Vagas de emprego em Porto Alegre - 04.11.2021

 

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Salário: R$2000 por mês

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Mega-Sena acumula e poderá pagar R$ 75 milhões no próximo sorteio

 Quina teve 75 vencedores que poderão sacar mais de R$ 57 mil


O concurso 2.425 da Mega-Sena não teve acertador para as seis dezenas e ficou acumulado nesta quarta-feira. O prêmio para o próximo sorteio está projetado pela Caixa Econômica federal em R$ 75 milhões.

Os números sorteados foram: 10 - 31 - 38 - 46 - 49 - 54.

O próximo concurso será no sábado. A quina registrou 75 apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar R$57.727,72. A quadra teve 5.048  apostas vencedoras. Cada apostador receberá R$ 1.225,26.

Cada jogo de seis números custa R$ 4,50.


R7 e Correio do Povo


Mancini reconhece necessidade de ajustes, mas vê evolução no Grêmio

Denis Abrahão vê falta de critério do VAR contra o Grêmio e avisa: "Não vão me calar"

Rio Grande do Sul terá tempo quente e abafado nesta quinta-feira

 Em Porto Alegre, a máxima deve chegar aos 31°C


O Rio Grande do Sul terá uma quinta-feira de tempo quente e abafado. De acordo com a MetSul Meteorologia, o sol aparece com nuvens em todo o Estado, mas podem ocorrer períodos de maior nebulosidade em algumas regiões. No Noroeste, Norte e pontos do Leste podem registrar chuva isolada e passageira por causa da massa de ar quente e úmido que atua pelo Sul do Brasil.

O restante do território gaúcho passará o dia sem registro de chuva. As máximas devem ficar ao redor ou acima dos 30°C na maioria das regiões. O calor deve ser intenso no Oeste e Noroeste, onde as marcas podem ficar entre 32°C e 34°C durante à tarde. Em Porto Alegre, a quinta-feira será de sol e nuvens, com mínimo de 19°C e máxima de 31°C.

Mínimo e Máxima 
São José dos Ausentes 15°C | 24°C
Vacaria 15°C | 25°C
Bagé 20°C | 26°C
Santana do Livramento 20°C | 28°C
Santa Maria 17°C | 31°C
Uruguaiana 19°C | 32°C
Santa Rosa 17°C | 34°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Grêmio perde para o Atlético Mineiro no Mineirão e vê drama na Série A aumentar

 Tricolor saiu atrás, buscou o empate com Campaz, mas em pênalti infantil do colombiano, Galo garantiu mais três pontos



O Grêmio desperdiçou gols na noite desta quarta-feira e foi castigado por um pênalti infantil de Campaz. A frustração foi enorme numa derrota por 2 a 1 para o Atlético Mineiro, no estádio Mineirão. Ao invés de se recuperar em jogo atrasado pela 19ª rodada do Brasileirão, viu sua situação na tabela ficar ainda mais crítica na luta contra o rebaixamento. Agora, tem 26 pontos, afundado na 19ª colocação, com sete de distância para o Bahia, primeira equipe fora do Z4, com somente dez jogos para o final do campeonato.

Na próxima rodada, terá de se recompor para um clássico Gre-Nal no estádio Beira-Rio, às 19h. Do lado do Galo, o time mineiro caminha a passos largos para o título da Série A. Com o triunfo empurrado por 56 mil torcedores, a liderança é de dez pontos de vantagem em relação ao Palmeiras, o rival mais próximo.  

Depois de Borja desperdiçar três chances, Zaracho abriu o placar para os mineiros aos 12 minutos da primeira etapa. Na volta do intervalo, o Tricolor buscou o empate com o colombiano Campaz, aos 10. No entanto, o jovem foi de herói a vilão em apenas 19 minutos. Ele colocou a mão na bola depois de cobrança de falta e o pênalti foi marcado com auxílio do VAR. Vargas anotou o gol decisivo. 

