CamisaTraveller Xadrez Manga Longa Regular Masculino Cinza Van Heusen - Van Heusen Cinza

 


Descrição do Produto

MODELO Nº: 7909509329090


VENDIDO E ENTREGUE POR: Calvin Klein


Modelagem

Manga Curta

Marca

Calvin Klein

Gênero

Masculino

Cor

Cinza

A camisa manga longa com tecido xadrez discreto em cinza claro da VAN HEUSEN tem uma modelagem regular, com um bolso chapado no peito .É uma camisa essencial um work look .Tem algodão em sua composição que a torna super confortável, respirável, fácil de lavar e secar. Tem tecnologia easy iron, ou seja quase não amassa. Faz parte da linha traveller : ótima opção para levar na mala para uma viagem de negócios.

Link: https://www.cea.com.br/camisa-traveller-xadrez-manga-longa-regular-masculino-cinza--van-heusen----van-heusen-4148393/p

Ministro da Infraestrutura vistoria pista ampliada e novo terminal de cargas do Salgado Filho

 Reformas devem aumentar em 300% as operações de importação e exportação no aeroporto de Porto Alegre



O ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, e o secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, vistoriaram nesta segunda-feira as obras da pista ampliada do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Eles estiveram acompanhados pela CEO da Fraport Brasil, concessionária que administra o aeroporto, Andreea Pal, a COO, Sabine Trenk, e demais membros da equipe. A estrutura, que recebe mais 920 metros de asfalto, ampliando a extensão para 3,2 mil metros, deverá entrar em operação no próximo dia 19.

“Nossa expectativa é que haja uma ampliação significativa de voos cargueiros e internacionais. Antes de tudo, esta obra de infraestrutura é uma obra social”, afirmou ele. A expectativa é que, com as reformas, o aeroporto tenha capacidade para receber e enviar cargas que tenham como origem e destino Estados Unidos, Europa e Ásia. Sampaio também esteve no Terminal de Cargas Internacional (Teca), inaugurado em 2021. Conforme o ministério, a expectativa é que o terminal de cargas e a ampliação da pista resultem em um crescimento de 300% nas operações de importação e exportação no Salgado Filho, saindo das atuais 35 mil toneladas para 100 mil toneladas.

A Fraport Brasil investiu R$ 1,8 bilhão na ampliação e modernização, previstas no contrato de concessão, e outros R$ 50 milhões na construção do Teca, que tem 10.559 metros quadrados de área total, assim como espaço para cargas perigosas, complexo de câmeras frigoríficas, docas, espaço para espera de caminhões e estacionamentos, entre outras funcionalidades. Depois de visitar o Aeroporto Salgado Filho, o ministro participou de forma online de reunião-almoço promovida pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul.

Correio do Povo

Casos de dengue aumentam 113,7% nos quatro primeiros meses de 2022

 Até abril, país registrou mais de 542 mil infecções prováveis



Em meio a um surto de dengue, o Brasil registrou um aumento de 113,7% nos casos prováveis da doença até abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo boletim do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (2), foram 542.038 casos prováveis, entre a primeira e a décima sexta semana epidemiológica, período compreendido entre 2 de janeiro e 23 de abril de 2022. Esse número já é praticamente o mesmo que foi registrado em todo o ano de 2021, quando foram contabilizados 544 mil casos prováveis de dengue. 

A doença, causada por um vírus, é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Os principais sintomas são febre alta, erupções cutâneas e dores musculares e nas articulações. Nas formas mais graves, a dengue pode causar hemorragia interna em órgãos e tecidos, e levar à morte. 

A Região Centro-Oeste apresentou a maior taxa de incidência de dengue, com 920,4 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sul (427,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (188,3 casos/100 mil habitantes), Norte (154 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (105 casos/100 mil habitantes). O estado de Goiás tem sido um dos mais afetados, liderando a incidência da doença no país, com 1.366 casos para cada 100 mil habitantes.  

Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de dengue até 23 de abril respectiva semana foram Goiânia/GO, com 31.189 casos (2.004,9 casos/100 mil habitantes), Brasília, com 29.928 casos (967,2/100 mil habitantes), Palmas, com 9.080 casos (2.897,7 casos/100 mil habitantes), São José do Rio Preto (SP), com 7.466 casos (1.591,3 casos/100 mil habitantes) e Votuporanga (SP), com 6.836 casos (7.113/100 mil habitantes). 

Desde o início do ano, já foram confirmados 160 óbitos por dengue no país, sendo 147 por critério laboratorial e outros 13 por análise clínica. Os estados com mais registro de mortes pela doença até agora são: São Paulo (56), Goiás (19), Santa Catarina (19) e Bahia (16). Outros 228 óbitos ainda estão em investigação. 

Até o dia 23 de abril, foram notificados 378 casos de dengue grave (DG) e 4.741 casos de dengue com sinais de alarme (DSA). Outros 368 casos de dengue grave e dengue com sinais de alarme seguem em investigação. 

Chikungunya

Em relação à febre chikungunya, o Ministério da Saúde informou que, até o último dia 23 de abril, foram registrados 47.281 casos prováveis, uma taxa de incidência de 22,2 casos por 100 mil habitantes no país. Esses números correspondem a um aumento de 40% dos casos em relação ao mesmo período do ano passado.

A região Nordeste foi a que apresentou a maior incidência, com 65,9 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Centro-Oeste (15,6 casos/100 mil habitantes) e Norte (8,4 casos/100 mil habitantes).

Os municípios que apresentaram os maiores registros de casos prováveis de chikungunya até abril foram: Juazeiro do Norte (CE), com 3.539 casos (1.271,8 casos/100 mil habitantes); Crato (CE), com 2.068 casos (1.544,3 casos/100 mil habitantes); Salgueiro (PE), com 1.883 casos (3.058,8 casos/100 mil habitantes); Brumado (BA), com 1.744 casos (2.584,9 casos/100 mil habitantes) e Fortaleza, com 1.563 casos (57,8 casos/100 mil habitantes).

Desde o início do ano, a chikungunya foi a causa de morte de oito pessoas no país, sendo seis apenas no Ceará. Maranhão e Mato Grosso do Sul foram os dois outros registros. No entanto, ao menos 12 óbitos seguem em investigação nos estados do Ceará, Bahia, São Paulo, Paraíba, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás.  

A chikungunya também é uma infecção viral, como a dengue, e que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos insetos que transmitem a dengue e a febre amarela, respectivamente. Os sintomas podem incluir febre, dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, dor nos olhos, dor na garganta e fadiga. Em mais de 50% dos casos, a dor nas articulações (artralgia) torna-se crônica, podendo persistir por anos.

Zika

O Ministério da Saúde também atualizou o balanço dos casos de zika no país, com 2.118 casos prováveis até o dia 14 de abril. A taxa de incidência ficou em 0,99 caso por 100 mil habitantes no país. Em relação a 2021, os dados representam um aumento de 53,9% no número de casos. Até a semana analisada, não foi notificado nenhum óbito causado por zika no Brasil. 

Também transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o vírus da zika foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2015 e tem essa denominação por ter sido descoberto na floresta Zika, em Uganda, na África. Segundo as o Ministério da Saúde, cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. Em geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. 

Febre amarela

Entre julho de 2021 até meados de abril de 2022, o Ministério da Saúde registrou 1.093 epizootias suspeitas de febre amarela, dos quais 25 (2,3%) foram confirmadas por critério laboratorial. As epizootias são as mortes de animais não humanos em decorrência da doença e podem indicar a presença do vírus em uma determinada região e, com isso, o risco de contaminação de humanos. Os macacos, de diferentes espécies, são os principais hospedeiros do vírus da febre amarela. No mesmo período, foram notificados 485 casos humanos suspeitos de febre amarela, dos quais 4 (0,8%) foram confirmados.

