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O ENIGMA DE CABRAL

 O subsolo da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, ali na Praça 15, encerra um mistério. A inscrição informa que, dentro desta pequena urna, estão os resíduos mortais de ninguém menos que Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil. Bem, “descobridor” é modo de dizer, já que os portugueses sabiam muito bem que havia terras nestas bandas do Atlântico — do contrário, o célebre Tratado de Tordesillas teria sido, apenas, para se decidir quem ficaria com mais água salgada. Antes de se falar do enigma contido na caixa mortuária, contudo, é preciso fazer uma digressão. Cabral, então um gajo de 33 anos, saiu do Tejo no comando da maior esquadra já montada naquele Século dos Descobrimentos, com treze navios, em março de 1500. Uma de suas missões era estabelecer uma feitoria na parte do Novo Mundo que cabia a Portugal. Soldado desde a adolescência, ele foi escolhido pelo rei D.Manuel I por seus feitos à Coroa. Era, contudo, sua primeira empreitada marítima de grande porte. Cabral e seus homens deram com os costados aqui em 22 de abril daquele ano, e o resto da história é bem conhecido. Depois de umas semanas, parte dos navios seguiram para o sul da Ásia com o comandante, deixando aqui os primeiros colonizadores.


Pedro Álvares Cabral só regressaria a Lisboa meses depois, abarrotado de especiarias e com o crédito pela chegada à então chamada Ilha de Vera Cruz — hoje, o nosso Brasil. Apesar do seu grande feito, Cabral não se tornou tão venerado como outros heróis do mar lusitanos, como Vasco da Gama, Bartolomeu Dias ou Fernão de Magalhães. Morreu quase no ostracismo, em 1520, e foi enterrado sem pompa. Nove anos depois, seu túmulo foi transferido para a Igreja de Nossa Senhora da Graça, na cidade portuguesa de Santarém, onde repousou, também, sua mulher, Isabel de Castro. Muito tempo depois, em 1882, o jazigo foi aberto, e aí, começou o mistério. Para surpresa geral, nele havia não dois, mas três esqueletos humanos e, pasmem, a ossada de uma cabra. A insólita presença do caprino se explicaria porque o brasão da família Cabral ostenta a imagem do bicho que origina seu nome. O terceiro esqueleto, provavelmente, era de um anônimo parente enterrado junto ao casal.

Pior ainda foi a exumação de 1903. Quando o cardeal Arcoverde quis trazer parte do corpo de Cabral para cá, abriram novamente o túmulo e encontraram nada menos que cinco ossadas humanas masculinas, duas femininas e outras duas de crianças, além do já citado quadrúpede. Como, até onde se sabe, esqueletos não se reproduzem, permanece o mistério: quem eram aquelas pessoas e quais dos restos seriam de Cabral? A solução encontrada foi remontar o que sobrou e dar um pedacinho de cada esqueleto aos interessados, sem qualquer certeza quanto à identidade dos finados. Uma parte ficou lá mesmo, em Santarém; outra foi colocada no panteão de Belmonte, cidade natal do navegante; e alguns despojos vieram para cá, sendo depositados nesta urna. Como não se coletaram, até hoje, amostras genéticas de descendentes do descobridor para uma confrontação por DNA, vale o que está escrito. Portanto, visitar esta cripta fica sendo uma homenagem ao intrépido Pedro Álvares Cabral, e pronto. 


Fonte: https://web.facebook.com/photo/?fbid=764914941919915&set=a.599504195127658

Há 52 anos, em 14 de maio de 1971, o Pink Floyd lançava Relics, uma das primeiras coletâneas da banda britânica.

 A compilação foi encomendada pela gravadora EMI após os executivos perceberem que o Pink Floyd entrara ao estúdio para gravar um novo álbum (que se tornaria Meddle) sem qualquer ideia, de modo que a gravadora ficaria algum tempo sem capitalizar com a banda. Dessa forma, Relics foi organizada sob curadoria dos integrantes do Pink Floyd enquanto ocorriam as sessões de um novo disco.


