Polícia aguarda recuperação de autor da chacina em creche catarinense para interrogatório

 Melhora é fundamental para a Polícia Civil saber a motivação do ataque de Fabiano Kipper Mai, 18 anos


Está acordado e com boa evolução o autor da chacina ocorrida na manhã da última terça-feira na creche Pro-Infância Aquarela, na cidade de Saudades, na região Oeste de Santa Catarina. A recuperação de Fabiano Kipper Mai, 18 anos, é fundamental para que seja interrogado pelo delegado Jerônimo Marçal, encarregado da investigação que apura sobretudo a motivação do ataque que deixou três bebês, uma professora e uma educadora mortos, além de uma outra criança ferida.

Os policiais civis catarinenses apuram se existem outros envolvidos no planejamento do ataque e se o agressor participava de um fórum anônimo de extrema direita na deep web. Os membros deste grupo teriam reivindicado e comemorado o ataque contra a creche.

Na última quinta-feira, a Justiça negou o pedido de exame de sanidade mental do rapaz, solicitado pela defesa. Ele foi autuado em flagrante por cinco homicídios e uma tentativa de homicídio triplamente qualificados. As qualificadoras dos crimes foram motivo torpe, utilização de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e utilização de meio cruel.

BOLETIM MÉDICO

Na manhã deste sábado, um boletim médico sobre o estado de saúde do acusado foi divulgado pelo Hospital Regional do Oeste, em Chapecó, onde está internado desde que tentou se matar após cometer o crime. O rapaz "permanece com boa evolução clínico-cirúrgica", tendo deixado a UTI e levado para a enfermaria cirúrgica, sem previsão de alta.

Apesar de acordado, ele ainda depende de suporte de oxigênio em baixa litragem pela cânula de traqueostomia. “Realizará exames de imagem, rotineiros, para avaliar a indicação precisa da remoção do dreno torácico e para troca da cânula de traqueostomia, auxiliando retorno da comunicação do paciente (sua voz)”, informou o boletim, assinado pelo médico Jonathan Caon de Souza, do HRO.

Por sua vez, a criança sobrevivente, um menino de um ano e oito meses, permanece internado no Hospital da Criança. O pai Diego Hübler acompanha a recuperação do filho ao lado da esposa e está otimista para a alta hospitalar em breve. O menino levou no mínimo seis ferimentos na região do rosto, na barriga e no ombro. Ele também teve o pulmão perfurado e passou por cirurgia, mas se recupera bem segundo a equipe médica.

As vítimas foram a professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos; a agente educadora Mirla Amanda Renner Costa, 20 anos; além dos bebês Sarah Luiza Mahle Sehn, de um ano e sete meses; Anna Bela Fernandes de Barros, de um ano e oito meses; e Murilo Massing, de um ano e nove meses. Todas foram golpeadas até a morte por uma espada tipo ninja dentro da creche.


Correio do Povo

Vagas de emprego em Porto Alegre - 09.05.2021

 

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Nova tenda para vacinação inaugura com extensa fila em Porto Alegre

 Estrutura estará disponível até o dia 30 de maio e funcionará nos dias em que houver doses disponíveis para aplicação


Uma tenda de 12 metros por 24 metros de comprimento, instalada no estacionamento do Bourbon Country, doada pela Associação dos Juízes do RS (Ajuris), Escola da Magistratura da Ajuris e Associação do Ministério Público e Fundação Escola Superior do Ministério Público, possibilitou a Prefeitura de Porto Alegre abrir uma nova frente de vacinação contra a Covid-19 desde este último final de semana. Sábado foi o primeiro dia em que a imunização ocorreu no local, montado no estacionamento externo do empreendimento, mas acessível apenas a pedestres. A estrutura estará disponível até o dia 30 de maio e funcionará nos dias em que houver doses disponíveis para aplicação.