A transmissão do vírus entre primatas não humanos (PNH) foi registrada no Pará, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sinalizando a circulação ativa do vírus nesses estados e o aumento do risco de transmissão às populações humanas durante o período sazonal, que vai de dezembro a maio. Os casos humanos confirmados tiveram local provável de infecção no Pará (municípios de Afuá e Oeiras do Pará) e em Tocantins (município de São Salvador do Tocantins).

A febre amarela é uma doença viral transmitida por diferentes espécies de mosquitos infectados. Os sintomas mais comuns são febre, dores musculares com dor lombar proeminente, dor de cabeça, perda de apetite, náusea ou vômito. Na maioria dos casos, os sintomas desaparecem depois de 3 ou 4 dias. De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), de 15% a 25% dos pacientes entram em uma segunda fase mais grave, na qual o risco de morte é maior e as pessoas podem ficar com a pele e os olhos amarelados, sangramentos, urina escura (problemas renais), além de dores abdominais com vômitos.

Agência Brasil e Correio do Povo

Após chuva, ponte sobre o Rio das Antas é encoberta pela água

 Grande volume de chuva nas últimas horas acarretou na interdição da passagem


Devido ao grande volume de chuva das últimas horas, a ponte que liga os municípios de Cotiporã e Bento Gonçalves encontra-se submersa e não há previsão para liberação do trânsito. A constante chuva fez subir o nível do Rio das Antas encobrindo a ponte que é a principal ligação entre os dois municípios.

Conforme o Secretário de Obras, Trânsito e Saneamento, Valdir Falcade, a estrutura está submersa causando a interdição da passagem. Fato que é recorrente na região sempre que chove forte.

A ponte faz a ligação de uma estrada intermunicipal com a ERS-431, em Bento Gonçalves. A alternativa para quem quer sair ou chegar em Cotiporã  é seguir pela BR-470 até Veranópolis e depois acessar a ERS-359 até Cotiporã.

A construção de uma nova ponte, mais alta, vem sendo reivindicada pela prefeitura de Cotiporã há bastante tempo. O prefeito Ivelton Zardo, e o secretário Valdir Falcade estiveram reunidos nesta segunda-feira (02) com o Daer para tratar de uma parceria entre o município e o Estado a fim de garantir a construção de uma nova ponte.

Já a ponte sobre o Rio Carreiro, entre Cotiporã e Dois Lajeados, segue com acesso liberado.

A balsa que liga os municípios de Nova Pádua e Nova Roma do Sul foi interrompida na madrugada desta segunda-feira (2). O bloqueio aconteceu por volta de 1h e se deu por conta do grande volume de chuvas que atingem a região e ocasionam a cheia do Rio das Antas.

A prefeitura de Nova Roma do Sul informou que a interrupção foi necessária para  garantir a segurança de quem utiliza a balsa. Conforme o prefeito Douglas Pasuch, a previsão de liberação do funcionamento da balsa é de cerca de três dias.


Correio do Povo


Como operam as facções criminosas que atuam no RS

Kit 3 Pares Sapato Social Masculino Leve Macio Conforto - Eleganci

 


Você merece um visual moderno e alinhado! O Kit 3 Pares Sapato Social Masculino acompanha seu estilo num design clássico e atemporal. O solado em borracha proporciona estabilidade e aderência ao calçado e imprime durabilidade e conforto a composição. Além disso o modelo do calçado conta também com bico quadrado, palmilha macia e ajuste lateral em elástico, inspirando sofisticação e conforto no calçar. Clássico, aposte em produções formais, festas e eventos em geral, com combinações de calça alfaiataria.


Característicias do Produto:

Material: Sintético

Tipo de Bico: Quadrado

Indicado para: Dia a Dia

Solado: Borracha Antiderrapante

Ocasião: Conforto

Estilo da Peça: Lisa

Material Interno: Tecido macio e acolchoado

Complemento da Descrição: Macio, confortável, ideal para o trabalho, festas, casamentos e eventos em geral

Recomendações de Uso: Evite molhar seu sapato social, mas caso isto ocorra, deixe-os secar à sombra e longe de qualquer fonte de calor. Delicadeza é palavra-chave. Nunca lave o calçado em máquina de lavar e jamais esfregue com força ou passe esponjas grossas ou molhadas.

