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Seja como for, o fato é que o tiro dado com a ação na Ucrânia está saindo pela culatra.
Jurandir Soares
A Rússia, alegadamente, invadiu a Ucrânia porque o país estaria para entrar na Otan, o que significaria a instalação de bases militares da Aliança Atlântica junto à sua fronteira. Pois bem, com a deflagração da guerra dois vizinhos da Rússia, Suécia e Finlândia, aderiram à Otan. A Finlândia tem 1.350 milhas de fronteira com a Rússia e, nesta semana, recebeu a visita de militares norte-americanos para tratar da instalação de uma base dos Estados Unidos, o que significa Otan em território finlandês. De acordo com o jornal Helsingin Sanomat, citando o subchefe do Departamento Político do Ministério das Relações Exteriores, Mikael Antell, o acordo fortalecerá os recursos de dissuasão e defesa da Finlândia através da presença dos EUA e de suas armas. “O mais importante é que o acordo permite uma cooperação fluida com os EUA em todas as situações de segurança”, afirmou o representante do governo finlandês. O acordo não envolve a instalação de armas químicas.
Seja como for, o fato é que o tiro dado com a ação na Ucrânia está saindo pela culatra. A Otan está se fortalecendo muito mais no seu entorno e, ao mesmo tempo, traçando novas estratégias de atuação. Reunida em Bruxelas, nesta semana, uma organização começou a discutir um plano de 4.000 páginas apresentadas pelo secretário Jens Stoltenberg. Os líderes dos 31 países membros buscam unificar os planos nacionais de defesa com os planos regionais. É simbólico que esses temas serão finalizados na reunião da organização, marcada para julho em Vilnus, capital da Lituânia, país que tão logo ruiu a União Soviética tratou imediatamente, com seus vizinhos bálticos, Estônia e Letônia, de adesão à Aliança Atlântica. Buscaram de imediato se proteger para não voltarem ao jugo de Moscou, ao qual permaneceram submissos ao longo de décadas.
Além de ver essa mobilidade do Ocidente, a Rússia enfrenta os problemas decorrentes da ingestão de álcool, que impedem a chegada de muitos produtos ao país, inclusive os componentes eletrônicos, indispensáveis para a indústria automobilística. Soma-se o gasto que está tendo com a operação militar, com perdas de soldados e de equipamentos militares. E no campo de batalha seu avanço é pífio. Estaria havendo até um retrocesso em Bakhmut, cidade que é palco de confrontos há mais de um mês. E este retrocesso estaria diretamente ligado à falta de apoio ao grupo de mercenários Wagner. De acordo com o noticiado pela EuroNews, o líder do grupo Wagner voltou a atacar os comandantes militares russos, acusando-os de não terem fornecido as munições necessárias para lutar por Bakhmut. Yevgeny Prigozhin afirmou que soldados do exército russo fugiram de posições cruciais na região e que Vladimir Putin “está sendo enganado”. Prigozhin já tinha responsabilizado o ministro da Defesa russo e o chefe do Estado Maior da Rússia pela falta das munições para garantir o sucesso no campo de batalha. Apesar de ter dado o prazo do dia 10 de maio para a retirada, o líder do grupo Wagner disse que suas tropas vão permanecer em Bakhmut nos próximos dias. É preciso ressaltar que o grupo Wagner é o que tem obtido os melhores resultados para a Rússia. o líder do grupo Wagner disse que suas tropas vão permanecer em Bakhmut nos próximos dias. É preciso ressaltar que o grupo Wagner é o que tem obtido os melhores resultados para a Rússia. o líder do grupo Wagner disse que suas tropas vão permanecer em Bakhmut nos próximos dias. É preciso ressaltar que o grupo Wagner é o que tem obtido os melhores resultados para a Rússia.
Enquanto isso, torna-se mais tensa a situação com a Polônia, que é o país por onde chegam as armas que são enviadas para a Ucrânia. Segundo o jornal El País, a tensão e a desconfiança tradicional entre a Polônia e a Rússia, intensificada pela guerra, se encontra em um ponto crítico, com a inclusão de vários incidentes. Tanto que Varsóvia convocou, na quarta-feira, o embaixador russo, para reclamar-se. De sua parte, a Rússia considera um ato de agressão o fato de a Polônia ter renomeado o enclave que a Rússia tem junto à sua fronteira. Passando de Kaliningrado para Królewiec, nome que tinha nos séculos XV e XVI quando estava sob domínio polonês.
E um detalhe para finalizar: na reunião de Vilnus, em julho, a Otan irá analisar o pedido de ingresso na organização feito pela Ucrânia. É muito difícil que venha a ser aceito, pelo menos neste momento, simplesmente, porque o artigo 5º do estatuto da organização estabelece que uma agressão a um país membro representa uma agressão a todos. O que significaria todos entrarem na guerra contra a Rússia, o que teria razões inimagináveis. Agora, o que é certo é o aumento de bases em países vizinhos da Rússia, como está relacionado com a Finlândia.