A estrutura estreou às 9h, com 1 minuto de silêncio em homenagem às vítimas da Covid-19 e uma salva de palmas aos profissionais que estão atuando na vacinação. O terceiro sargento do Exército Brasileiro, Bruno Silva, tocando músicas brasileiras no trompete, dava boas-vindas aos vacinandos, que aguardavam numa extensa fila desde o final da madrugada. Os trabalhos no sábado encerram às 17h. No domingo, 9, a tenda funcionará das 9h às 13h.

Sob a tenda, que custou cerca de R$ 50 mil, pode trabalhar uma equipe de cerca de 50 pessoas, entre vacinadores, triagem e digitadores. “A ideia é conseguir atender um grande fluxo de pessoas, com a gente podendo aumentar nossa cobertura vacinal. No primeiro dia que a gente abriu o grupo das comorbidades, vacinamos cerca de 2.300, 3.600 no segundo e ontem (sexta-feira) a gente já conseguiu vacinar mais de 7 mil. Adicionando uma estrutura como esta, talvez a gente consiga ter uma maior cobertura vacinal”, projeta a diretora adjunta da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Fernanda Fernandes.

O acesso pode ser feito pelas entradas das ruas Thadeu Onar e Dário Bittencourt.  O espaço foi cedido pelo Grupo Zaffari e conta com o apoio da Associação Médica do RS (Amrigs), Equipe G, universidades Factum, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), UniRitter e Unisinos, farmácias Panvel, Droga Raia e São João, Instituto do Câncer Infantil, Comando Militar do Sul, Brigada Militar, Guarda Municipal e Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).


Correio do Povo


Bolsonaro: CPI tá um vexame, só se fala em cloroquina

Leite apresenta novo sistema de distanciamento a líderes empresariais e especialistas em saúde

 Gabinete de Crise deve apresentar o próximo modelo consolidado a partir de quinta-feira



O governador Eduardo Leite apresentou, na manhã deste sábado, o novo sistema de distanciamento a líderes empresariais e especialistas em saúde, em duas reuniões realizadas de forma virtual. Conforme o governador, a ideia é que o próximo modelo seja mais simplificado, tanto no monitoramento quanto nos protocolos. A proposta é que população, atividades e municípios sejam regrados por dois tipos de protocolos: os gerais e os de atividades. A apresentação completa está disponível neste link

Os protocolos gerais serão definidos pelo governo do Estado e devem ser seguidos obrigatoriamente por toda a população, em todas as atividades e em todos os municípios. Segundo o Piratini, são regramentos mínimos, como usar máscara, garantir ventilação e circulação do ar, manter distanciamento mínimo, higienizar as mãos e evitar aglomerações, por exemplo. O governo do RS também estabelece que os protocolos gerais também devem ser cumpridos em ambientes de trabalho e no atendimento ao público.

De acordo com o governo estadual, o Estado também definirá protocolos de atividades, que serão divididos entre obrigatórios e variáveis. Os obrigatórios são específicos e devem ser seguidos para cada atividade, em todos os municípios. Por exemplo, o Piratini pode determinar que, em restaurantes, seja mantida a distância mínima de dois metros entre mesas e grupos.

Conforme o governo do RS, os protocolos de atividades variáveis por região serão propostos pelo Estado como padrão para cada atividade, considerando o risco e o quadro atual da pandemia no Rio Grande do Sul. Essas regras poderão ser ajustadas por uma região para adequá-las à realidade de cada uma, desde que no mínimo 2/3 dos municípios da região concordem com elas. Esses protocolos complementarão o regramento das atividades, e é sobre esse conjunto de protocolos que as regiões poderão atuar.

Papel de monitoramento

Leite diz que o Estado não está abrindo mão de fazer seu papel de monitoramento, de fiscalização e de controle. "Estamos desatrelando de fazermos isso com base em fórmulas matemáticas. Faremos tudo com muito diálogo, e cada um – Gabinete de Crise, GT Saúde e regiões Covid – terá atribuições", disse.

