Ministério orienta afetados por greve do INSS a reagendar atendimentos

 Paralisação atinge 21 estados e Distrito Federal, diz Fenasps



A greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegou, hoje, ao seu décimo dia, afetando o atendimento aos segurados de ao menos 21 estados, além do Distrito Federal, onde as atividades presenciais estão paralisadas.

Segundo a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), parte da categoria aderiu à paralisação nos seguintes estados: Acre; Amapá; Alagoas; Bahia; Ceará; Espírito Santo; Goiás; Tocantins; Minas Gerais; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Pará; Pernambuco; Paraná; Piauí; Rio Grande do Norte; Rio Grande do Sul; Rondônia; Santa Catarina; São Paulo; Sergipe e no Distrito Federal. E segue mobilizada nas outras unidades federativas.

Entre as principais reivindicações dos servidores estão a recomposição salarial de 19,99% - referente a perdas inflacionários dos últimos três anos (2019, 2020 e 2021); abertura imediata de negociação; melhoria das condições de trabalho e a realização de concurso público para recomposição da força de trabalho.

Reagendamento

Para tentar minimizar os impactos da paralisação, o Ministério do Trabalho e Previdência recomenda que os contribuintes da seguradora pública que deixarem de ser atendidos devido à greve dos servidores usem o aplicativo Meu INSS para remarcar os procedimentos agendados.

Para remarcar o atendimento, o segurado deve acessar o aplicativo disponível no endereço eletrônico. Caso esteja utilizando o serviço pela primeira vez, o interessado deverá cadastrar uma senha de acesso. Depois, basta clicar, sucessivamente, sobre as abas serviços, benefícios, auxílio-doença, perícia e, por fim, em remarcar perícia.

Para evitar prejuízos financeiros aos segurados cuja perícia for impactada pela paralisação dos servidores, o INSS levará em conta a data em que o primeiro atendimento tinha sido originalmente agendado.

Troca de comando

Em meio às negociações em torno das reivindicações de seus servidores, o INSS passou, ontem, pela troca de comando da autarquia. Até então presidente do instituto, José Carlos Oliveira assumiu o Ministério do Trabalho e Previdência.

Servidor público de carreira do INSS há 37 anos, Oliveira deixou a presidência do instituto para substituir o ex-ministro Onyx Lorenzoni, que estava à frente do ministério desde agosto de 2021. Onyx e outros oito ministros de Estado deixaram seus cargos para disputar as próximas eleições. São eles Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos); Tarcísio de Freitas (Infraestrutura); Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia e Inovações); Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional); Tereza Cristina (Agricultura); Flávia Arruda (Secretaria de Governo); João Roma (Cidadania) e Gilson Machado (Turismo).

Ao assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, ao qual o INSS está vinculado, Oliveira prometeu dar continuidade aos projetos de seu antecessor e, também, fortalecer o INSS. “Aceitei assumir a pasta do Trabalho e Previdência porque posso dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Onyx Lorenzoni - e várias coisas já foram entregues. E também [para] poder potencializar e reforçar a estrutura do INSS, para que possamos dar uma resposta célere à sociedade”, declarou o novo ministro, prometendo retomar, em breve, o atendimento presencial. “Tenho certeza de que cada servidor aqui sempre trabalhou sabendo que, em toda família, tem um cidadão que precisa ou recebe um beneficio do INSS.”

Com a saída de Oliveira, o diretor de Tecnologia da Informação e Inovação do INSS, Guilherme Serrano, passa a responder como presidente substituto do órgão.

Agência Brasil e Correio do Povo

Livro - Boxe Em busca do tempo perdido

 


Em busca do tempo perdido é uma das maiores criações da literatura mundial. Dividida em sete livros, a obra-prima de Marcel Proust foi publicada entre 1913 e 1927, e sua beleza e força vão se revelando cada vez mais impactantes com o correr dos anos. A presente edição da Nova Fronteira conta com a primorosa tradução de Fernando Py e é dividida em três partes. Uma obra monumental, que deixou marcas eternas na literatura.

