VÍDEO: análise dos looks usados na coroação do rei Charles III

 Bella Mais conversou com a consultora de imagem e estilo Eliane Vaszkievicz

Camila Souza


A cerimônia de coroação do rei Charles III, neste sábado, contou com mais de 2 mil pessoas, entre autoridades e celebridades, que precisaram se adequar aos códigos de vestimenta da realeza. Roupas na cor preta estavam proibidas, e as mulheres deveriam evitar decotes e vestidos que deixassem os ombros de fora. Mesmo cumprindo os protocolos, algumas convidadas ousaram nos looks. Uma delas foi Katy Perry, que apostou em um enorme chapéu na cor lavanda, e a atriz Emma Thompson, que chamou atenção com uma peça estampada.

O Bella Mais conversou com a consultora de imagem e estilo Eliane Vaszkievicz para analisar os looks que mais se destacaram no evento. Para a especialista, os convidados estavam alinhados com o dresscode. “Tons claros e a cor azul, que representa bastante a realeza, foram bastante utilizadas”, comentou. Eliane também ressaltou que a vestimenta na família real tem passado por uma “modernidade sutil”, vista principalmente nas roupas de Kate Middleton e Megan Markle. Confira a entrevista:

Correio do Povo

Júri de NY começa a deliberar na próxima terça-feira sobre acusação de estupro contra Trump

 Argumentos finais estão provisoriamente agendados

O júri de Nova York que analisa as alegações de estupro contra o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump poderá começar as deliberações sobre o caso na próxima terça-feira. Os argumentos finais estão provisoriamente agendados para segunda-feira, com a expectativa de que os advogados terminem suas declarações até o fim do dia.

O processo deriva do testemunho da escritora E. Jean Carroll. Segundo ela, Trump a estuprou, em 1996, dentro de um camarim na luxuosa loja Bergdorf Goodman, em Manhattan, depois que eles tiveram um encontro casual e compraram lingerie juntos. Trump nega as acusações e diz que nunca esteve com ela na loja de departamentos. O ex-presidente ainda afirma que Carroll inventa alegações para aumentar as vendas de seu livro de memórias.

O juiz distrital dos EUA Lewis A. Kaplan deu a Trump uma última chance de pedir para testemunhar, mas os advogados do ex-presidente indicaram que ele provavelmente recusaria a oferta. "A lei não traça uma linha entre diferentes graus de violência. Ele proíbe totalmente todos os toques não consentidos, do menos ao mais violento, que uma pessoa razoável consideraria ofensivo", disse Kaplan.


Agência Estado e Correio do Povo


Rei Charles III é coroado no Reino Unido

 Apesar da chuva persistente, milhares de admiradores saudaram o monarca


Oito meses depois de subir ao trono após a morte de sua mãe, Elizabeth II, Charles III foi coroado neste sábado (6) ao lado de sua esposa, Camilla, em uma cerimônia solene e suntuosa. O evento não acontecia no Reino Unido há 70 anos.

O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual da Igreja da Inglaterra, colocou na cabeça do monarca de 74 anos a coroa de Santo Eduardo, que não era utilizada desde a coroação, em 1953, de sua mãe, que faleceu em setembro do ano passado.

A rainha Camilla foi coroada imediatamente depois, em um ritual similar, porém mais simples.

Sentados na primeira fileira da imponente Abadia de Westminster, os herdeiros da coroa, William e Kate, acompanharam a cerimônia religiosa, pontuada por cânticos e leituras do Evangelho, concebida de acordo com um ritual de grande pompa que praticamente não mudou nós últimos mil anos.

Quase 2.300 convidados estavam no templo, incluindo a primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como centenas de representantes da sociedade civil britânica.

O príncipe Harry, filho mais novo de Charles, que mantém uma relação tensa com a família real, sentou ao lado dos primos na terceira fileira, sem a esposa Meghan Markle, que ficou na Califórnia com os dois filhos do casal.

"Deus salve o rei Charles!", afirmaram os presentes para marcar o início da cerimônia, depois que Charles III, de 74 anos, e Camilla, de 75, entraram com as capas cerimoniais na abadia, após uma breve procissão de carruagem que começou no Palácio de Buckingham.