Conteúdo da Embalagem: 3 pares de sapato social masculino



Garantia: Contra defeitos de fabricação

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/kit-3-pares-sapato-social-masculino-leve-macio-conforto-eleganci/p/fe8bbk6529/MD/SPTO/

Defesa Civil Nacional alerta para chuvas intensas e riscos de deslizamentos no RS e SC

 Registro de chuvas volumosas deve acontecer devido à formação de um ciclone extratropical



A partir desta segunda-feira são esperados volumes expressivos de chuva desde o Centro-Norte do Rio Grande do Sul até o Sul do Paraná, informou o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) disse que monitora os riscos de desastres no Sul do Brasil.

O registro de chuvas volumosas deve acontecer devido à formação de um ciclone extratropical. No nordeste do Rio Grande do Sul e no sudeste de Santa Catarina, especialmente, o cenário é mais preocupante, tendo em vista a previsão de até 180 milímetros de chuva em 24 horas, podendo se manter até quarta-feira. O MDR também alertou que há riscos de deslizamentos de terra na região serrana gaúcha, no litoral sul de Santa Catarina e na Grande Florianópolis.

No cenário de riscos hidrológicos no RS e SC, o alerta é para pequenas bacias de resposta rápida e para a Bacia do Uruguai, que, embora esteja com os níveis normalizados na maior parte dos municípios, pode apresentar transbordamento. 

Nesta segunda, a Defesa Civil do RS também emitiu um alerta para chuvas volumosas e risco de transbordamento de rios em quase todo o RS. A orientação é ligar para os números 190 ou 193 em casos de emergências. 

Correio do Povo

Dólar dispara a R$ 5,07, antes de decisão sobre juros no Brasil e EUA

 Alta de 2,58% foi a maior valorização diária desde 22 de abril, data em que foi registrado o salto mais intenso desde o início da pandemia



O dólar disparou neste início de semana e fechou acima de R$ 5,00 pela primeira vez desde 18 de março, em meio à onda de fortalecimento global da moeda americana. À cautela em torno da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira que pode trazer um tom mais duro, somaram-se temores de desaceleração da economia mundial em momento de inflação elevada, a chamada estagflação. Dados de atividade industrial abaixo do esperado nos Estados Unidos e, sobretudo, na China assustaram os investidores. Os lockdonws prescritos pela política de covid zero no gigante asiático traçam um cenário ruim para commodities, levando a uma queda em bloco das divisas emergentes.

Por aqui, a moeda operou com sinal positivo desde a abertura e superou a barreira dos R$ 5,00 já na primeira hora de negócios. A onda compradora se acentuou ao longo da tarde com a piora do ambiente externo. A taxa da T-note de 10 anos atingiu 3% pela primeira vez desde 2018 e o índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes - escalou até os 103,747 pontos.

Com renovação sucessiva de máximas ao longo da tarde, o dólar correu até R$ 5,0875. No fim do dia, com a virada das bolsas americanas para o positivo e a diminuição das perdas do Ibovespa, o dólar desacelerou os ganhos e encerrou o primeiro pregão de maio em alta de 2,63%, a R$ 5,0727 - maior valor de fechamento desde 17 de março (R$ 5,0343). A desvalorização da moeda americana no ano, que chegou a superar 17%, voltou a ser de um dígito (-9,02%). O real liderou nesta segunda as perdas entre divisas emergentes, seguido pelo rand sul-africano, com baixa na casa de 2%, e pelo peso chileno e colombiano, que caíram mais de 1%.

Apesar da escalada do dólar, o Banco Central não deu às caras no mercado nesta segunda, talvez porque o movimento de valorização da moeda americana tenha sido global e não tenha havido "disfuncionalidade" na formação da taxa de câmbio. As duas últimas intervenções do BC foram no dia 22 (venda de US$ 571 milhões em leilão à vista) e no dia 26 (venda de US$ 500 milhões em contratos de swap cambial).