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Sol predomina no Rio Grande do Sul neste sábado

 Previsão é que o frio enfraqueça no decorrer deste fim de semana


O sol predomina no Rio Grande do Sul neste sábado, com períodos de céu claro em muitas regiões. No decorrer do período, nuvens se formam em diversas áreas do Estado. Pode chover de forma isolada no Norte e no Nordeste gaúcho, em especial na Serra.

No final do dia, áreas de instabilidade começam a ingressar, e chove em pontos da Fronteira Oeste. O tempo aberto na madrugada traz amanhecer frio e com chance de geada isolada nas áreas de maior altitude. A tarde será agradável, e a previsão é que o frio enfraqueça no decorrer deste fim de semana.

A final do Gauchão, na Arena, começará com sol e 25ºC. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 12ºC e 26ºC.

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 9°C / 25ºC
Bagé 7°C / 25°C
Pelotas 9°C / 25°C
Rio Grande 11°C / 24°C
Vacaria 6°C / 22°C


MetSul e Correio do Povo


Tite analisa adversários do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo

Conheça os adversários do Brasil na Copa: campanha, time-base e destaques

Dólar cai a R$ 4,66, o menor valor em dois anos

 Dólar à vista encerrou a sessão em baixa de 1,97%



O mercado doméstico de câmbio inicia abril na mesma toada em que encerrou o primeiro trimestre: jogando o dólar para baixo. Em queda desde a abertura dos negócios e na contramão do exterior, a moeda americana acelerou as perdas ao longo da tarde, em meio à divulgação de resultado forte da balança comercial em março, e fechou abaixo de R$ 4,70 pela primeira vez desde 10 de março de 2020.

Segundo operadores, o fluxo estrangeiro para ativos locais continua firme, com investidores alocando em bolsa, insuflada pela alta das commodities, e montando operações de carry trade. A alta das taxas dos Treasuries de dois anos, após a leitura do relatório de emprego (payroll) nos EUA em março sustentar a perspectiva de intensificação do processo de alta de juros pelo Federal Reserve, não abalou o apetite pelo real.

Exportadores também estariam antecipando fechamento de câmbio para aplicar nos juros domésticos. Diversas casas mantém a previsão de que a taxa Selic possa encerrar o ciclo de aperto monetário acima de 13%, embora o BC tenha enfatizado que pretende promover apenas mais uma elevação da taxa, em 1 ponto porcentual na reunião de maio, para 12,75%.

Com mínima a R$ 4,6628 (-2,07%), registrada no meio da tarde com ordens de stop loss (limitação de perdas), o dólar à vista encerrou a sessão em baixa de 1,97%, a R$ 4,6673 - menor valor de fechamento desde 10 de março de 2020 (R$ 4,647). Com isso, a desvalorização acumulada no ano atingiu 16,30%.

À tarde, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, divulgou que a balança comercial registrou superávit de US$ 7,383 bilhões em março, 19% maior que em igual período do ano passado e o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica. No ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 11,313 bilhões, crescimento de 37,6% na comparação anual.

Após o resultado de março, a Secex aumentou a previsão para o saldo comercial neste ano de US$ 79,4 bilhões para US$ 111,6 bilhões, com a expectativa para as exportações passando de US$ 284,3 bilhões para US$ 348,8 bilhões. Em 2021, o resultado foi positivo em US$ 61,4 bilhões.

O especialista em renda fixa da Blue3, Nicolas Giacometti, ressalta que as commodities já vinham pressionadas pela recuperação da atividade global com arrefecimento da pandemia do novo coronavírus e subiram ainda mais com o advento da guerra na Ucrânia.

"O Brasil tem muitas empresa produtoras e exportadoras de commodities. Isso traz mais dólares e também atrai o investidor estrangeiro para ações de companhias que estavam muito descontadas", diz Giacometti, ressaltando que com a perspectiva de alta de juros nos EUA, investidores estão migrando para setores mais tradicionais, que não vão sofrer tanto com o aperto monetário. "Somando esse cenário aos juros domésticos elevados, que atrai capital externo, temos uma pressão forte do dólar para baixo".

Mesmo que haja um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia (que realizaram nova rodada de negociações hoje), a perspectiva é a de que as commodities seguirão em patamares elevados. Além disso, investidores devem continuar a evitar ativos russos e moedas do leste europeu, dando preferência a outros emergentes, como o Brasil.