Com a mão na Bíblia, o rei prestou juramento. Em seguida, na parte que é considerada a mais sagrada da cerimônia, o arcebispo Welby ungiu as mãos, o peito e a cabeça do monarca, que estava escondido da vista de todos por uma tela.

Em substituição à tradicional homenagem dos aristocratas, o religioso convidou todas as pessoas, onde quer que estivessem assistindo ou ouvindo a coroação, a jurar lealdade ao novo rei, uma novidade histórica que pretendia democratizar a cerimônia, mas que provocou fortes críticas do movimento contrário à monarquia.

 Foto: Jonathan Brady / POOL / AFP

Manifestantes detidos

Apesar da chuva persistente, milhares de fãs da monarquia se aglomeraram nas ruas de Londres, ao longo do percurso da carruagem real, para saudar os monarcas. 

"Estamos muito entusiasmados, muito orgulhosos de sermos britânicos", disse à AFP Phyllis Taylor, de 60 anos, que viajou da Escócia para Londres com o marido para "esta ocasião muito especial".

No trajeto, no entanto, o casal real passou por cartazes do grupo antimonarquista "Republic", com a frase "Not my king" (Não é meu rei). Ativistas foram detidos quando se preparavam para protestar, o que perturbou a cidade algumas horas antes da cerimônia.

"Prenderam seis dos nossos organizadores e confiscaram centenas de cartazes. Não disseram o motivo da detenção, nem para onde foram levados", declarou à AFP um manifestante.

Quase 20 membros do grupo ecologista "Just Stop Oil" também foram detidos e algemados na mesma área, segundo um fotógrafo da AFP. 

"Isto é algo que esperaríamos ver em Moscou, não em Londres", disse Yasmine Ahmed, diretora da ONG Human Rights Watch. "Os protestos pacíficos permitem exigir que os que estão no poder sejam responsabilizados, algo a que o governo do Reino Unido parece cada vez mais relutante", acrescentou, em referência a uma nova lei aprovada esta semana que dá mais poderes à polícia contra as manifestações.

Joias e vestimentas com ouro

Embora o rei desejasse uma cerimônia mais moderna e simples que a de sua mãe, em um momento de grave crise pelo aumento do custo de vida, três coroas cravejadas de diamantes foram utilizadas no evento: uma para Camilla e duas para Charles III, porque a coroa de Santo Eduardo é usada apenas no momento preciso da coroação.

Também foram utilizadas diversas vestimentas antigas bordadas a ouro: o rei apareceu com as peças de maneira progressiva durante a cerimônia, o que incluiu três cetros, uma espada cravejada de pedras preciosas e um par de esporas de ouro.

Em um aceno às convicções ecológicas do monarca, o óleo da unção era vegano, mas consagrado - como a tradição exige - na Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém, onde os cristãos acreditam que Jesus foi enterrado.

Após a cerimônia, os monarcas, acompanhados por milhares de militares e integrantes da realeza, retornam em uma nova procissão ao Palácio de Buckingham, onde, ao lado da família, acenam para a multidão.

O príncipe Harry não deve aparecer ao lado do pai, a menos que a família adote um gesto de reconciliação com o filho mais novo de Charles III, que fez duras críticas à monarquia, em particular contra a rainha Camilla e seu irmão mais velho, William.

AFP e Correio do Povo

União Europeia deve adotar medida de controle na internet em 2024

 #JPInternacional | União Europeia deve adotar medida de controle na internet em 2024; objetivo é retirar conteúdos nocivos do ar




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=676134980983275

Atuando na segurança por meio do disfarce

 A atuação da PM2, ou Segunda Seção, como muitos policiais militares se refere ao serviço de inteligência, é reservada e cercada de cuidados, tanto para atingir seus objetivos quanto para proteger os brigadianos.

por Paulo Tavares


As manifestações contra o aumento das passagens nos anos de 2013 e 2014 mobilizaram as autoridades do Rio Grande do Sul. Até então, nada igual havia acontecido, apenas alguns protestos, mas não com a grandiosidade depois das manifestações. Neste período, surgiu no Estado o grupo conhecido como black block, responsável por atos de vandalismo como incêndios a ônibus e depredações de vidraças de bancos e de outros estabelecimentos comerciais e privados. Porém, conforme a Brigada Militar, os integrantes do grupo nunca descobriram que junto com eles era um agente do setor de inteligência do Comando de Policiamento da Capital (CPC), da Brigada Militar, que acompanhava os passos do grupo e sabia das articulações. 