Quem não faz, leva

O Grêmio mudou sua fotografia no duelo contra o líder no Mineirão. Com três volantes de marcação - Villasanti, Thiago Santos e Lucas Silva - e apostando na velocidade dos pontas Ferreira e Douglas Costa, o Tricolor criou três chances de gol até os 10 minutos da primeira etapa. Todas com o centroavante Borja. Aos dois minutos, ele saiu na cara do goleiro Everson e finalizou na trave. Na sequência do lance, Douglas Costa cruzou e o atacante colocou na rede, mas em posição irregular. Aos 10, novamente o colombiano, após passe de Lucas Silva, chutou cruzado pela linha de fundo. Se de dentro da área não deu, Borja tentou de longe e mandou no travessão de Everson. 

Apesar do bom começo, foram os donos da casa que abriram o placar. O atacante Diego Costa fez o pivô e ajeitou para Zaracho finalizar cruzado sem chances para o goleiro Chapecó. O gol do Galo diminuiu um pouco o ritmo gremista, que passou a evitar se lançar tanto ao ataque. O Atlético tinha a posse, no entanto, esbarrava na defesa gremista. A fotografia do jogo era essa até os 35 minutos da segunda etapa.

Visualizando a falta de criação, o técnico Vagner Mancini lançou mão de Campaz na vaga de Villasanti. Em seu primeiro lance, o colombiano soltou uma bomba de fora da área e obrigou o arqueiro a fazer grande defesa. E, no fim, ainda teve tempo do Tricolor perder uma nova chance com Borja. Douglas Costa cobrou escanteio e o colombiano mandou para fora a chance do empate. 

Campaz herói e vilão

Mancini manteve o time com a mesma escalação que finalizou a primeira etapa, assim como Cuca. E o segundo tempo foi similar ao primeiro em seus primeiros minutos. Grêmio começou bem a vontade no campo e criou chances. Na melhor delas, Borja testou fraco nas mãos de Everson aos 5 minutos. No entanto, dessa vez o gol gremista saiu e valeu. Campaz tabelou bem com Borja, recebeu dentro da área e finalizou sem chances para Everson aos 10 minutos. 

A igualdade fez o Atlético se lançar ao ataque. Aos 12, quase o gol de Nacho, que desviou de cabeça próximo ao poste de Chapecó. O Galo passou a controlar mais a posse de bola e rodar a bola no ataque. Na sequência, Arana obrigou o goleiro gremista a fazer grande defesa em arremate cruzado. Cuca colocou Vargas, Savarino e Mariano nas vagas de Zaracho, Guga e um descreto Hulk aos 25. 

Num erro bobo na barreira, Campaz meteu a mão na bola em finalização de falta. Com ajuda do VAR, o árbitro assinalou a penalidade. Na cobrança, Vargas bateu firme, Chapecó foi na bola, mas ela entrou no cantinho. O gol fez com que Mancini promovesse diversas alterações no time: Diego Souza, Alisson, Sarará e Jonatha Robert entraram no time. 

O final do duelo foi de tentativa gremista no ataque, mas sem grande organização. O Atlético recuou as linhas e deixou o Tricolor entrar em seu campo. No entanto, faltou criatividade na linha de ataque ofensiva e o resultado não foi revertido. 

Campeonato Brasileiro - 19° Rodada

Atlético-MG 2

Everson; Guilherme Arana, Junior Alonso, Rever e Guga (Mariano); Allan, Tchê Tchê (Jair) e Nacho; Diego Costa, Hulk (Vargas) e Zaracho (Savarino). Técnico: Cuca.

Grêmio 1

Chapecó; Rafinha, Geromel, Ruan e Cortez; Thiago Santos (Jonatha Robert), Lucas Silva (Sarará) e Villasanti (Campaz); Ferreira (Alisson) e Douglas Costa; Borja (Diego Souza). Técnico:Vagner Mancini.

Gols: Zaracho (12min/1T°) Campaz (10min/2T°) Vargas (29min/2T°)
Cartões amarelos: Lucas Silva, Rafinha, Geromel, Campaz e Borja (Grêmio) Zaracho, Nacho, Mariano e Tchê Tchê (Atlético Mineiro)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP). 
Horário: 21h 
Local: Mineirão, Belo Horizonte.