Correio do Povo
Tragédia já deixou ao menos três vítimas fatais
Inundações causadas por uma cheia repentina no centro da Somália deslocaram cerca de 200 mil pessoas, informou neste sábado (13) um funcionário regional deste país localizado no Chifre da África.
A cheia do rio Shebelle na cidade de Beledweyne, na região de Hiran, obrigou milhares de habitantes a abandonarem suas casas.
"Cerca de 200 mil pessoas estão agora deslocadas devido à cheia súbita do rio Shebelle na cidade de Beledweyne, e esse número pode aumentar", declarou o vice-governador de assuntos sociais de Hiran, Ali Osman Hussein.
"Estamos fazendo tudo o que podemos para ajudar os afetados", disse ele à AFP.
O governador adjunto da região, Hassan Ibrahim Abdulle, afirmou na sexta-feira que "três pessoas" haviam morrido devido às inundações.
Alguns moradores contaram à AFP que foram obrigados a deixar repentinamente suas casas no meio da noite, quando a água começou a inundar as ruas e os prédios nesta semana.
"Tudo o que pudemos fazer foi sair e salvar nossos filhos. Não pegamos nenhum pertence", relatou um deles, Iman Badal Omar.
No sul da Somália, em março, chuvas torrenciais mergulharam as comunidades no caos, destruindo ou danificando pontes, estradas e casas. Pelo menos 14 pessoas morreram na época.
O Chifre da África é uma das regiões mais vulneráveis às mudanças climáticas, com crises cada vez mais frequentes e intensas.
AFP e Correio do Povo
Com jejum de gols por três partidas seguidas, Colorado fica em 12º lugar no Brasileirão
O Inter perdeu para o Atlético-MG por 2 a 0 pelo Campeonato Brasileiro, na noite deste sábado, 13. É a terceira derrota seguida do Inter na competição. A partida, válida pela sexta rodada do Brasileirão 2023, foi realizada no Mineirão, em Belo Horizonte.
O Galo marcou logo no início, com Vargas, aos três minutos de jogo. O segundo gol saiu no final do jogo, Paulinho tabelou com Hulk e marcou.
No primeiro tempo, o Inter se apresentou apático e não conseguiu levar perigo ao time da casa. Na segunda etapa, o Colorado voltou com outra disposição, retendo mais a bola e buscando o empate com intensidade. Mas não foi suficiente para pontuar.
Com o resultado, o Inter é o 12º, com sete pontos, e pode cair mais na tabela, dependendo dos resultados dos jogos de domingo. O Colorado pega o América-MG na quarta-feira, em Belo Horizonte, pela Copa do Brasil. No Brasileirão, o próximo compromisso é o Grenal, no próximo domingo.
O Galo ficou na quarta colocação, com dez pontos. O Atlético pega o Corinthians na quarta pela Copa do Brasil em casa e, no sábado, enfrente o Coritiba fora de casa pelo Brasileirão
O Galo começou a partida com todo o gás e o Inter não respondeu à altura. Logo aos três minutos, o Atlético saiu na frente, com Vargas. A jogada começou pelo lado direito. Pavón cruzou na área e Vargas subiu mais que os dois zagueiros colorados para abrir o placar.
O gol mudou o cenário do jogo. O Colorado não conseguiu levar grande perigo à defesa do Atlético. Vencendo, a equipe mineira procurava manter a posse de bola, recuando quando necessário, e o Inter não pressionava a marcação no campo de ataque.
Mesmo com o cenário desfavorável e criando pouco, o Colorado teve algumas chances e chegou a marcar um gol, que foi anulado. Aos 15 minutos, em lance que começou com erro do Atlético e roubada de bola colorada. Em jogada que começou com roubada de bola, De Pena chutou forte da entrada da área e o goleiro Everson espalmou. No rebote, Maurício arrematou, mas estava bastante adiantado. Primeira chegada importante do Inter na partida.
Aos 23, quem chegou foi o Atlético. Zaracho ganhou pela esquerda e lançou Hyoran entrando na área. Ele pegou mal na bola e tocou por cima. Aos 28, De Pena cobrou escanteio na área e o goleiro Everson espalmou. Na sobra, Thauan Lara acertou um chute forte no canto. Everson se esticou todo e conseguiu tirar pela linha de fundo.
Na segunda etapa, o Inter voltou com outra disposição, jogando com a bola e colocando intensidade no jogo. O time chegou com perigo em algumas oportunidades. Baralhas arriscou um bom chute da intermediária aos 39. No final, quando o Inter se apresentava melhor, o Galo arrematou. Aos 49 minutos, Paulinho tabelou com Hulk e amandou para a rede. Fim de jogo, 2 a 0 para o Atlético.
FICHA TÉCNICA:
Atlético-MG 2 X 0 Internacional
Atlético-MG - Everson; Mariano (Bruno Fuch), Nathan Silva, Jemerson e Rubens; Rodrigo Battaglia, Pavón (Edenílson), Zaracho, Hyoran (Patrick); Paulinho (Igor Gomes) e Vargas (Hulk). Técnico: Eduardo Coudet.