Já está na conta do mercado que o Copom anuncie uma alta de 1 ponto porcentual da taxa Selic, para 12,75%, na quarta-feira à noite. Espera-se que o Banco Central deixe a porta aberta para uma elevação residual em junho, talvez de 0,50 ponto porcentual. Embora a taxa real doméstica seja a maior do mundo (à exceção da Rússia) e o diferencial de juros interno e externo tenda a se manter ainda em níveis elevados, investidores se mostram cautelosos e evitam aumentar exposição à moeda brasileira no curto prazo, dada a incerteza no ambiente externo.

Lá fora, além da provável elevação da taxa básica em 50 pontos-base, o BC americano pode acenar um ajuste monetário rápido e intenso. Já é grande a especulação de uma elevação dos Fed Funds em 75 pontos-base em junho. Além de caminhar para pôr a taxa básica rapidamente no nível neutro (talvez até acima dele), o Fed deve começar a reduzir seu balanço patrimonial, o que significa tirar dinheiro do sistema.

"O dólar segue bastante pressionado, principalmente por conta da reunião do Fed nesta semana. Dados de renda e consumo nos Estados Unidos ainda estão em alta, gerando pressão inflacionária. O rendimento dos Treasuries continua a subir e o fluxo estrangeiro para a nossa bolsa mostra reversão", afirma o economista Bruno Mori, da Planejar.

Entre os indicadores do dia, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria dos Estados Unidos, medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês), recuou de 57,1 em março a 55,4 em abril. O resultado contrariou a previsão de alta a 57,8 dos analistas. Apesar de vir abaixo do esperado, o dado mostra atividade em expansão.

A economista-chefe da Armor Capital, Andrea Damico, afirma que, com a economia americana aquecida e a inflação elevada, o Fed deve promover pelo menos quatro altas de 0,50 ponto dos juros nas próximas reuniões. Em seguida, deve desacelerar o ritmo para 0,25 ponto, levando os Fed Funds a 4% no fim do ciclo, "tendo em vista a necessidade de juros restritivos para combater a alta da inflação".

Na China, às voltas com medidas de restrição para combater a covid-19, o índice de gerente de compras (PMI) industrial caiu de 48,1 para 46 em abril o nível mais baixo desde fevereiro de 2020, momento em que a pandemia do coronavírus tomava o mundo.

"O PMI da China foi anêmico. Essa política chinesa de covid zero está comprometendo as cadeias de suprimento. É mais um fator de aversão ao risco que favorece o dólar. Existe uma busca de proteção no mundo que gira muito entorno do ambiente inflacionário global. O mercado quer pistas de como os BCs vão atuar", afirma o diretor de produtos de câmbio da Venice Investimentos, André Rolha.

Taxas de juros

Os juros futuros encerraram a sessão desta segunda-feira em alta forte, seguindo a pressão global na renda fixa neste começo de semana. No pior momento da sessão, os vencimentos mais longos de Depósito Interfinanceiro chegaram a saltar mais de 20 pontos-base.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 subiu de 12,582% a 12,680%. O janeiro 2025 avançou de 12,031% a 12,165%. E o janeiro 2027 saltou de 11,83% a 11,985%.

Mais sensível à política monetária local, que já está no fim de seu ciclo de ajuste, o janeiro 2023 passou de 13,038% a 13,080%. Em relatório enviado a clientes na tarde desta segunda-feira, o Barclays espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a taxa Selic em 1,0 ponto porcentual, a 12,75%, na decisão desta semana e deixe a porta aberta para um novo ajuste em junho, "se necessário".

A inflação pressionada e a piora das expectativas do mercado devem levar o Banco Central (BC) a adotar uma comunicação mais aberta para o próximo encontro, na avaliação do economista para Brasil do banco, Roberto Secemski.

