Brasil expressa condolências sobre acidente de trem na Índia; número de óbitos sobe para 288

 Tragédia, considerada a mais letal em 20 anos, envolveu três trens. Mais de 850 feridos foram encaminhados a hospitais


O governo brasileiro, por meio do Itamaraty, expressou as condolências e solidariedade aos familiares das vítimas de um acidente que envolveu três trens na Índia. Até a manhã deste sábado (3), as autoridades indianas já haviam contabilizado 288 óbitos e mais de 850 feridos foram encaminhados a hospitais.

"O governo brasileiro recebeu, com pesar, a notícia do acidente ferroviário ocorrido ontem no estado de Odisha, na Índia, que resultou em cerca de 300 mortes e deixou grande número de feridos. O Brasil expressa suas condolências e solidariedade aos familiares das vítimas, ao povo e ao governo da Índia", diz nota do Ministério das Relações Exteriores.

Neste sábado (3), o primeiro-ministro do país, Narendra Modi, visitou o distrito de Balasore, em Odisha, onde aconteceu a tragédia, acompanhado dos ministros das Ferrovias, Ashwini Vaishnaw, e da União, Dharmendra Pradhan.

Imagens do local mostraram compartimentos de trem destruídos e abertos com buracos manchados de sangue. Alguns vagões viraram completamente na colisão. O secretário-chefe do estado de Odisha, Pradeep Jena, confirmou ainda que "mais de 850 feridos foram levados a hospitais" depois do acidente, que aconteceu a quase 200 km da capital do estado, Bhubaneswar.

A Índia tem uma das maiores redes ferroviárias do planeta. O país já registrou várias tragédias do tipo no passado, mas a catástrofe de sexta-feira é considerada a mais letal desde a década de 1990.

O desastre foi provocado pelo descarrilamento de um trem expresso que seguia de Bengalore para Calcutá (nordeste do país), que invadiu a via adjacente na direção sul. Minutos depois, o Coromandel Express, que seguia de Calcutá para Chennai, caiu nos escombros. Alguns de seus vagões também colidiram com um trem de carga que estava estacionado nas imediações.

"Quero esquecer"

Um sobrevivente disse a repórteres locais que estava dormindo quando o acidente aconteceu e que acordou preso entre uma dezena de passageiros. Ele conseguiu sair do trem rastejando, com ferimentos no pescoço e no braço.

Uma emissora de TV exibiu imagens de um vagão tombado e de pessoas que tentavam resgatar as vítimas. "As pessoas estavam gritando, pedindo ajuda", disse Arjun Das, outro sobrevivente. "Havia feridos para todos os lados, dentro dos vagões, sobre a ferrovia. Quero esquecer as cenas", acrescentou.

Anubhav Das, um investigador de 27 anos, também disse à AFP o que observou após o acidente. "Vi cenas repletas de sangue, corpos mutilados e um homem com um braço amputado sendo ajudado de maneira desesperada por seu filho ferido", relatou. "Perdi a conta dos cadáveres antes de deixar o local. Agora me sinto quase culpado", disse.


R7 e Correio do Povo

Liberação de emendas bate recorde em maio, e Congresso pressionado por mais verba

 


Governo federal abre cofre para atender pedidos de deputados e senadores em mês difícil para o presidente e distribui R$ 4,5 bi

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liberou em maio pelo menos R$ 4,5 bilhões em emendas parlamentares. O montante representa quase o valor total do que foi repassado desde janeiro, foram R$ 4,9 bilhões até o momento. Os repasses ocorrem em um período de dificuldades na articulação política da União com o Congresso Nacional.

O governo abriu os cofres especialmente após ver ameaçada a medida provisória que definiu a estrutura ministerial de Lula. Temendo não aprovar a matéria, o Executivo liberou em um dia R$ 1,7 bilhão aos parlamentares. O dinheiro foi disponibilizado horas antes da votação da MP na Casa, na terça-feira (30).