Internacional - Keiller; Bustos, Vitão, Mercado, Thauan Lara; Rômulo (Baralhas), Matheus Dias (Nicolás Hernández) e Maurício; De Pena, Pedro Henrique (Wanderson) e Luiz Adriano (Alemão). Técnico: Mano Menezes.
Gols - Vargas, aos 2 minutos do primeiro tempo. Paulinho, aos 49 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos - Pavón, Rômulo, Alemão, Jemerson e Nicolás Hernández.
Árbitro - Raphael Claus (SP/Fifa).
Renda - R$ 1.013.427,00.
Público - 36.080 presentes.
Local - Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG).
Correio do Povo
Dia começa ainda frio e deve gear de forma localizada nas áreas de maior altitude do estado
O domingo de Dia das Mães deve ter a presença do sol em todo o Rio Grande do Sul. Porém, no decorrer do dia devem ser esperadas nuvens na maioria das localidades, apesar de períodos com o céu claro em muitos municípios.
O dia começa ainda frio e deve gear de forma localizada nas áreas de maior altitude do Estado. Ao meio-dia, na hora do churrasco em família ou na ida ao restaurante, a temperatura estará bastante agradável.
A tarde terá marcas muito confortáveis. Volta a esfriar rapidamente a partir do começo da noite. Em Porto Alegre, a temperatura vai variar entre 11ºC e 23ºC.
Correio do Povo
#OsPingosNosIs | Claudio Dantas: "O que temos no Brasil é um presidente que não sai do palanque, a não ser para viajar com a primeira-dama e curtir as benesses do poder"
#OsPingosNosIs | TSE condena e multa Nikolas Ferreira (PL), Zambelli (PL), Eduardo Bolsonaro (PL) e Flávio Bolsonaro (PL) por fake news sobre Lula (PT); bancada comenta
Ministro acatou pedido feito pela PGR após o presidente da Câmara dos Deputados encaminhar notícia-crime
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito sobre a participação de dirigentes do Google e do Telegram no Brasil na campanha de desinformação contra o projeto de lei das Fake News. O ministro deu à Polícia Federal um prazo inicial de 60 dias para a investigação.
A corporação deve, nesse período, garantir a preservação e perícia das mensagens da campanha, fazer a identificação e depoimentos dos investigados e juntar cópia de inquérito civil público sobre o tema.
O ministro acatou um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O movimento ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), encaminhar notícia-crime contra os responsáveis dos provedores que tenham participado ativamente das ações contrárias ao projeto de lei das Fake News.
"O cenário fático narrado aponta a existência de elementos de informações mínimos da prática de conduta delituosa que fundamentam a possibilidade de instauração de procedimento de investigação sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal [...]. Nesse cenário, é relevante esclarecer as circunstâncias das condutas noticiadas pela Câmara dos Deputados, representada por seu presidente", disse a PGR.
Nessa quarta-feira (10), Moraes determinou que o Telegram apagasse a mensagem enviada aos usuários no dia anterior com críticas ao projeto de lei das Fake News no prazo de uma hora. Caso a decisão fosse descumprida, ele decretou ainda que haveria suspensão do aplicativo em todo o território nacional por 72 horas, além de multa de R$ 500 mil por hora. O aplicativo cumpriu a ordem.
Na terça-feira (9), o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo deu dez dias ao aplicativo para prestar informações detalhadas sobre a mensagem enviada. Os procuradores querem saber os motivos para que o texto tenha sido encaminhado, aparentemente, a todos os usuários da plataforma no Brasil, além do nome e do e-mail de cada um dos responsáveis dentro da empresa por elaborar mensagem e decidir pelo impulsionamento.
No dia 2 de maio, Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o diretor do Google no Brasil sobre a publicidade contra o projeto de lei das Fake News.
R7 e Correio do Povo
Professor da Ufrgs explicou as causas e apontou saídas para problema recorrente na cidade
Correio do Povo
De acordo com o Dmae, resultado confirma hipótese de problema tem relação com estiagem e chuva
Após as reclamações de moradores em relação ao gosto e cheiro da água do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) ao longo dos últimos dias, a autarquia concluiu as análises das causas do problema. De acordo com o Dmae, não foi constatada floração de algas próximo aos pontos de captação no Guaíba.
Segundo o departamento, o resultado confirma a hipótese de que a chuva carregou os sedimentos que estavam nos leitos dos afluentes do Guaíba, contribuindo para a alteração do gosto e odor da água.
“Seguimos dosando o dióxido de cloro em 0,7 ppm, durante 24 horas por dia, desde a pré-oxidação até o final do tratamento, para garantir a qualidade da água entregue aos porto-alegrenses. Acreditamos que com o tempo seco, sem chuva, foi possível essa diminuição no número de reclamações e também na melhora na água”, afirma o diretor-geral do Departamento, Maurício Loss.
Correio do Povo