Para consistir seu repertório, foram selecionados A-sides dos primeiros singles do Pink Floyd, incluindo "Arnold Layne" e "See Emily Play" (até então não incluídas em qualquer outro compacto), e B-sides pouco conhecidos como "Careful With That Axe, Eugene" e "Paintbox", além de faixas dos álbuns The Piper At The Gates Of Dawn (1967) e A Saucerful Of Secrets (1968). Relics também incluiu uma faixa inédita composta pelo baixista Roger Waters, "Biding My Time", na qual o tecladista Richard Wright toca trombone e que foi reformulada para a inclusão na compilação.

A capa original de Relics (imagem nos comentários) foi desenhada pelo baterista Nick Mason, inspirada em seu tempo estudando arquitetura na Universidade de Westminster em meados da década de 1960. Quando a coletânea foi lançada em CD em 1996, o designer gráfico britânico Storm Thorgerson (responsável por capas como Dark Side Of The Moon, de 1973) criou uma nova arte de capa para Relics (imagem da publicação), fotografando um modelo inspirado no desenho original de Mason.

Originalmente, Relics foi lançado no Reino Unido em 14 de maio de 1971 e nos Estados Unidos no dia seguinte, com o subtítulo "A Bizarre Collection Of Antiques & Curios". A compilação atingiu o #29 na Austrália e o #32 no Reino Unido, porém apenas o #152 nos Estados Unidos, ainda que ao longo dos anos tenha ganhado status de cult pelos fãs do Pink Floyd e tornar-se o único lançamento oficial da banda a incluir seus primeiros singles até o lançamento da compilação The Early Singles (1992), parte do box Shine On (1992).

#PinkFloyd #ClassicRock #ProgRock #Psychedelic #70s #OnThisDay #Ummagumma #LimonadaMusical 

Ao menos 13 sacadas de prédio desabam em Belém, mas não deixam feridos

 Destroços atingiram veículos e até casa de vizinhos do condomínio, que tiveram prejuízo

Ao menos 13 sacadas de um prédio localizado na cidade de Belém, no Pará, desabaram por volta das 14h deste sábado (13).  Apesar do susto, não houve feridos.

A hipótese do Corpo de Bombeiros é que uma obra, realizada na cobertura do condomínio, teria causado o acidente. Segundo os agentes, essa obra deve ter ocasionado infiltração. A primeira sacada teria ficado frágil e caiu, atingindo as demais. 

De acordo com informações da Record TV, o trecho está bloqueado devido à quantidade de destroços na região. Carros e casas foram danificados com o impacto da queda. Vizinhos afirmam que foi "um susto".


R7 e Correio do Povo

Abril Vermelho não mudou relação entre governo e MST, diz Alckmin

 Vice-presidente visitou neste sábado a Feira da Reforma Agrária promovida pelo movimento

Para o vice-presidente Geraldo Alckmin, as ações do Abril Vermelho, movimento no mês passado que organizou a ocupação em propriedades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da indústria de celulose Suzano, não abalaram a relação do governo federal com o Movimento dos Sem Terra (MST), que organizou as invasões.

Alckmin visitou a Feira da Reforma Agrária promovida pelo Movimento dos Sem Terra (MST) na tarde deste sábado, 13. Junto com dirigentes do movimento, como João Pedro Stédile, ele circulou entre os feirantes por pouco mais de uma hora. Depois, realizou rápida reunião fechada com os representantes.

Os atos no mês passado levaram a oposição a tentar instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). "Sou cauteloso sobre isso. O trabalho do legislativo é legiferante, não policialesco", disse Alckmin à imprensa. Para ele, a função dos deputados é legislar bem, já que existem órgãos de fiscalização suficientes.

Alckmin não proferiu discurso no evento, onde o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, estava presente. Perguntado sobre o motivo, Alckmin minimizou sua ausência no palco dizendo que quando era governador de São Paulo, visitava a feira anualmente.


Agência Estado e Correio do Povo

Festival de eletros: confira as ofertas!

