Ricardo Alban é eleito presidente da Confederação Nacional da Indústria

 Empresário é o atual presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia; ele vai suceder a Robson Braga de Andrade

O empresário Ricardo Alban foi eleito por unanimidade nesta quarta-feira (3) presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A votação aconteceu pela manhã, em Brasília. Os 27 presidentes de federações estaduais da indústria tiveram direito a voto. 

O novo presidente terá um mandato de quatro anos e vai assumir a função em 31 de outubro, quando se encerra o mandato de Robson Braga de Andrade. Atualmente, Aban é presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). Além disso, é vice-presidente da CNI, desde 2018.

A chapa de Alban é composta por cinco vice-presidentes executivos, que vão representar as indústrias de cada região do Brasil. São eles:

• Josué Gomes da Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp);
• Ricardo Cavalcante, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec);
• Jamal Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra);
• Antonio Carlos Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam); e
• Gilberto Petry, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).


Trajetória
Formado em engenharia mecânica pela Universidade Federal da Bahia e administração de empresas pela Escola de Administração de Empresas da Bahia, Alban é presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia desde 2014. Ele também já trabalhou no Citibank no início dos anos 1980 e, desde 1987, é sócio-diretor da Biscoitos Tupy, tradicional fábrica de alimentos da Bahia. O empresário é também, desde 2018, presidente do Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb).

Além de vice-presidente da CNI, Ricardo Alban é vice-presidente da Associação Nacional da Indústria de Biscoitos; presidente do Sindicato da Indústria do Trigo, Milho, Mandioca, Massas Alimentícias e de Biscoitos do Estado da Bahia; membro do Conselho Nacional do SESI; membro da Associação Nordeste Forte; membro titular do Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT); membro do Conselho de Administração da Renova, do Conselho de Administração da Cetrel e do Conselho Consultivo Agro da Unigel.

Diálogo e resultados
Após eleito, Alban prometeu defender a categoria. “Nossa missão é representar e defender os interesses de todos os industriais brasileiros, do pequeno ao grande, do Norte ao Sul, da agroindústria à ciberindústria. Minha experiência em gestão e no apoio à inovação e energias limpas será a base para o nosso trabalho à frente da CNI”, afirmou.

O novo presidente da CNI disse que pretende intensificar o diálogo e focar resultados concretos. “Trabalharemos para materializar o apoio à indústria já manifestado pelas lideranças políticas nacionais e regionais. Assim, a indústria brasileira poderá ampliar sua contribuição para o Brasil alcançar novo patamar de desenvolvimento econômico e social. Não há grande país no mundo sem uma grande indústria. É isso o que todos nós queremos”, disse Alban.

Veja a relação de membros da Diretoria e do Conselho Fiscal 2023-2027
DIRETORIA

Presidente: 
• Antonio Ricardo Alvarez Alban.

Vice-presidentes executivos: 
• Josué Christiano Gomes da Silva;
• José Ricardo Montenegro Cavalcante;
• Jamal Jorge Bittar;
• Antonio Carlos da Silva;
• Gilberto Porcello Petry.

Vice-presidentes:
• Eduardo Eugenio Gouvea Vieira;
• Mario Cezar de Aguiar;
• Carlos Valter Martins Pedro;
• Ricardo Essinger;
• Flavio Roscoe Nogueira;
• Silvio Cezar Pereira Rangel;
• Amaro Sales de Araújo;
• Marcelo Thomé da Silva de Almeida;
• José Carlos Lyra de Andrade;
• Sergio Marcolino Longen;
• José Conrado Azevedo Santos;
• Leonardo Souza Rogério de Castro.

1º Diretor Financeiro:
• Cristhine Samorini.

2º Diretor Financeiro:
• Eduardo Prado de Oliveira.

3º Diretor Financeiro:
• Francisco de Assis Benevides Gadelha.

1º Diretor Secretário:
• Sandro da Mabel Antonio Scodro.

2º Diretor Secretário:
• Edilson Baldez das Neves.

3º Diretor Secretário:
• Roberto Magno Martins Pires.