"Por isso, estamos pedindo que sejam enviadas sugestões, até terça-feira, para que nossa equipe técnica avalie, tire dúvidas, e para que possamos consolidar um novo sistema e apresentá-lo publicamente no final da próxima semana. As contribuições de especialistas e da sociedade neste último ano têm sido valiosas, e vamos manter essa troca na elaboração do novo sistema”, completou. 

Todos os segmentos poderão enviar sugestões às 18h de terça-feira, dia 11, pelo e-mail gabinete-crise@gg.rs.gov.br. O Gabinete de Crise deve apresentar um novo sistema consolidado a partir da quinta-feira. A ideia é que as novas regras passem a valer a partir da meia-noite do próximo sábado. Até lá, todo o Rio Grande do Sul deverá seguir em bandeira vermelha, sem cogestão. 

PROPOSTA DO NOVO SISTEMA 

Protocolos do novo sistema:
 
• Protocolos gerais
 
Definidos pelo governo estadual, devem ser seguidos pela população, em todas as atividades e em todos os municípios. Por exemplo: uso correto de máscara, distanciamento mínimo, higiene das mãos e ventilação e circulação de ar, ocupação de espaços coletivos em horários diferentes, trabalho remoto, proibição de aglomerações etc.
 
• Protocolos de atividades
 
1 – Obrigatórios: definidos pelo governo estadual, são específicos e devem ser seguidos pela população em cada atividade, em todos os municípios.
 
2 – Variáveis por região: definido pelo governo estadual como padrão para cada atividade, considerando o risco e o quadro atual da pandemia no Rio Grande do Sul. Poderão ser ajustados por uma região para adequá-los à sua realidade, desde que cumpram os requisitos mínimos (adesão de 2/3 das prefeituras, definição de responsável técnico e elaboração de plano de fiscalização).
 
Como será o monitoramento
 
A equipe técnica do governo do Estado, representada pelo GT Saúde do Comitê de Dados, seguirá analisando permanentemente o quadro da pandemia. Dados das 21 regiões Covid, das sete macrorregiões e do Estado como um todo serão acompanhados diariamente.
 
Os indicadores, porém, não serão pré-fixados. Isso permite a ampliação da gama de informações para identificar novas tendências de crescimento.
 
O sistema de bandeiras de acompanhamento semanal será substituído por um painel de indicadores com acompanhamento diário e instrumentos de governança entre Estado e regiões: aviso, alerta e ação – chamados de “três as”. Ou seja, o alerta emitido pelo GT Saúde poderá ser feito a qualquer momento, conforme a situação dos indicadores.
 
Boletins diários regionais serão publicados em site único, com decretos, portarias, boletins, protocolos e materiais de comunicação. O site ainda está em construção.
 
O que são os “três as”
 
• Aviso: quando detecta uma tendência, o GT Saúde emite um aviso para a equipe técnica da região. A partir daí, a região deverá redobrar a atenção para o quadro da pandemia.
 
• Alerta: quando detecta uma tendência grave, o GT Saúde informa o Gabinete de Crise sobre a necessidade de emitir um alerta para a região. A partir daí, o Gabinete de Crise decide se deve emitir ou não esse alerta para a região, que seguirá sendo monitorada.
 
• Ação: se o Gabinete de Crise decidir emitir um alerta, a região terá 48 horas para responder sobre o quadro regional da pandemia e apresentar uma proposta de ações a serem tomadas. Se a resposta da região for considerada adequada, a proposta é aplicada imediatamente, e a região segue sendo monitorada pelo GT Saúde. Caso a resposta não seja adequada, o Estado poderá intervir e estipular ações adicionais a serem seguidas.

Correio do Povo


Polícia Civil reduz de 29 para 28 o número de mortos no Jacarezinho, no Rio

Placa de Vídeo Gigabyte GeForce GT 730 2GB - GDDR5 64 bits GV-N730D5-2GI (rev. 2.0)

 


A Placa de Vídeo GeForce GT 730 era o que faltava para transformar seu computador em uma máquina muito mais poderosa e pronta para executar todas as tarefas com facilidade. Ela permite um excelente desempenho para funções multimídia, rodar jogos, trabalhar com aplicativos pesados, entre outras atividades. Super completa, também é equipada com capacidade de 2GB GDDR5, interface de 64 bits e diversas conexões de vídeo. Além disso, a engenharia de alta qualidade e os componentes super duráveis garantem maior durabilidade para sua placa.