Todo esse comportamento do DI esteve atrelado à escala dos juros globais, com o retorno da T-note de 10 anos e do T-bond de 30 anos superando a marca psicológica dos 3%. Horas antes do Copom, na próxima quarta-feira, o Federal Reserve anuncia sua decisão de política monetária nos Estados Unidos. O consenso do mercado é de uma elevação de 50 pontos-base do Fed Fund, mas é esperada uma comunicação dura por parte do presidente do BC americano, Jerome Powell, para mostrar o compromisso para debelar a inflação.

Aqui no Brasil, a aposta em mais 100 pontos-base da Selic é unânime. Antes da decisão sobre os juros, o mercado conhecerá na terça cedo os dados da produção industrial brasileira em março, para o qual o consenso aponta para uma desaceleração dos 0,7% de crescimento em fevereiro para 0,2% (pesquisa do Projeções Broadcast, com intervalo de -1,2% a 1,1%).

Nesta segunda-feira, o índice de atividade econômica do BC (IBC-Br) apontou para uma perda de tração da economia no segundo mês do ano, com alta de 0,34% na margem (menor que a mediana de 0,40%).

Bolsa

O mês de maio começou com mau agouro nos mercados globais, arrastando o Ibovespa de volta aos patamares de janeiro e minguando a alta do índice no ano. O cenário de elevação de juros nos Estados Unidos e aqui, na quarta-feira, que já prometiam deixar o mercado cauteloso nesta semana, se somou a dados piores que o esperado da indústria nos Estados Unidos, na Europa e, principalmente, na China, consolidando o ambiente de aversão a risco.

Com receio de que a atividade global já cambaleante seja ainda mais prejudicada pelo ambiente de aperto monetário e pelos novos lockdowns na China, os investidores retiraram recursos de ativos de risco e enxugaram investimentos em emergentes como o Brasil. Com isso, o Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,15%, aos 106.638,64 pontos, nível não visto desde janeiro.

Na mínima do dia, chegou a tocar os 105.218,19 pontos, patamar no qual se manteve por boa parte da tarde. Já no fim do pregão, contudo, uma melhora dos índices em Nova York, que encerraram o dia positivos, levou a referência da Bolsa de volta aos 106 mil pontos.

"Hoje foi um resultado de um mix de coisas. Inflação altíssima no mundo, inclusive nos EUA, principal economia do mundo, e o ruído de que pode haver recessão com a retirada de estímulos à economia. Somado a isso tem a guerra, que gera impacto muito forte para a inflação mundial, principalmente energia. E para piorar, a China fechada por conta do covid. Foi a cereja do bolo", aponta Lucas Mastromonico, operador de renda variável da B.Side Investimentos.

A derrocada desta segunda-feira, aliada à sucessão de baixas das últimas semanas, minguou os ganhos tidos neste ano pelo Ibovespa. Em 2022, o índice acumula alta magra de 1,73%. Ante o cenário de desaceleração chinesa, os ativos ligados a commodities entraram com força no vermelho nesta segunda-feira, com uma perspectiva que não só a oferta global de manufaturados vai ser negativamente afetada, com uma nova rodada de disfunções na cadeia de suprimentos, mas também a demanda por commodities, o que impacta diretamente o Brasil.

"Os últimos PMIs (índice de gerentes de compras da indústria) sugerem que a atividade teve um início mais fraco no segundo trimestre, à medida que os lockdowns na China levaram a uma forte queda na atividade lá. E os componentes que olham para o futuro - incluindo novos pedidos e novos pedidos de exportação - sugerem que a atividade vá enfraquecer mais", aponta a consultoria britânica Capital Economics em relatório.

Os ativos ligados a commodities metálicas sofreram, com Vale em queda de 0,44% e Gerdau chegando a recuar 2,55% (PN). Além disso, nem mesmo o barril de petróleo acima dos US$ 100 foi suficiente para segurar as ações das petroleiras, com PetroRio figurando entre as maiores quedas da bolsa (-5,81%) e Petrobras terminando o dia em queda de 1,79% (ON) e 0,99% (PN). Somado à alta inflação interna e juros altos, varejo e techs também sofreram, além dos bancos, com a B3 capitaneando as perdas, com queda de 3,7%.