No exterior, o índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes - operou em alta ao longo de todo o dia, tocando máxima na casa de 98,700 pontos. A curva de juros americana se inverteu, com a taxa da T-note de 10 anos abaixo de 2,40%, enquanto o retorno do título de dois anos, em forte alta, girava ao redor de 2,44%.

O payroll mostrou criação de 431 mil empregos nos EUA em março, abaixo das expectativas (490 mil). Em contrapartida, a taxa de desemprego caiu de 3,8% para 3,6%, enquanto o consenso de mercado era de 3,7%. Houve revisão dos números de geração de vagas em fevereiro (de 678 mil para 750 mil) e janeiro (de 481 mil para 504 mil).

Na esteira do payroll, cresceram as apostas em postura mais ativa do Federal Reserve ao longo deste ano. Segundo a plataforma FedWatch do CME Group, a possibilidade de que a taxa básica - hoje entre 0,25% e 0,50% - suba à faixa entre 2,75% a 3,00% até dezembro aumentou de 13% ontem para 29%. É amplamente majoritária a aposta de que o BC americano vai acelerar o passo e elevar a taxa básica em 0,50 ponto porcentual em maio.

Por aqui, o mercado deixa de lado, por ora, ruídos políticos e temores de deterioração fiscal, em meio a corte de impostos e à novela em torno do reajuste do funcionalismo público. A paralisação dos servidores do Banco Central não tem influenciado a formação da taxa de câmbio.

A economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, observa que o "o ambiente interno segue confuso", com greve em segmentos do serviço público e as articulações para a campanha presidencial, mas que isso não abala o real. "Nossa taxa de câmbio deixou de responder à conjuntura local. Está mais ligada a questões técnicas e à alta liquidez no cenário externo", afirma.

A Porto Seguro Investimentos reduziu de R$ 5,50 para R$ 5,00 a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022, observando que a melhora dos temores de troca e o aumento do fluxo externo, em meio ao diferencial de juros elevado, prevalecem sobre o risco fiscal. "Se essa projeção se materializar, o real será um grande aliado da Selic para conter a inflação", afirma a instituição, em relatório.

Ibovespa

Em sessão de abertura de mês espremida junto ao fim de semana, o Ibovespa subiu um degrau a mais, agora aos 121 mil pontos, marca não vista desde meados de agosto passado. Desde a manhã, a referência da B3 manteve o sinal positivo apesar da cautela em Nova York (que, ao final, virou e fechou em alta) e também no petróleo, em meio à liberação de reservas estratégicas para conter a escalada da commodity. Neste 1º de abril, o Ibovespa subiu 1,31%, aos 121.570,15 pontos, melhor nível de encerramento desde 11 de agosto, então aos 122.056,34 pontos. No intradia, chegou hoje a 121.578,84, o maior patamar desde 12 de agosto (122.095,40), saindo de abertura hoje a 120.001,02, correspondente à mínima da sessão.

O giro financeiro ficou em R$ 32,6 bilhões nesta sexta-feira e, na semana, o índice acumulou alta de 2,09%, o terceiro avanço consecutivo, vindo de ganhos de 3,27% e de 3,22% nos intervalos anteriores. Trata-se da melhor sequência desde os cinco ganhos seguidos observados de janeiro a fevereiro, iniciado com um avanço de 4,10% na primeira semana do ano.

O desempenho de Vale (ON +1,42%) e de empresas de consumo e serviços voltados à economia doméstica, como Méliuz (+9,37%), Cielo (+8,04%), Banco Inter (+7,78%) e Cogna (+7,77%), na ponta do Ibovespa, foram o contraponto ao dia negativo para Petrobras (ON -0,03%, PN -1,32%) e misto para os grandes bancos (Bradesco PN -1,08%, Itaú PN +0,29%). Entre as maiores perdas na sessão, destaque para Suzano (-1,70%), Klabin (-1,62%) e Usiminas (-1,43%).

A Agência Internacional de Energia (AIE) informou hoje em comunicado que houve um acordo entre seus 31 membros para uma nova liberação de reservas de petróleo, "em resposta à turbulência no mercado causada pela invasão russa da Ucrânia". A entidade diz que detalhes sobre essa liberação serão tornados públicos apenas no início da próxima semana.