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Leite apresenta novo sistema de distanciamento a líderes empresariais e especialistas em saúde

 Gabinete de Crise deve apresentar o próximo modelo consolidado a partir de quinta-feira



O governador Eduardo Leite apresentou, na manhã deste sábado, o novo sistema de distanciamento a líderes empresariais e especialistas em saúde, em duas reuniões realizadas de forma virtual. Conforme o governador, a ideia é que o próximo modelo seja mais simplificado, tanto no monitoramento quanto nos protocolos. A proposta é que população, atividades e municípios sejam regrados por dois tipos de protocolos: os gerais e os de atividades. A apresentação completa está disponível neste link

Os protocolos gerais serão definidos pelo governo do Estado e devem ser seguidos obrigatoriamente por toda a população, em todas as atividades e em todos os municípios. Segundo o Piratini, são regramentos mínimos, como usar máscara, garantir ventilação e circulação do ar, manter distanciamento mínimo, higienizar as mãos e evitar aglomerações, por exemplo. O governo do RS também estabelece que os protocolos gerais também devem ser cumpridos em ambientes de trabalho e no atendimento ao público.

De acordo com o governo estadual, o Estado também definirá protocolos de atividades, que serão divididos entre obrigatórios e variáveis. Os obrigatórios são específicos e devem ser seguidos para cada atividade, em todos os municípios. Por exemplo, o Piratini pode determinar que, em restaurantes, seja mantida a distância mínima de dois metros entre mesas e grupos.

Conforme o governo do RS, os protocolos de atividades variáveis por região serão propostos pelo Estado como padrão para cada atividade, considerando o risco e o quadro atual da pandemia no Rio Grande do Sul. Essas regras poderão ser ajustadas por uma região para adequá-las à realidade de cada uma, desde que no mínimo 2/3 dos municípios da região concordem com elas. Esses protocolos complementarão o regramento das atividades, e é sobre esse conjunto de protocolos que as regiões poderão atuar.

Papel de monitoramento

Leite diz que o Estado não está abrindo mão de fazer seu papel de monitoramento, de fiscalização e de controle. "Estamos desatrelando de fazermos isso com base em fórmulas matemáticas. Faremos tudo com muito diálogo, e cada um – Gabinete de Crise, GT Saúde e regiões Covid – terá atribuições", disse.

"Por isso, estamos pedindo que sejam enviadas sugestões, até terça-feira, para que nossa equipe técnica avalie, tire dúvidas, e para que possamos consolidar um novo sistema e apresentá-lo publicamente no final da próxima semana. As contribuições de especialistas e da sociedade neste último ano têm sido valiosas, e vamos manter essa troca na elaboração do novo sistema”, completou. 

Todos os segmentos poderão enviar sugestões às 18h de terça-feira, dia 11, pelo e-mail gabinete-crise@gg.rs.gov.br. O Gabinete de Crise deve apresentar um novo sistema consolidado a partir da quinta-feira. A ideia é que as novas regras passem a valer a partir da meia-noite do próximo sábado. Até lá, todo o Rio Grande do Sul deverá seguir em bandeira vermelha, sem cogestão. 

PROPOSTA DO NOVO SISTEMA 

Protocolos do novo sistema:
 
• Protocolos gerais
 
Definidos pelo governo estadual, devem ser seguidos pela população, em todas as atividades e em todos os municípios. Por exemplo: uso correto de máscara, distanciamento mínimo, higiene das mãos e ventilação e circulação de ar, ocupação de espaços coletivos em horários diferentes, trabalho remoto, proibição de aglomerações etc.
 