Antes de maio, o governo havia distribuído R$ 347,5 milhões aos deputados e senadores. Para demonstrar descontentamento, a Câmara barrou no mês passado mudanças promovidas por Lula ao marco do saneamento básico, demonstrou o projeto de lei do marco temporal de demarcação de terras indígenas e retirou de pauta o projeto de lei das Fake News.

A casa também instalou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Além disso, Câmara e Senado abriram uma CPI mista para apurar os atos de vandalismo de 8 de janeiro, em Brasília.

As derrotas feitas com que o governo se movimentasse para cessar a insatisfação dos parlamentares, e até partidos da oposição foram contemplados com emendas. O PL, por exemplo, foi o que mais recebeu recursos, sendo atendido com R$ 385,8 milhões. Outra lenda bastante beneficiada foi o PP, com R$ 337,6 milhões.

O PT liderou uma distribuição de emendas, com R$ 575,9 milhões, e partidos que comandam ministérios também tiveram precedência, como PSD (R$ 568,7 milhões), MDB (R$ 353,4 milhões) e União Brasil (R $ 304,4 milhões).

Para os próximos meses, os parlamentares esperam mais recursos. Nesta sexta-feira (2), Lula aceitou as dificuldades de articulação com o Congresso e aceitou que não tem uma base sólida no parlamento, o que o força a buscar diálogo com a oposição.

"A esquerda toda tem no máximo 136 votos [na Câmara], isso se ninguém faltar. Para votar uma coisa simples, precisa de 257. E, para aprovar uma emenda constitucional, é maior ainda o número de deputados. É preciso que vocês saibam o esforço para governar. Não é só ganhar a eleição. Você ganha e precisa passar o tempo inteiro conversando para ver se consegue aprovar uma coisa", disse o presidente Lula.

A maioria dos recursos lançados no mês passado será utilizada para ações na área do Ministério da Saúde. Serão pelo menos R$ 4,1 bilhões para projetos da pasta. O valor restante será destinado a iniciativas de outros 13 ministérios, entre eles, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 240,3 milhões), o Ministério da Defesa (R$ 69,4 milhões) eo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (R$ 48,8 milhões).


R7 e Correio do Povo

Biden assina lei do teto da dívida que tira EUA da beira de calote sem precedentes

 O Departamento do Tesouro havia alertado que o país começaria a ficar sem dinheiro para pagar contas

A apenas dois dias de um calote em massa por parte do governo dos Estados Unidos, o presidente americano, Joe Biden, assinou uma lei neste sábado (3) que elevou o teto da dívida do país, evitando um default sem precedentes do governo federal.

O Departamento do Tesouro havia alertado que o país começaria a ficar sem dinheiro para pagar todas as suas contas na segunda-feira (5) o que teria causado ondas de choque nas economias dos Estados Unidos e global.

Os republicanos se recusaram a aumentar o limite de empréstimos do país, a menos que os democratas concordassem em cortar gastos, o que levou a um impasse que só foi resolvido após semanas de intensas negociações entre a Casa Branca e o presidente da Câmara, Kevin McCarthy, republicano da Califórnia.

O acordo final, aprovado pela Câmara na quarta-feira e pelo Senado na quinta-feira, suspende o limite da dívida até 2025 - após a próxima eleição presidencial - e restringe os gastos do governo.


Agência Estado e Correio do Povo

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Torcedor morre após cair da arquibancada do Monumental de Núñez e jogo do River Plate é suspenso

 Tragédia aconteceu aos 25 minutos do primeiro tempo em confronto do Campeonato Argentino


Um torcedor do River Plate morreu na tarde deste sábado após desabar das arquibancadas do estádio Monumental de Núñez. A tragédia aconteceu aos 25 minutos do primeiro tempo do duelo da equipe argentina contra o Defensa Y Justicia. Válido pelo Campeonato Argentino, o jogo foi suspenso. 