Nesta sexta-feira, a B3 divulgou a primeira prévia, do total de três, para a próxima carteira de ações que irá compor o Ibovespa a partir do dia 2 de maio, com entrada de SLC Agrícola (SLCE3), e nenhuma remoção de nomes, o que elevaria de 92 para 93 papéis a composição da carteira do índice, aponta a XP Investimentos em relatório.

O mercado está com expectativa mais conservadora para o comportamento das ações no curtíssimo prazo, segundo o Termômetro Broadcast Bolsa desta sexta-feira. A percepção de que a próxima semana será de ganhos, porém, continua sendo majoritária entre os participantes. A pesquisa mostra fatia de 46,15% dos que esperam ganhos para o Ibovespa no período entre 4 e 8 de abril, porcentual bem aquém dos 61,54% da semana passada. Os que preveem variação neutra são 30,77% (23,08% na última sondagem), enquanto a parcela que espera queda subiu de 15,38% para 23,08%.

Hoje, as ações tiveram, a princípio, um início de trimestre "sem brilho" nos Estados Unidos, observa em nota Edward Moya, analista da OANDA em Nova York, em dia de divulgação de nova leitura sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos, com criação de 431 mil vagas, ainda intensa embora abaixo da expectativa de consenso, de 490 mil para o mês de março.

"O mercado de trabalho continua forte e os empregadores estão progredindo no preenchimento de vagas. O relatório de manufatura da ISM também divulgado nesta sexta-feira confirmou a grande história contada sobre o emprego, mas mostrou que a inflação está ficando pior e a atividade está diminuindo, à medida que os problemas da cadeia de suprimentos persistem", acrescenta o analista.

"Mais uma demonstração de força, hoje, do mercado de trabalho americano, com queda da taxa de desemprego, agora a 3,6%, em recuperação espalhada por vários grupos da população, desde os mais aos menos escolarizados. O que se reflete também nos ganhos salariais, em aceleração, mês a mês, o que representa também inflação para o Fed considerar. Vale lembrar que a taxa de desemprego estava a 6% um ano atrás", diz Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, que acredita em acentuação do ritmo de alta da taxa de juros nos Estados Unidos, de 0,25 ponto para 0,50 ponto porcentual.

"Aqui, a balança comercial com superávit (recorde para o mês, de US$ 7,383 bilhões em março), por mais que tenha vindo um pouco abaixo do que esperava o mercado, retrata bem o que o estrangeiro está enxergando no Brasil desde janeiro, como um país 'net' exportador (exportador líquido), favorecido por commodities em níveis mais elevados, e por tempo prolongado. Brasil é uma das escolhas do estrangeiro, embora haja uma discussão grande quanto a esse fluxo, se é muito especulativo ou não, e por quanto tempo permanecerá", acrescenta Cruz.

Juros

Os juros tombaram nesta sexta-feira, 1º, alinhados ao câmbio, principalmente, e ao recuo dos preços do petróleo. Fatores internos, como a paralisação de funcionários do Banco Central e Tesouro e os dados da produção industrial, ficaram em segundo plano. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024, hoje o mais negociado, encerrou a 11,84%, de 12,056%% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2023 caiu de 12,731% para 12,62%. O DI para janeiro de 2025 encerrou com taxa de 11,16%, de 11,42%. Pela primeira vez abaixo do nível de 11% desde 3 de fevereiro (10,96%), a taxa do DI para janeiro de 2027 terminou a 10,98%, de 11,22% ontem.

O sinal de baixa prevaleceu nas taxas desde a abertura e foi se acentuando ao longo do dia, sempre com o câmbio como principal referência, num momento de grande preocupação com o efeito inflacionário da escalada das commodities em função do conflito na Ucrânia. "Como o dólar furou R$ 4,70, ajudou bastante a tirar prêmio da curva pela percepção de que pode ajudar a mitigar o cenário inflacionário", explica Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos, lembrando que o petróleo hoje também se desvalorizou.