Diretores:
• Antonio Jose de Moraes Souza Filho;
• Izabel Cristina Ferreira Itikawa;
• José Adriano Ribeiro da Silva;
• Luiz Cesio de Souza Caetano Alves;
• Jorge Alberto Vieira Studart Gomes;
• Roberto Pinto Serquiz Elias;
• José Henrique Nunes Barreto;
• Paulo Afonso Ferreira;
• Gilberto Ribeiro;
• Jandir Jose Milan;
• Gilberto Seleme;
• Alessandro Jose Rios De Carvalho;
• Jorge Wicks Corte Real;
• Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan;
• Edson Luiz Campagnolo.

Conselho Fiscal

Titulares:
• Hilton Morais Lima;
• Fernando Cirino Gurgel;
• José da Silva Nogueira Filho.

Suplentes:
• Clerlanio Fernandes de Holanda;
• Francisco de Sales Alencar;
• Edmilson Matos Cândido.


R7 e Correio do Povo

Ex-governadores debatem reforma tributária na Assembleia Legislativa do RS

 Iniciativa de comissão teve a intenção de trocar experiências com antigos chefes do Executivo gaúcho para enriquecer a discussão

A Comissão Especial para Acompanhar e Debater a Reforma Tributária, presidida pelo deputado Miguel Rossetto (PT), realizou audiência pública, com a participação dos ex-governadores Tarso Genro (PT) e Olívio Dutra (PT) e, de forma virtual, Germano Rigotto (MDB). A iniciativa visou abordar a experiência dos antigos chefes do governo gaúcho sobre o tema. “Buscamos essa ideia de simplificação e, ao mesmo tempo, justiça tributária”, enfatizou Rossetto. A participação remota de Yeda Crusius (PSDB) era aguardada, mas não ocorreu por conta de dificuldades técnicas. 

Presidente da comissão da reforma tributária no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, Rigotto disse ver o momento propício para a reforma tributária e que há vontade política do governo Lula para isso. “De forma correta, o atual governo resolveu aceitar o que o Congresso estava fazendo”, afirmou, ao citar a PEC 45, da Câmara, e PEC 110, do Senado. Ele voltou a refutar a tese de que os municípios perderão autonomia ou receita, afirmando que “95,% dos municípios estão aprovando a proposta, pois dá ganho aos municípios”. O ex-governador elogiou a iniciativa da Assembleia Legislativa e ressaltou que o parlamento gaúcho pode e deve levar sugestões de melhorias às propostas. Por questão de agenda, pois estava em deslocamento para Brasília, a participação do emedebista deu-se por meio de um vídeo gravado exibido na reunião.

Participaram da audiência pública, o relator da comissão Marcus Vinicius de Almeida (PP), Professor Cláudio Branchieri (Podemos), Edivilson Brum (MDB), Sofia Cavedon (PT), Stela Farias (PT), Pepe Vargas (PT) e Zé Nunes (PT).

Petistas defendem combate à sonegação 

O ex-governador Tarso Genro (PT) disse que muita gente não quer, por diferentes motivos, a reforma tributária, em visão alinhada com Germano Rigotto, pois “ninguém quer perder receita”. O petista disse que a maioria das reformas tentadas focavam-se nos gastos públicos, sem equacionar como aumentar a receita pública. “A reforma tributária que foi se desenhando por medidas provisórias e portarias chegaram ao RS e nos trouxeram prejuízos irreparáveis”, afirmou. Ele defendeu o combate à sonegação e frisou a necessidade de se olhar para setores de tecnologia que podem, por meio de tributos, fomentar a arrecadação do Estado, além da taxação de grandes fortunas. 

O também petista Olívio Dutra foi em linha similar ao correligionário e reforçou o objetivo social do imposto para que o Estado se financie, com quem tem mais pagando mais e quem tem menos pagando menos, sem prejudicar o pacto federativo. “Há grandes empresas com capacidade contributiva que tem isenções que não terminam nunca e, quando terminam, se deslocam para outras unidades federativas”, exemplificou. Olívio destacou a necessidade de simplificação para o combate à sonegação e cobrou a participação de todos os setores da sociedade na discussão. 

