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O orçamento para o próximo ano deve ser o principal assunto tratado, na semana que vem, pelos parlamentares
Por telefone, o líder de governo da Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PL), fechou uma agenda de encontros para a semana que vem com o líder da oposição, Wolney Queiroz (PDT-PE), que oficializa o início da transição do governo. A missão nos próximos dias é reunir os partidos de oposição para tratar de matérias legislativas que impactam no orçamento dos próximos quatro anos.
Segundo Wolney, o processo chega por reflexo do discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL). “Foi um importante telefonema do deputado Ricardo Barros. Se minutos atrás o presidente da República, através do ministro Ciro Nogueira, o telefonema do do Ricardo Barros também deflagra esse processo no parlamento brasileiro”, afirma o líder da oposição.
O anúncio desse processo foi feito na noite desta terça-feira após o presidente Jair Bolsonaro fazer o primeiro pronunciamento depois do segundo turno. No discurso, Bolsonaro indicou o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, como o cabeça da transição governamental.
R7 e Correio do Povo
Para Ricardo Barros, pronunciamento do presidente foi bem recebido e o que foi construído nos últimos anos traz força política
O discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL) repercutiu positivamente entre aliados. O líder do governo na Câmara dos Deputados, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que recebeu "bem" o pronunciamento. "Estamos tranquilos, foi muito bom o que o presidente disse e liberou a transição oficialmente", justificou Barros. Bolsonaro falou pela primeira vez na tarde desta terça-feira após o resultado das eleições. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Bolsonaro nas urnas, com 50,9% dos votos.
Apesar da derrota, segundo Barros, o que foi construído nos últimos quatro anos traz força política para o grupo. "Temos a maior bancada, um patrimônio político muito grande, vamos em frente", declarou.
Outra aliada de Bolsonaro, Bia Kicis (PL- DF) disse que o presidente conseguiu passar o recado e "não se curvou". Pelas redes sociais, a deputada escreveu que Bolsonaro reafirmou sua conduta democrática com o discurso. "Ao contrário de quem o acusa de antidemocrático, autorizou o início da transição na forma da lei, mas mencionou o sentimento de indignação pela injustiça de como se deu o processo eleitoral."
A deputada se refere à parte do pronunciamento de Bolsonaro em que ele cita as diversas manifestações que acontecem pelo país: “os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral", disse o presidente.
R7 e Correio do Povo
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Segundo a presidente do PT, a ideia é iniciar o processo já na quinta-feira; Alckmin será coordenador da equipe
O atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, será o responsável por acompanhar o processo de transição entre governos. A afirmação foi feita pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que informou, ainda, que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deu aval para iniciar a participação da nova equipe no governo.
"Ciro Nogueira me falou que está à disposição e que tem uma determinação do presidente de se instalar o processo de transição. Nós queremos, a partir de quinta-feira [3], estar lá começando a montar a equipe.", detalhou Gleisi.
Ela conversou com Ciro Nogueira por telefone na segunda-feira, para alinhar o procedimento, mas quer uma reunião presencial "para saber a parte operacional, administrativa", disse.
O período de transição, regulamentado pela lei 10.609/2002 e pelo decreto 7.221/2010, tem o objetivo de oferecer condições para que o candidato eleito possa receber de seu antecessor todos os dados e informações necessários à implementação do programa do novo governo.
A prioridade, segundo a presidente do PT, é focar na questão orçamentária, a fim de viabilizar as promessas de campanha feitas pelo novo presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para tratar sobre o assunto, o novo vice-presidente, Geraldo Alckmin, escolhido para coordenar a transição de governo, entrou em contato com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador Wellington Dias (PT) deverá atuar em nome do novo governo no Senado.
Os membros da equipe de transição serão indicados pelo petista e devem ter acesso às diversas informações relacionadas às contas públicas, aos programas e projetos, entre outros dados. O grupo é formado por 50 pessoas, que assumem os cargos especiais de transição governamental (CETG).
Além de Alckmin, Gleisi e o coordenador do programa de governo, Aloizio Mercadante, também vão integrar o grupo. A ideia é nomear outras pessoas por áreas, mas os nomes ainda não foram definidos. "Teremos a participação de todos os partidos que tiveram conosco nessa caminhada", adiantou Gleisi.
Quanto aos nomes para ministro, a presidente do PT afirmou que ainda não há uma decisão. "Não há essa urgência até porque o presidente só toma posse no dia 1º de Janeiro."
R7 e Correio do Povo
Decisão foi tomada após dificuldade da corporação em desmobilizar manifestantes em diversos estados
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) solicitou apoio da Força Nacional e da Polícia Federal nos estados para desobstruir rodovias que estão sendo ocupadas por caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão ocorre após dificuldade em retomar o fluxo normal das vias, principalmente na região Sul do país.
De acordo com fontes ligadas à corporação e consultadas pelo R7, o pedido já foi realizado oficialmente. A expectativa é de que a Força Nacional atue nos bloqueios de maior impacto e concentram maior número de manifestantes. A Polícia Federal atuaria reforçando o contingente policial nas ruas e investigando quem são os líderes ou entidades por trás dos bloqueios.
De acordo com a PRF, na tarde desta terça-feira (1º) ocorrem manifestações com bloqueios e interdições em 20 estados e no Distrito Federal. A corporação informou não ter identificado um objetivo unificado entre os manifestantes.
Os bloqueios começaram na noite de domingo (30) após o resultado da eleição e foram aumentando ao longo da semana. A PRF afirma ter desfeito 358 bloqueios em todo o país.