Após alguma volatilidade inicial, a commodity se firmou em queda à tarde, em meio à liberação de reservas estratégicas da Agência Internacional de Energia (AIE) e aperto nas restrições de circulação na China por causa da nova onda de Covid.

Para o Bradesco, os efeitos da guerra na Ucrânia para as commodities são ambíguos para a economia brasileira. O menor crescimento global, a elevação da inflação e os potenciais problemas na importação de fertilizantes sugerem menor crescimento e preços mais elevados no médio prazo. Por outro lado, o ganho nos termos de troca favorece o real, a melhora das contas públicas e uma menor aversão ao risco, que atuam na direção de maior crescimento e mitigação de riscos inflacionários. "Nesse contexto, o efeito líquido deve ser mais crescimento, inflação e juros", concluem os economistas.

No fechamento dos negócios, o dólar estava em R$ 4,6673, baixa de 1,97%, prevalecendo sobre qualquer preocupação com possíveis impactos da paralisação de servidores. Sem sucesso nas negociações em defesa da reestruturação de carreira e recomposição salarial, funcionários do BC entraram em greve por tempo indeterminado a partir de hoje. No Tesouro, servidores pararam hoje e vão cruzar os braços também na terça (5).

Na agenda, enquanto o payroll de março era destaque nos Estados Unidos, aqui o IBGE divulgou a produção industrial de fevereiro, que subiu 0,7% ante janeiro. A alta veio acima do consenso de crescimento de 0,4%, mas não alterou a percepção negativa para a indústria nos próximos meses. "O diagnóstico ainda é delicado, pelos juros e custos de produção elevados e cadeias de produção global em desequilíbrio", afirma Abdelmalack.

Agência Estado e Correio do Povo

Fifa anuncia horários e locais de jogos do Brasil na Copa do Catar

 Estreia contra a Sérvia terá como palco o estádio Lusail


A Fifa anunciou no início da noite desta sexta-feira os horários e locais dos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar. No sorteio realizado mais cedo haviam sido definidos apenas os adversários e a ordem das partidas. Assim, o Brasil, que está no grupo G do Mundial, estreará no dia 24 de novembro (uma quinta-feira), a partir das 16h (horário de Brasília), no estádio Lusail contra a Sérvia.

O segundo compromisso da equipe comandada pelo técnico Tite será no dia 28 de novembro (uma segunda-feira), a partir das 13h, contra a Suíça no estádio 974. E a última partida da seleção pela primeira fase da competição terá como palco novamente o estádio Lusail, desta vez no dia 2 de dezembro, a partir das 16h, contra Camarões.

Tite analisa adversários do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo

O técnico Tite, da Seleção Brasileira, acompanhou de perto o sorteio da Copa do Mundo nesta sexta-feira, em Doha, no Catar. Em entrevista ao SporTV, o treinador do Brasil analisou os adversários na primeira fase do Mundial 2022. "Expectativa e novidade não é, em termos de nomes. Claro que é um acompanhamento maior e o objetivo é sempre ligado na Seleção Brasileira, na consolidação e na construção dela. É um grau de dificuldade que os mundiais nos trazem", disse Tite.

Questionado se o grupo do Brasil seria traiçoeiro, o treinador falou: "Talvez a gente coloque, mas se pegar os resultados... Estávamos falando da eliminação da Itália e de Portugal, com Suíça e Sérvia, traz e também a equipe de Camarões que é muito forte na escola africana. Evolução e consolidação do trabalho para poder enfrentar bem."


Agência Brasil e Correio do Povo


Dólar cai a R$ 4,66, o menor valor em dois anos


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Tite analisa adversários do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo

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PRÊMIO MILIONÁRIO PARA INFORMAÇÕES SOBRE CORRUPÇÃO ATIVA DE EMPRESAS BRASILEIRAS

 Roberto Motta





Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=533451561472427&id=100044227639577&m_entstream_source=feed_mobile

Pastor alemão salva criança de acidente e usa rede para pegar bola que estava na água. Veja o vídeo!

 

As imagens são impressionantes e estão surpreendendo os internautas

É o melhor amigo do homem, sim! A gente ama vídeos de animais e, especialmente, os de cachorros que costumam ter atitudes engraçadas, fofas e até mesmo inusitadas. É o caso deste registro que está viralizando nas redes.