 

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PL escala tropa de choque da CPI do MST com Ricardo Salles como protagonista

 Ex-ministro do Meio Ambiente é cotado para ser o relator da comissão que vai investigar o aumento no número de ações do MST

O Partido Liberal (PL) vai apostar em nomes de deputados ligados ao agronegócio para compor a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que vai investigar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A previsão é que o colegiado seja instalado na próxima semana, com o objetivo de apurar o aumento do número de invasões de terra em 2023. A CPI será composta por 27 deputados titulares e 27 suplentes, em indicações que levam em consideração a quantidade de parlamentares que os partidos têm na Câmara. 

Devem representar o PL:
- Caroline de Toni (SC)
- Delegado Éder Mauro (PA)
- Domingos Sávio (MG)
- Capitão Alden (BA)
- Marcos Pollon (MS)
- Rodolfo Nogueira (MS)
- Ricardo Salles (SP)

Todos integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como a "bancada ruralista", um dos grupos de pressão contra o MST. Salles, que é ex-ministro do Meio Ambiente, é o mais cotado para ser o relator da comissão. 

A estratégia da tropa de choque do PL vai ser apontar os financiadores do que consideram uma "onda de invasão" promovido pelo MST. "Não é barato e não é fácil fazer mobilização tão forte e tão grande quanto essas que fizeram no Carnaval e agora no mês de abril. Precisamos saber quem está pagando essa conta e se há participação do Estado brasileiro", enfatizou o presidente da FPA, Pedro Lupion ao defender a instalação da investigação.

O pedido de abertura da CPI foi protocolado em 15 de março na Câmara dos Deputados. O requerimento tem 172 assinaturas, juma a mais do que o número mínimo. O MST considera que a ocupação de propriedades rurais é "legítima" e que a movimentação na Câmara tenta "perseguir e criminalizar a luta popular".

Outras investigações

Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar repasses federais a entidades ligadas ao MST chegou a ser criada durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2009. Na época, o relator Jilmar Tatto (PT) concluiu que não havia irregularidades.

Na época, a CPMI foi criada por um requerimento da então senadora Kátia Abreu (PP). A comissão era composta de 33 senadores (18 titulares e 15 suplentes) e 36 deputados federais (18 titulares e 18 suplentes). 

Críticas no primeiro escalão

As invasões do MST já foram motivo de críticas no primeiro escalão do governo. Em abril, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que os militantes do grupo deveriam adotar outras formas de protesto para reivindicar direitos.

"Discordo de qualquer tipo de invasão de áreas produtivas, sobretudo áreas em que estão se desenvolvendo pesquisas, como forma de luta. Acredito que o MST e outros movimentos disponham de outras formas de luta, que podem conquistar ainda mais a sociedade para  causas importantes como reforma agrária, agricultura familiar e produção de alimentos no nosso país", afirmou.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, foi outro que fez duras críticas ao movimento, comparando a invasão de terras com a ação de extremistas no 8 de Janeiro. Fávaro disse quee "invasão de terra não pode ser concebível e é tão grave quanto invadir o Congresso Nacional", defendendo que essas ações "têm de ser repelidas no rigor da lei".

Invasões em alta

De 1º de janeiro até o dia 20 de março, o número de invasões de terra registradas no país havia superado o total do primeiro ano de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foram 13 ocupações em menos de três meses de 2023, contra 11 ocupações em todo o ano de 2019, segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


R7 e Correio do Povo

Dia das Mães atende os gostos de todas as famílias e mães em sua diversidade

 

 

Perdendo apenas para o Natal, o Dia das Mães é considerada a segunda principal data comemorativa para o comércio. Antigamente, os setores de vestuário, flores, chocolates, calçados, perfumes, cosméticos e utilidades domésticas eram os mais procurados na celebração. Hoje, buscando atender à diversidade de mães e configurações familiares, as empresas e marcas vêm apostando em variados segmentos — como itens esportivos, eletrônicos, viagens e tantos outros serviços. Junto a isso, fortalecer os laços afetivos é uma das maiores lições que a data transmite e um dos principais meios de expressar carinho é a troca de presentes.

