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Definição sobre gasto de 200 bilhões a mais no orçamento fica para a semana que vem

 Proposta tem o objetivo de retirar do teto de gastos despesas consideradas inadiáveis, como o Auxílio Brasil de R$ 600


Na próxima terça-feira (8), o presidente e o vice-presidente eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), respectivamente, e aliados estarão em Brasília para apresentar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da transição, que pretende retirar do teto de gastos despesas consideradas pela equipe inadiáveis, como o pagamento de R$ 600 do Auxílio Brasil em 2023, uma promessa da campanha petista.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Aloizio Mercadante, que vão integrar a equipe do governo de transição, chegaram pouco antes das 12h desta sexta-feira (4), ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, espaço que sediará o grupo durante os próximos dois meses.

Eles estavam acompanhados do líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (MG), do senador Paulo Rocha (PT-PA), da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-PA) e da ex-senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB).

O coordenador da equipe de transição, Alckmin, está em São Paulo e terá reunião com Lula na segunda-feira (7), quando será anunciada a lista completa da equipe de transição.

Durante coletiva de imprensa nesta sexta, Gleisi informou que o partido analisa as informações e dados sobre a PEC da Transição e defendeu a manutenção do Auxílio Brasil em R$600 e o aumento real do salário mínimo em 2023.

"Temos que ver todas as possibilidades que temos para viabilizar aquilo que foi contratado nas urnas, ou seja, não podemos entrar em 2023 sem auxílio emergencial e sem o aumento real do salário mínimo. São coisas que foram contratados com o povo brasileiro", defendeu Gleisi.

Questionada sobre o valor da PEC da Transição, a presidente do PT relatou não ter uma quantia fechada. Fontes ouvidas pelo R7 informaram que a proposta tem uma estimativa inicial de R$ 200 bilhões. "Não temos (valores). Estamos levantando todos os pontos para submeter ao presidente Lula e ao vice-presidente Alckmin", disse Gleisi.

R7 e Correio do Povo

TCU nega suspensão do consignado do Auxílio Brasil e arquiva caso

 O MP havia pedido a interrupção da concessão, citando um possível "desvio de finalidade" e o uso "meramente eleitoral"

TCU (Tribunal de Contas da União) negou o pedido de suspensão do crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil concedido pela Caixa Econômica Federal. A modalidade, prevista em lei, foi lançada no dia 11 de outubro pelo banco, que, em três dias, já havia liberado R$ 1,8 bilhão.

Segundo a decisão do ministro Aroldo Cedraz, o relator da ação, os esclarecimentos dados pela Caixa, após a oitiva no banco, mostraram que não houve irregularidade na operação de empréstimo. Além disso, Cedraz determinou o arquivamento da ação.

"Considerando que as respostas ofertadas pela Caixa à oitiva prévia à diligência realizadas afastaram por completo a suposta irregularidade quanto à não observância de procedimentos operacionais ou de análises de risco essenciais e prévios à decisão de ofertar o empréstimo consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil, de forma que revelaram a total improcedência da representação", afirmou o ministro no texto.

A decisão indeferiu o pedido de suspensão da concessão do crédito consignado feito pelo Ministério Público ao TCU, que argumentava um possível "desvio de finalidade" e o uso "meramente eleitoral". Segundo o subprocurador Lucas Rocha Furtado, era preciso evitar a "finalidade meramente eleitoral" da modalidade de empréstimo.

No pedido, o MP solicitou ao TCU a avaliação dos procedimentos adotados pela Caixa para a concessão de empréstimos consignados, "de modo a impedir sua utilização com finalidade meramente eleitoral e em detrimento das finalidades vinculadas do banco, relativas à proteção da segurança nacional ou ao atendimento de relevante interesse coletivo".

A linha de crédito tem juros de 3,45% ao mês, o que beira o limite de 3,5% estabelecido pelo Ministério da Cidadania. A prestação máxima é de 40% do valor do Auxílio Brasil; já a parcela mínima é de R$ 15. A duração do empréstimo é de até 24 meses.