Nele, duas crianças aparecem brincando com um a bola até que ela cai em uma espécie de fonte com água. O garotinho observa e tenta tirar a bola da água. É nesse momento que o cachorro entra em ação!

O animal, que parece ser da raça Pastor Alemão, arrasta o menino para longe da borda do lago e o afasta do perigo. Em seguida, pega uma rede de piscina com a boca e retira a bola da água. Sim, é impressionante! Confira:


Ainda não se sabe exatamente o local da gravação, mas a decoração do quinta tem alguns objetos que remetem à China.

Glamour

Saiba economizar na compra de remédios

 por Filipe Andretta

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Medicamentos devem ter reajuste de 10,89% no mês de abril  

CURITIBA

Os remédios devem ficar mais caros para os consumidores nos próximos dias, em razão do reajuste de 10,89% no valor dos medicamentos, que deve começar a valer no mês de abril. Para economizar, a indústria farmacêutica e o Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) recomendam recorrer ao Programa Farmácia Popular ou seguir algumas orientações básicas –como fazer pesquisa de preços e trocar a marca de referência por genéricos.

Uma vez por ano, a Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) divulga uma lista com o preço máximo de medicamento nas indústrias e no varejo. O cálculo para atualizar os valores leva em consideração a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro e custos específicos da indústria farmacêutica (como energia, câmbio e matérias-primas).

A Câmara de Medicamentos divulgou nesta terça-feira (29) que o valor máximo deverá ser reajustado em 10,89%. No entanto, o aumento precisa ser confirmado pelo governo federal, em publicação no Diário Oficial da União.

A nova tabela de preços levará alguns dias para ser publicadas, mas as fábricas e farmácias já se preparam para aumentar os medicamentos até o limite permitido pelo governo.

Fontes da indústria farmacêutica afirmam que o novo valor máximo só deve entrar em vigor na metade de abril. Mesmo assim, medicamentos que eram vendidos abaixo do limite atual podem ser reajustados desde já, antecipando parte da elevação.

Nos anos anteriores, a Cmed aprovava três níveis de reajuste, conforme o tipo de medicamento e a competitividade das marcas no mercado. Para 2022, não haverá esta distinção –ou seja, mesmo os medicamentos mais caros poderão ter o preço máximo reajustado em até 10,89%, o que significa um impacto ainda maior para o consumidor.

Veja a seguir algumas dicas para economizar com medicamentos, segundo o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) e a Proteste.

CINCO DICAS PARA ECONOMIZAR NA COMPRA DE REMÉDIOS 

  1. Veja se o remédio existe no programa Farmácia Popular

    Se você tem hipertensão, diabetes ou asma, pode conseguir remédios de graça nas redes credenciadas do Aqui tem Farmácia Popular –elas costumam ter uma placa sinalizando esta disponibilidade. O programa também oferece outros remédios com preços até 90% mais baixos. Basta ir a uma farmácia credenciada, apresentar a identidade e a receita, que não necessita ser de um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) Até 2017, o Farmácia Popular tinha uma rede própria. Agora, o programa funciona apenas em parceria com redes privadas, que vendem medicamentos subsidiados.

  2. Pesquise preços

    Procure o medicamento que você precisa em diferentes redes de farmácias e drogarias, que podem acabar cobrindo os preços da concorrência. Outra opção é usar comparadores online de preços de remédios, que indicam estabelecimentos com desconto

  3. Considere entrar para programas de fidelidade

    Programas de fidelidade dos laboratórios são aceitos em muitas farmácias, com descontos de até 70%, segundo a Proteste

  4. Veja se há desconto para a profissão ou por plano de saúde

    Se você é vinculado a um sindicato ou associação de classe profissional, veja se há parceria com alguma rede, o que também pode reduzir os preços. Muitos estabelecimentos ainda dão descontos a usuários de alguns planos de saúde

  5. Dê preferência aos genéricos

    Peça para seu médico fazer a prescrição pelo nome do princípio ativo, e não pelo nome comercial, para que você opte pelo genérico, sempre mais barato. Vale a pena ainda comparar os valores do mesmo genérico de diferentes laboratórios.