Presidente da comissão, Miguel Rossetto afirmou que o colegiado pretende, em parceria com entidades, levar o debate a outras sete cidades, de forma regionalizada e que estão em contato com o governador Eduardo Leite para que ele participe de encontro futuro do grupo.


Correio do Povo

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Hulk perde pênalti, mas Atlético-MG bate Alianza e vence a 1ª na Libertadores

 Galo saiu do zero e retomou chances de avançar na competição

Em um confronto em que o centroavante Hulk desperdiçou um pênalti no final do primeiro tempo, Igor Gomes chamou a responsabilidade na partida e comandou o Atlético-MG na vitória sobre o Alianza Lima por 2 a 0, nesta quarta-feira, no Independência, pela Libertadores. Ele marcou os dois gols do jogo no segundo tempo e foi decisivo para o resultado que deixa embolado o Grupo G.

Com o triunfo em casa, o time mineiro soma os primeiros três pontos na chave e fica a um do líder Alianza. Nesta quinta-feira, o Libertad (com três pontos) recebe o Athletico-PR (quatro pontos) no Defensores Del Chaco, completando a terceira rodada da chave.

O Atlético-MG volta a campo pela Libertadores no dia 23 deste mês, e o compromisso novamente acontece em Belo Horizonte, quando o time do técnico Eduardo Coudet recebe o Athletico-PR, pela quarta rodada da fase de grupos. Já no final de semana, o calendário sinaliza um confronto pelo Brasileiro. Em busca da segunda vitória na competição, os atleticanos viajam até o Rio para enfrentar o Botafogo, líder isolado do torneio.

Com a necessidade de vencer para tentar abandonar a incômoda posição de lanterna do grupo, o Atlético-MG começou o jogo em alta voltagem. Com cinco minutos, o time perdeu duas chances claras com Vargas. Numa delas, ele chutou livre na pequena área, com o goleiro batido no lance, mas a zaga do Alianza evitou o gol.

Com Eduardo Coudet suspenso, a equipe mineira foi comandada pelo auxiliar Ariel Broggi. Ele apostou em dois jogadores abertos para explorar a velocidade de Pavón e Vargas e utilizou Hulk um pouco mais recuado para confundir a marcação peruana.

Sem conseguir furar a retranca peruana, o Atlético-MG mudou de estratégia, diminuiu o ritmo, e fez a bola girar em busca de um espaço. Mas foi no final do duelo que as duas melhores oportunidades surgiram.

Primeiro Jemerson completou de joelho, na pequena área, um escanteio da esquerda. Nos acréscimos, os mineiros tiveram um pênalti a seu favor depois de Rubens ser atingido por um chute na barriga. Hulk foi para a cobrança, bateu à meia altura, mas Ángelo Campos brilhou mais uma vez e evitou o gol atleticano.

O segundo tempo não foi diferente do início da partida e teve o Atlético-MG botando pressão desde os primeiros minutos. Ainda mais retrancado, o Alianza colocou todos os seus atletas para marcar e restou ao time mineiro, tentar abrir o jogo pelas pontas. E foi num levantamento para a área que a torcida, enfim, soltou o grito de gol.

Battaglia cruzou da direita e encontrou Igor Gomes pela esquerda. Ele dominou a bola, buscou o meio para achar um espaço e chutou rasteiro, no canto, para fazer 1 a 0 e colocar, enfim, o Atlético-MG em vantagem, aos 13 minutos.

A pressão continuou, e numa roubada de bola no campo de ataque, Zaracho iniciou boa trama ofensiva. Ele mesmo teve a chance de finalizar, mas o rebote ficou com Igor Gomes que novamente chutou rasteiro e aumentou o placar para 2 a 0, aos 22 minutos.