R7 e Correio do Povo

Em meio a onda de demissões, Musk pede foco no futuro do Twitter

 Demissões na rede social começaram nesta sexta-feira

No mesmo dia em que se iniciaram as demissões em massa no Twitter, 4 de novembro, Elon Musk pediu para as pessoas se concentrarem no futuro da rede social e não apenas no presente, durante conferência de investimentos em Nova Iorque. No evento, o bilionário, que adquiriu a plataforma por US$ 44 bilhões na última semana, expressou frustração com anunciantes que interromperam seus gastos na rede social e com a queda de receita que se seguiu.

Segundo o empresário, o Twitter não fez alterações em suas operações de moderação de conteúdo que justificassem a saída dos anunciantes, o que ele atribui a pressões de grupos ativistas.

"Fizemos o nosso melhor para apaziguá-los e nada está funcionando", disse ele sobre os grupos ativistas. "Esta é uma grande preocupação e, francamente, um ataque à Primeira Emenda", fala ao fazer referência ao instrumento jurídico americano que protege a liberdade de expressão. O Twitter sofreu "uma queda maciça na receita" por causa dos anunciantes que reduziram o uso da plataforma de mídia social, disse Musk.

Enquanto isso, cerca de 50% da força de trabalho do Twitter foi atingida por demissões, de acordo com um e-mail enviado durante a noite para um dos afetados nos EUA, e que foi visto pelo Wall Street Journal.

O Twitter tinha mais de 7.500 funcionários no início deste ano, de acordo com um documento regulatório.


Ouça "Como deve ser futuro do Twitter sob comando de Elon Musk" no Spreaker.

Agência Estado e Correio do Povo

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Ministro Luís Roberto Barroso é escoltado após ser hostilizado por manifestantes, em SC

 O ministro precisou deixar um restaurante onde jantava e, mais tarde, a residência onde estava hospedado

ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso precisou ser escoltado, na noite de quinta-feira (3), após ser hostilizado por manifestantes enquanto jantava com amigos em um restaurante em Porto Belo, Santa Catarina

Um grupo de manifestantes que participavam de bloqueios nas estradas se juntou em frente ao estabelecimento onde o ministro estava e começou a xingá-lo. Segundo nota do gabinete de Barroso, o ministro preferiu deixar o local para não causar transtornos aos demais clientes e seguiu para a casa onde estava hospedado.

No entanto, alguns manifestantes identificaram a residência e começaram a convocar outras pessoas para se concentrarem em torno da casa. Além do "ruído perturbador", como definiu o gabinete do ministro, a circulação de ruas próximas foi paralisada. 

"A manifestação ameaçava fugir ao controle e tornar-se violenta, tendo a segurança aventado o uso de força policial para dispersar a aglomeração. Diante disso, o ministro, em respeito à vizinhança e para evitar confronto entre polícia e manifestantes, retirou-se do local", informou o gabinete de Barroso. 

Não houve proximidade física com os manifestantes ou agressões físicas. Não é de conhecimento do ministro qualquer registro de dano patrimonial nos locais. 

Ainda na nota, a equipe do ministro ressaltou a legitimidade de manifestções pacíficas, mas destacou também a importância do respeito ao resultado das urnas. "O desrespeito às instituições e às pessoas, assim como as ameaças de violência, não fazem bem a nenhuma causa e atrasam o país, que precisa de ordem e paz para progredir."


R7 e Correio do Povo

Povo resiste e continua nas ruas em Brasília com manifestações pacíficas - 04/11/2022

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/live/?ref=notif&v=916602826391862&notif_id=1667591608612371&notif_t=live_video

Saiba quem são os cotados para os ministérios do governo Lula

 Próximo presidente deve ter ao menos 33 ministros; comando das pastas devem ser negociado com frente ampla


Eleito com 50,9% dos votos válidos no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se reunir com partidos e aliados nos próximos dias para decidir a composição do futuro governo. Durante a campanha, ele resistiu à pressão de apresentar nomes, mas indicou que novas pastas devem ser criadas ou recriadas a partir de 2023. 

Caso cumpra a promessa, Lula vai escolher ministros para pastas como a da Mulher, Segurança Pública, da Igualdade Racial, dos Povos Originários, da Cultura, da Pesca, do Planejamento, da Fazenda, da Indústria e do Desenvolvimento Agrário, além das que já existem na Esplanada dos Ministérios.

A composição da Esplanada dos Ministérios com Lula no Palácio do Planalto deve aumentar dos atuais 23 ministérios para ao menos 33. Essa ainda é uma conta preliminar e o número pode crescer até a posse do petista. A ideia de Lula é desmembrar os gigantes da Esplanada e setorizar os temas, o que facilitaria a gestão no entendimento da equipe dele.