R7 e Correio do Povo
Nomes indicados para transição são cotados para comporem novamente o grupo de Secretariado
Nesta terça-feira, o governador Ranolfo Vieira Jr. (PSDB) anunciou quais serão alguns dos nomes responsáveis pela transição de governo. Com o início do processo e a composição do grupo responsável por ela, se intensificam as articulações para a formação do novo governo. Internamente, o fato de o chefe da Casa Civil, o secretário do Planejamento e o PGE serem os primeiros nomes anunciados aumenta, conforme interlocutores da chapa eleita, as expectativas de que os três sigam na segunda administração de Eduardo Leite (PSDB). No caso de Artur Lemos, além de chefiar a Casa Civil desde a primeira gestão de Leite, ele também preside interinamente o PSDB gaúcho, foi um dos coordenadores da campanha tucana e, no dia do pleito, a liderança que acompanhou o governador eleito durante o tradicional roteiro de entrevistas a emissoras de rádio e TV.
Também do PSDB, o atual governador, Ranolfo Vieira Júnior, é reconhecido não apenas pela lealdade, mas, também, por sua atuação durante o período em que acumulou as funções de vice e secretário da Segurança Pública, até o final de março, quando deixou os postos para assumir o governo em função da renúncia de Leite. Por isto, há a possibilidade de que novamente comande a Segurança.
Já entre emedebistas, há quem defenda que o vice eleito, o deputado estadual Gabriel Souza (MDB), também ocupe um posto de destaque na transição, em função de seu trânsito e experiência na articulação política. E já há especulações no sentido de que ele venha a acumular ainda o posto com o comando de alguma secretaria. Há dúvidas sobre esta questão porque, caso Leite invista na pretensão de se consolidar como liderança nacional para ser uma das alternativas à disputa pela presidência da República em 2026, deverá fazer muitas viagens pelo país, e caberá a Gabriel, nesse caso, ocupar o cargo.
Outro cotado do MDB para permanecer no secretariado é o deputado estadual reeleito Juvir Costella, que obteve a maior votação entre os eleitos do MDB para a Assembleia Legislativa. No primeiro governo ele ocupou a Secretaria de Logística e Transportes. O primeiro suplente do MDB na Assembleia é Rafael Braga Librelotto e, o segundo, o deputado Carlos Búrigo, que não se reelegeu. O partido encaminha ainda articulações para a colocação do deputado federal Giovani Feltes, que ficou na primeira suplência da sigla na Câmara.
As conversas em relação ao aproveitamento de quadros partidários também já ocorrem no União Brasil e no PSD. No União Brasil, o deputado federal eleito Luiz Carlos Busato é um dos integrantes do secretariado anterior que deixou o cargo no fim de março para concorrer. Ele é reconhecido pelo trabalho para que o partido, que tinha uma parcela significativa que preferia apoiar o adversário Onyx Lorenzoni (PL), permanecesse fiel ao tucano. Já o PSD tem entre suas lideranças a ex-secretária Ana Amélia Lemos, derrotada na disputa ao Senado.
Nas próximas semanas devem se intensificar ainda as conversas com o PP. Apesar de integrar o primeiro governo e deter nele postos importantes, a legenda lançou candidatura própria ao Piratini no primeiro turno e, no segundo, apoiou Onyx oficialmente. Apesar disto, diversas lideranças partidárias abriram dissidência e ficaram com Leite. Entre elas a família Covatti. A deputada estadual reeleita Silvana Covatti obteve a maior votação de sua sigla para o Legislativo gaúcho. E seu filho, Luis Antonio Covatti, se reelegeu para a Câmara dos Deputados. O primeiro suplente do PP na Câmara Federal é o deputado estadual Sérgio Turra.
No núcleo da futura administração, contudo, há a preocupação em não passar a imagem de “mais do mesmo”. É central a ideia de que é preciso ficar claro que em janeiro terá início um novo governo, que vai avançar em demandas não atendidas anteriormente. Por isso, por exemplo, já há expectativa entre aliados sobre as definições para as pastas da Educação e de Obras (ou seu equivalente). A Educação porque ela é apontada desde a campanha como a área que ganhará prioridade na nova administração. Obras, porque, para além de ser um setor cobiçado, terá papel importante dentro do projeto de qualificação da Educação, uma vez que as deficiências na infraestrutura de prédios e instalações são consideradas um problema que agrava a situação dos baixos índices educacionais do RS.
Correio do Povo
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Em um discurso de dois minutos, o presidente agradeceu os votos recebidos no domingo e falou das manifestações
Em um pronunciamento de dois minutos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) falou pela primeira vez, na tarde desta terça-feira (1ª), depois da derrota no segundo turno das eleições. Bolsonaro agradeceu os 58 milhões de votos e disse que as manifestações de caminhoneiros pelo país são "fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral".
O atual chefe do Executivo não fez referência à vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Confira a íntegra do pronunciamento:
"Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto da indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir. A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade. Formamos diversas lideranças pelo Brasil. Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca, somos pela ordem e pelo progresso. Mesmo enfrentando todo o sistema, superamos uma pandemia e as consequências de uma guerra. Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo os fundamentos da nossa Constituição. É uma honra ser o líder de milhões de brasileiros que, como eu, defendem a liberdade econômica, a liberdade religiosa, a liberdade de opinião, a honestidade e as cores verde e amarela da nossa bandeira. Muito obrigado."
R7 e Correio do Povo