiar a compra.

Na esteira da promessa do governo, a Volkswagen desistiu de suspender parte da produção em Taubaté, no interior paulista, mas não em São José dos Pinhais, no Paraná, onde produz o utilitário esportivo T-Cross. Ainda que o modelo tenha opções abaixo do teto de preço anunciado pelo governo, os trabalhadores de um dos turnos da unidade paranaense tiveram hoje contratos de trabalho suspensos, o chamado layoff. A medida deve durar entre dois e cinco meses.

Além de Gravataí, a General Motors vai parar nas próximas duas semanas - entre os dias 12 e 23 - a produção na fábrica de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Neste caso, porém, os modelos produzidos no local - a picape S10 e o utilitário esportivo Trailblazer - não foram, a principio contemplados pelas medidas de redução de preços do governo.

Conforme informações do sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos, a fábrica, pela queda da demanda, vai interromper não só a produção de carros, mas também de motores, bem como parte dos departamentos administrativos. Haverá também férias coletivas para trabalhadores da linha de transmissões no período de 19 a 28 de junho.

A estimativa é que deixarão de ser produzidas três mil unidades da picape S10 e 280 do Trailblazer. A parada da montadora será remunerada e, posteriormente, compensada.

O Estadão/Broadcast entrou em contato com a GM por esclarecimentos sobre as medidas tomadas em Gravataí e São José dos Campos, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.


Agência Estado e Correio do Povo

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Moraes marca para 22 de junho julgamento que pode deixar Bolsonaro inelegível

 Ação apura a conduta de Bolsonaro em reunião com embaixadores; ex-presidente levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, marcou para 22 de junho o julgamento de uma ação que pode deixar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível.

A ação, que corre em sigilo na Corte, apura a conduta de Bolsonaro durante a reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada. Na ocasião, o ex-presidente levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas, sem apresentar provas, e atacou o sistema eleitoral brasileiro.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) já defendeu a inelegibilidade de Bolsonaro pela conduta dele no encontro com os diplomatas. Segundo o órgão, o discurso de desconfiança sobre as eleições feito pelo ex-presidente foi capaz de afetar a convicção de parte da população brasileira na legitimidade dos resultados das urnas.

Para o MPE, há indícios de abuso de poder político, abuso de autoridade, desvio de finalidade e uso indevido dos meios de comunicação por parte do ex-presidente Bolsonaro. O general Walter Braga Netto, que foi candidato a vice na chapa de Bolsonaro, também é alvo da ação. No entanto, o MPE defende a absolvição de Braga Netto por entender não ter havido a participação dele nos fatos investigados na ação. O órgão é a favor de que apenas o ex-presidente fique inelegível.

R7 e Correio do Povo

Governo anuncia medida para compra de veículos; descontos variam de R$ 2.000 a R$ 8.000

 O desconto mínimo é 1,6% e o máximo de 11,06%; em valores, o menor desconto é R$ 2,000 e o maior R$ 8.000

Na data em que é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciaram nesta segunda-feira (5) a medida provisória que visa conceder incentivos automotivos, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

De acordo com Alckmin, a medida tem três critérios: social, ambiental e industrial. O desconto mínimo é 1,6% e o máximo, de 11,06%. Em valores, o menor desconto é R$ 2,000 e o maior, R$ 8.000.

"Procuramos estimular a renovação da frota. Com o objetivo de tirar o caminhão ou ônibus velho, que tem mais de 20 anos de uso, poluindo, com problema de mecânica. Esse estímulo foi inteligente porque exige que seja retirado caminhão ou ônibus com mais de 20 anos de uso", disse Alckmin.

Mais cedo, Haddad informou que o programa havia sido repaginado e que o foco seria na renovação da frota de ônibus e caminhões. No primeiro anúncio, no entanto, o projeto tinha o objetivo de estimular brasileiros a comprarem carros populares. O titular garantiu, por sua vez, que a redução de impostos para a compra de veículos vai continuar existindo. 

Em 25 de maio, Alckmin afirmou que o programa do governo federal para reduzir o preço dos carros populares será aplicado a automóveis de até R$ 120 mil. Segundo ele, o Executivo vai cortar impostos que incidem sobre a fabricação dos veículos, e a redução no valor de venda deve variar de 1,5% a 10,96%, a depender do modelo do carro.

De acordo com o vice-presidente, o governo ia cortar impostos como IPI e PIS/Cofins a fim de viabilizar essa redução. Atualmente, o modelo mais barato à venda no país está na faixa de R$ 68 mil. Com os descontos, Alckmin disse ser possível, à época, que esse valor baixe para cerca de R$ 60 mil.

"No dia mundial do Meio Ambiente, reafirmamos nosso compromisso com a retomada da indústria com foco na atração de investimentos verdes, comprometidos com a sustentabilidade e com a baixa produção de carbono em toda a cadeia de produção. A neoindustrialização tem como preceitos fundamentais e transversais o respeito às pessoas e ao meio ambiente", afirmou Alckmin via redes sociais.


R7 e Correio do Povo