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Faixa etária se soma aos grupos de profissionais da educação, pessoas com deficiência ou comorbidades acima de 18 anos e população em situação de rua
Porto Alegre amplia, a partir desta quinta-feira, a vacinação para pessoas na faixa etária dos 55 anos ou mais. O grupo se soma aos profissionais da educação, pessoas com deficiência ou comorbidades acima de 18 anos e população em situação de rua.
As vacinas oferecidas serão a AstraZeneca (para todos os públicos, exceto gestantes e puérperas) e Pfizer (apenas para estas últimas).
Para se vacinar, as pessoas precisam apresentar documento de identidade e comprovante de residência em Porto Alegre. Já para profissionais da educação, é necessário identidade com foto e CPF, contracheque e declaração da instituição. Para a segunda dose, RG e carteira de vacinação com registro da primeira.
Pessoas que receberam a dose da vacina contra gripe devem aguardar 14 dias para fazer a primeira ou segunda dose da vacina da Covid-19. O primeiro dia a ser contado é o seguinte ao da aplicação.
A lista completa dos locais de vacinação nesta quinta-feira pode ser acessada neste link.
Nesta quinta, haverá aplicação da 2ª dose da Pfizer e de AstraZeneca. Imunização ocorre em diferentes locais:
— Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (@saudepoa) June 9, 2021
🔸ASTRAZENECA: em 12 unidades de saúde, para todos que receberam 1ª dose há 12 semanas ou mais
📄Para se vacinar é preciso apresentar identidade e carteira de vacinação pic.twitter.com/GSr72TbWeH
Correio do Povo
Há chance de temporais e granizo isolado
O tempo volta a ficar instável, com chuva em boa parte do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Após uma trégua de poucas horas, quando o sol apareceu, as áreas de instabilidade voltam a ingressar pelo Noroeste e Norte.
De acordo com a MetSul Meteorologia, há chance de chuva forte, com trovoadas. Também há risco de granizo isolado. A instabilidade predomina nas metades Norte e Leste. A temperatura varia pouco, e o dia será agradável.
Em Porto Alegre, sol aparece, mas deve haver chuva. A mínima na Capital deve ser de 13°C, e a máxima não ultrapassa os 19°C.
Passo Fundo 14°C / 17°C
Santa Rosa 15°C / 19°C
Alegrete 13°C / 20°C
Erechim 14°C / 17°C
Vacaria 11°C / 16°C
MetSul Meteorologia e Correio do Povo
Faixa etária se soma aos grupos de profissionais da educação, pessoas com deficiência ou comorbidades acima de 18 anos e população em situação de rua
Porto Alegre amplia, a partir desta quinta-feira, a vacinação para pessoas na faixa etária dos 55 anos ou mais. O grupo se soma aos profissionais da educação, pessoas com deficiência ou comorbidades acima de 18 anos e população em situação de rua.
As vacinas oferecidas serão a AstraZeneca (para todos os públicos, exceto gestantes e puérperas) e Pfizer (apenas para estas últimas).
Para se vacinar, as pessoas precisam apresentar documento de identidade e comprovante de residência em Porto Alegre. Já para profissionais da educação, é necessário identidade com foto e CPF, contracheque e declaração da instituição. Para a segunda dose, RG e carteira de vacinação com registro da primeira.
Pessoas que receberam a dose da vacina contra gripe devem aguardar 14 dias para fazer a primeira ou segunda dose da vacina da Covid-19. O primeiro dia a ser contado é o seguinte ao da aplicação.
A lista completa dos locais de vacinação nesta quinta-feira pode ser acessada neste link.