A partir daí, o Atlético-MG recuou suas linhas, administrou o tempo tocando a bola e esperou o tempo passar para garantir os primeiros três pontos conquistados nesta fase de grupos da Libertadores


Agência Estado e Correio do Povo

BM detém três suspeitos após agressão de torcedores do Inter contra uruguaios

 Grupo de apoiadores do Nacional foi alvo de ataque na frente de restaurante no Centro de Porto Alegre


A Brigada Militar encaminhou três agressores para registro de ocorrência, nesta quarta-feira, após torcedores do Inter agredirem apoiadores do Nacional do Uruguai. O incidente foi registrado no Centro Histórico de Porto Alegre, durante a tarde.

Conforme a polícia, um grupo de torcedores do time de Montevidéu estava comendo em um restaurante na rua Riachuelo. O grupo de agressores partiu para cima dos uruguaios, inclusive dando golpes com pedaços de madeira.

Outro ato de violência foi registrado no caminho para o Beira-Rio. Torcedores derrubaram um apoiador do Nacional e tentaram arrancar sua camisa, enquanto desferiam agressões e ameaças.

Correio do Povo

"Aberração", diz Artur Lemos sobre ações judiciais contra privatização da Corsan

 Secretário-chefe da Casa Civil defendeu que decisões que barram a venda da Companhia não têm bases legais

A privatização da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) não vai voltar a ser debatida se depender do governo, apontou o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, nesta quarta-feira. As ações judiciais que impedem a venda da estatal são, para ele, infundadas.

“Uma aberração. É difícil você defender algo quando a tomada de decisão não encontra nenhuma guarida na legislação”, disse o secretário, durante o evento "Tá na Mesa", da Federasul. O integrante da administração de Eduardo Leite defendeu que as discussões já foram feitas e o projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa, seguindo os trâmites necessários.

O presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, afirmou que os esforços atuais se assemelham aos da aprovação do Código Estadual do Meio Ambiente, em 2019, em que o debate foi prolongado. Ele também criticou os processos judiciais que impedem a venda da Corsan. “Quando a gente percebe um prejuízo evidente, a partir de decisões liminares, aí não grita o empresário, mas o cidadão que todos nós somos”, argumentou.

O saneamento público gaúcho foi o tema da reunião-almoço que recebeu Lemos e a presidente executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto.

Atualmente, os gaúchos têm 25,3% de esgoto tratado, longe dos 90% que pretende atingir até 2033. No evento, o Instituto apresentou resultados do "Estudo Sobre os Impactos Socioeconômicos e Geração de Empregos da Desestatização da Corsan", do Instituto e da GO Associados. “Diariamente, 445 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento são lançadas em nossos rios e mares”, afirmou a especialista, com base em dados de 2021 do Rio Grande do Sul.

Investimento do RS no esgoto não chega a 30% do que seria o adequado, aponta especialista

É preciso aumentar os investimentos no setor em solo gaúcho, conforme Luana. A especialista afirmou que atualmente são investidos no Estado R$ 58 por habitante, por ano, enquanto o necessário para atingir a meta da universalização do esgoto seria necessário R$ 200 por habitante, anualmente.

O secretário-chefe da Casa Civil disse que a gestão atual investiu mais de R$ 600 milhões em água e esgoto, em 2022. “Foi o governo que mais investiu em saneamento no Rio Grande do Sul”, disse Lemos.  Segundo ele, o atraso da oficialização da venda da Corsan retarda a universalização do esgoto. “A população de baixa renda pagará o preço”, afirmou. 


Correio do Povo

Jethro Tull fará show em Porto Alegre em 10 de abril

 Turnê ainda conta com apresentações em Curitiba e São Paulo

A banda britânica Jethro Tull anunciou que virá ao Brasil em abril de 2024 com a "RÖKFLÖTE Tour".

As cidades anunciadas até o momento e as respectivas datas são as seguintes:

- Porto Alegre, 10 de abril de 2024, no  Auditório Araújo Vianna; ingressos pelo site Sympla;

- Curitiba, 12 de abril de 2024, no Teatro Positivo; ingressos pelo Disk Ingressos;

- São Paulo, 13 de abril de 2024, no Vibra São Paulo; ingressos pela Eventim;

O público que havia adquirido os ingressos em 2020 terá uma pré-venda exclusiva, a partir desta sexta-feira, 5 de maio, às 11h, para reutilizar os vouchers nesta nova data. Todos os compradores serão informados pelas ticketeiras correspondentes. A venda geral para o público inicia no dia 9 de maio, terça-feira, a partir das 11h.