Público: 56.624 pessoas.
Renda: R$ 1.775.474,50

Correio do Povo


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Para zerar a emissão de carbono na atmosfera até 2050, demanda pelo petróleo terá de cair 75%

 


Num mundo em transformação, em que a sustentabilidade ganha cada vez mais relevância, o futuro do petróleo tem sido colocado em xeque. No caminho da descarbonização e das medidas para limitar o aquecimento global, conforme previsto no Acordo de Paris, o produto – símbolo da segunda revolução industrial – terá de abrir espaço a outras fontes de energia, menos poluentes e, em alguns casos, mais baratas. Ainda não há consenso sobre quando seria o pico de demanda do óleo, mas varia de 2030 a 2040. A partir dessa data, haveria o declínio do uso.

Mas essa redução depende de uma série de fatores, como a intensidade de empresas e governos na adoção de políticas de diminuição das emissões. De acordo com relatório da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), para zerar as emissões de carbono em 2050, a demanda de petróleo teria de cair 75%, para 24 milhões de barris por dia. As previsões da multinacional BP apontam para queda de 68% e, da Shell, de 20%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural (IBP).

As projeções da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no entanto, apontam para aumento da demanda até 2045. A explicação é que o mundo precisará de petróleo para fazer a transição energética. E isso vai demandar investimentos.

“Não há transição energética sem a indústria fóssil, que tem densidade maior. Ela vai garantir a segurança energética durante esse período, vai financiar a mudança”, afirma a diretora executiva Corporativa do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Cristina Pinho.

Mesmo assim, ela entende que a demanda de petróleo cairá não só pela mudança de comportamento da sociedade, mas também pelas novas tecnologias. A executiva acredita que o preço do óleo estará mais estreito a partir de 2035, o que tornaria menos viável a exploração de reservas mais difíceis e complexas. “No Pré-sal, até US$ 35 (o barril) ainda valeria a pena a exploração.”

No Brasil, o fato de o País ter uma matriz mais limpa, por causa das hidrelétricas, pode significar uma vida mais longa para o petróleo. Alguns segmentos vão continuar precisando de óleo em suas produções. Nesse cenário, o País seria fornecedor de empresas ou de outras nações que não poderiam mais elevar suas emissões por causa das metas estabelecidas.

Atualmente, segundo o IBP, 85% da matriz elétrica brasileira é renovável, enquanto a média mundial é de 23%. Na matriz energética – que inclui também o petróleo –, a energia limpa representa 48% e no mundo, 14%. Segundo a sócia fundadora da Catavento Consultoria, Clarissa Lins, nosso desafio está mais relacionado ao desmatamento do que revirar de ponta cabeça a matriz elétrica. “Temos a terceira matriz mais renovável do mundo, atrás apenas de Islândia e Noruega.”

Dificuldades

Na avaliação do sócio diretor de indústria da consultoria Roland Berger, Marcus Ayres, uma dificuldade no caminho da redução da demanda de petróleo está associada aos grandes bolsões espalhados pelo mundo e que devem passar por desenvolvimento nos próximos anos. “Nesse caso, é complicado sair de um ponto X para outro mais avançado. A Índia vai aumentar sua frota de veículos, mas será a combustão?”, questiona.

Para ele, o futuro do petróleo passa também pela transformação de uma série de indústrias que dependem do insumo – ou seus derivados – como matéria-prima, como é o caso do setor químico, de cimentos, aviação e transporte marítimo. Tudo isso influencia no mercado. “A demanda por petróleo vai existir por muitas décadas. O que temos de fazer é encontrar alternativas para conviver com ela, uma vez que as mudanças climáticas são uma realidade”, diz a presidente da Equinor no Brasil, Veronica Coelho.

Uma saída é investir em soluções capazes de fazer a captura, o sequestro e o armazenamento das emissões de carbono – ou promover o reflorestamento. Ao mesmo tempo, é preciso desenvolver novas tecnologias que suportem a demanda mundial por energia. “Durante muito tempo as exigências eram de faz de conta. Agora, muitos países tendem a forçar as empresas a adotar planos concretos de redução das emissões”, afirma Helder Queiroz, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na União Europeia, por exemplo, o plano é que, a partir de 2035, todos os carros vendidos nos países do bloco tenham propulsão elétrica, incentivando a extinção do motor a combustão. Para abastecer essa frota, que pode chegar a 56 milhões de carros vendidos em 2030, a aposta do mundo está na expansão das fontes renováveis como a energia eólica e a solar. Serão necessários investimentos da ordem de US$ 4 trilhões para atender à demanda mundial.