"Estamos vendo uma continuidade do que aconteceu na sexta-feira no fim do dia, setores mais cíclicos, tanto domésticos quanto globais, liderando a queda na bolsa. Isso é explicado pelo receio dos mercados por uma aceleração de juros nos Estados Unidos, um ciclo mais longo e talvez até mais acentuado nas próximas reuniões", aponta Luiz Adriano Martinez, administrador de portfólio da Kilima Asset.

Na próxima reunião de política monetária americana, na quarta-feira, o mercado espera que o Federal Reserve suba os juros em 0,50 pontos, mas acredita que a atual conjuntura levará o banco central americano a deixar a porta aberta para altas mais agressivas.

Para Martinez, o comportamento do índice brasileiro em maio será ditado por dois fatores, sobretudo: o quão agressivo o Fed se propuser a ser e os sinais vindos da economia chinesa. "A maneira como a China está tratando a covid está prejudicando bastante a economia corrente. O que precisa ser definido é se essa piora é só restrita ao lockdown. Se num segundo momento, quando as medidas deixarem de ser implementadas, será que a economia volta com a mesma força de anteriormente?", questiona.

Agência Estado e Correio do Povo

Chuva gera alertas e deve agravar transtornos no RS nesta terça-feira

 Estado viveu segunda-feira de alagamentos após longos períodos de precipitações, em cenário que deve se estender até quinta


O Rio Grande do Sul viverá uma terça-feira típica de inverno em pleno outono, agravada por chuva forte, vento e frio. Além disso, o ciclone extratropical começa a agir definitivamente no Estado e provocará nuvens e chuvas em todas regiões. Serão condições climáticas ainda mais intensas que as registradas nesta segunda-feira.

O cenário é considerado incomum para essa época do ano e inspira cuidados e alertas.  A Defesa Civil Nacional emitiu preocupação com chuvas intensas e riscos de deslizamentos no RS e em Santa Catarina.

De acordo com a MetSul, a instabilidade será forte e até torrencial nas regiões Norte e Nordeste. O vento sopra moderado e em alguns momentos com rajadas em diferentes locais do Estado. Com um sistema de “baixa fria” atuando no território, a temperatura será fria com marcas baixas à tarde em várias cidades. 

Em Porto Alegre, a mínima será de 15ºC, e a máxima chega aos 17ºC. A chuva será frenquente ao longo do dia na Capital. 

Mínimas e máximas no RS 

Vacaria 11°C / 14°C
Caxias do Sul 12°C / 15°C
Santa Maria 12°C / 15°C
Alegrete 12°C / 16°C
Torres 15°C / 18°C
Uruguaiana 12°C / 16°C

Chuvas afetam mais de 2,5 mil pessoas no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul viveu uma segunda-feira de forte chuva e transtornos em diversas regiões - especialmente no Oeste. De acordo com o boletim divulgado hoje pela Defesa Civil, as cidades de Alegrete, Quaraí, Dom Pedrito e São Gabriel contabilizam juntas 2.274 desalojados, 315 desabrigados e um óbito em decorrência das chuvas. A vítima de Quaraí morreu em 25 de abril por uma descarga elétrica.

A Defesa Civil vem emitindo alertas diante das previsões de chuvas fortes para o Estado. Há probabilidade de marcas extremas, entre 300 e 500 milímetros, ou seja, o que costuma chover em quatro a cinco meses em apenas uma semana. Não estão descartadas eventuais quedas de granizo e descargas elétricas. A condição climática pode se estender até o fim da noite de quinta-feira.


MetSul e Correio do Povo


Dólar dispara a R$ 5,07, antes de decisão sobre juros no Brasil e EUA


Defesa Civil Nacional alerta para chuvas intensas e riscos de deslizamentos no RS e SC

Após chuva, ponte sobre o Rio das Antas é encoberta pela água


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