Atualmente na reserva, este policial militar, que prefere não ser identificado, lembra de certos momentos. Na época em que estourou os protestos contra o aumento das passagens, ele foi designado para monitorar os black blocks, tendo se infiltrado no movimento. Para isso, deixou o cabelo crescer até a altura dos ombros e passou a usar roupas diferentes, ficando parecido com um integrante de alguma banda de heavy metal. “Em outros casos, não foi preciso me disfarçar, atuei de farda mesmo”, afirmou ele. “Mas não posso entrar em detalhes sobre as ações que participei, pois descobrirão quem eu sou”, disse. “Todo agente cria uma história-cobertura e assim vai participar dos atos e se firmando no grupo, alguns são descobertos e precisam se afastar, outros seguem. O que importa é a missão”, ressalta o policial militar da reserva. 

Outro veterano

Verão de 1991. O sol estava forte, afinal eram 14h, e um homem andava firme, apesar de segurar uma garrafa de cachaça na mão direita. Ele estava entrando em uma vila da zona leste de Porto Alegre. O seu perfil, cabelos longos, barba crescida, usando jeans, tênis e uma camisa por cima de uma camiseta, não chamou muita atenção no local, apesar de ser novo na área. Foi uma incursão rápida, foi levantado os dados e o agente saiu da região. 

Esta situação foi vivida por um outro veterano, praticamente decano no serviço de inteligência da BM. Atualmente coronel da reserva, de 52 anos, ele atuou no serviço de inteligência por uma década, vivenciando as mudanças que ocorreram na área de segurança durante este tempo. “O disfarce daquela época, hoje não dá mais para usar, pois os criminosos agora usam os cabelo raspado que nem os PMs”, obedeceu, não contendo o riso. Ele trabalhou poucas vezes infiltrado e, quando se infiltrou, foi por pouco tempo. “Temos que pensar na segurança. É preciso levantar a informação e sair da área”, aconselho. “A Agência Regional de Inteligência ou a Central também, ressalta o coronel, serve para dar suporte ao policiamento e ao comandante da Brigada.”

Uma coisa é necessária levar em conta no trabalho dos agentes: a segurança do agente. Jurídica e física. O trabalho infiltrado, ressalta o veterano, precisa da autorização judicial, assim como as escutas telefônicas, e o pedido tem que ser bem fundamentado para não dar problemas mais tarde. A segurança é outro fator. Esta, de acordo com ele, é feita pelos colegas do agente que está em campo, apurando alguma informação. “O agente sabe que tem colegas que o estão acompanhando e lhe darão proteção. São usados ​​quantos brigadianos são necessários para proteger o PM que está levantando os dados”, conta. “Uma coisa é eu entrar fardado, colete, pistola e arma longa em um local conflagrado. Outra, é fazer uma incursão em trajes civis, em um carro velho e levar apenas uma garrafa de cachaça, por exemplo. Por isso, é proteção precisa”, explica. 

Este decano de ações pela PM2, ou Segunda Seção, como muitos policiais policiais se referem ao serviço de inteligência, recorda que as missões que mais lhe deram a sensação do dever cometido foram aqueles que resultaram na queda dos chefões do tráfico. Em termos de disfarce, ele foi de um extremo a outro. Parecendo hippie em uma operação e empresário, em outra. “Em uma das missões, tive que cortar o cabelo, tirar a barba, colocar terno e gravata e alugar um carro mais sofisticado para apurar uma situação.”