Para Clarissa Lins, a redução da demanda de petróleo só será possível com o investimento massivo em novas tecnologias e energia renovável. Segundo o relatório Net Zero Carbon, da Associação Internacional de Energia, o volume total de investimentos em energia deve alcançar US$ 5 trilhões por ano em 2030.

Se esse cenário se concretizar, em 2050, quase 90% da geração de eletricidade virá de fontes renováveis, como a energia eólica e solar, que juntas vão responder por quase 70% da geração total. “A descarbonização da economia só vai ocorrer com a mudança na oferta e na forma como a sociedade, a indústria e os meios de transporte usam a energia.”

O Sul

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Porto Alegre se compromete a zerar as emissões de gases causadores do efeito estufa até 2050

 


O secretário do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade de Porto Alegre, Germano Bremm, está em Glasgow, na Escócia, representando o prefeito Sebastião Melo na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas, a COP26.

Bremm anunciou que a Capital gaúcha passará a integrar a campanha global Race to Zero (Corrida ao Zero). Ao assinar o documento, Porto Alegre se compromete a reduzir em 50% as emissões de gases causadores do efeito estufa até 2030 e zerar até 2050, somando-se ao esforço mundial de limitar o aquecimento global a 1,5° C.

“Queremos mostrar ao mundo que reconhecemos a emergência climática global e estamos empenhados em desenvolver programas e projetos onde a ação climática esteja no centro das decisões”, afirmou Bremm.

Inventário

Porto Alegre já começou a fazer a sua parte, segundo a prefeitura. A cidade reduziu, em média, 5% a emissão de gases causadores do efeito estufa de 2016 a 2019. As informações constam no 2º Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa, atualizado neste ano.

O Sul

Proposta da Câmara Municipal de Porto Alegre quer definir locais para exigência de passaporte vacinal

 


Está em tramitação na Câmara Municipal de Porto Alegre o Projeto de Lei do Legislativo nº 329/21, de autoria do vereador Jonas Reis (PT), que obriga bares, restaurantes, lancherias, academias, casas noturnas, casas de shows, teatros e cinemas no Município de Porto Alegre a exigirem a apresentação da Carteira de Vacinação Covid-19 para o ingresso em suas dependências.

Pela matéria, a obrigatoriedade será exigida aos usuários a partir do sétimo dia da data em que foi disponibilizada a primeira dose da vacina para a sua faixa etária na rede pública. Segundo o projeto, o não cumprimento sujeitará o infrator a multa no valor de 300 Unidades Financeiras Municipais (UFMs), na primeira infração; passando ao dobro em caso de reincidência, chegando à interdição do estabelecimento em caso de novo descumprimento da lei, caso aprovada pelo Legislativo. O controle, segundo prevê o vereador, caberá ao órgão responsável pela fiscalização das normas de prevenção à Covid-19 no Município de Porto Alegre.

Conforme a justificativa de Reis, os riscos de contaminação pela variante Delta são maiores e mais fáceis de ocorrer em locais fechados, com pouca circulação de ar, onde há uma grande proximidade entre as pessoas ou, quando pela natureza da atividade, é necessário tirar a máscara. “Esse é o caso de restaurantes, lancherias e bares, pois são locais fechados, muitas vezes sem janelas e onde é necessário retirar a máscara para o consumo de alimentos e bebidas”, explica.

Já em eventos, teatros, cinemas, casas de shows e casas noturnas, a proximidade das pessoas em locais fechados e com pouca ventilação aumenta muito o risco de contaminação. “A única forma de reduzir esse risco é por meio da vacinação. Considerando que a maioria das pessoas, maiores de 18 anos já pode ser vacinada, não há justificativa para que as pessoas não acessem a vacina, pois mesmo gestantes e puérperas já dispõem de vacina adequada”, ressalta. Por outro lado, o parlamentar entende que ainda há pessoas, que mesmo estando nas faixas etárias que podem receber a vacina, não se vacinaram e, assim, colocam em risco a saúde da coletividade.