 

Diante desse cenário, o Departamento de Defesa do Consumidor (Procon RS), da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), sistematizou, nesta sexta-feira (12), uma série de dicas para a compra de presentes em lojas virtuais, preservando a integridade dos compradores nas relações de consumo.

 

De acordo com a chefe da Divisão de Atendimento e Fiscalização do Procon RS, Bárbara Ramos, o Dia das Mães, que ocorre no próximo domingo (14), é uma data em que a população busca retribuir todos os esforços das pessoas que as cuidaram, principalmente, durante a infância e adolescência. "No momento da compra do presente, os consumidores precisam estar atentos à própria integridade", destaca Bárbara. “Afinal, o que todas as mães querem é a segurança dos seus filhos e filhas. Por isso, também é preciso ter todo o cuidado na hora de adquirir produtos ou contratar serviços”, ressalta.

 

A partir deste contexto, seguem abaixo as dicas do Procon RS:

 

 

     Antes de efetuar a compra dos presentes, verifique a reputação da empresa

 

O primeiro passo para realizar as compras online é pesquisar sobre o relacionamento da empresa com o cliente. Recomenda-se analisar informações em sites de busca, como Reclame Aqui, sobre o tempo de entrega e condições do produto enviado. Junto a isso, observe se o site do fornecedor está informando seus dados corretamente, como o CNPJ, o endereço da sede presencial e os canais de contato, telefone ou e-mail.

 

 

     Compare os preços dos presentes em diferentes lojas

 

Os estabelecimentos comerciais podem ofertar preços diferentes nos mesmos produtos e serviços, sendo que a marca e a qualidade são elementos que influenciam diretamente na variação dos preços. Deste modo, é indicado comparar o custo-benefício dos presentes para que os consumidores permaneçam sem dívidas. Uma forma de pesquisar os preços é utilizar o aplicativo Menor Preço Nota Gaúcha.

 

 

 

 

 

     Guarde as telas que detalham as promoções dos presentes

 

Realizada a compra, busque salvar no computador ou no celular as telas que detalham a oferta do produto e a confirmação do pagamento. Esses registros são importantes para o caso de eventuais reclamações.

 

 

     Busque saber se o estabelecimento permite a troca dos presentes

 

Por lei, as lojas presenciais e virtuais não são obrigadas a trocar os produtos se não apresentarem defeitos. O mesmo vale para presentes. No entanto, há empresas que permitem este tipo de troca. Por isso, dentre os produtos do seu interesse, busque conhecer se as lojas possuem uma política de troca, observando também os prazos estipulados pelos fornecedores.

 

 

Crédito: Wagner Meirelles / Ascom SJCDH

 

Contatos para imprensa:

Ana Fritsch: (51) 99988-9941

Jéssica Moraes: (51) 99145-2291

PP de Porto Alegre oficializa apoio a reeleição de Melo em convenção

 Prefeito e vice, que devem repetir dobradinha na disputa em 2024, participaram do evento em clima festivo

Em um evento prestigiado por lideranças, deputados federais e estaduais, o PP de Porto Alegre realizou convenção na manhã deste sábado, na Câmara de Vereadores da Capital. Além de reconduzir por aclamação Vitor Alcântara, o Vitinho, como presidente municipal, o ato, em clima festivo, serviu principalmente para endossar o apoio a reeleição de Sebastião Melo (MDB). Essa aliança, foi, inclusive, materializada em símbolos.

Chapéus semelhantes ao que Melo utilizou na campanha passada e seguiu usando em atividades externas por bairros da Capital foram distribuídos aos presentes. Além disso, camisetas e adesivos com os dizeres “Andar com Melo eu vou”, entoado em ritmo de samba, em uma versão da música de Gilberto Gil, “Andar com fé eu vou”, com direito a presença de uma bateria, eram comuns no espaço.