Nesta quinta, haverá aplicação da 2ª dose da Pfizer e de AstraZeneca. Imunização ocorre em diferentes locais:
— Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (@saudepoa) June 9, 2021
🔸ASTRAZENECA: em 12 unidades de saúde, para todos que receberam 1ª dose há 12 semanas ou mais
📄Para se vacinar é preciso apresentar identidade e carteira de vacinação pic.twitter.com/GSr72TbWeH
Correio do Povo
Porto Alegre amplia vacinação contra Covid-19 para quem tem 55 anos ou mais
Sonda Juno transmite suas primeiras imagens de Ganimedes, maior lua do Sistema Solar
Grêmio desembarca em Brasília para confronto pela Copa do Brasil
Inter avança negociações de Praxedes com Bragantino
Miguel Ángel Ramírez testa positivo para Covid-19 e desfalca o Inter
Biblioteca Pública de Canoas reabre ao público com agendamento prévio
Opas alerta para impacto econômico da pandemia e pede controle da transmissão
Após manifesto, Tite convoca seleção brasileira para Copa América
Cruzeiro perde da Juazeirense nos pênaltis e é eliminado da Copa do Brasil
Atlético-GO segura empate e elimina Corinthians na Copa do Brasil
Criciúma elimina o América-MG nos pênaltis e avança na Copa do Brasil
Senador Heinze diz que Randolfe criou fake News sobre Mia Khalifa: ‘nem conheço’ https://t.co/rRmEvneL6k
— Gazeta Brasil (@SigaGazetaBR) June 9, 2021
Em reunião virtual realizada ontem (08/06) na 12ª edição do evento Bradesco BBI London Conference, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a criticar o Mercosul, e a defender a flexibilização das barreiras do bloco econômico. Para Guedes, a entrada do Brasil no Mercosul foi ruim para o país porque a união aduaneira engessou nossa economia por duas décadas: "O Brasil está trocando hoje com seus parceiros do Mercosul menos do que ele trocava há 20 anos. Foi uma armadilha", declarou,
O ministro está batalhando pela redução das tarifas de importação e a liberdade para os membros do bloco formarem acordos bilaterais sem precisar aval dos demais membros do bloco. O principal obstáculo às intenções de Guedes são as políticas protecionistas do governo esquerdista da Argentina, que defende uma redução mais gradual da Tarifa Externa Comum, somente a partir de 2023: "A entrada do Brasil no Mercosul impediu que o país se engajasse em uma integração industrial produtiva mais eficiente na cadeia global de comércio", afirmou o Guedes.
Pontocritico.com
A ECONOMIA BRASILEIRA MELHORA
Nos últimos editoriais tenho me dedicado a apresentar dados inquestionáveis que dão a entender, claramente, que a ECONOMIA BRASILEIRA, ainda que muito enfraquecida por tantas e severas intervenções governamentais ao longo dos últimos 50 anos (mais precisamente a partir de 1974 quando Ernesto Geisel assumiu a presidência do Brasil) já começa a dar sinais de efetiva MELHORA.
BONS EFEITOS
Vejam que após a divulgação do crescimento de 1,2% do PIB BRASILEIRO do primeiro trimestre de 2021, os BOLETINS que são assinados e divulgados por analistas do mundo todo estão dizendo, categoricamente, que as DOSES DE LIBERDADE ECONÔMICA que vem sendo ministradas pelo atual governo começam a produzir bons efeitos. Isto, vale lembrar, à despeito das lamentáveis alterações impostas pelas FORÇAS DO MAL, que se recusam a aprovar as medidas que poderiam acelerar a recuperação do País.
POSITIVO, NÃO!
Pois, dentro deste ambiente, onde a ESPERANÇA começa a dar sinais de vida, a MÍDIA ABUTRE, sempre focada na aposta do -QUANTO PIOR MELHOR-, não admite, em hipótese alguma, que seus leitores, ouvintes e telespectadores saibam que a economia brasileira possa dar sinais de MELHORA . Aí, mesmo diante de números absolutamente inquestionáveis, a ordem é seguir usando termos e palavras que escondam a existência de algo POSITIVO.
DESPIORA
Vejam, por exemplo, o caso da FOLHA DE SÃO PAULO, integrante de primeira hora do Consórcio formado pelos membros da MÍDIA ABUTRE. Ontem, 8/6, através de seus colunistas, evitando dizer que o Brasil está apresentando uma efetiva MELHORA econômica, o péssimo jornaleco achou por bem usar o termo DESPIORA. Que tal?