Conforme o Diário Olé, o torcedor caiu da arquibancada mais alta do setor Sívori. Os demais presentes começaram a pedir para que os médicos realizassem o atendimento, mas ele não resistiu.

Em entrevista ao TyC Sports, o responsável pelo Same, Alberto Crescenti, que atendeu a ocorrência, afirmou que será preciso aguardar os exames para compreender as causas da morte. "Com a autópsia saberemos se morreu da queda ou tinha alguma doença anterior. Era um homem e tinha cabelos compridos". 

O jornal argentino pontuou que mais investigações serão feitas para entender o episódio. Superlotação também será analisada. O Monumental de Núñez foi reinaugurado neste ano e pode receber até 83,2 mil torcedores.


Correio do Povo

Exército de Putin "tentou explodir" tropas do Grupo Wagner, afirma chefe mercenário

 O mercenário Yegevny Prigozhin alegou que forças regulares russas teriam plantado explosivos em rotas usadas pela milícia privada



O chefe do Grupo Wagner afirmou que o exército de Vladimir Putin tentou explodir as tropas mercenárias, apesar de aparentemente todos lutarem do mesmo lado.

O mercenário Yegevny Prigozhin alegou que as forças regulares russas supostamente plantaram explosivos em rotas usadas pela milícia privada enquanto eles se retiravam de Bakhmut, onde apoiavam a invasão na Ucrânia.

Ele disse ainda que o Ministério da Defesa da Rússia alegou que as ordens vieram do alto e que o próprio Putin ordenou que as explosões fossem feitas.

“Pouco antes de nossa partida, detectamos atividades suspeitas ao longo de nossa rota”, afirmou Prigozhin. “Entramos em contato com as autoridades e começamos a estudar nossas rotas de saída ao longo das estradas."

Foi então que as tropas do Grupo Wagner descobriram cerca de uma dúzia de lugares onde vários dispositivos explosivos foram colocados, os quais variavam de centenas de minas antitanque a toneladas de cargas de mísseis autopropulsados.

“Quem plantou os explosivos eram representantes do Ministério da Defesa. Quando perguntamos por que eles fizeram isso, eles apontaram o dedo para cima", afirmou Prigozhin. 

As alegações vêm apenas algumas semanas depois que o Grupo Wagner entregou suas posições ao exército russo, em uma retirada combinada de uma das batalhas mais mortíferas na invasão de 15 meses, que viu dezenas de milhares de soldados morrerem.

Prigozhin e Putin estão brigando há meses, com o líder russo temendo que o "cão de guerra" tenha se tornado poderoso demais. “Presumimos que foi uma tentativa de açoitamento público”, disse o chefe mercenário.

No final, "nenhum dano foi causado" e a polícia russa está investigando a plantação de explosivos, disse ele. “[Mas] as perguntas ainda não foram respondidas."

Ele afirma que as tropas privadas não sofreram "nenhuma provocação contra nós das Forças Armadas da Ucrânia" enquanto eles recuavam. No entanto, "surpresas nos esperavam" do próprio lado russo.

O Grupo Wagner inclui combatentes voluntários e aqueles libertados das prisões russas, incluindo assassinos e estupradores, aos quais foi prometida a liberdade depois de servir por seis meses. A milícia é a maior de dezenas de tropas mercenárias formadas nos últimos anos na Rússia.

R7 e Correio do Povo

O perigoso morde e assopra de EUA e China

 Além de estar desenvolvendo um programa nuclear ameaçador.

Jurandir Soares

Estados Unidos e China são duas das maiores potências mundiais, que têm interesses médicos, políticos e militares antagônicos, que vivem fazendo ameaças um para o outro, mas ao mesmo tempo buscam desenvolver ações para evitar o que seria um conflito catastrófico entre ambos. O general Mike Minihan, chefe do Comando de Mobilidade Aérea dos EUA, chegou a prever que os dois países irão entrar em guerra em 2025. As questões não são poucas, a começar pela chamada Guerra 2.0, deflagrada ao tempo do governo de Donald Trump e que envolvem as disputas comerciais entre os dois países.