O Sul

130 países se comprometem com acordo para o fim do desmatamento até 2030

 


O compromisso de mais de 100 países com o fim do desmatamento até 2030 é o destaque do segundo dia da cúpula da 26ª COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Glasgow, na Escócia.

Uma declaração assinada por 105 países, incluindo o Brasil, sela o comprometimento por ações coletivas para deter e reverter a perda florestal e a degradação do solo até 2030. Ao mesmo tempo, o documento destaca o acordo para o desenvolvimento sustentável e a promoção de transformações rurais que sejam inclusivas.

O desmatamento e a desertificação são desafios para o enfrentamento das mudanças climáticas e para o desenvolvimento sustentável, além de afetar a vida e a forma de subsistência de milhões de pessoas no mundo, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). A ação humana de invadir ecossistemas também coloca os seres humanos em risco, com o surgimento de doenças zoonóticas, que são aquelas transmitidas por animais.

Além do Brasil, que é alvo das discussões da COP26 especialmente pela Amazônia, participam da iniciativa países como o Canadá, Rússia, Colômbia, Indonésia e a República Democrática do Congo, que também contam com áreas florestais significativas.

O documento reconhece que, para cumprir os objetivos de uso da terra, clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável, em níveis global e nacional, serão necessárias ações transformadoras, da produção ao consumo, de desenvolvimento de infraestrutura, além de apoio aos pequenos proprietários, povos indígenas e comunidades que dependem das florestas para subsistência.

O anúncio será realizado nesta terça-feira (2), durante a sessão da COP26 sobre florestas. Os líderes comprometerão cerca de US$ 12 bilhões de recursos públicos para proteção e restauração, além de US$ 7,2 bilhões de investimento privado.

O compromisso reforça acordos coletivos e individuais anteriores, incluindo a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e o Acordo de Paris, a Convenção sobre Diversidade Biológica, a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

As metas e os planos dos líderes globais para zerar as emissões de carbono pelos países, a adaptação das nações para proteger comunidades e habitats naturais e a mobilização de recursos são temas que continuam na agenda das discussões nesta terça-feira.

Um dos destaques será uma conferência sobre florestas e o uso da terra, que irá apresentar como as intervenções na área, com métodos de subsistência sustentáveis, podem impactar positivamente na manutenção da meta de temperatura global de 1,5°C.

Em um segundo momento, os líderes mundiais e empresariais discutem estratégias para acelerar a inovação e implantação de tecnologias limpas, que sejam acessíveis e economicamente viáveis aos países.

Em nota, o setor empresarial brasileiro afirmou que defende o fim do desmatamento ilegal como passo fundamental para o combate às mudanças climáticas e cumprimento da meta brasileira no Acordo de Paris.

“As empresas brasileiras apoiam a declaração sobre florestas e uso da terra lançada na Conferência do Clima da ONU, a COP26. Os pontos centrais do texto estão alinhados ao modelo de desenvolvimento sustentável que o setor defende, especialmente para que o Brasil retome seu protagonismo e se beneficie das grandes vantagens competitivas que possui, com a geração de empregos e renda”, diz o texto.

O Sul

Wella Professionals Fusion - Shampoo 1000ml

 


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Nós todos queremos um cabelo bonito, saudável e brilhante de preferência por longa duração , mas, infelizmente, temos muitas outras influências que enfraquecem e causam danos ao cabelo a longo prazo.

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Se o cabelo não é saudável, eles perdem o brilho, propensos à ruptura e são difíceis de pentear. Isto é porque, em que o cabelo danificado, os aminoácidos que formam a proteína no cabelo, são enfraquecidas. A força do cabelo diminui, deixando traços visíveis. Além disso, impurezas metálicas e radicais livres danificam a superfície do cabelo.

Uma vez que o cabelo está danificado, sua condição deteriorou-se mais e mais rápido. Recomendamos um atendimento direcionado para as áreas mais danificadas.

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