Pontocritico.com
Embarcações serão usadas na defesa de fronteiras aquáticas brasileiras
Dono de extensa costa marítima, o Brasil conta com cerca de 95% do comércio exterior movimentado por hidrovias. Além de rotas comerciais estratégicas, jazidas minerais altamente valiosas estão localizadas em territórios marítimos.
Segundo o almirante de esquadra Almir Garnier, comandante da Marinha, o patrulhamento e a defesa das fronteiras aquáticas brasileiras estão prestes a receber o reforço de quatro novos submarinos e de fragatas classe Tamandaré.
Segundo o comandante, o primeiro submarino será recebido pela esquadra brasileira até o final deste ano, enquanto as três outras embarcações serão finalizadas no decorrer de 2022. A construção de submarinos é tida como indústria estratégica pelo governo brasileiro, já que impulsiona o desenvolvimento industrial e tecnológico, além de prover treinamento e patrulhamento ostensivo na imensa costa brasileira.
“Esse é o sistema de gerenciamento da Amazônia Azul. Todo esse patrimônio brasileiro precisa de um sistema de gerenciamento e coordenação que enxergue tudo do alto, de lado, de baixo”, afirmou o comandante da Marinha em entrevista hoje (8) ao programa A Voz do Brasil.
Almir Garnier informou que um dos papéis da Marinha é definir as fronteiras marítimas brasileiras pela presença de navios e contingente em vigília constante, que monitoram e defendem interesses nacionais de acordo com a legislação vigente.
Sobre o trabalho da Marinha durante a pandemia, Garnier ressaltou o apoio logístico à distribuição de medicamentos, alimentos, roupas, vacinas e insumos para famílias em locais isolados do território nacional. “Estamos envolvidos completamente nisso [combate à pandemia]. O nosso centro tecnológico, juntamente com a Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu e produziu respiradores, que no início da pandemia eram muito críticos. Fizemos desinfecções de lugares públicos com a nossa equipe de capacidade de guerra bacteriológica, fizemos atividades de vacinação em todo o país, onde é mais difícil o acesso”, afirmou.
O almirante de esquadra lembrou ainda que a Marinha atuou na distribuição de alimentos para caminhoneiros no início da pandemia, quando a maior parte dos estabelecimentos comerciais de rodovias federais foram fechados.
Sobre a ação dos chamados navios da esperança - embarcações da Marinha que levam ações sociais a comunidades remotas -, Garnier informou que um dos papéis da Marinha é levar cidadania e assistência social à população.
“Muitas vezes essas famílias remotas, em localidades muito longínquas do nosso território, o único médico, o único dentista que eles veem na vida inteira é um médico da Marinha, possivelmente.”
Segundo o militar, os navios da esperança fazem 35 mil atendimentos ao ano, em cerca de 600 comunidades. “Indígenas, brasileiros de várias descendências - todos são atendidos com o mesmo carinho”, complementou.
O comandante lembrou, ainda, da chamada data magna da Marinha do Brasil, 11 de junho, dia da Batalha Naval de Riachuelo. Travada em Corrientes, no Paraguai, a batalha foi um dos conflitos decisivos da A Guerra da Tríplice Aliança, ocorrida entre 1864 e 1870.
“É importante que se diga que não celebramos a batalha em si, que é sempre dolorosa. Perdemos muitas vidas. O que celebramos são os valores morais que surgem nos momentos de adversidade. São os heróis que cultuamos: o almirante Barroso, o marinheiro Marcílio Dias, o guarda-marinha Greenhalgh. Jovens cheios de sonhos que deixaram suas vidas para defender a nossa bandeira, a nossa soberania”, afirmou o almirante de esquadra Garnier.
“Esses valores morais que aqueles brasileiros patriotas emprestaram para nós estão presentes até os dias de hoje. São marinheiros que, em momentos de adversidade, se superam e vão adiante. É isso que celebramos, são esses exemplos que não queremos que morram nos nossos marinheiros e no povo brasileiro”, concluiu.
Agência Brasil e Correio do Povo
Chile amassa Bolívia, mas cede empate e deixa escapar chance de entrar no G-4