• Protocolos de atividades
 
1 – Obrigatórios: definidos pelo governo estadual, são específicos e devem ser seguidos pela população em cada atividade, em todos os municípios.
 
2 – Variáveis por região: definido pelo governo estadual como padrão para cada atividade, considerando o risco e o quadro atual da pandemia no Rio Grande do Sul. Poderão ser ajustados por uma região para adequá-los à sua realidade, desde que cumpram os requisitos mínimos (adesão de 2/3 das prefeituras, definição de responsável técnico e elaboração de plano de fiscalização).
 
Como será o monitoramento
 
A equipe técnica do governo do Estado, representada pelo GT Saúde do Comitê de Dados, seguirá analisando permanentemente o quadro da pandemia. Dados das 21 regiões Covid, das sete macrorregiões e do Estado como um todo serão acompanhados diariamente.
 
Os indicadores, porém, não serão pré-fixados. Isso permite a ampliação da gama de informações para identificar novas tendências de crescimento.
 
O sistema de bandeiras de acompanhamento semanal será substituído por um painel de indicadores com acompanhamento diário e instrumentos de governança entre Estado e regiões: aviso, alerta e ação – chamados de “três as”. Ou seja, o alerta emitido pelo GT Saúde poderá ser feito a qualquer momento, conforme a situação dos indicadores.
 
Boletins diários regionais serão publicados em site único, com decretos, portarias, boletins, protocolos e materiais de comunicação. O site ainda está em construção.
 
O que são os “três as”
 
• Aviso: quando detecta uma tendência, o GT Saúde emite um aviso para a equipe técnica da região. A partir daí, a região deverá redobrar a atenção para o quadro da pandemia.
 
• Alerta: quando detecta uma tendência grave, o GT Saúde informa o Gabinete de Crise sobre a necessidade de emitir um alerta para a região. A partir daí, o Gabinete de Crise decide se deve emitir ou não esse alerta para a região, que seguirá sendo monitorada.
 
• Ação: se o Gabinete de Crise decidir emitir um alerta, a região terá 48 horas para responder sobre o quadro regional da pandemia e apresentar uma proposta de ações a serem tomadas. Se a resposta da região for considerada adequada, a proposta é aplicada imediatamente, e a região segue sendo monitorada pelo GT Saúde. Caso a resposta não seja adequada, o Estado poderá intervir e estipular ações adicionais a serem seguidas.


Correio do Povo

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 27 milhões

 Quina foi acertada por 29 apostadores e cada um receberá mais de R$ 87 mil


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.370 da Mega-Sena, realizado neste sábado à noite no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

Os números sorteados foram 07 - 31 - 37 - 42 - 44 - 56. O próximo concurso, na quarta-feira, deve pagar R$ 27 milhões.

A quina teve 29 ganhadores e cada um receberá R$ 87.322,20. A quadra teve 3.835 acertadores e pagará o prêmio individual de R$ R$ 943,32.


Correio do Povo

SSD 480GB Kingston Sata Rev. 3.0 - Leituras 500MB/s e Gravações 450MB/s A400

 


A SSD (unidade de estado sólido em português) A400 480GB da Kingston aumenta drasticamente a resposta do seu computador com tempos incríveis de inicialização, carregamento e transferência, comparados a discos rígidos mecânicos. Com memória de 480GB, interface Sata Rev. 3.0 (6Gb/s) e reforçado com uma controladora de última geração para velocidades de leitura até 500MB/s e gravação de até 450MB/s, este SSD é 10x mais rápido do que um disco rígido tradicional para melhor desempenho, resposta ultrarrápida em multitarefas e um computador mais rápido de modo geral.Também mais confiável e durável do que um disco rígido, o A400 é feito com memória Flash. Não há partes móveis, com menor probabilidade de falhas do que um disco rígido mecânico. Também é mais frio e mais silencioso e sua resistência a choques e vibração torna-o ideal para notebooks e outros dispositivos móveis de computação.Oferece todo o espaço que você precisa para aplicativos, vídeos, fotos e outros documentos importantes.