Foi, aliás, neste ritmo, quase um jingle de campanha, que Sebastião Melo, por volta das 11h30min, adentrou o plenário do Legislativo municipal, acompanhado da primeira-dama, Valéria Leopoldino, e do vice, Ricardo Gomes (PL), que deverá repetir a dobradinha pela reeleição.

Cauteloso, Melo evitou confirmar, em sua fala, a iminente candidatura visando a reeleição, dizendo que "há momento certo para campanha", ressaltando a atuação da bancada do PP na Câmara para aprovação de projetos do Executivo e elencado ações recentes de seu atual mandato, como a entrega de novos ônibus antes da convenção. “Governo precisa ouvir, precisa agir. Estamos aqui, eu, Valéria e nossos secretários, para agradecer esse carinho de vocês.”

 Chapéu que virou marca registrada de Melo foi distribuído na convenção do PP Foto: Felipe Nabinger / CP Especial

Dando mostra do tamanho do apoio progressista a Melo, prestigiaram o ato o presidente estadual do partido, Celso Bernardi, o senador Luis Carlos Heinze, os deputados federais Afonso Hamm, Covatti Filho e Pedro Westphalen, o líder da bancada do partido na Assembleia Legislativa, deputado estadual Guilherme Pasin, os vereadores Comandante Nádia e Cassiá Carpes, entre outras lideranças do PP de Porto Alegre e outros municípios do Estado.

“A eleição de 2024 será diferente. Mas de uma coisa tenho certeza, vamos ganhar com Sebastião Melo. Isso será igual. Cenário diferente, mas uma certeza. Sebastião Melo seguirá, junto com Ricardo Gomes, prefeito de Porto Alegre”, disse Bernardi em seu discurso. Heinze afirmou que o ato era um “divisor de águas” na disputa entre os campos de centro-direita e da esquerda.

“Melhor projeto”

Para Vitor Alcântara, que seguirá à frente da executiva municipal por três anos, conforme mudança no estatuto que vale também para o comando estadual, disse que o PP se prepara para fazer uma grande bancada na Câmara da Capital em 2024 e reforçou a aliança com Melo.

“Hoje creio que não exista, no Brasil, uma dupla que se complemente assim. Estaremos no melhor projeto para essa cidade, que é Sebastião Melo e Ricardo Gomes”, disse, antes de ler uma carta aberta ao cidadão de Porto Alegre, onde diz que a Capital “rompeu com a estagnação e a desconfiança, sem ranços ideológicos, que impedem o desenvolvimento”.

A vereadora Tanise Sabino (PTB) também esteve presente. Na semana passada, a sigla realizou uma reunião partidária em Porto Alegre, onde também havia firmado apoio a Melo para a reeleição.

Homenagens

Houve, logo após a chegada de Melo, uma homenagem a João Antônio Dib, falecido aos 93 anos na quarta-feira e velado, no dia seguinte, no Paço Municipal. Com a imagem do ex-prefeito e vereador por dez vezes reproduzida no telão do plenário da Câmara de Vereadores, uma mensagem foi lida destacando a trajetória de Dib, seguido de uma salva de palmas.

Celso Bernardi também foi homenageado. Em vídeos no telão, filhos e netos fizeram declarações a Bernardi. “Me sinto feliz, com muita gratidão, por essa homenagem do PP de Porto Alegre.”


Correio do Povo

Trégua entre Israel e grupos armados palestinos acontecem após 35 mortes em 5 dias

 Foguetes foram lançados momentos antes do Cessar-fogo anunciado neste sábado com início às 19h do horário local


O exército israelense e grupos armados palestinos da Faixa de Gaza concordaram neste sábado (13) com um cessar-fogo, após cinco dias de disparos de foguetes e mísseis que deixaram 33 mortos no enclave palestino e dois em Israel.

O Egito, mediador tradicional entre as duas partes, recebeu a aprovação de ambas as partes para uma trégua que deveria começar às 19h do horário local (16h de Brasília), informaram fontes egípcias e palestinas à AFP. Um funcionário do governo israelense, questionado pela AFP, recusou-se a fazer qualquer comentário sobre o assunto.