Liderado pelo vocalista e flautista Ian Anderson, o grupo britânico subirá ao palco para apresentar os melhores momentos dos seu álbuns mais pesados e progressivos, como são os casos de “Benefit”, “Aqualung”, “Thick as a Brick” e “Passion Play”, discos que ajudaram a banda a escrever o seu nome na história da música, a partir dos anos 70.


Correio do Povo

Protetor Solar Facial Mantecorp Skincare FPS 70 - Episol Color 40ml

 


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BC americano eleva juros pela 10ª vez no maior patamar em 16 anos

 Mas deve pausar os aumentos, dando tempo às autoridades para avaliar as consequências das recentes falências de bancos

O Fed (Federal Reserve), banco central americano, elevou nesta quarta-feira, 3, a taxa de juros em 0,25 ponto percentual e sinalizou que deve pausar os aumentos, dando tempo às autoridades para avaliar as consequências das recentes falências de bancos, aguardar a resolução de um impasse político sobre o teto da dívida dos Estados Unidos e monitorar o curso da inflação.

A medida marca uma nova etapa de sua gestão da recuperação da pandemia de Covid-19, com o que pode ser o aumento final da taxa básica de juros e maior atenção aos riscos enfrentados pela economia. A decisão unânime elevou a taxa de juros de referência do banco central dos EUA para a faixa de 5,00% a 5,25%, no décimo aumento consecutivo do Fed desde março de 2022.

Em uma mudança evidente, o banco central não diz mais que “antecipa” que novas elevações de juros serão necessárias, apenas que observará os dados recebidos para determinar se mais aumentos “podem ser apropriados”.

A mudança lembrou a linguagem usada quando o banco central interrompeu os aumentos de juros em 2006, que diz que "para determinar até que ponto um aperto adicional da política monetária pode ser apropriado" as autoridades estudarão como a economia, a inflação e mercados financeiros se comportam nas próximas semanas e meses. A nova redação não garante que o Fed manterá os custos de empréstimos estáveis ​​em sua próxima reunião de política monetária em junho, e o comunicado destacou que "a inflação permanece elevada" e os ganhos de empregos ainda "estão em ritmo robusto".

Mas os juros do Fed estão agora praticamente no mesmo nível em que estavam às vésperas da crise financeira de 16 anos atrás, e no patamar que uma série de autoridades do banco central projetou, em março, que seria adequado para levar a taxa de inflação de volta à meta de 2% do Fed, atualmente a taxa é mais que o dobro.

O crescimento econômico continua modesto, mas "os desdobramentos recentes provavelmente resultarão em condições de crédito mais restritivas para famílias e empresas e pesarão na atividade econômica, nas contratações e na inflação", disse o Fed. Os riscos em torno das recentes falências de vários bancos dos EUA e do impasse sobre o limite da dívida entre os republicanos no Congresso norte-americano e o presidente democrata Joe Biden ampliaram o senso de cautela do Fed sobre tentar apertar mais as condições financeiras.

A mudança se refletiu nos preços futuros das taxas de juros dos EUA, que mostraram amplas expectativas de nenhum aumento em nenhuma das próximas duas reuniões do Fed. As ações dos EUA mantinham ganhos modestos, enquanto os rendimentos dos Treasuries permaneciam mais baixos na sessão. O dólar enfraquecia em relação a uma cesta de moedas de parceiros comerciais.

"Para mim, a chave foi a mudança de uma única palavra, dizendo que eles acreditam que determinarão se futuros aumentos são necessários, enquanto da última vez eles disseram que estão antecipando que novos aumentos de juros serão necessários", disse Sam Stovall, estrategista-chefe de investimentos da CFRA Research em Nova York. "Com a palavra 'determinar' no lugar de 'antecipar', estão essencialmente dizendo aos mercados que o Fed está agora em pausa."