Passam pelo mar do Sul da China, onde Pequim tem se apoderado de várias ilhas e construído outras construções como bases navais, em áreas disputadas com os vizinhos Vietnã, Brunei, Malásia, Indonésia e Filipinas. Esses países, assim como os EUA, consideram a região de áreas internacionais de navegação. E a frota da Marinha norte-americana tem transitado desafiadoramente por ali. Os incidentes não são poucos. Ainda na terça-feira o Pentágono acusou um piloto chinês de fazer uma manobra desnecessariamente agressiva contra uma aeronave norte-americana que operava na região. Em meio à turbulência gerada, o avião teve que recuar para não cair. O Departamento de Defesa dos EUA disse que conduzia “operações de rotina em espaço aéreo internacional, de acordo com a lei”.

Há ainda o caso da Coreia do Norte, protegido pela China, que vem realizando, animadamente, testes com mísseis balísticos sobre o território do Japão.

Além de estar desenvolvendo um programa nuclear ameaçador. Tudo é sob o inconfiável governo de Kim Jong-un. Porém, o maior problema a envolver EUA e China é Taiwan. E é em função dessa disputa que o general Minihan fez sua previsão de guerra até 2025. Vale lembrar que a China considera Taiwan uma província rebelde. E aí temos que remeter a 1949, quando a China, com sua área continental e mais a ilha, era governada por Chian Kai-shek. Nessa ocasião o país foi invadido pelo Exército Vermelho de Mao Tsé-tung, que depôs o governo de Chian Kai-shek e implantou o comunismo no país. O governante deposto refugiou-se em Taiwan, conduzindo ali um governo capitalista, sob a proteção dos Estados Unidos.

Essa situação teve uma guinada em 1979 quando, depois de manobras diplomáticas do secretário de Estado Henry Kissinger e ida do presidente Richard Nixon a Pequim, os EUA reconheceram a unidade territorial da China, praticamente rompendo com Taiwan. No entanto, na medida em que esperava a crescer as disputas entre Washington e Pequim, Taiwan voltou a receber atenção e ajuda norte-americana. Até porque o Conjunto Comunicado de 1979 entre os Estados Unidos e a República Popular da China, no qual o governo americano controlou a soberania de Pequim sobre a China continental e Taiwan, determinou que o “povo americano manterá relações culturais, comerciais, e outras não oficiais ” com os taiwaneses. E a ajuda americana tem-se dado, principalmente, em termos de armamentos. Uma relação que vem num crescendo, o que gera um correspondente crescimento nas tensões sino-americanas. Esses aumentaram com a visita a Taiwan da então presidente do Congresso norte-americano, Nancy Pelosi, em agosto de 2022. “A China se opõe firmemente a encontros oficiais entre os Estados Unidos e Taiwan sob qualquer pretexto. Quem está brincando com fogo vai acabar se queimando muito”, disse na ocasião o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

O incidente desta semana com o avião norte-americano é mais um episódio nas tensões. A porta-voz da embaixada da China em Washington acusou os americanos de pilotos em missões que representariam “um sério risco à segurança nacional chinesa”. “A China continue a tomar as medidas necessárias para defender resolutamente sua soberania e segurança e trabalhar com os países da região para salvaguardar firmemente a paz e a estabilidade no Mar do Sul da China”.

Menos mal que, em meio a essas disputas, nos bastidores despontam ações apaziguadoras. Soube-se, por exemplo, que Bill Burns, diretor da CIA e homem de prestígio junto ao presidente Joe Biden, incorporou secretamente a Pequim para fazer negócios com autoridades chinesas. A visita mais importante de um funcionário do governo Biden a Pequim ocorre no momento em que Washington pressionou por compromissos de alto nível para tentar estabilizar a relação com a China. Outro encontro secreto foi realizado na Áustria entre o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, e o responsável pela política externa da China, Wang Yi. A intenção do governo Biden agora é ressuscitar uma viagem à China do secretário de Estado Antony Blinken, que fora cancelada em função do episódio de um balão chinês ter sido abatido nos Estados Unidos.