 

Fonte: Folha Online - 31/03/2022 e SOS Consumidor

Livro - Box Biblioteca Essencial do Feminismo (acompanha ecobag)

 


Quatro importantes livros do feminismo reunidos pela primeira vez em uma caixa. Acompanha uma ecobag de algodão tamanho 29 x 38 cm.



Esta Biblioteca Essencial do Feminismo apresenta quatro livros que reúnem de fato o que há de essencial, fundamental, no pensamento feminista.  A mística feminina, clássico de Betty Friedan, que inaugurou a segunda onda, indica que a “causa real para o feminismo [...] era o vazio do papel da esposa dona de casa”. O mito da beleza, de Naomi Wolf marcou o início da terceira onda, afirmando que “Estamos em meio a uma violenta reação contra o feminismo, que emprega imagens da beleza feminina como uma arma política contra a evolução da mulher”. O feminismo é para todo mundo apresenta o feminismo negro e visionário de bell hooks, que registra: “O feminismo é um movimento para acabar com sexismo, exploração sexista e opressão”. Feminismo em comum, de Marcia Tiburi, é uma bela introdução aos feminismos, incluindo o trans e o indígena, e nos conta que “O feminismo é o contrário da solidão”.



 



A mística feminina (560 pág.)



Nesta obra pioneira, a partir de entrevistas, questionários e vasta bibliografia, Friedan identificou um sintoma social que denominou “problema sem nome”. Manipuladas pela sociedade de consumo, mulheres mulheres heterossexuais brancas estadunidenses, moradoras de subúrbios de classe média deixaram o ideal de comportamento libertário das sufragistas, em voga até os anos 1930, e passaram a incorporar um imaginário sobre o “feminino” projetado por homens brancos que haviam voltado da guerra fantasiando padrões de gênero sexistas. 



Criticado por algumas pessoas e louvado por outras, A mística feminina investiga como foi construída e mantida a norma social que define mulher a partir de uma existência frívola, consumista, devotada ao lar, ao marido e aos filhos, à qual estaria fadada.



 



O mito da beleza  (490 pág.)



 



Em O mito da beleza, a jornalista Naomi Wolf afirma que o culto à beleza e à juventude da mulher é estimulado pelo patriarcado e atua como mecanismo de controle social para evitar que sejam cumpridos os ideais feministas de emancipação intelectual, sexual e econômica conquistados a partir dos anos 1970.



As leitoras e os leitores encontrarão exposta a tirania do mito da beleza ao longo dos tempos, sua função opressora e as manifestações atuais no lar e no trabalho, na literatura e na mídia, nas relações entre homens e mulheres e entre mulheres e mulheres.



Esta edição, revista e ampliada,  traz uma apresentação da autora contextualizando o livro para os leitores de hoje, já que esteve mais de duas décadas longe das livrarias brasileiras.



 



O feminismo é para todo mundo (176 pág.)



 



A aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão.



O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. Além disso, esclarece sobre temas como educação feminista para uma consciência crítica, masculinidade feminista, maternagem e paternagem feministas, casamento e companheirismo libertadores, política sexual feminista, lesbianidade e feminismo, amor feminista, espiritualidade feminista e o feminismo visionário. Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo.



 



Feminismo em comum (126 pág.)



 



Primeiro livro feminista escrito pela filósofa Marcia Tiburi, Feminismo em comum nos convida a repensar estruturas patriarcais de um sistema profundamente enraizado na cultura e nas instituições e  a levar o feminismo muito a sério, para além de modismos e discursos prontos. Espera-se que, ao criticar e repensar o movimento, com linguagem acessível tanto a iniciantes quanto aos mais entendidos do assunto, Feminismo em comum seja capaz de melhorar nosso modo de ver e de inventar a vida.

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Endividamento em março atinge máxima histórica impulsionado por cartão de crédito, diz pesquisa

 


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Mais de 77% das famílias ouvidas relataram ter dívidas a vencer neste mês, maior índice em 12 anos de levantamento  

A proporção de brasileiros endividados alcançou novo recorde em março. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela   Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer alcançou 77,5% neste mês, a maior proporção já registrada nos 12 anos do levantamento. Há um ano, essa parcela era de 67,3%, 10,3 pontos percentuais abaixo do resultado atual.