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Governo "fechou as portas" para vacinas e isso precisa ser investigado, diz Renan Calheiros

 Relator da CPI da Covid-19 ressaltou que quem transformou o tratamento precoce em política pública deverá ser responsabilizado



Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou neste sábado, 8, que a CPI precisa levar em conta como o governo de Jair Bolsonaro minimizou a pandemia e o papel da vacina para combater a doença, e como a postura do presidente "fechou as portas para os produtores" dos imunizantes no Brasil. "Isso precisa ser investigado", disse Renan, em entrevista concedida ao programa 'Prerrogativas', transmitido pela Rede TVT.

Calheiros ressaltou que "seja lá quem" transformou o chamado tratamento precoce contra a Covid-19 em política pública deverá ser responsabilizado. Para ele, muito do que a CPI pretende apurar "investigado já está" em campanhas nas redes sociais, discursos e atos oficiais.

"Espero que o presidente da República não tenha responsabilidade no agravamento do morticínio no Brasil, espero que CPI não chegue a tanto, mas, se chegar, não tenho nenhuma dúvida que ele será responsabilizado, sim", disse o relator. "Entendo que ao responsabilizar alguém, responsabilize exatamente aqueles que, por negligência, omissão, cometeram erros que poderiam ser evitados e possibilitado diminuição do número de mortes do Brasil na pandemia. Tenho muita convicção, apesar dos pesares, ameaças, arreganhos, tentativas de intimidação, que a CPI fará sua parte, cumprirá seu papel", disse.

Na visão de Calheiros, a "equivocada" falta de colaboração pelo governo na comissão vai levar os trabalhos da CPI para cada vez mais perto das eleições de 2022. "Se observar o traço em comum dessa investigação, é que os governistas não dizem nada. Na medida que dificulta o trabalho, vai levar a conclusão, obviamente, da CPI para as proximidades da eleição. Mas não é porque a CPI quer que aconteça, mas porque equivocadamente, eles estão sem saber o que fazer. Governistas não dizem nada. Se esforçam para não acrescentar nada", disse Calheiros, que é aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), potencial adversário de Bolsonaro na próxima eleição presidencial.

Na entrevista, Calheiros classificou como uma "irresponsabilidade absoluta, total" a postura de Bolsonaro diante das vacinas para a Covid-19. "Isso precisa ser investigado", disse. "Como o governo fechou as portas para produtores de vacinas. Não foi só com a Pfizer, fechou as portas para todos. Porque o presidente disse várias vezes que não acreditava na vacina, muito menos na chinesa". "Ele que diz que vacina que serve, a que não serve". Esse posicionamento do chefe do Executivo, na visão de Calheiros, faz com que a situação do Brasil não possa ser comparada a de nenhum outro país. "Em nenhum outro lugar, um chefe de Estado esteve publicamente falando esses absurdos para a população", disse o senador.

Primeiros depoimentos

Para o relator, os depoimentos prestados nesta semana pelos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, além do atual titular da pasta, Marcelo Queiroga, já são indicativos de que a CPI vai acarretar em algum tipo de consequência para o governo e para um reconhecimento pela população dos trabalhos da comissão.

Crítico da postura dos aliados de Bolsonaro nos trabalhos da CPI - que têm por sua vez reclamado da condução de Calheiros -, o relator afirmou que Queiroga "visivelmente" investiu numa estratégia de não responder às perguntas dos senadores objetivamente, e portanto, de não "falar a verdade". Em depoimento na quinta-feira (6) à comissão, o atual ministro da Saúde se esquivou de declarar sua opinião sobre o uso da cloroquina em pacientes com covid, apesar da insistência dos integrantes da CPI em saber da posição do médico, que está no cargo desde março.

"Mas ele ainda reconheceu a existência do grupo paralelo, constrangimento de algumas oportunidades por ter sido desautorizado pelos discursos negacionistas de Bolsonaro", observou Calheiros.