Especialistas, no entanto, dizem que quanto mais pastas para o governo administrar, mais difícil deve ficar o contato direto do presidente eleito com os seus ministros, o que pode comprometer a eficiência administrativa da gestão de Lula. Além disso, a ampliação de ministérios é vista como uma forma do petista acomodar aliados, ainda mais considerando que o PT formou uma coligação com outros nove partidos para disputar a eleição presidencial deste ano.

Lula, de todo modo, quer priorizar nomes do próprio PT. Fernando Haddad (PT), por exemplo, que perdeu a eleição para o Governo de São Paulo na disputa com Tarcísio de Freitas (Republicanos), não deve ser abandonado. O professor universitário é um dos cotados para um dos ministérios da área econômica, pois Lula deve desmembrar o atual superministério chefiado por Paulo Guedes, que cuida da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior.

Concorrem com Haddad o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, o economista Gabriel Galípolo e o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner. 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública é outro que deve ser dividido. Para a vaga de ministro da Justiça, dois nomes são cotados: o do ex-governador do Maranhão e senador eleito, Flávio Dino (PSB), e o do advogado e filósofo Silvio Almeida.

Simone Tebet (MDB-MS), aliada na campanha depois de perder a eleição ao Planalto no primeiro turno, é apontada como uma opção para os ministérios da Agricultura e da Educação. Na Agricultura, ela disputa preferência com a senadora Kátia Abreu (PP-TO) e com o senador Carlos Fávaro (PSD-MT). Na Educação, também são estudados os nomes do ex-governador do Ceará e senador eleito Camilo Santana (PT) e do ex-deputado federal Gabriel Chalita (sem partido).

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB-SP), escolhido por Lula para coordenar a transição de governo, é um nome possível para ao menos duas pastas: a da Saúde e a da Defesa. Caso ele seja indicado para algum o ministério, acumularia as funções de vice-presidente e ministro. 

Outro nome sondado pela campanha petista para assumir o Ministério da Saúde é o do infectologista David Uip. Dois dias antes da eleição, o médico se desfiliou do PSDB após 27 no partido. Ele disse que a decisão de deixar o partido não tem relação com seu futuro no governo petista e comentou que, embora saiba que é um dos cotados para a Esplanada dos Ministérios, ainda não foi procurado por Lula ou pelo PT.

No Ministério do Meio Ambiente, dois nomes também estão no radar de Lula: Marina Silva (Rede), que foi eleita deputada federal por São Paulo e já comandou a pasta, e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi um braço forte do petista na campanha no Norte do país. 

Para a Casa Civil, Lula sinalizou que tem preferência por um nome de confiança e com experiência na articulação com outros ministros, governadores e com o Congresso Nacional. Para essa pasta, são cotados os nomes do ex-governador do Piauí e senador eleito Wellington Dias (PT) e do governador da Bahia, Rui Costa (PT).

R7 e Correio do Povo

Ministro do STF pede relatório sobre efetivo policial da PRF

 Alexandre de Moraes deu 48 horas para PRF repassar informações


ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deu prazo de 48 horas para que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresente informações sobre o efetivo policial mobilizado desde 28 de outubro.

A decisão foi tomada na ação na qual o ministro determinou, na segunda-feira (31), o total desbloqueio das rodovias federais que registraram paralisações de caminhoneiros.

“Determino à Polícia Rodoviária Federal para que informe documentalmente, no prazo de 48 horas, a evolução, por ente federado, do efetivo policial rodoviário federal mobilizado, em atuação e em pronto-emprego, entre 28 de outubro até a presente data. Determino, ainda, sejam informados os eventuais recrutamentos realizados para o segundo turno das eleições de 2022, devendo haver detalhamento das lotações de origem dos policiais, bem como para onde foram enviados em missão”, decidiu o ministro.

No domingo (30), após o anúncio da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, em segundo turno, grupos de caminhoneiros iniciaram bloqueios em diversos pontos do país.

A PRF informou nesta sexta-feira que todas as rodovias federais estão livres de bloqueios. No entanto, 11 interdições parciais permanecem. Segundo a corporação, 966 manifestações já foram desfeitas.

Agência Brasil e Correio do Povo

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