   

De acordo com a análise, os números apontam a tendência de alta do endividamento, apesar de os juros de mercado estarem mais elevados e encarecerem o crédito.   Segundo dados recentes do Banco Central (Bacen), as taxas de juros médias nas linhas de crédito com recursos livres às pessoas físicas aumentaram de 39,4%, em janeiro de 2021, para 46,3%, em janeiro de 2022. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que o resultado da Peic reflete a pressão da inflação nos orçamentos. “Essa inflação alta, persistente e disseminada mantém elevadas as necessidades de crédito para recomposição da renda, fazendo com que as famílias encontrem nos recursos de terceiros uma saída para manutenção do nível de consumo”, observa.  

Mais recordes  

A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso também alcançou o maior patamar da pesquisa. Com crescimento de 0,8 p.p. em relação ao mês anterior, o percentual registrado foi de 27,8%, 3,4 p.p. mais alto do que o apresentado em março de 2021 e 3,7 p.p. acima do apurado antes da pandemia, em fevereiro de 2020.   A parcela de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e, portanto, permanecerão inadimplentes também acirrou, na passagem mensal, de 10,5% para 10,8% do total de famílias, um aumento de 0,3 p.p.  

No recorte por faixa de rendimentos, a Peic apontou que, entre as famílias com ganhos acima de dez salários mínimos, a proporção de endividados atingiu o maior patamar da série, 73,7%, com incremento mensal de 1,5 p.p., a maior expansão desde maio de 2019. No grupo com renda até dez salários mínimos, o percentual chegou a 78,5%.   Considerando os indicadores de inadimplência, 31,1% das famílias de menor renda encerraram o primeiro trimestre com algumas contas e/ou dívidas atrasadas, outro recorde histórico. Essa proporção alcançou 13,2% do total de famílias no grupo de renda superior, o percentual mais alto desde abril de 2016.  

Cartão de crédito  

Considerando os tipos de dívida, o cartão de crédito seguiu como destaque absoluto, representando 87,0% do total de famílias endividadas no país. O índice retornou ao maior percentual, com aumento de 0,5 p.p em relação a fevereiro e de 6,7 p.p. na comparação com março de 2021. Entre as famílias com ganhos acima de dez salários mínimos, o uso do cartão de crédito apresentou o maior crescimento mensal, de 2,4 p.p., e anual, de 8,1 p.p., alcançando a proporção de 89,3% de famílias endividadas nessa faixa de rendimentos.  

Já entre as famílias de menor renda, o percentual permaneceu igual ao registrado no mês anterior, 86,5%, e os avanços aconteceram nas modalidades do crédito pessoal (0,3 p.p.) e cheque especial (0,2 p.p.).  

Diante do cenário, a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, avalia que a retomada do consumo, especialmente de serviços, pelo grupo de maior poder aquisitivo, em um ambiente de reajustes de preços, ajuda a explicar o maior uso do cartão de crédito por esses consumidores. Além disso, ela considera que o panorama de endividamento elevado deve se manter, dada a continuação da deterioração das condições de consumo, principalmente com inflação persistentemente alta.  

“O crédito continuará caro, com a manutenção dos juros altos por mais tempo, em razão do novo choque nos preços aos consumidores. Somando-se à fragilidade apontada no mercado de trabalho, a dinâmica da inadimplência dos consumidores nos próximos meses seguirá sendo negativamente afetada”, afirma Izis.  

No recorte por faixa de rendimentos, a Peic apontou que, entre as famílias com ganhos acima de dez salários mínimos, a proporção de endividados atingiu o maior patamar da série, 73,7%, com incremento mensal de 1,5 p.p., a maior expansão desde maio de 2019. No grupo com renda até dez salários mínimos, o percentual chegou a 78,5%.   Considerando os indicadores de inadimplência, 31,1% das famílias de menor renda encerraram o primeiro trimestre com algumas contas e/ou dívidas atrasadas, outro recorde histórico. Essa proporção alcançou 13,2% do total de famílias no grupo de renda superior, o percentual mais alto desde abril de 2016.

Fonte: O Dia Online - 31/03/2022 e SOS Consumidor