Dentro do QG da inteligência da Brigada

Quem entra no QG da Brigada Militar, no Centro de Porto Alegre, não imagina que descer um lance de escadas estará na área da Agência Central de Inteligência (ACI). Um local onde as portas, que ficam atrás de grades, só abrem com a leitura da retina da pessoa autorizada a entrar nas dependências da agência. Ali, algumas peças servem para que os policiais que estão lotados na PM2, ou Segunda Seção, como muitos militares falam, fazem o seu trabalho. Levantar informações do que pode se transformar em uma tragédia na Capital ou em outra cidade do RS. “Os trabalhos de inteligência e investigação funcionam por várias vertentes, e todas elas funcionam de forma integrada. Temos a observação e produção de conhecimento in loco, a captação de dados e informações, o tratamento de dados dos registros por meio de ferramentas de tecnologia, como softwares e mapas de calor, os estudos estratégicos em relação ao perfil e às características das ocorrências, entre outras ferramentas. Tudo isso subsidia o planejamento operacional das ações de policiamento ostensivo e repressivo da Operação Agro-Hórus”, afirmou a Brigada por meio de nota.
O certo é que, das salas situadas no porão do QG, saem informações para o governador e para o comandante-geral. Os informes ajudarão a montar algum esquema que evite atentados ou ataques contra instituições, sejam estatais ou privados. A contribuição da PM2 para a Segurança Pública é sentida em várias ocasiões, mesmo que a população não saiba quem foram os responsáveis ​​por flagrar uma quadrilha ou evitar um ataque em uma pequena cidade do Interior. 

Uma das ações deflagradas pela PM2 atualmente é a operação Agro-Hórus. Esta ação levou em conta, quando foi iniciada, um cenário que gerou qual seria a melhor região para implantar uma operação que atendesse à demanda na área rural. A ação foi organizada para reprimir os crimes que ocorriam na região, sendo que os bandidos tinham a possibilidade de fugir pela fronteira. A operação passou a contar com ações de inteligência, que foram iniciadas três meses antes de a Agro-Hórus ser deflagrada. O que foi apurado pelos agentes de inteligência ajudou a decidir de que forma seria feita a atuação dos policiais militares nas regiões onde foi desenvolvida a ação. 

A Agro-Hórus opera em três planos, de acordo com a Brigada Militar, com atores determinados em cada um desses planos: o estratégico, sob responsabilidade do Comando-Geral e da ACI; o tático, executado pelos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e Agências Regionais de Inteligência; eo operacional, trabalho feito por órgãos de apoio, unidades operacionais e agências locais de inteligência.

A Agro-Hórus acontece de maneira permanente na área transfronteiriça do Rio Grande do Sul. São abrangidas as regiões Sul, Centro-Sul, Oeste e noroeste do Estado, além da divisa com Santa Catarina e fronteira com a Argentina e Uruguai, locais onde o contrabando de armas e cigarros, entre outros produtos, é expressivo. Também são empregados efetivos de patrulhamento rural nos municípios de fronteira e em regiões próximas das fronteiras. 

A ação tem uma importância para toda uma região. Tanto que a colaboração da comunidade não só existe como é fundamental. “A BM costuma afirmar que o trabalho da Brigada é feito para a comunidade e, com o apoio dela, os resultados podem ser potencializados”, afirmou a instituição em nota. Segundo a BM, “a participação da sociedade civil, seja confiante com denúncias, mantendo um ar vigilante ou abraçando as equipes de policiamento das regiões, é de fundamental importância para o sucesso que está sendo a Operação Agro-Hórus. Esse apoio se materializa, ainda mais especificamente, nas áreas rurais, em que o território é vasto e explorando por indivíduos com bom conhecimento das regiões.” De acordo com a BM, até dezembro de 2022 foram desenvolvidas seis fases da operação. A operação, conforme a BM não tem prazo, assim como a Operação Angico, 

A última estatística lançada, referente ao mês de abril deste ano, aponta que foram mobilizados 116 policiais militares, de diversos batalhões, 38 viaturas, uma aeronave e uma embarcação. Ao todo, de acordo Brigada, foram abordadas 426 pessoas, fiscalizadas 269 veículos, seis estabelecimentos comerciais, 320 embarcações. Foram detidas 1.190 pessoas pelos crimes mais variados. Além dos detidos, os policiais militares capturaram 350 foragidos da Justiça ou do sistema prisional, apreenderam R$ 602.996,00 em dinheiro e cinco máquinas agrícolas.
outras apreensões. 

Segundo dados da BM, os PMs também apreenderam 89.512 litros de agrotóxicos, 34.893 maços de cigarro, 803 toneladas de grãos, 46.141 garrafas de bebidas, 10.988 toneladas de proteína animal, 5.690 celulares, 393 armas de fogo, 7.517 munições. A BM afirmou que a ação fez com que 10% dos registros de roubos a residências diminuíssem, o furto abigeato diminuísse 11% e os assassinatos caíssem 10%.