Enfim, entre as disputas e os incidentes se desenvolvem como resultado de paz. E com isto uma coisa parece ficar clara. Se a China invadir Taiwan, os EUA não irão intervir diretamente na defesa da ilha. Poderão, no máximo, fazer como o que está acorrendo com a Ucrânia em sua guerra contra a Rússia.

Fornecem armas, mas não soldados. Isto, evidentemente, se antes não espera um confronto direto entre EUA e China como decorrência dos incidentes múltiplos.


Correio do Povo

Texas proíbe tratamento médico para menores transgêneros

 O estado agora é o maior dos Estados Unidos a impor esse tipo de restrição


O governador do Texas, Greg Abbot, promulgou na sexta-feira (2) a lei que proíbe tratamento médico para menores transgênero. O estado agora é o maior dos Estados Unidos a impor esse tipo de restrição.

Abbot seguiu os passos do governador da Flórida, o republicano Ron DeSantis, que assinou um projeto de lei similar em maio.

Texas e Flórida são, respectivamente, o segundo e o terceiro estados mais populosos dos Estados Unidos.

Mais de 10 estados governados por republicanos aprovaram proibições similares nos últimos meses.

A lei entrará em vigor em 1º de setembro e proíbe que os médicos receitem bloqueadores hormonais ou façam cirurgias de transição de gênero em menores de 18 anos.

A legislação inclui uma exceção para os menores que já recebem bloqueadores de puberdade ou terapia hormonal, mas exige que "parem de tomar o medicamento receitado durante um período de tempo e de uma maneira que seja segura e apropriada em termos médicos".

Os direitos das pessoas transgênero se converteram em um tema cada vez mais importante na política americana.

Os democratas denunciam que as medidas aprovadas no Texas e na Flórida violam os direitos fundamentais.

O presidente Joe Biden pediu, em março, a eliminação destas normas, que chamou de "ataques" e denunciou que eram "antiamericanas".

A lei também foi denunciada por várias ONGs.

Na sexta-feira, a União Americana de Liberdades Civis anunciou que entrará com recurso contra a proibição estadual.

"Abbot não pode impedir que os jovens trans prosperem no Texas e o levaremos aos tribunais para nos assegurarmos disso", escreveu a organização no Twitter.

Mais da metade dos jovens transgênero e não binários do Texas pensaram em cometer suicídio em 2022, segundo uma pesquisa realizada pelo Projeto Trevor, uma ONG dedicada à prevenção do suicídio entre jovens LGBTQIA+.


AFP e Correio do Povo

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Ônibus fica destruído após pegar fogo na freeway

 Nenhum dos oito ocupantes do coletivo da empresa Transcal ficou ferido em incêndio próximo à Arena do Grêmio



Um ônibus pegou fogo e ficou totalmente destruído no início da manhã deste sábado, na freeway. O coletivo que havia saído de Cachoeirinha em direção a Porto Alegre precisou parar por volta das 6h no km 95 da rodovia, próximo à Arena do Grêmio, após o motorista sentir um cheiro de queimado. Além dele, sete passageiros estavam no veículo da empresa Transcal e ninguém se feriu.

O Corpo de Bombeiros chegaram ao local prontamente e apagaram as chamas. As duas faixas da direita no sentido Interior-Capital ficaram bloqueadas, mas não chegou a afetar o fluxo do trânsito, pelo movimento menos intenso na região no período. Problemas no motor teriam causado o incêndio no ônibus intermunicipal.

No momento, apenas uma faixa está bloqueado, prevista para ser liberada por volta das 10h deste sábado.

Correio do Povo