"Decisão do Fed veio em tom duro, mostrando comprometimento da autoridade no combate à inflação. Quando dizem que estão prontos a ajustar a política, caso surjam riscos que ameacem alcance da meta, é uma fala bem forte. Podemos esperar alta de mais 0,25% em uma próxima reunião e depois estabilidade. Queda nos juros descartadas por um médio período", afirma Leandro Petrokas, diretor de research, mestre em finanças e sócio da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores.


R7 e Correio do Povo

Palmeiras mostra força na Libertadores e derrota o Barcelona, em Guayaquil

 Clube paulista aplicou 2 a 0 e ocupa o segundo lugar do Grupo C


O Palmeiras mostrou mais uma vez sua conhecida força. Foi a Guayaquil, no Equador, venceu o Barcelona por 2 a 0 nesta quarta-feira à noite, e chegou a seis pontos no Grupo C da Libertadores. Está em segundo lugar por ter saldo inferior ao do Bolívar (1 contra 5), que foi ao Paraguai e goleou o Cerro Porteño por 4 a 0.

O próximo jogo do Palmeiras na Libertadores é dia 25, em Assunção, contra o Cerro Porteño. Pelo Brasileirão, o time entra em campo domingo, às 18h30, em Goiânia, contra o Goiás.

Procurando tocar a bola e jogar no campo de defesa do Palmeiras, e contando com a marcação à distância dos brasileiros, o Barcelona criou duas chances em seis minutos, ambas com Agustín Rodríguez. Na primeira de cabeça, Weverton espalmou; na segunda, recebeu livre na área, mas chutou torto.

O time equatoriano também procurava marcar a saída de bola. Isso contribuía para os erros de passe do Palmeiras perto de sua área. O time corria perigo e não conseguia articular jogadas. Ainda assim, teve uma boa chance numa bola que sobrou para Mayke, mas o lateral, ao tentar cruzar para o meio da área, chutou contra um zagueiro.

Aos 25 minutos, Murilo teve uma contusão no ombro direito num lance em que empurrou o adversário e sentiu, e deixou o jogo, substituído por Luan.

Nessa altura, o Palmeiras já começara a comandar as ações e teve, em curto período, três grandes chances de marcar: com Rony, quando recebeu lindo passe de Raphael Veiga, encobriu o goleiro, mas Pineida conseguiu evitar o gol quase em cima da linha; com Gustavo Gómez errando por pouco a cabeçada após escanteio; e de novo com Rony, que penetrou livre após ótimo lançamento de Veiga, mas Mendoza fez grande defesa e evitou o gol.

O Palmeiras havia percebido que os lançamentos eram a melhor forma de superar a defesa do Barcelona. E foi num deles, novamente de Veiga, que Rony penetrou em velocidade e foi derrubado pelo goleiro Mendoza. Pênalti. Raphael Veiga cobrou com a habitual competência e abriu o placar. O time brasileiro poderia até ter ampliado nos minutos finais da etapa.

Ampliou com 1 minuto da etapa final. Gómez desta vez não errou. Após escanteio, Gaibor desviou a bola e o paraguaio, no segundo gol, cabeceou para fazer 2 a 0. Foi o 31º gol do zagueiro pelo Palmeiras, o 20º de cabeça.

Na prática, a partida estava decidida. O voluntarioso Barcelona não desanimou. Tentou ir à frente para ao menos diminuir a desvantagem, acertou a trave de Weverton em belo chute de fora da área do brasileiro Souza. Mas o Palmeiras, melhor tecnicamente, bem armado e com a vantagem, dava ao jogo o ritmo que lhe interessava.

Weverton teve de trabalhar e fazer excelentes defesas em chutes de Preciado, Sosa e Cortez. Por seu lado, o Palmeiras também chegou mais algumas vezes. Mas o importante era manter a vantagem. Abel Ferreira fez várias substituições, para poupar alguns titulares, e o time volta para a casa com o dever cumprido.

Agência Estado e Correio do Povo