O dia foi marcado por novos duelos de artilharia. Vários foguetes foram lançados por volta das 18h15 GMT (15h15 de Brasília) a partir da Faixa de Gaza, segundo jornalistas da AFP.

A escalada começou na terça-feira com ataques israelenses contra a Jihad Islâmica, um grupo considerado "organização terrorista" por Israel, a União Europeia e os Estados Unidos. Trata-se do maior surto de violência entre ambas as partes desde agosto de 2022.

Pouco antes do anúncio do cessar-fogo, o general israelense Herzi Halevi, chefe do Estado-Maior Conjunto, comemorou que Israel tenha alcançado "importantes objetivos ao longo desta campanha".

As Brigadas Al-Quds, braço armado da Jihad Islâmica, haviam anunciado pouco antes que continuariam seus "disparos de mísseis contra cidades" israelenses, "diante da continuação de assassinatos e bombardeios" de áreas habitadas.

"O que fizemos?"

Em Gaza, governada pelo movimento islâmico Hamas desde 2007, o Ministério do Interior acusou Israel de direcionar seus ataques "a alvos civis e prédios residenciais". Também pediu às organizações de direitos humanos que pressionem "para que Israel ponha fim aos crimes" que "estão sob a jurisdição da justiça internacional".

Na cidade israelense de Tel Aviv, mais de 2.000 manifestantes protestaram durante a noite contra a guerra, informaram repórteres da AFP.

De acordo com o exército israelense, um foguete palestino caiu em uma área agrícola israelense em Shokeda, a menos de 10 quilômetros da Faixa de Gaza, ferindo um trabalhador palestino que morreu no hospital.

Essa morte eleva para 34 o número de palestinos mortos nos confrontos desde terça-feira, 33 deles na Faixa de Gaza. Do lado israelense, um octogenário morreu na quinta-feira em Rehovot, no centro de Israel.

Entre os palestinos mortos estão seis comandantes da Jihad Islâmica, bem como combatentes desse movimento e da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), outro grupo armado.

Jornalistas da AFP constataram no sábado os estragos causados pelos bombardeios israelenses em áreas residenciais como Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza, e Deir al Balah, mais ao centro.

"Não vejo trégua", declarou Muhammad Muhanna, de 58 anos, entre os escombros de sua casa em Gaza. "Todo o povo palestino sofre. O que fizemos?" O primeiro-ministro palestino Mohammed Shtayyeh exigiu "uma intervenção das Nações Unidas para que os crimes israelenses contra o povo (palestino) na Faixa de Gaza e na Cisjordânia terminem".

1.230 foguetes 

O Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA) confirmou na sexta-feira a morte de pelo menos 13 civis, sete deles menores de idade. O exército israelense afirma que quatro civis, três deles menores de idade, foram mortos por foguetes palestinos que caíram dentro da Faixa de Gaza.

O exército afirmou ter atingido 371 "alvos terroristas" e afirmou que cerca de 1.230 foguetes foram disparados em direção a Israel, mais de 370 dos quais foram interceptados pelo sistema de defesa antiaérea.

A Faixa de Gaza é um território palestino empobrecido e pequeno, onde vivem 2,3 milhões de pessoas. Desde 2007, quando o movimento islâmico Hamas assumiu o controle total do enclave, ele está sujeito a um estrito bloqueio israelense.

O território tem sido palco de várias guerras com Israel desde 2008.

Em agosto de 2022, três dias de confrontos entre Israel e a Jihad Islâmica causaram a morte de 49 palestinos, incluindo pelo menos 19 crianças, segundo a ONU. Mais de mil foguetes foram disparados na ocasião de Gaza em direção a Israel, deixando feridos.

No norte da Cisjordânia ocupada, dois combatentes palestinos do braço armado do Fatah, o movimento do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, morreram neste sábado em uma operação do exército israelense no campo de refugiados de Balata, em Nablus. Outro palestino foi morto à tarde, segundo o exército, depois de tentar atacar a polícia com uma faca.

AFP e Correio do Povo