"É um morticínio agravado por práticas irresponsáveis, que apuradas gerarão responsabilidades de algum ou alguns. Não tenho absolutamente nenhuma dúvida de que nós vamos chegar no desfecho final. Sinceramente, não torço para incriminar ninguém, responsabilizar ninguém, se o governo usasse melhor suas energias para esclarecer os fatos, diferentemente do que está fazendo, seria melhor e facilitaria o trabalho da CPI", opinou o relator.

Cloroquina

Ao falar da necessidade de a CPI investigar se o tratamento precoce contra covid-19, com o uso da cloroquina, foi transformado em política pública, Calheiros lembrou a participação do Exército na produção do medicamento. "Se isso aconteceu, pelo ministério ou não, com órgão paralelo ou não, seja lá por quem for, quem fez isso vai ser responsabilizado". O relator quer saber neste episódio "quem mandou" e "quem obedeceu".

"Estimularam a produção dos medicamentos no Exército, instituição respeitável, quem foi que mandou, quem obedeceu, como vamos responsabilizá-los. Vamos investigar", disse. A CPI aprovou nesta semana vários requerimentos de autoria de Calheiros que buscam reconstruir os passos do governo Bolsonaro sobre o incentivo ao uso da cloroquina. Num deles, ele cobra do Comando do Exército dados como da origem dos pedidos de produção de cloroquina durante 2020 e 2021 e da distribuição desses comprimidos.

Agência Estado e Correio do Povo


Brasil registra 2.202 mortes e 63.430 novos casos por Covid-19 em 24 horas

Em novo comunicado, TJRS anuncia retorno de sistemas informatizados de uso interno

 Ataque cibernético afetou serviços que estão sendo restabelecidos aos poucos



O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) anunciou o retorno do funcionamento de sistemas informatizados que, embora de uso interno, possibilitam movimentações como consulta e carga de processos físicos e pré-cadastro para digitalização. Estão restaurados TJP, Themis 2G, Themis 1G Capital e ThemisAdmin. O trabalho para restabelecimento de todos os serviços prossegue e os que já foram recuperados estão disponíveis no site da instituição, que foi alvo de um ataque cibernético na semana passada. O acesso ao site do TJRS pode ser feito neste link.

Em um novo comunicado, o TJRS informa que o acesso remoto via Metaframe e VPN permanecem indisponíveis. “Entretanto, em Porto Alegre, equipamentos já revisados pelos técnicos do setor de informática do TJRS estão aptos para uso dentro das dependências do TJ. Da mesma forma, salas de audiência já revisadas podem utilizar o DRS (para gravação de audiências)”, explicou a instituição. “Gradativamente outros prédios estão sendo revisados e serão liberados”, assegurou.

Para o público externo, o TJRS citou os serviços disponíveis. “PPE (Portal do Processo Eletrônico): poderão ser protocoladas petições não urgentes, que serão processadas após o retorno à normalidade dos sistemas. Alvarás de Folha Corrida e outras certidões: o serviço on-line volta a ser oferecido no site do TJRS, fornecendo as informações registradas até a data em que passou a ocorrer a instabilidade dos sistemas”, destacou.

Conforme o TJRS, os sistemas de processo eletrônico eproc e PPE estão disponíveis, porém algumas comunicações externas ainda não foram restabelecidas, o que afeta os seguintes serviços: Diário da Justiça Eletrônico, envio de Cartas Ars, guias de custas e depósitos judiciais, expedição de alvarás eletrônicos, RPVs estaduais e ainda peticionamento com vinculação de processo originário físico de comarca do Interior.

“O Tribunal de Justiça reitera que as equipes técnicas seguem trabalhando de forma incessante para restabelecer a normalidade de forma breve. Todos os progressos obtidos, como já vêm ocorrendo, serão amplamente divulgados, com total transparência. Os serviços e sistemas operantes e os comunicados oficiais estão reunidos no site do TJRS”, concluiu.

Correio do Povo


Dia das Mães: desafios da pandemia pelo bem dos filhos