O nascimento da PM2 e suas atividades ao longo do tempo

A atividade de inteligência no Rio Grande do Sul existe há pelo menos mais de um século, no que seria a Força Policial da época. Durante as revoluções Farroupilha, Federalista (1893) e de 1823, já existiu uma espécie de agente de informação, que ia a campo para levantar informações e passar a seus superiores. Este homem era chamado de “bombeiro”, o soldado que ia na frente das tropas para “bombear” (espiar) a movimentação do inimigo, se estava em marcha, quantos pelotões tinha. Geralmente, este “agente secreto” ficava em cima de uma colina, tentando não ser percebido e, após levantar a informação, tinha que voltar correndo para informar a seus superiores. 

De acordo com a Brigada Militar, em 1889, Patrício José Correia da Câmara, o Visconde de Pelotas, extingue a Força Policial e cria a Guarda Cívica, composta por quatro seções, sendo uma delas a 2<SC120,170> Seção (o serviço inteligência). Um pouco mais adiante, em 1892, é criado o Estado Maior da BM e junto com ele a Segunda Seção (que mais tarde seria batizada de PM2, ou Segunda Seção, esta última nomenclatura é usualmente usada no Exército). 

No ano de 1948, é elaborado o Regulamento Geral da Brigada Militar (RGBM) através do decreto 67, de 14 de agosto. O artigo 119 estabeleceu as atribuições da Segunda Seção e, no artigo 120, a missão do chefe desta seção. 

Em 1989, a Constituição Estadual, em seu artigo 125, parágrafo único, determina que o Estado só poderá operar os serviços de informações que se refiram exclusivamente ao que a lei define como delinquência. Um fato interessante é que a Brigada Militar até 1997 não tinha uma corregedoria para investigar os delitos ou crimes dos quais os policiais militares eram acusados. Este serviço ficava a cargo da Segunda Seção. Este trabalho durou até a publicação da Lei n10.990, de 18 de agosto de 1997, que cria uma corregedoria.

Em 2004, o decreto 42.871/04 cria a Segunda Seção, ou PM2 e em 2005, é elaborado a Diretriz Geral de Inteligência, sendo que em 2006, é elaborado o Regulamento Geral de Inteligência. Tudo isso muda em 2007, quando a PM2 sofre uma evolução com a edição da Portaria n316 do Estado Maior da BM, na qual a instituição é educativa das demais seções do Estado Maior. A PM2 é subdividida, então, em chefia e subchefia, adjuntoria de análise, adjuntoria de contrainteligência, administração, adjuntoria de operações de inteligência, adjuntoria de ensino policial militar e adjuntoria de tecnologia da informação. A agência também recebe autonomia financeira. “No ano de 2016 é estabelecido a Diretriz de Inteligência da Brigada Militar 037/16. Ficam protegidos normas gerais às atividades de inteligência policial militar, no âmbito da BM, objetivando assessorar o Comando-Geral da Brigada na tomada de decisões por meio da produção de informações.” Atualmente, está em processo de criação a Diretoria de Inteligência.

ENTRAR NA PMP2

Entrar no serviço de inteligência da Brigada Militar requer certos requisitos. De acordo com o BM, os integrantes da Agência Central de Inteligência ou das agências regionais, estes ligados aos batalhões, devem ser convidados para integrar uma atividade. 

De acordo com um coronel da reserva, que atuou por muito tempo na PM2, alguns nomes são indicados para atuarem no serviço de informação, mas, mesmo assim, passam por uma avaliação, além de serem conduzidos a vida pregressa do candidato. O “recruta” deve ter características básicas, como ser atilado, saber captar as informações rapidamente e ter uma percepção de, estando a 20 metros do alvo, perceber o que está transmitido nos 360 graus ao seu redor. Se aprovado, ele passará por vários cursos para se qualificar para o serviço. 

Os futuros integrantes do Serviço de Inteligência também são observados na rua, durante o patrulhamento ostensivo. De acordo com a Brigada Militar, os que já fazem parte da PM2 ficam observando os policiais militares que estão no policiamento na rua, a maneira como se comportam, como agem em uma situação de emergência, entre outras ações. Se for constatado que o brigadiano tem uma percepção do que está ocorrendo a seu redor, tendo uma visão boa para detectar algum criminoso ou outros problemas, ele poderá ser convidado a integrar a PM2. 

Após o convite, o policial militar passará por uma entrevista que também avaliará se ele servirá para o serviço reservado da instituição. Passando esta fase, o “recruta” terá que fazer um curso de inteligência para entrar. São cursos básicos, como o de contrainteligência, de análise e também é avaliação do seu movimento na rua. De acordo com a BM, os cursos ministrados na instituição são extremamente exigentes. Tanto que policiais militares de São Paulo e de Santa Catarina vêm fazê-lo aqui. 


Correio do Povo

Arezzo encerra atividades na unidade de Veranópolis (RS)

 

Governo pretende entrar com ação contra Eletrobras, diz Lula

 Presidente disse que não concorda com os termos colocados à época da operação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, neste sábado, que ainda pretende entrar com uma ação questionando a privatização da Eletrobras. Segundo ele, os processos movidos até o momento questionam apenas o fato de o governo ter um direito a voto inferior à sua participação na companhia que foi privatizada no ano passado.

Em entrevista a jornalistas durante viagem ao Reino Unido, Lula disse que não concorda com os termos colocados à época da operação, que estabelecem valores elevados para uma reestatização da companhia, e sinalizou que não considera justo o governo ter 43% da empresa mas estar limitado a 8% dos votos.

Além disso, o presidente questionou os valores pagos aos dirigentes e conselheiros da empresa, que reajustaram os vencimentos em mais de 3.576%. "Os diretores aumentaram seus salários de R$ 60 mil por mês para mais de R$ 360 por mês, e um conselheiro para fazer uma reunião ganha mais de R$ 200 mi. Não é possível num País em que 33 milhões de pessoas passam forme vivermos numa situação como essa".

Na época do reajuste, o presidente da estatal, Wilson Ferreira Júnior, havia dito que o aumento nos salários seria justificável porque encontrava comparativos com qualquer empresa privada do mesmo porte, e que as remunerações estavam congeladas desde 2015.

Processo

Ontem a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o poder de voto que o Estado tem na Eletrobras. A ação, porém, não reivindica a reestatização da empresa, objetivo de outras ações que tramitam na Justiça no momento. O governo pede que essa restrição seja suspensa até o julgamento do processo pelo STF. A justificativa do pedido é de que a limitação do voto "é uma afronta aos princípios constitucionais de razoabilidade, proporcionalidade, impessoalidade, da moralidade e da eficiência da administração pública".


Agência Estado e Correio do Povo

Mega-Sena: confira as dezenas sorteadas neste sábado

 Prêmio para quem acertar as seis dezenas é de mais de R$ 8,6 milhões; veja como apostar no próximo concurso


A Caixa sorteou na noite deste sábado (6) as seis dezenas do concurso 2.589 da Mega-Sena. O prêmio é estimado em R$ 8.657.547,90. As dezenas sorteadas são: 01 - 15 - 16 - 25 - 32 - 36.

Para concorrer ao prêmio, basta ir a uma casa lotérica e marcar de 6 a 15 números no volante. Você pode deixar que o sistema escolha os números (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha). 

Cada jogo de seis números custa R$ 4,50. Quanto mais números você marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país. Outra opção é o Bolão Caixa, que permite ao apostador fazer apostas em grupo.

R7 e Correio do Povo



Mega-Sena/Concurso 2589 (06/05/23)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1CHNY_pt-BRBR1021BR1022&oq=mega+&aqs=chrome.1.69i57j35i39i650j35i39j0i131i433i512l3j0i131i433i457i512j69i60.3876j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Filhos do príncipe William roubam a cena na cerimônia de coroação

 Louis, de 5 anos, e Charlotte, de 8 anos, foram um dos destaques nas imagens do evento

Filhos do príncipe William e Kate Middleton, Louis, de 5 anos, e Charlotte, de 8 anos, foram um dos destaques nas imagens da cerimônia de coroação do Rei Charles, na Abadia de Westminster. Desde bocejos na entrada a olhos que vislumbravam o local durante o evento, as crianças foram alvo dos fotógrafos em Londres. 

Foto: Yuk Moki / AFP


Foto: Andrew Milligan / AFP

Foto: Andy Stenning / POOL / AFP


Correio do Povo